Papa encerra viagem à África com grande missa em Bangui
Francisco pediu à República Centro-Africana que trabalhe pela paz.
Papa visitou também nos seis últimos dias Quênia e Uganda.
Da EFE

O pontífice, que nos seis últimos dias também visitou Quênia e Uganda, voltou a se encontrar com uma grande multidão de fiéis na cerimônia realizada no complexo de Barthélémy Boganda.

"É preciso perdoar quem nos prejudicou, nos comprometer a construir uma sociedade mais justa e fraterna, na qual ninguém se sinta abandonado", afirmou o papa Francisco.
"Vocês, queridos centro-africanos, devem olhar, sobretudo, ao futuro e, apoiando-se no caminho já percorrido, decidir com determinação a inaugurar uma nova etapa na história cristã do seu país, rumo a novos horizontes", acrescentou o pontífice.

Curiosamente, o último grande ato realizado no local foi um comício do ex-presidente François Bozizé dias antes do golpe de Estado dos rebeldes Séléka, do norte muçulmano, em março de 2013.
A ascensão dos insurgentes provocou uma espiral de violência contra as comunidades e milícias civis cristãs, religião majoritária no país.
O papa foi recebido pela presidente do governo de transição, Catherine Samba-Panza, na tribuna de autoridades. Ao contrário do que ocorreu no Quênia e em Uganda, não houve "selfies". Os centro-africanos, que estão entre os mais pobres do continente, se conformaram em agitar bandeiras e aplaudir Francisco.
A primeira viagem do papa à África teve seis dias de fervor católico e mensagens focadas na paz e no respeito ao meio ambiente.
Fonte: G1
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