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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

ADVENTO - PARTE III - VIVER O TEMPO DA ESPERA

VIVER O TEMPO DA ESPERA

Toda a existência cristã é caracterizada pelo Advento-Vinda, o que vale dizer que somos peregrinos na história, a caminho da pátria definitiva. O Senhor permanentemente vem ao nosso encontro, caminha conosco e mantém viva a nossa esperança.

O Advento manifesta os dois aspectos da vinda do Senhor: nas duas primeiras semanas, o “Advento escatológico”, ou seja, sua vinda definitiva, e, nas duas últimas semanas, o “Advento Natalício”, sua primeira vinda, o Natal. “Abre as portas, deixa entrar o Rei da glória. É o tempo, ele vem orientar a nossa história”.

Com o profeta Isaías e com João Batista, acolhemos o apelo à conversão para que sejam superadas todas as formas de dominação, exclusão e miséria, para que se realize uma sociedade com liberdade e dignidade para todos. Com Maria, vivemos a alegria e a confiança. “A Virgem, Mãe será, um Filho, à luz dará. Seu nome, Emanuel: conosco Deus do céu; o mal desprezará, o bem acolherá”.

Com atenta vigilância, alegre expectativa e renovada esperança, vivamos o Tempo do Advento retomando o seguimento de Jesus, tornando-nos, como ele, discípulos missionários da vida e da paz, fazendo crescer em nós e em nossas comunidades a certeza de que ele continua vindo através de nós.

A esperança pessoal, coletiva e cósmica

Seríamos muito pobres se reduzíssemos o Advento, simplesmente, a um tempo de preparação para a festa do Natal. O Advento, tempo de espera, é baseado na exprectativa do Reino e a nossa atitude básica é acender e renovar em nós esse desejo e esse ânimo. Num tempo marcado pelo consumo, é preciso que afirmemos profeticamente a esperança.

No âmbito pessoal, intensificando o desejo do coração e retomando o sentido da vida. Mas as esperanças são também coletivas: é o sonho do povo por justiça e paz – “fundir suas espadas, para fazer bicos de arado, fundir suas lanças, para delas fazer foices” (Is 2,4). As esperanças são também cósmicas: “A criação geme e sofre em dores de parto até agora e nós também gememos em nosso íntimo esperando a libertação” (Rm 8, 18-23).

“O melhor da festa é esperar por ela”, diz um ditado popular. Do ponto de vista humano, a espera e a preparação de um acontecimento são tão importantes quanto o evento. Daí a necessidade de fazermos uma avaliação do que significa e de como vivenciamos o tempo do Advento em nossas comunidades. Que importância damos ao tempo do Advento?

“Deixem o Advento ser Advento”

“Atualmente, muitas comunidades eclesiais, influenciadas pela onda consumista por ocasião das festas natalinas e de final de ano, estão assumindo o costume de enfeitar suas igrejas já bem antes do Natal chegar. Em pleno tempo do Advento já ornamentam suas igrejas com flores, pisca-pisca, árvores de Natal e outros motivos natalinos, como se já fosse Natal. Não sejam tão apressadas, Não entrem na onda dos símbolos consumistas da nossa sociedade. Evitem enfeitar a igreja com motivos natalinos durante o Advento. Deixem o Advento ser Advento e o Natal ser Natal” .

É preciso tomar cuidado de não abortar o Advento ou celebrá-lo superficialmente. Esse cuidado nos levará a não antecipar o Natal, fazendo celebrações natalinas antes do previsto, ou usando ritos e sinais próprios da festa. Mas também não podemos celebrar o Advento como se Cristo ainda não tivesse nascido. A longa noite da espera terminou. O mundo já foi redimido, embora a história da salvação continue...

Fonte: Franciscanos

sábado, 11 de outubro de 2008

UM BILHÃO DE FAVELADOS NO MUNDO


UM BILHÃO VIVEM EM FAVELAS NO MUNDO



Abuja, - A diretora do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Urbanos (Habitat), Anna Tibaijuka, lança o alarme: “Mais de um bilhão de pessoas vivem em favelas no mundo”. Segundo a expoente da ONU, esta emergência é provavelmente o maior desafio ao desenvolvimento e ao alcance das Metas de Desenvolvimento do Milênio (MDG). Em um encontro em Abuja, capital da Nigéria, ela disse que "não se pode fechar os olhos a estas pessoas que vivem na miséria; e nem podemos nos esconder da pobreza urbana e das desigualdades que continuam a aumentar, seja nos países ricos, seja nos subdesenvolvidos". Tibaijuka acrescentou que nos últimos 50 anos, mais de 850 milhões de pessoas trocaram as áreas rurais pelas cidades em busca de uma vida melhor; e que não é apenas coincidência que a questão das mudanças climáticas esteja hoje no centro do debate internacional. A maior parte da população mundial reside em grandes centros urbanos, onde são consumidos 75% de toda a energia mundial. “Não há dúvida que a difusão da urbanização caótica e de condições de vida insanas cause variações permanentes do meio-ambiente, através do uso não-correto de recursos hídricos, terra e fontes de energia” – disse a representante da ONU. E concluiu: “temos a responsabilidade moral e ética de transformar nossas cidades em lugares mais inclusivos e justos para todos”. (CM)

Fonte: RV

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

BENEDITINOS: VIVER EM COMUNIDADE PARA VIVER EM CRISTO

Beneditinos: viver em comunidade para viver em Cristo
Entrevista com o abade de São Paulo Fora dos Muros, Edmund Power
Por Marco Cardinali

ROMA,
- Terminou no sábado, dia 27, o congresso mundial de cerca de 30 abades da Confederação Beneditina, reunidos em Roma desde o dia 17. Duas peculiaridades deste congresso, que acontece a cada 4 anos, são sua realização no Ano Paulino e a eleição do novo abade primário.
Os abades do congresso mundial reelegeram no dia 25 passado Notker Wolf, que continua seu serviço à Igreja e à Confederação beneditina como abade primaz.
Ao começar o congresso, os abades se encontraram com Bento XVI, em uma audiência especial em sua residência veraneia de Castel Gandolfo, e com a celebração solene de Vésperas, na basílica de São Paulo Fora dos Muros, confiaram seus trabalhos ao apóstolo dos povos.
Em uma entrevista concedida à Zenit, o abade da citada basílica, Edmund Power, faz algumas considerações sobre estes eventos.

Padre abade, sobre o que falaram durante estes dias de congresso?

Power: Durante o congresso anterior, de 2004, falamos da globalização como desafio e oportunidade para os beneditinos de nosso tempo. Este ano não se escolheu um tema específico. Quisemos encontrar-nos para poder conhecer melhor os diversos tipos de problemas e riquezas das comunidades monásticas em todo o mundo. Recebemos informes, por exemplo, sobre as atividades dos cerca de 257 mosteiros independentes que fazem parte da Confederação Beneditina, com uma representação das monjas e religiosas beneditinas.
Buscamos juntos soluções de ajuda para os mosteiros mais pobres ou que se encontram em áreas críticas do planeta, mas falamos também de diálogo ecumênico e inter-religioso com representantes de outras confissões cristãs.
Outro tema privilegiado foi o da educação e testemunho beneditino, ou seja, o que o monaquismo pode ainda dizer no mundo de hoje através de suas estruturas educativas.
Nossa vida monástica, ainda que com atividades apostólicas, tem um fundo e uma fonte: a espiritualidade contemplativa que cada monge e monja expressa a seu modo em sua comunidade. Poderia dizer que nosso carisma é «ser» ao invés de «fazer», ainda que este ser se explicite depois no fazer; e tudo isso se expressa no viver em Cristo de maneira intensa.

Portanto, se este é o carisma, é também um grande desafio no mundo contemporâneo.

Power: Ultimamente se ouve dizer que algumas congregações religiosas perderam o sentido da vida comunitária porque estão envolvidas demais na atividade apostólica. O apostolado é bom, mas se dá o risco de ser absorvidos totalmente por ela. Basta ver a oração comunitária, reduzida ao mínimo ou às refeições solitárias, por causa dos compromissos que se multiplicaram hoje, inclusive por causa da diminuição de sacerdotes e religiosos.
Para nós, os beneditinos, viver em comunidade, com todas suas implicações, é um modo fundamental de viver em Cristo. Conviver não é fácil, inclusive diria que de alguma maneira chega a ser um perder-se a si mesmos, com a consciência de abraçar a cruz ao serviço dos demais. Não somos certamente melhores que os demais por isso, mas é precisamente este o carisma monástico beneditino.

Em que medida lhes são úteis estes congressos que celebram a cada 4 anos?

Power: São duas semanas de intercâmbio que para alguns poderia parecer um período demasiado longo e a outros, curto, mas é importante, a cada 4 anos, encontrar-se para conhecer-se melhor e confrontar alguns temas comuns.
Nosso sistema beneditino não é como outras ordens dependentes de um organismo ou hierarquia centralizada. Cada mosteiro beneditino é independente e o fato de encontrar-nos, com intervalos regulares de tempo, nos ajuda a sublinhar a universalidade da vida beneditina. Nós nos encontramos, trocamos experiências e conhecemos as dificuldades de outros mosteiros distantes. Isto é importante também para conhecer os diversos costumes e tradições. Um mosteiro na Alemanha é muito diferente de um na Argentina ou no Vietnã.
Converte-se também para nós em um modo tangível de ver realizado o que São Paulo diz: que Cristo é de todos, que n’Ele não existe nem grego, nem judeu. É preciso recordar também que, mais além destes encontros, temos uma base em Roma, que é o Colégio e o Ateneu Santo Anselmo, dirigidos pela Confederação beneditina, que o resto do tempo cumpre o fim de atualizar a comunhão, ainda que na diversidade de nações e tradições.

Acabam de eleger o abade primaz, que coordena a Confederação Beneditina, e voltaram a confirmar a abade Notker Wolf em seu segundo mandato. Uma opção a favor da continuidade?

Power: O abade Notker Wolf foi eleito em 2000, durante o Grande Jubileu, e foi reeleito por outros 4 anos, no ano do bimilênio paulino. A continuidade é algo bom quando é possível, e neste caso foi.
Todo o congresso está satisfeito pelo trabalho realizado pelo abade Notker Wolf, que reúne em si muitas qualidades: Fala diversos idiomas, tem uma aguda capacidade para comunicar e é um grande viajante, um pouco como São Paulo, e o faz com alegria e empenho.
Estamos contentes, portanto, por tê-lo reeleito para este serviço que implica também um grande dispêndio de energias.

Os monges beneditinos, há cerca de 1.300 anos, custodiam o lugar da sepultura do Apóstolo Paulo e se ocupam de sua liturgia. O que estão fazendo de especial neste ano paulino?

Power: É uma pergunta que me fazem em muitas partes, sobretudo no exterior. Todos imaginam grandes celebrações cada dia, mas nosso estilo monástico é um pouco diferente. Como beneditinos, damos muita importância à fidelidade à cotidianidade.
Certamente há uma grande afluência de peregrinos à basílica e nosso serviço como ministros da confissão absorve muito tempo. Há certamente celebrações específicas solenes e especiais, como as Vésperas Ecumênicas, que se celebram a cada sexta-feira às 18h, nas quais participam também fiéis das diversas denominações cristãs que moram em Roma, e durante as quais os monges fazem uma reflexão sobre São Paulo. É um momento de oração que podemos viver no final da jornada, um momento tranqüilo para meditar sobre o que o apóstolo Paulo nos diz hoje através de sua mensagem, tão profunda e atual, e a leitura específica paulina escolhida para aquele dia.
Queremos viver este ano não como um grande momento ou uma série de eventos extraordinários, mas como um tempo de crescimento espiritual. Creio que a vida espiritual é um processo. Há momentos importantes, mas o é ainda mais encarnar o mistério na cotidianidade e na fidelidade. Este é o estilo monástico que propomos também aos peregrinos na basílica.
Fonte: ZENIT.org

domingo, 20 de julho de 2008

JMJ - Viver e testemunhar o Espírito da verdade, da vida e do amor


Viver e testemunhar o Espírito da verdade, da vida e do amor: a catequese do Papa na vigília de sábado à noite, na JMJ de Sidney.

A saudação de Bento XVI aos jovens de lingua portuguesa
(19/7/2008) Uma longa e articulada catequese sobre o Espírito Santo, mais precisamente sobre uma vida cristã vivida sob a moção do Espírito de Jesus, testemunhando-o: esta a alocução de Bento XVI aos jovens congregados no Hipódromo de Randwick, nos arredores de Sidney, neste sábado à noite (era a segunda parte da manhã na Europa e na África).
O Papa fez notar que o testemunho cristão é oferecido a um mundo que, sob muitos aspectos, é frágil: feridas que afectam a unidade da criação… relações humanas em crise… uma sociedade afectada por um processo de fragmentação relativista… ignorando aqueles princípios que nos tornam capazes de viver e crescer na unidade, na ordem e na harmonia”.
Como sermos testemunhas num mundo tão complexo e fragmentado? – interrogou-se Bento XVI, logo observando: “A unidade e a reconciliação não se podem alcançar apenas através dos nossos esforços.
Deus fez-nos uns para os outros e só em Deus e na sua Igreja podemos encontrar aquela unidade que procuramos”. É grande – e diversificada - a tentação de avançar sozinhos. “Perante as imperfeições e desilusões individuais e institucionais, somos por vezes tentados a construir – artificialmente - uma comunidade perfeita, uma unidade perfeita, uma utopia espiritual. É uma velha tentação, na história da Igreja… “As tentativas de construir desse modo a unidade, na realidade minam-na!
Separar o Espírito Santo de Cristo presente na estrutura institucional da Igreja comprometeria a unidade da comunidade cristã, que é precisamente dom do Espírito(…). A unidade faz parte da essência da Igreja: é um dom que há que reconhecer e apreciar.
Esta noite, rezemos pelo nosso propósito de cultivar a unidade: contribuir para ela e resistir a todas as tentações de desertarmos. O que podemos oferecer ao mundo é precisamente a amplitude, a perspectiva larga da nossa fé – firme e ao mesmo tempo aberta, consistente mas dinâmica , verdadeira mas sempre em vias de ulterior aprofundamento!
”Bento XVI exortou os jovens a colocar-se à escuta da “voz concorde da humanidade”, para além de todas as dissonâncias e rumores.
De todos os sofrimentos e acontecimentos, de todas as partes se eleva um “mesmo grito humano que aspira a um reconhecimento, a uma pertença, à unidade”. Será precisamente o Espírito Santo a ajudar a escutar em profundidade, indo para além das visões parciais, da utopia vã, da precariedade fugaz… Poder-se-á assim “oferecer a coerência e a certeza do testemunho cristão”. Passando depois a referir outro aspecto da realidade do Espírito Santo – Espírito Criador… que dá a vida, o Papa observou que é o Espírito Santo “que nos conduz mesmo até ao coração de Deus”.
“Quanto mais consentirmos ao Espírito Santo que nos guie, tanto maior será a nossa configuração a Cristo e mais profunda a nossa imersão na vida de Deus uno e trino”. “Deus está connosco, não na fantasia, mas na realidade da vida.
O que temos de procurar é enfrentar a realidade, não fugir dela. Por isso, o Espírito Santo atrai-nos delicada mas resolutamente para aquilo que é real, duradouro, verdadeiro. É o Espírito que nos reconduz à comunhão com a Trindade Santíssima”.
Referindo depois, de modo simples e muito sugestivo, a sua própria descoberta progressiva da importância e do lugar do Espírito Santo na fé e na vida cristã, Bento XVI foi levado a mencionar a evolução realizada por Santo Agostinho, observando que foi a sua experiência do amor de Deus presente na Igreja que o levou a procurar a sua fonte na vida de Deus uno e trino”.
“Isto fê-lo chegar a três intuições particulares relativas ao Espírito Santo enquanto vínculo de unidade no seio da Santíssima Trindade: unidade como comunhão, unidade como amor duradouro, unidade como dador e dom. Estas três intuições não são meramente teóricas; ajudam a explicar como age o Espírito.
Num mundo em que tanto os indivíduos como as comunidades sofrem muitas vezes por falta de unidade e coesão, tais intuições ajudam-nos a permanecer sintonizados com o Espírito e a alargar e esclarecer o âmbito do nosso testemunho.”
“ Inspirados pelas intuições de Santo Agostinho, fazei com que o amor unificante seja a vossa medida; o amor duradouro seja o vosso desafio; o amor que se dá a vossa missão.”Quase a concluir, o Papa recordou os jovens que na Missa de domingo receberão o Sacramento da Confirmação.
Recebendo o dom do Espírito Santo, serão chamados a testemunhá-lo, como todos nós, na vida de cada dia. E deixou esta exortação: “Como a Igreja realiza a sua viagem juntamente com a humanidade inteira, assim também vós sois chamados a exercitar os dons do Espírito nos altos e baixos da vida diária.
Fazei com que a vossa fé amadureça através dos vossos estudos, trabalho, desporto, música, arte. Procurai que seja sustentada por meio da oração e alimentada através dos sacramentos, para deste modo se tornar fonte de inspiração e de ajuda para quantos vivem ao vosso redor… …Estar verdadeiramente vivos é ser transformados a partir de dentro, permanecer abertos à força do amor de Deus.
Acolhendo a força do Espírito Santo, podereis também vós transformar as vossas famílias, as comunidades, as nações. Libertai estes dons. Fazei com que a sabedoria, o entendimento, a fortaleza, a ciência e a piedade sejam os sinais da vossa grandeza.
”Depois deste discurso foram apresentados os 24 candidatos ao Sacramento da Confirmação que terá lugar neste Domingo durante a Missa conclusiva da jornada mundial da juventude.Esta vigília de oração do Papa com os jovens neste sábado, no hipódromo de Randwick concluiu-se com a adoração Eucarística, e as saudações de Bento XVI em varias línguas.
Está a sua saudação aos jovens de língua portuguesa: Meus queridos amigos, recebei o Espírito Santo, para serdes Igreja! Igreja quer dizer todos nós unidos como um corpo que recebe o seu influxo vital de Jesus ressuscitado. Este dom é maior que os nossos corações, porque brota das entranhas da Santíssima Trindade. Fruto e condição: sentir-se parte uns dos outros, viver em comunhão. Para isso, jovens caríssimos, acolhei dentro de vós a força de vida que há em Jesus. Deixai-O entrar no vosso coração. Deixai-vos plasmar pelo Espírito Santo
Fonte: RV