David Goldman diz ter ficado ‘feliz’ com decisão do STF sobre Sean
Supremo deixou a decisão do caso para a Justiça Federal do Rio. Advogado da família brasileira também avaliou como positiva a decisão.
Diego Abreu Do G1, em Brasília
Supremo deixou a decisão do caso para a Justiça Federal do Rio. Advogado da família brasileira também avaliou como positiva a decisão.
Diego Abreu Do G1, em Brasília
O pai biológico do menino Sean, David Goldman, disse ter ficado

Advogado de Goldman, Ricardo Zamariola afirmou que o posicionamento do Supremo siginifica vitória para o pai americano na batalha judicial contra a família brasileira de Sean. “É uma vitória sem dúvida. Não é ainda o que nós almejamos, pois o que almejamos é promover o retorno da criança. É mais um obstáculo vencido”, afirmou em entrevista coletiva no STF. “Na prática, o Supremo restabeleceu a ordem processual, porque essa ADPF [formato da ação protocolada pelo PP] é absolutamente incabível. Foi usada como substitutivo do recurso adequado, que haveria de ser apresentado na Justiça do Rio de Janeiro, e de fato foi. O processo volta a Justiça Federal do Rio de onde nunca deveria ter saído”, acrescenta Zamariola.
Essência positiva

Advogado da família brasileira de Sean, Sérgio Tostes, considerou que “a essência da decisão é muito positiva”, pois significa que a família brasileira terá a oportunidade de aguadar a anális de recursos no Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro. “A decisão aparentemente foi negativa, mas a razão da decisão foi a já existência de recurso no Rio de Janeiro. No somatório dessas negativas, a fundamentação foi extremamente positiva, porque vai nos permitir o recursos, e esperamos reverter essa decisão [a ordem inicial da Justiça Federal, que havia determinado a volta do menino para os EUA”, destacou Tostes aos jornalistas. “Se ele [o menino Sean] tivesse saído como foi determinado teríamos uma situação muito difícil hoje, já que ele estaria fora do Brasil. O objetivo inicial está atingido. O menino não só está no Brasil, como estão abertas as possibilidades de recursos”, completou Sérgio Tostes.
Histórico
Sean veio dos EUA com a mãe, a empresária Bruna Bianchi, há cinco anos, sem autorização do pai, que, desde então, briga na Justiça pela guarda do filho. Ela se separou de Goldman e se casou de novo com um brasileiro. No ano passado, Bruna morreu durante o parto da segunda filha, e a Justiça brasileira deu ao padrasto a guarda provisória da criança. Desde então, pai e padrasto travam uma batalha jurídica pela guarda do menino. O caso começou na Justiça estadual do Rio e depois passou para a competência federal. Com a morte de Bruna, David intensificou uma campanha para tentar levar o filho de volta para os Estados Unidos. A decisão inicial da Justiça Federal brasileira previa que o menino deveria ter um período de transição ao chegar aos EUA. Nos primeiros 15 dias, passaria o dia com o pai americano e a noite com a família brasileira. Do 16º dia ao fim do primeiro mês, Sean passaria a dormir com o pai e a receber visitas diárias de quatro horas da família materna. A partir daí, a guarda definitiva seria do pai, e a família materna deveria pleitear à Justiça americana um regime de visitas.
Histórico
Sean veio dos EUA com a mãe, a empresária Bruna Bianchi, há cinco anos, sem autorização do pai, que, desde então, briga na Justiça pela guarda do filho. Ela se separou de Goldman e se casou de novo com um brasileiro. No ano passado, Bruna morreu durante o parto da segunda filha, e a Justiça brasileira deu ao padrasto a guarda provisória da criança. Desde então, pai e padrasto travam uma batalha jurídica pela guarda do menino. O caso começou na Justiça estadual do Rio e depois passou para a competência federal. Com a morte de Bruna, David intensificou uma campanha para tentar levar o filho de volta para os Estados Unidos. A decisão inicial da Justiça Federal brasileira previa que o menino deveria ter um período de transição ao chegar aos EUA. Nos primeiros 15 dias, passaria o dia com o pai americano e a noite com a família brasileira. Do 16º dia ao fim do primeiro mês, Sean passaria a dormir com o pai e a receber visitas diárias de quatro horas da família materna. A partir daí, a guarda definitiva seria do pai, e a família materna deveria pleitear à Justiça americana um regime de visitas.
Fonte: G1.globo.com
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