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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

PAPA REITERA A IMPORTÂNCIA DA ÉTICA NAS RELAÇÕES ECONÔMICAS


AUDIÊNCIA GERAL: PAPA REITERA A IMPORTÂNCIA DA ÉTICA NAS RELAÇÕES ECONÔMICAS

Cidade do Vaticano, 10 fev (RV)

- Hoje, como todas as quartas-feiras, foi dia de Audiência Geral no Vaticano: o momento em que o papa encontra os fiéis e peregrinos provenientes de todo o mundo, que acorrem semanalmente a Roma, para ver e ouvir o pontífice e conhecer mais sobre o seu magistério.Devido à chuva que cai ininterrupta desde a noite de ontem, sobre a capital italiana, o encontro de Bento XVI com os fiéis realizou-se na monumental Sala Paulo VI. Em sua catequese, o Santo Padre reiterou que "a economia tem necessidade da ética", ao mesmo tempo em que recordou as milhares de pessoas afetadas pela crise econômica e suas consequências. O pontífice retomou, assim, a reflexão sobre sua última encíclica – a Caritas in Veritate, de 2009 – dedicada principalmente à crise econômica mundial. Na Caritas in Veritate, além de afirmar que é necessária "uma ética amiga da pessoa" para o correto funcionamento da economia, Bento XVI também fala sobre o "grande desafio" da era da globalização, e sobre a necessidade de agir com transparência, honestidade, responsabilidade e ética. O papa dedicou sua reflexão desta quarta-feira à figura de Santo Antônio de Lisboa – ou como também era conhecido - Santo Antônio de Pádua, um dos santos mais populares da Igreja Católica, nascido em Lisboa, em 1195, e falecido em Pádua, na Itália, em 1231. "Ele conhece bem os defeitos da natureza humana - disse o papa - a nossa tendência a cair no pecado e, por isso, estimula continuamente a combater nossa inclinação à avidez, ao orgulho e è impunidade, e a praticar as virtudes da pobreza e da generosidade, da humildade e da obediência, da castidade e da pureza. Nos primórdios do século XIII, no contexto do renascimento das cidades e do incremento do comércio, aumentava o número de pessoas insensíveis às necessidades dos pobres."Por esse motivo – explicou o pontífice – Antonio reiterava seu convite aos fieis, para que pensassem na verdadeira riqueza, na riqueza do coração. Aquela riqueza que, fazendo com que nos tornemos bons e misericordiosos, nos faz acumular tesouros no Céu."Ó, ricos – exortava Santo Antônio – façam amigos... acolham os pobres em suas casas, pois serão estes últimos que lhes darão acolhida, na morada eterna - enfatizou o Santo Padre - onde existe a beleza da paz, a confiança da segurança, e a opulenta tranquilidade da eterna saciedade".Não é este, caros amigos – perguntou Bento XVI – um ensinamento muito importante mesmo nos dias de hoje, quando a crise financeira e os graves desequilíbrios econômicos empobrecem não poucas pessoas e criam condições de miséria?"Antônio sempre colocava Cristo no centro de sua vida, de seu pensamento e de sua pregação", e "nos convida a contemplar os mistérios da humanidade do Senhor" – acrescentou o pontífice, ressaltando também, aos fieis e não-fieis, a imagem do Crucifixo, que pode dar à vida de todos e de cada um "um significado enriquecedor". Dirigindo-se aos sacerdotes, no contexto do Ano Sacerdotal em andamento, Bento XVI exortou-os a "atualizarem" suas homilias aos fieis, esclarecendo que o sermão é "como uma relação de amor com o Senhor", que "precisa de uma atmosfera de silêncio, o que não significa apenas a ausência de ruídos, mas sim uma experiência interior que afasta as distrações do mundo". Ao término de sua catequese, o Santo Padre fez um resumo de sua reflexão em diversas línguas e antes de se despedir dos fieis e peregrinos reunidos na Sala Paulo VI, concedeu a todos a sua bênção apostólica... Vamos ouvir suas palavras em português e sua saudação..."Queridos irmãos e irmãs, dotado de grande inteligência, equilíbrio, zelo apostólico e fervor místico, Antônio de Pádua ou – como também é conhecido – de Lisboa, contribuiu de modo significativo para o desenvolvimento da espiritualidade franciscana, sendo um dos santos mais populares da Igreja Católica. Começou sua vida religiosa entre os Cônegos Regulares de Santo Agostinho, dedicando-se ao estudo da Bíblia e dos Padres da Igreja. Porém, atraído pelo exemplo dos primeiros mártires franciscanos, fez-se discípulo de São Francisco de Assis e acabou por ser destinado para a pregação do Evangelho ao povo simples e o ensino da teologia a seus confrades, lançando as bases da teologia franciscana. No último período da sua vida, Antônio escreveu os "Sermões", onde propõe um verdadeiro itinerário de vida cristã. Neste Ano Sacerdotal, peçamos que os sacerdotes e diáconos cumpram sempre com solicitude este ministério de anúncio e atualização da Palavra de Deus no meio do Povo de Deus." (AF/MJ)

Fonte: RV

quarta-feira, 30 de julho de 2008

PRINCÍPIOS INEGOCIÁVEIS NO PROJETO DE CONSTITUIÇÂO DO EQUADOR

Projeto de Constituição do Equador deixa vulneráveis «princípios não-negociáveis»
Comunicado dos bispos do país
Equador: Família Ayme de Tingo que tem $31.55 dolars por semana para se alimentar

QUITO,
- Segundo os bispos do Equador, o projeto de Constituição que será submetido a referendo em setembro «vulnera princípios não-negociáveis».
Os bispos emitiram um comunicado ontem, a partir da aprovação, por parte da Assembléia Constituinte do Equador, do projeto da que poderia ser a futura carta magna do país.
Desde o início, eles esclarecem que «não nos corresponde, enquanto bispos, assumir uma atitude política. O que nos corresponde, no entanto, é iluminar as consciências dos católicos com a doutrina do Evangelho, para que tomem uma decisão responsável e consciente, diante de Deus e da sociedade».
A Assembléia Constituinte aprovou de forma definitiva o projeto analisado pelos prelados, que deverá ser submetido a referendo no próximo dia 28 de setembro.
Os bispos, ainda que percebam na nova Constituição alguns enunciados generosos sobre «a centralidade da pessoa entre os fins da sociedade, na economia, na educação e na saúde, com ênfase na promoção dos pobres», sentem falta da «menção dos processos para a luta contra a pobreza e a corrupção».
Mas o maior problema é exposto em alguns enunciados fundamentais, como os que se referem ao aborto, à família, à educação e à liberdade religiosa.
E esses princípios, dizem citando Bento XVI, são «não-negociáveis».
Seu desacordo se baseia em 4 pontos fundamentais, «sabendo que essa rejeição é compartilhada por mais de 800 mil assinaturas entregues à Assembléia Constituinte e também pelos irmãos cristãos evangélicos e outros equatorianos de boa vontade».
Seu primeiro ponto de desacordo é que a pessoa humana existe antes do Estado, isto é, «é o Estado que está ao serviço da pessoa e da sociedade, e não as pessoas e a sociedade ao serviço do Estado», algo que não fica claro na nova Constituição.
O segundo ponto de desacordo, para os bispos, é que no texto constitucional «não se reconhece claramente o direito à vida desde a concepção», já que, «sem mencionar o termo ‘aborto’, o projeto constitucional deixa a porta aberta à supressão da nova criatura no seio da mãe».
Em terceiro lugar, dizem, «atenta-se conta a família como célula fundamental da sociedade e do bem comum», dado que na nova Constituição «se deforma a família, quando rejeita a existência da ‘família modelo’, para substituí-la por diferentes ‘tipos de família’. Daqui se passa a equiparar a família com a união de pessoas do mesmo sexo».
Em quarto lugar, os bispos expressam seu desacordo em matéria de educação, pois «o direito dos progenitores e o reconhecimento da liberdade de ensino são contraditos quanto o Estado se atribui o direito de determinar o que se tem de ensinar e o que se tem de ignorar».
«Sob a afirmação de que a educação é um serviço público, considera-se a educação particular como uma mera concessão do Estado e não como uma expressão do direito dos pais de família», diz o documento.
Segundo os bispos, essa análise não esgota os pontos que são de importância para a consciência cristã; por isso, «é preciso que cada cidadão com direito a voto aprofunde nessas e em outras razões, implorando a sabedoria divina».
O comunicado conclui recordando a todos os cidadãos que no referendo eles serão «tão responsáveis como os próprios legisladores com relação às estruturas jurídicas e sociais que regerão o Equador do futuro».
Fonte: ZENIT.org

terça-feira, 20 de maio de 2008

O MODELO DO "HOMO OECONOMICUS" ESTÁ EM CRISE


CARDEAL MARTINO: O MODELO DO "HOMO OECONOMICUS" ESTÁ EM CRISE

Lucca, 20 mai (RV) - A necessidade de uma ordem econômica eticamente orientada a serviço da pessoa humana foi colocada em destaque pelo presidente do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, Cardeal Renato Raffaele Martino, durante um convênio de jovens industriais da província italiana de Lucca.
Para o cardeal, o modelo do "homo oeconomicus" está em crise e está para ser superado, o que significa que a economia volta a fazer as contas com a ética.
O purpurado considera um fenômeno evidente o fato de que a riqueza provém hoje, sobretudo, do capital humano e social, pois – como afirma a "Centesimus Annus" de João Paulo II – "a principal riqueza é o homem". De fato, a riqueza não é criada por recursos naturais, mas por aqueles imateriais, como a inteligência, a criatividade, o trabalho disciplinado, a capacidade de trabalhar juntos com confiança recíproca e a disponibilidade às inovações e às mudanças.
Em seu discurso, o Cardeal Martino insistiu ainda sobre a necessidade de uma regulamentação do mercado. Em primeiro lugar, porque há exigências humanas importantes que fogem da lógica de mercado; em segundo, porque há bens que, por sua natureza, não se podem e não devem ser vendidos ou comprados, sendo a pessoa humana o primeiro entre todos.
Mas quem deve regular o mercado? Segundo o purpurado, antes de tudo, a transparência, o conhecimento, a confiança, a concorrência lícita e a democracia econômica. Mas o mercado deve ser regulado também pela ética dos empresários e dos agentes econômicos e também pela cultura e tradição de um povo, inclusive a religião.
Os vínculos sociais de solidariedade, os modelos de comportamento herdados do passado e os elos morais e religiosos que orientam a consciência pessoal e profissional são de fundamental importância para dar uma "alma" ao mercado.
O cardeal chamou a atenção para o fato de que um notável fenômeno regulador do mercado seja constituído hoje pela economia non-profit (sem fins lucrativos) e pelo setor terciário, que faz parte a pleno título do mercado, mas atua com critérios não somente de eficiência, mas também de solidariedade. (SP/BF)

Fonte: Rádio Vaticano