Novos desafios aos símbolos cristãos na Espanha
A liberdade religiosa, segundo Ajuda à Igreja que Sofre
Por Nieves San Martín
A liberdade religiosa, segundo Ajuda à Igreja que Sofre
Por Nieves San Martín

MADRI,
-Diante da polêmica sobre os símbolos religiosos em lugares públicos na Espanha, o informe recentemente apresentado pela organização Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) evidencia os obstáculos para a educação cristã e seus sinais religiosos.
No contexto do sistema educativo nacional, «a Igreja também enfrentou desafios relacionados com os símbolos cristãos, em particular com o crucifixo. De Valladolid a Palência, registraram-se numerosas tentativas de retirar os crucifixos das salas de aula, com o intuito de excluir a religião da vida pública», recorda AIS em seu informe.
A princípios de 2007, surgiu um conflito a partir de uma solicitude da Agência de Proteção de Dados, que tentou obrigar todas as paróquias a apagar de seus registros os detalhes referentes ao nome e batismo de quem agora declara ter abandonado o catolicismo.
As tensões entre o governo e a Igreja se manifestaram especialmente durante 2008, antes das eleições gerais do mês de março, indica AIS.
«O governo entende – afirma o Informe 2008 – que a religião é para ser vivida dentro dos templos e na vida privada, enquanto a Igreja Católica centra a questão no direito da pessoa humana à liberdade religiosa, direito manifestado em sua vivência pessoal e social, que incide sem dúvida em todos os espaços de existência, tais como o casamento, a família, o ensino, os serviços sociais, etc.»
O governo está propondo a modificação da vigente lei de Liberdade Religiosa e «deverá estar à espera do novo texto», recorda AIS.
No contexto do sistema educativo nacional, «a Igreja também enfrentou desafios relacionados com os símbolos cristãos, em particular com o crucifixo. De Valladolid a Palência, registraram-se numerosas tentativas de retirar os crucifixos das salas de aula, com o intuito de excluir a religião da vida pública», recorda AIS em seu informe.
A princípios de 2007, surgiu um conflito a partir de uma solicitude da Agência de Proteção de Dados, que tentou obrigar todas as paróquias a apagar de seus registros os detalhes referentes ao nome e batismo de quem agora declara ter abandonado o catolicismo.
As tensões entre o governo e a Igreja se manifestaram especialmente durante 2008, antes das eleições gerais do mês de março, indica AIS.
«O governo entende – afirma o Informe 2008 – que a religião é para ser vivida dentro dos templos e na vida privada, enquanto a Igreja Católica centra a questão no direito da pessoa humana à liberdade religiosa, direito manifestado em sua vivência pessoal e social, que incide sem dúvida em todos os espaços de existência, tais como o casamento, a família, o ensino, os serviços sociais, etc.»
O governo está propondo a modificação da vigente lei de Liberdade Religiosa e «deverá estar à espera do novo texto», recorda AIS.
Fonte: ZENIT.org
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