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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

CARDEAL ODILIO SCHERER FALA A RESPEITO DOS QUATRO BISPOS LEFEBVRISTAS

Levantamento da excomunhão dos quatro bispos lefebvristas
Cardeal Odilo Scherer fala sobre o tema

SÃO PAULO,

- O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, concedeu entrevista ao departamento de imprensa de sua arquidiocese sobre a questão do levantamento da excomunhão dos quatro bispos lefebvristas.
–Que é mesmo a excomunhão?
–Cardeal Scherer: A excomunhão é a censura mais grave imposta a algum membro da Igreja, por motivos muito sérios, mediante a qual ele é excluído da comunhão dos fiéis, ou seja, do vínculo jurídico-social com a Igreja. É uma pena canônica, que não implica necessariamente na perda do vínculo espiritual com o corpo místico de Cristo, o que só acontece com a negação ou a perda da fé. O Direito Canônico prevê diversos tipos de excomunhão, com efeitos também diversos.
–Por que os quatro bispos “lefebvristas” estavam excomungados?
–Cardeal Scherer: Porque aceitaram a nomeação e a ordenação episcopal, em junho e julho de 1988, sem terem sido escolhidos e nomeados pelo Papa, como prevê a lei da Igreja. Existe uma excomunhão automática, que acontece quando a pessoa mesma se coloca fora da unidade da Igreja, contrariando gravemente a fé e a disciplina da Igreja. Por exemplo, não aceitar o Concílio Vaticano II, ou a autoridade dos papas eleitos de modo legítimo, como aconteceu com os 4 bispos. Nesse caso, a autoridade eclesiástica competente só declara e torna pública a excomunhão.
–Qual foi o efeito da suspensão da excomunhão, no caso dos 4 bispos?
–Cardeal Scherer: Recentemente eles haviam pedido para serem readmitidos à unidade da Igreja, pois queriam ser católicos, e estavam em diálogo sobre isso com o Organismo competente da Santa Sé. Num gesto de acolhida e boa vontade, a Congregação para os Bispos, com a autorização do Papa, “levantou” a pena de excomunhão deles, para abrir a porta ao diálogo. Isso, porém, não significou ainda a superação de todas as dificuldades, nem a plena adesão à unidade da Igreja, como foi noticiado. De fato a excomunhão também foi levantada, tempos atrás, em relação à Igreja ortodoxa e, nem por isso, ela está em comunhão plena com a Igreja católica. Portanto, os 4 bispos “lefebvristas” ainda não estão na unidade plena da Igreja, nem exercem licitamente o ministério episcopal nossa Igreja católica. Isso deve ficar claro.
–Quando pode acontecer a comunhão plena dos 4 bispos em questão?
–Cardeal Scherer: Quando eles aceitarem publicamente e integralmente o Concílio Vaticano II e a legitimidade do Magistério dos papas João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI. Isso também requer a adesão pública à fé da Igreja católica, o quê ainda não aconteceu; mas existe o diálogo com os interessados sobre as questões ainda abertas, na esperança de que se chegue à superação de todas as dificuldades e à adesão plena à Igreja católica.
–Houve, então, um mal-entendido na divulgação da notícia sobre a reintegração dos “lefebvristas” na Igreja?
–Cardeal Scherer: Certamente houve uma interpretação indevida da “suspensão” da excomunhão, como se isso já tivesse significado a plena reintegração deles na Igreja católica, mesmo sem eles aceitarem integralmente a fé da Igreja e o magistério do Papa. Ainda há passos a dar e, assim esperamos, superadas as dificuldades, possa ser curada mais essa ferida recente no Corpo de Cristo.
–As opiniões de um desses bispos, Dom Williamson, negando na prática a existência do Holocausto, podem ser mais um obstáculo a superar?
–Cardeal Scherer: Sim. Certas declarações do senhor Williamson sobre o Holocausto são absolutamente inaceitáveis, até por negarem uma dolorosa evidência histórica, e porque são ofensivas às vítimas daquele selvagem genocídio e crime contra a humanidade. Como declarou em Nota recente o Secretário de Estado, o colaborador mais próximo do Papa, Bento XVI desconhecia essas opiniões mas, tão logo teve conhecimento, rejeitou-as com firmeza e exigiu do bispo a retratação de maneira pública e inequívoca.

Fonte: ZENIT.org

domingo, 12 de outubro de 2008

NO VATICANO A SOLENE CANONIZAÇÃO DE QUATRO NOVOS SANTOS

SOLENE CANONIZAÇÃO DE QUATRO NOVOS SANTOS NO VATICANO


Cidade do Vaticano,
- Bento XVI presidiu, ontem pela manhã, na Praça São Pedro, diante da Basílica vaticana, a uma solene celebração Eucarística de Canonização de quatro novos Santos da Igreja: São eles: Afonsa da Imaculada Conceição, no civil Ana Muttathupadathu, primeira santa indiana; Maria Bernarda Bütler, suíça, evangelizadora na Colômbia e Equador; Narcisa de Jesús Martillo Morán, equatoriana; e o sacerdote italiano, Caetano Errico.Estavam presentes na Praça São Pedro numerosos Cardeais, bispos e arcebispos, muitos dos quais estão participando, nestes dias, na Sala Paulo VI, no Vaticano, do Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus.
Participaram da cerimônia de Canonização, milhares de fiéis, provenientes de diversos países do mundo, especialmente da Índia, Suíça, Colômbia, Equador e Itália, onde os quatro novos Santos viveram e atuaram.Na homilia que pronunciou em italiano, alemão, espanhol e inglês, Bento XVI recordou inicialmente os quatro novos Santos propostos, hoje, à veneração da Igreja católica. A liturgia no-los apresenta com a imagem evangélica dos convidados que tomam parte do banquete revestidos da veste nupcial.
A imagem do banquete, disse o Papa, é uma imagem alegre, porque o banquete acompanha uma festa de núpcias: a Aliança de amor entre Deus e o seu Povo. Os profetas do Antigo Testamento, explicou o Papa, orientaram constantemente a esperança do Povo de Israel para esta Aliança. Não obstante as provações e todo tipo de dificuldades, Deus jamais abandona o seu Povo. Eis porque o profeta Isaias convida à alegria: "Exultemos, alegremo-nos na sua salvação".Referindo-se à Liturgia da Palavra de hoje, Bento XVI destacou “a fidelidade de Deus à sua promessa e o banquete nupcial”, que nos faz refletir sobre a adesão humana ao convite do Senhor.
A mesma coisa acontece com o Mistério pascal: o poder do mal foi derrotado pela onipotência do amor de Deus. O Senhor ressuscitado convida todos ao banquete da alegria pascal, revestindo os comensais da veste nupcial, símbolo do dom gratuito da graça santificadora.
E o Papa acrescentou:A livre adesão do homem deve, porém, responder à generosidade de Deus. Eis o caminho generoso que, justamente, percorreram aqueles que hoje veneramos como Santos. No Batismo, eles receberam a veste nupcial da graça divina, conservaram-na pura, purificaram-na e tornaram-na esplêndida em toda a sua vida, mediante os Sacramentos.
Agora, eles tomam parte do banquete nupcial do Céu. O banquete Eucarístico, disse Bento XVI, é a antecipação da festa final no Céu. O Senhor nos convida à Eucaristia, todos os dias, da qual devemos participar com a veste nupcial da sua graça. Se ela se sujar ou rasgar com o pecado, a bondade de Deus não nos rejeita nem nos abandona ao nosso destino. Pelo contrário, com o sacramento da Reconciliação, ele nos oferece a possibilidade de renovar integralmente a nossa veste nupcial necessária para a festa.
E, referindo-se ao novo santo italiano, o Pontífice disse: O ministério da Reconciliação é, portanto, sempre atual. A ele o sacerdote Caetano Errico, fundador da Congregação dos Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, se dedicou com diligência, assiduidade e paciência, sem jamais se arrepender nem se poupar.
Ele se inscreve assim entre as figuras extraordinárias de presbíteros que, incansáveis, fizeram do confessionário o lugar para dispensar a misericórdia de Deus, ajudando os homens a reencontrar a si mesmos, a lutar contra o pecado e a progredir no caminho da vida espiritual.
A estrada e o confessionário foram os lugares privilegiados da ação pastoral desse novo santo italiano: a estrada lhe permitia encontrar as pessoas; o confessionário possibilitava o seu encontro com a misericórdia do Pai celeste.
Quantas feridas da alma ele sarou! Quantas pessoas ele levou a se reconciliar com Deus mediante o Sacramento do perdão! Assim, São Caetano Errico tornou-se especialista na "ciência" do perdão e a transmitiu a seus missionários.
A seguir, expressando-se em alemão, o Santo Padre passou a falar da nova santa suíça:Maria Bernarda Bütler, nascida em Auw, no cantão suíço de Aargau, fez muito cedo a experiência de um profundo amor pelo Senhor.
Este amor a levou a entrar para o convento das Irmãs Capuchinhas de Maria Auxiliadora, em Altstätten, onde fez os votos religiosos aos 21 anos.
Aos 40, acolheu a vocação missionária e partiu para o Equador e, depois, para a Colômbia. Graças à sua vida e ao seu compromisso em favor do próximo, João Paulo II a beatificou, em 29 de outubro de 1995.
Sobre esta santa suíça, Bento XVI prosseguiu ainda, falando em espanhol:Madre María Bernarda, uma figura muito recordada e querida, sobretudo, na Colômbia, entendeu profundamente que a festa que o Senhor preparou para todos os povos é representada, de modo particular, pela Eucaristia.
Nela, o próprio Cristo nos recebe como amigos e se entrega na mesa do pão e da palavra, entrando em íntima comunhão com cada um de nós.
Eis a fonte e o pilar da espiritualidade desta nova santa, assim como seu impulso missionário que a levou a deixar a sua pátria natal, a Suíça, para abrir-se a outros horizontes evangelizadores no Equador e Colômbia. Dirigindo-se aos fiéis indianos, presentes na Praça São Pedro, para a Canonização da sua primeira santa, Afonsa da Imaculada Conceição, o Pontífice disse em inglês: Esta mulher excepcional, que se dedicou diariamente ao povo da Índia como verdadeira santa, estava ciente de que a Cruz é o autêntico instrumento através do qual se pode participar do banquete celeste, que o Pai lhe preparou. De fato, ela escreveu: “Estou ciente de que um dia o sofrimento terminará.
Enfim, falando novamente em espanhol, o Papa exaltou a figura da jovem leiga do Equador, Narcisa de Jesús Martillo Morán, que também foi escrita hoje no álbum dos Santos. Ela respondeu, com prontidão e generosidade, ao convite do Senhor para participar do seu amor: Santa Narcisa de Jesus propõe um caminho de perfeição cristã acessível a todos os fiéis. Além de receber graças abundantes e extraordinárias, a sua existência transcorreu com grande sensibilidade, dedicando-se ao trabalho de costureira e ao apostolado como catequista.
Após ter apresentado a figura dos quatro novos Santos da Igreja, o Pontífice convidou os fiéis a seguirem seu exemplo de vida cristã e a darem graças a Deus pelo dom da santidade, que, sobretudo, hoje, resplandece com singular beleza na Igreja. (MT)

Fonte: Site A.E.

sábado, 11 de outubro de 2008

CANONIZAÇÃO DE QUATRO NOVOS SANTOS

PAPA PRESIDIRÁ À CANONIZAÇÃO DE QUATRO NOVOS SANTOS

Cidade do Vaticano,
– Bento XVI vai presidir, no próximo domingo, na Praça São Pedro, diante da Basílica vaticana, a solene Canonização de quatro novos santos da Igreja.
Trata-se de Afonsa da Imaculada Conceição (Ana Muttathupadathu), primeira santa indiana; Maria Bernarda Bütler, suíça, evangelizadora na Colômbia e Equador; Narcisa de Jesús Martillo Morán, equatoriana; e o sacerdote italiano, Padre Caetano Errico.
Num momento em que os cristãos na Índia sofrem dura perseguição, a Igreja propõe uma nova santa para a imitação dos fiés: Afonsa da Imaculada Conceição, religiosa da Congregação das Clarissas da Terceira Ordem de São Francisco.

Afonsa da Imaculada Conceição nasceu em Kudamaloor, arquidiocese de Changanacherry, estado de Kérala, em 19 de agosto de 1910. Perdeu sua mãe quando ainda pequenina. Sua tia a educou e queria encaminhá-la ao matrimônio. Mas Ana se orientava, com firmeza, a dedicar sua vida a Cristo, seguindo o exemplo de Santa Teresa de Lisieux. Com efeito, entrou para o Convento das Franciscanas Clarissas, em Bharananganam, a 2 de agosto de 1928, onde recebeu o nome religioso de Afonsa. No entanto, sua saúde frágil era um obstáculo para sua vida religiosa, motivo pelo qual suas superioras queriam que ela voltasse para casa. Afonsa, porém, persistiu em sua vocação e, após muitas dificuldades, emitiu os votos perpétuos em 1936. Toda a sua vida como foi um verdadeiro holocausto a Deus: ela oferecia ao Sagrado Coração de Jesus todos os seus sofrimentos. Afonsa concluiu a sua vida terrena entre grandes dores e padecimentos. Encomendando serenamente a sua alma a Deus e pronunciando os nomes de Jesus, Maria e José, faleceu em 28 de julho de 1946, com a idade de apenas 35 anos. Sua sepultura, em Bharananganam, próximo de Kottayam, é visitada por milhares de fiéis durante todo o ano.

Maria Bernarda Bütler, fundadora das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora, nasceu em Auw, Suíça, em 28 de maio de 1848, numa família simples e de pais camponeses. Em 1867, ingressou para o mosteiro franciscano de Maria Auxiliadora. Dois anos mais tarde, fez sua profissão religiosa, recebendo o nome de Maria Bernarda do Sagrado Coração de Maria.
Em 1888, junto com seis companheiras, Maria Bernarda partiu para o Equador, onde fundou a Congregação das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora, cujo carisma é a extensão do Reino de Deus através das obras de misericórdia.
Sete anos mais tarde, durante a perseguição contra religiosos, liderada pelo então Presidente equatoriano, Eloy Alfaro, Madre Maria Bernarda e suas Irmãs abandonaram o país e receberam hospitalidade em Cartagena, na Colômbia, pelo então bispo daquela diocese, Dom Eugênio Biffi. Ali, a Madre permaneceu 29 anos, até quando expirou, em 1924, aos 76 anos de idade.

Narcisa de Jesus Martillo Morán nasceu em um povoado chamado São José de Nobol, na diocese de Guayaquil, Equador, em 1832. Seus pais eram agricultores e ela era a sexta de nove filhos.A busca de direção espiritual a levou a transferir-se a Guayaquil, quando tinha cerca de 20 anos, onde levava uma vida pobre e se alojava em lugares simples. Quis seguir o exemplo de vida de santa Marianita de Jesus (1618 - 1645), também equatoriana. Os biógrafos as consideram almas gêmeas.Tendo-se santificado na zona rural e na cidade, em sua pátria e fora dela, muitos migrantes têm especial devoção por ela. Em Guayaquil conheceu o sacerdote franciscano, Frei Pedro Gual, que residia em Lima. Assim, Narcisa encontrava seu diretor espiritual, que a ajudou espiritual e materialmente. Ele lhe pediu para se mudar para Lima, onde se estabeleceu numa casa de religiosas.Narcisa praticava a caridade, especialmente com os pobre e enfermos, a quem preparava infusões de ervas. Faleceu no dia da inauguração do Concílio Vaticano I, oferecendo seus últimos sofrimentos por este importante evento eclesial.

O quarto santo será Caetano Errico, nascido em Secondigliano, perto de Nápoles, em 19 de outubro de 1791. Como sacerdote, aprendeu a conhecer o coração do ser humano, caminhando com pessoas que passaram da miséria material para a miséria moral. Visitava os enfermos terminais no hospital napolitano dos «incuráveis», e os presidiários.
Caetano foi confessor em todas as horas do dia, até em seu leito de morte. Com a confissão, tentava mostrar a misericórdia do amor de Deus, em tempos em que o jansenismo apresentava uma visão rigorista da fé cristã.
Foi conselheiro espiritual de cardeais e arcebispos de Nápoles, como também do rei daquele reino, Fernando; mas, ao mesmo tempo, ele se aproximava dos mais pobres, em busca de orientação.
A todos, repetia: “Passem mais tempo aos pés de Jesus sacramentado que aos pés do confessor”.Caetano quis fazer de sua vida uma profecia da misericórdia de Deus, motivo pelo qual fundou a Congregação de Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e Maria. Ele faleceu em Secondigliano em 29 de outubro de 1860. (MT)

Fonte: RV