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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sexta-feira, 22 de março de 2013

Papa convida a lutarmos contra a pobreza e pela paz

Papa "abraça o mundo" e convida a lutar juntos contra a pobreza e em prol da paz




Cidade do Vaticano

– “O abraço do Papa ao mundo”: assim Francisco definiu a audiência esta manhã, na Sala Regia, no Vaticano, ao Corpo Diplomático acreditado junto à Santa Sé.

“Por vosso intermédio, encontro os vossos povos e deste modo posso, em certa medida, alcançar cada um dos vossos concidadãos com suas alegrias, dramas, expectativas e desejos” – disse o papa no início do seu discurso, recordando a preocupação primordial da Santa Sé, isto é, o bem de todo o homem que vive nesta terra.

Nessa missão, afirmou o Pontífice, é bom poder contar com a amizade dos países acreditados, fazendo votos de que se inicie também um caminho com os poucos países que ainda não têm relações diplomáticas com a Santa Sé.

Como em outras ocasiões, o Papa voltou a falar dos motivos que o levaram escolher o nome Francisco: um dos primeiros é o amor que Francisco tinha pelos pobres.

“Ainda há tantos pobres no mundo! E tanto sofrimento passam estas pessoas! A exemplo de Francisco de Assis, a Igreja tem procurado, sempre e em todos os cantos da terra, cuidar e defender quem passa indigência e penso que podereis constatar, em muitos dos vossos países, a obra generosa dos cristãos que, deste modo, trabalham para construir sociedades mais humanas e mais justas.”

Mas há ainda outra pobreza, advertiu Francisco, que é a pobreza espiritual, que afeta gravemente os países considerados mais ricos. É aquilo que Bento XVI chama de “ditadura do relativismo”, que deixa cada um como medida de si mesmo, colocando em perigo a convivência entre os homens.

“E assim chego à segunda razão do meu nome. Francisco de Assis diz-nos: trabalhai por edificar a paz. Mas, sem a verdade, não há verdadeira paz. Não pode haver verdadeira paz, se cada um é a medida de si mesmo, se cada um pode reivindicar sempre e só os direitos próprios, sem se importar ao mesmo tempo do bem dos outros, do bem de todos, a começar da natureza comum a todos os seres humanos nesta terra.”

Ser Pontífice, explicou, é servir de ponte entre Deus e os homens, fazendo votos de que o diálogo entre a Santa Sé e os países ajude a construir pontes entre todos os homens, de tal modo que cada um possa encontrar no outro não um inimigo nem um concorrente, mas um irmão que se deve acolher e abraçar. Além disso, acrescentou, suas próprias origens impelem-no a trabalhar para construir pontes: “Como sabeis, a minha família é de origem italiana; e assim está sempre vivo em mim este diálogo entre lugares e culturas distantes”.

Neste trabalho, o Papa considera fundamental o papel da religião, já que não se podem construir pontes entre os homens esquecendo Deus; e vice-versa. “Por isso, é importante intensificar o diálogo entre as diversas religiões”, citando de modo especial o diálogo com o Islã e com os que não creem.

Lutar contra a pobreza, tanto material como espiritual, edificar a paz e construir pontes: este é o caminho para o qual Papa Francisco convida cada país. “Um caminho que será difícil, se não aprendermos a amar cada vez mais esta nossa terra. Também neste caso, me serve de inspiração o nome de Francisco: ele ensina-nos um respeito profundo por toda a criação, ensina-nos a guardar este nosso meio ambiente, que muitas vezes não usamos para o bem, mas desfrutamos com avidez e prejudicando um ao outro.”


Fonte: RV

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A POBREZA CRIA DESIGUALDADES E OFENDE A VIDA

PAPA NO ANGELUS: POBREZA CRIA DESIGUALDADES E OFENDE A VIDA
Cidade do Vaticano, 07 fev (RV)
- O Santo Padre presidiu a oração mariana do Angelus deste domingo, na Praça São Pedro, onde o aguardavam vários fiéis e peregrinos provenientes de várias partes do mundo.Na alocução que precedeu a oração, o papa falou que a liturgia deste domingo encaminha os nossos pensamentos em direção ao mistério da vocação à santidade. Cristo nos convida para com Ele conhecermos e fazermos a vontade do Pai. Jesus nos convida a confiar em sua palavra e a segui-lo com coragem, como fizeram o Profeta Isaías e os Apóstolos Pedro e Paulo."Não tenhas medo, serás pescador de homens" – disse Jesus a Pedro. O Apóstolo Paulo, recordando que foi um perseguidor da Igreja, se considera indigno de ser chamado apóstolo, mas reconhece que a graça de Deus realizou nele maravilhas e não obstante seus limites, Deus lhe confiou o anúncio do Evangelho."Nestas três experiências podemos ver como o encontro autêntico com Deus leva o homem a reconhecer a sua pobreza e inadequação, seu próprio limite e seu pecado. Mas, não obstante esta fragilidade, o Senhor, rico de misericórdia e de perdão transforma a vida do ser humano e o convida a segui-lo" – sublinhou o pontífice."A humildade testemunhada por Isaías, Pedro e Paulo convida os que receberam o dom da vocação divina a manter o olhar fixo no Senhor e em sua surpreendente misericórdia, a fim de converter o coração e continuar, com alegria a deixar tudo por causa Dele" – disse ainda o papa."Deus não olha o que é importante para o homem. O homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração e torna homens pobres e fracos, mas que Nele têm fé, em destemidos apóstolos e anunciadores da salvação" – frisou Bento XVI.O Santo Padre exortou "para que neste Ano Sacerdotal, peçamos ao Senhor da Messe que mande operários para a sua vinha e aqueles que se sentem convidados a segui-lo depois de um necessário discernimento, saibam responder com generosidade, não confiando em suas próprias forças, mas se abrindo à ação de sua graça".O papa confiou à materna intercessão da Virgem Maria a vida religiosa e sacerdotal a fim de que possa nascer em cada um o desejo de dizer sim a Deus com alegria e plena dedicação. A seguir concedeu a todos a sua bênção apostólica.Após a oração mariana, o Santo Padre saudou em várias línguas os diversos grupos de fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro e recordou que hoje na Itália se celebra o Dia pela Vida. O papa se uniu aos bispos italianos que escreveram a mensagem "A força da vida, um desafio na pobreza".Bento XVI ressaltou que "no atual contexto de dificuldade econômica, se tornam ainda mais dramáticos aqueles mecanismos que, produzindo pobreza e criando fortes desigualdades sociais, ferem e ofendem a vida, atingindo, sobretudo, os mais fracos e indefesos. Tal situação convida a promover um desenvolvimento humano integral a fim de exterminar a indigência e a necessidade, mas recorda, sobretudo, que o fim do ser humano não é o bem-estar, mas o próprio Deus e que a existência humana deve ser defendida e promovida em todas as suas fases. Ninguém é proprietário de sua vida. Somos chamados a protegê-la e respeitá-la, desde a concepção até a morte natural".A Diocese de Roma dedica especial atenção ao Dia pela Vida que se prolongará na "Semana da vida e da família". O papa fez votos de bom êxito desta iniciativa e encorajou as pessoas que trabalham em favor da vida e da família.Enfim, o Santo Padre recordou que no próximo dia 11, memória de Nossa Senhora de Lourdes e Dia Mundial do Enfermo, presidirá a Santa Missa com os doentes na Basílica de São Pedro. (MJ)

Fonte: RV

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

BENTO XVI SOLICITA MEDIDAS PARA ERRADICAR A FOME E A POBREZA NO MUNDO

ANGELUS: APELO DO PAPA PARA QUE SE ADOTEM E APLIQUEM MEDIDAS APTAS A ERRADICAR A FOME E A POBREZA NO MUNDO


Castel Gandolfo,
- "Na próxima quinta-feira, 25 de setembro, se realizará, em Nova York, no âmbito da 63ª sessão da Assembléia Geral da ONU, um encontro de alto nível, para verificar o cumprimento dos objetivos estabelecidos na Declaração do Milênio, de 8 de setembro de 2000. Por ocasião desta importante reunião, que contará com a presença de líderes de todos os países do mundo, gostaria de renovar o meu convite para que se adotem e se apliquem, com coragem, as medidas necessárias para erradicar a extrema pobreza, a fome, a ignorância e o flagelo das pandemias que atingem, sobretudo, as pessoas mais vulneráveis." Este foi o apelo do papa, logo após a oração mariana do Angelus deste domingo. "Tal empenho, ainda que exija particulares sacrifícios, neste momento de dificuldades econômicas mundiais _ ressaltou o pontífice _ não deixará de produzir importantes benefícios para o desenvolvimento das nações que necessitam da ajuda exterior, assim como para a paz e o bem-estar de todo o Planeta. "Falando diante dos milhares de fiéis e peregrinos reunidos no pátio interno da residência pontifícia de verão, Bento XVI fez ainda, outro apelo, desta feita em favor das populações atingidas por catástrofes naturais, no continente americano... "Nas semanas passadas, os países do Caribe _ em particular Haiti, Cuba e República Dominicana _ além do sul dos Estados Unidos, de modo particular o Texas, foram duramente atingidos por violentos furacões. Gostaria, uma vez mais, de assegurar àquelas populações, que eu as recordo de modo especial nas minhas orações. Além disso, faço votos de que cheguem prontamente os socorros às áreas mais atingidas. Queira Deus que, pelo menos em tais circunstâncias, a solidariedade e a fraternidade prevaleçam sobre quaisquer outras razões. "Na alocução que precedeu a oração mariana do Angelus, tomando como ponto de partida o fato que _ quando de sua eleição à cátedra de Pedro, apresentou-se aos fiéis, logo depois, do balcão da basílica vaticana, como "um operário da vinha do Senhor" _ Bento XVI comentou o Evangelho deste domingo, sublinhando que "aquela moeda representa a vida eterna, dom que Deus reserva a todos". E que justamente aqueles que são considerados os "últimos", passam a ser os "primeiros", se aceitam esse dom, enquanto os "primeiros" podem se tornar os "últimos".A parábola evidencia que o patrão não tolera ver ninguém desempregado, à toa, sem nada fazer. Portanto, o "ser chamados" é já a primeira recompensa: poder trabalhar na vinha do Senhor, colocar-se a Seu serviço, colaborar para a realização de Sua obra já consiste, por si só, um prêmio inestimável, que recompensa todo e qualquer cansaço. Todavia, essa mensagem é compreendida somente por quem ama o Senhor e Seu reino. Quem, ao contrário, trabalha somente em troca do pagamento, não se dará conta jamais desse inestimável tesouro."Que a Virgem Maria _ concluiu o papa _ nos ajude a responder "sempre" e "com alegria" o chamado do Senhor, e a encontrar a nossa felicidade no poder trabalhar pelo Reino dos céus. " Horas antes do Angelus, o papa deixara a residência pontifícia de verão, em Castel Gandolfo e, a pé, se dirigira à Catedral de Albano _ Diocese à qual pertence a localidade de Castel Gandolfo, nas proximidades de Roma _ para presidir à cerimônia de dedicação do novo altar-mor, que passou por obras de restauração. (AF)
Fonte: RV

quarta-feira, 30 de julho de 2008

PRINCÍPIOS INEGOCIÁVEIS NO PROJETO DE CONSTITUIÇÂO DO EQUADOR

Projeto de Constituição do Equador deixa vulneráveis «princípios não-negociáveis»
Comunicado dos bispos do país
Equador: Família Ayme de Tingo que tem $31.55 dolars por semana para se alimentar

QUITO,
- Segundo os bispos do Equador, o projeto de Constituição que será submetido a referendo em setembro «vulnera princípios não-negociáveis».
Os bispos emitiram um comunicado ontem, a partir da aprovação, por parte da Assembléia Constituinte do Equador, do projeto da que poderia ser a futura carta magna do país.
Desde o início, eles esclarecem que «não nos corresponde, enquanto bispos, assumir uma atitude política. O que nos corresponde, no entanto, é iluminar as consciências dos católicos com a doutrina do Evangelho, para que tomem uma decisão responsável e consciente, diante de Deus e da sociedade».
A Assembléia Constituinte aprovou de forma definitiva o projeto analisado pelos prelados, que deverá ser submetido a referendo no próximo dia 28 de setembro.
Os bispos, ainda que percebam na nova Constituição alguns enunciados generosos sobre «a centralidade da pessoa entre os fins da sociedade, na economia, na educação e na saúde, com ênfase na promoção dos pobres», sentem falta da «menção dos processos para a luta contra a pobreza e a corrupção».
Mas o maior problema é exposto em alguns enunciados fundamentais, como os que se referem ao aborto, à família, à educação e à liberdade religiosa.
E esses princípios, dizem citando Bento XVI, são «não-negociáveis».
Seu desacordo se baseia em 4 pontos fundamentais, «sabendo que essa rejeição é compartilhada por mais de 800 mil assinaturas entregues à Assembléia Constituinte e também pelos irmãos cristãos evangélicos e outros equatorianos de boa vontade».
Seu primeiro ponto de desacordo é que a pessoa humana existe antes do Estado, isto é, «é o Estado que está ao serviço da pessoa e da sociedade, e não as pessoas e a sociedade ao serviço do Estado», algo que não fica claro na nova Constituição.
O segundo ponto de desacordo, para os bispos, é que no texto constitucional «não se reconhece claramente o direito à vida desde a concepção», já que, «sem mencionar o termo ‘aborto’, o projeto constitucional deixa a porta aberta à supressão da nova criatura no seio da mãe».
Em terceiro lugar, dizem, «atenta-se conta a família como célula fundamental da sociedade e do bem comum», dado que na nova Constituição «se deforma a família, quando rejeita a existência da ‘família modelo’, para substituí-la por diferentes ‘tipos de família’. Daqui se passa a equiparar a família com a união de pessoas do mesmo sexo».
Em quarto lugar, os bispos expressam seu desacordo em matéria de educação, pois «o direito dos progenitores e o reconhecimento da liberdade de ensino são contraditos quanto o Estado se atribui o direito de determinar o que se tem de ensinar e o que se tem de ignorar».
«Sob a afirmação de que a educação é um serviço público, considera-se a educação particular como uma mera concessão do Estado e não como uma expressão do direito dos pais de família», diz o documento.
Segundo os bispos, essa análise não esgota os pontos que são de importância para a consciência cristã; por isso, «é preciso que cada cidadão com direito a voto aprofunde nessas e em outras razões, implorando a sabedoria divina».
O comunicado conclui recordando a todos os cidadãos que no referendo eles serão «tão responsáveis como os próprios legisladores com relação às estruturas jurídicas e sociais que regerão o Equador do futuro».
Fonte: ZENIT.org

terça-feira, 1 de julho de 2008

"COMBATER A POBREZA, CONSTRUIR A PAZ"

DIVULGADO O TEMA DO 42° DIA MUNDIAL DA PAZ 2009: "COMBATER A POBREZA, CONSTRUIR A PAZ"

Cidade do Vaticano, 1º jul (RV) - A Mensagem de Sua Santidade Bento XVI para o 42º Dia Mundial da Paz, que se celebrará no dia 1º de janeiro de 2009, será dedicado ao tema: “Combater a pobreza, construir a paz”.
O tema escolhido pelo Santo pretende sublinhar a necessidade de uma resposta urgente da família humana à grave questão da pobreza, entendida como problema material, mas antes de tudo moral e espiritual.
Também recentemente o Santo Padre denunciou o escândalo da pobreza no mundo: “... como se pode permanecer insensíveis aos apelos daqueles que, nos diversos continentes, não conseguem alimentar-se suficientemente para viver?
Pobreza e desnutrição não são uma mera fatalidade, provocada por situações ambientais adversas ou por desastrosas calamidades naturais... as considerações de caráter exclusivamente técnico ou econômico não devem prevalecer sobre os deveres de justiça para com todos aqueles que padecem a fome” (Mensagem de Sua Santidade Bento XVI à FAO - 2 de junho 2008).
O escândalo da pobreza manifesta a ineficácia dos atuais sistemas de convivência humana na promoção e realização do bem comum (cfr Concilio Vaticano II, Cost. past. Gaudium et spes, 69). Por isso torna necessária uma reflexão sobre as profundas raízes da pobreza material, portanto também sobre a “miséria espiritual” que torna o homem indiferente aos sofrimentos do próximo. A resposta deve então ser buscada antes de tudo na conversão do coração do homem ao Deus da Caridade (cfr Benedetto XVI, Lett. enc. Deus caritas est), para conquistar assim a “pobreza de espírito” segundo a Mensagem de salvação anunciada por Jesus no “Discurso da Montanha”: “Bem-aventurados os pobres de Espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mt 5,3). (SP)
Fonte: RV