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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

MÊS DA BÍBLIA - 10º CAPÍTULO - "FRANCISCO E O ESTUDO ACADEMICO"

Francisco e o estudo acadêmico

Talvez a mais clara e firme intervenção de Francisco sobre os estudos tenha acontecido por ocasião de uma assembléia de cerca de 5 mil frades em Assis (11.6.1223). Entre os frades, muitos deles notáveis por seu saber e grau de instrução, encontrava-se também o cardeal Hugolino, cardeal-referência ou protetor da Ordem e, pouco depois, Papa Gregório IX. Na ocasião, um grupo de frades, ao que tudo indica composto pelos aludidos doutos e por ministros provinciais, dirigiu-se ao cardeal Hugolino, rogando que intercedesse junto a Francisco a fim de que este concordasse em introduzir na Regra de vida elementos das normas de vida de São Bento, de Santo Agostinho, de São Bernardo.
Ouvida a peroração e tomando o cardeal pela mão, Francisco dirigiu-se à multidão de frades reafirmando-lhes redondamente que "o Senhor convidou-me a seguir a vida da humildade e mostrou-me o caminho da simplicidade"; que este mesmo Senhor o queria qual "um novo louco no mundo". É por meio desta sabedoria que Ele nos quer conduzir, afirmava. Contraponto a supraproclamada simplicidade a possíveis pretensões de doutos, arremata: "Pela vossa ciência e sabedoria, Ele vos confundirá". Não é difícil imaginar a reação dos ouvintes(..).Se, por um lado, como acima foi aludido, assinalamos a prevenção de Francisco em relação aos estudos, por outro, é evidente que esta prevenção não se refere ao estudo propriamente dito, mas sim, à postura dos frades em relação ao mesmo. Na verdade, era o modo como os frades poderiam conceber o estudo que estava diretamente ligado à limpidez, seja da escola de Francisco, ou seja, em última instância, da escola de Jesus Cristo. Por outro lado, embora Francisco "não tivesse tido nenhum estudo", tinha o bom senso do comerciante.
Foi este bom senso que o ajudou a buscar e a reter o essencial. Com efeito, iluminado pela luz eterna e através de assídua leitura, audição e memorização de textos bíblicos, "penetrava os segredos dos mistérios, e, onde ficava fora a ciência dos mestres, entrava seu afeto cheio de amor". Resumindo esta intuição do essencial, dizia Francisco, pelo final da vida, a um frade, que tinha aprendido tanta coisa na Bíblia que já lhe bastava meditar e recordar: já sei que o pobre Cristo foi crucificado. Desejava um conhecimento profundo, vale dizer, "da medula e não da casca, do conteúdo e não do invólucro, não das muitas coisas, mas daquele bem que é o grande, o maior, o estável".
Se Francisco, por um lado, exigia dos literatos, juristas, teólogos, pregadores e doutos em geral que, ao ingressar na Ordem, renunciassem à própria ciência para se apresentarem inteiramente disponíveis ao Crucificado, manifestava, por outro, o maior apreço aos mesmos doutos, bem como a outros sábios. E de se notar que em seus Escritos só apareça uma única vez o termo "teólogo". Mas aparece em sentido positivo: "a todos os teólogos e aos que nos ministram as santíssimas palavras divinas devemos honrar e venerar, como a quem nos ministra espírito e vida".
Finalmente, um texto expressivo para indicar a atitude de Francisco em relação aos estudos: a brevíssima carta, quase bilhete, dirigida a Santo Antônio: "Eu, Frei Francisco, saúdo a Frei Antônio, meu bispo. Gostaria muito que ensinasses aos irmãos a sagrada teologia, contanto que nesse estudo não extingas o espírito da santa oração e da devoção, segundo está escrito na Regra".
Aqui, Francisco manifesta sua satisfação, através da expressão: meu bispo dirigida a Santo Antônio e da outra: placet - me apraz, gosto, me alegro, aprovo. O motivo da satisfação de Francisco estaria no seguinte: em Santo Antônio, teria acontecido a admirável confluência do sábio e do teólogo, do santo e do homem de ciência, do ideal e de sua concatenação às exigências práticas da vida ao estudo, portanto. A cláusula condicionante contanto que está em perfeita sintonia com a ambigüidade ou tentação que Francisco percebia poder esconder-se no estudo ou no saber.
Portanto, do ponto de vista da sabedoria ou do "espírito do Senhor" ou da inspiração de Francisco não se trata de uma cláusula restritiva. Ela coloca, sim, o estudo que se deseja em relação à atitude do estudioso, em relação de servo da sabedoria, em outras palavras, em relação à promoção da vida. A mesma ressalva consta na Regra onde, com respeito ao trabalho (embora não especificado, se braçal ou intelectual), se estabelece a mesma ressalva.
Em suma, em relação à ciência e aos estudos, na função acima lembrada, podemos constatar o seguinte: Francisco os apoiou, seja acolhendo pessoas eruditas na fraternidade, seja acolhendo os serviços que estavam em condições de prestar (elaboração da Regra, funções administrativas da Ordem), seja reverenciando as pessoas doutas, seja alegrando-se pela teologia que Santo Antônio se dispôs ministrar em Bologna. Não se portou, porém, como um incentivador ingênuo. Expressou prevenção e cautela, compreensíveis a partir da percepção que ele tinha da ambigüidade do uso da ciência e dos estudos. Ambigüidade, não pela ciência ou pelo estudo em si mesmos, mas por aqueles que neles estariam envolvidos. Como lembramos, o próprio Francisco estudou, no sentido de se ter dedicado, de se ter consagrado durante toda vida a uma busca e a uma fruição do Amor. A própria Sagrada Escritura lhe forneceu os meios para conhecer, admirar e amar a ciência sagrada. Pressentia, porém, o risco que o estudo, que a busca do saber - também bíblico ou teológico-pastoral - poderia acobertar: ser utilizado como um umento de domínio, de orgulho, de poder, de distinção de classes, de discriminação social - poder que se torna cego em relação ao ideal de simplicidade, de pobreza, de fraternidade e que, enfim, o menospreza. Isto significa que Francisco, embora tivesse apreço pelo saber e por seus caminhos, relativizava tanto a um a outro em função da sabedoria do viver.
O fato de relativizar a importância de conhecimentos acadêmicos como instrumento essencial para a evangelização significa questionar a fundo algumas tendências eclesiais do tempo que consideravam a ciência como chave e arma para governar a Igreja, iluminar as inteligêcias e lutar contra os hereges. A postura de Francisco é questionadora e iluminadora ao mesmo tempo, tanto no âmbito secular como religioso, tanto para ontem para hoje.
Talvez hoje em dia se tenha até melhores condições para avaliar tanto os motivos de regozijo como de precaução de Francisco devido à magnitude de situações sociais e ecológicas de risco, frutos, não de um uso sábio do saber, mas do abuso do mesmo. Francisco navegava com liberdade nas águas das mediações: "ia direta, espontânea e vitalmente à realidade".Portanto, estas alusões parecem demonstrar ou sugerir que Francisco foi um criador de cultura, foi à fonte e trouxe o eternamente novo e antigo. Por isso, descortina horizontes. A Escola Franciscana nele se inspira. Pensa e traduz na cultura de cada tempo e em sistema filosófico-teológico sua inspiração. A ele deve a existência.

Texto do livro "Herança Franciscana"; capítulo "Os franciscanos e a ciência", de Frei Elói Dionísio Piva, ofm



Túmulo de São Francisco, em Assis, o altar guarda suas relíquias
A FAMÍLIA CATÓLICA

terça-feira, 9 de setembro de 2008

MÊS DA BÍBLIA - 9º CAPÍTULO - "SÍNTESE DA HISTÓRIA DO POVO DE ISRAEL"


Síntese da História do Povo de Israel


Do início até a entrada na Terra de Canaã (ano 1.200 antes de Cristo), as datas abaixo são apenas "aproximativas" e não históricas, pois, na verdade, não se sabe ao certo. São mais "pontos de referência" do que propriamente datas. A partir dos Juízes (1.200 antes de Cristo), as datas são reais.
1850 - Por volta do ano 1850 antes de Cristo, Abraão mudou-se de Ur, na Caldéia, para Haran, que fica entre os rios Tigre e Eufrates.
1800 -Aí pelo ano de 1800, atendendo ao chamado de Deus, Abraão foi morar na Palestina, ou Terra de Canaã, a terra que o Senhor lhe havia prometido.
1700 - Mais ou menos pelo ano 1700, Jacó e seus filhos foram para o Egito, onde já estava José, que tinha sido vendido pelos irmãos. No começo, enquanto José era Vice-Rei do Egito, os israelitas gozavam de liberdade. Mas, depois de 400 anos, o Povo de Deus estava submetido à dura escravidão na terra dos Faraós. Os hebreus amassavam o barro nas olarias do Egito, sem gozar de direito algum no país.
1300 - Aí pelo ano de 1300, por ordem de Deus (Javé), Moisés tira o Povo de Israel da escravidão do Egito. E vai à frente Prometida, que tinha sido o berço do Povo de Israel. Os hebreus peregrinaram pelo deserto durante 40 anos.
1240 - Nessa época. Deus renovou a sua Aliança com os descendentes de Abraão. O Decálogo, que continha a Lei da Aliança, foi entregue a Moisés no Monte Sinai.
1200 - Moisés não chegou a entrar na Terra de Canaã. Morreuquando estava avistando as Montanhas da Terra Prometida. Então, Josué foi quem se pôs à frente do Povo de Israel e, depois de muitas batalhas com povos vizinhos, conseguiu tomar posse da Terra de Canaã, aí pelo ano 1200 antes de Cristo. Esse foi o período em que o Povo de Deus foi governado pelos Juízes. Um período de 75 anos. Samuel foi o último Juiz de Israel. Os Juízes eram líderes que assumiam a defesa de uma ou mais tribos de Israel, quando atacadas por povos vizinhos. Então o Juiz se constituía um governador, com forte autoridade.
1025 - Termina aqui o período dos Juízes. Samuel foi o últimoJuiz de Israel. Embora muito contra a sua vontade, começa o período dos Reis.
1030 - Tem início o período do Reino. O primeiro Rei de Israelfoi Saul, ungido por Samuel. Mas Saul não mereceu a confiança do Povo nem as bênçãos de Deus.
1000 - Para substituir Saul, foi ungido o famoso Rei e profeta Davi. Homem que marcou a história do Reino de Israel com sua grandeza de alma. Foi quem escreveu a maioria dos Salmos da Bíblia. Teve grandes pecados, mas soube pedir perdão publicamente. Por esse tempo deu-se a tomada de Jerusalém.
971 - Nesse tempo Salomão é Sagrado Rei de Israel. Tornou-secélebre pela sua grande sabedoria. Foi ele quem começou a construção do famoso Templo de Jerusalém. Aí o Reino ou Monarquia chegou ao seu ponto máximo.
930 - Deu-se nesse ano a divisão do Reino. Constituiu-se o Reino do Norte (Samaria) e o Reino do Sul (Judá). A capital do Reino do Norte era a cidade de Samaria, e a capital do Reino do Sul era Jerusalém. Essa cisão vai até o ano 722.
746 - Começa o longo período dos profetas. Isaías, o maior deles, começa a profetizar, a denunciar as injustiças e a predizer a vinda do Messias. Isaías e Miquéias profetizam no Reino do Sul. No Reino do Norte profetizam: Elias, Eliseu, Amós e Oséias.
722 - Nesse tempo dá-se a queda da Samaria. Com isso vem fim do Reino do Norte, e começa a haver um só Reino em Israel.
727 - De 727 a 699 reina Ezequias, o rei piedoso. Por esse tem-po acaba de ser fundada a cidade de Roma.
641 - De 641 a 611 reina Josias, o rei zeloso da Lei de Deus.Seu nome significa: "Aquele que Deus fortifica". É filhode Acaz.
626 - Nessa época profetizam: Sofonias, Naum, Habacuc, Jere-mias e Baruc. Jeremias profetiza a queda de Jerusalém.
587 - Nesse ano dá-se a queda de Jerusalém, predita pelo profeta Jeremias. Milhares de israelitas são deportados para Babilônia. No Exílio profetizam: Ezequiel e Daniel.
538 - Ciro, rei da Pérsia, derrota os babilônios e decreta a voltados exilados de Israel. O povo hebreu chora ao ver a cidade e o templo destruídos.
520 - Ageu e Zacarias profetizam. Unem o povo, e o templo éreconstruído. Por essa época começa a profetizar tambémMalaquias.
445 - Neemias reergue os muros de Jerusalém. Houve uma oposição da Samaria para a reconstrução das muralhas de Jerusalém.
398 - O sacerdote Esdras dedica-se à restauração da comunidade dos judeus em Jerusalém. Era também escriba e conseguiu realizar a nova promulgação da Lei.
331 -Começa um breve período de dominação grega. Mas no ano 323, Israel fica sob o domínio dos Egípcios. (Dinastia dos Ptolomeus)
200 - Começa a famosa tradução do Antigo Testamento para ogrego, feita pelos 70 sábios de Alexandria.
198 - Os judeus ficam sob o domínio dos sírios (Dinastia dosSelêucidas).
175 - Antíoco IV promove forte perseguição religiosa contra osjudeus.
167 - Os irmãos Macabeus oferecem grande resistência.
63 - Esse ano marca a tomada de Jerusalém por Pompeu.
40 - Herodes, o Grande, é feito rei dos judeus, por favor dosromanos. Reina até o ano 4 antes de Cristo.
20 - Nova reconstrução do templo.- Nascimento de Jesus, o Messias anunciado pêlos profetase esperado pelos judeus
Fonte: Franciscanos

Amanhã, 10º e último capítulo: "Francisco e o estudo acadêmico"

A FAMÍLIA CATÓLICA

domingo, 7 de setembro de 2008

MÊS DA BÍBLIA - 7º CAPÍTULO - "O ADUBO QUE FAZ CRESCER A SEMENTE DA BÍBLIA"


"O adubo que faz crescer a semente da Bíblia "


Não é qualquer chão que serve para que uma árvore possa crescer.O canteiro, onde a semente da Bíblia criou raízes e de onde lançou os seus 73 galhos em todos os setores da vida, foi a celebração do povo oprimido, ansioso de se libertar. A maior parte da Bíblia começou a ser decorada para poder ser usada nas celebrações, e foi escrita ou colecionada por sacerdotes e levitas, os responsáveis pela celebração do povo.
Além disso, as romarias e as peregrinações, os santuários com as suas procissões, as festas e as grandes celebrações da aliança, o templo e as casas de oração (sinagogas), os sacrifícios e os ritos, os salmos e os cânticos, a catequese em família e o culto semanal, a oração e a vivência da fé, tudo isso marca a Bíblia, do começo ao fim!
O coração da Bíblia é o culto do povo! Mas não qualquer culto. É o culto ligado à vida do povo, onde este se reunia para ouvir a palavra de Deus e cantar as suas maravilhas; onde ele tomava consciência da opressão em que vivia ou que ele mesmo impunha aos irmãos; onde ele fazia penitência, mudava de mentalidade e renovava o seu compromisso de viver como um povo irmão; onde reabastecia a sua fé e alimentava a sua esperança; onde celebrava as suas vitórias e agradecia a Deus pelo dom da vida.
É também no culto que deve estar o coração da interpretação daBíblia. Sem este ambiente de fé e de oração e sem esta onsciência bem viva da opressão que existe no mundo, não é possível agarrar a raiz de onde brotou a Bíblia, nem é possível descobrir a sua mensagem central.
Fonte: Franciscanos


Amanhã dia 08, "A Bíblia foi escrita em três línguas "
A FAMÍLIA CATÓLICA

sábado, 6 de setembro de 2008

MÊS DA BÍBLIA - 6º CAPÌTULO - "A MENSAGEM CENTRAL DA BÍBLIA"


"A Mensagem Central da Bíblia "



Qual é, em poucas palavras, a mensagem central da Bíblia? A resposta não é fácil, pois depende da vivência. Se você gosta de uma pessoa e alguém lhe pergunta: "Qual é, em poucas palavras, a mensagem desta pessoa para você?", aí não é fácil responder. O resumo da pessoa amada é o seu nome! Basta você ouvir, lembrar ou pronunciar o nome, e este lhe traz à memória tudo o que a pessoa amada significa para você. Não é assim? Pois bem, o resumo da Bíblia, a sua mensagem central, é o Nome de Deus! O Nome de Deus é Javé, cujo sentido Ele mesmo revelou e explicou ao povo (cf. Ex 3,14). Javé significa Emanuel, isto é, Deus conosco. Deus presente no meio do seu povo para libertá-lo.
Deus quer ser Javé para nós, quer ser presença libertadora no meio de nós! E Ele deu provas bem concretas de que esta é a sua vontade. A primeira prova foi a libertação do Egito.
A última prova está sendo, até hoje, a ressurreição de Jesus, chamado Emanuel (cf. Mt 1,23). Pela ressurreição de Jesus, Deus venceu as forças da morte e abriu para nós o caminho da vida. Por tudo isso é difícil resumir em poucas palavras aquilo que o Nome de Deus evocava na mente, no coração e na memória do povo por Ele libertado.
Só mesmo o povo que vive e celebra a presença libertadora de Deus no seu meio, pode avaliá-lo. Na nossa Bíblia, o Nome Javé foi traduzido por Senhor. É a palavra que mais ocorre na Bíblia. Milhares de vezes! Pois o próprio Deus falou: "Este é o meu Nome para sempre! Sob este Nome quero ser invocado, de geração em geração!" (Ex 3,15).
Faz um bem tão grande você ouvir, lembrar ou pronunciar o nome da pessoa amada. Aquilo ajuda tanto na vida! Dá força e coragem, consola e orienta, corrige e confirma. Um Nome assim não pode ser usado em vão! Seria uma blasfêmia usar o Nome de Deus para justificar a opressão do povo, pois Javé significa Deus libertador!
O Nome Javé é o centro de tudo. Tantas vezes Deus o afirma: "Eu quero ser Javé para vocês, e vocês devem ser o meu povo!" Ser o povo de Javé significa: ser um povo onde não há opressão como no Egito; onde o irmão não explora o irmão; onde reinam a justiça, o direito, a verdade e a lei dos dez mandamentos; onde o amor a Deus é igual ao amor ao próximo.
Esta é a mensagem central da Bíblia; é o apelo que o Nome de Deus faz a todos aqueles que querem pertencer ao seu povo.
Fonte: Franciscanos



Amanhã dia 07, "O adubo que faz crescer a semente da Bíblia "
A FAMÍLIA CATÓLICA