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quarta-feira, 13 de outubro de 2010
CNBB E AS ELEIÇÔES BRASILEIRAS

quinta-feira, 16 de setembro de 2010
ELEIÇÕES NO BRASIL

Brasília, 16 set (RV)
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
PASTORES EVANGELICOS DA ASSEMBLEIA DE DEUS E AS ELEIÇÕES DE 2010

Por João CruzuéNo dia 03 de outubro de 2010, serão realizadas eleições para todos cargos políticos desta nação, exceto para prefeitos e vereadores. As principais matérias de cunho anti-cristão, tais como aborto, casamento gay, projeto de lei da homofobia, projeto de direitos autorais da internet e outras, estão estrategicamente escondidas nas gavetas do Congresso esperando que o término dessas eleições para voltarem com toda força. No momento, os crentes que sempre foram considerados o atraso da sociedade brasileira pela grande maioria dos políticos, estão sendo paparicados e adulados.
Creio que isto não é novidade para nenhum dos leitores.
Como também não é novidade a certeza que muitos políticos descrentes têm, que é muito fácil comprar o voto dos evangélicos a partir de propostas indecentes para seus pastores. Eles sabem que a fé e a moral desses pastores são bem relativas - com as raras e abençoadas exceções de sempre.
Pois bem, assim que os próximos deputados federais e senadores tomarem posse, em 2011, todos os assuntos anti-bíblicos engavetados e camuflados, voltarão à pauta. E os crentes voltarão a ter o cheiro ruim de fundamentalismo e atraso que eles sempre disseram, depois de eleitos.
Se estes projetos contrários à Bíblia se converterem em Lei - como já aconteceu na Argentina, no Chile e na Suécia - berço dos missionários que fundaram e organizaram a Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Brasil - eu tenho algo muito grave a dizer. Se estas leis vieram a prejudicar a sociedade brasileira, é por culpa principalmente dos Pastores da Igreja Evangélica Assembleia de Deus.
Por que?
Porque seus templos recebem a visita de todos os candidatos com pretensão ao Congresso Nacional. Os homens que decidirão o destino das leis. Esses pastores sabem exatamente o que deve e o que não deve ser feito com os votos dos membros das suas Igrejas. E digo mais, que é muito difícil um aspirante ao Congresso Nacional, hoje, conquistar seu cargo - sem votos de evangélicos.
Se na próxima legislatura, as crianças e adolescentes de nossas Igrejas voltarem para casa com um cartilha de homoafetividade na mão, impressa com autorização do MEC. como está acontecendo no Chile. Se no dia de amanhã, pastores forem obrigados a mudar a liturgia ministerial em suas Igrejas para se adequar à lei de homofobia - como aconteceu na Suécia. Se no dia de amanhã quebraram as portas de templos evangélicos para celebrar casamentos e outros eventos para gays e lésbicas, eu vou culpar e responsabilizar principalmente os pastores da "minha" Igreja - a Igreja Evangélica Assembleia de Deus.
Vou culpar por não conscientizarem seus membros, porque eu não me atreveria a pensar que os culparia por negociar os votos potenciais de suas Igrejas em favor de ímpios por dinheiro ou vantagens inescrupulosas. Ou por empregos para parentes, terrenos para templos ou cinco milheiros de blocos.
Senhores pastores, o voto evangélico representa, no mínimo, 25% dos eleitores desta nação. Não costumamos votar com base em vida religiosa dos candidatos, mas por sua potencial competência. Mas de agora em diante, os candidatos comprometidos com causas inimigas da Igreja, ainda que vierem vestidos de branco e trazendo auréola de santos - não merecem o nosso voto. Não devem recerber um voto que seja de um cristão, que tenha temor de Deus.E por falar em temor de Deus, antes de votar em outubro pergunte para seu travesseiro: o deputado federal e os dois senadores que estiver pensando em votar, vai respeitar os interesses cristãos diante de um projeto que venha a prejudicar a Igreja? Se tiver dúvidas - não vote neles.
E se seu pastor estiver fazendo campanha ostensiva ou disfarçada na Igreja em favor de candidatos, que só aparecem na Igreja no período eleitoral, reuna alguns irmãos e peçam explicações a ele. Não seja omisso, pois no dia que seu filho ou neto voltar para casa com uma cartilha gay ou sua Igreja for obrigada a realizar casamentos gay, ou ser proibido ler a Bíblia inteiro no púlpito, a culpa vai ser do seu pastor e também sua porque não fez nada - a não ser criticar.
Isto é muito duro, mas é melhor dizer agora - antes das eleições.
***
João B. Cruzue é editor do blog Olhar Cristão, e um dos pioneiros entre os blogueiros evangélicos
Fonte: : Púlpito Cristao
terça-feira, 10 de agosto de 2010
ELEIÇÕES - O VOTO DO CRISTÃO
Artigo de Dom Paulo Mendes Peixoto

BRASÍLIA, terça-feira, 10 de agosto de 2010
– Apresentamos artigo do bispo de São José do Rio Preto (São Paulo), Dom Paulo Mendes Peixoto, sobre o valor do voto, texto difundido pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) nessa segunda-feira. * * *
Valor do Voto
A minha palavra é destinada a todos os diocesanos e às pessoas cidadãs, de boa vontade, querendo assim contribuir para a vida do nosso povo no momento tão especial como estamos agora vivendo, com a chegada das Eleições. Faço isto vendo a grande importância da participação política dos cristãos na vida social, para construir uma sociedade fraterna, justa e solidária.
É importante acompanhar o processo político, vendo de perto o perfil dos candidatos para criar consciência e responsabilidade, ajudando assim nos destinos do País e do Estado. Sabemos que o papel do eleitor vai além do seu voto. Começa pelo conhecimento dos candidatos, sua vida, atuação, propostas e posturas apresentadas. Continua depois, acompanhando a gestão dos que forem eleitos.
A sociedade almeja uma ética na política e uma coerência dos políticos. Não é por acaso que tivemos a iniciativa popular para criar a Lei chamada “Ficha Limpa”. Para que ela seja aplicada, efetivamente, é preciso haver uma mudança de mentalidade e de ação, tendo em vista uma política marcada por princípios e valores éticos fundamentais para o povo.
A Palavra de Deus e a Doutrina Social da Igreja, seguramente credenciadas por uma prática histórica milenar, podem dar fundamentos para isto. Aí os candidatos devem buscar os critérios de ação, dando aos eleitores as bases para o exercício da cidadania para um voto consciente e comprometido podendo, dentro do processo, agir com corresponsabilidade.
Alguns dados devem ser identificados nos candidatos, sem os quais não merecem o sufrágio dos cidadãos cristãos. Um deles é se defendem a vida, da concepção até a morte natural, já que a vida é o maior dom que todos temos. Não merece o nosso voto quem tem iniciativas contra a dignidade das pessoas e das famílias, defendendo o aborto e a eutanásia.
Quando a pessoa governa, deve ter em mente o bem comum, olhando para os mais pobres, promovendo uma sociedade mais fraterna e em condição de todos terem vida com dignidade. Para isto deve cuidar da saúde, educação, moradia, trabalho e justiça social. Os interesses do povo precisam estar acima dos particulares. É bom candidato quem é comprometido com o bem comum.
Olhar também o comportamento ético dos candidatos: sua honestidade, competência, transparência, vontade de servir o bem comum, idoneidade moral e suas propostas de ação política. As propagandas podem ocultar os interesses particulares do candidato. Olhar se seu histórico não é de corrupção e de má gestão, de “ficha suja” e de uso da máquina pública para fins eleitoreiros.
Não transformar o voto em mercadoria. Ele não pode ser vendido. Tanto quem compra, como quem vende, é corrupto. É atitude que deve ser denunciada à Comissão Contra a Corrupção Eleitoral, da Lei 9840, que deve tomar as devidas providências. Diante de tudo isto, suplico a Deus para iluminar e abençoar a todos, candidatos e eleitores, nessas próximas Eleições.
Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto, SP
sábado, 7 de agosto de 2010
ELEIÇÔES: HORA DE PENSAR E AGIR COMO VERDADEIRO CRISTÃO
Arcebispo assinala graves problemas: habitação, educação, caos rodoviário
para “analisar nomes e tudo que está no limite da paciência”, afirma o arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo. “No limite da paciência” – explica o prelado, em artigo enviado a ZENIT nesta sexta-feira –: “assim se define o sentimento das pessoas em relação à lista interminável de prioridades que estão no horizonte da sociedade brasileira – e que exigem atitudes e encaminhamentos rápidos e marcados por um aguçado sentido de utilidade.”
Em primeiro lugar, Dom Walmor assinala a “necessidade de moralidade nos exercícios de governos, responsabilidades, tarefas e missões assumidas”.
“Essa exigência toca setores da vida social, política, econômica, religiosa, familiar e profissional.
O arcebispo reconhece que “não é fácil” vencer “a crosta formada pelas práticas abomináveis de corrupção, manipulações e interesses mesquinhos no tratamento da coisa pública”.
Dom Walmor considera que neste ano eleitoral “não basta apenas escolher nomes das listas apresentadas para que sejam sufragados nas urnas”.
“É preciso que a sociedade, em nível local e nacional, faça o debate sobre a lista de suas prioridades, verificando a competência e real capacidade de ação imediata dos que governam e estão oferecendo seus nomes para o exercício de responsabilidades e tarefas que, acima de tudo, têm que tratar e encaminhar concretamente as necessidades básicas do povo.”
O arcebispo destaca que é preciso “estourar a habitual bolha de promessas eleitoreiras deste tempo de campanha”. Entre exemplos de prioridades e urgências, o arcebispo de Belo Horizonte cita, por exemplo, o déficit habitacional, “um mal no cenário brasileiro, também em Minas Gerais”.
A urgência no campo habitacional “está de braços dados com a inadiável qualificação da educação, sob pena de assorear uma cultura rica como é a de Minas - precipitando-a em esvaziamentos e no nascimento de uma cultura sem valores e referências religiosas, familiares e relacionais. É hora de novas posturas governamentais”, afirma.
“É o momento de contar com figuras representativas, no executivo, no legislativo e no judiciário. Assim também o âmbito religioso e cultural precisa de figuras mais proativas, de visão larga e com audácias”, destaca.
O arcebispo enfatiza a “lista grande que se abriga no arco do limite da paciência”: “déficit habitacional, educação qualificada, e amplamente oferecida, trabalho para todos, defesa da vida em todas as etapas, o caos rodoviário que coloca Minas, em razão das mortes, em situação de guerra”.
sábado, 3 de julho de 2010
ELEIÇÕES TRANSPARENTES E COMPROMISSO CRISTÃO
Cidade do Vaticano,
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
BRASILEIROS FISCALIZAM CADA VEZ MELHOR AS ELEIÇÕES
Dom Genival França, bispo de Palmares, destaca vigilância da sociedade
BRASÍLIA,
Dom Genival Saraiva de França, bispo de Palmares (Pernambuco), afirma que «por diversas vias, extraem-se lições das eleições municipais de 2008».«De antemão, merece um olhar atento o fenômeno da corrupção que ainda se constatou nestas eleições, porque persiste como mentalidade, como algo cultural», escreve, em mensagem difundida hoje pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
Todavia --prossegue o bispo--, aos poucos, esse fenômeno «está sendo temido pelos candidatos e “cabos eleitorais”, em razão das penas estabelecidas na legislação vigente, sobretudo, com possibilidade de prisão, cassação do registro de candidatura ou do diploma eleitoral».
«Um elemento muito positivo foi a participação do eleitorado, certamente, em razão da obrigatoriedade do voto, mas também graças a uma consciência política que, aos poucos, se vai revelando no comportamento coletivo.»
Nesse sentido, o bispo destaca a crescente participação de jovens eleitores, já que o voto é facultativo para quem tem entre 16 e 18 anos, «indicação de uma vontade de contribuir para uma mudança nos rumos da política».
O prelado recordou também o papel de vigilância da sociedade, de formação da Igreja, da OAB e de outras entidades, a fiscalização dos partidos concorrentes, as ações do Ministério Público Eleitoral e as medidas dos Tribunais Eleitorais.
Essas ações «transformam-se em fatores determinantes da condução do processo eleitoral e da realização do pleito num clima de normalidade».
Dom Genival França afirma ainda que os debates no Rádio e na Televisão «ajudam o eleitor a formar uma opinião ajuizada», e que a votação eletrônica, «cuja eficiência ficou comprovada, mais uma vez, impede a manipulação das eleições».
«A participação democrática nestas eleições ainda não chegou ao nível desejado porque, concretamente, registram-se acirramentos e confrontações entre candidatos e eleitores dos diversos Partidos e Coligações, durante a campanha eleitoral e após a proclamação do resultado da votação, num atestado de que, nesse assunto, a paixão supera a razão e o sentimento fala mais do que a lógica.»
Mas, efetivamente, considera o bispo, «os eleitores começam a se posicionar, criteriosamente, escolhendo candidatos em condições de exercer, com qualidade, o mandato eletivo e rejeitando aqueles que não têm a necessária credibilidade política».
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
USA: "NOVENA PARA OS CIDADÃOS FIÉIS"

Bispos dos Estados Unidos pedem oração pelas eleições presidenciais
Publicada uma novena dos Cidadãos Fiéis
WASHINGTON,
Os bispos dos Estados Unidos convidaram os católicos a fazerem uma novena pela vida, pela justiça e pela paz, frente às próximas eleições presidenciais de novembro.
A oração, intitulada Novena para os Cidadãos Fiéis (Novena for Faithful Citizenship), poderá encontrar-se no site da Conferência Episcopal americana até as eleições do dia 4 de novembro.
Joan Rosenhauer, diretora do departamento de Justiça, Paz e Desenvolvimento Humano, da Conferência Episcopal, explicou que esta novena especial «faz parte da campanha episcopal para ajudar os católicos a formarem suas consciências diante de questões de tipo político e social».
Os bispos publicaram sua declaração sobre a formação das consciências dos cidadãos católicos em novembro de 2007.
Helen Osman, secretária de comunicação da Conferência, expressou sua esperança de que a novena «ajude os católicos a entrarem num clima de oração e de reflexão quando estiverem se preparando para votar».
Osman acrescentou que a Conferência Episcopal quer ajudar os católicos a pensarem nas questões pré-eleitorais «provendo um recurso de oração na web que nos ajude a aprofundar em nossos valores compartilhados e na nossa identidade como católicos».
Os bispos oferecem várias opções para rezar esta Novena dos Cidadãos Fiéis. A primeira é começar no dia 2 de setembro e rezar durante nove terças-feiras consecutivas, até as eleições gerais.
Uma segunda opção é começar a novena qualquer outro dia da semana, quando se possa, e rezar o mesmo dia todas as semanas.
A Novena pode ser rezada também nos nove dias consecutivos antes das eleições, começando em 26 de outubro, ou outros nove dias consecutivos.
«Pode-se criar qualquer combinação adequada para uso pessoal ou comunitário, e se pode rezar a Novena mais de uma vez», acrescentam os bispos.
Mais informação: www.faithfulcitizenship.org/resources/podcasts
Fonte: ZENIT.org
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
BRASIL: ELEIÇÕES SERÃO FISCALIZADAS PELA IGREJA CATÓLICA
Brasil: Igreja católica fiscaliza eleições
A Arquidiocese de Aparecida vai lançar um comité de combate à corrupção, baseado na lei 9.840, uma iniciativa popular criada para combater irregularidades no processo eleitoral.Segundo o Arcebispo de Aparecida, D. Raymundo Damasceno Assis, o comité será formado com o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) das cidades de Aparecida e Guaratinguetá, estado de São Paulo, e também da Justiça Eleitoral dos dois municípios.
Os comités serão instalados nas sedes da OAB de Guaratinguetá e Aparecida. D. Raymundo disse que o comité vai ser criado para que os eleitores possam fiscalizar o processo eleitoral. Para além de contar com o apoio dos eleitores, a Arquidiocese de Aparecida vai orientar os padres de 17 paróquias para informar os eleitores sobre o processo eleitoral e a importância da participação de todos no combate à corrupção eleitoral e compra de votos.
"Todos os padres e eleitores das paróquias serão orientados para fiscalizar e denunciar as irregularidades do processo eleitoral nas cidades de Aparecida, Guaratinguetá, Potim, Roseira e Lagoinha, que integram a arquidiocese de Aparecida" disse o arcebispo.
De acordo com a Igreja Católica de Aparecida, a OAB e a Justiça Eleitoral estão unidas para que se faça cumprir a lei que visa combater a corrupção eleitoral.
Fonte: Ag. ECCLESIA