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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sábado, 16 de março de 2013

O porquê do nome Francisco

Cardeal Hummes: "Papa é jesuíta de coração franciscano". O porquê do nome Francisco




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Cidade do Vaticano

- Único cardeal brasileiro presente no Conclave a não ter ainda se encontrado com a imprensa depois da aleição de Papa Francisco, Dom Cláudio Hummes, arcebispo emérito de São Paulo recebeu em exclusiva a Rádio Vaticano na Residência da Cúria dos Franciscanos, em Roma.

Entusiasmado, Dom Cláudio começa essa conversa ressaltando os gestos de simplicidade evangélica do novo Papa e falando de sua alegria por ter estado ao lado do Pontífice, logo após a sua eleição.

Eu estava muito feliz em primeiro lugar porque tínhamos o novo Papa, mas também por uma coisa extraordinária: é um Papa da América latina, um argentino, nosso vizinho. Tudo isso era algo de forte, significativo, que indicava tempos novos para a Igreja, que tanto precisa neste momento. Tempos novos. Nós todos estávamos muito felizes e eu de modo particular, com a eleição do Cardeal Bergoglio, agora nosso querido Papa Francisco. Estávamos muito felizes porque ele tinha acabado de dizer que ia se chamar Francisco. Francisco é um nome que diz uma imensidade: programa de vida, programa de Igreja; é um programa para um Papa, um programa maravilhoso porque é evangélico. Isto tudo dava uma alegria muito grande. Também para mim foi uma alegria enorme estar ao lado dele. Ele me convidou, me disse ‘venha, esteja comigo, ao meu lado este momento’ e eu fui, junto com o Cardeal Vallini, que é o Vigário. Este foi um gesto espontâneo dele que eu não posso explicar porque foi ele que espontaneamente me convidou. Eu era apenas ‘um menino feliz’”.

Nós nos conhecemos muito, mas não nos frequentamos muito porque ele está em Buenos Aires e eu em São Paulo. Nos encontramos no outro Conclave, quando participamos juntos. Nos conhecemos de muitos Sínodos e outros momentos em que nos encontramos aqui em Roma. E depois, em Aparecida, quando convivemos 20 dias e éramos da Comissão da redação, a principal, de onde saiu o texto definitivo. Ele era Presidente e eu membro. Nós trabalhamos juntos naqueles dias. A gente se conhece muito bem. Um jesuíta com coração franciscano como ele é uma surpresa muito grande”.

“Sempre digo: de onde nasceu este jesuíta franciscano? Nasceu de Buenos Aires, de sua experiência de vida lá, um Arcebispo que foi para o meio do povo, na periferia, dos pobres, defendendo-os, estando de toda forma ao lado deles. Ali é que nasceu Francisco que temos hoje como Papa”.

A respeito do envolvimento do Papa Francisco com a ditadura militar, o que dizer?

Posso dizer que ele não tem absolutamente nada a ver com tudo isso. Nada. Ele é um homem absolutamente do povo, do povo simples, que defende o povo com um pastor defende as suas ovelhas, que ama profundamente. Isso ele sempre fez e sempre foi assim. Todo o resto são ilações em que se busca de toda forma alguma coisa com que ‘diminuir’ uma pessoa, mas ele não tem absolutamente nada a ver com isso”.


Fonte: RV

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

NOVOS CARDEAIS

PAPA: DOM RAYMUNDO DAMASCENO ASSIS, CARDEAL

Cidade do Vaticano,

- No final da Audiência Geral de hoje, Bento XVI anunciou o Consistório, que se realizará em 20 de novembro próximo, em que criará 24 cardeais, entre eles o Arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, presidente do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM).No Consistório, o terceiro do pontificado de Bento XVI, receberão o barrete cardinalício: o Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Dom Angelo Amato; o Prefeito da Congregação para o Clero, Dom Mauro Piacenza; o Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Dom Gianfranco Ravasi; o Penitenciário Maior, Dom Fortunato Baldelli; o Presidente da Prefeitura dos Assuntos Econômicos da Santa Sé, Dom Velasio De Paolis; o prefeito do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica, Dom Raymond Leo Burke; o presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Dom Kurt Koch; o Presidente do Pontifício Conselho Cor Unum, Dom Robert Sarah; o Pró-Patrono da Ordem de Malta, Dom Paolo Sardi; o Arcipreste da Basílica de São Paulo, Dom Francesco Monterisi; o Arcebispo de Palermo, Dom Paolo Romeo; o Arcebispo de Munique, Dom Reinhard Marx; o Arcebispo de Varsóvia, Dom Kazimierz Nycz; o Arcebispo de Washington, Dom Donald W. Wuerl; o Arcebispo de Kinshasa, Dom Laurent Monsengwo Pasinya; o Arcebispo Emérito de Lusaka, Dom Medardo Joseph Mazombwe; o Arcebispo de Colombo, Dom Malcom Ranjith Patabendige; o Arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis; o Arcebispo Emérito de Quito, Dom Raul Eduardo Vela Chiriboga; o Patriarca de Alexandria dos Coptas, Dom Antonio Naguib; o Arcebispo Ordinário Militar emérito, Dom José Manuel Estepa Llaurens; o presidente emérito da Pontifícia Academia para a Vida, Dom Elio Sgreccia; o Mestre emérito da Capela Sistina, Dom Domenico Bartolucci; e o presidente emérito da Pontifícia Comissão de Ciências Históricas, Dom Walter Brandmüller.O Papa ressaltou que na lista dos futuros cardeais podemos ver a universalidade da Igreja, pois eles são de várias partes do mundo e desempenham várias tarefas a serviço da Santa Sé ou em contato direto com o Povo de Deus como pastores das Igrejas Particulares. Bento XVI convidou os fiéis a rezarem pelos futuros cardeais e pediu a intercessão da Virgem Maria Mãe de Deus, a fim de que possam bem desempenhar seu ministério na Igreja. (MJ)

Fonte: RV

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

CARDEAL ODILIO SCHERER FALA A RESPEITO DOS QUATRO BISPOS LEFEBVRISTAS

Levantamento da excomunhão dos quatro bispos lefebvristas
Cardeal Odilo Scherer fala sobre o tema

SÃO PAULO,

- O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, concedeu entrevista ao departamento de imprensa de sua arquidiocese sobre a questão do levantamento da excomunhão dos quatro bispos lefebvristas.
–Que é mesmo a excomunhão?
–Cardeal Scherer: A excomunhão é a censura mais grave imposta a algum membro da Igreja, por motivos muito sérios, mediante a qual ele é excluído da comunhão dos fiéis, ou seja, do vínculo jurídico-social com a Igreja. É uma pena canônica, que não implica necessariamente na perda do vínculo espiritual com o corpo místico de Cristo, o que só acontece com a negação ou a perda da fé. O Direito Canônico prevê diversos tipos de excomunhão, com efeitos também diversos.
–Por que os quatro bispos “lefebvristas” estavam excomungados?
–Cardeal Scherer: Porque aceitaram a nomeação e a ordenação episcopal, em junho e julho de 1988, sem terem sido escolhidos e nomeados pelo Papa, como prevê a lei da Igreja. Existe uma excomunhão automática, que acontece quando a pessoa mesma se coloca fora da unidade da Igreja, contrariando gravemente a fé e a disciplina da Igreja. Por exemplo, não aceitar o Concílio Vaticano II, ou a autoridade dos papas eleitos de modo legítimo, como aconteceu com os 4 bispos. Nesse caso, a autoridade eclesiástica competente só declara e torna pública a excomunhão.
–Qual foi o efeito da suspensão da excomunhão, no caso dos 4 bispos?
–Cardeal Scherer: Recentemente eles haviam pedido para serem readmitidos à unidade da Igreja, pois queriam ser católicos, e estavam em diálogo sobre isso com o Organismo competente da Santa Sé. Num gesto de acolhida e boa vontade, a Congregação para os Bispos, com a autorização do Papa, “levantou” a pena de excomunhão deles, para abrir a porta ao diálogo. Isso, porém, não significou ainda a superação de todas as dificuldades, nem a plena adesão à unidade da Igreja, como foi noticiado. De fato a excomunhão também foi levantada, tempos atrás, em relação à Igreja ortodoxa e, nem por isso, ela está em comunhão plena com a Igreja católica. Portanto, os 4 bispos “lefebvristas” ainda não estão na unidade plena da Igreja, nem exercem licitamente o ministério episcopal nossa Igreja católica. Isso deve ficar claro.
–Quando pode acontecer a comunhão plena dos 4 bispos em questão?
–Cardeal Scherer: Quando eles aceitarem publicamente e integralmente o Concílio Vaticano II e a legitimidade do Magistério dos papas João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI. Isso também requer a adesão pública à fé da Igreja católica, o quê ainda não aconteceu; mas existe o diálogo com os interessados sobre as questões ainda abertas, na esperança de que se chegue à superação de todas as dificuldades e à adesão plena à Igreja católica.
–Houve, então, um mal-entendido na divulgação da notícia sobre a reintegração dos “lefebvristas” na Igreja?
–Cardeal Scherer: Certamente houve uma interpretação indevida da “suspensão” da excomunhão, como se isso já tivesse significado a plena reintegração deles na Igreja católica, mesmo sem eles aceitarem integralmente a fé da Igreja e o magistério do Papa. Ainda há passos a dar e, assim esperamos, superadas as dificuldades, possa ser curada mais essa ferida recente no Corpo de Cristo.
–As opiniões de um desses bispos, Dom Williamson, negando na prática a existência do Holocausto, podem ser mais um obstáculo a superar?
–Cardeal Scherer: Sim. Certas declarações do senhor Williamson sobre o Holocausto são absolutamente inaceitáveis, até por negarem uma dolorosa evidência histórica, e porque são ofensivas às vítimas daquele selvagem genocídio e crime contra a humanidade. Como declarou em Nota recente o Secretário de Estado, o colaborador mais próximo do Papa, Bento XVI desconhecia essas opiniões mas, tão logo teve conhecimento, rejeitou-as com firmeza e exigiu do bispo a retratação de maneira pública e inequívoca.

Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

ACORDO SANTA SÉ - BRASIL - COMENTÁRIO DO CARDEAL ODILO SCHERER

COMENTÁRIO DO CARDEAL-ARCEBISPO DE SÃO PAULO, ODILO SCHERER
Acordo Brasil-Santa Sé
No dia 13 de novembro, durante a visita do Presidente Lula ao Papa, no Vaticano, foi assinado um Acordo entre a Igreja (Santa Sé) e o Estado (Brasil), sobre a situação jurídica da Igreja no Brasil.
O fato, não foi muito noticiado pela grande imprensa, é importantíssimo para a Igreja e é muito bom que o fato seja divulgado e que o texto do Acordo seja conhecido e interpretado corretamente.
Na proclamação da República (1889) foi interrompido o regime do Padroado, pelo qual a Igreja Católica havia sido até então "religião oficial" no Brasil; feita a separação entre Igreja e Estado, estabeleceu-se o princípio do Estado laico, segundo o qual não há uma religião oficial no país e a liberdade religiosa como um direito dos cidadãos.
Foi bom para a Igreja, que ficou livre da tutela do Estado e ganhou liberdade para crescer e se desenvolver com autonomia; sem a interferência do Estado, a Igreja no Brasil também passou a estreitar sua relação com o Papa e com a comunhão do episcopado.Mas, desde então, a situação da Igreja perante o Estado carecia de clareza; não havia um reconhecimento formal da existência da Igreja católica, como uma instituição presente na sociedade brasileira, com legítimos representantes e organizações próprias.
Ao mesmo tempo, faltava um reconhecimento formal acerca da contribuição que a Igreja católica podia dar para a sociedade nos vários campos, como a educação, a cultura e a saúde.
Não raro, isso dava origem a dificuldades para que a legitimidade dos representantes da Igreja e de suas organizações fosse reconhecida perante as Instituições do Estado. As coisas, em geral, andaram bem por força do costume, da importância inequívoca da nossa Igreja na sociedade e por causa das boas relações geralmente cultivadas entre Igreja e Estado em nosso País.
Contudo, do ponto de vista jurídico e institucional, não havia clareza nem segurança para a Igreja.Com o Acordo, as coisas devem mudar.
A Igreja católica ganha um reconhecimento jurídico perante o Estado; e também muitas de suas organizações, atribuições e ações recebem um reconhecimento jurídico oficial. Assim, por exemplo, o Bispo será reconhecido oficialmente pelo Estado como representante da sua diocese; e suas decisões em relação à diocese também.
Assim, o ato da criação de uma paróquia, como também a nomeação do Pároco, serão reconhecidos pelo Estado.
E esse Pároco, com a nomeação recebida, poderá apresentar-se perante o banco ou o correio e afirmar que representa legitimamente aquela paróquia... Naturalmente, trata-se apenas de algumas das muitas questões implicadas no Acordo, cujo texto integral vale a pena conhecer.
O Acordo não estabelece privilégios para a Igreja Católica no Brasil, nem discrimina outras religiões ou grupos religiosos não-católicos.
Esses, por sua vez, poderão também tentar negociar com o Estado um Acordo semelhante; de toda maneira, este já oferece muitas referências válidas também para outras religiões ou Igrejas. Nada daquilo que está no Acordo contraria a Constituição brasileira. De maneira geral, o Acordo recolhe elementos já presentes na legislação brasileira num documento único e orgânico, que ganha a força de um Acordo internacional entre duas entidades soberanas: o Brasil e a Santa Sé, que representa a Igreja Católica.
Isso não é pouco! Estado laico não é aquele que proíbe ou dificulta as organizações religiosas e suas manifestações; isso seria a repressão da liberdade religiosa.
O Acordo deixa clara a verdadeira laicidade do Estado, quando este reconhece, respeita e garante a liberdade religiosa dos cidadãos, sem interferir nas organizações religiosas, e aceita a colaboração dessas para o bem da sociedade.
É isso que o presidente da França, Nicolas Sarkozy, chamou de "laicidade positiva" do Estado durante a visita do Papa àquele país em setembro passado.
Há muito tempo a Igreja no Brasil desejava algo assim; já em 1953, a CNBB fez um primeiro pedido de um Acordo, mas as coisas não progrediram; nos anos 80, com Dom Ivo Lorscheiter na presidência, a CNBB tentou novamente; e assim também com Dom Luciano Mendes de Almeida e Dom Jayme Chemello, mas não houve avanços.
Finalmente, em 2003, a CNBB reapresentou o pedido à Santa Sé e, então, houve abertura e interesse da parte do Governo brasileiro; as negociações foram bem sucedidas e o Acordo agora já foi assinado. Para entrar em vigor, precisa ainda ser ratificado pelas duas casas do Congresso Nacional, Câmara e Senado. Esperamos que isso aconteça em breve e sem problemas.

Card. Odilo P. Scherer
Arcebispo de S. Paulo

Fonte : RV

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

"A PALAVRA DE DEUS NÃO É SÓ UM LIVRO, É O PRÓPRIO JESUS"

CARDEAL HUMMES: "A PALAVRA DE DEUS NÃO É SÓ UM LIVRO, É O PRÓPRIO JESUS"

Cidade do Vaticano,
– No Angelus deste domingo, na Praça S. Pedro, estava presente também o prefeito da Congregação para o Clero, Card. Cláudio Hummes, que explica a importância deste Sínodo: Do Brasil, além do Card. Hummes, participam o arcebispo de S. Paulo, Card. Odilo Pedro Scherer, que é um dos três presidentes-delegados, os arcebispos Dom Geraldo Lyrio Rocha, de Mariana (MG); Dom Walmor Oliveira de Azevedo, de Belo Horizonte (MG); Dom Joviano de Lima Júnior, de Ribeirão Preto (SP); Dom Raymundo Damasceno Assis, de Aparecida (SP) e Presidente do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM); o bispo Goiás (GO), Dom Eugène Lambert Adrian Rixen; e o bispo de Petrópolis (RJ), Dom Filippo Santoro. Há ainda dois colaboradores do Secretário-especial: Pe. Luís Henrique da Silva, coordenador de Revisão da Bíblia; e Pe. Johan Maria Herman Konings, professor de Sagrada Escritura da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Por fim, dois auditores: o fundador da Comunidade Católica Shalom, Moysés Lauro de Azevedo Filho; e o professor de Teologia no Seminário Diocesano de Santo Amaro (SP), Pe. Aru Luis do Valle Ribeiro. (BF)

Fonte: RV

terça-feira, 16 de setembro de 2008

CARDEAL JULIO TERRAZAS AUXILIA NA BUSCA DA PAZ NA BOLIVIA

PREFEITO BOLIVIANO PEDE AJUDA À CARDEAL PARA CONTER VIOLÊNCIA
Cardeal Dom Julio Terrazas

La Paz, - O prefeito de Tarija pediu a ajuda do cardeal Dom Julio Terrazas, autoridade máxima da Igreja na Bolívia, para negociar com o governo e pôr fim à escalada de violência registrada nos últimos dias na região de Pando. Mario Cossío disse que o engajamento de Dom Julio Terrazas e de alguns embaixadores será a garantia de que as negociações terão prosseguimento. O presidente Evo Morales retomou hoje o diálogo com prefeitos e governadores da oposição. O líder boliviano afirmou, porém, que não tratará de eventuais acordos sobre as mortes ocorridas na região nortenha.A crise na Bolívia, que já causou mais de 30 mortes, paralisou as rodovias do centro do país e bloqueou as fronteiras com Argentina, Paraguai e Brasil. Várias regiões sofreram com vandalismo, saques e ocupação de instituições e empresas estatais. Os confrontos ocorrem em áreas governadas pelos opositores de Morales. Foram registrados até mesmo ataques contra a infra-estrutura energética, com a explosão de um trecho do gasoduto Brasil-Bolívia.A região de Pando chegou a declarar estado de sítio por causa da violência. Os motivos para tantos confrontos entre governo e oposição são a nova Carta Magna que Morales tenta aprovar no Congresso; o projeto que prevê um regime autônomo para Santa Cruz, Pando e Tarija; e a distribuição das rendas do petróleo. (MO)
Fonte

sábado, 30 de agosto de 2008

COMUNIDADE INTERNACIONAL FAVOREÇA SOLUÇÃO NEGOCIADA DA CRISE NO CÁUCASO

NÚNCIO NA RÚSSIA: COMUNIDADE INTERNACIONAL FAVOREÇA SOLUÇÃO NEGOCIADA DA CRISE NO CÁUCASO
Decano do Colégio cardinalício, Cardeal Angelo Sodano

Moscou,
- Uma nova oração pela paz no Cáucaso elevou-se hoje na cidade de Kazan, na República russa do Tatarstan, onde esta manhã, o decano do Colégio cardinalício, Cardeal Angelo Sodano, presidiu a Missa de dedicação da nova igreja católica da Exaltação da Santa Cruz. A missa, que teve a participação de muitas autoridades civis e religiosas, foi também um modo para agradecer, em nome de Bento XVI, aos administradores muçulmanos e à população de Kazan, que contribuíram para restituir à minoria católica, um lugar de culto. Um autêntico exemplo de respeito inter-religioso, como confirmou à Rádio Vaticano o representante da Santa Sé junto à Federação russa, Dom Antonio Mennini, entrevistado após a celebração:Dom Antonio Mennini:- "Uma mensagem não somente para a Rússia, mas para todo o restante do mundo no que concerne à tolerância e à compreensão entre todas as religiões e todos os credos. Como disse o pároco na missa, durante todos os anos de construção da igreja, houve a solidariedade efetiva dos ortodoxos e dos muçulmanos. Ajudaram-nos muito também do ponto de vista econômico, junto certamente com a Santa Sé e o Santo Padre, justamente porque _ disseram _ todas as religiões têm direito a um lugar digno onde rezar, onde reunir-se. E todos fizeram votos para que crescesse essa colaboração entre católicos e ortodoxos e também com outras religiões."P. Durante a celebração rezou-se também pela difícil crise internacional no Cáucaso...Dom Antonio Mennini:- "É verdade. Rezou-se pela paz no mundo, para que todas as partes envolvidas, com a ajuda também da comunidade internacional, possam realmente sentar-se em torno de uma mesa, porque não faltam os instrumentos para dirimir essas controvérsias, para encontrar soluções satisfatórias para ambas as partes." (RL)
Fonte: RV

quinta-feira, 17 de julho de 2008

JMJ - HÁ LOCAIS PARA CONFIÇÃO EM TODAS AS PARTES DA JMJ

Confissões em toda parte
JMJ reaviva prática do Sacramento da Penitência, diz cardeal

SYDNEY, - O arcebispo de Sydney, cardeal George Pell, afirma que a Jornada Mundial da Juventude está a ajudando a restaurar um elemento chave para a vida da Igreja – o sacramento da reconciliação.
Sacerdotes que receberam junto com sua credencial uma agenda para atendimento de confissões estão espalhados por toda cidade de Sydney em confessionários, debaixo das árvores do Domain, próximos às águas do Darling Harbor e em cada igreja da cidade.
A Universidade Notre Dame estabeleceu seis áreas para confissão que nunca estão sem penitentes, como revela Alton Pelowski, de Michigan.
«É surpreendente ver a reverência e determinação de cada jovem peregrino católico em busca de sentido», disse a Zenit.
Provavelmente o lugar mais ativo na busca do sacramento é o Centro de Adoração e Reconciliação, no Sydney Convention and Exhibition Center, que teve imensas filas de penitentes se confessando depois de suas catequeses pela manhã.
Outros locais em que se podia buscar a confissão era a Opera House, o Domain, e eventualmente, os pavilhões do hipódromo Randwick, o qual será, no próximo sábado e domingo, o local da vigília e da Missa de encerramento, presididas por Bento XVI.
Dom que a Igreja oferece
O cardeal Pell disse a Zenit que acredita em um novo sopro do Espírito necessário para a total reconciliação com Cristo, como ele testemunhou em 2000 na JMJ de Roma.
O cardeal afirmou que quando o jovem tem a chance de receber o sacramento da reconciliação, ele normalmente vai.
"Nós temos visto na JMJ muitos jovens que acorrem ao sacramento da reconciliação. Percebemos que muitos não-católicos também gostariam de fazer isso, mas, diante da impossibilidade, eles vêm para uma conversa e para consolar sua alma", disse.
O purpurado disse que «está convencido de que um elemento significativo por trás da raiva e hostilidade em muitos jovens resulta da falta de culpa, e toda essa conversa sobre a primazia da consciência não ajuda ninguém».
«As pessoas se sentem culpadas», ele continua, «entretanto, elas podem não chamar isso de culpa, a qual tentam enterrar dentro de si, e por isso emergem em uma gama de direções não esperadas».
«Em uma era onde existe o crescente negócio da psicologia, terapia etc.», disse o cardeal, «é triste que haja uma queda na prática da confissão com um sacerdote, e a Jornada Mundial da Juventude está ajudando a renovar isso – um dos mais importantes dons que a Igreja oferece».
Fonte: ZENIT.org