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http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

CONHEÇA MAIS SOBRE O BEIRUTE


Conheça mais sobre Beirute, capital libanesa que recebe o Papa

Da Redação, com Serviço de Informação do Vaticano

O Papa Bento XVI inicia amanhã sua 24ª viagem apostólica, desta vez com destino ao Líbano, onde apresentará, neste domingo, 16, a Exortação Apostólica Pós-Sinodal da Assembleia Especial para o Oriente Médio do Sínodo dos Bispos, realizado no Vaticano em outubro de 2010.

Acesse
.: Programação da viagem de Bento XVI ao Líbano


A capital do país é Beirute, cuja população cresce progressivamente devido à sua importância comercial e ao êxodo massivo de refugiados cristãos que escapavam dos massacres das montanhas libanesas em 1860.

Na sequência do trabalho de pacificação pelas grandes potências, chegam os missionários protestantes (Grã Bretanha, Estados Unidos e Alemanha) e católicos, sobretudo da França.

Beirute tem cinco dioceses: Beirute dos Maronistas (sede episcopal desde 1577), que conta com 232.000 fiéis; Beirute dos Greco-Melkitas e Jbeil dos Greco-Melkitas, cujos fiéis são 200.000; Beirute dos Armenios, com 12.000 fiéis; Beirute para os caldeus, com 19.000 fiéis e Beirute dos Sírios, com 14.500 fieis.

O vicariato apostólico é Beirute dos Latinos que tem 10.000 fiéis e cujo vigário é Dom Paul Dahdah O.C.D.

Fonte: Canção Nova

PROGRAMA DA VISITA DE BENTO XVI AO LIBANO

Programação da viagem de Bento XVI ao Líbano

Boletim da Santa Sé
(Tradução de Nicole Melhado - equipe CN Notícias)


Sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Roma

09h30 (03h30 em Brasília) - Partida de avião do Aeroporto de Roma/Ciampino para Beirute

Beirute

13h45 (07h45 em Brasília) - Cerimônia de Boas-vindas no Aeroporto Internacional Rafiq Hariri de Beirute.
Discurso do Santo Padre

Harissa

18h00 (12h em Brasília) - Visita à Basílica de St. Paul em Harissa e assinatura da Exortação Apostólica Pós-Sinodal.
Discurso do Santo Padre


Sábado, 15 de setembro de 2012

08h00 (02h em Brasília) - Santa Missa (reservada)

Baabda

10h00 (04h em Brasília) - Visita de Cortesia ao presidente da República. Encontro particular com o presidente da República, com o presidente do Parlamento, com o presidente do Conselho dos Ministros no Salão dos Embaixadores

10h50 (04h50 em Brasília) - Encontro com os líderes das Comunidades Religiosas Muçulmanas. Palácio Presidenciale de Baabda.

11h15 (05h15 em Brasília) - Encontro com os membros do Governo, das Instituições Governamentais, com o Corpo Diplomático, com os líderes religiosos e representantes culturais no Salão 25 de maio do Palácio Presidencial de Baabda.
Discurso do Santo Padre

Bzommar

13h30 (07h30 em Brasília) - Almoço com os Patriarcas e Bispos do Líbano, com Membros do Concílio para o Oriente Médio e Sínodo dos Bispos com a comitiva papal no Refeitório do Patriarcado Armênio católico de Bzommar.

Bkerke

18h00 (12h em Brasília) - Encontro com os jovens na praça em frente ao Patriarcado Maronita de Bkerke.
Discurso do Santo Padre


Domingo, 16 de setembro 2012

Beirute

10h00 (4h em Brasília) - Santa Missa e concessão da Exortação Apostólica Pós-sinodal para o
Oriente Médio
no Beirut City Center Waterfront.
Homilia do Santo Padre


Proclamação do Angelus Domini. Palavras do Santo Padre

Harissa

13h20 (07h20) - Almoço com a Comitiva Papal na Nunciatura Apostólica em Harissa.

16h50 (10h50 em Brasília) - Despedida da Nunciatura Apostólica em Harissa.

Charfet

17h15 (11h15 em Brasília) - Encontro Ecumênico no Salão de Honra do Patriarcado Sírio-católico de Charfet

Beirute

18h30 (12h30 em Brasília) - Cerimônia de despedida no Aeroporto Internacional Rafiq Hariri
de Beirute. Discurso do Santo Padre

19h00 (13h em Brasília) - Partida de avião do Aeroporto Internacional Rafiq Hariri de Beirute para Roma

Roma

21h40 (15h40 em Brasília) - Chegada ao Aeroporto de Roma/Ciampino.

Fuso horário
Roma: + 2 UTC
Beirut: + 3 UTC

Papa BENTO XVI CHEGA A BEIRUT COM MENSAGEM DE PAZ

Bento XVI chega hoje a Beirut com mensagem de paz e comunhão para as populações do Médio Oriente



Bento XVI parte às 9.30 de Roma para Beirute, aonde deverá chegar pouco antes das 14 horas locais, para a sua 24ª viagem apostólica internacional. A visita tem lugar por ocasião da publicação da Exortação apostólica Pós-Sinodal “Ecclesia in Medio Oriente”. A chegada de Bento XVI é aguardada com esperança não só pelos cristãos, mas também pelos muçulmanos do País dos Cedros que vêem no Papa uma mensagem de paz e convivência para o Médio Oriente, num momento de grande tensão, por causa da guerra civil na Síria, como nos informa, a partir de Beirute, Alessandro Gisotti.

“Em Beirute respira-se um clima de esperança e trepidação pela chegada do Papa. É difícil encontrar uma rua da cidade que não esteja enfeitada com bandeiras do Vaticano e do Líbano ou com cartazes de Bento XVI com o lema da viagem “A paz esteja convosco”, expressa em várias línguas, do árabe ao francês; do inglês ao latim “Pax Vobis”.

E esta região tem efectivamente grande necessidade de paz. Recordam-no também os prédios de Beirute crivados de balas, durante a guerra civil no país e que permaneceram lado a lado com novos arranha-céus que vão continuamente transformando o perfil da cidade.

À espera do Papa estão os fiéis do Líbano e os pastores do Médio Oriente a quem entregará a Exortação apostólica Pós-Sinodal. Esperam-no com emoção os jovens libaneses que sábado à tarde viverão com o Papa uma pequena JMJ do Médio Oriente. Esperam-no também os líderes muçulmanos que durante a visita terão um encontro com o Pontífice.

O diálogo islâmico - cristão é uma das dimensões fortes desta viagem. E, precisamente para sublinhar que o Líbano é um modelo possível de convivência, nesta quarta à tarde cristãos e muçulmanos juntaram-se no centro da cidade para dar as boas-vindas ao Papa com uma vigília de oração.
“O Líbano, mais do que um País, é uma mensagem”, tinha-o afirmado João Paulo II na sua visita ao país, em 1997. Quinze anos depois, os libaneses esperam de Bento XVI um renovado apoio a essa mensagem de paz e esperança para todos os povos do Médio Oriente.”

Fonte: RV

BENTO XVI NO LÍBANO


Bento XVI no Líbano: alento para os cristãos






Cidade do Vaticano (RV) – Na Audiência Geral de quarta-feira, o Papa manifestou mais uma vez sua expectativa, que lhe dará a possibilidade de encontrar os numerosos membros da sociedade libanesa: os responsáveis civis e eclesiais, os fiéis católicos de diversos ritos, outros cristãos, muçulmanos e drusos dessa região. Falando de modo especial aos cristãos, o Pontífice exorta toda a comunidade do Oriente Médio a ser construtora de paz e protagonista de reconciliação. A história do Oriente Médio nos ensina o papel importante e também primordial desempenhado pelas diferentes comunidades cristãs no diálogo inter-religioso e intercultural. Peçamos a Deus que doe a esta região do mundo a paz almejada, no respeito das legítimas diferenças, disse ainda o Pontífice.De fato, a vida dos cristãos no Oriente Médio não é fácil, e devem lutar para não desaparecerem da região onde o Cristianismo nasceu.A situação em alguns países se tornou mais complicada nos últimos anos. No Iraque, por exemplo, são vítimas de perseguições. Com a guerra e ataques contra igrejas, a maior parte dos cristãos teve de se refugiar em outros países.No Egito, a primavera árabe também incidiu na relação entre cooptas e muçulmanos, e alguns cristãos saíram do país em busca de asilo.O caso da Síria também é emblemático, principalmente nesses meses de guerra. Há cristãos entre os milhares de refugiados que estão abandonando o país, tendo como meta justamente o Líbano, o país anfitrião do Papa. Muitos cristãos árabes hoje vivem na diáspora, inclusive no Brasil. Foi lá que Cristiane Murray contatou o Pe. Elias Karam, Pároco da Catedral de Nossa Senhora do Líbano, em São Paulo. Ele fala do que o Papa representa para os libaneses, em especial para os cristãos:


Fonte: RV

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

ORAÇÕES PARA VIAGEM AO LIBANO

Papa pede orações para que a viagem ao Líbano produza frutos de comunhão e de paz















A dois dias da sua viagem apostólica ao Líbano, de sexta a domingo próximos, no final da audiência geral desta quarta-feira, Bento XVI pediu orações por essa intenção, para que possa “encorajar os cristãos e favorecer a paz e a fraternidade em toda aquela Região” do Médio Oriente”.
Uma referência mais extensa pronunciou-a o Papa, em francês, começando por se congratular com a oportunidade que terá de encontrar “numerosas componentes da sociedade libanesa, responsáveis civis e eclesiais, fiéis católicos de diversos ritos e outros cristãos, assim como muçulmanos e drusos”.
“Dou graças ao Senhor, por esta riqueza que só se poderá manter se a sociedade libanesa viver em paz e reconciliação permanente.Exorto portanto todos os cristãos do Médio Oriente – sejam eles de antiga extração ou recém-chegados, a serem construtores de paz e fatores de reconciliação. Peçamos a Deus que fortifique a fé dos cristãos do Líbano e do Médio Oriente, enchendo-os de esperança”.
RealAudioMP3 Dando graças a Deus pela presença dos cristãos nestas terras, Bento XVI encorajou “o conjunto da Igreja” (com todas as suas componentes) à “solidariedade, para que possam continuar a testemunhar Cristo nestas terras abençoadas, procurando a comunhão na unidade”. O Papa deu também graças a Deus por todas as pessoas e instituições que dão uma ajuda nesse sentido. “A história do Médio Oriente ensina-nos o papel muitas vezes importante e mesmo primordial desempenhado pelas diferentes comunidades cristãs no diálogo inter-religioso e intercultural. Peçamos a Deus que conceda a esta região do mundo a desejada paz, no respeito das legítimas diferenças. Que Deus abençoe o Líbano e o Médio Oriente! Que Deus vos abençoe!”

Na catequese desta audiência geral, Bento XVI prosseguiu na linha da “Escola de Oração” que vem desenvolvendo neste encontro semanal, retomando hoje o Livro do Apocalipse. Ouçamos o resumo que ele próprio apresentou na nossa língua:
“Queridos irmãos e irmãs,
A oração é como uma janela aberta que nos permite ter os olhos voltados para Deus, não só para nos lembrar a meta para a qual tendemos, mas também para deixar que a vontade de Deus ilumine o nosso caminho terreno e nos ajude a vivê-lo com intensidade e empenho. Neste sentido, a segunda parte do Apocalipse nos mostra, através dos símbolos do trono de Deus, do livro e do Cordeiro imolado, como a oração pessoal e comunitária nos leva a ver a realidade de um modo novo, captando o seu pleno sentido. O Trono representa o senhorio de Deus sobre a história; o Livro com os sete selos, o plano de Deus sobre os homens e os acontecimentos; e o Cordeiro imolado se refere a Cristo morto e ressuscitado, o grande vencedor do maligno. De fato, o Apocalipse nos ensina a ler a realidade, muitas vezes marcada por sofrimentos e aparentes derrotas, com um olhar de esperança: como cristãos, jamais podemos ser pessimistas! Devemos olhar para Cristo Crucificado e Ressuscitado que nos associa à sua vitória!”

E o Papa concluiu a sua alocução em português com uma saudação aos diferentes grupos presentes, nomeadamente de duas paróquias da diocese do Porto:

Saúdo os peregrinos de língua portuguesa, especialmente os portugueses de Avintes e Alpendurada, bem como os fiéis de Curitiba, acompanhados de seu Bispo, Dom Moacyr Vitti e todos os demais grupos de brasileiros. Lembrai-vos de que a vida de oração do cristão deve ter por centro a Missa dominical. É na Eucaristia que experimentareis como o Senhor Jesus vem e faz morada em quem n’Ele crê e acolhe. E que Deus vos abençoe em todas as vossas necessidades! Ide em paz!”

Fonte: RV

ORAÇÕES PELA VIAGEM AO LIBANO

Papa pede orações para que a viagem ao Líbano produza frutos de comunhão e de paz















A dois dias da sua viagem apostólica ao Líbano, de sexta a domingo próximos, no final da audiência geral desta quarta-feira, Bento XVI pediu orações por essa intenção, para que possa “encorajar os cristãos e favorecer a paz e a fraternidade em toda aquela Região” do Médio Oriente”.
Uma referência mais extensa pronunciou-a o Papa, em francês, começando por se congratular com a oportunidade que terá de encontrar “numerosas componentes da sociedade libanesa, responsáveis civis e eclesiais, fiéis católicos de diversos ritos e outros cristãos, assim como muçulmanos e drusos”.
“Dou graças ao Senhor, por esta riqueza que só se poderá manter se a sociedade libanesa viver em paz e reconciliação permanente.Exorto portanto todos os cristãos do Médio Oriente – sejam eles de antiga extração ou recém-chegados, a serem construtores de paz e fatores de reconciliação. Peçamos a Deus que fortifique a fé dos cristãos do Líbano e do Médio Oriente, enchendo-os de esperança”.
RealAudioMP3 Dando graças a Deus pela presença dos cristãos nestas terras, Bento XVI encorajou “o conjunto da Igreja” (com todas as suas componentes) à “solidariedade, para que possam continuar a testemunhar Cristo nestas terras abençoadas, procurando a comunhão na unidade”. O Papa deu também graças a Deus por todas as pessoas e instituições que dão uma ajuda nesse sentido. “A história do Médio Oriente ensina-nos o papel muitas vezes importante e mesmo primordial desempenhado pelas diferentes comunidades cristãs no diálogo inter-religioso e intercultural. Peçamos a Deus que conceda a esta região do mundo a desejada paz, no respeito das legítimas diferenças. Que Deus abençoe o Líbano e o Médio Oriente! Que Deus vos abençoe!”

Na catequese desta audiência geral, Bento XVI prosseguiu na linha da “Escola de Oração” que vem desenvolvendo neste encontro semanal, retomando hoje o Livro do Apocalipse. Ouçamos o resumo que ele próprio apresentou na nossa língua:
“Queridos irmãos e irmãs,
A oração é como uma janela aberta que nos permite ter os olhos voltados para Deus, não só para nos lembrar a meta para a qual tendemos, mas também para deixar que a vontade de Deus ilumine o nosso caminho terreno e nos ajude a vivê-lo com intensidade e empenho. Neste sentido, a segunda parte do Apocalipse nos mostra, através dos símbolos do trono de Deus, do livro e do Cordeiro imolado, como a oração pessoal e comunitária nos leva a ver a realidade de um modo novo, captando o seu pleno sentido. O Trono representa o senhorio de Deus sobre a história; o Livro com os sete selos, o plano de Deus sobre os homens e os acontecimentos; e o Cordeiro imolado se refere a Cristo morto e ressuscitado, o grande vencedor do maligno. De fato, o Apocalipse nos ensina a ler a realidade, muitas vezes marcada por sofrimentos e aparentes derrotas, com um olhar de esperança: como cristãos, jamais podemos ser pessimistas! Devemos olhar para Cristo Crucificado e Ressuscitado que nos associa à sua vitória!”

E o Papa concluiu a sua alocução em português com uma saudação aos diferentes grupos presentes, nomeadamente de duas paróquias da diocese do Porto:
“Saúdo os peregrinos de língua portuguesa, especialmente os portugueses de Avintes e Alpendurada, bem como os fiéis de Curitiba, acompanhados de seu Bispo, Dom Moacyr Vitti e todos os demais grupos de brasileiros. Lembrai-vos de que a vida de oração do cristão deve ter por centro a Missa dominical. É na Eucaristia que experimentareis como o Senhor Jesus vem e faz morada em quem n’Ele crê e acolhe. E que Deus vos abençoe em todas as vossas necessidades! Ide em paz!”

RV
Não a ofensas e provocações: Declaração do P. Federico Lombardi


"O respeito profundo pelas crenças, textos, grandes personagens e símbolos das diversas religiões é uma condição essencial da convivência pacífica dos povos. As consequências gravissimas das injustificadas ofensas e provocações à sensibilidade dos crentes muçulmanos são mais uma vez evidentes nestes últimos dias, pelas reações que suscitam, mesmo com resultados trágicos, que por sua vez aprofundam tensões e ódios, despoletando uma violência de todo aceitável. A mensagem de diálogo e de respeito por todos os crentes das diversas religiões que o Santo Padre se prepara para levar na próxima viagem ao Líbano indica o caminho que todos deveriam percorrer para construir juntos a convivência comum das religiões e dos povos na paz."

Como é sabido, graves tumultos tiveram ontem lugar, tanto na Líbia como no Egito, em manifestações violentas contra um filme produzido nos Estados Unidos e considerado blasfemo para o Islão. A pelícola em questão, do realizador israelo-americano, Sam Bacile, rediculizaria o Islão e a imagem do profeta Maomé.
Na Líbia, os desacatos tiveram lugar em Bengasi, junto do consulado norte-americano e provocaram a morte do Embaixador, J. Christopher Stevens, e de três funcionários. Horas antes, no Cairo, também ali junto da Embaixada dos Estados Unidos, onde uns 3 mil islamistas conseguiram saltar o muro do edifício e queimar a bandeira americana. Tudo isto aconteceu no dia 11 de setembro, no aniversário dos ataques contra as Torres Gémeas, em Nova Iorque.

Fonte: RV

terça-feira, 11 de setembro de 2012

HOMENS DE DEUS, AO SERVIÇO DA PALAVRA

"Homens de Deus, ao serviço da Palavra": Papa aos novos bispos dos países de missão


Primeira responsabilidade dos bispos é serem “homens de Deus, chamados à oração e ao serviço da sua Palavra”. “O mundo de hoje tem necessidade de pessoas que falem a Deus, para poder falar de Deus”. Palavras de Bento XVI, recebendo nesta sexta-feira de manhã, em Castel Galdolfo, uma centena de novos bispos de países de missão, que participaram em Roma num Encontro promovido pela Congregação para a Evangelização dos Povos. O Santo Padre convidou os prelados a manterem bem firme a sua confiança no Senhor, pois “a Igreja é sua e é Ele que a guia tanto nos momentos difíceis, como nos de serenidade”.
O Papa referiu a especificidade destas Igrejas de recente fundação, que revelam uma fé viva e criativa, mas por vezes ainda não suficientemente enraizada, alternando entusiasmo e zelo apostólico com instabilidade e incoerência. A maturação das comunidades vai tendo lugar, não só graças à ação pastoral, mas também à chamada “comunhão dos santos, que consente uma autêntica osmose de graça entre as Igrejas de antiga tradição e as de recente constituição”.
“Desde há certo tempo que se regista uma diminuição dos missionários, compensada porém com o aumento do clero diocesano e religioso. O crescimento numérico de sacerdotes autóctones produz também uma nova forma de cooperação missionária: algumas jovens Igrejas têm começado a enviar padres seus às Igrejas irmãs desprovidas de clero, no interior do próprio país ou em nações do continente respetivo. Trata-se de uma comunhão que há-de animar sempre a ação evangelizadora.

Bento XVI não esqueceu os problemas concretos, quotidianos, com que se confrontam muitas das populações dos territórios dos bispos presentes: emergências alimentares, sanitárias e educativas, mas também “discriminações culturais e religiosas, intolerâncias e faciosidades, fruto de fundamentalismos que revelam visões antropológicas erradas e que conduzem a minimizar, se não mesmo a ignorar, o direito à liberdade religiosa, o respeito dos mais débeis, sobretudo das crianças, das mulheres e das pessoas com deficiências”, e ainda eventuais “contrastes entre etnias e castas, que provocam injustificáveis violências”.

“Confiai no Evangelho, na sua força renovadora, na sua capacidade de despertar as consciências e de provocar a partir do interior a recuperação das pessoas e o estabelecimento de uma nova fraternidade. Que a difusão da Palavra do Senhor faça florescer o dom da reconciliação, favorecendo a unidade dos povos”.

Fonte: RV

domingo, 9 de setembro de 2012

REUNIÃO DOS BISPOS LUSÓFONOS EM DÍLI

Reunião dos Bispos lusófonos em Díli: “uma oportunidade para os timorenses”, considera o Bispo de Baucau



O presidente da Conferência Episcopal Timorense agradeceu em Díli o legado deixado pelos portugueses no país, que acolhe pela









primeira vez a reunião das presidências dos episcopados lusófonos da Igreja Católica. “Este encontro é uma oportunidade, para que nós timorenses, em particular a Igreja em Timor, manifestemos uma profunda gratidão a Portugal e sobretudo aos missionários portugueses, que trouxeram o grão de mostarda do Evangelho há quase quinhentos anos e hoje, pode-se dizer, se transformou em árvore frondosa”, declarou D. Basílio do Nascimento, bispo de Baucau, na abertura do encontro.
Segundo este responsável, Timor-Leste deve “três coisas” aos portugueses: “O conhecimento e a fé em Jesus Cristo pela proclamação do Evangelho; o humanismo, que é uma consequência da evangelização; e o espírito de desenrasque, que não sei se é uma virtude evangélica, mas que tem funcionado primorosamente em muitas situações da nossa história, se não em todas, pelo menos, ou sobretudo na guerra”.
Nove bispos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste estão reunidos até segunda-feira, para analisar dois temas centrais: o avanço das seitas e o desenvolvimento sustentável. D. Basílio do Nascimento sublinhou que o encontro “ultrapassa o âmbito meramente eclesial” e evocou “os 500 anos da presença portuguesa em Timor, interrompida politicamente, mas não afectivamente durante 24 anos pela ocupação indonésia”. “Este nosso encontro está a merecer muita atenção da parte das embaixadas deste lado do mundo, bem como de várias organizações internacionais não-governamentais, sobretudo da parte do mundo anglo-saxónico, que não compreendem esta afectividade quase mórbida entre o colonizador e os colonizados, hoje nações independentes”, disse. Sobre o Congresso, ouçamos as palavras do P. Manuel Morujão, Secretário da Conferência Episcopal Portuguesa.

Fonte: RV

sábado, 8 de setembro de 2012

MARIA, FAROL LUMINOSO DA NOSSA VIDA CRISTÃ



Bento XVI: Maria, farol luminoso da nossa vida cristã


Castel Gandolfo (RV)



– O Papa Bento XVI recebeu na manhã deste sábado cerca de 350 participantes do 23º Congresso Mariológico Mariano Internacional, em andamento em Roma.Em seu discurso, mencionou o tema deste Congresso, “A mariologia a partir do Concílio Vaticano II. Recepção, balanço e perspectivas”, ressaltando a iminência da celebração pelos 50 anos de abertura do Concílio. Essa celebração, no próximo dia 11 de outubro, será feita em concomitância com a inauguração do Ano da Fé, convocada com o Motu proprio “Porta fidei”, em que apresenta Maria como modelo de fé.Como jovem participante do Concílio, Bento XVI recordou a oportunidade que teve de conhecer os vários modos de enfrentar as temáticas acerca da figura e do papel de Nossa Senhora na história da salvação. Na segunda sessão do Concílio, explicou, um grupo de padres pediu que a questão fosse tratada dentro da Constituição sobre a Igreja, enquanto outro grupo afirmava a necessidade de um documento específico sobre a dignidade e o papel de Maria. Com a votação de 19 de outubro de 1963, optou-se pela primeira proposta, e o esquema da Constituição Dogmática sobre a Igreja foi enriquecido com o capítulo sobre a Mãe de Deus, em que a figura de Maria aparece em toda a sua beleza e inserida nos mistérios fundamentais da fé cristã.Maria, de quem se destaca antes de tudo a fé, é compreendida no mistério de amor e de comunhão da Santíssima Trindade; é um modelo e um ponto de referência para a Igreja, que Nela reconhece a si mesma, a própria vocação e a própria missão. A religiosidade popular, que sempre se dirigiu a Maria, resulta enfim nutrida por referências bíblicas e patrísticas. Certamente, o texto conciliar não esgota todas as problemáticas relativas à figura da Mãe de Deus, mas constitui o horizonte hermenêutico essencial para qualquer reflexão, seja de caráter teológico, seja de caráter mais estritamente espiritual e pastoral. O Papa então se dirige aos participantes deste Congresso, pedindo que ofereçam suas contribuições para que o Ano da Fé possa representar para todos os fiéis em Cristo um verdadeiro momento de graça, em que a fé de Maria nos preceda e nos acompanhe como farol luminoso e como modelo de plenitude e maturidade cristã para onde olhar com confiança e do qual extrair entusiasmo e alegria para viver com sempre maior empenho e coerência a nossa vocação de filhos de Deus, irmãos em Cristo, membros vivos do seu Corpo que é a Igreja.

Fonte: RV

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

"OSMOSE DE GRAÇAS" ENTRE IGREJAS ANTÍGAS E DE RECENTE FUNDAÇÃO



Bento XVI ressalta "osmose de graça" entre Igrejas antigas e de recente fundação






Castel Gandolfo (RV)



– O Papa Bento XVI recebeu na manhã desta sexta-feira, em Castel Gandolfo, os cerca de 100 participantes do encontro promovido pela Congregação para a Evangelização dos Povos aos novos bispos dos territórios de missão. Para o Papa, o que acomuna Bispos que atuam em realidades tão diferentes na África, Ásia, América Latina e Oceania é a primeira evangelização e a obra de consolidação da fé. Essas comunidades mostram uma fé participada e alegre, vivaz e criativa, mas muitas vezes ainda não bem radicada. Nelas, o entusiasmo e o zelo apostólico se alternam a momentos de instabilidade e incoerência.Todavia, são Igrejas que estão amadurecendo graças à ação e à comunhão pastoral, que permite uma verdadeira “osmose de graça” entre as Igrejas de antiga tradição e as de recente constituição. Bento XVI nota uma diminuição dos missionários, balanceada, porém, pelo aumento do clero diocesano e religioso. O crescimento numérico de sacerdotes locais produz também uma nova forma de cooperação missionária: algumas jovens Igrejas iniciaram a enviar seus presbíteros a Igrejas desprovidas de clero. “É uma comunhão que sempre deve animar a ação evangelizadora”, afirmou o Papa.Portanto, as jovens Igrejas constituem uma sinal de esperança para o futuro de toda a Igreja. Neste contexto, o Pontífice os encoraja a não pouparem força e coragem para uma atenta obra pastoral, priorizando a missio ad gentes, a inculturação da fé, a formação dos candidatos ao sacerdócio e próprios sacerdotes. “A Igreja nasce da missão e cresce com a missão”, recordou. “Tenham sobre o mundo de hoje um olhar de fé, para compreendê-lo em profundidade, e um coração generoso, pronto a entrar em comunhão com as mulheres e os homens do nosso tempo.”As Igrejas em terras de missão, acrescentou o Papa, conhecem bem o contexto de instabilidade social que incide de modo preocupante sobre a vida cotidiana das pessoas. As emergências alimentares, de saúde e educação interrogam as comunidades eclesiais e as envolvem de modo direto. E não só, sua atenção e seu trabalho são apreciados e louvados. Às calamidades naturais, se acrescentam discriminações culturais e religiosas, intolerâncias e parcialidades, fruto de fundamentalismos que revelam visões antropológicas errôneas e que conduzem a subestimar, ou até mesmo a desconhecer, o direito à liberdade religiosa, o respeito pelos mais fracos, sobretudo por crianças, mulheres e portadores de deficiências. Diante deste cenário, o Papa pede aos Bispos que depositem sua confiança no Evangelho, na sua força renovadora, na sua capacidade de despertar as consciências e de provocar internamente o resgate das pessoas e a criação de uma nova fraternidade. “A difusão da Palavra do Senhor faz florescer o dom da reconciliação e favorece a unidade dos povos.”(BF)

terça-feira, 4 de setembro de 2012

CARDEAL MARTINI: INCANSÁVEL SERVIDOR DO EVANGELHO E DA IGREJA


"Incansável servidor do Evangelho e da Igreja": Bento XVI na mensagem para as exéquias do cardeal Martini








Incontável multidão – da cidade e arquidiocese de Milão, mas não só - prestou a sua última homenagem ao cardeal Carlo M

aria Martini, cujas exéquias tiveram lugar nesta segunda à tarde, na catedral milanesa, presididas pelo atual arcebispo o cardeal Angelo Scola. Ininterruptamente, desde sábado ao meio-dia, quando teve início a câmara ardente, mais de duzentas mil pessoas desfilaram perante o féretro colocado junto do altar mor do famoso Duomo di Milão.

O Evangelho proclamado nas Exéquias foi uma passagem do capítulo 6 de São João, com as palavras de Jesus “Aquele que vem a mim, não o rejeitarei, porque desci do Céu, não para fazer a minha vontade mas a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade d’aquele que me enviou, que quem vê o Filho e crê nele tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia”.

O Santo Padre fez-se representar pelo cardeal Angelo Comastri, seu Vigário geral para a Cidade do Vaticano e Arcipreste da basílica de São Pedro, que no início da celebração procedeu à leitura da mensagem de Bento XVI de que era portador. O Papa começa por citar um versículo do Salmo 118, “palavras que podem resumir – disse – toda a existência deste generoso e fiel pastor da Igreja”: “lâmpada para os meus passos é a tua palavra, luz para o meu caminho”.
O Cardeal Martini – escreveu o Papa – “foi um homem de Deus, que não só estudou a Sagrada Escritura, mas a amou intensamente, fazendo dela a luz da sua vida, para que tudo fosse ad maiorem Dei gloriam (para maior glória de Deus)”. “Precisamente por isso foi capaz de ensinar aos crentes e aos que se encontram à busca da verdade que a única Palavra digna de ser escutada, acolhida e seguida é a Palavra de Deus, poque indica o caminho da verdade e do amor”.

A mensagem pessoal do Papa recorda com apreço que o cardeal Martini revelou nisso “uma grande abertura de espírito, nunca recusando o encontro e o diálogo com todos, correspondendo concretamente ao convite do Apóstolo – “sempre prontos a responder a quem quer que vos peça razão da esperança que está em vós”. “Foi-o com um espírito de profunda caridade pastoral, segundo o seu lema episcopal Pró veritate adversa diligere – atento a todas as situações, especialmente as mais difíceis, próximo, no amor, a quem se encontrava no desconforto, na pobreza, no sofrimento”.

Quase a concluir, Bento XVI citava uma oração com que o cardeal Martini, concluía uma homilia pronunciada em 1980 na catedral milanesa: “Nós te pedimos, Senhor, faz de nós, água fresca para os outros, pão partilhado para os irmãos, luz para o que caminham nas trevas, vida para os que erram na sombra da morte. Sê Tu, Senhor, a vida do mundo. Guia-nos, Senhor, para a tua Páscoa. Juntos, caminharemos ao teu encontro, levaremos a tua cruz, saborearemos a comunhão da tua ressurreição. Conjuntamente, caminharemos para a Jerusalém celeste, em direção ao Pai”

“Que o Senhor acolha na Jerusalém do Céu este incansável servidor do Evangelho e da Igreja” – concluía a mensagem do Papa.