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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
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terça-feira, 14 de abril de 2009

PELA PRIMEIRA VEZ EM ASSIS, TODA A FAMÍLIA FRANCISCANA

CAPÍTULO UNIRÁ, PELA PRIMEIRA VEZ EM ASSIS, TODA A FAMÍLIA FRANCISCANA

Assis, 14 abr (RV)
- Pela primeira vez na história, Assis acolherá toda a Família franciscana no lugar onde tudo teve início, diante da Porciúncula, hoje conservada na Basílica de Santa Maria dos Anjos, construída para proteger a pequena igreja, onde São Francisco compreendeu que devia viver "segundo o santo Evangelho".De fato, será aberto amanhã, na cidadezinha da Úmbria, o Capítulo internacional das Esteiras, no oitavo centenário da aprovação da Regra franciscana, por parte do Papa Inocêncio III. O evento foi apresentado à imprensa, esta manhã, em Assis.Dois mil frades de 65 países estarão representando os 35 mil franciscanos das quatro Famílias espalhadas no mundo inteiro. Trata-se de um evento extraordinário para renovar a fidelidade ao carisma e dar respostas aos muitos desafios da modernidade. A esse propósito, eis o que nos disse o assessor de imprensa do Capítulo, Frei Enzo Fortunato, entrevistado pela Rádio Vaticano:Frei Enzo Fortunato:- "Eu diria que se trata de uma mensagem, por diversos aspectos, muito significativa. O primeiro, porque esse evento se dá num momento dramático da sociedade italiana e internacional, isto é, a crise econômica. Portanto, a essencialidade franciscana pode ser, nesse sentido, um bom caminho a ser percorrido. O segundo aspecto está ligado ao sofrimento que parte da população italiana está vivendo: o terremoto em Abruzzo. Francisco quer estar ao lado dos últimos, ao lado daqueles que sofrem. Terceiro aspecto, que concerne à atualidade: encontramo-nos tendo que afrontar um individualismo e egoísmo que imperam. A proposta fraterna do estar juntos, um ao lado do outro, um para o outro, pode ser também um caminho a ser percorrido, uma proposta ao homem e à sua liberdade de escolhê-la, a assumi-la e a tomá-la como sua."P. Por ocasião desse Capítulo internacional foram estampadas 4 mil cópias da Regra de São Francisco. Após oito séculos, ainda é grande a atualidade desse texto...Frei Enzo Fortunato:- "Trata-se de uma Regra que esta manhã foi definida pelo custódio do Sagrado Convento, Frei Giuseppe Piemontese, como Carta constitucional, indicando o quê? Indicando que como franciscanos temos uma bússola que nos guia, mas também uma mensagem para as muitas pessoas que desejam beber de uma das fontes mais genuínas da espiritualidade cristã; isto é, assumir uma vida feita de princípios, uma vida de regras, uma vida feita de respeito. Nesse sentido, a regra não aprisiona, mas é altamente libertadora, porque nos ajuda a viver atrelados a valores que não nos deixam desanimar."P. Como o senhor recordou, não distante da Úmbria e de Assis, atingidas pelo terremoto de 1997, encontram-se hoje muitas das tendas das vítimas do terremoto de Abruzzo. Será um motivo para fazer orações em favor dessas pessoas?Frei Enzo Fortunato:- "Todo o evento será vivido com esse espírito, com uma oração conjunta ao Deus da vida, ao Deus da alegria, a fim de que possa suavizar as feridas de quem sofre."P. São Francisco dizia: "Senhor, que queres que eu faça?" também os senhores farão essa pergunta nesse Capítulo?Frei Enzo Fortunato:- "Certamente. E a resposta está no gesto de Francisco, que reconstruiu parte da Igreja, reconstruiu parte da sociedade, reconstruiu o homem e fez com que ele enxergasse a sua vocação, a vocação ao infinito, ao absoluto."O Capítulo internacional das Esteiras se concluirá no próximo sábado, dia 18, com a audiência da Família franciscana com o Santo Padre, no pátio interno da residência pontifícia de verão de Castel Gandolfo – localidade da região italiana do Lácio situada a cerca de 30Km de Roma. (RL)

Fonte: RV

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

RESPONSÁVEIS PELA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA SE REÚNEM EM ASSIS


BISPOS RESPONSÁVEIS PELA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA SE REÚNEM EM ASSIS




Assis, 27 out (RV) – Inicia-se, hoje, na cidadezinha de São Francisco, o II Encontro internacional de Bispos responsáveis pelas Comunidades da Renovação Carismática Católica.
O evento de três dias tem como tema: “Os carismas na vida Igreja particular”.
Entre os conferencistas encontram-se o Prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Cláudio Hummes, o Presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, Cardeal Stanilslaw Ryłko e o Prefeito da Congregação para os Bispos, Cardeal Giovanni Battista Re. Participa também, entre outros, o arcebispo de Palmas (TO), Dom Alberto Taveira Correa. (MT)

Fonte: RV

sábado, 2 de agosto de 2008

A SOLENIDADE DO "PERDÃO DE ASSIS"

ABERTA, ONTEM, NA BASÍLICA DE SANTA MARIA DOS ANJOS, A SOLENIDADE DO "PERDÃO DE ASSIS"

BASÍLICA DE SÃO FRANCISCO - ASSIS

Assis,

- “Quero mardar-vos todos ao Paraíso”. Com este “spot”, como diríamos hoje, no dia 2 de agosto de 1216, Francisco de Assis comunicava aos fiéis reunidos na Porciúncula que obtivera do Papa Honório III a indulgência plenária para todos os que visitassem, arrependidos e confessados, a pequenina igreja que ele construiu em Santa Maria dos Anjos.A partir de então, todos os anos, a começar do meio-dia de 1º de agosto até a meia-noite do dia 2, é possível lucrar a indulgência para si e para os defuntos na Porciúncula ou numa igreja paroquial ou franciscana, com a condição de confessar-se, participar da Eucaristia, rezar o Credo, o Pai-Nosso e uma oração segundo as intenções do papa.Esta manhã, em Assis, o Ministro Geral da Ordem dos Frades Menores, Frei José Rodríguez Carballo, deu início à Solenidade do Perdão, presidindo a concelebração da Missa na Basílica de Santa Maria dos Anjos.Hoje à tarde, os fiéis acorreram em procissão a essa Basílica para receber a indulgência e celebrar as primeiras Vésperas, que foram presididas pelo bispo de Assis-Nocera Umbra-Gualdo Tadino, D. Domenico Sorrentino. A Rádio Vaticano contactou D. Sorrentino, que nos explica, inicialmente, o significado desta festa:D. Sorrentino. - Quando pecamos, perturbamos todo o nosso ser, que se torna menos capaz de acolher a graça de Deus como também de relacionar-se com os outros e é isto o que, afinal, provoca em nós aquela pena que, se não for apagada nesta Terra, deve ser apagada na outra vida, com o Purgatório. A indulgência é precisamente a graça desta misericórdia superabundante que vem ao nosso encontro e reposiciona todo o nosso ser em sintonia com Deus. Naturalmente, não é um fato mágico; a condição necessária é que o homem se predisponha a esta superabundância de graça. O que Francisco queria era que quem visitasse a sua igreja preferida, fizesse a experiência que ele fazia ali, a experiência de um Deus próximo e misericordioso e se sentisse totalmente sanado. A indulgência tornou-se depois uma experiência difusa na Igreja, mas convém dizer que em Assis, no ambiente de Francisco, ela adquire todo o sabor próprio também do contacto com a sua experiência espiritual.P. – D. Sorrentino, o que quer dizer, hoje, a festa do perdão de Assis? Faz sentido dizer que é ainda necessário o perdão; faz sentido a festa do perdão nos nossos dias?D. Sorrentino. – Diria que é mais necessário do que nunca. Há necessidade do perdão e daquela superabundância de perdão que realmente nos ajude a reconstruir o nosso ser pessoal e comunitário. Vivemos numa sociedade na qual são inúmeras as divisões. Divisões dentro do coração do homem, divisões nas famílias, divisões nas relações entre instituições, sociedades e grupos; há muita guerra e muita violência no mundo. Este perdão é, estritamente falando, o que acontece no coração de cada um de nós, quando nos deixamos reconciliar plenamente com Deus, mas é, ao mesmo tempo, testemunho que se difunde na sociedade e se torna o modo como Deus volta a tecer, mediante o coração de cada um de nós, também a comunidade dos seus filhos. (PL)
Fonte: RV