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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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domingo, 25 de maio de 2014

Papa reza no Muro das Lamentações

Papa reza no Muro das Lamentações, deixa bilhete com Pai-nosso e abraça rabino e professor muçulmano que o acompanham




O Papa rezou em silêncio pela paz diante do Muro das Lamentações, o lugar mais sagrado do Judaísmo, e depositou no local um bilhete escrito, com a oração do Pai-nosso.
Recebido pelo rabino chefe Samuel Rabinovitch, que preside à Fundação que gere este lugar santo judaico, ouviu uma explicação histórica, em inglês, sobre a história do Templo de Jerusalém. O rabino recitou depois um salmo dedicado à cidade santa de Jerusalém, recitado também na liturgia católica.
O Papa aproximou-se depois do Muro e rezou em silêncio durante alguns minutos, retirando o bilhete do envelope para recitar a oração.
O momento concluiu-se com um abraço entre Francisco, o rabino Abraham Skorka, de Buenos Aires, e o professor muçulmano, Omar Ahmed Abboud, secretário-geral do Instituto de Diálogo Inter-religioso da República da Argentina, que integram a comitiva pontifícia.
O pontífice argentino assinou o livro de honra, deixando uma mensagem na qual manifestou sentimentos de "alegria e gratidão" por ter podido rezar pela "graça da paz".
Deixando o Muro das Lamentações, o Papa seguiu para o Monte Herzl, cemitério nacional de Israel, para depor uma coroa de flores no túmulo de Théodore Herzl, fundador e o símbolo do sionismo moderno, segundo as exigências do protocolo israelita, um gesto no qual foi ajudado por duas crianças católicas, nascidas em Israel, que falam hebraico. Presentes o presidente e o primeiro-ministro, Shimon Peres e Benjamin Netanyahu.
Francisco encontra-se agora no mausoléu do Yad Vashem de Jerusalém, em memória das vítimas do Holocausto, visitando em seguida os dois grãos-rabinos de Israel, no centro Heichal Shlomo.


 
Fonte: RV

sábado, 24 de maio de 2014

Em Belem, Francisco convida Presidentes da Palestina e de Israel a um encontro conjunto de oração pela paz, no Vaticano

No final da Missa em Belém, Papa Francisco convida Presidentes da Palestina e de Israel a um encontro conjunto de oração pela paz, no Vaticano




 Repleta de fiéis a praça da Manjedoura, em Belém, onde Papa Francisco celebrou a Eucaristia dominical. No final, depois do canto do Regina Coeli, o Santo Padre lançou um convite direto aos Presidentes da Palestina e de Israel, a invocarem juntos a paz, disponibilizando a acolhê-los conjuntamente para tal iniciativa. Disse textualmente o Papa:

Neste Lugar, onde nasceu o Príncipe da Paz, desejo fazer um convite a Vossa Excelência, Senhor Presidente Mahmoud Abbas, e ao Senhor Presidente Shimon Peres para elevarem, juntamente comigo, uma intensa oração, implorando de Deus o dom da paz. Ofereço a minha casa, no Vaticano, para hospedar este encontro de oração.
Todos desejamos a paz; tantas pessoas a constroem dia a dia com pequenos gestos; muitos sofrem e suportam pacientemente a fadiga de tantas tentativas para a construir. E todos – especialmente aqueles que estão colocados ao serviço do seu próprio povo – temos o dever de nos fazer instrumentos e construtores de paz, antes de mais nada na oração.
Construir a paz é difícil, mas viver sem paz é um tormento. Todos os homens e mulheres desta Terra e do mundo inteiro pedem-nos para levarmos à presença de Deus a sua ardente aspiração pela paz.
 

Na homilia o Santo Padre comentou as palavras que os anjos dirigiram aos pastores, convidando-os a correrem a Belém a adorar o Menino Deus: "Isto vos servirá de sinal: encontrareis um menino envolto em panos e deitado numa manjedoura".

"Também hoje as crianças são um sinal - fez notar o Papa. Sinal de esperança, sinal de vida, mas também sinal de diagnóstico (disse), para compreender o estado de saúde duma família, duma sociedade, do mundo inteiro. Quando as crianças são acolhidas, amadas, protegidas, tuteladas, a família é sadia, a sociedade melhora, o mundo é mais humano".

Como o Menino (Jesus) nasceu em Belém - insistiu Papa Francisco quase a concluir a homilia - assim "cada criança que nasce e cresce em qualquer parte do mundo é sinal de diagnóstico que nos permite verificar o estado de saúde da nossa família, da nossa comunidade, da nossa nação". É daí, "deste diagnóstico franco e honesto", que há-de brotar um novo estilo de vida, onde as relações deixem de ser de conflito, de opressão, de consumismo, para serem relações de fraternidade, de perdão e reconciliação, de partilha e de amor" - concluiu.






sexta-feira, 23 de maio de 2014

Cobertura da visita do Papa Francisco a Terra Santa

Visita do Papa à Terra Santa rende cobertura intensa da imprensa italiana e do Ministério do Turismo em Israel




Jerusalém (RV) – Os principais lugares de peregrinação de Papa Francisco à Terra Santa renderam um vídeo promovido pelo Ministério do Turismo de Israel. Além disso, o site traz um espaço exclusivo à viagem do Santo Padre e, em especial, um vídeo que conta o recente encontro em Roma entre o Papa Francisco e o Rabino Scorca, argentino, grande amigo do Pontífice.

O site do Ministério do Turismo também oferece o programa completo e todas as atualizações sobre a visita do Santo Padre à Terra Santa. Francisco chega neste sábado (24) à Jordânia e, depois de uma passagem pela Palestina, vai também à Israel.

Na Itália, a primeira rede de rádio da RAI, a Radio1, fará uma transmissão especial sobre a viagem do Papa Francisco à Terra Santa. Ao longo da programação e durante os três dias de peregrinação, Radio1 vai transmitir a maratona de eventos direto dos estúdios da Saxa Rubra em Roma, com enviados especiais que acompanharão a viagem do Santo Padre.

O debate será enriquecido com a participação de Isabella Camera d’Aflitos, docente de Língua e Literatura Árabe da Universidade La Sapienza de Roma, Marco Impagliazzo, presidente da Comunidade Sant’Egidio, Alberto Bobbio, vaticanista da revista Família Cristã, Andrea Riccardi, ex-ministro italiano para a Cooperação Internacional, Raniero La Valle, jornalista e escritor, Michel Sabbah, ex-Patriarca latino de Jerusalém, e Padre Pierbattista Pizzaballa, responsável pela Custódia da Terra Santa. (AC)


Fonte: Rádio Vaticano

quarta-feira, 21 de maio de 2014

S.S.Papa Francisco na Terra Santa

Francisco na Terra Santa - um novo tempo para o diálogo




O Papa Francisco parte para a Terra Santa no próximo sábado dia 24 de maio para uma viagem de grande importância para o diálogo inter-religioso. Percorrerá três estados em três dias: A Jordânia; a Palestina e Israel. O Santo Padre percorrerá os caminhos da história para abrir um novo tempo de diálogo e esperança. Apresentamos nesta nossa rubrica “Sal da Terra, Luz do Mundo” os preparativos e o programa da peregrinação do Papa Francisco à Terra Santa.

O P. Federico Lombardi, Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, apresentou na semana passada o programa desta importante peregrinação que será a segunda viagem internacional do Papa Francisco após a JMJ em 2013. Uma viagem por ocasião do 50º aniversário do encontro de Paulo VI com o Patriarca Atenágoras ocorrido em Jerusalém em janeiro de 1964. No encontro com os jornalistas o P. Lombardi afirmou que “serão simplesmente três dias” de uma viagem “muito breve e muito intensa, como foram os três dias da viagem de Paulo VI”.

As etapas fundamentais desta viagem são a Jordânia, Amã; Belém, no Estado da Palestina e depois Jerusalém. Três Estados – Jordânia; Palestina e Israel, três etapas fundamentais. A viagem do Papa Francisco à Terra Santa terá um caráter inter-religioso. Dimensão, desde logo, demonstrada pela delegação papal:
“Inserimos na delegação, mesmo se não partindo de Roma, um rabino e um representante muçulmano. O Papa quis consigo, formalmente, como membro da delegação, o Rabino Skorka e o Sr. Omar Ahmed Abud, Secretário-Geral do Instituto de Diálogo Inter-religioso da República da Argentina. São duas pessoas que o Papa conhece bem, desde os tempos da Argentina, com quem cultivou relações de diálogo e de amizade, desde então, e que participa, com eles deste momento assim importante”.

Em jeito de preparação da viagem do Santo Padre esteve na passada quarta-feira, dia 14 em Amã, na Jordânia o Cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso que juntamente com o príncipe El Hassan Bin Talal, fundador do Instituto Real de Estudos interconfessionais, assinaram um documento comum para uma maior solidariedade no mundo. O papel fundamental da família e da escola na formação das crianças, a importância da educação religiosa; a necessária consideração da dignidade da pessoa humana; o respeito pela liberdade religiosa; a convicção de que não é a religião, mas sim a desumanidade e a ignorância que causam os conflitos – eis alguns dos pontos do documento assinado em Amã na semana passada no âmbito de um encontro sobre o tema da educação. O cardeal Tauran prestou declarações à Rádio Vaticano:

Ces trois jours sont passés dans une atmosphère d’exceptionnelle ouverture
Estes três dias passaram num clima de excecional abertura e amizade, e isto confirma que o diálogo inter-religioso inicia sempre com a amizade, para se conhecer, para se amar um ao outro. O tema geral foi, como se sabe, "como enfrentar os desafios de hoje através da educação". Insisti no papel indispensável da família, da escola e da universidade. O importante é que este encontro terminou com a publicação de um "decálogo da cultura", que convida a nunca renunciar a curiosidade intelectual, a ser humildes e não intelectualmente arrogantes, conservar a própria autonomia intelectual, diante da superficialidade do mundo de hoje, perseverar no cuidado à vida interior e considerar o pluralismo uma riqueza e não uma ameaça.”

Neste clima de preparação da peregrinação do Santo Padre à Terra Santa, de registar também a mensagem que o Papa Francisco enviou ao Patriarca copto-ortodoxo Tawadros II, por ocasião do primeiro aniversário do encontro que tiveram no Vaticano a 10 de maio de 2013. Na mensagem o Papa sublinha que “aquilo que nos une é muito maior do que aquilo que nos separa” e reza para que se possa “continuar o diálogo na caridade e na verdade para superar os obstáculos que permanecem para atingir uma plena comunhão”. O Santo Padre assegura, no final da sua mensagem, as suas incessantes orações por todos os cristãos no Egito e no Medio Oriente.

Entretanto, na semana passada quem presidiu à peregrinação internacional aniversária de 12 e 13 de maio em Fátima, foi precisamente o Patriarca Latino de Jerusalém Fouad Twal. Numa homilia em que reiterou os seus apelos pela paz, sobretudo no Médio Oriente, afirmou que piores do que os muros de betão são os muros do coração, porque a paz ou é justa ou não será uma paz verdadeira. No final, convidou todos os peregrinos de Fátima a visitarem a Terra Santa para fortalecerem a fé e conhecerem melhor as suas raízes seguindo o exemplo do Papa Francisco.
O Papa Francisco parte para a Terra Santa em busca de um novo tempo de diálogo:
O primeiro dia da peregrinação, sábado, 24 de maio, será dedicado aos encontros na Jordânia com destaque para a Missa onde será celebrada a Primeira Comunhão de 1400 crianças. Importante também a visita ao lugar do Batismo de Jesus no Rio Jordão. O dia 25, domingo, será o dia dedicado pelo Papa à Palestina encontrando-se com o Presidente Mahmoud Abbas, e a Missa na Praça da Manjedoura de onde recitará o Regina Coeli dominical. Estará também com um grupo de refugiados. No domingo à tarde, o Papa chegará ao Estado de Israel. Após o encontro com o Patriarca Ecuménico de Constantinopla Bartolomeu, haverá um momento crucial e histórico com a oração ecuménica na Basílica do Santo Sepulcro, como nos antecipa o P. Lombardi:
“A chegada ao Estado de Israel começa com uma simples cerimónia de boas-vindas no Aeroporto de Tel-Aviv, na tarde de domingo e a deslocação para Jerusalém. O Papa dirige-se imediatamente à delegação apostólica de Jerusalém. E ali realiza-se o encontro com o Patriarca Ecuménico. Portanto, é outro momento importante da viagem. Lá acontecerá um encontro privado, um encontro historicamente importantíssimo, porque ocorre no mesmo lugar, na mesma sala, em que Paulo VI se encontrou com Atenágoras há 50 anos. E terá a assinatura de uma declaração conjunta. Depois, os dois transferem-se ao Santo Sepulcro para aquele que é considerado um evento fundamental nesta viagem: a celebração ecuménica no Santo Sepulcro.”
“O Papa e o Patriarca chegam – não juntos – mas por caminhos diferentes, à Praça que está diante do Santo Sepulcro, entrando por duas portas diferentes a partir da Praça. Depois são acolhidos na entrada da Basílica do Santo Sepulcro pelos três superiores das comunidades do status quo: a comunidade greco-ortodoxa, a comunidade armena-ortodoxa e a Custódia da Terra Santa. O Papa e o Patriarca veneram a Pedra da Unção, que se encontra próxima da entrada e dirigem-se aonde está o Santo Sepulcro. O Papa e o Patriarca entram no Santo Sepulcro para venerar o Sepulcro vazio, saem do Sepulcro, abençoam os presentes e dirigem-se depois ao Calvário, ao Gólgota, acompanhados pelos três chefes das comunidades do status quo.
“Um momento ecuménico, que é a grande novidade ecuménica desta viagem: uma oração em comum num lugar santo de Jerusalém, no Santo Sepulcro em particular, é algo que nunca aconteceu antes. As comunidades cristãs que podem celebrar e rezar nos lugares santos fazem-no – e sempre o fizeram até agora – separadamente, nos tempos propícios e destinados às diversas comunidades. Após esta celebração – verdadeiramente histórica o Papa e o Patriarca – desta vez juntos, no mesmo automóvel – seguem para o Patriarcado para o jantar”.
De grande intensidade serão também os encontros no último dia da peregrinação do Papa Francisco na Terra Santa, segunda-feira 26 de maio. O Papa Francisco estará na Esplanada das Mesquitas, terá um momento de oração junto ao Muro das Lamentações e estará no Monte Herzl para depositar flores no monte que tem o nome do fundador do movimento sionista. O Santo Padre prestará homenagem às vítimas do Holocausto no memorial Yad Vashem. Destaque para o encontro com o Presidente Peres.
A peregrinação do Papa terminará com uma Eucaristia no Cenáculo com os Ordinários da Terra Santa e com a delegação papal. De helicóptero dirige-se a Tel Aviv e em Tel Aviv despede-se do Estado de Israel e parte com destino a Roma, onde deve chegar por volta das 23 horas de dia 26 de maio. (RS)

Fonte: RV

quinta-feira, 14 de maio de 2009

SHIMON PERES, PRESIDENTE DE ISRAEL FALA A RESPEITO DA VIAGEM DO PAPA BENTO XVI

PRESIDENTE DE ISRAEL FAZ BALANÇO DA VIAGEM DO PAPA
Roma, 14 mai (RV)

- “Bento XVI tocou os temas mais profundos do nosso tempo. O novo anti-semitismo, uma doença que as pessoas devem saber tratar. O Papa tomou distância, com voz clara”.

O presidente israelense Shimon Peres faz um balanço positivo da visita do Pontífice ao Oriente Médio.Em uma entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera, Peres sublinha as palavras claras de Bento XVI e diz: “Hoje o problema não é distinguir entre Estado e Igreja ou entre judeus, cristãos e muçulmanos. É necessária uma nítida separação entre violência e fé”. Sobre essa questão “não há espaço para a confusão e creio que para isso o Papa esteja fazendo todo o possível”.Falando sobre o conflito com os palestinos, e sobre se o premier israelense Netanyahu é contrário à solução de dois povos e dois Estados, o presidente Peres disse que “Netanyahu não disse nada. Nem que é contra. Somente pediu tempo. O governo sempre apoiou a idéia de um Estado palestino, como o Papa e os Estados Unidos. Agora podemos discutir, e não se pode dizer que existe contraste”.Em cima das preocupações do presidente Peres está Teerã: “O Irã – destaca – não é um problema de Israel, é um problema mundial. Ouvi Putim e Obama dizerem isso. Mas a comunidade internacional encontra-se dividida. Se alguém diz sim e outros não, Ahmadinejad sai ganhando. Não sabem o quanto ele é perigoso, ele é o único líder do mundo que deseja destruir outro membro da ONU”. (SP)

Fonte: RV

terça-feira, 9 de setembro de 2008

MÊS DA BÍBLIA - 9º CAPÍTULO - "SÍNTESE DA HISTÓRIA DO POVO DE ISRAEL"


Síntese da História do Povo de Israel


Do início até a entrada na Terra de Canaã (ano 1.200 antes de Cristo), as datas abaixo são apenas "aproximativas" e não históricas, pois, na verdade, não se sabe ao certo. São mais "pontos de referência" do que propriamente datas. A partir dos Juízes (1.200 antes de Cristo), as datas são reais.
1850 - Por volta do ano 1850 antes de Cristo, Abraão mudou-se de Ur, na Caldéia, para Haran, que fica entre os rios Tigre e Eufrates.
1800 -Aí pelo ano de 1800, atendendo ao chamado de Deus, Abraão foi morar na Palestina, ou Terra de Canaã, a terra que o Senhor lhe havia prometido.
1700 - Mais ou menos pelo ano 1700, Jacó e seus filhos foram para o Egito, onde já estava José, que tinha sido vendido pelos irmãos. No começo, enquanto José era Vice-Rei do Egito, os israelitas gozavam de liberdade. Mas, depois de 400 anos, o Povo de Deus estava submetido à dura escravidão na terra dos Faraós. Os hebreus amassavam o barro nas olarias do Egito, sem gozar de direito algum no país.
1300 - Aí pelo ano de 1300, por ordem de Deus (Javé), Moisés tira o Povo de Israel da escravidão do Egito. E vai à frente Prometida, que tinha sido o berço do Povo de Israel. Os hebreus peregrinaram pelo deserto durante 40 anos.
1240 - Nessa época. Deus renovou a sua Aliança com os descendentes de Abraão. O Decálogo, que continha a Lei da Aliança, foi entregue a Moisés no Monte Sinai.
1200 - Moisés não chegou a entrar na Terra de Canaã. Morreuquando estava avistando as Montanhas da Terra Prometida. Então, Josué foi quem se pôs à frente do Povo de Israel e, depois de muitas batalhas com povos vizinhos, conseguiu tomar posse da Terra de Canaã, aí pelo ano 1200 antes de Cristo. Esse foi o período em que o Povo de Deus foi governado pelos Juízes. Um período de 75 anos. Samuel foi o último Juiz de Israel. Os Juízes eram líderes que assumiam a defesa de uma ou mais tribos de Israel, quando atacadas por povos vizinhos. Então o Juiz se constituía um governador, com forte autoridade.
1025 - Termina aqui o período dos Juízes. Samuel foi o últimoJuiz de Israel. Embora muito contra a sua vontade, começa o período dos Reis.
1030 - Tem início o período do Reino. O primeiro Rei de Israelfoi Saul, ungido por Samuel. Mas Saul não mereceu a confiança do Povo nem as bênçãos de Deus.
1000 - Para substituir Saul, foi ungido o famoso Rei e profeta Davi. Homem que marcou a história do Reino de Israel com sua grandeza de alma. Foi quem escreveu a maioria dos Salmos da Bíblia. Teve grandes pecados, mas soube pedir perdão publicamente. Por esse tempo deu-se a tomada de Jerusalém.
971 - Nesse tempo Salomão é Sagrado Rei de Israel. Tornou-secélebre pela sua grande sabedoria. Foi ele quem começou a construção do famoso Templo de Jerusalém. Aí o Reino ou Monarquia chegou ao seu ponto máximo.
930 - Deu-se nesse ano a divisão do Reino. Constituiu-se o Reino do Norte (Samaria) e o Reino do Sul (Judá). A capital do Reino do Norte era a cidade de Samaria, e a capital do Reino do Sul era Jerusalém. Essa cisão vai até o ano 722.
746 - Começa o longo período dos profetas. Isaías, o maior deles, começa a profetizar, a denunciar as injustiças e a predizer a vinda do Messias. Isaías e Miquéias profetizam no Reino do Sul. No Reino do Norte profetizam: Elias, Eliseu, Amós e Oséias.
722 - Nesse tempo dá-se a queda da Samaria. Com isso vem fim do Reino do Norte, e começa a haver um só Reino em Israel.
727 - De 727 a 699 reina Ezequias, o rei piedoso. Por esse tem-po acaba de ser fundada a cidade de Roma.
641 - De 641 a 611 reina Josias, o rei zeloso da Lei de Deus.Seu nome significa: "Aquele que Deus fortifica". É filhode Acaz.
626 - Nessa época profetizam: Sofonias, Naum, Habacuc, Jere-mias e Baruc. Jeremias profetiza a queda de Jerusalém.
587 - Nesse ano dá-se a queda de Jerusalém, predita pelo profeta Jeremias. Milhares de israelitas são deportados para Babilônia. No Exílio profetizam: Ezequiel e Daniel.
538 - Ciro, rei da Pérsia, derrota os babilônios e decreta a voltados exilados de Israel. O povo hebreu chora ao ver a cidade e o templo destruídos.
520 - Ageu e Zacarias profetizam. Unem o povo, e o templo éreconstruído. Por essa época começa a profetizar tambémMalaquias.
445 - Neemias reergue os muros de Jerusalém. Houve uma oposição da Samaria para a reconstrução das muralhas de Jerusalém.
398 - O sacerdote Esdras dedica-se à restauração da comunidade dos judeus em Jerusalém. Era também escriba e conseguiu realizar a nova promulgação da Lei.
331 -Começa um breve período de dominação grega. Mas no ano 323, Israel fica sob o domínio dos Egípcios. (Dinastia dos Ptolomeus)
200 - Começa a famosa tradução do Antigo Testamento para ogrego, feita pelos 70 sábios de Alexandria.
198 - Os judeus ficam sob o domínio dos sírios (Dinastia dosSelêucidas).
175 - Antíoco IV promove forte perseguição religiosa contra osjudeus.
167 - Os irmãos Macabeus oferecem grande resistência.
63 - Esse ano marca a tomada de Jerusalém por Pompeu.
40 - Herodes, o Grande, é feito rei dos judeus, por favor dosromanos. Reina até o ano 4 antes de Cristo.
20 - Nova reconstrução do templo.- Nascimento de Jesus, o Messias anunciado pêlos profetase esperado pelos judeus
Fonte: Franciscanos

Amanhã, 10º e último capítulo: "Francisco e o estudo acadêmico"

A FAMÍLIA CATÓLICA