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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

CRISTO É A ESPERANÇA QUE NÃO DECEPCIONA



MENSAGEM DO PAPA AO ENCONTRO DE RIMINI: CRISTO É A ESPERANÇA QUE NÃO DECEPCIONA




Cidade do Vaticano, 22 ago (RV)



- Cristo ressuscitado é o fundamento último e definitivo da existência, a certeza da nossa esperança, e os cristãos de hoje, mais do que nunca, são chamados a testemunhá-Lo.


Esse é o coração da mensagem, assinada pelo Cardeal Secretário de Estado, Tarcisio Bertone, que o Papa enviou aos participantes do 32º Encontro para Amizade entre os Povos, em andamento em Rimini – Centro-Norte da Itália.


"E a existência torna-se uma imensa certeza": o tema escolhido pelo encontro suscita interrogações profundas, das quais partem os pensamentos que o Papa confia aos muitos que desde este domingo lotam o Auditorium principal da Feira, com os votos de que – afirma o Papa – sejam pontos de reflexão para a semana inteira.Em primeiro lugar: o que é a existência?


A resposta está na etimologia latina, "ex-sistere", explica o Pontífice: ou seja, ser estruturalmente dependente, querido por alguém, para o qual – quase inconscientemente – se tende.


E se se tem consciência dessa dimensão fundamental do homem, se tem também a certeza com a qual enfrentar a existência: disse Bento XVI recordando Pe. Luigi Giussani, fundador de "Comunhão e Libertação", movimento promotor do encontro.Mas não basta o reconhecimento da própria origem para poder experimentar a positividade da existência, para incidir na história e amadurecer na personalidade; é necessário entrar – prossegue o Santo Padre – no amor de quem nos quis, na sua proximidade e na certeza da meta de bem à qual o homem é chamado.


Eis o coração desse encontro. O homem não pode viver sem uma certeza sobre o próprio destino. E, então, qual é a esperança que não decepciona? É Cristo ressuscitado.


N'Ele o destino do homem foi tirado da nebulosidade que o circundava, n'Ele o Pai revelou o futuro positivo que nos aguarda, n'Ele a existência torna-se uma história de salvação em que toda circunstância está relacionada com a eternidade – afirma o Pontífice.


Sem essa consciência, corre-se o risco de se cair no sensacionalismo das emoções ou do desespero, numa árdua busca de novidades passageiras e ilusórias, recorda Bento XVI, acrescentando que os dramas do século passado demonstraram que quando vacila a certeza da fé e da esperança cristã, o homem esvai-se e torna-se vítima do poder, e começa a pedir a vida a quem não pode dá-la.


Diante desse cenário, o apelo final dirige-se a nós cristãos de hoje, mais do que nunca chamados a dar razão da esperança, a testemunhar no mundo aquele Algo mais sem o qual tudo permanece incompreensível. (RL)


Fonte: RV

domingo, 6 de junho de 2010

MARIA TORNOU REALIDADE A ESPERANÇA DA HISTÓRIA

ANGELUS: MARIA TORNOU REALIDADE A ESPERANÇA DA HISTÓRIA

Nicósia, 06 jun (RV) – No Angelus que se seguiu à celebração eucarística no Ginásio de Esportes Elefthería de Nicósia, capital de Chipre, Maria foi o centro da alocução de Bento XVI.Através do "sim" de Maria, a esperança da história tornou-se uma realidade, com a vinda ao mundo de Jesus, afirmou o Papa. Essa mesma esperança vacilou, cerca de 30 anos depois, com a Crucificação do Filho. Todavia, na desolação do Sábado Santo, a certeza da esperança amparou Maria até chegar a alegria da manhã da Páscoa."Também nós, seus filhos, vivemos na mesma esperança confiante de que o Verbo feito carne no seio de Maria jamais nos abandonará. Ele, o Filho de Deus e o Filho de Maria, fortifica a comunhão que nos une, de modo que possamos nos tornar testemunhas Dele e do poder do Seu amor, que cura e reconcilia" – afirmou Bento XVI, implorando a intercessão da Virgem Maria pelo povo de Chipre e pela Igreja no Oriente Médio.Em polonês, o Papa recordou a beatificação hoje, na Polônia, de Jerzy Popieluszko, sacerdote e mártir."Envio cordial saudação à Igreja na Polônia que hoje se alegra com a elevação aos altares do Padre Jerzy Popieluszko. Seu serviço zeloso e seu martírio são um sinal especial de vitória do bem sobre o mal. Possa o seu exemplo e a sua intercessão alimentar o zelo dos sacerdotes e acender nos fiéis a chama do amor." (BF)

Fonte: RV

sábado, 4 de julho de 2009

SÃO JOÃO BOSCO: VIDA E OBRA EM DVD

DVD sobre a vida e obra de São João Bosco
Começa a etapa internacional da peregrinação de suas relíquias



Clique na figura de São João Bosco com os jovens

BUENOS AIRES,

Coincidindo com a visita das relíquias de São João Bosco à América Latina, a Produtora São José distribui em DVD um filme sobre a vida e a obra do santo.
Pela primeira vez Dom Bosco realiza o sonho de pisar o solo americano. Suas relíquias percorrerão e visitarão, a partir desta quarta-feira e durante vários meses, a obra salesiana desenvolvida nestas terras.
Acompanhando este acontecimento tão importante para a extensa família salesiana, a Editorial CCS (editora salesiana) cedeu os direitos do filme Dom Bosco à Produtora São José, para distribuir na Argentina, Chile e Uruguai.
O conhecido filme, produzido pelo diretor italiano Lodovico Gasparini para a RAI, tem uma duração de 200 minutos (pouco mais de três horas); mostra as virtudes heróicas do grande santo que se caracterizou fundamentalmente por sua especial preocupação para com os jovens e por fundar a Obra Salesiana.
Após passar por diversas cidades italianas, a etapa internacional da peregrinação das relíquias de São João Bosco começa hoje na América Latina.

A urna está de visita o Chile de 1º a 18 de julho, onde os salesianos prepararam diversos eventos para difundir no país a figura e a vida de seu fundador, assim como a obra salesiana e seu serviço educativo.
A peregrinação continuará na Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil.

De março a outubro de 2010, visitará a América do Norte, e mais tarde, a América Central e a América do Sul setentrional; depois o Leste da Ásia e Oceania, e as províncias salesianas da Ásia Sul e África-Madagascar.

Em 2012, a urna com a figura e a relíquia de Dom Bosco chegará à Europa e percorrerá as regiões salesianas da Europa Oeste, Europa Norte e Itália e Oriente Médio.
A relíquia de São João Bosco foi abençoada pelo reitor maior dos salesianos, Dom Pascual Chávez Villanueva, em 25 de abril em Turim, cidade italiana na qual nasceu a congregação.

Até janeiro de 2014, percorrerá os países do mundo nos quais estão presentes os salesianos.
A peregrinação será realizada por ocasião do 150º aniversário da fundação da congregação salesiana, neste ano 2009, e como preparação do bicentenário do nascimento de Dom Bosco, em 2015.
A relíquia peregrina é acompanhada por uma estátua de Dom Bosco no interior de uma grande urna de alumínio, bronze e vidro.
A urna representa uma ponte sustentada por quatro pilares sobre os quais estão gravadas as datas do bicentenário (1815-2015).
Os pilares laterais estão decorados com lajotas quadrangulares que representam rostos de jovens dos cinco continentes.
O escudo da Congregação Salesiana e o lema que o próprio Dom Bosco adotou – Da mihi animas, caetera tolle – completam a decoração da urna.

150 anos depois de sua fundação, a Congregação Salesiana está presente em 129 nações e conta com 16.092 salesianos: 10.669 sacerdotes, 2.025 coadjutores, 2.765 seminaristas, 515 noviços e 118 bispos, entre eles 5 cardeais.

Fonte: ZENIT.org

Clique: São João Bosco

A FAMÍLIA CATÓLICA

domingo, 17 de maio de 2009

GESTOS DO PAPA NA TERRA SANTA SÃO EXEMPLO DE ENCORAJAMENTO E CONVITE À ESPERANÇA

CARDEAL BERTONE: GESTOS DO PAPA NA TERRA SANTA SÃO EXEMPLO DE ENCORAJAMENTO E CONVITE À ESPERANÇA

Cidade do Vaticano,

- O cardeal secretário de Estado, Tarcisio Bertone, foi um dos principais acompanhantes do papa em sua XII Viagem Apostólica Internacional. Entrevistado pela Rádio Vaticano, eis o que o purpurado nos disse acerca da peregrinação do pontífice na Terra Santa:Cardeal Tarcisio Bertone:- "A palavra do papa e seus gestos foram um exemplo de encorajamento, de esperança e de diálogo para todos. Com objetivos concretos, o papa focalizou pistas concretas e orientações fundadas no mandamento do amor que é a palavra comum para cristãos, judeus e muçulmanos. Esperamos que o papa e todos os seus colaboradores – cada um segundo seu ofício e missão, que é uma missão de paz no seguimento do papa – tragam frutos abundantes e estáveis para esta região."P. Espera-se que também a Comissão bilateral entre Israel e Santa Sé para os Acordos Fundamentais dê seus frutos, vez que há vários anos não consegue decolar...Cardeal Tarcisio Bertone:- "O colóquio com o chefe do Governo, Netanyahu, foi muito positivo e tratou de pontos concretos com compromissos concretos. Portanto, esperamos que decole e que consiga alcançar os objetivos que todos esperamos."P. Sempre se retorna da Terra Santa com uma forte emoção. Qual aspecto o senhor recorda dessa peregrinação com maior intensidade?Card. Tarcisio Bertone:- "Penso, sobretudo, em Belém – não digo somente Belém nos Territórios Palestinos, mas Belém como lugar do nascimento do Filho de Deus feito homem. Pensando em todas as crianças do mundo, recordo a visita ao hospital pediátrico: naquele momento pensei um pouco no futuro que aguarda todas as crianças e jovens do mundo, e creio que todos rezamos por eles. Todos queremos construir um mundo sem muros, sem violência, dominado pelo mandamento do amor, e preparar um futuro de paz e de serenidade para todas as crianças e jovens do mundo." (RL)

Fonte: RV

quarta-feira, 13 de maio de 2009

EM BELÉM: "MANTENHAM VIVA A CHAMA DA ESPERANÇA"

PAPA EM BELÉM: "MANTENHAM VIVA A CHAMA DA ESPERANÇA"

Belém, 13 mai (RV)

- Prossegue a peregrinação de Bento XVI pela Terra Santa. Na manhã de hoje o Santo Padre iniciou sua visita aos Territórios Palestinos. Ele foi recebido em Belém pelo presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Abu Mazen, e pelas autoridades políticas, civis e religiosas. Abu Mazen é o presidente da ANP desde 2005. A ANP é uma organização concebida para ser um governo de transição até o estabelecimento do Estado palestino independente. Criada por meio do Acordo de Oslo (1993-95), firmado entre Israel e a Organização pela Libertação da Palestina (OLP), com mediação dos Estados Unidos, a ANP administra nominalmente partes da Cisjordânia e da Faixa de Gaza. A cerimônia de boas-vindas ao Santo Padre se realizou na praça diante do Palácio Presidencial de Belém, cidade majoritariamente muçulmana, mas que abriga uma das maiores comunidades de cristãos palestinos. Bento XVI agradeceu o acolhimento do presidente Abu Mazen e disse que sua peregrinação à Terra Santa não teria sido completa se não visitasse a cidade de Belém, a Cidade de Davi e lugar do nascimento de Jesus Cristo. O pontífice saudou o povo palestino e frisou que sabe o quanto eles sofreram e continuam sofrendo por causa dos conflitos que assolam esta terra. "Tenho no coração as famílias que perderam suas casas. Expresso a minha solidariedade e proximidade às pessoas que perderam seus familiares nas hostilidades, sobretudo, no recente conflito efetuado na Faixa de Gaza", frisou o papa. O Santo Padre disse ainda que a Santa Sé apóia o direito do povo palestino de ter uma pátria independente, segura e que viva em paz com os países vizinhos, dentro dos confins internacionalmente reconhecidos. Bento XVI encorajou o povo palestino a manter viva a chama da esperança, "esperança que possa achar um ponto de encontro entre as legítimas aspirações tanto dos israelenses quanto dos palestinos em vista da paz e da estabilidade". O Santo Padre fez um apelo a todas as partes em conflito para que abandonem o rancor e tomem o caminho da reconciliação. Ele pediu à comunidade internacional para que faça todos os esforços possíveis em prol da solução dos conflitos e que ajude na reconstrução de casas, escolas e hospitais destruídos no recente conflito na Faixa de Gaza. "Uma coexistência justa e pacífica entre os povos do Oriente Médio pode se realizar somente por meio do espírito de cooperação e do respeito recíproco, em que os direitos e a dignidade de todos sejam reconhecidos e respeitados", frisou o pontífice. O Santo Padre fez um apelo aos jovens palestinos para que não deixem que as perdas de vidas humanas nos conflitos e as destruições causem amargura e ressentimento em seus corações." Tenham a coragem de resistir a toda tentação sem recorrer a atos de violência e ao terrorismo. Promovam a paz e o futuro da Palestina. Que se cumpra nesta terra o cântico dos anjos que ressoou neste lugar: paz na terra aos homens de boa vontade", concluiu o papa. (MJ)



Fonte: RV

quinta-feira, 16 de abril de 2009

RESSURREIÇÃO DE CRISTO É A NOSSA ESPERANÇA


PAPA: RESSURREIÇÃO DE CRISTO É A NOSSA ESPERANÇA



Cidade do Vaticano,

- O Papa Bento XVI encontrou-se na manhã de ontem, com os fiéis e peregrinos de todas as partes do mundo na Praça São Pedro, no âmbito da tradicional audiência geral das quartas-feiras.
O Santo Padre deixou Castel Gandolfo, onde se encontra desde a tarde do último domingo para um período de repouso após as intensas celebrações da Semana Santa.
Nesta manhã o papa voltou a falar sobre a alegria espiritual desses dias de Páscoa, que nenhum sofrimento ou pena pode apagar, e que se baseia na certeza de que Cristo, com sua morte e ressurreição, triunfou definitivamente sobre o mal e a morte.
A novidade supreendente da ressurreição é tão importante que a Igreja não deixa de proclamá-la, prolongando sua recordação especialmente no domingo que é o dia do Senhor e a Páscoa semanal do povo de Deus.
“Para nossa fé e nosso testemunho cristão – disse o papa - é fundamental proclamar a ressurreição de Jesus como um fato real, histórico e comprovado por testemunhas críveis, e que diz respeito à toda a familia humana.
Este evento mudou a vida das testemunhas oculares e ao longo dos séculos gerações inteiras de homens o acolheram com fé e o testemunharam, até mesmo com o martírio.”
Como afirma Santo Agostinho, a ressurreição de Cristo é a nossa esperança, e ilumina, além do mais, toda a nossa peregrinação terrena.
O mistério pascal é o coração de toda a mensagem evangélica, o núcleo central do nosso “Credo”, no qual se cumprem as escrituras. Na Páscoa, Deus se revela a si mesmo e o poder do amor trinitário que aniquila as forças destruidoras do mal e a morte.
O Santo Padre na conclusão da audiência geral saudou os vários grupos presentes na Praça São Pedro em diversas línguas, entre as quais o português.
Ouça: “Amados peregrinos de língua portuguesa, alegrai-vos e exultai comigo, porque o Senhor Jesus ressuscitou.
A ressurreição de Cristo é a nossa esperança!
Este pregão pascal ressoa por toda a terra: ressoa no coração dos brasileiros e dos portugueses de Lamego e da diocese de Coimbra! Com alegria, saúdo a comunidade do seu Seminário Maior que, há 250 anos, facilita esta passagem do testemunho da ressurreição, com a formação de novos arautos e servidores. Sobre todos, desça a minha Bênção.
Ad multos annos!” Após a audiência o pontífice retornou a Castel Gandolfo. (SP)

Fonte: RV

sábado, 21 de março de 2009

"CHEGOU PARA A ÁFRICA O TEMPO DA ESPERANÇA"

PAPA EM ANGOLA: "CHEGOU PARA A ÁFRICA O TEMPO DA ESPERANÇA"
Luanda,

- Bento XVI realizou , na segunda etapa de sua viagem apostólica internacional à África, uma visita de cortesia ao presidente da República de Angola. O presidente José Eduardo dos Santos recebeu o Santo Padre na entrada do palácio presidencial, onde foi festivamente acolhido com o comitê de honra, seguido da execução dos hinos nacional de Angola e do Vaticano.Logo em seguida, teve lugar, no estúdio presidencial, o colóquio privado entre José Eduardo e Bento XVI, acompanhado do cardeal secretário de Estado, Tarcisio Bertone, e um colaborador.Concluído o colóquio, a esposa do presidente e familiares entraram no estúdio presidencial para a foto oficial. Ao término, o presidente acompanhou o pontífice até o Salão de honra – para o encontro com autoridades políticas e civis e o corpo diplomático – onde o presidente e o papa pronunciaram um discurso dirigido ao mundo político angolano e internacional."Angola vive um tempo novo e de esperança", disse o presidente José Eduardo, que em seu discurso abordou também temas internacionais, evocando a pobreza e os conflitos que ainda martirizam o continente africano."O mundo está vivendo uma grave crise econômica e financeira, mas também uma crise de valores e de princípios éticos e morais", afirmou o presidente angolano, acrescentando que os países pobres serão atingidos particularmente por essa crise internacional."Queremos colaborar com a Igreja para construir a justiça através do diálogo político, cultural e inter-religioso. Mas também para combater o integrismo e o terrorismo", ressaltou o presidente, recordando que Angola é um Estado laico, onde, todavia, 70% de seus habitantes são cristãos católicos."Queremos construir uma sociedade moderna que inclua todos sem exclusões sociais", acrescentou o presidente José Eduardo, que concluiu fazendo votos de que o seu país possa realizar o sonho da paz duradoura e de um futuro melhor.Por sua vez, o Santo Padre, o iniciou seu discurso agradecendo ao presidente angolano pela acolhida e pelas palavras a ele dirigidas de estima ao Sucessor de Pedro e de confiança na ação da Igreja Católica. Bento XVI contextualizou a sua visita e convidou os responsáveis ao esforço para o progresso do país e do continente."Após vinte e sete anos de guerra civil que devastou o país, a paz começou a se enraizar, trazendo consigo os frutos da estabilidade e da liberdade. Os esforços palpáveis do Governo para estabelecer as infra-estruturas e recriar as instituições indispensáveis ao desenvolvimento e bem-estar da sociedade fizeram voltar a esperança entre os cidadãos", frisou o pontífice, acrescentando que "chegou para a África o tempo da esperança"."Podereis transformar este continente – exortou Bento XVI – libertando o vosso povo do flagelo da avidez, da violência e da desordem e guiando-o pelo caminho indicado por princípios indispensáveis a qualquer democracia civil moderna: o respeito e a promoção dos direitos humanos, um governo transparente, uma magistratura independente, uma comunicação social livre, uma administração pública honesta, uma rede de escolas e de hospitais que funcionem de modo adequado, e a firme determinação, radicada na conversão dos corações, de acabar de uma vez por todas com a corrupção."Em seguida, o papa ressaltou que "o desenvolvimento econômico e social da África requer a coordenação das ações governamentais nacionais com as iniciativas regionais e com as decisões internacionais".-"Uma tal coordenação – acrescentou – supõe que as nações africanas não sejam apenas consideradas como destinatárias dos planos e soluções elaborados por outros. Os próprios africanos, trabalhando juntos para o bem das suas comunidades, devem ser os agentes primários do seu desenvolvimento.""Quanto à comunidade internacional no seu todo – observou o pontífice – é de urgente importância a coordenação dos esforços para enfrentar a questão das alterações climáticas, a realização plena e honesta dos compromissos em prol do desenvolvimento indicados pela rodada de Doha e, de igual forma, a realização desta promessa muitas vezes repetida pelos países desenvolvidos: destinarem 0,7% do seu PIB (produto interno bruto) para ajudas oficiais ao desenvolvimento. Esta assistência é ainda mais necessária hoje com a tempestade financeira mundial em curso; que ela não seja mais uma das suas vítimas."Bento XVI se deteve sobre o papel da família, mas também sobre a difícil situação na qual ela se encontra. «A família representa a base sobre a qual está construído o edifício da sociedade» (Ecclesia in Africa, 80). Por fim, o papa ressaltou a importância do compromisso da Igreja, que está ao lado dos mais pobres do continente africano. (RL)

Fonte: RV

sábado, 1 de novembro de 2008

FINADOS: SENTIMENTO DE SAUDADES

Finados: sentimento de saudade, mas com a esperança da ressurreição
Dom Anuar Battisti recorda: até Jesus chorou
MARINGÁ,
- No dia de finados, o sentimento que prevalece é a saudade.
Saber acolher e encaminhar os sentimentos produz equilíbrio humano e espiritual, afirma um bispo brasileiro.
Dom Anuar Battisti, arcebispo de Maringá, recorda nesse contexto a passagem evangélica da morte de Lázaro.
«Jesus não nega a sua sincera amizade e chora por alguém que ele ama.
Chorar por alguém é manifestar o mais nobre sentimento de carinho e apreço.
Ninguém chora por qualquer coisa», afirma o arcebispo, em artigo difundido pela CNBB na quinta-feira.
Dom Anuar explica que «saber sentir, acolher os nossos sentimentos e encaminhá-los para o destino certo produz equilíbrio humano e espiritual. Dar valor aos sentimentos é sinal de maturidade física e psicológica».
No dia de finados, quando se prestam homenagens aos que partiram, «certamente o sentimento mais forte é a saudade.
Que coisa inexplicável essa tal de saudade», destaca.
«Ela é externada pela visita ao cemitério, recordando os momentos bonitos da vida, levando flores, elevando preces, orando e confiando na vida que não morre.»
Diante disso, o arcebispo recorda que o destino de cada um «é a eternidade».
«Como Ele ressuscitou, nós também ressuscitaremos com Ele para a vida eterna».
«Como pessoas humanas, pessoas com coração movido por todo tipo de sentimentos, queremos fazer destes um trampolim para conquistar uma melhor qualidade de vida.»
Por isso –prossegue o arcebispo–, sentir-se humano «é condição para uma existência equilibrada entre o que somos e o que gostaríamos de ser».
«Topar com meus sentimentos e não se assustar com eles nem deixar-se levar por eles, faz com os integremos de forma simples e tranqüila. Ele chorou, porque eu não?»

Fonte: ZENIT.org

domingo, 14 de setembro de 2008

LOURDES: MANANCIAL DE LUZ E DE ESPERANÇA PARA TODOS QUE SOFREM

"Lourdes é um dos lugares que Deus escolheu para aí fazer resplandecer um reflexo da sua beleza"
Bento XVI, sábado, no final da procissão de velas

Sábado à noite, no final da procissão de velas, Bento XVI evocou as aparições de Lourdes, manancial de luz e de esperança para todos os sofrimentos. Como tantas pessoas tiveram ocasião de testemunhar (observou), o rosto de Bernardette irradiava uma luminosidade muito própria, quer durante as aparições, quer quando delas falava. Isso porque se encontrava habitada pela luz de Massabielle. "Lourdes é um dos lugares que Deus escolheu para aí fazer resplandecer um reflexo especial da sua beleza. Daqui a importância da luz", das velas acesas, da procissão de velas. Uma luz que rompe as trevas . "Vindo em peregrinação a Lourdes, nós queremos entrar, seguindo os passos de Bernardette, nesta extraordinária proximidade entre o céu e a terra que nunca se desmentiu e que não cessa de se consolidar". Bento XVI não deixou de evocar os mil rostos de sofrimento que Lourdes tem presente na oração. "Esta procissão - disse - é um momento de grande alegria eclesial, mas é também um tempo grave: as intenções que nós trazemos connosco sublinham a nossa profunda comunhão com todos os irmãos que sofrem. Pensamos nas vítimas inocentes que sofrem a violência, a guerra, o terrorismo, a fome, injustiças, flagelos e calamidades, ódio e opressões, atentados à sua dignidade humana e aos seus direitos fundamentais, à sua liberdade de agir e de pensar. Pensamos também nos que conhecem problemas familiares, ou que sofrem em razão do desemprego, da doença, da solidão, da sua situação de imigrados. Desejo não esquecer aqueles que sofrem por causa do nome de Cristo e que morrem por ele".
Fonte: RV

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

"QUEM REZA NUNCA, PERDE A ESPERANÇA"

"O ódio não é uma força criativa; é o amor"."Quem reza nunca perde a esperança": Bento XVI na audiência geral, em Castelgandolfo, indicando o exemplo de Edith Stein e de Maximiliano Kolbe


“O primeiro serviço que posso prestar à Igreja e à humanidade é a oração”, porque “quem reza nunca perde a esperança”: palavras de Bento XVI, nesta quarta-feira de manhã, em Castelgandolfo, acolhendo um numeroso grupo de peregrinos de variados países, congregados em Audiência geral.
Foi a primeira vez desde os tempos do Papa Paulo VI, há trinta anos, que este encontro semanal do Papa com os fiéis teve lugar na residência estiva.

João Paulo II sempre se deslocava de propósito a Roma, durante o verão, nestas circunstâncias.

Bento XVI, que regressou segunda-feira passada de Bressanone, no norte de Itália, onde passou duas semanas de repouso,começou por agradecer uma vez mais a todos os que ali o acolheram e contribuíram para que aquelas férias de montanha fossem “dias de serena distensão” em que – disse – nunca deixou de recomendar ao Senhor quantos se confiam às suas orações.

E tantíssimos são – referiu o Papa – os que lhe escrevem expondo tantas diversas situações de vida, alegrias e projectos, mas também e sobretudo preocupações e problemas, familiares e de trabalho, com as próprias expectativas e esperanças, juntamente com as “angústias ligadas às incertezas que a humanidade está vivendo neste momento”.

Na sua catequese em italiano o Papa, ilustrando precisamente a força da oração, como reserva de esperança e de serenidade, apontou o exemplo de dois santos que a liturgia recorda nestes dias: a alemã Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein) e o polaco Maximiliano Kolbe, ambos vítimas da violência nazi no campo de concentração de Auschwitz, que caminharam conscientemente para a morte, rezando e oferecendo a própria vida, num exemplo heróico de fé e de esperança.


“Aparentemente, as suas existências poderiam ser consideradas uma derrota, mas é precisamente no seu martírio que resplandece o brilho do Amor que vence as trevas do egoísmo e do ódio.

A S.Maximiliano Kolbe se atribuem as seguintes palavras que ele teria pronunciado no pleno furor da perseguição nazista: O ódio não é uma força criativa: é-o somente o amor”. Evocando as últimas palavras de são Maximiliano Maria Kolbe – “Ave Maria” – invocação pronunciada no momento em que estendia o braço a quem o matava com uma injecção letal , observou ainda Bento XVI:“É comovente constatar como o recurso humilde e confiante a Maria é sempre nascente de coragem e de serenidade.

Ao mesmo tempo que nos preparamos para celebrar a solenidade da Assunção – uma das ocorrências marianas mais caras à tradição cristã, renovemos a nossa entrega confiante àquela que do Céu vela sobre nós, em todo o momento, com amor materno.

É isso o que na verdade nós dizemos na familiar oração da Ave Maria, pedindo-lhe que rogue por nós agora e na hora da nossa morte”.

Nas saudações em diferentes línguas aos grupos presentes, não faltou uma em português, com uma referência expressa a peregrinos de Lisboa, da Universidade Católica...

"Desejo saudar, cordialmente o grupo da Universidade Católica Portuguesa de Lisboa, e a tripulação do Navio-Escola «Brasil» da Marinha brasileira, aos quais faço votos de que levem deste encontro a lembrança que a vossa vida tem como objetivo servir, com caridade cristã, os cidadãos da vossa Pátria, pelas rotas da paz, da solidariedade e da fraternidade! Com estes votos, de todo coração abençoo a vós e às vossas famílias, bem como a todos os peregrinos de língua portuguesa aqui presentes."
Fonte:RV