Seguidores

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

Visite a Capela das Aparições, ON LINE.
Participe das orações, do terço e das missas diárias.

Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.

CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
Mostrando postagens com marcador DENUNCIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DENUNCIA. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 6 de julho de 2010

CRISTÃOS SÃO O GRUPO RELIGIOSO MAIS PERSEGUIDO

Vaticano denuncia que cristãos são o grupo religioso mais perseguido
Na Organização para a Segurança e Cooperação na Europa

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 6 de julho de 2010

- Os cristãos se tornaram o grupo religioso mais perseguido no mundo, segundo denunciou a Snta Sé na Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).
Porta-voz da denúncia foi o bispo Mario Toso, secretário do Conselho Pontifício Justiça e Paz, quem esteve à frente da delegação da Santa Sé durante a conferência sobre a tolerância e a não-discriminação, organizada pela presidência cazaque da OSCE entre os dias 29 e 30 de junho. O texto foi divulgado pela edição italiana do L'Osservatore Romano de 7 de julho.
Esta conferência da OSCE - organização conformada atualmente por 56 Estados participantes, todos eles da Europa, Ásia Central e América do Norte (Canadá e Estados Unidos) - prestou particular atenção à discriminação contra os cristãos e membros de outras religiões.
"Com o crescimento da intolerância religiosa no mundo, está amplamente documentado que os cristãos são o grupo religioso mais discriminado", começou alertando o representante pontifício.
E acrescentou: "Mais de 200 milhões deles, pertencentes a confissões diferentes, encontram-se em situações de dificuldade por causa das instituições e dos contextos legais e culturais que os discriminam".
Antes de mais nada, deixou claro que os cristãos não são discriminados somente onde são minoria, mas se comprova que, às vezes, seus direitos fundamentais são reduzidos inclusive quando são maioria.
Também quanto à OSCE, afirmou Dom Toso, em alguns países se dão ainda "leis intolerantes e inclusive discriminatórias" contra crentes. "Há episódios repetidos de violência, inclusive assassinatos de cristãos."
"Persistem restrições irracionais contra a liberdade de opinião e de adesão a uma confissão e à respectiva comunidade religiosa, assim como contra a importação e distribuição de material religioso", continuou denunciando.
"Há também ilegítimas interferências em sua autonomia organizativa. Dessa forma, exercem-se indevidas pressões sobre as pessoas que trabalham na administração pública, obstaculizando sua liberdade de expressão segundo sua consciência."
"Com frequência, a educação cívica acontece sem o devido respeito pela identidade e pela fé dos crentes. Registram-se, além disso, sinais claros de oposição ao reconhecimento do papel público da religião", constatou.
Por este motivo, sublinhou o prelado, "a Santa Sé está convencida de que a comunidade internacional deveria lutar contra a intolerância e a discriminação dos cristãos com a mesma determinação com que luta ou lutaria contra o ódio a todas as comunidades religiosas".
Por outro lado, sublinhou, "os meios de comunicação tampouco ficam isentos de atitudes de intolerância e, em alguns casos, de preconceito com relação aos cristãos e crentes em geral".
"Um autêntico pluralismo nos meios de comunicação exige uma correta informação sobre as diferentes realidades religiosas, assim como a liberdade de acesso aos meios para as próprias comunidades religiosas."
No respeito à liberdade de pensamento e expressão, pediu que fossem adotados "mecanismos e instrumentos contra a manipulação dos conteúdos e símbolos religiosos, assim como contra as manifestações de intolerância e de ódio contra os cristãos e todos os crentes".
O representante vaticano felicitou a OSCE por ter-se tornado uma das instituições internacionais pioneiras na defesa da liberdade religiosa.

Fonte: Zenit.com

domingo, 12 de outubro de 2008

CRESCE A "TEOLOGIA DA PROSPERIDADE" NA AMÉRICA LATINA

BISPO GUATEMALTECO DENUNCIA CRESCIMENTO DA "TEOLOGIA DA PROSPERIDADE" NA AMÉRICA LATINA

Cidade da Guatemala,
- O bispo de Escuintla, Guatemala, Dom Víctor Hugo Palma Paúl, denunciou perante a assembléia sinodal em andamento, no Vaticano, a "teologia da prosperidade" das seitas pentecostais, que "apresentam um falso Deus, aparentemente bíblico, que reduz seu campo de ação na vida humana, e indicam a pobreza como maldição e a riqueza como uma bênção".O prelado denunciou que a Igreja se vê, hoje, diante de um "panorama sombrio", com a deformação da Palavra de Deus, por parte das seitas pentecostais "que introduzem na interpretação bíblica elementos estranhos à essência do Cristianismo, e ao surgimento de um novo conhecimento absoluto e intuitivo da divindade.O bispo disse que as regiões pobres ou em desenvolvimento, na América Latina, são um "campo fértil" para a propagação dessas teorias.Ele propôs uma formação e uma pastoral bíblica que unam Bíblia, tradição e políticas capazes de ajudar a superar os conflitos da pobreza, da corrupção administrativa, da frustração econômica e da insegurança social. (AF)

Fonte: RV

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

INDIA: MOTIVOS ELEITORAIS POR TRÁS DAS VIOLÊNCIAS

BISPO INDIANO DENUNCIA MOTIVOS ELEITORAIS POR TRÁS DAS VIOLÊNCIAS ANTICRISTÃS

Nova Délhi,
- Após a onda de violências contra os cristãos em Orissa, novos ataques foram registrados nos dias passados em outros Estados da Índia: em Karnataka, sul do país, radicais hinduístas atacaram, neste domingo, diversas igrejas e lugares de culto.
Ademais, um abrigo católico foi assaltado por desconhecidos na noite entre domingo e segunda-feira, num distrito do Estado de kerala.
Em Mangalore, também sul do país, foram registrados confrontos entre manifestantes e agentes durante uma manifestação para protestar contra os contínuos ataques conduzidos por fundamentalistas hinduístas.
A polícia prendeu ao menos 100 pessoas e as autoridades proibiram manifestações.Os partidos extremistas, mediante evocação ao nacionalismo e o recurso à violência contra comunidades não hinduístas, buscam também obter consensos em vista das eleições gerais, que se realizarão na Índia em maio de 2009.
É o que afirma o bispo dos sírio-malankareses da Diocese de Muvattupuzha, Dom Abraham Mar Jiulius, entrevistado pela Rádio Vaticano:Dom Abraham Mar Jiulius:- "O governo atual de Karnataka é em grande parte administrado por expoentes do partido político hinduísta. Entre eles encontram-se também alguns grupos fundamentalistas: talvez queiram aproveitar a situação em Orissa e repetir o ataque contra os cristãos. Parece-me, porém, que tudo isso se dê também com um objetivo político: de fato, as eleições gerais estão se aproximando na Índia. A intenção é a de dirigir-se à população hinduísta para ter maiores consensos nas eleições gerais.
"A Igreja Católica na Índia, fortemente comprometida em defender os direitos de todo homem, encontra em alguns estados e por causa de alguns grupos extremistas, diversos obstáculos em seu caminho para promover uma sociedade mais justa.
Em particular, as conversões dos dahlit ao cristianismo são asperamente criticadas pelos partidos nacionalistas. Os dahlit são os considerados sem casta.Segundo os fundamentalistas, são conversões obtidas com engano, mas na realidade são conversões dificultadas porque minam o sistema das castas: de fato, ao frear as conversões, os grupos das castas altas buscam manter o status quo de submissão social e econômica dos dahlit _ constatam diversos observadores.
Mas não é somente a Igreja que pede maior liberdade: também a Constituição indiana defende a liberdade de religião e de conversão, como nos explica ainda Dom Abraham Mar Jiulius:Dom Abraham Mar Jiulius:- "Nós apelamos à Constituição da Índia, segundo a qual ela é um Estado laico e diante da lei todas as religiões são iguais, têm os mesmos direitos. Permaneceremos tranqüilos, pedindo que sejam respeitados os nossos direitos constitucionais; estamos dispostos a dirigir-nos à Corte suprema a fim de que os nossos direitos sejam reconhecidos. Esses ataques não nos assustam." (RL)
Fonte: RV

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

CRIMES DA GUERRA CIVIL NA GUATEMALA CONTINUAM IMPUNES

CRIMES DA GUERRA CIVIL NA GUATEMALA CONTINUAM IMPUNES: DENUNCIA IGREJA LOCAL.
Cidade da Guatemala,
- As vítimas da guerra civil que dilacerou a Guatemala durante 36 anos, de 1960 a 96, são ao menos 200 mil.

O balanço ainda provisório (vez que as escavações nos cemitérios clandestinos continuam dando ulteriores provas de massacres) conta 55 mil violações dos direitos humanos e 422 massacres de civis.

E a maior parte desses crimes permanece impune.É o que denuncia o Departamento para os Direitos Humanos do Arcebispado de Guatemala _ em Cidade da Guatemala _, cuja intensa atividade em defesa da justiça levou, em 1998, ao assassinato de seu diretor, o bispo auxiliar da capital, Dom Juan José Geradi Conedera.
Quem hoje dirige o referido departamento é Nery Rodenas, que, participando de uma coletiva de imprensa intitulada “Guatemala nunca mais: recuperação da memória histórica sobre a guerra civil”, evidenciou as graves omissões institucionais.

“Na Guatemala, os acordos de paz, aos quais o Parlamento deu valor legal, continham intenções muito boas em nível político, mas não transformaram o país como se esperava. 99% dos crimes permanecem impunes: falamos em particular do assassinato de dirigentes estudantis e de ‘camponeses’, pelos quais ninguém foi levado diante da justiça” _ frisou Rodenas.
“Continuam igualmente impunes os militares responsáveis por 80% dos crimes cometidos _ acrescentou ele _, enquanto as iniciativas voltadas a ressarcir as vítimas e a formar comissões de busca dos ‘desaparecidos’ permanecem sendo iniciativas administradas pela sociedade civil.” (RL)
Fonte: RV