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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

BRASIL: ELEIÇÕES SERÃO FISCALIZADAS PELA IGREJA CATÓLICA


Brasil: Igreja católica fiscaliza eleições

A Arquidiocese de Aparecida vai lançar um comité de combate à corrupção, baseado na lei 9.840, uma iniciativa popular criada para combater irregularidades no processo eleitoral.
Segundo o Arcebispo de Aparecida, D. Raymundo Damasceno Assis, o comité será formado com o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) das cidades de Aparecida e Guaratinguetá, estado de São Paulo, e também da Justiça Eleitoral dos dois municípios.
Os comités serão instalados nas sedes da OAB de Guaratinguetá e Aparecida. D. Raymundo disse que o comité vai ser criado para que os eleitores possam fiscalizar o processo eleitoral. Para além de contar com o apoio dos eleitores, a Arquidiocese de Aparecida vai orientar os padres de 17 paróquias para informar os eleitores sobre o processo eleitoral e a importância da participação de todos no combate à corrupção eleitoral e compra de votos.
"Todos os padres e eleitores das paróquias serão orientados para fiscalizar e denunciar as irregularidades do processo eleitoral nas cidades de Aparecida, Guaratinguetá, Potim, Roseira e Lagoinha, que integram a arquidiocese de Aparecida" disse o arcebispo.
De acordo com a Igreja Católica de Aparecida, a OAB e a Justiça Eleitoral estão unidas para que se faça cumprir a lei que visa combater a corrupção eleitoral.
Fonte: Ag. ECCLESIA

quarta-feira, 30 de julho de 2008

PRINCÍPIOS INEGOCIÁVEIS NO PROJETO DE CONSTITUIÇÂO DO EQUADOR

Projeto de Constituição do Equador deixa vulneráveis «princípios não-negociáveis»
Comunicado dos bispos do país
Equador: Família Ayme de Tingo que tem $31.55 dolars por semana para se alimentar

QUITO,
- Segundo os bispos do Equador, o projeto de Constituição que será submetido a referendo em setembro «vulnera princípios não-negociáveis».
Os bispos emitiram um comunicado ontem, a partir da aprovação, por parte da Assembléia Constituinte do Equador, do projeto da que poderia ser a futura carta magna do país.
Desde o início, eles esclarecem que «não nos corresponde, enquanto bispos, assumir uma atitude política. O que nos corresponde, no entanto, é iluminar as consciências dos católicos com a doutrina do Evangelho, para que tomem uma decisão responsável e consciente, diante de Deus e da sociedade».
A Assembléia Constituinte aprovou de forma definitiva o projeto analisado pelos prelados, que deverá ser submetido a referendo no próximo dia 28 de setembro.
Os bispos, ainda que percebam na nova Constituição alguns enunciados generosos sobre «a centralidade da pessoa entre os fins da sociedade, na economia, na educação e na saúde, com ênfase na promoção dos pobres», sentem falta da «menção dos processos para a luta contra a pobreza e a corrupção».
Mas o maior problema é exposto em alguns enunciados fundamentais, como os que se referem ao aborto, à família, à educação e à liberdade religiosa.
E esses princípios, dizem citando Bento XVI, são «não-negociáveis».
Seu desacordo se baseia em 4 pontos fundamentais, «sabendo que essa rejeição é compartilhada por mais de 800 mil assinaturas entregues à Assembléia Constituinte e também pelos irmãos cristãos evangélicos e outros equatorianos de boa vontade».
Seu primeiro ponto de desacordo é que a pessoa humana existe antes do Estado, isto é, «é o Estado que está ao serviço da pessoa e da sociedade, e não as pessoas e a sociedade ao serviço do Estado», algo que não fica claro na nova Constituição.
O segundo ponto de desacordo, para os bispos, é que no texto constitucional «não se reconhece claramente o direito à vida desde a concepção», já que, «sem mencionar o termo ‘aborto’, o projeto constitucional deixa a porta aberta à supressão da nova criatura no seio da mãe».
Em terceiro lugar, dizem, «atenta-se conta a família como célula fundamental da sociedade e do bem comum», dado que na nova Constituição «se deforma a família, quando rejeita a existência da ‘família modelo’, para substituí-la por diferentes ‘tipos de família’. Daqui se passa a equiparar a família com a união de pessoas do mesmo sexo».
Em quarto lugar, os bispos expressam seu desacordo em matéria de educação, pois «o direito dos progenitores e o reconhecimento da liberdade de ensino são contraditos quanto o Estado se atribui o direito de determinar o que se tem de ensinar e o que se tem de ignorar».
«Sob a afirmação de que a educação é um serviço público, considera-se a educação particular como uma mera concessão do Estado e não como uma expressão do direito dos pais de família», diz o documento.
Segundo os bispos, essa análise não esgota os pontos que são de importância para a consciência cristã; por isso, «é preciso que cada cidadão com direito a voto aprofunde nessas e em outras razões, implorando a sabedoria divina».
O comunicado conclui recordando a todos os cidadãos que no referendo eles serão «tão responsáveis como os próprios legisladores com relação às estruturas jurídicas e sociais que regerão o Equador do futuro».
Fonte: ZENIT.org

sexta-feira, 11 de julho de 2008

BISPOS DA VENEZUELA FALAM DE "CRISE MORAL"

BISPOS DA VENEZUELA FALAM DE "CRISE MORAL" NO PAÍS
Hugo Chávez - Presidente da Venezuela

Caracas, 11 jul (RV) - Os bispos venezuelanos alertaram ontem para o "desprezo à verdade, a injustiça, a corrupção e a insegurança generalizada" que castigam o país.
Em Exortação Pastoral, os bispos falam de uma "crise moral" na Venezuela: "Existe uma violência desatada e sem controle, gerada pela delinqüência e pela impunidade. Milhares de famílias sofrem hoje o desaparecimento de seus entes queridos (...) sem vislumbrar soluções a curto ou médio prazos, diante da carência de políticas públicas efetivas de segurança cidadã".

Os prelados também fizeram referência ao "alarmante" fenômeno de seqüestros no país, em especial na fronteira com a Colômbia, e pediram às autoridades que façam todo o possível para a libertação dos reféns.
Todas as pesquisas locais indicam que a insegurança pessoal é a maior preocupação dos cidadãos da Venezuela, um país no qual se registraram quase 10 mil homicídios entre janeiro e setembro de 2007, segundo as estatísticas oficiais divulgadas recentemente. (BF)
Fonte: RV