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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

ENCONTRO MUNDIAL DAS FAMÍLIAS: A FAMÍLIA MIGRANTE

A FAMÍLIA MIGRANTE NO ENCONTRO MUNDIAL DAS FAMÍLIAS.

Cidade do México, 16 jan (RV)

- Terceiro dia do Encontro Mundial das Famílias na Cidade do México e último dia do Congresso Teológico e Pastoral. Os temas hoje em debate são a vocação educativa da família e família e solidariedade. A conferência conclusiva será feita pelo secretário de Estado, Card. Tarcisio Bertone, legado pontifício para este encontro.Já no dia de ontem, destaca-se a palestra do secretário do Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes, Dom Agostino Marchetto. O prelado falou da Convenção sobre a Proteção dos Direitos de Todos os Trabalhadores Migrantes e suas Famílias, em vigor desde 2003. E pediu a todos os países que ainda não ratificaram o acordo que o façam o quanto antes. "Lamentavelmente, em um mundo que recebeu com alegria a queda do Muro de Berlim, estão se levantando muros entre bairros, entre cidades, entre nações" – declarou Dom Marcheto, que acrescentou: "Convém iniciar a construção de uma política de imigração que saiba conciliar interesses do país de chegada e o necessário desenvolvimento dos países menos favorecidos" – disse Dom Marchetto, citando os discursos de Bento XVI a respeito. Segundo o arcebispo, é preciso se conscientizar de que a imigração motivada por questões de sobrevivência se converte também em armadilha de morte, e a chegada a terras da felicidade revela o outro lado vergonhoso da moeda: corrupção, criminalidade e prostituição.A conferência de Dom Marchetto foi baseada na mensagem de Bento XVI por ocasião do Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, que será celebrado no próximo domingo.

Fonte: RV

"TURISMO RELIGIOSO" OU "CAMINHOS DO ESPÍRITO"?

CONGRESSO EM ROMA: "TURISMO RELIGIOSO" OU "CAMINHOS DO ESPÍRITO"?


Roma, 16 jan (RV)
- Foi aberto ontem, na capital italiana, o Josp Fest, (Journeys of the Spirit Festival), primeiro Festival Internacional de “caminhos do espírito”, cujo tema é a frase de Santo Agostinho “Canta e Caminha”. 150 expositores de quatro continentes aguardam a presença de 40 mil pessoas na Nova Feira de exposições de Roma, até o próximo domingo. De acordo com Dom Libero Andreatta, vice-presidente da Obra Romana de Peregrinações, promotora do evento, o objetivo do festival é apresentar o conceito de “caminhos do espírito”, na intenção de aprofundar o termo “turismo religioso”.“A peregrinação é uma experiência que nos leva a mover o corpo, mas o movimento exterior não basta se não estiver acompanhado de um movimento interior” - assegurou Pe. Caesar Atuire, administrador delegado da Obra Romana de Peregrinações. Ou seja, “importante que os itinerários da fé sejam diferentes das diversas ofertas de turismo, que quase sempre não dão a possibilidade de realizar uma experiência interior, do coração, para buscar a verdade sobre nós mesmos, sobre Deus e sobre o nosso mundo” - acrescentou. Na prática, nos stands da feira pode-se visitar, com a ajuda das novas tecnologias, três importantes pontos de peregrinação: Roma, Santiago de Compostela e Jerusalém. No pavilhão ao lado, encontram-se virtualmente outros lugares de peregrinação no mundo: Guadalupe (com 10 milhões de peregrinos ao ano), Lourdes (9 milhões) e São Pedro, no Vaticano (7 milhões), entre outros. A feira tem também uma praça medieval, com um mapa interativo gigante da Itália, no qual se vêem as riquezas naturais, históricas, religiosas e artísticas italianas. Existe também outro pavilhão em que são expostos os lugares espirituais mais representativos da história da Itália e seu patrimônio artístico, o mais importante do mundo.Além das exibições, o festival oferece outros eventos, como leituras sobre lugares de peregrinação, sala de projeções de documentários e vídeos sobre destinos religiosos no mundo. Em uma outra área, “Meeting and performances”, (Encontros e espetáculos"), são apresentados espetáculos artísticos de música, teatro e dança. Ainda no contexto do evento, estão programados fóruns, conferências, mesas- redondas e trabalhos em grupo, tudo concentrado no tema ‘lugares de peregrinação’.

Fonte: RV

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

CONTRIBUIÇÃO DA IGREJA BRASILEIRA NO MÉXICO

SECRETÁRIO-GERAL DA CNBB FALA DA CONTRIBUIÇÃO DA IGREJA BRASILEIRA NO MÉXICO.

Cidade do México, 15 jan (RV)

- Cerca de oito mil pessoas, 30 cardeais e 200 bispos participaram ontem da cerimônia de abertura do VI Encontro Mundial das Famílias, na Cidade do México. O presidente do Pontifício Conselho para a Família, Card. Ennio Antonelli, inaugurou ontem o evento afirmando que "a família é uma prioridade decisiva para o futuro da sociedade e da Igreja Católica" e defendeu a promoção de valores humanos e cristãos diante da cultura pós-moderna que caracteriza os dias atuais – cultura "doente de individualismo e relativismo". O Card. Antonelli ressaltou o legado do papa João Paulo II, chamando-o de "o Papa da Família". E lembrou que foi Karol Wojtyla quem instituiu o Encontro das Famílias, iniciado em 1994, em colaboração com o cardeal colombiano Alfonso López Trujillo. Também estava presente na cerimônia de inauguração o presidente do México, Felipe Calderón. Ele fez uma relação entre ruptura familiar e aumento da violência. "Hoje, as famílias mexicanas enfrentam um ambiente de insegurança. O crime, a violência e a exacerbação da violência ameaçam a tranqüilidade de quem mais amamos. Esta tranqüilidade também é ameaçada pela apologia do delito, por isso combatemos aqueles que ameaçam a paz e pretendem escravizar nossos filhos com as drogas", afirmou o presidente Calderón. Após a cerimônia de inauguração, o Encontro Mundial das Famílias foi aberto com o Congresso teológico internacional. Leia o conteúdo das principais conferências feitas ontem: O arcebispo da Cidade do México, Card. Norberto Rivera Carrera, recordou que a família não é somente "uma realidade eclesial, mas uma instituição divina e humana" fundamental para a sociedade e parte integrante da nossa cultura.Já o arcebispo de Québec, Card. Marc Ouellet, destacou que a crise da família não é só uma crise moral, é uma crise mais profunda, antropológica – de concepção da mulher e do homem –, que explica legislações contra a família. Para o primaz do Canadá, está em jogo uma "batalha cultural", na qual uma visão do mundo sem Deus tenta suplantar a herança judaico-cristã, com danos graves nos campos humano, social e religioso. Por sua vez, o pregador da Casa Pontifícia, Fr. Raniero Cantalamessa, assegurou que os próprios cristãos "precisam redescobrir o ideal bíblico do matrimônio e da família", para poder propô-lo ao mundo de hoje. Ele indicou que não se deve apenas "defender" a idéia cristã de matrimônio e família, mas o mais importante é "a tarefa de redescobri-lo e vivê-lo em plenitude por parte dos cristãos, de maneira que se volte a propô-lo ao mundo com os fatos, mais que com as palavras". Hoje, o programa do Congresso prevê três sessões, nas quais estarão em debate a questão da família e a sexualidade, emigrantes, virtudes sociais e legislar a favor da família. A segunda sessão será presidida pelo arcebispo de São Paulo, Card. Card. Odilo Pedro Scherer.

Fonte: RV

DECLARAÇÃO FINAL DOS BISPOS EM VISITA À TERRA SANTA

DECLARAÇÃO FINAL DOS BISPOS EM VISITA À TERRA SANTA

Belém, 15 jan (RV)

- O grupo de Coordenação das Conferências Episcopais de apoio à Terra Santa conclui hoje sua visita ao Oriente Médio. Na declaração final, eles lançam um apelo pela paz: "Chega de violência! Chega de assassinatos! É preciso construir a paz!". Os bispos relatam que a violência estava no coração e nas bocas de todos os habitantes da região, que eles encontraram pessoalmente. Eles recordam que não pode haver paz se as pessoas não acreditarem na paz. "A fé nos deu a esperança de que justiça, paz e perdão são possíveis" – afirmam. "Nós somos pastores, não líderes políticos, mas a voz da religião é vital para a busca da paz", declaram os bispos, que se dirigem também à comunidade internacional: "Trabalhem com israelenses e palestinos para deter a violência em Gaza e prover urgentemente à assistência humanitária. Mas não é tudo. Em uma única voz, pressionem israelenses e palestinos a construir a paz, garantindo a segurança a Israel e um Estado aos palestinos. Aos fiéis de todo o mundo, os bispos pedem que intensifiquem as orações pela Igreja na Terra Santa e que visitem a região para conhecer como vivem as comunidades cristãs locais, pois financiar projetos concretos e criar parcerias é imprescindível para a sobrevivência dos cristãos. Por fim, os prelados se dirigem aos membros da Igreja na Terra Santa, dizendo que vêem neles o sofrimento de Jesus, mas recordam que não estão sós: "Somos uma única família".

Fonte: RV

COMPLETA 80 ANOS O ESTADO DA CIDADE DO VATICANO

ESTADO DA CIDADE DO VATICANO COMPLETA 80 ANOS

Cidade do Vaticano, 15 jan (RV)

- O Estado da Cidade do Vaticano completa 80 anos no próximo dia 11 de fevereiro. Para celebrar esta data, será lançada uma edição especial de sete selos e um folheto comemorativo. Os selos custarão 65 centavos de euro, aproximadamente R$ 2, e terão a imagem dos sete papas desde a sua criação (Pio XI, Pio XII, João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI), em 1929, pelo Tratado de Latrão. O folheto, por sua vez, irá reproduzir um mapa do Estado e custará 2,80 euros, cerca de R$ 8,60. No calendário de comemorações, consta também uma mostra que será exposta a partir do dia 12 de fevereiro. Entre os documentos e objetos da exposição, há o texto original do Tratado de Latrão.Ainda em fevereiro, os Correios do Vaticano irão lançar também quatro selos, produzido em colaboração com os Correios de Gibraltar, celebrando o santuário de Nossa Senhora da Europa, localizado no pequeno território britânico ao sul da península ibérica.

Fonte: RV

ESTADO DA CIDADE DO VATICANO

O ESTADO DO VATICANO

O Estado do Vaticano é o menor país independente do mundo e a última monarquia absolutista da Europa. Um minúsculo território independente de 44 hectares em Roma, sob jurisdição pontifícia, que tem sua existência calcada espiritualmente na criação do cristianismo e politicamente nos extintos Estados Pontifícios. Os Estados Pontifícios ou Estados Papais foram fundados (752) pelo papa Estêvão III, e codificado quase trinta anos depois (781). Ocupavam uma grande área, basicamente no centro da península itálica e tinha um governo teocrático com capital Roma, com língua oficial latim e religião católica, sob a autoridade civil dos Papas. Também chamado de Estados da Igreja, eram formados por um aglomerado de territórios, que se mantiveram como um estado independente por mais de onze séculos (756-1870). O Vaticano é o resultado de uma longa história de mais de dois milênios, desde os tempos em que o papa era apenas o bispo de Roma, uma entre muitas lideranças vinculadas às origens do cristianismo, quando Roma virou centro da seita judaica originada no Oriente Médio. Com a instituição a sede episcopal de Roma, os fiéis poderosos, especialmente os imperadores cristãos, foram fazendo doações de bens territoriais à Igreja romana, abrangendo áreas até mesmo fora da península italiana. Criou-se, então, o que se conheceu como Patrimônio de São Pedro, administrado pelos papas católicos que ganharam autênticas prerrogativas de chefes de estado através da Pragmática Sanção (554) promulgada pelo imperador Justiniano I, inclusive a de possuir um respeitável exército, que em algumas ações esteve sob o comando do próprio pontífice. Com o declínio da influência do Império Bizantino sobre Roma, o distanciamento em relação ao império do Oriente tornou-se cada vez mais profundo, a ponto do papa Constantino I, enfrentar o imperador Filípico Bardanes, chamando-o de herege. Durante a ofensiva do lombardo Astolfo contra Roma, o papa Estêvão II pediu socorro ao rei dos francos, Pepino, o Breve. Depois da derrota de Astolfo, o pontífice recebeu o domínio temporal de um Estado que compreendia o antigo exarcado de Ravenna, os bispados de Rimini, Pesaro, Fano, Senigallia e Ancona e a região de Roma. O papa Estêvão II exibiu um documento de três anos antes, de autenticidade duvidosa e que chamaria de Doação de Constantino, segundo o qual o imperador bizantino havia cedido ao papa Silvestre I, para si e seus sucessores, não só o palácio de São João de Latrão, mas também a possessão de toda a península Itálica e a dignidade imperial. Assim surgia um Estado que haveria de perdurar durante mais de onze séculos (756-1870). Pêlos seus corredores passariam reis, criaram-se e decidiram-se guerras, o melhor da arte e até alguns santos, escrevendo uma página da história humana correspondente a mais de onze séculos. Em seu auge, pontífices se consideravam os senhores do mundo, desencadeavam disputas e tomavam decisões de todas as naturezas, em nome de Deus. A autonomia começou a cair quando uma primeira parte do território foi anexada pelo Reino da Itália (1860) e terminou com a anexação do restante (1870) pelos nacionalistas peninsulares. A Itália meridional nunca formou parte dos Estados Pontifícios e com o surgimento dos movimentos revolucionários nacionalistas italianos do século XIX, originaram-se fortes correntes políticas pela unidade nacional. Em meados do século as rebeliões contra a autoridade papal eram freqüentes. Finalmente, algumas cidades da Romanha resolveram anexar-se ao reino de Sardenha (1860) do rei Victor Manuel II, que entrou em guerra contra o pontífice Pio IX pelo controle das regiões da Umbria e das Marcas. Com as derrotas militares em Castelfidardo e em Ancona (1860), o estado papal perdeu aquelas regiões que, em união com a Toscânia, Parma e Módena e o reino de Sardenha, passaram a se chamar de Reino de Itália. Com a deflagração da guerra franco-prussiana, os Estados Pontifícios apoiaram os francos, enquanto o Reino da Itália apoiou os Austríacos. O exército de oito mil soldados do papa Pio IX não foi páreo para as divisões reais, que entravam em Roma (1870) e declararam a cidade capital do Reino de Itália. Estabelecida a corte do rei Victor Emanuel II no Palácio do Quirinal, decretou-se o fim dos Estados Papais com a anexação do restante dos territórios pontifícios. Somente 59 anos depois, em 11 de fevereiro (1929), quando as portas do Palácio de Latrão, quartel-general da Cúria Romana, se abriram para a entrada do homem mais temido da Itália, o ditador Benito Mussolini, chefe do regime fascista que governava o país, é que o desejo da volta de um estado católico politicamente independente voltou a ser real. Mussolini queria que a Igreja reconhecesse oficialmente o regime e a Igreja queria recuperar o que havia perdido, durante o processo da unificação italiana, ou seja, o direito a um Estado soberano. Naquele mesmo dia, Mussolini assinou o Tratado de Latrão, que concedia ao papa Pio XI um território independente dentro de Roma e, em troca, a Igreja reconhecia o tirano como legítimo titular do governo da Itália como estado soberano. Nascia assim, o Estado do Vaticano como ele é hoje: o menor país independente do mundo, com um território de 44 hectares, em Roma, mas sob jurisdição pontifícia.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

FESTA DAS FAMÍLIAS NO MÉXICO

Festa das famílias: também para quem não pode ir ao México
Fala o cardeal Antonelli, presidente do Conselho Pontifício para a Família

CIDADE DO VATICANO,

- O cardeal Ennio Antonelli, presidente do Conselho Pontifício para a Família, garante que o VI Encontro Mundial do México será uma festa para a família, também para as que não podem ir a Guadalupe.
Antes de viajar à capital asteca, o purpurado italiano, nomeado para este cargo por Bento XVI em junho passado, em uma entrevista concedida à Zenit, compartilhava as grandes esperanças do Papa e da Santa Sé para este encontro, que deve congregar mais de um milhão de pessoas até 18 de janeiro.
«O encontro mundial das famílias é um evento de tal importância, de tal significado, que por si só convida a participar, e de fato vêm representantes de todo lugar do mundo. Em particular, do México, vêm também representantes qualificados da sociedade civil», explica.
«Faço um convite aos cidadãos da Cidade do México e aos cidadãos das diversas cidades do México, para que venham em massa, porque será certamente uma grande festa, uma festa belíssima, e também muito acolhedora, como os mexicanos gostam», afirma.
Pois bem, dado que muitas pessoas não podem viajar ao México, o purpurado recorda que será possível acompanhar pela rádio, televisão e internet os momentos culminantes do Encontro: em particular, o evento festivo testemunhal, às 18h, hora local do México, de 17 de janeiro, assim como a missa do domingo, 18 de janeiro, que começará às 9h, horário local.
O purpurado convida a «unir-se espiritualmente com a oração, e interessando-se pelos temas tratados e pelas experiências que são apresentadas, assim como também recebendo os benefícios espirituais».
«O Santo Padre concedeu a indulgência plenária não só a quem participa fisicamente, mas também a quem se une através dos meios de comunicação ao evento da Cidade do México», recorda.
«Bento XVI estará presente espiritualmente. Sempre se interessou muito na preparação e conhece muito bem os detalhes dos preparativos», declara o purpurado.
«Estará presente no evento do sábado com uma videomensagem. No domingo, de Roma, pela televisão, participará de toda a celebração da santa missa. Ao final da mesma, fará um link televisivo ao vivo para falar à multidão e dar sua bênção. Depois anunciará a sede do VII Encontro Mundial das Famílias», recorda.
O purpurado reconhece que o Encontro é particularmente importante para o México, o segundo país do mundo em número de católicos.
«A família é muito amada no México, apesar de atravessar dificuldades, sobretudo por motivos da imigração, que provoca separação dos cônjuges, pois um vai trabalhar no exterior», assinala.
«Mas a família é muito querida e, em particular, as mulheres foram importantes ao longo da história do México, tiveram também momentos de grande ressonância histórica. Nossa Senhora de Guadalupe deixou sua marca não só no México em geral, mas também na família mexicana», conclui.
Mais informação em: http://www.emf2009.com/.

Fonte: ZENIT.org

NOMEAÇÃO DE BISPO PARA O BRASIL

AUDIÊNCIA GERAL E NOMEAÇÃO DE BISPO PARA O BRASIL


Cidade do Vaticano, 14 jan (RV)

- Quarta-feira é dia de Audiência Geral! Bento XVI se reuniu com fiéis e peregrinos na Sala Paulo VI para falar, mais uma vez, de São Paulo. Desta vez, sobre alguns aspectos teológicos contidos nas cartas do Apóstolo dos Gentios aos colossenses e aos efésios, muito semelhantes entre si. Nessas duas cartas Cristo aparece com o título de "Cabeça". Em primeiro lugar, é considerado como Cabeça da Igreja guiada, alimentada e mantida unida por ele, mas também como cabeça do cosmos, submetendo e recapitulando em si todas as coisas do universo. Com o conceito de "mistério", típico também desses escritos, o Apóstolo se refere ao impenetrável desígnio divino sobre o homem, os povos e o mundo, que se realiza plenamente em Cristo. Nele, o mistério se encarna e pode ser percebido de modo claro.Um último conceito próprio dessas cartas é também o vínculo esponsal entre Cristo e a Igreja. Tomando como ponto de referência a união conjugal entre o homem e a mulher, a Igreja é considerada como esposa de Cristo, que a fez sua, mesmo pagando as consequências com a própria vida.

Nesta quarta-feira, Bento XVI nomeou bispo auxiliar da diocese de Passo Fundo (RS) o mons. Liro Vendelino Meurer, até então pároco da paróquia São Geraldo, em Porto Alegre (RS).

Fonte: RV

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

CARDEAL SECRETÁRIO DE ESTADO PARTICIPARÁ DO ENCONTRO MUNDIAL DAS FAMÍLIAS

CARDEAL SECRETÁRIO DE ESTADO FALA SOBRE SUA VIAGEM AO MÉXICO, ONDE PARTICIPARÁ DO ENCONTRO MUNDIAL DAS FAMÍLIAS

Cidade do Vaticano, 12 jan (RV)
- Será "uma viagem extraordinária". Assim o cardeal secretário de Estado, Tarcisio Bertone, definiu a sua próxima missão como legado pontifício para o VI Encontro mundial das famílias, que terá lugar de 14 a 18 deste mês, na capital mexicana, com o tema "A família formadora dos valores humanos e cristãos". Entrevistado pela Rádio Vaticano, eis o que nos disse o purpurado:Cardeal Tarcisio Bertone:- "Trata-se de uma viagem extraordinária e excepcional. Irei ao México com sentimentos de grande estima, de grande afeto e admiração por este povo tão profundamente cristão e católico, e tão abertamente mariano. Naturalmente, o tema que concentra a atenção mundial em Cidade do México é o tema importante para o povo mexicano, um tema absolutamente central na promoção da Igreja, na consciência eclesial e, diria também, no compromisso da sociedade para uma renovação segundo a medida do projeto de Deus sobre o homem e sobre a mulher."P. O senhor crê que o México seja um lugar oportuno para desse país lançar uma mensagem ao mundo inteiro em favor da vida e da família?Cardeal Tarcisio Bertone:- "Creio que sim. Sem dúvida. Não somente pela preponderância, pela estratificação católica e também – apesar de todos os problemas das sociedades modernas, também das sociedades latino-americanas – pela robusteza de fé, a robusteza antropológica do México, tanto dos bispos quanto dos agentes de pastorais, como também dos pensadores mexicanos. Ademais, é um país emergente, um país de grande importância também no cenário político-econômico mundial. Portanto, creio que seja uma boa plataforma para lançar mensagens fortes não somente para a família na América Latina, mas para a família no mundo inteiro."P. A situação atual da família comporta muitas ameaças, ameaças para a família em nossa sociedade, também nos países católicos, como o México, inclusive...Cardeal Tarcisio Bertone:- "Há um problema a que o papa se referiu explicitamente também em seu discurso na ONU. Neste nosso tempo há uma deriva em favor dos direitos individuais, como direitos absolutos, sem considerar o fundamento dos direitos individuais como direitos naturais, como direitos fundados na natureza do homem e da mulher. Acentuam-se muito os direitos puramente individuais e não se reconhecem os direitos da família, como célula propulsora, célula viva da sociedade, e como célula intermédia entre o indivíduo e o Estado, e as sociedades intermédias e o Estado. Essa é uma carência da nossa sociedade, também das sociedades mais evoluídas."P. Como o papa participará do evento mexicano?Cardeal Tarcisio Bertone:- "O papa se fará presente – como vocês sabem – mediante dois pronunciamentos. Enviará uma mensagem precisa e pronunciará um discurso importante no encontro das família, à noite, e depois concluirá a Santa Missa, no dia 18, com um discurso final, e concederá a sua Bênção apostólica. O papa assistirá à santa missa mediante conexões audiovisuais que oportunamente serão feitas. Portanto, estará espiritualmente intensamente presente." (RL)
Fonte: RV

sábado, 3 de janeiro de 2009

HOJE - SANTÍSSIMO NOME DE JESUS

"Santíssimo Nome de Jesus"
Deram-lhe o nome de Jesus" (Lc 2, 21)
Ainda que seja inefável o nome santíssimo de Jesus que foi imposto na Circuncisão a Cristo Senhor, Redentor do género humano, todavia para não nos calarmos completamente em tão grande solenidade, alguma coisa apresentaremos em louvor e glória de tão grande nome, diante do qual "todo o joelho se dobra nos Céus, na Terra e nos Infernos" (Fil 2, 10).
Porque tão grande é a consolação da alma que se alegra em Cristo, que a pobreza se torna como riquezas, a aspereza como delícias e a vileza como honras, e pelo seu nome todos os suplícios se fazem para eles doces.Na verdade, diz-se por causa deste nome: "Saíram da sala do Sinédrio cheios de alegria por terem sido considerados dignos de sofrer vexames por causa do nome de Jesus" (Act 5, 41).
Portanto, se mergulha na tua mente o negrume da tristeza, se está eminente uma grave e violenta tempestade, se as costas do mar ribombam com terrível e honroso mugido, se são batidas as praias do oceano, e se também a nau está invadida pelas ondas, invoca Jesus, que se julga estar a dormir nas navios, mas é um Jesus que nem dorme nem dormita; e com toda a fé diz-lhe: "Levanta-te, Senhor Jesus".
Oh nome de Jesus exaltado acima de todo o nome, oh gozo dos Anjos, oh alegria dos justos, oh pavor dos condenados: em Vós está a esperança de qualquer perdão, em Vós toda a esperança da indulgência, em Vós toda a expectativa de glória.
Oh nome dulcíssimo, Vós dais o perdão aos pecadores, renovais os costumes, encheis os corações de doçura divina.
Oh nome desejável, nome admirável, nome venerável, Vós, nome de rei Jesus, assim levantais ao mais alto dos céus os espíritos, que todos os que principam a ter devoção a este nome, graças a ele encontram a glória e a salvação, por Jesus Cristo nosso Senhor.
(Homilia de S.Bernardino de Sena, o grande promotor da devoção ao SS. Nome de Jesus)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

OS DESAFIOS DA IGREJA NA ÁSIA

PAZ E INCULTURAÇÃO: OS DESAFIOS DA IGREJA NA ÁSIA

Cidade do Vaticano,

- Foi divulgado o comunicado de imprensa do Conselho Especial para a Ásia da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos, que se reuniu nos dias 11 e 12 de dezembro, no Vaticano.

Entre os temas tratados, destaca-se o tema da paz, sobretudo em relação à Índia (Orissa e Mumbai) e às regiões do Oriente Médio, onde ainda não se alcançou um grau estável de tranqüilidade e de justiça.

Outro compromisso crucial na Ásia é a inculturação da Palavra de Deus.

O Evangelho, que teve sua origem na Ásia, necessita ser anunciado hoje a todo o continente através de ministros preparados e dotados do necessário espírito de missão e do conhecimento das respectivas culturas.

Durante o encontro, foram elencados os elementos positivos da Igreja na Ásia: como o aumento das vocações sacerdotais e da vida consagrada; o crescimento do espírito missionário, sinal de dinamismo eclesial; e a evangelização em sintonia com promoção humana, em especial em favor dos pobres e dos marginalizados.Mas também não faltam desafios, como o diálogo com as grandes religiões asiáticas, turbado por grupos fundamentalistas que não abrem mão da violência; o efetivo respeito pela liberdade religiosa, não suficientemente aplicado em vastas regiões; e a difusão do espírito secularizado e consumista.

O Conselho relevou ainda os valores religiosos e culturais típicos dos povos asiáticos: a simplicidade, a família, a hospitalidade, o respeito pelo sagrado e pelas várias religiões – valores aos quais se incluem o amor pelo silêncio e pela contemplação, a harmonia, a não-violência, a disciplina e a sede de conhecimento e de busca filosófica.

Neste trabalho de inculturação, o laicato tem um papel especial, mas cabe aos teólogos a tarefa de desenvolver uma teologia inculturada, especialmente na área da Cristologia, tendo presente a unicidade salvífica de Jesus Cristo. (BF)

Fonte: RV

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

HOJE - SANTA MARIA, MÃE DE DEUS

SANTA MARIA, Mãe de Deus



Neste dia, a liturgia coloca-nos diante de evocações diversas, ainda que todas importantes. Celebra-se, em primeiro lugar, a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus: somos convidados a contemplar a figura de Maria, aquela mulher que, com o seu "sim" ao projecto de Deus, nos ofereceu Jesus, o nosso libertador. Celebra-se, em segundo lugar, o Dia Mundial da Paz: em 1968, o papa Paulo VI propôs aos homens de boa vontade que, neste dia, se rezasse pela paz no mundo. Celebra-se, finalmente, o primeiro dia do ano civil: é o início de uma caminhada percorrida de mãos dadas com esse Deus que nos ama, que em cada dia nos cumula da sua benção e nos oferece a vida em plenitude.As leituras que hoje nos são propostas exploram, portanto, estas diversas coordenadas. Elas evocam esta multiplicidade de temas e de celebrações.Na primeira leitura, sublinha-se a dimensão da presença contínua de Deus na nossa caminhada e recorda-se que a sua benção nos proporciona a vida em plenitude.Na segunda leitura, a liturgia evoca, outra vez, o amor de Deus, que enviou o seu Filho ao encontro dos homens para os libertar da escravidão da Lei e para os tornar seus "filhos". É nessa situação privilegiada de "filhos" livres e amados que podemos dirigir-nos a Deus e chamar-lhe "abbá" ("papá").O Evangelho mostra como a chegada do projecto libertador de Deus (que se tornou realidade plena no nosso mundo através de Jesus), provoca alegria e felicidade naqueles que não têm outra possibilidade de acesso à salvação: os pobres e os marginalizados. Convida-nos, também, a louvar a Deus pelo seu amor e a testemunhar o desígnio libertador de Deus no meio dos homens.Maria, a mulher que proporcionou o nosso encontro com Jesus, é o modelo do crente que é sensível aos projectos de Deus, que sabe ler os seus sinais na história, que aceita acolher a proposta de Deus no coração e que colabora com Deus na concretização do projecto divino de salvação para o mundo.

Fonte: Evangelho Quotidiano