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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador Cáritas. Mostrar todas as postagens
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sábado, 19 de dezembro de 2009

AQUECIMENTO GLOBAL - RESPONSABILIDADE

Cardeal Martino: aquecimento global, responsabilidade de todos
Intervenção durante a apresentação da mensagem do Dia Mundial da Paz
Por Carmen Elena Villa




CIDADE DO VATICANO,

- O presidente emérito do Conselho Pontifício Justiça e Paz, cardeal Renato Raffaele Martino, referiu-se nesta manhã aos tropeços dos últimos dias na cúpula sobre mudança climática que se realiza em Copenhague e que entrou hoje em sua etapa final.
“Espero que encontrem uma base comum porque a responsabilidade maior foi até agora dos países altamente desenvolvidos, mas também os países em via de desenvolvimento não prestaram muita atenção à produção de CO2.”
Assim afirmou o purpurado, em coletiva de imprensa durante a apresentação da mensagem para o 43ª Dia Mundial da Paz, cujo lema é “Se quiseres promover a paz, protege a criação”.
O cardeal Martino assegurou que as causas do aquecimento global têm a ver tanto com os fenômenos naturais como com a má utilização da criação por parte do homem.
“Por isso, nesta mensagem, o Papa convida a fazer o que está em nossas mãos para ter o planeta mais limpo e, naturalmente, controlando, criando e adotando novos estilos de vida se contribui para manter a harmonia da criação”, indicou.
“Esperamos que haja uma maior generosidade para que ajudem os países em via de desenvolvimento”, indicou o purpurado, referindo-se à cúpula mundial na qual participam 120 chefes de Estado, numerosos vice-presidentes e 193 representantes das Nações Unidas.
Na cúpula, participa também Dom Celestino Migliore, observador permanente da Santa Sé na ONU.
O cardeal Martino ressaltou como positivo o fato de que representantes de diversas religiões se unam e ajam junto a diversos funcionários das Nações Unidas “para convencer e alentar as ações destes organismos internacionais”.
Indicou que “é algo que já se está fazendo com muita intensidade”, e sublinhou que, se os diferentes líderes religiosos continuarem trabalhando juntos, “poderão desembocar em algo mais concreto no futuro”.
Em memória do santo de Assis
O cardeal Martino indicou que o Papa Bento XVI escolheu dedicar a mensagem ao tema da criação, entre outras razões, para recordar o 30º aniversário da proclamação de São Francisco de Assis como padroeiro dos agricultores e da ecologia.
“O cântico das criaturas de São Francisco oferece um testemunho atual também na complexidade de hoje. O amor à criação, se projetado em um horizonte espiritual, pode conduzir o homem à fraternidade com o próximo e à união com Deus”, indicou.
“Contemplando o exemplo do Pobrezinho de Assis, aprendemos a amar a criação, a ver nela o amor infinito do Criador”, concluiu o purpurado.

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Países ricos sabotam negociações sobre clima
Denunciam Cáritas e agências católicas de desenvolvimento

COPENHAGUE,

- A Cáritas Internacional e a rede de agências católicas para o desenvolvimento CIDSE denunciaram que as negociações sobre mudanças climáticas de Copenhague estão sendo sabotadas pelos países ricos.
As conversações na cúpula da ONU foram interrompidas na segunda-feira por um impasse entre países africanos e países ricos, os quais, segundo os primeiros, estariam tentando se eximir de responsabilidades já acordadas.
Segundo a Cáritas Internacional e a organização Cooperação Internacional para o Desenvolvimento e Solidariedade (CIDSE), os países ricos, inclusive Japão e Rússia, estariam sabotando as negociações da cúpula, tentando desconsiderar o Protocolo de Kyoto, atualmente o único instrumento juridicamente vinculativo que regula as emissões.
O protocolo, que prevê reduções obrigatórias de emissões para os países desenvolvidos, oferece aos países mais pobres alguma proteção contra futuros impactos ambientais provocados pelas mudanças climáticas.
Para Niamh Garvey, membro irlandês da rede CIDSE-Cáritas, “os países ricos buscam fazer retroceder as conversações, revendo os compromissos do Protocolo de Kyoto.
A decisão da África de suspender os debates, apoiada pela maioria dos países do G77”, prosseguiu, “é resultado do temor provocando pelas tentativas dos países ricos de eliminar o acordo mais forte que temos sobre o clima”.Rowan Popplewell, membro escocês da mesma rede, disse que “abandonar o protocolo de Kyoto representaria um retrocesso para todos os países, principalmente os mais pobres. Para estes, os acordos estabelecidos são uma questão de sobrevivência. As comunidades vulneráveis de todo o mundo necessitam de um acordo climático justo, ambicioso e compulsório, do qual o Protocolo de Kyoto é um elemento essencial”.

Fonte: ZENIT.org

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

EM NOSSO MUNDO, HÁ 923 MILHÕES DE FAMINTOS

923 milhões de famintos num mundo que desperdiça comida
Cáritas apóia a campanha «Direito à alimentação. Urgente»
MADRI,
-Por ocasião do Dia Mundial da Alimentação, celebrado ontem, a Campanha «Direito à alimentação. Urgente» denuncia que 923 milhões de pessoas passam fome e desnutrição em todo o mundo.
São 75 milhões a mais que no ano passado, apesar de que o mundo é mais rico que nunca e que as colheitas de 2007 bateram recordes, segundo denuncia a Cáritas Espanha em um comunicado recebido pela Zenit.
O número de pessoas famintas passou, no último ano, de 854 milhões a 923 milhões, explica o informe.
Por trás deste aumento está a subida do preço dos alimentos, que foi, em média, de 52% entre 2007 e 2008. Alguns produtos básicos como o arroz sofreram um aumento de mais de 200%.
O aumento dos preços dos alimentos não se deve à falta de produção, nem à redução das colheitas pela mudança climática ou à influência dos agro-combustíveis: as colheitas de 2007 bateram recordes enquanto a produção de combustíveis de origem vegetal compete com a de produtos alimentícios no uso dos recursos – água, terra, sementes –, mas não provoca o descenso da produção.
A causa do aumento de preços, portanto, deve ser buscada nas políticas agrárias das últimas décadas, centradas na rentabilidade comercial dos alimentos, ao invés de garantir o direito à alimentação, e na especulação financeira em mercados de futuro e fundos de investimento com os produtos alimentícios, afirma a Cáritas.
Graças às receitas das instituições financeiras como o Banco Mundial ou o Fundo Monetário Internacional, nos anos 80 a agricultura deixou de ser uma prioridade para a maioria dos países em desenvolvimento, que abandonaram os cultivos orientados à alimentação da população visando à produção destinada à exportação, explica a instituição de caridade católica.
Os países industrializados, enquanto isso, aprovavam programas milionários de subsídios agrários para sua agricultura, o que permitia a comercialização de seus produtos a preços mais baratos. Países que historicamente eram produtores de alimentos se converteram em importadores de alimentos subsidiados, o que, unido à falta de investimento em tecnologia, sistemas de marcas, capacitação, infra-estruturas... terminou por fundir as agriculturas locais.
Especulação com alimentos
Nos últimos anos, a instabilidade financeira das Bolsas internacionais dirigiu os investimentos de novo para as matérias-primas, que se converteram em valores seguros com os quais especular. Para protegê-los, foram colocadas em andamento medidas como a restrição das exportações, e o produto circulante se reduziu cada vez mais diante da mesma demanda e, portanto, os preços aumentaram, explica a Cáritas.
«Quando três de cada quatro pessoas que passam fome, 75% dos famintos, são trabalhadores do mundo rural, ou seja, produtores de alimentos, e geram alimentos para o dobro de habitantes que atualmente há no planeta, evidencia-se que a violação do direito à alimentação é um problema de acesso aos produtos e recursos suficientes e adequados para satisfazer as necessidades alimentares de todos os habitantes do planeta.»
Recomendações
Nesta situação, a campanha «Direito à alimentação. Urgente», apoiada pela Cáritas, faz estas recomendações:
Países com crescimento econômico sustentável não conseguiram melhorar seus dados de desnutrição porque lutar contra a pobreza não implica necessariamente lutar contra a fome. Enfrentar a violação do direito humano fundamental à alimentação requer medidas específicas, que devem ser tomadas no âmbito jurídico e político dos direitos humanos.
A crise alimentar deve ser vista como uma oportunidade para examinar a situação alimentar mundial, fazer um diagnóstico em um contexto de mudança climática e crescimento demográfico importante e, a partir daí, estabelecer um «mapa» desde a soberania alimentar, que inclua as dimensões social, política, ambiental e nutricional da alimentação.
Ainda que a FAO identifique a bioenergia e a mudança climática como os principais desafios que a segurança alimentar mundial enfrenta, o desafio está em decidir o que, para que, para quem e como se quer produzir. O resto são circunstâncias a enfrentar, como foram outras no passado.
O fim da fome precisa do regresso a políticas agrárias planejadas em função das necessidades da população e com a participação dos agricultores, respeitosos com relação ao meio ambiente e que não tenham por objetivo final o comércio, mas a realização do direito à alimentação das pessoas.

Para mais informação: http://www.derechoalimentacion.org/

Fonte: ZENIT.org