
Cidade do Vaticano, 14 mai (RV)
............ - Eucaristia, Devoção a Maria e Fidelidade ao Papa – ............



– Apresentamos artigo do bispo de São José do Rio Preto (São Paulo), Dom Paulo Mendes Peixoto, sobre o valor do voto, texto difundido pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) nessa segunda-feira.
evangelização do mundo contemporâneo."O empenho de anunciar o Evangelho aos homens de nosso tempo, animados pela esperança e muitas vezes atribulados pelo medo e angústia, é sem dúvidas um serviço feito não somente à comunidade cristã, mas também a toda a humanidade" – frisou o pontífice.Bento XVI recordou também o Papa João Paulo II que representou em pessoa a natureza missionária da Igreja, com suas viagens apostólicas e com a insistência em seu Magistério sobre a urgência de uma "nova evangelização". "Hoje, repito diante do sepulcro de São Paulo: a Igreja é no mundo uma imensa força renovadora, não certamente por suas forças, mas pela força do Evangelho, no qual sopra o Espírito Santo de Deus, o Deus criador e redentor do mundo. Os desafios da época atual são certamente superiores às capacidades humanas: o são os desafios históricos e sociais, e com maior razão os espirituais" – frisou o Santo Padre.Nesta perspectiva, Bento XVI anunciou a criação de um novo organismo, na forma de Pontifício Conselho, com a tarefa de promover uma renovada evangelização nos países onde já ressoou o primeiro anúncio da fé e buscar meios adequados para propor novamente a perene verdade do Evangelho de Cristo.O Papa concluiu a homilia, recordando que o desafio da nova evangelização interpela a Igreja universal, e nos pede para que "sigamos com empenho a busca da plena unidade entre cristãos". (MJ/RD)


Apóstolo dos Gentios.
Cidade do Vaticano,
- As religiões continuam a crescer, contrariando quem anunciava a extinção quando se verificasse o progresso científico e tecnológico do mundo moderno. O Cristianismo ultrapassará os 3 bilhões de fiéis em 2050, mas o Islamismo, que chegará aos 2, 3 bilhões, será a religião que, proporcionalmente, mais crescerá.O novo Atlas das religiões, segundo o jornal francês "Le Monde" comprova que "Deus não morreu e nem sequer está agonizante". Ainda há poucas décadas, não faltava quem garantisse que, com a evolução do progresso, dar-se-ia, paulatinamente, a extinção das religiões. Nietzsche até anunciava a "morte de Deus". Na verdade, as crenças continuam vivas e com futuro, sublinha o site Religión Digital.O dossier do grupo "La Vie" e do jornal "Le Monde" assinala como aspecto mais relevante o crescimento das grandes religiões até o ano 2050. O Cristianismo passará dos 1,7 bilhões de fiéis, de 1990 (hoje 2 bilhões) para mais de 3 milhões em 2050. Os muçulmanos, que eram 962 milhões em 1990 (hoje 1,2 bilhões) serão, em 2050, 2,2 bilhões. Será mais moderado o crescimento do Hinduísmo que, de 686 milhões em 1990, chegará a ter 1,1 bilhões em 2050, enquanto o Budismo passará de 323 milhões de fiéis em 1990, para 425 milhões; e os judeus, de 13 para 17 milhões, no mesmo período.Em termos geográficos, o Cristianismo vai mais para o sul do mundo; e a Europa − que hoje conta 25% de fiéis (280 milhões de católicos, 40% da população; 100 milhões de protestantes; e 150 milhões de ortodoxos), ou seja, 25% do Catolicismo mundial − terá apenas 16% em 2050. A grande maioria dos católicos está no Novo Mundo, com aproximadamente 275 milhões na América do Norte e 530 milhões na América Latina e, ainda, na África.O presidente do Instituto Europeu de Ciências das Religiões, Dominique Borne, sublinha que o colapso do socialismo real e o desaparecimento do ateísmo oficial e militante revelaram que "o religioso, que se pensava "em vias de desaparecer", na verdade sempre se manteve e até mesmo cresce, inclusive na Rússia e no Vietnã, onde menos se esperaria. O crescimento do Islamismo deve-se à demografia: define-se cada vez mais como comunidade mundial e menos como território. É por isso que a maioria dos muçulmanos não vive no Médio Oriente, como se poderia pensar, mas na Ásia, onde estão dois terços dos muçulmanos. Quatro países reúnem cerca de metade dos muçulmanos: Indonésia (maior país muçulmano), Paquistão, Índia e Bangladesh. Na África, um de cada três habitantes reza a Alá. Na Europa, vivem 16 milhões de muçulmanos e quatro milhões, nos EUA. (AF)
Fonte: RV
numa permanente relação conosco e inaugurando uma nova Criação.Deus não impõe a si mesmo, não predetermina simplesmente a parte que Maria terá em seu plano para a nossa salvação, mas busca, em primeiro lugar, o seu consentimento – frisou o pontífice.Bento XVI destacou ainda que Maria está no lugar de toda a humanidade. E Maria disse: "Faça-se em mim segundo a vossa palavra". E a Palavra de Deus se fez carne. Refletir sobre esse alegre mistério – observou – nos dá esperança, "a segura esperança de que Deus continuará conduzindo a nossa história, agindo com poder criativo para realizar os objetivos que segundo os cálculos humanos parecem impossíveis".As condições dos cristãos na Terra Santa são difíceis, mas o Magnificat de Maria nos dá a esperança de que Deus fará maravilhas para nós – exortou Bento XVI."No Estado de Israel e nos Territórios palestinos os cristãos formam uma minoria da população. Por vezes, pode parecer que a voz de vocês conte pouco. Muitos de seus amigos cristãos emigraram, na esperança de encontrar segurança e melhores perspectivas em outros lugares. A situação de vocês faz lembrar a situação da jovem virgem Maria, que viveu uma vida no anonimato em Nazaré, com muito pouco para o cotidiano em relação à riqueza e à influência moderna" – disse ainda o papa.Por fim, Bento XVI pediu aos cristãos que tenham a coragem de ser fiéis a Cristo e que permaneçam na terra que Ele santificou com a sua própria presença. Como Maria – disse – vocês têm um papel a desempenhar no plano de salvação de Deus, levando Cristo no mundo, dando testemunho d'Ele e difundindo a sua mensagem de paz e de unidade. Por isso, é essencial que vocês sejam unidos entre si, de modo que a Terra Santa possa ser claramente reconhecida como "um sinal e um instrumento de comunhão com Deus e de unidade de todo o gênero humano".Concluída a celebração das Vésperas, o Santo Padre deixou Nazaré de volta para a Delegação Apostólica, em Jerusalém, onde amanhã, sexta-feira, terá o último dia de sua XII viagem apostólica internacional. (RL)

O local é conhecido com o nome de "Wadi Al-Kharrar" (vale melodiosa), em referência ao murmúrio das águas do Jordão.
questões irresolutas, os cristãos são chamados a oferecer sua contribuição inspirada no exemplo de Jesus, de reconciliação e paz com o perdão e a generosidade".
A seguir, o pontífice recordou que hoje, na Jordânia, se celebra o Dia Mundial de Oração pelas Vocações e, em toda a Terra Santa, celebra-se o Ano da Família: "Possa cada família cristã crescer na fidelidade a esta nobre vocação de ser uma verdadeira escola de oração, onde as crianças aprendem o sincero amor de Deus, onde amadurecem na autodisciplina e na atenção às necessidades dos outros e onde contribuem para a construção de uma sociedade sempre mais justa e fraterna".
Diante de 50 mil pessoas oriundas não somente da Jordânia, mas de comunidades cristãs dos países vizinhos, inclusive do Iraque, antes da oração do Regina Coeli, Bento XVI falou novamente do carisma profético das mulheres e propôs como exemplo supremo das virtudes femininas a Bem-aventurada Virgem Maria.
O PERIGO DA LIBERDADE RELIGIOSA IMPOSTA PELO GOVERNO ESPANHOL
di De Andrade