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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quarta-feira, 25 de junho de 2008

A FAMÍLIA


F.2.12 Família cristã -
CATECISMO DA iGREJA CATÓLICA

§2204 A FAMÍLIA CRISTÃ "Uma revelação e atuação específica da comunhão eclesial é constituída pela família cristã, que também, por isso, se pode e deve chamar igreja doméstica." E uma comunidade de fé, de esperança e de caridade; na Igreja ela tem uma importância singular, como se vê no Novo Testamento.
§2205 A família cristã é uma comunhão de pessoas, vestígio e imagem da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Sua atividade procriadora e educadora é o reflexo da obra criadora do Pai. Ela é chamada a partilhar da oração e do sacrifício de Cristo. A oração cotidiana e a leitura da Palavra de Deus fortificam nela a caridade. A família cristã é evangelizadora e missionária.
§2206
As relações dentro da família acarretam uma afinidade de sentimentos, de afetos e de interesses, afinidade essa que provém sobretudo do respeito mútuo entre as pessoas. A família é uma comunidade privilegiada, chamada a realizar "uma carinhosa abertura recíproca de alma entre os cônjuges e também uma atenta cooperação dos pais na educação dos filhos".

F.2.18 Família célula originária da vida social
§1882 Certas sociedades, como a família e a cidade, correspondem mais imediatamente à natureza do homem. São-lhe necessárias. A fim de favorecer a participação do maior número na vida social, é preciso encorajar a criação de associações e instituições de livre escolha, "com fins econômicos, culturais, sociais, esportivos, recreativos, profissionais, políticos, tanto no âmbito interno das comunidades políticas como no plano mundial". Esta "socialização" exprime, igualmente, a tendência natural que impele os seres humanos a se associarem para atingir objetivos que ultrapassam as capacidades individuais. Desenvolve as qualidades da pessoa, particularmente seu espírito de iniciativa e responsabilidade. Ajuda a garantir seus direitos.
§2207 A família e a sociedade A família é a célula originária da vida social. E a sociedade natural na qual o homem e a mulher são chamados ao dom de si no amor e no dom da vida. A autoridade, a estabilidade e a vida de relações dentro dela constituem os fundamentos da liberdade, da segurança e da fraternidade no conjunto social. A família é a comunidade na qual, desde a infância se podem assimilar os valores morais, tais como honrar a Deus e usar corretamente a liberdade. A vida em família é iniciação para a vida em sociedade.

F.2.19 Família comunidade ativa
§2206 As relações dentro da família acarretam uma afinidade de sentimentos, de afetos e de interesses, afinidade essa que provém sobretudo do respeito mútuo entre as pessoas. A família é uma comunidade privilegiada, chamada a realizar "uma carinhosa abertura recíproca de alma entre os cônjuges e também uma atenta cooperação dos pais na educação dos filhos".


F.2.20 Família igreja doméstica
§1655 A Igreja doméstica Cristo 5quis nascer e crescer no seio da Sagrada Família José e Maria. A Igreja não é outra coisa senão a "família de Deus". Desde suas origens, o núcleo da Igreja era em geral constituído por aqueles que, "com toda a sua casa", se tomavam cristãos. Quando eles se convertiam, desejavam também que "toda a sua casa" fosse salva. Essas famílias que se tomavam cristãs eram redutos de vida cristã num mundo incrédulo.
§1656 Em nossos dias, num mundo que se tornou estranho e até hóstia à fé, as famílias cristãs são de importância primordial, como lares de fé viva e irradiante. Por isso, o Concílio Vaticano II chama a família, usando uma antiga expressão, de "Ecclesia domestica". E no seio da família que os pais são "para os filhos, pela palavra e pelo exemplo... os primeiros mestres da fé. E favoreçam a vocação própria a cada qual, especialmente a vocação sagrada".
§1658 Não podemos esquecer também certas pessoas que, por causa das condições concretas em que precisam viver - muitas vezes contra a sua vontade -, estão particularmente próximas do coração de Jesus e merecem uma atenciosa afeição e solicitude da Igreja e principalmente dos pastores: o grande número de pessoas celibatárias. Muitas dessas pessoas ficam sem família humana, muitas vezes por causa das condições de pobreza. Há entre elas algumas que vivem essa situação no espírito das bem-aventuranças, servindo a Deus e ao próximo de modo exemplar. A todas elas é preciso abrir as portas dos lares, "Igrejas domésticas", e da grande família que é a Igreja. "Ninguém está privado da família neste mundo: a Igreja é casa e família para todos, especialmente para quantos 'estão cansados e oprimidos'."
§1666 O lar cristão é o lugar em que os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. Por isso, o lar é chamado, com toda razão, de "Igreja doméstica", comunidade de graça e de oração, escola das virtudes humanas e da caridade cristã.
§2204 A FAMÍLIA CRISTÃ (rp) "Uma revelação e atuação específica da comunhão eclesial é constituída pela família cristã, que também, por isso, se pode e deve chamar igreja doméstica." E uma comunidade de fé, de esperança e de caridade; na Igreja ela tem uma importância singular, como se vê no Novo Testamento.
§2205
A família cristã é uma comunhão de pessoas, vestígio e imagem da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Sua atividade procriadora e educadora é o reflexo da obra criadora do Pai. Ela é chamada a partilhar da oração e do sacrifício de Cristo. A oração cotidiana e a leitura da Palavra de Deus fortificam nela a caridade. A família cristã é evangelizadora e missionária.
Servidores da oração
§2685 A família cristã é o primeiro lugar da educação para a oração. Fundada sobre o sacramento do matrimônio, ela é "a Igreja doméstica", onde os filhos de Deus aprendem a orar "como Igreja" e a perseverar na oração. Para as crianças, particularmente, a oração familiar cotidiana é o primeiro testemunho da memória viva da Igreja reavivada pacientemente pelo Espírito Santo.


F.2.21 Família imagem da Trindade e reflexo da obra criadora do Pai
§2205 A família cristã é uma comunhão de pessoas, vestígio e imagem da comunhão do Pai, do I.40.2 Conseqüências da injustiça
§2317 As injustiças, as desigualdades excessivas de ordem econômica ou social, a inveja, a desconfiança e o orgulho que grassam entre os homens e as nações ameaçam sem cessar paz e causam as guerras.
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C.3.2 Conseqüências da calúnia
§2479
Maledicência e calúnia destroem a reputação e a honra do próximo. Ora, a honra é o testemunho social prestado à dignidade humana. Todos gozam de um direito natural à honra do próprio nome, à sua reputação e ao seu respeito. Dessa forma, a maledicência e a calúnia ferem as virtudes da justiça e da caridade.

FontFilho e do Espírito Santo. Sua atividade procriadora e educadora é o reflexo da obra criadora do Pai. Ela é chamada a partilhar da oração e do sacrifício de Cristo. A oração cotidiana e a leitura da Palavra de Deus fortificam nela a caridade. A família cristã é evangelizadora e missionária.
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Fonte:
Catecismo da Igreja Católica

A DEFESA DA LIBERDADE RELIGIOSA

Portugal empenhado na defesa da liberdade religiosa
Colóquio Internacional discute contributo das religiões para a paz

O Fórum Lisboa acolhe entre hoje e amanhã o III Colóquio Internacional da Comissão da Liberdade Religiosa (CLR) sobre o tema "O contributo das religiões para a paz".
Na abertura dos trabalhos, o primeiro-ministro, José Sócrates, considerou que a liberdade religiosa não é "um assunto resolvido", defendendo o empenhamento permanente da comunidade política na sua defesa.
"A liberdade religiosa não é um tema fácil, nem está resolvido", afirmou José Sócrates, na abertura do colóquio.
Sublinhando que a liberdade religiosa é uma questão que "exige o empenhamento permanente da comunidade política", o chefe do Governo alertou para a existência de "sintomas" que "em todos os momentos" não deixam que a liberdade religiosa possa ser dado como "um dado adquirido".
"A diversidade e a tolerância são valores democráticos que contribuem para a afirmação da liberdade religiosa", declarou, descrevendo a liberdade religiosa como "o respeito pela diferença" e a "igualdade de dignidade a todas as crenças".
José Sócrates falou ainda da laicidade do Estado, ou seja, "o Estado neutro perante todas as religiões". Contudo, acrescentou, "neutralidade não significa o não reconhecimento do valor ético de todas as religiões".
O Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, salientou também a importância das religiões para a construção da paz. "As religiões não são mais um capítulo para a construção da paz, elas interferem com todos os outros", disse.
D. José Policarpo fez ainda referência ao "longo caminho" que é preciso percorrer nas relações entre as religiões, defendendo a necessidade de acentuar "o conhecimento mútuo e o respeito pelos limites".
"Há um universo ético comum a todas as grandes religiões que pode ser decisivo para o caminho da paz", declarou.
Antes, o presidente da Comissão de Liberdade Religiosa, Mário Soares, aludiu igualmente à importância do diálogo inter-religioso. "Acredito nas virtudes do diálogo inter-religioso e entre crentes e não crentes", afirmou o ex-Presidente da República.
Esta tarde, o Colóquio contará também com a presença de Attilio Tamburrini, coordenador da edição internacional do Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo, promovida pelo Conselho Geral Internacional da Ajuda à Igreja que Sofre. Attilio Tamburrini irá proferir uma conferência no dia 23 de Junho, pelas 17 horas com o título "A liberdade religiosa no mundo".
A liberdade religiosa em Portugal será um tema desenvolvido pelo professor Jónatas Machado, da faculdade de direito da Universidade de Coimbra.
Já no que respeita ao tema "Crentes e não crentes face à laicidade" programada para o segundo dia do colóquio, está previsto que seja abordado por António Reis, professor da Universidade Nova de Lisboa e grão-mestre da Maçonaria, e por Agostino Giovagnoli, da Comunidade de católica de Santo Egídio.
Redacção/Lusa

Fonte: Nacional Agência Ecclesia 23/06/2008 13:22 2878 Caracteres 96 Igreja/Estado

terça-feira, 24 de junho de 2008

A INVEJA

A inveja, conforme Sebastián de Covarrubias, gravura século 16

I.54 INVEJA
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

I.54.1 Inveja pecado capital
§2538 O décimo mandamento exige banir a inveja do coração humano. Quando o profeta Natã quis estimular o arrependimento do rei Davi, contou-lhe a história do pobre que possuía uma única ovelha, tratada como sua própria filha, e do rico que, apesar da multidão de seus rebanhos, invejava o primeiro e acabou roubando-lhe a ovelha. A inveja pode levar às piores ações. E pela inveja do demônio que a morte entrou no mundo:
Nós nos combatemos mutuamente, e é a inveja que nos arma uns contra os outros... Se todos procuram por todos os meios abalar o Corpo onde acabaremos? Nós estamos enfraquecendo o Corpo de Cristo... Declaramo-nos membros de um mesmo organismo e nos devoramos como feras.
§2539 A inveja é um vício capital. Designa a tristeza sentida diante do bem do outro e do desejo imoderado de sua apropriação, mesmo indevida. Quando deseja um grave mal ao próximo, é um pecado mortal:
Sto. Agostinho via na inveja "o pecado diabólico por excelência". "Da inveja nascem o ódio, a maledicência, a calúnia, a alegria causada pela desgraça do próximo e o desprazer causado por sua prosperidade."
§2540 A inveja representa uma das formas de tristeza e, portanto, uma recusa da caridade; o batizado lutará contra ela mediante a benevolência. A inveja provém muitas vezes do orgulho o batizado se exercitará no caminho da humildade:Quereríeis ver Deus glorificado por vós?
Pois bem, alegrai-vos com os progressos de vosso irmão e imediatamente Deus será glorificado por vós. Deus será louvado dirão, porque seu servo soube vencer a inveja, colocando alegria nos méritos dos outros.
§2553 A inveja é a tristeza sentida diante do bem de outrem e o desejo imoderado de dele se apropriar. E um vício capital.
§2554 O batizado combate a inveja pela benevolência, pela humildade e pelo abandono nas mãos da Providência divina.
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I.40.2 Conseqüências da injustiça
§2317 As injustiças, as desigualdades excessivas de ordem econômica ou social, a inveja, a desconfiança e o orgulho que grassam entre os homens e as nações ameaçam sem cessar paz e causam as guerras.
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C.3.2 Conseqüências da calúnia
§2479 Maledicência e calúnia destroem a reputação e a honra do próximo. Ora, a honra é o testemunho social prestado à dignidade humana. Todos gozam de um direito natural à honra do próprio nome, à sua reputação e ao seu respeito. Dessa forma, a maledicência e a calúnia ferem as virtudes da justiça e da caridade.

Fonte: Catecismo da Igreja Católica

INVEJA E VAIDADE, EXISTEM TAMBÉM NA IGREJA

CARD. MARTINI: INVEJA, VAIDADE, CALÚNIA E CARREIRISMO EXISTEM TAMBÉM NA IGREJA
Roma, (RV) - A inveja é o "vício clerical por excelência", e os outros pecados capitais mais presentes na Igreja são a vaidade e a calúnia. Quem o afirma é o Cardeal Carlo Maria Martini, 81, arcebispo emérito de Milão, um dos nomes mais respeitados da Igreja Católica no mundo. O Cardeal Martini, que ao completar 75 anos trocou Milão por Jerusalém, está dirigindo os exercícios espirituais em andamento na sede dos jesuítas na localidade de Ariccia, próximo de Roma. Segundo ele, muitos dentro da Igreja estão "consumidos" pela inveja. Alguns não aceitam nomeações de outros para bispo, e este não é o único pecado capital entre os homens da Igreja. O cardeal contou que costumam chegar às dioceses cartas anônimas, desacreditando seus membros. Quando estava em Milão, mandava destruir todas as cartas com esse tipo de conteúdo. O Card. Carlo Maria Martini denunciou também o vício da vaidade, precisando que na Igreja "é muito grande". "Continuamente, a Igreja se desnuda e se reveste de ornamentos inúteis, numa tendência à ostentação e ao alarde." O cardeal citou ainda o "carreirismo" na Igreja e especialmente na Cúria Romana, onde "cada um quer ser mais que o outro". (CM/BF)
Fonte: RV

segunda-feira, 23 de junho de 2008

50º CONGRESSO EUCARÍSTICO SERÁ EM DUBLIN, IRLANDA, EM 2012


BENTO XVI: "EUCARISTIA É O SACRAMENTO POR EXCELÊNCIA". 50º CONGRESSO EUCARÍSTICO SERÁ EM DUBLIN, IRLANDA, EM 2012
Dublin - Irlanda

Cidade do Vaticano, 22 jun (RV)

– Na tarde deste domingo, Bento XVI pronunciou via satélite a homilia da missa de encerramento do 49º Congresso Eucarístico Internacional, realizado em Québec, no Canadá, sobre o tema: "A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo".A Santa Missa conclusiva foi presidida pelo enviado especial do papa, Cardeal Jozef Tomko, presidente emérito do Pontifício Comitê para os Congressos Eucarísticos Internacionais, diante do Museu de Belas Artes de Québec.Em sua homilia, pronunciada em francês e inglês, o papa partiu do tema central do evento: "A Eucaristia é o nosso tesouro mais lindo! É o Sacramento por excelência! Ela nos introduz antecipadamente na vida eterna; ela contém todo o mistério da nossa salvação; ela é a fonte e o ápice da ação e da vida da Igreja".Eis a importância, disse Bento XVI, deste grande Sacramento, que deve ser aprofundado constantemente por pastores e fiéis. Assim, cada um poderá reforçar sua fé e exercer melhor, todos os dias, sua missão na Igreja e no mundo: "A participação da Eucaristia não nos distancia dos nossos contemporâneos, pelo contrário, uma vez que ela é a expressão por excelência do Amor de Deus, nos exorta, com os nossos irmãos, a enfrentarmos os desafios presentes e a fazer do planeta um lugar onde se possa viver bem".O Bispo de Roma exortou os fiéis a lutarem, sem cessar, para que todas as pessoas sejam respeitadas, desde a sua concepção até a morte natural; que nossas sociedades ricas acolham os pobres e reconheçam sua dignidade; que as pessoas nutram e façam viver suas famílias; que a paz e a justiça reinem em todos os continentes: eis alguns desafios que devem mobilizar os homens de hoje. Para superá-los, os cristãos podem contar com o mistério Eucarístico.Bento XVI explicou o significado de um Congresso Eucarístico, que, acima de tudo, serve para revigorar a nossa fé mediante a catequese, fazer-nos descobrir a centralidade deste mistério de fé e proporcionar-nos força e eficácia redentora.Ao recordar os exemplos dos santos canadenses que contribuíram para a vida missionária da Igreja, mediante uma vida toda voltada para a Eucaristia, o Papa frisou que a Eucaristia não é uma refeição entre amigos, mas o mistério da nova Aliança.Bento XVI concluiu sua homilia convidando os presentes a rezarem a Deus para conceder a graça de dar à sua Igreja mais sacerdotes. "Que as famílias cristãs sejam o lugar e o berço de novas vocações", disse o papa.Este foi também o apelo que Bento XVI fez ontem à noite, através de uma vídeomensagem, aos jovens reunidos em Québec para a Vigília de Oração na conclusão do 49º Congresso Eucarístico Internacional. O Papa os convidou a serem testemunhas do mistério Eucarístico, dom do amor de Deus para a Igreja e para o mundo. Por fim, o pontífice anunciou que o 50º Congresso Eucarístico Internacional, em 2012, será realizado em Dublin, Irlanda, para o qual, desde já, pede as orações de todos. (MT/BF)
Fonte: RV

domingo, 22 de junho de 2008

PROGRAMA DA VISITA DO PAPA À FRANÇA

ARCEBISPO DE PARIS APRESENTA PROGRAMA DA VISITA DO PAPA À FRANÇA, EM SETEMBRO PRÓXIMO
Catedral de Notre Dame de Paris

Paris, 22 jun (RV) - Na França, continuam os preparativos para a visita de Bento XVI, de 12 a 15 de setembro. Trata-se de uma viagem apostólica que se realizará por ocasião dos 150 anos das aparições da Virgem de Lourdes. Segundo o jornal vaticano “L’Osservatore Romano”, será denso o programa apresentado nesta quarta-feira pelo arcebispo de Paris e presidente da Conferência Episcopal Francesa, Cardeal Andrè Vingt-Trois. O purpurado, referindo-se a Bento XVI, ressaltou o “interesse” do pontífice por aquilo que acontece no país, o definiu como um “perfeito francófono”, “habituado às sutilezas da nossa língua francesa”. Ilustrando mais detalhadamente os compromissos previstos, o cardeal recordou dois eventos particularmente esperados: a santa missa em Paris na Esplanada dos Inválidos, prevista para sábado, dia 13, e a celebração, no domingo, dia 14, em Lourdes, no campo diante de Massabielle, dirigida, sobretudo, aos jovens.Justamente os jovens são muito presentes na Igreja católica francesa, “o que implica uma responsabilidade” em relação a eles e representa também “uma força” _ disse o arcebispo de Paris. Os jovens serão também os protagonistas, no dia 12 de setembro, em Paris, da vigília que se fará na Catedral de Notre-Dame, bem como em diversas igrejas da capital. O encontro será inaugurado pelo papa, que na parte da tarde receberá o abraço de milhares de franceses ao longo do trajeto entre “Le Bernardins”, onde encontrará o mundo da cultura, e “Notre-Dame”. Representantes de outras confissões cristãs darão com a sua presença uma dimensão ecumênica à celebração. Consta também na agenda de Bento XVI um colóquio com o presidente Nicolas Sarkozy. Após Paris, o Santo Padre se fará peregrino entre os peregrinos transferindo-se para Lourdes. Participará da tradicional procissão de velas e no dia sucessivo celebrará a santa missa no campo diante de Massabielle, depois da qual terá lugar a procissão eucarística e o encontro com os bispos franceses. ”Será uma ocasião importante para manifestar junto a nossa comunhão na fé e receber uma mensagem confortadora e encorajadora” _ declarou o Cardeal Vingt-Trois. No dia seguinte, o papa concluirá o caminho do Jubileu com a quarta etapa do mesmo, ou seja, a etapa “eucarística”: fará uma visita ao oratório do abrigo.Em seguida, Bento XVI presidirá a santa missa na Basílica do Rosário, na festa de Nossa Senhora das Dores, e dará a unção dos enfermos. O cardeal-arcebispo de Paris confirmou a grande expectativa dos franceses por essa viagem e são muitos os que têm se manifestado “interessados e motivados” a participar. (RL)

PAPA ENCERRA CONGRESSO EUCARÍSTICO DE QUÉBEC

PAPA ENCERRA CONGRESSO EUCARÍSTICO DE QUÉBEC DIRETAMENTE DE ROMA

Roma, 21 jun (RV) - Com a homilia da missa que pronunciará ao vivo, do Vaticano, via satélite, Bento XVI concluirá neste domingo o 49º Congresso Eucarístico Internacional, em andamento desde 15 de junho em Québec, no Canadá, com o tema "A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo".A celebração eucarística será presidida às 11h hora local, meio-dia hora de Brasília, pelo delegado papal, Cardeal Jozef Tomko, diante do Museu de Belas Artes de Québec. Contudo, as atividades começarão às 8h com um espetáculo de música e uma procissão da qual tomarão parte 1.200 pessoas. Para poder ver e ouvir o Santo Padre, os organizadores instalaram telões em toda a área.
A Rádio Vaticano vai transmitir ao vivo para todo o Brasil a celebração a partir das 11h50, com comentários em português.
A missa de encerramento também pode ser acompanhada através do site www.ecdq.tv/en/videos/.
Fonte : RV

sábado, 21 de junho de 2008

HOJE - São Luís Gonzaga


História do protetor da juventude - São Luís Gonzaga

1568 Nascimento
São Luís Gonzaga nasceu en Castiglione, Itália, a 9 de março de 1586, filho primogênito de D. Fernando Gonzaga, príncipe do Império, e de Da. Marta Tana Santena.

1573 Aos 5 anos, orgulho da Tropa
D. Fernando Gonzaga leva Luís, com 5 anos, numa expedição guerreira à Tunísia. Tornou-se o orgulho da tropa. Queimara o rosto ao disparar um mosquetão sozinho, reprimindo varonilmente a dor. Nova proeza. Era hora da sesta. De repente, um tiro de canhão. Dom Fernando manda uma patrulha em direção ao tiro. Descobrem a peça ainda fumegante e, por trás das rodas do canhão, Luís que trabalhava por sacudir o pó. O pai manda-o de volta para Castiglione. Começa a fase dos estudos.

1575 A "Conversão"
Ouvira dos soldados certas expressões que, embora não lhes atingisse o significado, não deixavam de ser grosseiros palavrões. Para fazer-se importante diante dos soldados, as repetia para divertimento da velha guarda. Uma vez de volta para casa, ouviu-o falar palavrões o seu aio, Del Turco, censurando com seriedade. Bastaram-lhe para a vida inteira. Nunca mais falou algo com que devesse se envergonhar. Foi o início do que Luís chamaria, mais tarde, da sua Conversão. O conhecimento do pecado e sua oposição a Deus, foi a grande novidade que veio sobressaltar a alma dele criança. Poucos anos bastaram para que o amor de Deus enchesse inteiramente o coração puro de Luís. Este primeiro desenvolvimento culminou mais ou menos aos 7 anos de idade.

Florença
Vida na corte com tudo a que tinha direito: festas, brinquedos, roupas, aulas de dança, professor de caligrafia. Mas Luís já não era mais criança. Estava conscientemente empenhado na formação do próprio caráter. Já fazia algum tempo que Luís vinha pedindo ao mestre Del Turco para que lhe procurasse um confessor. Del Turco apontou-lhe o padre Della Torre, reitor do colégio dos jesuítas. Daí para frente começou a formar sua personalidade interior, atento a tudo que pudesse desfigurá-la.
Primeiro, a IRA, a "fraqueza dos fortes". Em poucas semanas conseguiu dominá-la.
Segundo, o Noviciado da Língua: nenhuma palavra mais que pudesse ferir os outros. Falar somente o necessário.
Terceiro, tratar a criadagem segundo o Espírito do Cristianimo. Por suas atenções para com os criados, desfrutava de grande veneração entre eles. Quarto, o Sacramento da Penitência, que foi e continuou sendo para Luís a fonte onde buscava força e estímulos para uma constante e esmerada formação do seu caráter. Através deste instrumento singular da Graça, desenvolveu-se nele aquela extraordinária clareza e segurança de consciência que, anos mais tarde, haveria de assombrar o seu próprio confessor, São Roberto Bellarmino. Luís considerou sempre o Sacramento da Penitência como o ponto central de sua vida interior.

Nossa Senhora e a Castidade
Em Florença, Luís costumava visitar com frequência a igreja de Nossa Senhora "Santissima Annunziata", e deter-se demoradamente diante do quadro da Anunciação. Os olhos puros de Maria tocaram-no profundamente.. Pareciam que estavam a lhe fazer um convite: "Filho, não queres ser como eu fui e ainda sou? Não me queres dar teu coração para que eu o entregue a Jesus como propriedade sua para sempre?" Sua resposta foi simples e singela. Ante o quadro da Anunciação, numa hora de recolhimento e de graça, depositou nas mãos de Maria todo o seu ser virgem e emitiu o voto de perpétua virgindade.

1580 Volta a Castiglione: vida de oração
Junho de 1580. Abrem-se novos horizontes. Algo aconteceu com respeito à oração. Rezava ora nos cumes das montanhas, ora no interior do seu quarto. Espreitando-o por uma fresta da porta, os camareiros viam-no ajoelhado no chão, diante de um grande crucifixo de prata, único ornato em seu quarto, abismado em oração, braços estendidos ou com as mãos postas, sereno, imóvel. E de seus olhos corriam lágrimas de amor e felicidade. Costumava, aos descer as escadas, saudar em cada degrau a Medianeira de Todas as Graças com uma Ave-Maria. Luís tornou-se um grande homem de oração. A princípio rezava 1 hora de manhã e 1 hora à noite. Depois, passou a prolongar a oração durante a noite. Começou, então, a célebre luta contra as distrações na oração. Esta tornou-se o grande propulsor de toda a vida de Luís. Dizia: "A plenitude evangélica só se adquire com o estudo da oração. Não pode jamais a ser perfeito quem não for homem de oração".

1580 Primeira comunhão
De visita a Castiglione, o cardeal São Carlos Borromeu pergunta a Luís se já havia recebido a santa Comunhão. Luís respondeu que não. No dia 22 de junho de 1580, festa de Santa Maria Madalena, recebeu, na igreja Matriz, das mãos do Cardeal São Carlos Borromeu, a sua Primeira Comunhão. Tinha 12 anos de idade. Quando, durante a Missa, o celebrante erguia o Corpo do Senhor para a adoração dos fiéis, corriam pelas faces de Luís lágrimas de emoção, porque começava a desvendar-se, diante dele, os mistérios da Redenção.

1581 Espanha
Em 1581 parte com a família rumo à Espanha, convidado que fora seu pai a integrar a comitiva de Da. Maria da Áustria. Luís, e seu irmão Rodolfo, foram destacados para o serviço imediato do jovem príncipe herdeiro, D.Diogo, filho de Felipe II. Estava Luís Gonzaga com 13 anos. Intensificou sua vida de oração. Às vezes levava cinco, ou mais, horas de esforços para se livrar das distrações. Vestia-se modestamente, muitas vezes como pobre. Mas a todos causava respeito. Após 1 ano na corte, o príncipe herdeiro morre. Luís começa a preocupar-se com o futuro. Queria decidir sobre a vocação.

Vocação
Depois de muita oração, decide consagrar toda sua vida a Deus entrando numa Ordem religiosa. Mas, QUAL? Pouco a pouco a COMPANHIA DE JESUS foi predominando. Ainda viviam vários padres do tempo de Santo Inácio. Mas o que exerceu um último e decisivo influxo, foi o fato da garantia que a Ordem lhe dava de jamais ser elevado a honras ou dignidades eclesiásticas...ser um simples homem entre outros homens, todo para Deus e para a salvação das almas. Resolveu e ficou em paz. Pede luz à Mãe do Céu, Nossa Senhora do Bom Conselho. Sente a certeza. Seu confessor confirma a decisão. Luís vai imediatamente comunicar a decisão a sua mãe. Esta leva a notícia ao marquês. Da parte deste, primeiro admiração; depois, raiva e, finalmente, um NÃO decidido! Luís resolve enfrentar o pai. Ameaçado de chicotadas, responde; "Peço a Deus que me conceda a graça de, se for preciso, sofrer pacientemente pela minha vocação". Passam-se dois anos de luta entre os dois. Deixam para resolver o assunto na volta para a Itália.

1584 Volta à Itália
São Luís estava com 16 anos. Mandado a visitar os principados vizinhos, conservou-se forte e puro. Quanto à vocação, o marquês volta à carga: "Vai-te daqui para fora e não apareças mais diante dos meus olhos!" Luís deixa a casa paterna. O pai manda trazê-lo de volta. Novos vitupérios. Luís tranca-se no quarto. O pai, preocupado, vai expiar. O que vê? Luís prostrado de joelhos, diante do crucifixo, repetindo jaculatórias ao seu Jesus. Ao mesmo tempo, com mão firme, vergastava tão violentamente suas costas, que o sangue já aparecia nas estrias. O marquês, impressionado, concede-lhe, finalmente, a permissão. Escreve ao geral da Companhia de Jesus entregando-lhe o seu primogênito, o que de mais caro possuía no mundo!

1585 A abdicação
O dia 2 de novembro de 1585 foi o dia da abdicação. O notário termina a leitura da renúncia de todos os bens. Luís assina sem vacilar. Retira-se para o quarto. Dentro de instantes volta já trajando a batina preta dos jesuítas.

1585 Ingresso na Companhia de Jesus
Aos 20 de novembro de 1585, entra no noviciado de Santo André, em Roma. Começa a observância fiel das regras. Antes de terminar o primeiro ano de noviciado é mandado a Nápoles, a fim de retomar os estudos. Uma das razões era que a sua saúde já começava a dar sinais de abalo. Mas o clima de Nápoles foi pior. Em maio de 1587 é chamado de volta a Roma, onde concluiria o ano letivo. Sobressaiu nos estudos de filosofia. Escolhido para a disputa solene, três cardeais compareceram. Em 1587, fez os Santo Votos de pobreza, castidade e obediência na capela do Colégio Romano. Não havia completado ainda 20 anos. Em 1589, enquanto passava o verão na casa de campo de Frascati, o padre, depois santo, Roberto Bellarmino avisa-o que deve viajar para sua terra natal. Problemas de família. Resolve-os e vai continuar seus estudos em Milão. Durante sua estadia nesta cidade, sente que estava próxima sua viagem para a pátria definitiva. Volta a Roma, decidido a empregar, com toda energia, o tempo que lhe restasse, na preparação para o encontro com o Senhor. Entrega tudo o que tinha ao P. Reitor e inicia o seu quarto e último ano de teologia.

1591 O Apóstolo da Caridade
Em 1591, a peste bate às portas da Itália. Contavam-se, aos milhares, as vítimas em Roma. Luís sentiu que sua grande hora havia chegado. Quis tornar-se um simples Irmão enfermeiro a serviço do próximo. Somente no Colégio Romano eram tratados 300 indigentes. Insiste para cuidar dos doentes, preferindo os mais pobres e necessitados. o zelo de Luís fá-lo descuidar de certas precauções. os superiores o proíbem de trabalhar no hospital, com medo do contágio. Pede, então, para ser transferido a outro hospital menos perigoso. Para lá dirige-se no dia 3 de março de 1591. No caminho, topa na rua com um empestado. Levanta-o e carrega-o nos ombros até o Hospital da Consolação. Volta para casa minado pela febre. O germe da morte infiltrara-se em seu corpo extenuado. Recolhe-se logo ao leito, o seu leito de morte!. Em cinco dias a doença leva-o às portas da morte. Vem uma primeira crise. Resiste, ainda, por três meses. A 10 de junho, escreve uma carta de despedia a sua mãe:
"Recebi sua carta ainda em vida nesta terra dos mortos. Em breve, porém, irei louvar a Deus na eternidade, terra dos vivos...Nossa separação não durará muito. Lá em cima nos reencontraremos".
Depois disso, Luís só falava do céu: "Desejo dissolver-me e estar com Cristo" .

1591 A Morte
Caia a tarde de 20 de junho. Era uma quinta-feira, oitava da festa de Corpus Christi. Pede que lhe tragam a santa comunhão. Após a comunhão, pede para despedir-se de cada um em particular. Na hora do desenlace, três pessoas ficaram no quarto. Ao entrar a noite, somente um padre estava no quarto. Este aproxima-se do leito de Luís e pergunta-lhe se precisava de alguma coisa. "Ajudai-me...estou morrendo!".
Depois, pede que o virem para o outro lado. Os outros dois padres volta. Colocam uma vela na mão do moribundo. Luís segura-a firmemente. Com a outra mão, aperta firmemente ao peito o crucifixo dos agonizantes. mantinha o olhar fixo num outro crucifixo que haviam colocado aos pés da cama.
Onze da noite, um leve tremor, e dos lábios de Luís, um hálito de respiração e um, bem apagado, "Jesus!" . Fim!
Luís Gonzaga voara para a eternidade!
Era o dia 21 de junho de 1591.
Luís Gonzaga tinha 23 anos!

1605 Beatificação

1726 Canonização

1926 Protetor da Juventude
Proclamado pelo Papa Pio XI, em 1926, modelo e protetor da juventude.

Clique aqui e assista, em vídeo, a narração da vida de São Luiz Gonzaga.

Fonte: Site da Internet- Paroquia São luis Gonzaga e TV ARAUTOS

sexta-feira, 20 de junho de 2008

"É IMPORTANTE TORNAR ATRAENTE A PALAVRA DE DEUS"

BENTO XVI ÀS RÁDIOS CATÓLICAS:
"É IMPORTANTE TORNAR ATRAENTE A PALAVRA DE DEUS"


Cidade do Vaticano, 20 jun (RV)
- Bento XVI recebeu na manhã desta sexta-feira, na Sala Clementina, os participantes no Congresso Internacional para os Responsáveis de Rádio Católicas, promovido pelo Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, cerca de 130 pessoas.No discurso que dirigiu aos presentes o Papa, primeiramente saudou com afeto, através dos presentes, os muitos ouvintes dos diversos países e continentes que todos os dias ouvem as suas vozes e graças ao seu serviço de informação aprendem a conhecer melhor Cristo, a escutar o Papa e a amar a Igreja. É importante “tornar atraente a Palavra de Deus” dando-lhe corpo através de transmissões radiofônicas que toquem “o coração dos homens do nosso tempo” e participem “na transformação da vida dos nossos contemporâneos”: foi a exortação que o Papa fez aos presentes na Sala Clementina.Depois de agradecer o Presidente do Pontifício Conselho das Comunicações, Dom Cláudio Maria Celli, pela saudação feita momentos antes, - durante a qual ele recordou a visita de Bento XVI à Rádio Vaticano -, o Papa disse que as muitas e diversas formas de comunicação com as quais devemos nos confrontar, manifestam com evidente clareza como o homem, na sua estrutura antropológica essencial, seja constituído para entrar em relação com o outro. E o faz, sobretudo, através da palavra:...“Na sua simplicidade e aparente pobreza, a palavra, inscrevendo-se na comum gramática da linguagem, se coloca como instrumento que realiza a capacidade de relação dos homens. Esta se baseia na riqueza compartilhada de uma razão criada à imagem e semelhança do LOGOS eterno de Deus, isto é daquele LOGOS no qual tudo livremente e por amor é criado”. Pensamento que o Papa desenvolveu falando em francês:“Em razão da sua ligação com a palavra, o rádio participa da missão eclesial, mas ao mesmo tempo gera uma nova maneira de viver, de ser e de fazer Igreja. As múltiplas formas de comunicação podem ser um dom de Deus a serviço do desenvolvimento da pessoa humana e de toda a humanidade. O rádio, em particular, através da palavra e da música pode informar e formar, anunciar e denunciar, mas sempre no respeito da realidade e na clara perspectiva da educação à verdade e à esperança. Jesus nos doa a verdade sobre o homem e para o homem – disse ainda o Papa – e a partir desta verdade, nos dá uma “uma esperança para o presente e para o futuro das pessoas e do mundo”. Por isso o Papa encoraja as rádios católicas na sua missão e as felicita pelo seu trabalho.O Papa em seguida citando a sua Encíclica Spe Salvi disse que o Evangelho, que “não é somente uma comunicação de coisas que se podem saber, mas sim uma comunicação que comporta fatos e muda a vida”. Esta autocomunicação de Deus é a que oferece um novo horizonte de esperança e de verdade às esperanças humanas, e dessa esperança é que surge, já neste mundo, o início de um mundo novo, dessa vida eterna que ilumina a obscuridade do futuro humano.O Papa encerrou o discurso falando das entusiastas perspectivas que se abrem ao trabalho dos comunicadores. As suas emissoras podem representar, desde agora, um pequeno mas concreto eco no mundo daquela rede de amizade que a presença de Cristo Ressuscitado, o Deus conosco, inaugurou entre o céu e a terra e entre homens de todos os continentes e épocas. Assim fazendo, concluiu o Papa, o trabalho de vocês se inscreverá a pleno título na missão da Igreja, à qual convido a amar profundamente. Ajudando o coração de cada homem a abrir-se a Cristo, vocês ajudarão o mundo a abrir-se à esperança e a espalancar-se àquela civilização da verdade e do amor que é o fruto mais eloquente da sua presença entre nós. (SP)
Fonte: RV

NÃO PODEMOS PERMANECER PASSIVOS DIANTE DA EXPLORAÇÃO DA MULHER

«Não podemos permanecer passivos diante da exploração sexual da mulher»

A Associação Comunidade Papa João XXIII pede uma luta «séria» contra a prostituição

CIDADE DO VATICANO,
- Os governos devem enfrentar seriamente o problema da prostituição com medidas encaminhadas à supressão desse fenômeno, afirma o responsável geral da Associação Comunidade Papa João XXIII, Giovanni Paolo Ramonda.

Em um artigo publicado em L’Osservatore Romano, Ramonda afirma que «no terceiro milênio, a mercantilização da pessoa é um fenômeno que ainda deve ser combatido», e diante do qual os cristãos «não podem permanecer passivos e resignados».

«As mulheres escravizadas pela prostituição não devem ser consoladas nem assistidas, devem ser libertadas», afirma.

A exploração sexual da mulher, afirma Ramonda, não supõe «o encontro de duas liberdades, a da prostituta e a do cliente» mas que é «conseqüência direta de sistemas injustos nos quais as vítimas, para melhorar suas condições de vida ou simplesmente para sobreviver, convertem-se em mercadoria fácil para traficantes sem escrúpulos».

Para o responsável da associação, a situação se agravou com a imigração massiva ao Ocidente rico, que oferece o bem-estar fácil, com o qual «intermediários e exploradores organizaram verdadeiros grupos à custa das mulheres mais indefesas, alimentando um aumento de violências e crueldades».

Recordando as condenações expressadas pelos dois últimos Papas, Ramonda pede aos governos que atuem de forma determinante contra a prostituição como uma forma de violência sexual. «O respeito pelo próximo não é só a regra básica de nossa religião, mas uma conquista imprescindível no plano da cultura e da civilização.»

«Dom Oreste Benzi, fundador de nossa associação, sustenta que nenhuma mulher nasce prostituta, mas que sempre há alguém que a faz sê-lo».

Mais penas aos traficantes

Para acabar com este fenômeno, Ramonda crê que não cabem soluções «tolerantes»: não é possível, afirma, «fazer passar por legítimo o que é expressão de mera posse da pessoa reduzida a objeto, de ofensa à dignidade e à liberdade das consciências. Um ato injusto continua sendo-o muito além das situações que o condicionam».

«É desconcertante a tese de quem pensa poder resolver o problema circunscrevendo-o a áreas urbanas com luzes vermelhas, ou dando o negócio em gestão a cooperativas. Como é possível contrapor um mal delimitando-o geograficamente ou regulando-o com normas? Também o roubo é um mal, como tantas outras formas de abuso que negam o sentido do próximo, mas nunca se pensou em combatê-lo disciplinando-o ou regularizando-o para conceder-lhe aparência de legitimidade.»

A solução é que os governos aprovem instrumentos legislativos apropriados que «permitam a repressão do fenômeno, atuando contra os responsáveis dos grupos, agravando os controles e as penas».

Este endurecimento deve ser acompanhado por uma regeneração dos valores, «indispensável para permitir que os jovens cresçam em uma sociedade mais saudável e menos hipócrita».

«Um Estado atento e prudente deve ser vigilante na salvaguarda do bem comum se quiser promover o verdadeiro crescimento humano e cultural de seus cidadãos, em lugar de submeter-se a soluções hipócritas e rápidas, que são úteis aos ‘espertos’ sem escrúpulos de sempre.»

A Associação Comunidade Papa João XXIII foi fundada em 1968 na Itália pelo sacerdote Oreste Benzi (falecido em 2 de novembro passado) e se dedica à recuperação de ex-dependentes químicos, pessoas com deficiência, menores marginalizados e ex-prostitutas. Está presente em 27 países da Europa, África, Ásia e América Latina.

A Associação ajudou, até agora, cerca de 6 mil jovens a abandonarem a prostituição.

Mais informação: www.apg23.org

Fonte: ZENIT.org

quinta-feira, 19 de junho de 2008

49º CONGRESSO EUCARÍSTICO DE QUEBÉC DEVE RENOVAR A IGREJA

Papa espera que Congresso Eucarístico de Québec renove Igreja

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 19 de junho de 2008 .
- Bento XVI desejou nesta quinta-feira que o Congresso Eucarístico Internacional que está acontecendo em Québec renove a fé dos fiéis, não só no Canadá, mas no mundo inteiro.
Ao final da audiência geral, o Papa se dirigiu aos participantes no encontro, que acontece de 15 a 22 de junho, sobre o tema: «A eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo».
Falando desde a praça de São Pedro no Vaticano, o Papa assegurou: «Estou espiritualmente presente neste solene encontro eclesial, e espero que seja para as comunidades cristãs canadenses e para a Igreja universal um tempo forte de oração, de reflexão e de contemplação do mistério da sagrada Eucaristia».
«Que seja também uma ocasião propícia para reafirmar a fé da Igreja na presença real de Cristo no Santíssimo Sacramento do altar», desejou. Bento XVI confessou sua esperança em que o Congresso Eucarístico Internacional «reavive nos fiéis, não só do Canadá, mas de tantas outras nações do mundo, a consciência daqueles valores evangélicos e espirituais que forjaram sua identidade ao longo da história». Papa espera que Congresso Eucarístico de Québec renove Igreja
Fonte:ZENIT.org

EUCARISTIA DÁ FORÇA DE EVANGELIZAÇÃO

CONGRESSO EUCARÍSTICO INTERNACIONAL DE QUÉBEC: EUCARISTIA DÁ FORÇA DE EVANGELIZAÇÃO, DIZ CARDEAL TOMKO

Québec, 18 jun (RV) - Prossegue com grande participação de fiéis o 49º Congresso Eucarístico Internacional, que está se realizando em Québec, no Canadá. Hoje, quarta-feira, o cardeal-arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, aborda o tema "A Eucaristia edifica a Igreja, sacramento de salvação". Por sua vez, ontem, o arcebispo de Lion, na França, Cardeal Philippe Barbarin, se deteve sobre o tema "A Eucaristia, memorial do mistério pascal". As conferências, como os principais eventos do Congresso, estão disponíveis na internet no novo portal www.ecdq.tv, lançado pela arquidiocese de Québec como instrumento de comunicação entre a Igreja local e fiéis do mundo inteiro.

Cardeal-arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio

Entrevistado pela Rádio Vaticano, o legado pontifício para esse Congresso, Cardeal Jozef Tomko, falou-nos do binômio Eucaristia-evangelização. Eis o que disse:Cardeal Jozef Tomko:- “O Congresso já é um instrumento também de evangelização para as pessoas que se encontram afastadas ou _ digamos assim _ não muito decididas em relação à fé, que têm ainda algumas dúvidas; mas a Eucaristia também para a evangelização significa muito porque dá força. A evangelização não é uma brincadeira: a evangelização requer, sobretudo, o testemunho. Esse é o primeiro instrumento. Para ter a força de testemunhar, de onde se pode buscar essa força a não ser do próprio Cristo? Portanto, em primeiro lugar, reforçar a fé, e daí a finalidade também desse Congresso, num ambiente, como o é também no Canadá, como o do Ocidente europeu e não somente. Desse modo a Eucaristia, que é a presença viva de Cristo vivo ressuscitado, é fundamental.”P. Quais são os fenômenos que dão a esperança de uma renovação espiritual do mundo e da Igreja? Cardeal Jozef Tomko:- “Sobretudo a presença da fé viva, e talvez também a presença de dificuldades, porque foram relatados casos dos nossos tempos em que a Eucaristia foi um sustento enorme. Eu mesmo trouxe exemplos da minha pátria, a Eslováquia, porque muitos daqueles que saíram das prisões me contaram o que significava para eles a Eucaristia, que muitas vezes chegava até eles de modo rocambolesco, muitas vezes escondida no biscoito, no pão... que tinha que passar pelo controle carcerário. Mas que força tinha essa Eucaristia! São coisas bonitas e fortes! Como eu trouxe também para esse Congresso o exemplo _ muito conhecido _ do cardeal vietnamita François Xavier Nguyên Van Thuân, que na cela de isolamento conseguia até mesmo celebrar a missa. Para o pão era mais fácil, mas para o vinho tinha que recebê-lo como se fosse remédio. Assim ele celebrava a Eucaristia consagrando algumas gotas de vinho colocadas na palma da mão. Ele sabia toda a liturgia da missa de memória e era assim que conseguia celebrar na cela de isolamento.” (RL)