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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

BENTO XVI SE ENCONTRA COM REPRESENTANTES MUÇULMANOS

BENTO XVI SE ENCONTRA COM REPRESENTANTES MUÇULMANOS DA ALEMANHA



Berlim, 23 set (RV)



– Atualmente a Alemanha é a pátria de cerca de 4,5 milhões de muçulmanos, dos quais 70% de origem turca. Há também muçulmanos dos países árabes, dos Bálcãs e do Irã. A confissão sunita é maioria entre os muçulmanos na Alemanha, representa 70% do total. Cada vez mais, por meio de associações islâmicas, as comunidades muçulmanas na Alemanha estruturam-se a fim de gerenciar os próprios lugares de culto, creches e escolas islâmicas. Somente em Berlim, por exemplo, existem dez creches islâmicas enquanto em todo o país quinze escolas islâmicas são reconhecidas pelo Estado alemão, assim como acontece com as escolas católicas.Dentro desse contexto, na manhã desta sexta-feira, na sede da Nunciatura Apostólica de Berlim, Bento XVI encontrou-se com os representantes da comunidade muçulmana.Em seu discurso, o Papa destacou "o clima de respeito e confiança entre a Igreja Católica e a comunidade muçulmana" na Alemanha. Reiterou ainda a importância do encontro ter acontecido em Berlim, onde está a Mesquita mais antiga da Alemanha e, ainda, pelo fato da capital abrigar mais muçulmanos do que qualquer outra cidade do país."Desde os anos 70, a presença de muitas famílias muçulmanas se tornou mais e mais uma marca deste país. No entanto, é preciso um empenho continuo para um melhor conhecimento mútuo e compreensão. Isto é essencial não só para a coexistência pacífica, mas também para a contribuição que cada um é capaz de fornecer para a construção do bem comum dentro da mesma sociedade".Bento XVI abordou ainda a questão da fé muçulmana, que atribui no contexto social e pessoal grande importância à dimensão religiosa. Segundo o Papa, "isto, às vezes, é interpretado como uma provocação em uma sociedade que tende a marginalizar este aspecto ou, no máximo, admitir o alcance das escolhas pessoais de cada um".Por fim, Bento XVI disse que "é possível uma colaboração fértil entre cristãos e muçulmanos". (RB)

terça-feira, 18 de agosto de 2009

DEUS NÃO MORREU E TAMPOUCO ESTÁ AGONIZANTE


DEUS NÃO MORREU E TAMPOUCO ESTÁ AGONIZANTE

Cidade do Vaticano,

- As religiões continuam a crescer, contrariando quem anunciava a extinção quando se verificasse o progresso científico e tecnológico do mundo moderno. O Cristianismo ultrapassará os 3 bilhões de fiéis em 2050, mas o Islamismo, que chegará aos 2, 3 bilhões, será a religião que, proporcionalmente, mais crescerá.O novo Atlas das religiões, segundo o jornal francês "Le Monde" comprova que "Deus não morreu e nem sequer está agonizante". Ainda há poucas décadas, não faltava quem garantisse que, com a evolução do progresso, dar-se-ia, paulatinamente, a extinção das religiões. Nietzsche até anunciava a "morte de Deus". Na verdade, as crenças continuam vivas e com futuro, sublinha o site Religión Digital.O dossier do grupo "La Vie" e do jornal "Le Monde" assinala como aspecto mais relevante o crescimento das grandes religiões até o ano 2050. O Cristianismo passará dos 1,7 bilhões de fiéis, de 1990 (hoje 2 bilhões) para mais de 3 milhões em 2050. Os muçulmanos, que eram 962 milhões em 1990 (hoje 1,2 bilhões) serão, em 2050, 2,2 bilhões. Será mais moderado o crescimento do Hinduísmo que, de 686 milhões em 1990, chegará a ter 1,1 bilhões em 2050, enquanto o Budismo passará de 323 milhões de fiéis em 1990, para 425 milhões; e os judeus, de 13 para 17 milhões, no mesmo período.Em termos geográficos, o Cristianismo vai mais para o sul do mundo; e a Europa − que hoje conta 25% de fiéis (280 milhões de católicos, 40% da população; 100 milhões de protestantes; e 150 milhões de ortodoxos), ou seja, 25% do Catolicismo mundial − terá apenas 16% em 2050. A grande maioria dos católicos está no Novo Mundo, com aproximadamente 275 milhões na América do Norte e 530 milhões na América Latina e, ainda, na África.O presidente do Instituto Europeu de Ciências das Religiões, Dominique Borne, sublinha que o colapso do socialismo real e o desaparecimento do ateísmo oficial e militante revelaram que "o religioso, que se pensava "em vias de desaparecer", na verdade sempre se manteve e até mesmo cresce, inclusive na Rússia e no Vietnã, onde menos se esperaria. O crescimento do Islamismo deve-se à demografia: define-se cada vez mais como comunidade mundial e menos como território. É por isso que a maioria dos muçulmanos não vive no Médio Oriente, como se poderia pensar, mas na Ásia, onde estão dois terços dos muçulmanos. Quatro países reúnem cerca de metade dos muçulmanos: Indonésia (maior país muçulmano), Paquistão, Índia e Bangladesh. Na África, um de cada três habitantes reza a Alá. Na Europa, vivem 16 milhões de muçulmanos e quatro milhões, nos EUA. (AF)

Fonte: RV

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

ENCONTRO EUROPEU DE CRISTÃOS E MUÇULMANOS


BÉLGICA: ENCONTRO EUROPEU DE CRISTÃOS E MUÇULMANOS


Bruxelas, 23 out (RV)
- A Europa tem o dever de divulgar a reconciliação e a paz no mundo. Um impulso essencial neste sentido pode chegar da colaboração entre os cristãos e os muçulmanos na Europa. Foi o que sublinhou o cardeal francês Jean-Pierre Ricard, arcebispo de Bordeaux e vice-presidente do Conselho das Conferências Episcopais Européias (CCEE), que explicou aos jornalistas os elementos essenciais para uma colaboração entre cristãos e muçulmanos, que está sendo discutinda na reunião em andamento neste dias em Bruxelas, na Bélgica.O cardeal usou palavras claras sobre o que é a Europa: “Nós acreditamos que a Europa seja mais do que uma aventura econômica. Cremos que seja um projeto espiritual historicamente ligado a um desejo de reconciliação após duas guerras mundiais”. O objetivo da unidade dos povos na Europa está baseado na convicção de que o conflito entre culturas diferentes não resolve nada, ou melhor, somente complica os problemas. O projeto europeu – continuou o cardeal Ricard – demonstra que os rancores históricos podem ser superados e que a reconciliação é possível.Do mesmo parecer é o presidente da Conferência das Igrejas na Europa, KEK, o pastor protestante Jean Arnold De Clermont, que sublinhou o papel fundamental do diálogo intercultural na Europa. Um diálogo que não pode deixar de lado o elemento espiritual. “Não podemos imaginar uma Europa fechada em si mesma quando a sua cultura se construiu nos séculos graças ao intercâmbio de idéias e de recursos”, acresentou.Em nome dos representantes muçulmanos, ao invés, falou Franco Bertamé, responsável pela menor comunidade islâmica da Europa, a de Luxemburgo, que conta 2 mil muçulmanos.“A característica do encontro é a possibilidade não de falar um do outro, mas de falar com o outro”, disse Bertramé, que acrescentou: “Para o Islã, não há alternativa: preferimos o diálogo ao ao silêncio”.Os 18 participantes das comunidades islâmicas de vários países da Europa e os 22 interlocutores das confissões cristãs irão trabalhar até amanhã em pequenos grupos de reflexão sobre o “papel das religiões em uma sociedade secularizada”, sobre “a promoção do respeito na educação das jovens gerações” e como “construir pontes entre as comunidades”. (SP)

Fonte: RV

sábado, 20 de setembro de 2008

A FAMÍLIA UNE CRISTÃOS E MUÇULMANOS

MENSAGEM DA SANTA SÉ PARA O FIM DO RAMADÃ: A FAMÍLIA UNE CRISTÃOS E MUÇULMANOS
Card. Jean-Louis Tauran
Cidade do Vaticano,
- Com o aproximar-se do fim do mês e, com ele, o fim do Ramadã, mês sagrado para os muçulmanos, o Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso divulgou hoje sua mensagem, assinada pelo seu presidente, Card. Jean-Louis Tauran, e pelo secretário, Dom Pier Luigi Celata.A mensagem é intitulada “Cristãos e muçulmanos: juntos pela dignidade da família”. O tema foi escolhido porque quer os cristãos, quer os muçulmanos têm uma alta consideração da família. A família é o local onde o amor, a vida, o respeito pelo outro e a hospitalidade se encontram e são transmitidos e é, certamente, a célula fundamental da sociedade. Dela, depende o desenvolvimento da pessoa e da sociedade. De fato, recorda a mensagem, muitas pessoas levam, inclusive por toda a vida, o peso das feridas de uma situação familiar difícil ou dramática. “Quantas pessoas precipitam no abismo da droga ou da violência, buscando preencher, em vão, uma infância conturbada?” Por isso, afirma o Pontifício Conselho, cristãos e muçulmanos não devem hesitar em empenhar-se não somente para ajudar famílias em dificuldades, mas para colaborar com todos aqueles que se preocupam com a estabilidade da instituição familiar e o exercício da responsabilidade parental, em especial no campo da educação. “Não é supérfluo recordar que a família é a primeira escola onde se aprende o respeito pelo outro, na sua identidade e na sua diferença”, lê-se. Com isso, o diálogo inter-religioso e o exercício da cidadania serão beneficiados. Por fim, faz votos de que os muçulmanos, purificados e renovados pelas práticas islâmicas, possam conhecer com suas famílias uma vida serena e feliz. (BF)
Fonte: RV

domingo, 3 de agosto de 2008

NOS EEUU CRISTÃOS E RELIGIOSOS MULÇUMANOS EM COLÓQUIO

Cristãos e líderes religiosos muçulmanos em Colóquio nos Estados Unidos, à busca de um terreno comum às respectivas crenças religiosas, para promover compreensão entre Ocidente e mundo islâmico.


Foto: Em 26 de setembro de 2006 Bento XVI, em reunião no Vaticano,já havia reiterado sua estima pelos muçulmanos e assegurou que o diálogo ecumênico entre cristãos e muçulmanos "não é uma escolha do momento, mas uma necessidade vital da qual depende em grande parte nosso futuro".

Esta Conferência é o primeiro debate público promovido pelos intelectuais muçulmanos do grupo “Palavra Comum”, que no ano passado lançou um apelo aos líderes cristãos para um confronto entre teólogos a fim de promover a paz.Neste caso, a maior parte dos participantes são teólogos e líderes protestantes norte-americanos, nomeadamente expoentes evangélicos de relevo, embora se registem também algumas presenças de católicos e de judeus. Por sua vez os muçulmanos, xiitas e sunitas, provêm de todas as partes do mundo.Esta conferência, que decorre esta semana na Universidade de Yale, tem lugar a poucos dias de outra iniciativa promovida pelo rei da Arábia Saudita Abdullah, a fim de facilitar o diálogo inter-religioso: o congresso internacional realizado em Madrid. O Projecto “Palavra Comum”, iniciado em Outubro do ano passado, da parte de 138 guias muçulmanos, baseia-se na partilha de dois valores fundamentais: o amor a Deus e o amor ao próximo. Segundo os promotores da iniciativa, o confronto entre peritos sobre este tema pode ser um precioso instrumento para reduzir a tensão entre fiéis de diferentes religiões. E os líderes cristãos têm respondido positivamente ao apelo.A Conferência de Yale começou sexta-feira passada, à porta fechada, com a participação de sessenta teólogos que se confrontam sobre o modo como a fé cristã e a religião muçulmana concebem o amor de Deus e do próximo. De sublinhar a presença de cristãos Evangélicos. Em princípio, nos Estados Unidos, os expoentes evangélicos são muito críticos para com o Islão, considerado como religião falsa e violenta. Apesar de tudo, há um certo número de teólogos e pastores que defendem o diálogo.
Fonte: RV

domingo, 27 de julho de 2008

PREGADORES MUÇULMANOS IRÃO AO CANADA E À EUROPA COMBATER O FANATISMO


ULEMÁS MARROQUINOS ENVIAM PREGADORES MUÇULMANOS AO CANADÁ E À EUROPA PARA COMBATER FANATISMO RELIGIOSO

Rabat, Marrocos - Mausoleu Mohammed V



Rabat, - Os ulemás marroquinos enviarão em setembro próximo ao Canadá e à Europa, cento e setenta e seis pregadores muçulmanos a fim de combater o fanatismo religioso e responder às necessidades espirituais dos fiéis marroquinos que vivem no exterior.

A iniciativa é do Ministério dos Assuntos Religiosos de Rabat, capital de Marrocos, junto com o Conselho dos Ulemás marroquinos.

Os religiosos muçulmanos, conforme anunciado pelo rei de Marrocos, Mohammed VI, terão ainda a tarefa de reaproximar os cidadãos marroquinos às suas raízes e ajudá-los a integrarem-se nas sociedades ocidentais.

O grupo de pregadores é formado por cento e sessenta e sete homens e nove mulheres que darão cursos e seminários contra a intolerância e a favor do diálogo inter-religioso.

Por ocasião da festa de Ramadã, o mês sagrado para os muçulmanos, Marrocos enviará cem ministros da religião muçulmana à França, país europeu com a maior comunidade marroquina, trinta e um à Bélgica, dez à Itália e Alemanha, e sete à Espanha e Holanda.

O resto do grupo será enviado à Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia, Suíça, Inglaterra e Canadá. Marrocos foi o primeiro país islâmico que em 2006 reconheceu com um diploma do Ministério dos Assuntos Religiosos, a função das ministras da religião muçulmana encarregadas de responder às exigências e às perguntas dos fiéis muçulmanos. (MJ)
Fonte: RV

terça-feira, 22 de julho de 2008

RELIGIOSOS FAZEM PASSEATA EM LONDRES

LÍDERES RELIGIOSOS FAZEM PASSEATA EM LONDRES CONTRA POBREZA

Cardeal-Arcebispo de Westminster, Cormac Murphy-O’Connor

Londres, 21 jul (RV) - Realizar-se-á na próxima quinta-feira dia 24, em Londres, capital inglesa, uma manifestação contra a pobreza no mundo.

Católicos, anglicanos, muçulmanos, judeus, budistas, hinduístas e siques, guiados por seus líderes, atravessarão o centro de Londres para lembrar aos 189 chefes de governos do mundo que eles ratificaram a Declaração dos Objetivos do Milênio no ano 2000, a fim de diminuir a pobreza no mundo e garantir o ensino fundamental universal até 2015.

Os governos, porém, não estão mantendo suas promessas. A Declaração do Milênio, aprovada por esses países, menciona que os governos "não economizariam esforços para libertar nossos homens, mulheres e crianças das condições abjetas e desumanas da pobreza extrema".
A manifestação em Londres intitulada "passeata do testemunho" contará com a participação do Cardeal-Arcebispo de Westminster, Cormac Murphy-O’Connor, com o primaz da Igreja Anglicana, Dr. Rowan Williams, com o rabino-chefe do Reino Unido, Jonathan Sacks e com o presidente do Conselho Muçulmano da Grã-Bretanha, Ibrahim Mogra. Além de mil e quinhentos líderes religiosos participarão também os 650 pastores anglicanos que participam em Cantuária, da Conferência de Lambeth, encontro que reúne a cada 10 anos os bispos anglicanos do mundo. Durante a passeata os religiosos levarão cartazes com a frase "Manter as promessas. Diminuir a pobreza até 2015".
Além disso, a residência de Dr. Williams, Lambeth Palace, será coberta de cartazes com o mesmo slogan.O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, promoveu um encontro para o dia 25 de setembro próximo a fim de discutir sobre as promessas não cumpridas pelos governos em relação aos objetivos de desenvolvimento do milênio. (MJ)
Fonte: RV

quinta-feira, 17 de julho de 2008

JMJ - MUÇULMANOS REZAM PELO PLENO ÊXITO DA JORNADA. MUNDIAL DA JUVENTUDE

MUÇULMANOS AUSTRALIANOS REZAM PELO BOM ÊXITO DO DMJ

Sydney, 17 jul (RV) - A Federação Australiana do Conselho Islâmico está rezando pela paz e harmonia entre todas as pessoas de boa vontade durante o Dia Mundial da Juventude em Sydney. Esta semana, o presidente Ikebal Patel enviou uma mensagem na qual manifesta seus “sinceros cumprimentos à comunidade católica da Austrália em nome dos muçulmanos do país”.“Aproveito esta oportunidade, em nome dos muçulmanos da Austrália, - escreveu Ikebal Patel - para também estender nossos bons desejos a todos os australianos de todas as crenças nesta auspiciosa ocasião do Dia Mundial da Juventude e rezar pela paz, harmonia e boa vontade entre todos os australianos e pessoas do mundo”.“Também aproveitamos esta oportunidade como australianos muçulmanos para dar boas-vindas a Sua Santidade o Papa Bento XVI, assim como a todos os peregrinos na Austrália”. Ikebal Patel também mencionou que ele está particularmente orgulhoso de que a Igreja Católica tenha aceito a oferta da Escola Islâmica Malek Fahd, em Sydney, para hospedar 350 peregrinos durante o evento.Alguns alunos das escolas muçulmanas estão ajudando a servir os peregrinos, e a escola fará um evento inter-religioso durante esta semana.Nesta sexta-feira, Bento XVI se encontrará com 40 representantes de outras crenças, inclusive os líderes muçulmanos, judeus, budistas e hindus.
O Pe. Mark Podesta, porta-voz do DMJ, disse que o envolvimento das escolas islâmicas “é uma oportunidade de mostrar para o resto do mundo que as pessoas de diferentes culturas e diferentes crenças podem viver juntas em paz, boa vontade e harmonia”. (SP)
Fonte: RV