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terça-feira, 16 de novembro de 2010
CRISTÃOS SEJAM TESTEMUNHAS DA VERDADE, AMOR E JUSTIÇA

terça-feira, 15 de junho de 2010
TRABALHAR A SERVIÇO DA VERDADE E DAS CAUSAS NOBRES
BENTO XVI EXORTA JORNALISTAS: TRABALHAR A SERVIÇO DA VERDADE E DAS CAUSAS NOBRES

Cidade do Vaticano,
- Depois da oração mariana deste último domingo (13/06), Bento XVI recordou a proclamação, este final de semana, de dois novos Beatos que viveram no século passado.
Este domingo, na Eslovênia, na conclusão do Congresso Eucarístico Nacional, o legado pontifício, Cardeal Tarcisio Bertone, beatificou o jovem mártir Lojze Grozde.
Ele era particularmente devoto da Eucaristia, que alimentava a sua fé inabalável, a sua capacidade de sacrifício pela salvação das almas, e o seu apostolado na Ação Católica para conduzir outros jovens a Cristo.
Ontem (12/06), na Espanha, foi beatificado Manuel Lozano Garrido, leigo e jornalista.
Não obstante a doença, a cegueira no final da vida e a invalidez que o obrigaram a viver 28 anos em uma cadeira de rodas, "Lolo", como era conhecido, trabalhou com espírito cristão no campo da comunicação social.
"Os jornalistas poderão encontrar nele um testemunho eloquente do bem que se pode fazer quando o trabalho reflete a grandeza da alma e se põe a serviço da verdade e das causas nobres" – exortou o pontífice. (BF)
Fonte: RV
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
PAZ FUDAMENTADA NO AMOR, JUSTIÇA, VERDADE E LIBERDADE
Intervenção da Santa Sé no conselho ministerial da OSCE
CIDADE DO VATICANO,
A OSCE, cuja sede principal se encontra em Viena (Áustria), foi fundada em 1975 em Helsinki, como Conferência para a Segurança e Cooperação na Europa.
Atualmente, é a maior organização para a segurança regional no mundo, com 56 Estados membros da Europa, Ásia Central e América do Norte.
Ao tomar a palavra no encontro, no dia 1º de dezembro, o prelado – segundo informou o jornal vaticano L’Osservatore Romano – elogiou o “Processo de Corfu”, lançado em junho passado, no final de um encontro informal no âmbito ministerial da OSCE, com o fim de estabelecer um novo diálogo sobre o futuro da segurança europeia.
Dom Mamberti expressou a estima da Santa Sé pelas iniciativas empreendidas pela presidência grega, com o fim de reforçar o funcionamento dos instrumentos e mecanismos disponíveis para a prevenção dos conflitos e para a reabilitação pós-conflito.
No entanto, precisou, os importantes passos no controle dos armamentos não podem eclipsar as “guerras esquecidas” e as “hostilidades prorrogadas” que continuam causando mortos e danos, “frequentemente no silêncio e na indiferença de setores consideráveis da opinião pública”.
Além disso, precisou, “não haverá paz na terra se perdurarem a opressão dos povos, as injustiças e os desequilíbrios econômicos que ainda existem”.
Sobre a agenda da OSCE para os próximos anos, Dom Mamberti sublinhou a centralidade da relação entre políticas migratórias e segurança.
Atualmente, observou, há mais de 200 milhões de pessoas no mundo que vivem e trabalham em países diferentes daquele em que nasceram e do qual era cidadãs.
A situação reflete políticas encaminhadas “a responder a emotivas e acesas exigências de controle e de integração por parte da opinião pública”.
“No entanto – acrescentou – as vantagens concretas aceitas através da acolhida aos imigrantes se ofuscam frequentemente por uma atitude ambivalente nos meios de comunicação social e na opinião pública, que permitem generalizações negativas que criam estereótipos dos que chegam.”
Daqui deriva a “necessidade de prestar maior atenção aos próprios migrantes e não somente ao seu papel econômico de força de trabalho e de colonos permanentes”, e de reforçar “todo o sistema de tutela e de direitos humanos que não pode ser relegado a um papel secundário de apoio”.
Neste campo, o arcebispo Mamberti qualificou como de primária importância a reagrupação familiar e também a educação dos migrantes, de maneira que possam ser mais conscientes dos seus direitos.
O representante vaticano aludiu aos numerosos atos de intolerância e violações da liberdade religiosa que “continuam sendo perpetrados sob numerosas formas”.
Lamentavelmente, indicou, “com o aumento da intolerância religiosa no mundo, está bem documentado que os cristãos são o grupo religioso mais discriminado, dado que mais de 200 milhões deles, de diferentes confissões, poderiam encontrar-se em situação de dificuldade por causa de estruturas legais e culturais que os levam a ser discriminados”.
À luz de tudo isso, convidou a considerar as comunidades religiosas não “como fontes de conflitos sociais ou culturais, mas como um fator importante de promoção da paz, compreensão recíproca e valores humanos comuns”.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
"CLIMA DE DIFUSA TENDÊNCIA À AGRESSIVIDADE, AO ÓDIO E À VINGANÇA, UMA FALTA DE RESPEITO PELA VERDADE"
domingo, 22 de fevereiro de 2009
DEFESA DA " VERDADE DOS CONCEITOS DE CASAMENTO E FAMÍLIA"
Em nota pastoral da Conferência Episcopal
A Igreja da Memória, em Lisboa
LISBOA, -
A CEP (Conferência Episcopal Portuguesa) difundiu uma nota pastoral em que defende «a verdade dos conceitos de casamento e família».
O organismo episcopal se manifestou diante da intenção de que, na próxima legislatura, se proponha à Assembleia da República uma lei que equipare as uniões homossexuais ao casamento das famílias constituídas na base do amor entre um homem e uma mulher.
Segundo a CEP, «a verdade da vida humana assenta na complementaridade do homem e da mulher. É esta complementaridade dos sexos, expressa de um modo eminente no dom total e perene do amor entre um homem e uma mulher, por princípio aberto à geração de novas vidas, que está na base antropológica da família».
Ao destacar que defendem «a verdade dos conceitos de casamento e família», os bispos afirmam que «pretender redefini-los seria porta aberta para diversos modelos alternativos à sua autenticidade genuína, o que constituiria fonte de perturbação para adolescentes e jovens, com a sua identidade em estruturação, e enfraqueceria a instituição da família, célula base de todas as sociedades».
«A família, fundada no casamento entre um homem e uma mulher, tem o direito a ver reconhecida a sua identidade única, inconfundível e incomparável, sem misturas nem confusões com outras formas de convivência.»
A CEP explica que a Igreja «rejeita todas as formas de discriminação ou marginalização das pessoas homossexuais e dispõe se a acolhê-las fraternalmente e a ajudá-las a superar as dificuldades que, em não poucos casos, acarretam grande sofrimento».
«Contudo, fiel à razão, à palavra de Deus e aos ensinamentos recebidos, a Igreja não pode deixar de considerar que a sexualidade humana vivida no casamento só encontra a sua verdade e plenitude na união amorosa de um homem e de uma mulher.»
O organismo episcopal rejeita «que a união entre pessoas do mesmo sexo possa ser equiparada à família estavelmente constituída através do casamento entre um homem e uma mulher, e o mesmo se diga de uma lei que permita a adoção de crianças por homossexuais».
«Tal constituiria uma alteração grave das bases antropológicas da família e com ela de toda a sociedade, colocando em causa o seu equilíbrio», afirma a nota.
A Igreja em Portugal chama ainda «a atenção para a necessidade de iniciativas que ajudem as famílias estavelmente constituídas a superar os problemas econômicos que muitas atravessam, que as valorizem como lugar primordial de educação dos filhos e que favoreçam a sua importância na vida social».
Fonte: ZENIT.org
domingo, 20 de julho de 2008
JMJ - Viver e testemunhar o Espírito da verdade, da vida e do amor
Viver e testemunhar o Espírito da verdade, da vida e do amor: a catequese do Papa na vigília de sábado à noite, na JMJ de Sidney.
A saudação de Bento XVI aos jovens de lingua portuguesa(19/7/2008) Uma longa e articulada catequese sobre o Espírito Santo, mais precisamente sobre uma vida cristã vivida sob a moção do Espírito de Jesus, testemunhando-o: esta a alocução de Bento XVI aos jovens congregados no Hipódromo de Randwick, nos arredores de Sidney, neste sábado à noite (era a segunda parte da manhã na Europa e na África).
O Papa fez notar que o testemunho cristão é oferecido a um mundo que, sob muitos aspectos, é frágil: feridas que afectam a unidade da criação… relações humanas em crise… uma sociedade afectada por um processo de fragmentação relativista… ignorando aqueles princípios que nos tornam capazes de viver e crescer na unidade, na ordem e na harmonia”.
Como sermos testemunhas num mundo tão complexo e fragmentado? – interrogou-se Bento XVI, logo observando: “A unidade e a reconciliação não se podem alcançar apenas através dos nossos esforços.
Deus fez-nos uns para os outros e só em Deus e na sua Igreja podemos encontrar aquela unidade que procuramos”. É grande – e diversificada - a tentação de avançar sozinhos. “Perante as imperfeições e desilusões individuais e institucionais, somos por vezes tentados a construir – artificialmente - uma comunidade perfeita, uma unidade perfeita, uma utopia espiritual. É uma velha tentação, na história da Igreja… “As tentativas de construir desse modo a unidade, na realidade minam-na!
Separar o Espírito Santo de Cristo presente na estrutura institucional da Igreja comprometeria a unidade da comunidade cristã, que é precisamente dom do Espírito(…). A unidade faz parte da essência da Igreja: é um dom que há que reconhecer e apreciar.
Esta noite, rezemos pelo nosso propósito de cultivar a unidade: contribuir para ela e resistir a todas as tentações de desertarmos. O que podemos oferecer ao mundo é precisamente a amplitude, a perspectiva larga da nossa fé – firme e ao mesmo tempo aberta, consistente mas dinâmica , verdadeira mas sempre em vias de ulterior aprofundamento!
”Bento XVI exortou os jovens a colocar-se à escuta da “voz concorde da humanidade”, para além de todas as dissonâncias e rumores.
De todos os sofrimentos e acontecimentos, de todas as partes se eleva um “mesmo grito humano que aspira a um reconhecimento, a uma pertença, à unidade”. Será precisamente o Espírito Santo a ajudar a escutar em profundidade, indo para além das visões parciais, da utopia vã, da precariedade fugaz… Poder-se-á assim “oferecer a coerência e a certeza do testemunho cristão”. Passando depois a referir outro aspecto da realidade do Espírito Santo – Espírito Criador… que dá a vida, o Papa observou que é o Espírito Santo “que nos conduz mesmo até ao coração de Deus”.
“Quanto mais consentirmos ao Espírito Santo que nos guie, tanto maior será a nossa configuração a Cristo e mais profunda a nossa imersão na vida de Deus uno e trino”. “Deus está connosco, não na fantasia, mas na realidade da vida.
O que temos de procurar é enfrentar a realidade, não fugir dela. Por isso, o Espírito Santo atrai-nos delicada mas resolutamente para aquilo que é real, duradouro, verdadeiro. É o Espírito que nos reconduz à comunhão com a Trindade Santíssima”.
Referindo depois, de modo simples e muito sugestivo, a sua própria descoberta progressiva da importância e do lugar do Espírito Santo na fé e na vida cristã, Bento XVI foi levado a mencionar a evolução realizada por Santo Agostinho, observando que foi a sua experiência do amor de Deus presente na Igreja que o levou a procurar a sua fonte na vida de Deus uno e trino”.
“Isto fê-lo chegar a três intuições particulares relativas ao Espírito Santo enquanto vínculo de unidade no seio da Santíssima Trindade: unidade como comunhão, unidade como amor duradouro, unidade como dador e dom. Estas três intuições não são meramente teóricas; ajudam a explicar como age o Espírito.
Num mundo em que tanto os indivíduos como as comunidades sofrem muitas vezes por falta de unidade e coesão, tais intuições ajudam-nos a permanecer sintonizados com o Espírito e a alargar e esclarecer o âmbito do nosso testemunho.”
“ Inspirados pelas intuições de Santo Agostinho, fazei com que o amor unificante seja a vossa medida; o amor duradouro seja o vosso desafio; o amor que se dá a vossa missão.”Quase a concluir, o Papa recordou os jovens que na Missa de domingo receberão o Sacramento da Confirmação.
Recebendo o dom do Espírito Santo, serão chamados a testemunhá-lo, como todos nós, na vida de cada dia. E deixou esta exortação: “Como a Igreja realiza a sua viagem juntamente com a humanidade inteira, assim também vós sois chamados a exercitar os dons do Espírito nos altos e baixos da vida diária.
Fazei com que a vossa fé amadureça através dos vossos estudos, trabalho, desporto, música, arte. Procurai que seja sustentada por meio da oração e alimentada através dos sacramentos, para deste modo se tornar fonte de inspiração e de ajuda para quantos vivem ao vosso redor… …Estar verdadeiramente vivos é ser transformados a partir de dentro, permanecer abertos à força do amor de Deus.
Acolhendo a força do Espírito Santo, podereis também vós transformar as vossas famílias, as comunidades, as nações. Libertai estes dons. Fazei com que a sabedoria, o entendimento, a fortaleza, a ciência e a piedade sejam os sinais da vossa grandeza.
”Depois deste discurso foram apresentados os 24 candidatos ao Sacramento da Confirmação que terá lugar neste Domingo durante a Missa conclusiva da jornada mundial da juventude.Esta vigília de oração do Papa com os jovens neste sábado, no hipódromo de Randwick concluiu-se com a adoração Eucarística, e as saudações de Bento XVI em varias línguas.
Está a sua saudação aos jovens de língua portuguesa: Meus queridos amigos, recebei o Espírito Santo, para serdes Igreja! Igreja quer dizer todos nós unidos como um corpo que recebe o seu influxo vital de Jesus ressuscitado. Este dom é maior que os nossos corações, porque brota das entranhas da Santíssima Trindade. Fruto e condição: sentir-se parte uns dos outros, viver em comunhão. Para isso, jovens caríssimos, acolhei dentro de vós a força de vida que há em Jesus. Deixai-O entrar no vosso coração. Deixai-vos plasmar pelo Espírito Santo
Fonte: RV
sexta-feira, 11 de julho de 2008
BISPOS DA VENEZUELA FALAM DE "CRISE MORAL"
Caracas, 11 jul (RV) - Os bispos venezuelanos alertaram ontem para o "desprezo à verdade, a injustiça, a corrupção e a insegurança generalizada" que castigam o país.