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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

DEUS É A NOSSA VOZ MATERNA

A ALEGRIA QUE VEM DA ESCUTA DA PALAVRA



Cidade do Vaticano, 29 jan (RV)


- A criancinha conhece de longe a voz da mãe. Às vezes, ela chora para a mãe acudir e ela escutar a sua voz. A palavra da mãe é um remédio para ela. Cessa a tristeza, cessa a dor. A mãe está com ela. Isto lhe traz segurança e a certeza de que tudo está ou vai ficar bem.Nós também somos assim com relação a nossos amigos, a um parente mais próximo, a quem amamos. Através de uma carta, de um telefonema, de um e-mail e melhor ainda, de uma visita de alguma pessoa querida, sentimo-nos alegres, satisfeitos. É bom ouvir uma palavra amiga, um gesto de conforto. Às vezes, um simples cumprimento nos faz felizes. Deus é a nossa voz materna, e como as criancinhas, também precisamos ouvir a sua voz. Sua Palavra nos traz a proteção de um Pai, o carinho de uma Mãe, o conforto de um Amigo. A sua Palavra é pura ternura.Ele nos amou primeiro. Colocou o homem no paraíso onde ele tinha tudo maravilhosamente criado para que ele se sentisse bem.Quando nossos primeiros pais não corresponderam à Palavra de Deus, ao seu amor sem medidas, Ele, ao invés de se zangar, ficou mandando mensagens de misericórdia e amor para a humanidade.De início, Ele falou através dos profetas que foram anotando tudo para a posteridade. Na plenitude dos tempos, Ele enviou seu próprio Filho, a sua Palavra, o Verbo que se encarnou e viveu entre nós de modo a nos mostrar que o Pai nos ama e que nos fará um bem enorme escutar o que Ele nos diz.Nosso Senhor Jesus Cristo é a Palavra. Jesus é a ponte por onde podemos escutar o Pai e falar com Ele.Os judeus foram o povo escolhido e Jesus advertia: "Quem tem ouvidos de ouvir, ouça".Muitas vezes temos bons ouvidos e não queremos ouvir. E perdemos a grande oportunidade de aclarar nossos ouvidos e nossa mente.Os judeus conviveram com Ele, mas não o conheceram. Ele veio humilde e pobre para mostrar que a riqueza material é passageira e não perene como a riqueza da alma.Felizmente, alguns judeus O escutaram e anotaram para nós passagens de suas lições. A Palavra de Deus é toda impregnada de amor. Quem a escreveu, ainda que seja homem simples, foi inspirado pelo Espírito Santo. Assim nos veio a Bíblia, a história do amor de Deus para conosco. Com ela, temos a chave para abrir as portas do conhecimento de sua ação no mundo.Ele nos fala pela Bíblia, Ele nos fala pelos acontecimentos, Ele nos fala pela nossa vida, Ele nos fala através das pessoas. Constantemente, Ele nos fala.E nós nos lembramos d'Ele somente quando enfrentamos alguma dificuldade e pedimos socorro. Pior ainda: há quem passe por uma dificuldade e considere que Deus lhe enviou o problema. Imagina que tudo o que lhe ocorre de mal é castigo de Deus.No entanto, sua Palavra é mansa, agradável de ouvir, relaxante, saudável. Só nos traz o bem, a paz. Até nas repreensões, Ele é doce e brando. Tão brando, tão doce, que o Filho suportou tudo, por amor à humanidade e, no momento crucial de seu sofrimento, Ele, mansamente nos diz: "Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração. E encontrareis descanso para vossas almas, pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve".E por que o seu fardo tão doloroso é leve? Porque Ele fez por amor.Muitas vezes não valorizamos, na Bíblia, sua fonte inesgotável de sabedoria, de santidade e de compreensão dos mistérios. E estamos perdendo o melhor de nossa vida, porque a escuta da Palavra de Deus nos reconforta nas dificuldades, nos anima, torna-se presente em todos os nossos momentos. Podemos experimentar freqüentemente a alegria, uma alegria que vem da abertura do nosso coração para escutar a Palavra de Deus.O sol é a luz natural que Deus criou para nós. Mostra-nos as cores e o esplendor da natureza. Mostra-nos também o rosto e a vida das pessoas, dos nossos semelhantes.A Palavra de Deus é um sol maior e mais potente. Não tem ocaso.Que a luz da Palavra inspirada e revelada pelo Espírito Santo brilhe em nossa vida, assim como o sol que ilumina o dia.
Padre Wagner Augusto Portugal


Fonte: RV

sábado, 4 de julho de 2009

PALAVRA E SACRAMENTO, DUAS COLUNAS DO SACERDOTE

Bento XVI: “Palavra” e “Sacramento”, duas colunas do sacerdote
Reflexão na audiência geral sobre o Ano Sacerdotal


CIDADE DO VATICANO,

- O anúncio do Evangelho e a administração dos sacramentos são “as duas colunas fundamentais do serviço sacerdotal”: assim sublinhou hoje Bento XVI, que dedicou a catequese da audiência geral a refletir sobre o Ano Sacerdotal que acaba de começar. Falando a cerca de 20 mil peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, o Papa pediu a todos os fiéis que rezem pelos sacerdotes, e recordou que “a oração é a primeira tarefa, o verdadeiro caminho de santificação dos sacerdotes e a alma da autêntica ‘pastoral vocacional’”.
“A escassez numérica de ordenações sacerdotais em alguns países não somente não deve desanimar, mas deve levar a multiplicar os espaços de silêncio e de escuta da Palavra, a cuidar melhor da direção espiritual e do sacramento da Confissão”, disse.
“Para que a voz de Deus, que sempre continua chamando e confirmando, possa ser escutada e prontamente seguida por muitos jovens”, acrescentou.
Após o Concílio Vaticano II, prosseguiu, “produziu-se aqui a impressão de que na missão dos sacerdotes, nesta nossa época, há algo mais urgente: alguns achavam que se deveria construir em primeiro lugar uma sociedade diferente”, ao invés de anunciar a Palavra e administrar os sacramentos.
Mas na verdade, afirmou, “Quem é, de fato, o presbítero, senão um homem convertido e renovado pelo Espírito, que vive da relação pessoal com Cristo, fazendo constantemente próprios os critérios evangélicos?”.
“Quem é o presbítero, senão um homem de unidade e de verdade, consciente dos seus próprios limites e, ao mesmo tempo, da extraordinária grandeza da vocação recebida, a de ajudar a estender o Reino de Deus até os extremos confins da terra?”, acrescentou.
A respeito disso, Bento XVI recordou o exemplo do Cura de Ars, São João Maria Vianney, a quem o Ano Sacerdotal foi dedicado, no 150º aniversário de sua morte.
De fato, explicou, assim como o Cura de Ars, cada sacerdote “pode advertir melhor a necessidade dessa progressiva identificação com Cristo que lhe garante a fidelidade e a fecundidade do testemunho evangélico”.
E é “da certeza de sua própria identidade”, acrescentou, que depende “o renovado entusiasmo pela missão” do sacerdote.
Ao mesmo tempo, na vida do sacerdote, prosseguiu Bento XVI, “anúncio missionário e culto são inseparáveis”.
“O amor ao próximo, a atenção à justiça e aos pobres não são somente temas de uma moral social, e sim expressão de uma concepção sacramental da moralidade cristã, porque, através do ministério dos presbíteros, realiza-se o sacrifício espiritual de todos os fiéis, em união com o de Cristo, único Mediador.”
“Frente a tantas incertezas e cansaços, também no exercício do ministério sacerdotal é urgente recuperar um juízo claro e inequívoco sobre a primazia absoluta da graça divina, recordando o que São Tomás de Aquino escreve: ‘O menor dom da graça supera o bem natural de todo o universo’”, acrescentou.
Por último, o Papa pediu que neste ano “se multipliquem nas dioceses, nas paróquias, nas comunidades religiosas (especialmente nas monásticas), nas associações e nos movimentos, nas diversas agregações pastorais presentes no mundo inteiro, as iniciativas de oração, em particular de adoração eucarística, pela santificação do clero e pelas vocações sacerdotais”.

Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

SÍNODO: BRASILEIROS TOMAM A PALAVRA NA CONGREGAÇÃO GERAL

SÍNODO: BRASILEIROS TOMAM A PALAVRA NA CONGREGAÇÃO GERAL DESTA SEGUNDA-FEIRA
Cidade do Vaticano,

- Os padres sinodais deram continuidade aos trabalhos realizando na manhã de hoje, segunda-feira, a 12ª congregação geral do Sínodo dos Bispos.
Dentre os padres que tomaram a palavra hoje, estava o arcebispo de São Paulo, Card. Odilo Pedro Scherer.
Dom Odilo falou de um tema em voga na Europa, ou seja, a imigração. Para o cardeal, o fenômeno migratório representa para a Igreja uma grande ocasião missionária. Os imigrantes, portanto, não devem ser vistos simplesmente como objeto de preocupação pastoral: eles são, ou podem se tornar, verdadeiros missionários.
Dom Odilo recordou que, no passado, muitos europeus emigraram para a América, África e Oceania.
Em muitos casos, as famílias católicas precederam os sacerdotes e os religiosos. "Eles foram missionários e levaram consigo sua fé, dando-lhe nova expressão em um novo contexto social e cultural", afirmou.
Para o cardeal, a Igreja deve encorajar as pessoas que se encontram em situação de migração a levar consigo a Palavra de Deus, conscientes de que carregam uma riqueza que não tem preço e não é limitada por razões geográficas ou culturais, mas é um dom a ser vivido na nova pátria e a ser compartilhado com o povo que os acolhe.
Já para aqueles que recebem os imigrantes, é necessária uma atitude de positivo acolhimento desses irmãos que vêm de outras nações, que trazem em sua bagagem a "Boa Nova", favorecendo sua inserção nas comunidades locais e a compartilha das experiências de fé e de vida cristã que trazem com eles.
Outro brasileiro que interveio esta manhã foi o arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo.
Entrevistado pelo responsável pelo Programa Brasileiro, Pe. Cesar Augusto dos Santos, Dom Walmor faz uma síntese de sua intervenção: Esta tarde não houve congregação geral.
Por ocasião do Ano Paulino, os padres sinodais visitaram a Basílica de S. Paulo Fora dos Muros, em peregrinação ao túmulo do Apóstolo dos Gentios. (BF)

Fonte: RV

sábado, 11 de outubro de 2008

REFLEXÃO SOBRE A PALAVRA DE DEUS NA FAMÍLIA

SÍNODO: PALAVRA DE DEUS NA FAMÍLIA E NAS TERRAS DE DIFÍCIL EVANGELIZAÇÃO
Cidade do Vaticano,
- O Sínodo viveu, ontem , um dia rico de reflexões sobre a Palavra de Deus na família e nas terras de difícil evangelização, tais como a Terra Santa, a Europa do Leste e Mianmar (ex-Birmânia).
Durante a pausa dos trabalhos sinodais, Bento XVI recebeu em audiência os membros da Federação Bíblica Alemã, que deram de presente ao papa, uma pequena caixa contendo várias versões lingüísticas do Antigo e do Novo Testamento.
O Santo Padre estendeu o presente a todos os padres sinodais, que também receberam uma caixinha com as versões dos textos sagrados.
Os trabalhos sinodais desta manhã _ oitava congregação geral _ concentraram-se sobre vários temas, dentre os quais destacamos o do acolhimento e da inculturação da Bíblia nas famílias. Diversas foram as propostas apresentadas: dar possibilidade a todos de ter em mãos uma Bíblia, ensinar as Sagradas Escrituras nas escolas, ler uma passagem da Bíblia todos os dias, meditando sobre ela no âmbito do núcleo familiar. E ainda, acrescentar oficialmente, na enunciação de cada mistério do terço, uma breve citação bíblica.
Em particular, os padres sinodais manifestaram seu desejo de que tais propostas se tornem objeto de reflexão para a Igreja universal.
Outro tema debatido na congregação da manhã desta sexta-feira foi o da missão da Igreja em terras de difícil evangelização como, por exemplo, os países do Leste europeu, a Terra Santa e Mianmar (ex-Birmânia), áreas geográficas marcadas por perseguições dos passados regimes totalitários, por catástrofes naturais e por conflitos.
Os padres sinodais sublinharam as dificuldades dos cristãos árabes, de terem acesso ao Antigo Testamento, em razão de interpretações políticas e ideológicas desse texto sagrado.
Nesse contexto, destacamos a proposta apresentada pelo patriarca de Antioquia dos Greco-melquitas, Gregorio III Laham, que sugeriu a organização de um "fórum sobre a Palavra de Deus", no qual cristãos e muçulmanos possam encontrar-se, discutir e meditar. Eis o que ele disse: Gregorio III Laham:- "Eu gostaria que muçulmanos e cristãos se encontrassem.
E isso já é uma realidade em Jerusalém, há anos, onde _ no Centro Notre-Dame _ cristãos, muçulmanos e judeus se encontram, apesar das dificuldades da situação na Terra Santa, para juntos meditarem sobre a Palavra de Deus, sem discussões.
Isso é o que eu gostaria que acontecesse também na Síria e no Líbano, onde exerço a minha jurisdição." (AF)

Fonte: RV

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

"A PALAVRA DE DEUS NÃO É SÓ UM LIVRO, É O PRÓPRIO JESUS"

CARDEAL HUMMES: "A PALAVRA DE DEUS NÃO É SÓ UM LIVRO, É O PRÓPRIO JESUS"

Cidade do Vaticano,
– No Angelus deste domingo, na Praça S. Pedro, estava presente também o prefeito da Congregação para o Clero, Card. Cláudio Hummes, que explica a importância deste Sínodo: Do Brasil, além do Card. Hummes, participam o arcebispo de S. Paulo, Card. Odilo Pedro Scherer, que é um dos três presidentes-delegados, os arcebispos Dom Geraldo Lyrio Rocha, de Mariana (MG); Dom Walmor Oliveira de Azevedo, de Belo Horizonte (MG); Dom Joviano de Lima Júnior, de Ribeirão Preto (SP); Dom Raymundo Damasceno Assis, de Aparecida (SP) e Presidente do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM); o bispo Goiás (GO), Dom Eugène Lambert Adrian Rixen; e o bispo de Petrópolis (RJ), Dom Filippo Santoro. Há ainda dois colaboradores do Secretário-especial: Pe. Luís Henrique da Silva, coordenador de Revisão da Bíblia; e Pe. Johan Maria Herman Konings, professor de Sagrada Escritura da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Por fim, dois auditores: o fundador da Comunidade Católica Shalom, Moysés Lauro de Azevedo Filho; e o professor de Teologia no Seminário Diocesano de Santo Amaro (SP), Pe. Aru Luis do Valle Ribeiro. (BF)

Fonte: RV