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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quinta-feira, 5 de abril de 2012

O SACERDOTE NUNCA PERTENCE A SI MESMO


Papa: "O sacerdote nunca pertence a si mesmo"




Cidade do Vaticano



- Bento XVI presidiu na manhã desta quinta-feira a Missa do Crisma, na Basílica de São Pedro, durante a qual consagrou os óleos dos catecúmenos, da unção dos enfermos e o do crisma. No primeiro evento do calendário da Páscoa, os cerca de 1600 cardeais, bispos, párocos romanos, sacerdotes diocesanos e religiosos renovaram suas promessas sacerdotais.


Inspirando-se na narração de João, o Papa introduziu sua homilia perguntando-se:

“Somos realmente consagrados na realidade da nossa vida? Atuamos a partir de Deus e em comunhão com Jesus Cristo?”. E prosseguiu centrando-se na “situação algumas vezes dramática da Igreja de hoje” e citando de modo especial “um país europeu em que um grupo de sacerdotes publicou um apelo à desobediência”.


Bento XVI disse saber que este grupo pede que “sejam ignoradas algumas decisões definitivas do Magistério, como, por exemplo, a Ordenação das mulheres”, questão “a propósito da qual o Beato Papa João Paulo II declarou de maneira irrevogável que a Igreja não recebeu, da parte do Senhor, qualquer autorização para fazê-lo”.

“Será a desobediência um caminho para renovar a Igreja?” – interrogou.


Bento XVI chamou a atenção também para o problema do analfabetismo religioso típico dos nossos tempos:

“Os elementos fundamentais da fé, que no passado toda e qualquer criança sabia, são cada vez menos conhecidos. Mas, para se poder viver e amar a nossa fé, para se poder amar a Deus e, consequentemente, tornar-se capaz de ouvi-lo corretamente, devemos saber aquilo que Deus nos disse; a nossa razão e o nosso coração devem ser tocados pela sua palavra”. “O Ano da Fé, a comemoração da abertura do Concílio Vaticano II há 50 anos, - prosseguiu o Papa – devem ser uma ocasião para anunciarmos a mensagem da fé com novo zelo e nova alegria”.


Outro esclarecimento feito pelo Pontífice na homilia foi o fato que “em alguns ambientes, o termo «alma» é considerado como palavra proibida, porque exprimiria um dualismo entre corpo e alma, cometendo o erro de dividir o homem”.

“Certamente – explicou – o homem é uma unidade, destinada com corpo e alma à eternidade. Mas isso não pode significar que já não temos uma alma, um princípio constitutivo que garante a unidade do homem durante a sua vida e para além da sua morte terrena”.


“Como sacerdotes, preocupamo-nos naturalmente com o homem inteiro, incluindo as suas necessidades físicas: com os famintos, os doentes e os sem-abrigo; contudo, não nos preocupamos apenas com o corpo, mas também com as necessidades da alma do homem: com as pessoas que sofrem devido à violação do direito ou por um amor desfeito; com as pessoas que, relativamente à verdade, se encontram na escuridão; que sofrem por falta de verdade e de amor. Preocupamo-nos com a salvação dos homens em corpo e alma. E, enquanto sacerdotes de Jesus Cristo, o fazemos com zelo” – frisou.


Bento XVI terminou a homilia lembrando que “as pessoas não devem ter a sensação que após cumprir nosso horário de trabalho pertencemo-nos apenas a nós mesmos. Um sacerdote nunca pertence a si mesmo”. E pediu ao Senhor que “nos encha com a alegria da sua mensagem, a fim que possamos servir, com jubiloso zelo, a sua verdade e o seu amor”.(CM)


Fonte: RV

terça-feira, 15 de junho de 2010

TRABALHAR A SERVIÇO DA VERDADE E DAS CAUSAS NOBRES


BENTO XVI EXORTA JORNALISTAS: TRABALHAR A SERVIÇO DA VERDADE E DAS CAUSAS NOBRES


Cidade do Vaticano,

- Depois da oração mariana deste último domingo (13/06), Bento XVI recordou a proclamação, este final de semana, de dois novos Beatos que viveram no século passado.

Este domingo, na Eslovênia, na conclusão do Congresso Eucarístico Nacional, o legado pontifício, Cardeal Tarcisio Bertone, beatificou o jovem mártir Lojze Grozde.

Ele era particularmente devoto da Eucaristia, que alimentava a sua fé inabalável, a sua capacidade de sacrifício pela salvação das almas, e o seu apostolado na Ação Católica para conduzir outros jovens a Cristo.

Ontem (12/06), na Espanha, foi beatificado Manuel Lozano Garrido, leigo e jornalista.

Não obstante a doença, a cegueira no final da vida e a invalidez que o obrigaram a viver 28 anos em uma cadeira de rodas, "Lolo", como era conhecido, trabalhou com espírito cristão no campo da comunicação social.

"Os jornalistas poderão encontrar nele um testemunho eloquente do bem que se pode fazer quando o trabalho reflete a grandeza da alma e se põe a serviço da verdade e das causas nobres" – exortou o pontífice. (BF)

Fonte: RV

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

CARDEAL FRANC RODÉ, ENVIADO A MONTENEGRO

Cardeal Rodé, enviado de Bento XVI a Montenegro
Para o XII centenário do traslado das relíquias de São Trifon

CIDADE DO VATICANO,

- O Papa Bento XVI nomeou o prefeito da Congregação para os Institutos de vida consagrada e as Sociedades de vida apostólica, o cardeal Franc Rodé, C.M., seu enviado especial a Montenegro para as celebrações em honra a São Trifon.
O cardeal Rodé representará o Santo Padre nas celebrações do XII centenário do traslado das relíquias do mártir São Trifon a Kotor (Montenegro), que acontecerá em 17 de outubro próximo, segundo informou nesta terça-feira a Sala de Informação da Santa Sé.
Desde o século IX, a bahia de Kotor celebra a festa de São Trifón em homenagem a este mártir do século III, que atualmente é venerado em toda a região.
Ao final de janeiro, se começa a rezar especialmente ao santo patrono de Kotor, e as celebrações chegam a seu apogeu no dia da festa de São Trifon, que ali se celebra em 3 de fevereiro.
Contudo, este santo está inscrito no martirológio romano em 1º de fevereiro, aniversário de seu martírio, ocorrido no ano 251 em Bitinia (Ásia Menor).
As relíquias são veneradas por ortodoxos e católicos, e se organizam celebrações solenes.
A catedral de Kotor, que está dedicada ao santo, atrai numerosos católicos, mas também visitantes de outras confissões e ateus.
O exército de marinha apresenta um espetáculo ante a catedral, seguido de uma procissão até o centro da cidade.
Trifon era originário de Firgia, como seu companheiro Respice. Ambos foram criados por suas famílias na fé cristã.
No ano 251, foram detidos por ser cristãos e foram conduzidos a Nicea ante o governador de Bitinia, Aquilino, que mandou que fossem torturados cruelmente.
Mas nenhum tormento conseguiria fazer vacilar sua adesão a Cristo morto e ressuscitado. Aquilino mandou que fossem decapitados em 1º de fevereiro.

Fonte: ZENIT.org

quarta-feira, 22 de julho de 2009

BENTO XVI CONVIVE COM O PULSO ENGESSADO

PADRE LOMBARDI: BENTO XVI CONTINUA APRENDENDO COMO SE VIVE COM UM PULSO ENGESSADO


Les Combes, 22 jul (RV)

– O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, divulgou esta quarta-feira mais informações sobre a saúde de Bento XVI.

"O Santo Padre está bem, está de bom humor, continua aprendendo como se vive com um pulso engessado, e está usando um gravador para poder ditar as suas reflexões, já que não pode usar a caneta com facilidade" – refere o Pe. Lombardi.

De acordo com o sacerdote jesuíta, o papa fala com frequencia pelo telefone com o irmão, que daqui a alguns dias estará em Castel Gandolfo para passar quatro semanas com ele, como nos anos passados.

O pontífice faz os habituais breves passeios depois do almoço e no fim da tarde.

Hoje, o secretário de Estado, Card. Tarcisio Bertone, veio de Romano Canavese (onde o papa rezou o Angelus no domingo passado) para visitar e almoçar com o pontífice.

Padre Lombardi acrescentou que foi definido o programa para as Vésperas de sexta-feira, que o papa presidirá na Catedral de Aosta, às 17h30, na presença de 400 pessoas: sacerdotes, religiosos e religiosas, dois representantes leigos de cada paróquia e representantes dos escritórios diocesanos das organizações eclesiais.

No final da celebração, em que o papa fará a homilia, Bento XVI irá até o adro da Catedral para saudar os fiéis presentes. Ao voltar para a residência salesiana de Les Combes, o papa saudará os doentes da casa de repouso local. (BF)

Fonte: RV

quarta-feira, 8 de julho de 2009

"HUMANIDADE É UMA SÓ FAMÍLIA"

PAPA: "HUMANIDADE É UMA SÓ FAMÍLIA". PONTÍFICE REZA PELOS LÍDERES DO G-8
Cidade do Vaticano, 08 jul (RV)

- Hoje, quarta-feira, foi dia de audiência pública, o encontro no qual o papa recebe peregrinos e fiéis, romanos e turistas, e faz sua catequese, concedendo a todos, sua bênção apostólica. Hoje, a Audiência Geral foi realizada na Sala Paulo VI, devido ao forte calor em Roma.Em sua catequese desta manhã, o papa falou a respeito da encíclica Caritas in Veritate (Caridade na verdade), apresentada ontem, no Vaticano, e já em circulação em todo o mundo, em seis línguas além do latim. Bento XVI explicou que o documento enfatiza que a autêntica renovação do homem e da sociedade se baseia exclusivamente em Cristo que nos transforma e nos torna capazes de agir em verdade e amor. Esta é a raiz de todo desenvolvimento humano integral e autêntico; força dinâmica que pressupõe justiça e, ao mesmo tempo, a completa, com a gratuidade do dom e do perdão. Na linha da Populorum Progressio, de Paulo VI, a Caritas in Veritate oferece orientações para enfrentar a crise que conhecemos. A encíclica convida a uma profunda reflexão sobre o significado da economia e suas finalidades que devem reencontrar a "lógica do dom". Isso requer a cooperação de todos, em todos os níveis de responsabilidade: individual, social e política. O papa acredita que embora a globalização seja uma oportunidade para corrigir disfunções da economia e certos desequilíbrios sociais, isso não pode acontecer, se não houver uma profunda renovação cultural e um discernimento responsável, no momento de tomar decisões para o bem comum."Temos de repensar no desenvolvimento de uma forma abrangente. A encíclica − ponderou o pontífice − não propõe soluções técnicas, mas solicita o respeito de princípios fundamentais, do meio ambiente e das leis, para construir um verdadeiro desenvolvimento humano, e principalmente, para lutar contra a fome e a insegurança alimentar." Saudando os peregrinos em inglês, Bento XVI pediu orações pelos economistas, empresários e, de modo especial, pelos líderes do G-8, para que suas decisões promovam o verdadeiro desenvolvimento, especialmente para os mais pobres do mundo. "Caros amigos − disse o Santo Padre − a humanidade é uma única família onde cada programa de desenvolvimento − se deseja ser integral − deve considerar o crescimento espiritual de pessoas humanas e a força motriz da caridade na verdade."Também em alemão e espanhol, o pontífice apresentou sua nova encíclica como um documento que analisa a reflexão eclesial sobre importantes questões sociais. Com a Caritas in Veritate, a Igreja quer recordar os princípios sobre os quais o desenvolvimento humano deve ser alicerçado, com atenção à vida do homem, núcleo de todo progresso autêntico. Bento XVI fez também saudações em esloveno, eslovaco, polonês, e português, e concedeu a todos a sua bênção apostólica... "Acolho cordialmente todos os peregrinos de língua portuguesa nomeadamente os grupos vindos do Brasil e de Portugal para encontrar o Sucessor de Pedro. Que todos vós possais, em Cristo, viver a caridade na verdade, contribuindo assim para uma real promoção do bem comum. Jesus é o Homem novo que abre as portas para a verdadeira renovação da humanidade. Desça a Sua Bênção sobre cada um de vós e vossas famílias". (CM)

Fonte: RV

sábado, 28 de março de 2009

PREPARATIVOS - SEXTA-FEIRA SANTA: VIA SACRA NO COLISEU

SEXTA-FEIRA SANTA: VIA SACRA NO COLISEU

Cidade do Vaticano, 28 mar (RV)

– Daqui a duas semanas, com a Sexta-feira Santa, a Igreja viverá um dos momentos centrais do Ano Litúrgico.
As meditações e comentários da Via Sacra, presidida por Bento XVI no dia 10 de abril no Coliseu, foram confiadas, este ano, ao arcebispo indiano de Guwahati, Dom Thomas Menamparampil.
Um sinal tangível de fraternidade para com os fiéis indianos, provados – especialmente no Estado de Orissa – por violências e perseguições.
A Rádio Vaticano ouviu Dom Menamparampil que explica qual será o sentido das suas meditações...
R. Creio que devemos meditar sobre o tema do mal no mundo, esse tema é muito importante para nós.

A dor, os diversos tipos de sofrimento, são símbolos da presença da Cruz de Jesus Cristo na nossa vida. Devemos aceitá-la porque o sofrimento tem uma força de redenção.
Vamos sempre até a Cruz para uma inspiração, mas também quando sofremos perseguições e dificuldades devemos dizer “Jesus está conosco” e devemos ir avante com Ele e com a sua Cruz.

Com a escolha de Dom Menamparampil, o Papa quis reafirmar a sua solidariedade a uma Igreja que sofre.
Uma atenção que é sublinhada pelo arcebispo da diocese indiana de Nashik, Dom Felix Machado.

R. “A Igreja presente na Índia ressoará na Igreja de todo o mundo, porque as meditações sobre a Via Sacra trarão a voz da Igreja na Índia.”

P. Qual é a situação dos cristãos em Orissa hoje?
R. “A maioria retornou às suas casas e a situação melhorou, mas estou preocupado por aqueles que ainda continuam nos campos de refugiados. A Igreja está se movendo muito. Por exemplo, ontem na minha diocese, que é uma diocese pobre, uma paróquia fez uma coleta e me disse: “Nós queremos ajudar ainda esses nossos pobres irmãos e irmãs”. Este sinal de solidariedade entre as Igrejas na Índia me dá muita satisfação. Todos os cristãos na Índia são solidários e estão apoiando a Igreja que sofreu em Orissa.”

P. Hoje na Índia quais são os instrumentos para superar as dificuldades do diálogo interreligioso?R. “Os fiéis católicos seguem o ensinamento da Igreja sobre o diálogo interreligioso, porque a Igreja deu diretrizes muito claras nesta questão na Índia. A Igreja está muito comprometida no diálogo interreligioso; por exemplo na minha diocese, temos ótimos relacionamentos com as comunidades de diversas religiões. Estamos juntos quando se verifica alguma dificuldade. Por exemplo, quando cheguei em Orissa, organizei um encontro com os fiéis de outras religiões e eles participaram em grande número. Além do mais, é importante ensinar às pessoas a viverem em paz.” (SP)

Fonte: RV

domingo, 13 de julho de 2008

JMJ - EM SYDNEY, BENTO XVI TRANSMITE MENSAGEM AOS JOVENS AUSTRALIANOS


MENSAGEM DO PAPA AOS JOVENS AUSTRALIANOS, EM SUA CHEGADA A SYDNEY.


Sydney, 13 jul (RV) - Em concomitância com sua chegada à Austrália, foi difundida a vídeo-mensagem gravada pelo papa aos jovens peregrinos que participarão do DMJ.
Nela, Bento XVI afirma que muitos jovens vêem a pobreza e a injustiça, a avidez humana e os desastres ecológicos, e desejam encontrar as soluções.
“A verdade cristã, a boa nova, pode dar respostas às expectativas mais profundas de seus corações. É deles que pode vir a renovação cristã do mundo”.
Muitos jovens não têm esperança. Permanecem perplexos diante das questões que lhes são apresentadas de modo cada vez mais urgente neste mundo que os confunde. Muitas vezes, ficam na dúvida, não sabem a quem se dirigir para encontrar respostas. São desafiados pelos argumentos daqueles que negam a existência de Deus e se desnorteiam, não sabem como responder.
Vêem os grandes estragos causados pela avidez humana ao meio ambiente, e lutam para encontrar um modo de viver em harmonia com a natureza e com os outros.
Aonde podem procurar as respostas?
È o Espírito que os orienta para o caminho que conduz à vida, ao amor e à verdade”. Eles são chamados a ser instrumentos de renovação, comunicando a seus coetâneos a alegria que sentem em conhecer e seguir Cristo, e compartir com os outros o amor que o Espírito derrama em seus corações, de forma que eles também se inundem de esperança e gratidão por todo o bem que se recebe de Deus, nosso Pai”. (CM)
Fonte: RV

JMJ - BENTO XVI CHEGA EM SYDNEY

BENTO XVI TOCA O SOLO AUSTRALIANO PELA PRIMEIRA VEZ

Sydney, 13 jul (RV)
- Bento XVI está em Sydney. Depois de mais de 15 horas de vôo, o Boeing 777 do papa fez uma escala técnica no aeroporto militar de Darwin, no norte da Austrália.
Durante esta parada, o papa fez um passeio a pé de 25 minutos. Em seguida, o avião retomou seu vôo, em direção de Sydney, onde aterrissou no aeroporto militar de Richmond hoje às 15hs locais, 2h de Brasília.
Apesar das longas horas de vôo, o Pontífice chegou em boa forma e desceu as escadas do avião com passo firme.
Foi recebido pelo premiê australiano Rudd, pelo arcebispo de Sydney, George Pell, e o cardeal Stanislaw Rylko, presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, o dicastério que promove o DMJ.
De Richmond, o papa partiu em carro, com uma pequena comitiva, saudada pelo povo que estava nas ruas, para a casa de campo do Opus Dei em Kenthurst. Nesta localidade, próxima das ‘Montanhas Azuis’, Bento XVI está hospedado, descansando e se recuperando do fuso horário de 8 horas em relação à Itália, e de sua viagem mais longa.
Nesta residência, que pode alojar até 30 pessoas, o papa se dedicará “à oração e a longos passeios” – disse o cardeal Pell. A casa dispõe também de quadras de tênis, bosques e um piano para os momentos de lazer do pontífice.
Neste domingo, após sua chegada, ele celebrou a missa na capela e jantou antes de ir descansar. Bento XVI permanecerá ali até 4ª feira à noite, quando se transferirá para a canônica da catedral de Sydney, que o hospedará até o dia do retorno a Roma, 21 de julho.
De Sydney, nosso correspondente Roberto Piermarini descreve a expectativa para o Encontro com o papa:"De hora em hora, Sydney se anima com a chegada de jovens de todas as partes do mundo para o DMJ.
No aeroporto internacional da cidade, são acolhidos por grupos de coetâneos que com cantos e danças os recebem, entusiastas. Esta é uma surpresa prazerosa para quem chega cansado de uma viagem tão longa, para o evento que está atraindo a atenção da mídia de todo o mundo. Estão chegando a Sydney também alguns jovens iraquianos que encontraram dificuldades em deixar seu país. Ainda há duvidas em relação aos birmaneses.
O DMJ conquistou as primeiras páginas dos jornais australianos.
Não obstante as ‘boas-vindas’, há também referências ao problema dos abusos sexuais do clero. Hoje, em uma coletiva à imprensa, o coordenador do DMJ e bispo auxiliar de Sydney, dom Anthony Fisher, disse concordar com as palavras do Papa de respeito e compreensão pelas vítimas dos abusos, e que a Igreja australiana fará o possível para ajudar aqueles que sofreram violências.
Mas a atenção agora é toda para o Papa e os jovens, que antes do encontro com ele, no DMJ, participarão de celebrações, vigílias, momentos de oração, catequeses: um sopro do Espírito – como cita a manchete de um jornal local – que está dando uma alma a esta metrópole”.(CM)
Fonte: RV

domingo, 22 de junho de 2008

PROGRAMA DA VISITA DO PAPA À FRANÇA

ARCEBISPO DE PARIS APRESENTA PROGRAMA DA VISITA DO PAPA À FRANÇA, EM SETEMBRO PRÓXIMO
Catedral de Notre Dame de Paris

Paris, 22 jun (RV) - Na França, continuam os preparativos para a visita de Bento XVI, de 12 a 15 de setembro. Trata-se de uma viagem apostólica que se realizará por ocasião dos 150 anos das aparições da Virgem de Lourdes. Segundo o jornal vaticano “L’Osservatore Romano”, será denso o programa apresentado nesta quarta-feira pelo arcebispo de Paris e presidente da Conferência Episcopal Francesa, Cardeal Andrè Vingt-Trois. O purpurado, referindo-se a Bento XVI, ressaltou o “interesse” do pontífice por aquilo que acontece no país, o definiu como um “perfeito francófono”, “habituado às sutilezas da nossa língua francesa”. Ilustrando mais detalhadamente os compromissos previstos, o cardeal recordou dois eventos particularmente esperados: a santa missa em Paris na Esplanada dos Inválidos, prevista para sábado, dia 13, e a celebração, no domingo, dia 14, em Lourdes, no campo diante de Massabielle, dirigida, sobretudo, aos jovens.Justamente os jovens são muito presentes na Igreja católica francesa, “o que implica uma responsabilidade” em relação a eles e representa também “uma força” _ disse o arcebispo de Paris. Os jovens serão também os protagonistas, no dia 12 de setembro, em Paris, da vigília que se fará na Catedral de Notre-Dame, bem como em diversas igrejas da capital. O encontro será inaugurado pelo papa, que na parte da tarde receberá o abraço de milhares de franceses ao longo do trajeto entre “Le Bernardins”, onde encontrará o mundo da cultura, e “Notre-Dame”. Representantes de outras confissões cristãs darão com a sua presença uma dimensão ecumênica à celebração. Consta também na agenda de Bento XVI um colóquio com o presidente Nicolas Sarkozy. Após Paris, o Santo Padre se fará peregrino entre os peregrinos transferindo-se para Lourdes. Participará da tradicional procissão de velas e no dia sucessivo celebrará a santa missa no campo diante de Massabielle, depois da qual terá lugar a procissão eucarística e o encontro com os bispos franceses. ”Será uma ocasião importante para manifestar junto a nossa comunhão na fé e receber uma mensagem confortadora e encorajadora” _ declarou o Cardeal Vingt-Trois. No dia seguinte, o papa concluirá o caminho do Jubileu com a quarta etapa do mesmo, ou seja, a etapa “eucarística”: fará uma visita ao oratório do abrigo.Em seguida, Bento XVI presidirá a santa missa na Basílica do Rosário, na festa de Nossa Senhora das Dores, e dará a unção dos enfermos. O cardeal-arcebispo de Paris confirmou a grande expectativa dos franceses por essa viagem e são muitos os que têm se manifestado “interessados e motivados” a participar. (RL)