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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas

quinta-feira, 11 de março de 2010

O JEJUM QUARESMAL

O JEJUM QUARESMAL EM BENTO XVI

Cidade do Vaticano,

- Neste tempo quaresmal, Bento XVI nos indica nas práticas penitenciais – oração, esmola e jejum – os instrumentos para dispor-nos a celebrar melhor a Páscoa. Em particular, convida-nos a redescobrirmos o verdadeiro jejum cristão que nos abre a Deus e ao amor ao próximo. A esse propósito, repercorramos algumas meditações do Papa sobre o jejum quaresmal:Uma "terapia" para curar tudo aquilo que nos impede de conformar-nos à vontade de Deus: Bento XVI sintetiza desse modo o significado do jejum no caminho quaresmal. "Como todos somos oprimidos pelo pecado e suas consequências – escreve o Pontífice em sua Mensagem para a Quaresma do ano passado – o jejum nos é oferecido como um meio para restabelecermos a amizade com o Senhor."Além disso, o Papa ressalta que "jejuar voluntariamente nos ajuda a cultivar o estilo do Bom Samaritano". Escolhendo livremente "privar-nos de algo para ajudar os outros" – reitera Bento XVI – mostramos concretamente que "o próximo em dificuldade não nos é estranho":"Encorajamo-nos reciprocamente a redescobrir e viver com renovado fervor o jejum não somente como prática ascética, mas também como preparação para a Eucaristia e como arma espiritual para lutar contra todo eventual apego desordenado a nós mesmos. Este período intenso da vida litúrgica nos ajude a distanciar-nos de tudo aquilo que distrai o espírito e a intensificar aquilo que alimenta a alma, abrindo-a ao amor a Deus e ao próximo." (Discurso à Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, 13 de março de 2009)O Papa constata que em nossos dias a prática do jejum "parece ter perdido um pouco do seu valor espiritual" e ter adquirido, sobretudo, "o valor de uma medida terapêutica como cuidado pelo próprio corpo". Ao invés, é preciso voltar à antiga prática penitencial, "que pode ajudar-nos a mortificar o nosso egoísmo e a abrir o coração ao amor a Deus e ao próximo":"O jejum ao qual a Igreja nos convida neste tempo forte, não nasce certamente de motivações de ordem física, estética, mas nasce da exigência que o homem tem de uma purificação interior que o desintoxique da poluição do pecado e do mal, o eduque àquelas renúncias salutares que libertam o fiel da escravidão do próprio eu, o torne mais atento e disponível à escuta de Deus e a serviço dos irmãos." (Missa da Quarta-feira de Cinzas de 21 de fevereiro de 2007)O verdadeiro jejum é finalizado a nutrir-se do "verdadeiro alimento" que é fazer a vontade do Pai – é ainda a reflexão do Santo Padre. Eis então que "o jejum do corpo se transforma em "fome e sede" de Deus". Em nosso tempo tão marcado pelas imagens e palavras, o Pontífice nos convida a darmos espaço à Palavra de Deus. Portanto, não basta somente o jejum do corpo:"Parece-me que o tempo da Quaresma poderia também ser um tempo de jejum das palavras e das imagens, porque precisamos de um pouco de silêncio. Precisamos de um espaço sem o bombardeio permanente das imagens (...) de criar-nos espaços de silêncio e também sem imagens, para reabrir o nosso coração à imagem e Palavra verdadeiras." (Encontro com os párocos romanos, 7 de fevereiro de 2008) (RL)

Fonte: RV

Um comentário:

Humilde Servo disse...

Belissímas palavras.
Pessoalmente gosta deste tempo pelo qual estamos a passar. Pois é um tempo de reconciliação. Tempo de nos aproximarmo-nos ainda mais de Deus Pai, que nos Deu como Irmão, Jesus Cristo e nossa Mão a Virgem Maria.

Saúde e Paz