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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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terça-feira, 16 de novembro de 2010

CRISTÃOS SEJAM TESTEMUNHAS DA VERDADE, AMOR E JUSTIÇA

PAPA AOS BISPOS DE GOIÁS, TOCANTINS E DISTRITO FEDERAL: CRISTÃOS SEJAM TESTEMUNHAS DA VERDADE, AMOR E JUSTIÇA


Cidade do Vaticano, 15 nov (RV)

- Bento XVI recebeu em audiência no final da manhã desta segunda-feira, na Sala do Consistório, no Vaticano, os bispos do Regional Centro-Oeste da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Regional formado pelos Estados de Goiás e Tocantins, e Distrito Federal.Os cristãos sejam testemunhas do Evangelho e ponto de referência na sociedade: foram os votos do Santo Padre no discurso dirigidos aos referidos prelados brasileiros. Trata-se do último grupo de bispos dos 17 Regionais da CNBB, em visita "ad Limina".Bento XVI iniciou seu discurso dizendo-se feliz por dar as boas-vindas aos bispos de Goiás, Tocantins e Distrito Federal."Viestes à cidade onde Pedro, por último, cumpriu a sua missão de evangelização e deu testemunho de Cristo até à efusão do seu próprio sangue; viestes ver e saudar o Sucessor de Pedro. Deste modo fortaleceis os fundamentos apostólicos da Igreja no vosso país e expressais visivelmente a vossa comunhão com todos os demais membros do Colégio episcopal e com o próprio Pontífice romano" – disse o Papa.Bento XVI agradeceu ao Arcebispo de Brasília, Dom João Braz de Aviz, pelas amáveis palavras a ele dirigidas em nome de todos os bispos do Regional, assegurando aos prelados o seu cordial afeto e as suas orações pelos bispos e por todas as pessoas confiadas aos cuidados pastorais deles.Ressaltando ser este 15 de novembro dia em que se recorda a proclamação da República no Brasil, o Pontífice aproveitou o fato para sublinhar, mais uma vez, a importância da ação evangelizadora da Igreja na construção da identidade brasileira.Em seguida, o Papa ressaltou a importância da comunhão entre os bispos e o Pontífice, bem como entre os pastores e os fiéis:"Há quase 60 anos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil é um ponto de referência da sociedade brasileira, propondo-se sempre mais e acima de tudo como um lugar onde se vive a caridade. Com efeito, o primeiro testemunho que se espera dos anunciadores da Palavra de Deus é o da caridade recíproca: «Nisto conhecerão todos que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros»" (Jo 13, 32). Bento XVI frisou que a CNBB – como as demais Conferências Episcopais – nasceu para ser um instrumento de comunhão afetiva e efetiva entre todos os membros, e de eficaz colaboração com o Pastor de cada Igreja na tríplice função de ensinar, santificar e governar as ovelhas do próprio rebanho.-"Ora, a Conferência Episcopal apresenta-se como uma das formas, encontradas sob a guia do Espírito Santo, que consente exercitar conjunta e harmoniosamente algumas funções pastorais para o bem dos fiéis e de todos os cidadãos dum determinado território (cf. Código de Direito Canônico, cân. 447). De fato, uma cooperação sempre mais estreita e concorde com os seus irmãos no ministério ajuda os Bispos a cumprir melhor o seu mandato (cf. Christus Dominus, 37), sem abdicar da responsabilidade primeira de apascentar como pastor próprio, ordinário e imediato sua Igreja particular (cf. Motu proprio Apostolos suos, 10), fazendo-a ouvir a voz de Jesus Cristo, que “é o mesmo, ontem, hoje e sempre” (Hb 13, 8). Tecidas essas considerações, o Santo Padre fez a seguinte observação:-"A Conferência Episcopal promove a união de esforços e de intenções dos Bispos, tornando-se um instrumento para que possam compartilhar as suas fatigas; deve, porém, evitar de colocar-se como uma realidade paralela ou substitutiva do ministério de cada um dos Bispos, ou seja, não mudando a sua relação com a respectiva Igreja particular e com o Colégio Episcopal, nem constituindo um intermediário entre o Bispo e a Sé de Pedro." Bento XVI reiterou que os bispos devem, sobretudo, estudar os meios mais eficazes para fazer chegar oportunamente o magistério universal ao povo que lhes foi confiado. No que tange ao exercício da função doutrinal, o Papa destacou a necessidade de se abordar as novas questões emergentes – à luz do que orienta o Motu Proprio "Apostolos suos" de João Paulo II – "para depois poder orientar a consciência dos homens para encontrarem a reta solução para os novos problemas suscitados pelas transformações sociais e culturais".O Pontífice destacou que, de modo especial, alguns temas recomendam hoje uma ação conjunta dos bispos:"A promoção e a tutela da fé e da moral, a tradução dos livros litúrgicos, a promoção e formação das vocações de especial consagração, elaboração de subsídios para a catequese, o compromisso ecumênico, as relações com as autoridades civis, a defesa da vida humana, desde a concepção até a morte natural, a santidade da família e do matrimônio entre homem e mulher, o direito dos pais a educar seus filhos, a liberdade religiosa, os outros direitos humanos, a paz e a justiça social." Bento XVI concluiu seu discurso aos bispos de Goiás, Tocantins e Distrito Federal assegurando sua afetuosa proximidade ao povo do Brasil, confiado à intercessão materna da Virgem Maria, Nossa Senhora Aparecida.A visita "ad Limina" dos bispos do Regional Centro-Oeste prosseguirá até o próximo sábado, dia 20. Antes do encontro no final da manhã desta segunda-feira com o Santo Padre, os bispos celebraram uma missa, às 7h30 locais, na Basílica de São Pedro.Após a missa, às 9h30 locais, fizeram uma visita à Pontifícia Comissão para a América Latina, no âmbito dos encontros nos diversos organismos da Cúria Romana. Trata-se de atividades que são parte constitutiva da visita "ad Limina". (RL)

Fonte: RV

terça-feira, 15 de junho de 2010

TRABALHAR A SERVIÇO DA VERDADE E DAS CAUSAS NOBRES


BENTO XVI EXORTA JORNALISTAS: TRABALHAR A SERVIÇO DA VERDADE E DAS CAUSAS NOBRES


Cidade do Vaticano,

- Depois da oração mariana deste último domingo (13/06), Bento XVI recordou a proclamação, este final de semana, de dois novos Beatos que viveram no século passado.

Este domingo, na Eslovênia, na conclusão do Congresso Eucarístico Nacional, o legado pontifício, Cardeal Tarcisio Bertone, beatificou o jovem mártir Lojze Grozde.

Ele era particularmente devoto da Eucaristia, que alimentava a sua fé inabalável, a sua capacidade de sacrifício pela salvação das almas, e o seu apostolado na Ação Católica para conduzir outros jovens a Cristo.

Ontem (12/06), na Espanha, foi beatificado Manuel Lozano Garrido, leigo e jornalista.

Não obstante a doença, a cegueira no final da vida e a invalidez que o obrigaram a viver 28 anos em uma cadeira de rodas, "Lolo", como era conhecido, trabalhou com espírito cristão no campo da comunicação social.

"Os jornalistas poderão encontrar nele um testemunho eloquente do bem que se pode fazer quando o trabalho reflete a grandeza da alma e se põe a serviço da verdade e das causas nobres" – exortou o pontífice. (BF)

Fonte: RV

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

PAZ FUDAMENTADA NO AMOR, JUSTIÇA, VERDADE E LIBERDADE

Urgência de paz fundada no amor, justiça, verdade e liberdade
Intervenção da Santa Sé no conselho ministerial da OSCE

CIDADE DO VATICANO,

- Hoje é cada vez mais urgente “uma conversão comum à paz, uma paz fundada em sólidos pilares de amor, justiça, verdade e liberdade”, disse o arcebispo Dominique Mamberti, secretário para as Relações com os Estados da Santa Sé, intervindo no 17º conselho ministerial da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), em Atenas.
A OSCE, cuja sede principal se encontra em Viena (Áustria), foi fundada em 1975 em Helsinki, como Conferência para a Segurança e Cooperação na Europa.
Atualmente, é a maior organização para a segurança regional no mundo, com 56 Estados membros da Europa, Ásia Central e América do Norte.
Ao tomar a palavra no encontro, no dia 1º de dezembro, o prelado – segundo informou o jornal vaticano L’Osservatore Romano – elogiou o “Processo de Corfu”, lançado em junho passado, no final de um encontro informal no âmbito ministerial da OSCE, com o fim de estabelecer um novo diálogo sobre o futuro da segurança europeia.
Dom Mamberti expressou a estima da Santa Sé pelas iniciativas empreendidas pela presidência grega, com o fim de reforçar o funcionamento dos instrumentos e mecanismos disponíveis para a prevenção dos conflitos e para a reabilitação pós-conflito.
No entanto, precisou, os importantes passos no controle dos armamentos não podem eclipsar as “guerras esquecidas” e as “hostilidades prorrogadas” que continuam causando mortos e danos, “frequentemente no silêncio e na indiferença de setores consideráveis da opinião pública”.
Além disso, precisou, “não haverá paz na terra se perdurarem a opressão dos povos, as injustiças e os desequilíbrios econômicos que ainda existem”.
Sobre a agenda da OSCE para os próximos anos, Dom Mamberti sublinhou a centralidade da relação entre políticas migratórias e segurança.
Atualmente, observou, há mais de 200 milhões de pessoas no mundo que vivem e trabalham em países diferentes daquele em que nasceram e do qual era cidadãs.
A situação reflete políticas encaminhadas “a responder a emotivas e acesas exigências de controle e de integração por parte da opinião pública”.
“No entanto – acrescentou – as vantagens concretas aceitas através da acolhida aos imigrantes se ofuscam frequentemente por uma atitude ambivalente nos meios de comunicação social e na opinião pública, que permitem generalizações negativas que criam estereótipos dos que chegam.”
Daqui deriva a “necessidade de prestar maior atenção aos próprios migrantes e não somente ao seu papel econômico de força de trabalho e de colonos permanentes”, e de reforçar “todo o sistema de tutela e de direitos humanos que não pode ser relegado a um papel secundário de apoio”.
Neste campo, o arcebispo Mamberti qualificou como de primária importância a reagrupação familiar e também a educação dos migrantes, de maneira que possam ser mais conscientes dos seus direitos.
O representante vaticano aludiu aos numerosos atos de intolerância e violações da liberdade religiosa que “continuam sendo perpetrados sob numerosas formas”.
Lamentavelmente, indicou, “com o aumento da intolerância religiosa no mundo, está bem documentado que os cristãos são o grupo religioso mais discriminado, dado que mais de 200 milhões deles, de diferentes confissões, poderiam encontrar-se em situação de dificuldade por causa de estruturas legais e culturais que os levam a ser discriminados”.
À luz de tudo isso, convidou a considerar as comunidades religiosas não “como fontes de conflitos sociais ou culturais, mas como um fator importante de promoção da paz, compreensão recíproca e valores humanos comuns”.

Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

"CLIMA DE DIFUSA TENDÊNCIA À AGRESSIVIDADE, AO ÓDIO E À VINGANÇA, UMA FALTA DE RESPEITO PELA VERDADE"

ANGELUS: "CLIMA DE DIFUSA TENDÊNCIA À AGRESSIVIDADE, AO ÓDIO E À VINGANÇA, UMA FALTA DE RESPEITO PELA VERDADE"

Castel Gandolfo,

- O Papa Bento XVI rezou ao meio-dia deste domingo a oração mariana do Angelus com os fiéis e peregrinos reunidos no pátio interno da Residência Apostólica de Castel Gandolfo. Nas palavras que precederam a oração, o Santo Padre denunciou um clima de “difusa tendência à agressividade, ao ódio e à vingança” e uma falta de respeito pela “verdade” e pela “compreensão”. “Nos nossos dias, - disse o papa - talvez também por certas dinâmicas próprias das sociedades de massa, se constata não raramente, uma falta de respeito pela verdade e pela palavra dada, junto com uma difusa tendência à agressividade, ao ódio é à vingança. “Para aqueles que fazem obras de paz – escreve São Tiago – é semeado na paz um fruto de justiça”.Mas para fazer obras de paz – disse ainda Bento XVI – é necessário ser homens de paz, colocando-se na escola da “sabedoria que vem do alto”, para assimilar as qualidades e produzir efeitos. Se cada um, no seu ambiente, conseguisse rejeitar a mentira e a violência nas intenções, nas palavras e nas ações, cultivando com cuidado sentimentos de respeito, de compreensão e de estima para com os outros, talvez não se resolvessem todos os problemas da vida cotidiana, mas os mesmos poderiam ser enfrentados mais serenamente e eficazmente.E o Papa se perguntou: “Porque não buscar na fonte incontaminada do amor de Deus a sabedoria do coração, que nos desintoxica dos lixos da mentira e do egoísmo? Isso vale para todos, mas, em primeiro lugar, para quem é chamado a ser promotor e “tecelão” de paz nas comunidades religiosas e civis, nas relações sociais e políticas e nas relações internacionais”.Momentos antes o papa tomando como referência um trecho da Carta de Tiago, proposto pela liturgia de hoje chamou a atenção para a verdadeira sabedoria, que o Apóstolo contrapõe à falsa sabedoria: essa última é “terrestre, material e diabólica”, e se reconhece pelo fato que provoca ciúmes, conflitos, desordens e todo tido de más ações. Ao contrário, “a sabedoria que vem do alto é antes de tudo pura, pacífica, modesta, conciliadora, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial e sincera”. Em seguida o Papa rezou a oração mariana do Angelus e concedeu a todos a sua Benção Apostólica.Antes de se despedir dos fiéis e peregrinos presentes nesta manhã em Castel Gandolfo o papa recordou as numerosas situações de conflito que existem no mundo e as trágicas notícias que nos chegam todos os dias de vítimas seja entre militares, seja entre os civis. São fatos – disse Bento XVI – aos quais jamais podemos nos acostumar e que suscitam profunda reprovação, como também desconcerto nas sociedades que desejam o bem da paz e da civil convivência. E o papa recordou então o atentado dos últimos dias no Afeganistão contra os militares italianos que causou a morte de seis deles e de vários civis, provocando profunda dor.“Uno-me com a oração – continuou o papa - ao sofrimento dos familiares e das comunidades civis e militares e, ao mesmo tempo, penso com igual sentimento de participação nos demais contingentes internacionais, que também recentemente tiveram perdas e que trabalham para promover a paz e o desenvolvimento das instituições, tão necessárias para a coexistência humana; a todos asseguro a minha recordação diante do Senhor, com um particular pensamento às queridas populações civis; por todos elas convido a elevar a Deus a nossa oração.”O Papa renovou ainda o seu encorajamento à promoção da solidariedade entre as Nações para contrastar a lógica da violência e da morte, favorecer a justiça, a reconciliação, a paz e apoiar o desenvolvimento dos povos partindo do amor e da compreensão recíproca, como o próprio Bento XVI escreveu na sua recente Encíclica Caritas in veritate (n. 72).O Santo Padre recordou ainda que de 26 de setembro, sábado próximo, até segunda-feira, 28 de setembro, se Deus quiser, estará realizando uma viagem apostólica à República Tcheca. O Papa informou que além de Praga, visitará as cidades de Brno, na Morávia, e a de Stará Boleslav, lugar do martírio de São Venceslau, padroeiro principal daquela nação, acrescentando:“A República Tcheca encontra-se geográfica e historicamente no coração da Europa, e depois de ter passado através dos dramas do século passado, tem necessidade, como também todo o Continente, de reencontrar as razões da fé e da esperança. Seguindo as pegadas de meu amado predecessor João Paulo II, que visitou aquele país três vezes, eu também prestarei homenagem às heróicas testemunhas do Evangelho, antigas e recentes, e encorajarei todos a continuarem na caridade e na verdade. Agradeço desde já todos aqueles que me acompanharão com as suas orações nesta viagem, para que o Senhor a abençoe e a mesma produza frutos”.Já na sua saudação em língua polonesa o Santo Padre recordou que neste domingo, na Polônia, se celebra o Dia dos Meios de Comunicação Social. “Nesta ocasião – disse o papa – dirijo particulares palavras de apreço e de reconhecimento às redações católicas dos meios de comunicação na Polônia, que festejam o 20º aniversário de suas atividades. Desejo a todos os operadores do setor das comunicações sociais – acrescentou – que propaguem uma cultura de respeito, de diálogo e de amizade. Que o seu fundamento seja Cristo e o seu Evangelho.” (SP)
Fonte: RV

domingo, 22 de fevereiro de 2009

DEFESA DA " VERDADE DOS CONCEITOS DE CASAMENTO E FAMÍLIA"

Igreja em Portugal defende «a verdade dos conceitos de casamento e família»
Em nota pastoral da Conferência Episcopal

A Igreja da Memória, em Lisboa

LISBOA, -

A CEP (Conferência Episcopal Portuguesa) difundiu uma nota pastoral em que defende «a verdade dos conceitos de casamento e família».
O organismo episcopal se manifestou diante da intenção de que, na próxima legislatura, se proponha à Assembleia da República uma lei que equipare as uniões homossexuais ao casamento das famílias constituídas na base do amor entre um homem e uma mulher.
Segundo a CEP, «a verdade da vida humana assenta na complementaridade do homem e da mulher. É esta complementaridade dos sexos, expressa de um modo eminente no dom total e perene do amor entre um homem e uma mulher, por princípio aberto à geração de novas vidas, que está na base antropológica da família».
Ao destacar que defendem «a verdade dos conceitos de casamento e família», os bispos afirmam que «pretender redefini-los seria porta aberta para diversos modelos alternativos à sua autenticidade genuína, o que constituiria fonte de perturbação para adolescentes e jovens, com a sua identidade em estruturação, e enfraqueceria a instituição da família, célula base de todas as sociedades».
«A família, fundada no casamento entre um homem e uma mulher, tem o direito a ver reconhecida a sua identidade única, inconfundível e incomparável, sem misturas nem confusões com outras formas de convivência.»
A CEP explica que a Igreja «rejeita todas as formas de discriminação ou marginalização das pessoas homossexuais e dispõe se a acolhê-las fraternalmente e a ajudá-las a superar as dificuldades que, em não poucos casos, acarretam grande sofrimento».
«Contudo, fiel à razão, à palavra de Deus e aos ensinamentos recebidos, a Igreja não pode deixar de considerar que a sexualidade humana vivida no casamento só encontra a sua verdade e plenitude na união amorosa de um homem e de uma mulher.»
O organismo episcopal rejeita «que a união entre pessoas do mesmo sexo possa ser equiparada à família estavelmente constituída através do casamento entre um homem e uma mulher, e o mesmo se diga de uma lei que permita a adoção de crianças por homossexuais».
«Tal constituiria uma alteração grave das bases antropológicas da família e com ela de toda a sociedade, colocando em causa o seu equilíbrio», afirma a nota.
A Igreja em Portugal chama ainda «a atenção para a necessidade de iniciativas que ajudem as famílias estavelmente constituídas a superar os problemas econômicos que muitas atravessam, que as valorizem como lugar primordial de educação dos filhos e que favoreçam a sua importância na vida social».

Fonte: ZENIT.org

domingo, 20 de julho de 2008

JMJ - Viver e testemunhar o Espírito da verdade, da vida e do amor


Viver e testemunhar o Espírito da verdade, da vida e do amor: a catequese do Papa na vigília de sábado à noite, na JMJ de Sidney.

A saudação de Bento XVI aos jovens de lingua portuguesa
(19/7/2008) Uma longa e articulada catequese sobre o Espírito Santo, mais precisamente sobre uma vida cristã vivida sob a moção do Espírito de Jesus, testemunhando-o: esta a alocução de Bento XVI aos jovens congregados no Hipódromo de Randwick, nos arredores de Sidney, neste sábado à noite (era a segunda parte da manhã na Europa e na África).
O Papa fez notar que o testemunho cristão é oferecido a um mundo que, sob muitos aspectos, é frágil: feridas que afectam a unidade da criação… relações humanas em crise… uma sociedade afectada por um processo de fragmentação relativista… ignorando aqueles princípios que nos tornam capazes de viver e crescer na unidade, na ordem e na harmonia”.
Como sermos testemunhas num mundo tão complexo e fragmentado? – interrogou-se Bento XVI, logo observando: “A unidade e a reconciliação não se podem alcançar apenas através dos nossos esforços.
Deus fez-nos uns para os outros e só em Deus e na sua Igreja podemos encontrar aquela unidade que procuramos”. É grande – e diversificada - a tentação de avançar sozinhos. “Perante as imperfeições e desilusões individuais e institucionais, somos por vezes tentados a construir – artificialmente - uma comunidade perfeita, uma unidade perfeita, uma utopia espiritual. É uma velha tentação, na história da Igreja… “As tentativas de construir desse modo a unidade, na realidade minam-na!
Separar o Espírito Santo de Cristo presente na estrutura institucional da Igreja comprometeria a unidade da comunidade cristã, que é precisamente dom do Espírito(…). A unidade faz parte da essência da Igreja: é um dom que há que reconhecer e apreciar.
Esta noite, rezemos pelo nosso propósito de cultivar a unidade: contribuir para ela e resistir a todas as tentações de desertarmos. O que podemos oferecer ao mundo é precisamente a amplitude, a perspectiva larga da nossa fé – firme e ao mesmo tempo aberta, consistente mas dinâmica , verdadeira mas sempre em vias de ulterior aprofundamento!
”Bento XVI exortou os jovens a colocar-se à escuta da “voz concorde da humanidade”, para além de todas as dissonâncias e rumores.
De todos os sofrimentos e acontecimentos, de todas as partes se eleva um “mesmo grito humano que aspira a um reconhecimento, a uma pertença, à unidade”. Será precisamente o Espírito Santo a ajudar a escutar em profundidade, indo para além das visões parciais, da utopia vã, da precariedade fugaz… Poder-se-á assim “oferecer a coerência e a certeza do testemunho cristão”. Passando depois a referir outro aspecto da realidade do Espírito Santo – Espírito Criador… que dá a vida, o Papa observou que é o Espírito Santo “que nos conduz mesmo até ao coração de Deus”.
“Quanto mais consentirmos ao Espírito Santo que nos guie, tanto maior será a nossa configuração a Cristo e mais profunda a nossa imersão na vida de Deus uno e trino”. “Deus está connosco, não na fantasia, mas na realidade da vida.
O que temos de procurar é enfrentar a realidade, não fugir dela. Por isso, o Espírito Santo atrai-nos delicada mas resolutamente para aquilo que é real, duradouro, verdadeiro. É o Espírito que nos reconduz à comunhão com a Trindade Santíssima”.
Referindo depois, de modo simples e muito sugestivo, a sua própria descoberta progressiva da importância e do lugar do Espírito Santo na fé e na vida cristã, Bento XVI foi levado a mencionar a evolução realizada por Santo Agostinho, observando que foi a sua experiência do amor de Deus presente na Igreja que o levou a procurar a sua fonte na vida de Deus uno e trino”.
“Isto fê-lo chegar a três intuições particulares relativas ao Espírito Santo enquanto vínculo de unidade no seio da Santíssima Trindade: unidade como comunhão, unidade como amor duradouro, unidade como dador e dom. Estas três intuições não são meramente teóricas; ajudam a explicar como age o Espírito.
Num mundo em que tanto os indivíduos como as comunidades sofrem muitas vezes por falta de unidade e coesão, tais intuições ajudam-nos a permanecer sintonizados com o Espírito e a alargar e esclarecer o âmbito do nosso testemunho.”
“ Inspirados pelas intuições de Santo Agostinho, fazei com que o amor unificante seja a vossa medida; o amor duradouro seja o vosso desafio; o amor que se dá a vossa missão.”Quase a concluir, o Papa recordou os jovens que na Missa de domingo receberão o Sacramento da Confirmação.
Recebendo o dom do Espírito Santo, serão chamados a testemunhá-lo, como todos nós, na vida de cada dia. E deixou esta exortação: “Como a Igreja realiza a sua viagem juntamente com a humanidade inteira, assim também vós sois chamados a exercitar os dons do Espírito nos altos e baixos da vida diária.
Fazei com que a vossa fé amadureça através dos vossos estudos, trabalho, desporto, música, arte. Procurai que seja sustentada por meio da oração e alimentada através dos sacramentos, para deste modo se tornar fonte de inspiração e de ajuda para quantos vivem ao vosso redor… …Estar verdadeiramente vivos é ser transformados a partir de dentro, permanecer abertos à força do amor de Deus.
Acolhendo a força do Espírito Santo, podereis também vós transformar as vossas famílias, as comunidades, as nações. Libertai estes dons. Fazei com que a sabedoria, o entendimento, a fortaleza, a ciência e a piedade sejam os sinais da vossa grandeza.
”Depois deste discurso foram apresentados os 24 candidatos ao Sacramento da Confirmação que terá lugar neste Domingo durante a Missa conclusiva da jornada mundial da juventude.Esta vigília de oração do Papa com os jovens neste sábado, no hipódromo de Randwick concluiu-se com a adoração Eucarística, e as saudações de Bento XVI em varias línguas.
Está a sua saudação aos jovens de língua portuguesa: Meus queridos amigos, recebei o Espírito Santo, para serdes Igreja! Igreja quer dizer todos nós unidos como um corpo que recebe o seu influxo vital de Jesus ressuscitado. Este dom é maior que os nossos corações, porque brota das entranhas da Santíssima Trindade. Fruto e condição: sentir-se parte uns dos outros, viver em comunhão. Para isso, jovens caríssimos, acolhei dentro de vós a força de vida que há em Jesus. Deixai-O entrar no vosso coração. Deixai-vos plasmar pelo Espírito Santo
Fonte: RV

sexta-feira, 11 de julho de 2008

BISPOS DA VENEZUELA FALAM DE "CRISE MORAL"

BISPOS DA VENEZUELA FALAM DE "CRISE MORAL" NO PAÍS
Hugo Chávez - Presidente da Venezuela

Caracas, 11 jul (RV) - Os bispos venezuelanos alertaram ontem para o "desprezo à verdade, a injustiça, a corrupção e a insegurança generalizada" que castigam o país.
Em Exortação Pastoral, os bispos falam de uma "crise moral" na Venezuela: "Existe uma violência desatada e sem controle, gerada pela delinqüência e pela impunidade. Milhares de famílias sofrem hoje o desaparecimento de seus entes queridos (...) sem vislumbrar soluções a curto ou médio prazos, diante da carência de políticas públicas efetivas de segurança cidadã".

Os prelados também fizeram referência ao "alarmante" fenômeno de seqüestros no país, em especial na fronteira com a Colômbia, e pediram às autoridades que façam todo o possível para a libertação dos reféns.
Todas as pesquisas locais indicam que a insegurança pessoal é a maior preocupação dos cidadãos da Venezuela, um país no qual se registraram quase 10 mil homicídios entre janeiro e setembro de 2007, segundo as estatísticas oficiais divulgadas recentemente. (BF)
Fonte: RV