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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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domingo, 10 de maio de 2009

S.S. PAPA BENTO XVI AOS CRISTÃOS: TESTEMUNHAR O EVANGELHO NO ORIENTE MÉDIO MARCADO PELO SOFRIMENTO

PAPA AOS CRISTÃOS: TESTEMUNHAR O EVANGELHO NO ORIENTE MÉDIO MARCADO PELO SOFRIMENTO

Amã, 10 mai (RV)

– Na parte da tarde deste domingo, Bento XVI visitou Betânia, do outro lado do Rio Jordão (Bethany beyond the Jordan).
A região foi o centro da atividade de João Batista e o cenário da vida pública de Jesus. Ainda hoje, Betânia permanece sepultada e sua precisa posição é desconhecida.
O local é conhecido com o nome de "Wadi Al-Kharrar" (vale melodiosa), em referência ao murmúrio das águas do Jordão.
O papa foi acolhido pelo diretor do Centro Al-Maghtas e visitou o itinerário arqueológico do local do Batismo. O percurso se concluiu onde estão sendo erigidas a igreja dos latinos e a dos greco-melquitas, para o rito de bênção das primeiras pedras. Em seu discurso, Bento XVI recordou que a primeira pedra de uma igreja é símbolo de Cristo: "A igreja se apóia em Cristo, é amparada por Ele e não pode ser separada d'Ele. (...) Esta é a realidade da Igreja; ela é Cristo e nós, Cristo conosco".
Por meio da Igreja, explicou o papa, Cristo purifica os nossos corações, ilumina as nossas mentes, nos une ao Pai e, no único Espírito, nos conduz a um exercício cotidiano de amor cristão. "Confessamos esta jubilosa realidade como a Una, Santa, Católica e Apostólica Igreja."A seguir, o pontífice recordou que entramos na Igreja mediante o Batismo e a memória do Batismo de Cristo está vivamente presente neste lugar: "Possa o Jordão recordar que vocês foram lavados nas águas do Batismo e se tornaram membros da família de Jesus".
Que a contemplação deste mistério, disse, os enriqueça de coragem moral para promover o diálogo e a compressão na sociedade civil, especialmente quando reivindicarem seus legítimos direitos: "No Oriente Médio, marcado por trágico sofrimento, por anos de violência e por questões irresolutas, os cristãos são chamados a oferecer sua contribuição inspirada no exemplo de Jesus, de reconciliação e paz com o perdão e a generosidade".
Após o rito da bênção das primeiras pedras, Bento XVI voltou à Nunciatura Apostólica, onde se encontra hospedado.
Amanhã, depois da cerimônia de despedida da Jordânia no aeroporto Queen Alia de Amã, Bento XVI prosseguirá de avião para Telaviv, onde permanecerá 45 minutos para a cerimônia de boas-vindas no aeroporto Bem Gurion. De Telaviv, o pontífice se transferirá de helicóptero para Jerusalém. À tarde, estão previstos três eventos: a visita de cortesia ao presidente do Estado de Israel, Shimon Peres; a visita ao Memorial de "Yad Vashem"; e o encontro com as organizações para o diálogo inter-religioso no Centro Notre Dame de Jerusalém. (BF)

Fonte: RV

domingo, 20 de julho de 2008

JMJ - Viver e testemunhar o Espírito da verdade, da vida e do amor


Viver e testemunhar o Espírito da verdade, da vida e do amor: a catequese do Papa na vigília de sábado à noite, na JMJ de Sidney.

A saudação de Bento XVI aos jovens de lingua portuguesa
(19/7/2008) Uma longa e articulada catequese sobre o Espírito Santo, mais precisamente sobre uma vida cristã vivida sob a moção do Espírito de Jesus, testemunhando-o: esta a alocução de Bento XVI aos jovens congregados no Hipódromo de Randwick, nos arredores de Sidney, neste sábado à noite (era a segunda parte da manhã na Europa e na África).
O Papa fez notar que o testemunho cristão é oferecido a um mundo que, sob muitos aspectos, é frágil: feridas que afectam a unidade da criação… relações humanas em crise… uma sociedade afectada por um processo de fragmentação relativista… ignorando aqueles princípios que nos tornam capazes de viver e crescer na unidade, na ordem e na harmonia”.
Como sermos testemunhas num mundo tão complexo e fragmentado? – interrogou-se Bento XVI, logo observando: “A unidade e a reconciliação não se podem alcançar apenas através dos nossos esforços.
Deus fez-nos uns para os outros e só em Deus e na sua Igreja podemos encontrar aquela unidade que procuramos”. É grande – e diversificada - a tentação de avançar sozinhos. “Perante as imperfeições e desilusões individuais e institucionais, somos por vezes tentados a construir – artificialmente - uma comunidade perfeita, uma unidade perfeita, uma utopia espiritual. É uma velha tentação, na história da Igreja… “As tentativas de construir desse modo a unidade, na realidade minam-na!
Separar o Espírito Santo de Cristo presente na estrutura institucional da Igreja comprometeria a unidade da comunidade cristã, que é precisamente dom do Espírito(…). A unidade faz parte da essência da Igreja: é um dom que há que reconhecer e apreciar.
Esta noite, rezemos pelo nosso propósito de cultivar a unidade: contribuir para ela e resistir a todas as tentações de desertarmos. O que podemos oferecer ao mundo é precisamente a amplitude, a perspectiva larga da nossa fé – firme e ao mesmo tempo aberta, consistente mas dinâmica , verdadeira mas sempre em vias de ulterior aprofundamento!
”Bento XVI exortou os jovens a colocar-se à escuta da “voz concorde da humanidade”, para além de todas as dissonâncias e rumores.
De todos os sofrimentos e acontecimentos, de todas as partes se eleva um “mesmo grito humano que aspira a um reconhecimento, a uma pertença, à unidade”. Será precisamente o Espírito Santo a ajudar a escutar em profundidade, indo para além das visões parciais, da utopia vã, da precariedade fugaz… Poder-se-á assim “oferecer a coerência e a certeza do testemunho cristão”. Passando depois a referir outro aspecto da realidade do Espírito Santo – Espírito Criador… que dá a vida, o Papa observou que é o Espírito Santo “que nos conduz mesmo até ao coração de Deus”.
“Quanto mais consentirmos ao Espírito Santo que nos guie, tanto maior será a nossa configuração a Cristo e mais profunda a nossa imersão na vida de Deus uno e trino”. “Deus está connosco, não na fantasia, mas na realidade da vida.
O que temos de procurar é enfrentar a realidade, não fugir dela. Por isso, o Espírito Santo atrai-nos delicada mas resolutamente para aquilo que é real, duradouro, verdadeiro. É o Espírito que nos reconduz à comunhão com a Trindade Santíssima”.
Referindo depois, de modo simples e muito sugestivo, a sua própria descoberta progressiva da importância e do lugar do Espírito Santo na fé e na vida cristã, Bento XVI foi levado a mencionar a evolução realizada por Santo Agostinho, observando que foi a sua experiência do amor de Deus presente na Igreja que o levou a procurar a sua fonte na vida de Deus uno e trino”.
“Isto fê-lo chegar a três intuições particulares relativas ao Espírito Santo enquanto vínculo de unidade no seio da Santíssima Trindade: unidade como comunhão, unidade como amor duradouro, unidade como dador e dom. Estas três intuições não são meramente teóricas; ajudam a explicar como age o Espírito.
Num mundo em que tanto os indivíduos como as comunidades sofrem muitas vezes por falta de unidade e coesão, tais intuições ajudam-nos a permanecer sintonizados com o Espírito e a alargar e esclarecer o âmbito do nosso testemunho.”
“ Inspirados pelas intuições de Santo Agostinho, fazei com que o amor unificante seja a vossa medida; o amor duradouro seja o vosso desafio; o amor que se dá a vossa missão.”Quase a concluir, o Papa recordou os jovens que na Missa de domingo receberão o Sacramento da Confirmação.
Recebendo o dom do Espírito Santo, serão chamados a testemunhá-lo, como todos nós, na vida de cada dia. E deixou esta exortação: “Como a Igreja realiza a sua viagem juntamente com a humanidade inteira, assim também vós sois chamados a exercitar os dons do Espírito nos altos e baixos da vida diária.
Fazei com que a vossa fé amadureça através dos vossos estudos, trabalho, desporto, música, arte. Procurai que seja sustentada por meio da oração e alimentada através dos sacramentos, para deste modo se tornar fonte de inspiração e de ajuda para quantos vivem ao vosso redor… …Estar verdadeiramente vivos é ser transformados a partir de dentro, permanecer abertos à força do amor de Deus.
Acolhendo a força do Espírito Santo, podereis também vós transformar as vossas famílias, as comunidades, as nações. Libertai estes dons. Fazei com que a sabedoria, o entendimento, a fortaleza, a ciência e a piedade sejam os sinais da vossa grandeza.
”Depois deste discurso foram apresentados os 24 candidatos ao Sacramento da Confirmação que terá lugar neste Domingo durante a Missa conclusiva da jornada mundial da juventude.Esta vigília de oração do Papa com os jovens neste sábado, no hipódromo de Randwick concluiu-se com a adoração Eucarística, e as saudações de Bento XVI em varias línguas.
Está a sua saudação aos jovens de língua portuguesa: Meus queridos amigos, recebei o Espírito Santo, para serdes Igreja! Igreja quer dizer todos nós unidos como um corpo que recebe o seu influxo vital de Jesus ressuscitado. Este dom é maior que os nossos corações, porque brota das entranhas da Santíssima Trindade. Fruto e condição: sentir-se parte uns dos outros, viver em comunhão. Para isso, jovens caríssimos, acolhei dentro de vós a força de vida que há em Jesus. Deixai-O entrar no vosso coração. Deixai-vos plasmar pelo Espírito Santo
Fonte: RV