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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

PALAVRAS DE S.S. PAPA BENTO XVI NA FESTA DA CATEDRA DE SÃO PEDRO

Alocução de Bento XVI na festa da Cátedra de São Pedro
Intervenção por ocasião do Ângelus
CIDADE DO VATICANO,

- Publicamos as palavras pronunciadas por Bento XVI este domingo ao meio-dia, ao rezar a oração mariana do Ângelus junto a milhares de peregrinos reunidos na praça de S. Pedro no Vaticano.

* * *
Caros irmãos e irmãs!
A página evangélica, que a liturgia nos faz meditar neste sétimo Domingo do tempo comum, se refere ao episódio do paralítico perdoado e curado (Mc 2, 1-12). Enquanto Jesus estava pregando, entre os tantos doentes que lhe eram levados, eis um paralítico sobre uma maca. Ao vê-lo o Senhor disse: «Filho, teus pecados te são perdoados» (Mc 2, 5). E porque alguns dos presentes, ao ouvir estas palavras, ficaram escandalizados, acrescenta: «Para que saibam que o Filho do homem tem o poder de perdoar os pecados sobre a terra, digo a ti – disse ao paralítico –: levanta, toma tua maca e vá para casa» (Mc 2, 10-11). E o paralítico se foi curado. Este trecho evangélico mostra que Jesus tem o poder não só de curar o corpo enfermo, mas também de perdoar os pecados; e assim, a cura física é sinal da cura espiritual que produz seu perdão. De fato, o pecado é um tipo de paralisia do espírito do qual somente o poder do amor misericordioso de Deus pode libertar-nos, permitindo-nos levantar e retomar o caminho sobre a via do bem.
Neste domingo celebra-se também a festa da Cátedra de São Pedro, importante acontecimento litúrgico que coloca na luz o ministério do Sucessor do Príncipe dos Apóstolos. A Cátedra de Pedro simboliza a autoridade do Bispo de Roma, chamado a desenvolver um peculiar serviço para todo o Povo de Deus. Rapidamente depois do martírio dos santos Pedro e Paulo, à Igreja de Roma é, de fato, reconhecido o papel primordial em toda comunidade católica, papel atestado já no II século por Santo Inácio de Antioquia (Aos Romanos, Pref.: Funk, I, 252) e por Santo Irineu de Leão (Contra as heresias III, 3, 2-3). Este singular a específico ministério do Bispo de Roma foi reforçado pelo Concílio Vaticano II. «Na comunhão eclesiástica, – lemos na Constituição dogmática sobre a Igreja – existem legitimamente as Igrejas particulares, que gozam de próprias tradições, permanecendo íntegra a primazia da Cátedra de Pedro, a qual preside a comunhão universal da caridade (cf. S. Inácio Ant., Ad Rom., Pref.), tutela a variedade legítima, e junto vigia afim de que o que é particular, não só não fira a unidade, mas a sirva» (Lumen gentium, 13).
Caros irmãos e irmãs, esta festa me oferece a ocasião para pedir-vos que me acompanhem com vossas orações, para que possa cumprir fielmente a grande missão que a Providência Divina me confiou qual Sucessor do apóstolo Pedro. Invocamos por isso a Virgem Maria, que ontem aqui, em Roma, celebramos com o belo título de Nossa Senhora da Confiança. A Ela pedimos também que nos ajude a entrar com as devidas disposições de vontade no tempo da Quaresma, que iniciará quarta-feira próxima com o sugestivo Rito das Cinzas. Abra-nos, Maria, o coração à conversão e à escuta dócil da Palavra de Deus.

Fonte: ZENIT.org

domingo, 22 de fevereiro de 2009

DEFESA DA " VERDADE DOS CONCEITOS DE CASAMENTO E FAMÍLIA"

Igreja em Portugal defende «a verdade dos conceitos de casamento e família»
Em nota pastoral da Conferência Episcopal

A Igreja da Memória, em Lisboa

LISBOA, -

A CEP (Conferência Episcopal Portuguesa) difundiu uma nota pastoral em que defende «a verdade dos conceitos de casamento e família».
O organismo episcopal se manifestou diante da intenção de que, na próxima legislatura, se proponha à Assembleia da República uma lei que equipare as uniões homossexuais ao casamento das famílias constituídas na base do amor entre um homem e uma mulher.
Segundo a CEP, «a verdade da vida humana assenta na complementaridade do homem e da mulher. É esta complementaridade dos sexos, expressa de um modo eminente no dom total e perene do amor entre um homem e uma mulher, por princípio aberto à geração de novas vidas, que está na base antropológica da família».
Ao destacar que defendem «a verdade dos conceitos de casamento e família», os bispos afirmam que «pretender redefini-los seria porta aberta para diversos modelos alternativos à sua autenticidade genuína, o que constituiria fonte de perturbação para adolescentes e jovens, com a sua identidade em estruturação, e enfraqueceria a instituição da família, célula base de todas as sociedades».
«A família, fundada no casamento entre um homem e uma mulher, tem o direito a ver reconhecida a sua identidade única, inconfundível e incomparável, sem misturas nem confusões com outras formas de convivência.»
A CEP explica que a Igreja «rejeita todas as formas de discriminação ou marginalização das pessoas homossexuais e dispõe se a acolhê-las fraternalmente e a ajudá-las a superar as dificuldades que, em não poucos casos, acarretam grande sofrimento».
«Contudo, fiel à razão, à palavra de Deus e aos ensinamentos recebidos, a Igreja não pode deixar de considerar que a sexualidade humana vivida no casamento só encontra a sua verdade e plenitude na união amorosa de um homem e de uma mulher.»
O organismo episcopal rejeita «que a união entre pessoas do mesmo sexo possa ser equiparada à família estavelmente constituída através do casamento entre um homem e uma mulher, e o mesmo se diga de uma lei que permita a adoção de crianças por homossexuais».
«Tal constituiria uma alteração grave das bases antropológicas da família e com ela de toda a sociedade, colocando em causa o seu equilíbrio», afirma a nota.
A Igreja em Portugal chama ainda «a atenção para a necessidade de iniciativas que ajudem as famílias estavelmente constituídas a superar os problemas econômicos que muitas atravessam, que as valorizem como lugar primordial de educação dos filhos e que favoreçam a sua importância na vida social».

Fonte: ZENIT.org

sábado, 21 de fevereiro de 2009

CONFIRMADAS AS DATAS DA VIAGEM DE S.S. PAPA BENTO XVI À TERRA SANTA

Confirmadas datas da viagem do Papa à Terra Santa
O núncio em Israel afirma que se trata de uma «viagem pastoral
AMÃ/JERUSALÉM,

-Foram confirmadas hoje, oficialmente, as primeiras datas para a visita de Bento XVI à Terra Santa – que o levará a Jordânia, Israel e Territórios Palestinos –, prevista para meados de maio.
Após o anúncio, no dia 15 de fevereiro, por parte do primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, de que o Papa Bento XVI visitará o país hebreu, ainda que sem determinar a data exata, nesta terça-feira o porta-voz da Igreja Católica da Jordânia, Pe. Rifaat Bader, indicou que a visita papal a seu país acontecerá entre 8 e 11 de maio.
A Jordânia será a primeira etapa desta peregrinação do Papa, que visitará depois Israel, segundo confirmou o Pe. Bader em um comunicado recebido pela edição árabe de Zenit.
Na Jordânia, está previsto que o Papa visite o Monte Nebo (40 km ao sul de Amã), lugar desde onde Moisés avistou a terra prometida, assim como o lugar do Jordão onde a tradição afirma que Jesus foi batizado por João Batista. Lá, nas margens do rio Jordão, está previsto que o Papa inaugure uma igreja.
Segundo o porta-voz, está prevista também uma reunião com dirigentes islâmicos da Jordânia na mesquita do rei Hussein (Amã).
Com relação à viagem a Israel, ainda não foram divulgados os detalhes da visita, ainda que o primeiro-ministro Olmert afirmou que o presidente do país, Shimon Peres, «o acompanhará a vários lugares em Israel», e desejou que a visita «seja conduzida no ambiente apropriado e seja tão exitosa como as visitas anteriores de pontífices».
Sobre a visita, o núncio apostólico em Israel, Dom Antonio Franco, explicou à agência italiana SIR que esta «deve ser entendida no contexto pastoral: o Papa vem visitar a comunidade católica da Jordânia e da Terra Santa, portanto, tanto em Israel como nos territórios palestinos».
Haverá três encontros com as comunidades católicas, confirmou, «em Jerusalém, em Belém e na Galiléia, e acrescentou que «não está prevista uma visita a Gaza», mas que a comunidade católica desta região «estará presente» nos encontros papais.
O prelado confirmou que o Papa se encontrará também «com líderes do Islã e do judaísmo», e que «tampouco se excluem encontros com os responsáveis do Estado, na Jordânia, Israel e Territórios Palestinos onde há uma autoridade palestina».
Sobre se visitará ou não ao Muro das Lamentações, como fez João Paulo II em 2000, o núncio, ainda que não quis confirmar, afirmou que «veremos e reviveremos muitas imagens».
Finalmente, Dom Franco se referiu à recente polêmica sobre as declarações contra o Holocausto do bispo lefrebvrista Richard Williamson, um dos quatro bispos de quem o Papa levantou a excomunhão em 24 de janeiro passado.
«As reações são sempre um pouco emocionais – afirmou o prelado. O Papa voltou a propor de modo inequívoco a postura que já é parte da vida e do patrimônio da Igreja.»
«Sobre a continuidade entre João Paulo II e Bento XVI não havia dúvidas, tampouco antes sobre o magistério da Igreja nestes pontos e posições. Se alguém tinha sinais pouco claros devido a interpretações dadas a outros gestos do Papa, agora tem uma afirmação categórica e clara.»

Fonte: ZENIT.org

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

HOJE - BEATA JACINTA MARTO

Jacinta era irmã de Francisco e nasceu em Aljustrel, em 11 de Março de 1910. Em 1917, Jacinta tinha apenas sete anos quando Nossa Senhora apareceu na Cova da Iria e ela era a mais nova dos três videntes de Fátima. Depois de uma longa e dolorosa doença, oferecendo todos seus sofrimentos pela conversão dos pecadores, pela paz do mundo e ao Santo Padre, a pequena Jacinta morre santamente em 20 de Fevereiro de 1920, no hospital de Dona Estefânia, em Lisboa, portanto, Jacinta tinha apenas dez anos quando morreu.No dia 12 de Setembro de 1935, o seu cadáver foi trasladado do sepulcro da família do Barão de Alvaiázere, em Ourém, para o cemitério de Fátima e colocado junto aos restos mortais de seu irmãozinho Francisco.Em 1º de Maio de 1951 foi efetuada com a maior simplicidade, o traslado de seus restos mortais para o novo sepulcro preparado na basílica de Cova da Iria.O processo de beatificação dos dois videntes de Fátima, Francisco e Jacinta Marto, depois das primeiras diligências feitas em 1945, começou em 1952 e terminou em 1979.Em 15 de Fevereiro de 1988 foi entregue ao Santo Padre João Paulo II e à Congregação para a Causa dos Santos, a documentação final que poderia levar aos altares os mais novos beatos, Francisco e Jacinta videntes de Fátima. Enquanto foram declarados veneráveis por esta mesma Congregação pelo decreto de 13 de Maio de 1989. A vida de Jacinta, segundo o texto do Secretário de Informações do Santuário de Fátima, “foi caracterizada pelo espírito de sacrifício, pelo amor ao Coração de Maria, ao Santo Padre e aos pecadores”.No decreto de heroicidade de virtudes, a pequena Jacinta Marto é considerada como “modelo de humildade, mortificação e generosidade”.Desde tenra idade mostrou um gosto pela oração, preocupação pelas verdades da fé, prudência e um sereno espírito de obediência. Vivaz, expansiva e alegre, gostava de brincar e dançar; cativava com sua simpatia aos outros, se bem que ela tinha uma certa inclinação a dominar e não ser contrariada. Depois, mudou completamente e converteu-se em modelo de docilidade.A cura milagrosa usada na beatificação dos Pastorinhos ocorreu em Março de 1987, quando Maria Emília Santos rezava uma novena dedicada a Jacinta Marto e começou a sentir suas pernas, depois de viver paralítica durante 22 anos.Jacinta foi beatificada por João Paulo II no dia 13 de Maio de 2000, em Fátima, no mesmo dia que Francisco.
Beata Jacinta Marto rogai por nós!

HOJE - BEATO FRANCISCO MARTO

O Francisco , tolerante , pacífico, condescendente e bondoso. Não discutia. Talvez já entendesse, naquela idade tão tenra, que da discussão, como regra, não nasce a luz, mas cresce a paixão. “Pensas que ganhaste tu? Pois sim! A mim, isso não me im¬porta”. Quando alguma das outras crianças teimava em tirar-lhe alguma coisa: “Deixa lá! A mim que me importa?”

Francisco aparece como modelo de contemplação, à qual são chamados todos os cristãos, ao menos remotamente e de modo suficiente.

Dentre os três pastorinhos, Francisco parece ser aquele que mais profundamente captou o sobre¬natural de Fátima.

A vida do Francisco contempla¬tivo é apelo de almas contemplativas, almas que se deixem enamorar de Deus e mergulhem profunda¬mente no seu mistério, almas que façam do silêncio o espaço vital das suas comunicações com Deus. Por elas, Deus torna-se presente no meio dos homens. Bem necessárias são essas almas, para que o deserto de Deus se torne oásis.
O Francisco chama por elas. Era um encanto vê-lo sentado nos penedos mais altos a tocar o pífaro e a cantar: “Amo a Deus no Céu. Amo-o também na terra, amo o campo, as flores. Amo as ovelhas na serra”.

Na natureza sabia descobrir o rasto de Deus; por isso contemplava extasiado o lindo nascer e pôr do sol, o seu reflexo nas vidraças das janelas ou nas gotas de orvalho.
Como Francisco de Assis, amava os passarinhos, porque são criaturas de Deus. Partia o pão para eles em pedacinhos pequenos, em cima dos penedos; chamava por eles: “Coitadinhos! Estão cheios de fome. Venham, venham comer”.

Depois de ver o Anjo e receber a Sagrada Comunhão, não conseguiu dormir naquela noite, absorto na contemplação dessas maravilhas: “Eu sentia que Deus estava em mim, mas não sabia como era”, dizia; e prostrado por terra permanecia longo tempo a repetir a oração do Anjo: “Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo…”

Não se impressionou muito com a visão do inferno, mas ficava absorto na contemplação da Santíssima Trin¬dade; na contemplação de Deus que se lhe manifes¬tou nessa luz imensa que penetrou até ao mais íntimo da alma. “Nós estávamos a arder, naquela luz que é Deus e não nos queimávamos. Como é Deus!!! Não se pode dizer! Isto, sim, que a gente nunca pode dizer! Mas que pena Ele estar tão triste! Se eu o pudesse consolar!” Neste estado de alma que Francisco nos descreve reconhecemos muitas das características psicológicas da contemplação: Pre¬sença de Deus sentida; invasão da alma pelo sobrenatural; impossibilidade de produzir este estado de alma por si própria; maior passividade que activi¬dade pessoal; conhecimento experimental de Deus, obscuro e confuso; certeza de encontrar-se sob a acção a de Deus; estado de que não se sabe falar; impulso para a vivência das virtudes cristãs.

O contemplativo ama o silêncio, a solidão exterior, para com maior serenidade mergulhar no mistério de Deus. Por isso, tantas vezes o foram encontrar sozi¬nho, detrás de alguma pedrita, arbusto ou silvado, de joelhos ou prostrado: “Gosto mais de rezar sozinho”, dizia tantas vezes, “para pensar e consolar a Nosso Senhor”! Por isso passava horas e horas jun¬to de “Jesus escondido”. Quando já não podia ir, pedia à Lúcia que fosse na sua vez: “Dá muitas saudades minhas a Jesus escondido”.

BEATIFICAÇÃO DA IRMÃ LUCIA

Irmã Lúcia: reúne em Março a comissão histórica para a beatificação


Assinalou-se na passada Sexta-feira o quarto aniversário sobre a morte da Irmã Lúcia. Em 2008, por altura do terceiro aniversário, o prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, D. José Saraiva Martins, anunciava a antecipação do processo de beatificação e canonização da vidente de Fátima.
Um ano depois, o Bispo de Coimbra, D. Albino Cleto, adianta que a comissão histórica deverá reunir-se durante o próximo mês de Março. Apesar de Bento XVI ter dispensado os cinco anos habituais para o início dos processos de beatificação, D. Albino realça que "tudo isto é muito lento", não havendo uma previsão para a conclusão das diligências.
O padre italiano Ildefonso Moriones, antigo consultor da Congregação da Causa dos Santos, é o sacerdote eleito para ser postulador da causa da beatificação da Irmã Lúcia. Para vice-postulador foi escolhido o cónego Alberto Gil, sacerdote há mais de 50 anos e antigo reitor do Seminário Maior de Coimbra. É a ele que cabe a missão de recolher, analisar e enviar para Roma os milhares de documentos que vão fundamentar o pedido de beatificação da carmelita.
A comissão histórica é constituída por um grupo de cinco elementos, sendo um deles da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Cabe-lhes investigar, exaustivamente, a documentação em torno da Irmã Lúcia, escrita ou não por ela, e averiguar todas as fontes. O Cónego Alberto Gil explica ainda que há também uma comissão de teólogos, "absolutamente secreta", que terá um papel determinante na análise de toda a informação que poderá provar a santidade da vidente de Fátima.
Às duas comissões acrescenta-se um conjunto de 40 pessoas, que conviveram directa ou indirectamente, com Lúcia de Jesus, que serão sujeitas a um inquérito individual. Todos estão sob "juramento de fidelidade", continua o vice-postulador, acrescentando, tal como D. Albino Cleto já o tinha feito, que o processo "não se resolve de um dia para o outro". Reunida toda a informação, os elementos seguem para a Congregação dos Santos, no Vaticano, o que não significa, por si só, a beatificação da vidente.
Nada acontecerá se não houver a comprovação da existência de um milagre, realça o cónego.
Quando veio a Coimbra em Abril do ano passado, onde reuniu no Carmelo de Santa Teresa com a madre superiora, o Bispo de Coimbra e o vice-postulador, Ildefonso Moriones indicava que o processo de recolha deveria durar apenas alguns meses, uma vez que Irmã Lúcia tinha muita informação escrita, ao contrário dos outros dois pastorinhos, Francisco e Jacinta.
Na altura, D. Albino Cleto já dizia que se tratava de uma visão "muito optimista", acrescentando agora o cónego Alberto Gil que tudo está a decorrer dentro da normalidade, sem prazos estipulados.
A Irmã Lúcia faleceu a 13 de Fevereiro de 2005 - poucos dias antes de completar 97 anos -, na cela no Convento de Santa Teresa, onde passou grande parte da sua vida. Antes de ser trasladado para Fátima, por altura do primeiro aniversário da sua morte, o corpo da vidente foi sepultado nos claustros do convento.

Fonte: Agência Ecclesia

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

BENTO XVI DIZ "NÃO" AO ABORTO E A EUTANÁZIA

Papa recebe Nancy Pelosi e reafirma «Não» ao aborto e eutanásia

Bento XVI recebeu, no Vaticano, a presidente da Câmara de Representantes dos EUA, Nancy Pelosi.
Após a audiência geral, ambos conversaram brevemente, tendo o Papa centrado a sua intervenção sobre a “lei moral natural e o constante ensinamento da Igreja sobre a dignidade da vida humana desde a concepção até à morte natural”.
Segundo Bento XVI, “todos os católicos, especialmente os legisladores, os juristas e os responsáveis pelo bem comum da sociedade” devem cooperar “com todos os homens e mulheres de boa vontade para promover um ordenamento jurídico justo, visando proteger a vida humana em cada momento”.

IPHONE COM LITURGIA E BREVIÁRIO

Liturgia e breviário no iPhone

CIDADE DO VATICANO,

- Agora é possível acompanhar e rezar tanto a liturgia como o breviário no iPhone ou no iPod Touch, graças à aplicação iBreviary.
Trata-se da primeira aplicação católica projetada para o iPhone que recebeu o alento do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais.
O iBreviary também estará disponível para a plataforma Symbian, e em breve será utilizável em telefones Nokia, Samsung etc. Também se programará uma versão para o Windows Mobile.
Pode-se encontrar todas as informações sobre o iBreviary e seu download no site http://www.ibreviary.com/.

Fonte: ZENIT.org

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

HOJE - SANTA BERNADETE SOUBIROUS

SANTA BERNADETE SOUBIROUS

Caros leitores. Conheçam a vida de SANTA BERNADETE SOUBIROUS em detalhes.

Clique: SANTA BERNADETE SOUBIROUS

Fonte: A FAMÍLIA CATÓLICA

CRIANÇAS ESTÂO PERDENDO DIREITO DE NASCER

Crianças com trissomia estão perdendo direito de nascer
A Santa Sé presta homenagem a Jérôme Lejeune
Por Anita S. Bourdin

ROMA,

-Depois de 50 anos, a descoberta do professor Lejeune revolucionou a atenção das crianças com Trissomia 21, afirmou nesta terça-feira o professor Bruno Dallapiccola: «Algo importante mudou na história», houve uma «vitória». Agora, no entanto, graças a essa descoberta, as crianças com trissomia nunca chegam a nascer.
«As novas fronteiras da genética e o risco do eugenismo» é o tema do congresso organizado pela Academia Pontifícia para a Vida, que acontecerá no Vaticano nos próximos dias 20 e 21 de fevereiro, por ocasião da assembléia geral anual desta instituição.
O congresso foi apresentado no Vaticano pelo bispo Rino Fisichella, presidente da Academia, por Dom Ignacio Carrasco de Paula, chanceler, e pelo professor Bruno Dallapiccola, professor de genética médica na Universidade de Roma «La Sapienza».
Durante a coletiva de imprensa de apresentação, Zenit perguntou sobre a relação entre o progresso científico e o progresso ético, partindo do caso da descoberta da Trissomia 21 pelo professor Jérôme Lejeune, há 50 anos.
Lejeune (1926-1994) foi o médico geneticista francês que descobriu que a síndrome de Down se deve à presença de um cromossomo a mais. Recebeu numerosos reconhecimentos internacionais, mas nunca o Prêmio Nobel de Medicina, segundo alguns, por causa de suas posições éticas, em particular, sua oposição quanto ao aborto. João Paulo II o nomeou primeiro presidente da Academia Pontifícia para a vida.
A possibilidade de diagnóstico acabou permitindo tecnicamente que se abortem as crianças com síndrome de Down antes do nascimento.
Dom Carrasco, que foi amigo do professor Lejeune, como sublinhou, afirmou que este «nunca se arrependeu de sua descoberta». «A ética é possível!», acrescentou, citando o exemplo do hospital católico Gemelli de Roma, onde «se vive a ética».
«As crianças com trissomia vêm ao mundo lá. E graças à melhora de suas condições de vida, podemos resolver os problemas que devem ser enfrentados», explicou.
O professor Dallapiccola recordou também com entusiasmo que antes da descoberta do professor Lejeune, as crianças que sofriam de trissomia 21 eram consideradas, em italiano, crianças afetadas de «idiotez mongoloide», que significava a pior enfermidade da inteligência.
Agora, observou, 50 anos depois, «as crianças com trissomia conseguiram conquistar uma autonomia jamais vista antes, graças aos tratamentos de psicomotricidade, e podem integrar-se discretamente na sociedade. Obtêm diplomas. A descoberta do professor Lejeune permitiu esta vitória», explicou.
Não obstante, o professor Dallapiccola não minimizou o fato de que a «seleção pré-natal» faz que uma – de duas mil crianças – portadora de uma enfermidade rara «não tenha direito de nascer», e que o diagnóstico também conduziu à morte dos embriões diagnosticados.
Contudo, destacou que, apesar do diagnóstico, cada ano ele conhece entre 10 e 20 famílias que decidem prosseguir a gravidez e acolher uma criança portadora de Trissomia 21.
Em 1963, o professor Dallapiccola foi visitar o professor Lejeune em Paris. Desde então, corrobora, «algo importante mudou na história» e na sociedade frente a estas crianças, e disso «não deve se arrepender».

Fonte:ZENIT.org

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Peregrinação do Papa a Jerusalém, «decisão corajosa»
O porta-voz vaticano explica o contexto


CIDADE DO VATICANO,

ZENIT.org).- No contexto atual, a determinação de Bento XVI de viajar a Jerusalém constitui «uma decisão corajosa», garante seu porta-voz.
O Pe. Federico Lombardi, SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, analisou a anunciada visita do Santo Padre à Terra Santa no editorial de Octava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano, do qual também é diretor.
Segundo fontes de Roma e Jerusalém, a viagem incluiria a Jordânia, Israel e os Territórios Palestinos, e poderia acontecer por volta da segunda semana do mês de maio.
Bento XVI anunciou pessoalmente, no último dia 12, que está preparado esta viagem, ao receber em audiência os membros da Conferência dos Presidentes das Maiores Organizações Judaicas Americanas.
«É uma boa notícia – garante o Pe. Lombardi. Viajar a Jerusalém é o desejo de todos os israelenses e de todos os cristãos. Os antigos israelitas caminhavam a esta cidade cantando; Jesus se dirige decididamente a ela para cumprir até o final a vontade do Pai.»
O porta-voz continua, dizendo que «se trata de ir como peregrinos aos lugares santos, lugares dos encontros entre Deus e os homens que marcaram a história da nossa salvação».
«O Papa também tem esse desejo interior – assegura. Ainda que ele já tenha estado lá antes, ele sente a importância de ir novamente agora como chefe de uma comunidade de crentes, que podem peregrinar em união espiritual com ele e, por meio dele, aos lugares onde estão arraigadas as raízes da sua fé.»
«Paulo VI quis iniciar precisamente na Terra Santa a série de viagens internacional dos Papas e João Paulo II, seguindo seus passos, plantou sementes inesquecíveis de reconciliação, esperança e paz.»
«Agora é a vez de Bento XVI – anuncia. Sua decisão é valente. Existe incerteza na situação política, há uma grande divisão de opiniões internas nos diversos campos.»
«Há contínuas tensões em uma região inflamada de conflitos e recentemente marcada por uma guerra que devastou a Faixa de Gaza e feriu profundamente o seu povo.»
«É difícil dar passos resolutivos no processo de paz. Sombras e desconfianças voltam frequentemente a impedir o diálogo, bem encaminhado, entre o mundo hebraico e a Igreja Católica.»
«Mas de qualquer forma, é preciso ir – afirma. E mais ainda, por todos estes motivos, talvez seja realmente urgente empreender a viagem, para rezar nos pontos mais cruciais do enfrentamento entre o ódio e o amor: lá onde a reconciliação parece humanamente impossível.»
«Para recordar que o nome e a vocação de Jerusalém é ser ‘cidade da paz’, de encontro entre os povos, em nome de um Deus de salvação, de paz e de amor para todos.»

Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

CARDEAL ODILIO SCHERER FALA A RESPEITO DOS QUATRO BISPOS LEFEBVRISTAS

Levantamento da excomunhão dos quatro bispos lefebvristas
Cardeal Odilo Scherer fala sobre o tema

SÃO PAULO,

- O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, concedeu entrevista ao departamento de imprensa de sua arquidiocese sobre a questão do levantamento da excomunhão dos quatro bispos lefebvristas.
–Que é mesmo a excomunhão?
–Cardeal Scherer: A excomunhão é a censura mais grave imposta a algum membro da Igreja, por motivos muito sérios, mediante a qual ele é excluído da comunhão dos fiéis, ou seja, do vínculo jurídico-social com a Igreja. É uma pena canônica, que não implica necessariamente na perda do vínculo espiritual com o corpo místico de Cristo, o que só acontece com a negação ou a perda da fé. O Direito Canônico prevê diversos tipos de excomunhão, com efeitos também diversos.
–Por que os quatro bispos “lefebvristas” estavam excomungados?
–Cardeal Scherer: Porque aceitaram a nomeação e a ordenação episcopal, em junho e julho de 1988, sem terem sido escolhidos e nomeados pelo Papa, como prevê a lei da Igreja. Existe uma excomunhão automática, que acontece quando a pessoa mesma se coloca fora da unidade da Igreja, contrariando gravemente a fé e a disciplina da Igreja. Por exemplo, não aceitar o Concílio Vaticano II, ou a autoridade dos papas eleitos de modo legítimo, como aconteceu com os 4 bispos. Nesse caso, a autoridade eclesiástica competente só declara e torna pública a excomunhão.
–Qual foi o efeito da suspensão da excomunhão, no caso dos 4 bispos?
–Cardeal Scherer: Recentemente eles haviam pedido para serem readmitidos à unidade da Igreja, pois queriam ser católicos, e estavam em diálogo sobre isso com o Organismo competente da Santa Sé. Num gesto de acolhida e boa vontade, a Congregação para os Bispos, com a autorização do Papa, “levantou” a pena de excomunhão deles, para abrir a porta ao diálogo. Isso, porém, não significou ainda a superação de todas as dificuldades, nem a plena adesão à unidade da Igreja, como foi noticiado. De fato a excomunhão também foi levantada, tempos atrás, em relação à Igreja ortodoxa e, nem por isso, ela está em comunhão plena com a Igreja católica. Portanto, os 4 bispos “lefebvristas” ainda não estão na unidade plena da Igreja, nem exercem licitamente o ministério episcopal nossa Igreja católica. Isso deve ficar claro.
–Quando pode acontecer a comunhão plena dos 4 bispos em questão?
–Cardeal Scherer: Quando eles aceitarem publicamente e integralmente o Concílio Vaticano II e a legitimidade do Magistério dos papas João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI. Isso também requer a adesão pública à fé da Igreja católica, o quê ainda não aconteceu; mas existe o diálogo com os interessados sobre as questões ainda abertas, na esperança de que se chegue à superação de todas as dificuldades e à adesão plena à Igreja católica.
–Houve, então, um mal-entendido na divulgação da notícia sobre a reintegração dos “lefebvristas” na Igreja?
–Cardeal Scherer: Certamente houve uma interpretação indevida da “suspensão” da excomunhão, como se isso já tivesse significado a plena reintegração deles na Igreja católica, mesmo sem eles aceitarem integralmente a fé da Igreja e o magistério do Papa. Ainda há passos a dar e, assim esperamos, superadas as dificuldades, possa ser curada mais essa ferida recente no Corpo de Cristo.
–As opiniões de um desses bispos, Dom Williamson, negando na prática a existência do Holocausto, podem ser mais um obstáculo a superar?
–Cardeal Scherer: Sim. Certas declarações do senhor Williamson sobre o Holocausto são absolutamente inaceitáveis, até por negarem uma dolorosa evidência histórica, e porque são ofensivas às vítimas daquele selvagem genocídio e crime contra a humanidade. Como declarou em Nota recente o Secretário de Estado, o colaborador mais próximo do Papa, Bento XVI desconhecia essas opiniões mas, tão logo teve conhecimento, rejeitou-as com firmeza e exigiu do bispo a retratação de maneira pública e inequívoca.

Fonte: ZENIT.org