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Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quarta-feira, 23 de julho de 2008

BENTO XVI, JÁ DESCANSA EM CASTEL GANDOLFO


BENTO XVI DESCANSA EM CASTEL GANDOLFO DEPOIS DA MARATONA DO DMJ EM SYDNEY

Castel Gandolfo, 22 jul (RV)
- Bento XVI encontra-se na Residência Apostólica de Castel Gandolfo, desde ontem à noite, após uma longa viagem de retorno de Sydney, na Austrália.
O Santo Padre chegou às 22h58 ao aeroporto romano de Ciampino em perfeito horário, segundo as previsões. Ao descer do avião, um Boeing 747 da companhia aérea australiana Qantas, foi recebido pelas autoridades civis e religiosas, entre as quais Gianni Letta, vice-Secretário do Conselho de Ministros, o embaixador da Itália junto à Santa Sé, Antonio Zanardi Landi, o representante do Governo em Roma, Carlo Mosca, e vários membros da Cúria Romana.
Após ter saudado, brevemente as autoridades presentes, o Pontífice dirigiu-se, imediatamente, de automóvel, à Residência de Castel Gandolfo, nas imediações de Roma.Durante a viagem de Sydney a Roma, o Santo Padre enviou telegramas aos líderes dos países sobrevoados, num total de 14 países.
Na mensagem que enviou ao Presidente da Itália, Giorgio Napolitano, o Papa invocou a bênçãos divinas para o povo italiano.
Assim, nesta semana, Bento XVI descansará da longa viagem e, sobretudo, se readaptará pelas 8 horas de fuso horário entre a Austrália e a Itália.
No entanto, na próxima sexta-feira, o Papa vai receber em audiência particular o Primeiro Ministro iraquiano, Nuri Kamil al-Maliki, muçulmano-xiita. E, na próxima segunda-feira, dia 28, o Santo Padre deixará Castel Gandolfo, por duas semanas, e irá de férias em Bressanone, no nordeste da Itália, onde será hospede do Seminário diocesano.Ao regressar a Castel Gandolfo, o Papa retomará as Audiências Gerais de quarta-feira, a partir do dia 13 de agosto.
No mês de setembro, está prevista a X Viagem Apostólica de Bento XVI, que o levará à França, por ocasião dos 150 anos das aparições de Nossa Senhora em Lourdes. O Papa irá a Paris e ao Santuário de Lourdes de 12 a 15 de setembro.Depois do grande evento do DMJ, hoje, em Sydney o cardeal-arcebispo da cidade, George Pell, concelebrou uma Missa, na catedral de Santa Maria, com Dom Giuseppe Betori, Secretário Geral da Conferência Episcopal Italiana.Participaram da celebração Eucarística de ação de graças os jovens italianos, presentes no DMJ, juntamente com os jovens ítalo-australianos.
Durante a Missa foi dada de presente ao Cardeal George Pell uma estátua de Nossa Senhora de Loreto.
Ao término do mega-encontro em Sydney, o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, fez um breve balanço sobre o XXIII DMJ: Foi um Dia único, naturalmente, porque se desenvolveu no ambiente muito particular da Austrália. Fiquei admirado pela organização do evento por parte da Igreja local e dos próprios australianos, que conseguiram resultados notáveis, seja pelo número de jovens participantes, seja pela realização dos eventos, que envolveu a cidade e a sociedade.
Por sua vez, o Papa abordou temas importantes sobre a vida cristã, de conteúdo muito rico e profundo, falando de modo claro. Contudo, foram dias de intensa espiritualidade, de caminho interior, de paz, de amor e de fraternidade entre as jovens gerações de todos os continentes.Eis alguns números sobre esta semana do Dia Mundial da Juventude, segundo as estatísticas dos organizadores do evento em Sydney: Cerca de 400 mil pessoas participaram da Missa conclusiva no hipódromo de Randwick, a mais numerosa da história da Austrália; 223 mil jovens engajados nas atividades do DMJ; cerca de 500 mil pessoas deram as boas-vindas a Bento XVI, na tarde de quinta-feira, ao chegar de barco à baía de Sydney; mais de 170 nações representadas pelos jovens.
Participaram do evento 4 mil sacerdotes e diáconos, 420 bispos e 26 cardeais; foram consumados 1 milhão e 100 mil hóstias durante a as celebrações eucarísticas.Os eventos do DMJ foram acompanhados, pela TV, por 500 milhões de pessoas, com uma audiência internacional de mais de 1 bilhão de espectadores; 2 mil jornalistas fizeram a cobertura do evento; foram realizados 450 festivais juvenis, de 15 a 19 de julho, em 100 lugares diferentes de Sydney.Nas manhãs entre 15 e 18 de julho, bispos do mundo inteiro fizeram catequeses, em 29 línguas e em 235 lugares diferentes; mil sacerdotes administraram o sacramento da Confissão; 100 mil peregrinos foram hospedados em 400 escolas e paróquias; 40 mil acolhidos por famílias e mais de 12 mil no Parque Olímpico de Sydney.Cerca de 8 mil voluntários prestaram serviços nos diferentes eventos; foram distribuídos 25 milhões de refeições; utilizadas 232 mil velas durante a semana; 100 atores participaram da Via-Sacra na sexta-feira, dia 18; a Cruz dos Jovens e o ícone de Nossa Senhora visitaram 400 cidades e povoados da Austrália, em uma peregrinação de 12 meses pelo país. Cerca de 400 mil pessoas tocaram a cruz. (MT)
Fonte: RV

segunda-feira, 21 de julho de 2008

JMJ - BENTO XVI DESPEDE-SE NO AEREOPORTO INTERNACIONAL DE SYDNEY

Cerimônia de despedida no aeroporto internacional de Sydney.

Discurso do Santo Padre
Queridos amigos,

Antes de me despedir de vós, desejo dizer àqueles que me hospedaram que gostei imenso da visita e sinto-me muito reconhecido pela hospitalidade recebida. (…)

Um acontecimento deste género requer um trabalho imenso de preparação e organização, e estou certo de falar em nome de muitos milhares de jovens quando exprimo o meu apreço e a minha gratidão a todos vós.

Como é característico do estilo australiano, destes-me calorosas boas-vindas a mim e aos inumeráveis jovens peregrinos que chegaram aqui de todas as partes do mundo. Sinto-me especialmente reconhecido às famílias hospitaleiras da Austrália e da Nova Zelândia que ofereceram aos jovens um lugar nas suas casas.

Abristes as vossas portas e os vossos corações à juventude do mundo, e, em nome destes jovens, eu vos agradeço.

Nos dias passados, os actores principais no palco foram obviamente os próprios jovens. A Jornada Mundial da Juventude pertence-lhes. Foram eles que fizeram desta Jornada um acontecimento eclesial de carácter global, uma grande celebração da juventude, uma grande celebração daquilo que significa ser Igreja, Povo de Deus no meio do mundo, unido na fé e no amor e habilitado pelo Espírito a levar o testemunho de Cristo ressuscitado até aos confins da terra.

Agradeço-lhes por terem vindo, agradeço-lhes pela sua participação e peço a Deus que tenham uma viagem segura de regresso. Sei que os jovens, as suas famílias e as pessoas amigas, em muitos casos, fizeram grandes sacrifícios para lhes permitir chegar à Austrália.

Por tudo isso, a Igreja inteira está-lhes reconhecida.Repassando com o olhar estes dias impressionantes, afloram-me à mente cenas significativas. (…)

Aquelas experiências de oração, a nossa jubilosa celebração da Eucaristia foram um testemunho eloquente da obra vivificante do Espírito Santo, presente e activo no coração dos nossos jovens. A Jornada Mundial da Juventude mostrou-nos que a Igreja pode alegrar-se com os jovens de hoje e sentir-se repleta de esperança quanto ao mundo de amanhã.

Queridos amigos, neste momento da minha despedida de Sidney, peço a Deus que pouse o seu amoroso olhar sobre esta cidade, sobre este país e os seus habitantes.

Peço que muitos deles possam sentir-se inspirados pelo exemplo de compaixão e serviço da Beata Mary MacKillop. E ao despedir-me de vós, levando no coração sentimentos de profunda gratidão, digo uma vez mais: Deus abençoe o povo da Austrália!

A versão integral dos discursos pronunciados pelo Santo Padre está disponível no site da Santa Sé www.vatican.va e nas várias edições do jornal L’Osservatore Romano.
Fonte: RV

JMJ - PAPA BENTO XVI SE DESPEDE DOS JOVENS RECORDANDO PROPOSTA DE MATRIMONIO

Bento XVI despede-se dos jovens recordando proposta de matrimônio
Que Deus fez a Maria na Anunciação
SYDNEY, domingo, 20 de julho de 2008.

- Bento XVI apresentou no momento de sua despedida aos jovens a Anunciação do anjo a Maria como uma proposta de matrimônio de Deus à Virgem, para a qual a jovem israelita respondeu «sim» em nome do gênero humano.
Deixou esta reflexão às 400 mil pessoas reunidas no hipódromo de Randwick, em Sydney, na conclusão da missa de encerramento da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).
O Papa apresentou Maria nesse momento que mudaria sua vida e a história da humanidade como «jovem mulher em diálogo com o Anjo que, em nome de Deus, A convida a uma particular doação de Si mesma, da sua vida, do seu próprio futuro de mulher e mãe».
«Podemos imaginar como deveria sentir-Se Maria naquele momento: cheia de trepidação, totalmente baralhada com a perspectiva que Lhe foi apresentada», explicou.
O Papa, que dedicou esta JMJ ao Espírito Santo recordou as palavras com as quais o anjo tentou acalmá-la: Não tenhas receio, Maria (…). O Espírito Santo virá sobre Ti e a força do Altíssimo estenderá sobre Ti a sua sombra».
«Foi o Espírito que Lhe deu a força e a coragem para responder ao chamamento do Senhor. Foi o Espírito que A ajudou a compreender o grande mistério que estava para se realizar por meio d’Ela. Foi o Espírito que A envolveu com o seu amor, tornando-A capaz de conceber no seu ventre o Filho de Deus», revelou o Pontífice.
Como um namoro
Para o bispo de Roma, «esta cena constitui talvez o momento cardinal na história do relacionamento de Deus com o seu povo».
«Ao longo do Antigo Testamento, Deus fora-Se revelando de forma parcial mas gradual, como todos fazemos nas nossas relações pessoais. Foi preciso tempo para que o povo eleito aprofundasse a sua relação com Deus. A Aliança com Israel foi uma espécie de período de galanteio, um longo namoro», disse.
Continuou em seguida dizendo: «Chegou depois o momento definitivo, o momento do matrimónio, a realização duma nova e eterna aliança. Naquele momento, Maria, diante do Senhor, representava toda a humanidade».
Na mensagem do anjo indicou: «era Deus que fazia uma proposta de matrimónio à humanidade; e Maria, em nosso nome, disse sim».
Por isso, o Papa fez um convite aos fiéis para «permanecer fiéis ao ‘sim’ com que acolhemos a oferta de amizade feita pelo Senhor».
«Sabemos que Ele nunca nos abandonará – afirmou –. Sabemos que sempre nos apoiará com os dons do Espírito. A «proposta » do Senhor, Maria acolheu-a em nosso nome».
Despedindo-se dos jovens o Papa se dirigiu a Maria para pedir que «nos guie no meio das dificuldades para permanecermos fiéis àquele relacionamento vital que Deus estabeleceu com cada um de nós».
«Maria é o nosso exemplo e a nossa inspiração. Que Ela interceda por nós junto do seu Filho e, com amor materno, nos proteja dos perigos!», concluiu.
Fonte: ZENIT.org

sábado, 19 de julho de 2008

JMJ - UM DIA MUITO PRECIOSO NO AMOR A DEUS: COM OS BISPOS O CLERO E OS JOVENS NA VIGÍLIA

BENTO XVI FALA AOS BISPOS E CLERO DA AUSTRÁLIA E PRESIDE À GRANDE VIGÍLIA DE ORAÇÃO DOS JOVENS EM SYDNEY

Sydney, 19 jul (RV)
- Bento XVI iniciou cedo suas atividades neste sábado em Sydney, na Austrália, onde se encontra, desde domingo passado, para o XXIII DMJ.

O Papa deixou a residência episcopal de Sydney, às 9 horas locais, e se transferiu à Catedral de “Maria, Auxílio dos Cristãos”, padroeira da Austrália, que compreende também a Residência do Cardeal George Pell.
Ali, o Pontífice celebrou Missa para os bispos australianos, seminaristas, os noviços e as noviças.No início da celebração Eucarística foi feita uma saudação ao Papa, por parte do Cardeal-arcebispo de Sydney, George Pell, como também por um seminarista e uma religiosa, em nome de todos os presentes.

A seguir, em sua homilia, Bento XVI cumprimentou todos, mas, de modo particular, os seminaristas e noviços, que, como os jovens israelitas da leitura de hoje, são um sinal de esperança e de renovação para o povo de Deus; eles, como os jovens israelitas, têm a missão de edificar a casa de Deus para as gerações futuras. O Bispo de Roma recordou os sacerdotes, religiosos e fiéis leigos que contribuíram, segundo a própria função, para a construção da Igreja na Austrália e a difusão do Evangelho, com a conseqüente conversão dos corações, a santidade, unidade e caridade.

Durante a celebração Eucarística, Bento XVI consagrou o novo altar daquela catedral, que, como ele disse, é símbolo de Jesus Cristo, presente no meio da sua Igreja como sacerdote e vítima. Na liturgia da Igreja e, sobretudo, no sacrifício da Missa consumado sobre os altares de todo o mundo, explicou o Papa, Cristo nos convida a partilhar da sua auto-oblação e nos chama a oferecer, em união com Ele, os sacrifícios quotidianos para a salvação do mundo. E, recordando que somos consagrados ao serviço de Deus e para a edificação do seu Reino, afirmou:Em nome da liberdade e da autonomia humanas, o nome de Deus foi silenciado, a religião reduzida a uma devoção pessoal e a fé banida. Tal mentalidade, radicalmente contrária à essência do Evangelho, pode ofuscar a compreensão de Igreja e da sua missão.

Também nós podemos ser tentados a reduzir a vida de fé a uma questão de mero sentimento, enfraquecendo assim o seu poder de inspirar uma visão coerente do mundo e um diálogo rigoroso com tantas outras perspectivas, que lutam por conquistar as mentes e os corações dos nossos contemporâneos.

Que esta celebração na presença do Sucessor de Pedro, disse o Papa, seja um momento de nova consagração e de renovação para toda a Igreja na Austrália. E, aqui, expressou a vergonha de toda a Igreja pelos abusos sexuais contra menores, cometidos por alguns sacerdotes e religiosos daquela e de outras nações.

E acrescentou: Estou realmente sentido pela dor e o sofrimento das vítimas, com as quais, como Pastor, expresso minha solidariedade. Tais agravos, que constituem grave traição da confiança, devem ser condenados de modo inequívoco, pois causaram grande sofrimento e prejudicaram o testemunho da Igreja.

Por isso, peço a todos que apóiem, assistam e colaborem com seus bispos para combater este mal. As vítimas devem receber compaixão e tratamento e os responsáveis destes males devem ser levados diante da justiça. Constitui uma urgente prioridade a promoção de um ambiente mais seguro e sadio, especialmente para os jovens.

Nestes dias, disse ainda o Santo Padre, caracterizados pela celebração do DMJ, somos chamados a refletir sobre a importância deste tesouro que nos foi confiado: os jovens e a sua educação. Enquanto a Igreja na Austrália continua, no espírito do Evangelho, a enfrentar, com eficácia este sério desafio pastoral, o Pontífice manifestou seu desejo de que este tempo de purificação possa proporcionar zelo, reconciliação e fidelidade às exigências morais do Evangelho.A seguir, o Papa dirigiu uma palavra de encorajamento aos seminaristas e aos noviços e noviças da Austrália, exortando-os a dedicar suas vidas à busca da santidade, ao serviço do seu povo e à edificação da Igreja!

Por fim, o Bispo de Roma invocou Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos, para que sustente a Igreja na Austrália na sua fidelidade ao seu Filho. E que a força do Santo Espírito possa consagrar, na verdade, os fiéis daquela terra, produzir abundantes frutos de santidade e de justiça e guiar a humanidade à plenitude da vida.

Vigília de OraçãoDepois da celebração da Missa, Bento XVI almoçou com os bispos australianos, na residência do cardeal-arcebispo de Sydney. Na parte da tarde, o Papa se deslocou ao Hipódromo de Randwick, a 6,5 km., onde se realizou o ponto alto de hoje do DMJ: a grande Vigília de Oração.

A Cruz dos Jovens e o ícone de Nossa Senhora foram colocados no palco. ~

Ao entrar, acompanhado de 12 jovens peregrinos, o Santo Padre ouviu o testemunho de alguns jovens, representantes dos cinco continentes, e pronunciou seu longo e denso discurso.Bento XVI iniciou com o tema do DMJ: “Recebereis uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós; e sereis minhas testemunhas”: palavras que Jesus pronunciou antes da sua ascensão ao céu. Assim, o Papa exortou os milhares de jovens presentes: Reunidos diante da Cruz e do ícone de Maria, que peregrinaram por este país e pelo mundo, rezamos sob o esplendor da constelação do Cruzeiro do Sul.

Nesta noite, rezo por vocês e pelos jovens de todos os cantos do mundo. Deixem-se inspirar pelo exemplo dos seus Santos Padroeiros. Acolham em seus corações e em suas mentes os sete dons do Espírito Santo. Reconheçam e acreditem na força do Espírito Santo em suas vidas.

Durante esta Vigília noturna, o Bispo de Roma fixou sua atenção sobre o modo de “ser testemunha”, reconhecendo a pessoa do Espírito Santo e a sua presença vivificante na nossa vida. Sabemos que o Espírito Santo, silencioso e invisível, proporciona orientação e definição ao nosso testemunho sobre Jesus Cristo.

Nosso testemunho cristão é oferecido a um mundo, sob muitos aspectos, frágil. A unidade da criação de Deus está enfraquecida e o espírito humano quase esmagado pela exploração e o abuso das pessoas. De fato, a sociedade contemporânea está passando por um processo de fragmentação e de relativismo.

O Espírito guia a Igreja pelo caminho da verdade total e a unifica na comunhão. A unidade pertence à essência da Igreja. O Espírito Santo tem a função de levar a cumprimento a obra de Cristo. Enriquecidos pelos dons do Espírito, afirmou o Pontífice, os jovens têm a força de ultrapassar as visões parciais, a utopia, a precariedade fugaz e oferecerem a coerência e a certeza do testemunho cristão.

E afirmou:Queridos jovens, o Espírito Santo realiza a maravilhosa comunhão dos fiéis em Cristo. Por sua natureza de doador de graças e dons, agora Ele atua por meio de vocês; façam com que o amor unificante seja a sua medida, o seu desafio, a sua missão. Os dons do Espírito imprimem a direção e a definição do nosso testemunho.

Os dons do Espírito Santo, continua o Papa, nos dão as condições para a edificação da Igreja e o serviço ao mundo; convidam-nos a uma participação ativa e alegre na vida da Igreja: nas paróquias e nos movimentos eclesiais, nas aulas de religião, nas escolas, nas capelas universitárias e nas outras organizações católicas.


A Igreja deve crescer na unidade, revigorar-se na santidade, rejuvenescer e renovar-se constantemente por meio do Espírito Santo. Por isso, o Santo Padre convidou os jovens a voltar-se a Ele, para descobrirem o verdadeiro sentido da renovação.O Papa concluiu seu longo discurso aos jovens do mundo inteiro, convidando-os a invocar o Espírito Santo, artífice das obras de Deus, para que Ele amadureça a sua fé em suas vidas, nos estudos, no trabalho, no esporte, na música, na arte; para que Ele transforme as famílias, as comunidades e as nações. Enfim, pediu a todos que “acreditem na força do Espírito de amor”!

Por fim, Bento XVI passou a cumprimentar os milhares de jovens presentes na Vigília de Oração, no hipódromo de Sydney, em várias línguas. Vamos ouvir sua saudação em português:Meus queridos amigos, recebei o Espírito Santo, para serdes Igreja! Igreja quer dizer todos nós unidos como um corpo que recebe o seu influxo vital de Jesus ressuscitado. Este dom é maior que os nossos corações, porque brota das entranhas da Santíssima Trindade. Fruto e condição: sentir-se parte uns dos outros, viver em comunhão.

Para isso, jovens caríssimos, acolhei dentro de vós a força de vida que há em Jesus. Deixai-O entrar no vosso coração. Deixai-vos plasmar pelo Espírito Santo. Depois da homilia da grande Vigília de Oração, foram apresentados ao Pontífice os 24 jovens que, amanhã, receberão a Crisma ou Sacramento da Confirmação, durante a Missa conclusiva do DMJ.A Vigília de Oração prosseguirá durante toda a noite no Hipódromo de Randwick de Sydney, com a Adoração do Santíssimo Sacramento, alternada com orações, cantos e momentos de reflexão, em preparação da solene celebração Eucarística de conclusão do grande evento, que será presidia pelo Santo Padre, amanhã, naquele mesmo lugar.

No entanto, Bento XVI deixou o hipódromo, de automóvel, e se dirigiu à Residência Episcopal de Sydney, para o jantar e o pernoite. (MT)
Fonte: RV

JMJ - JOVENS RECEBEM O SACRAMENTO DA CRISMA

SYDNEY: VINTE E QUATRO JOVENS RECEBERÃO O SACRAMENTO DA CRISMA DAS MÃOS DO PAPA


Sydney, 19 jul (RV)
- São vinte e quatro os jovens que amanhã receberão o sacramento da Confirmação durante a missa de encerramento do Dia Mundial da Juventude em Sydney presidida pelo Santo Padre.

Quatorze desses jovens são australianos, provenientes de vários estados do País, os restantes dez de diversas nações do Mundo.

Os europeus são dois. Os demais são provenientes da África do Sul, Vietnã, EUA, Uruguai, Ilhas Fiji e Oceânia.

Os vinte e quatro crismandos receberão a comunhão das mãos do Papa. (SP)
Fonte: RV

JMJ - "VIM À AUSTRÁLIA COMO EMBAIXADOR DA PAZ"

PAPA: "VIM À AUSTRÁLIA COMO EMBAIXADOR DA PAZ"

Sydney, 18 jul (RV)
- Bento XVI iniciou cedo suas atividades em Sydney, com a celebração da Missa, em particular, na Capela da sede episcopal. Depois do café da manhã, o Papa concedeu, na sala de visitas, uma série de audiências ao Governador e ao Primeiro Ministro de Nova Gales do Sul, Marie Bashir e Morris Iemma, o prefeito de Sydney, senhora Clover More, todos com suas respectivas famílias.
A seguir, o Santo Padre transferiu, de automóvel, à Catedral de Santa Maria, onde, na cripta, participou de um encontro ecumênico, com cerca de 40 líderes de outras Igrejas e Confissões cristãs e membros do Conselho Ecumênico da Nova Gales do Sul.Depois da saudação do cardeal-arcebispo de Sydney, Dom George Pell, e do Bispo anglicano, Robert Forsythe, o Pontífice tomou a palavra e expressou sua satisfação pela oportunidade de se encontrar e rezar com os representantes de várias comunidades cristãs da Austrália.
A Austrália, disse o Papa, é um país caracterizado por grande diversidade étnica e religiosa.
Os imigrantes chegam às praias desta majestosa terra com a esperança de encontrar felicidade e trabalho. E acrescentou: A sua nação reconhece a importância da liberdade religiosa. Esta é um direito fundamental que, se respeitado, permite aos cidadãos agirem, tomando por base valores arraigados nas suas convicções mais profundas, contribuindo assim para o bem-estar da sociedade inteira.
Deste modo os cristãos contribuem, juntamente com os membros das outras religiões, para a promoção da dignidade humana e para a amizade entre as nações.
Os australianos, frisou o Papa, gostam de um confronto franco e cordial, o que contribuiu para um bom serviço ao movimento ecumênico. Neste sentido, recordou a celebração, este ano, do bimilenário de nascimento de São Paulo, apóstolo incansável da unidade na Igreja primitiva.
O Sacramento do Batismo, disse Bento XVI, é o vínculo da unidade e, de conseqüência, o ponto de partida de todo o movimento ecumênico, que visa a celebração comum da Eucaristia, sacramento por excelência da unidade da Igreja.
Embora ainda haja obstáculos a serem superados, recordou o Papa, um diálogo sincero sobre a Eucaristia seria útil para o progresso do movimento ecumênico e para unificar o nosso testemunho diante do mundo.A propósito, o Santo Padre disse que o movimento ecumênico chegou a um ponto crítico.
Para avançar, devemos pedir continuamente a Deus que renove as nossas mentes com a graça do Espírito Santo:Devemos precaver-nos contra toda tentação de considerar a doutrina como fonte de divisão e, de conseqüência, como impedimento daquilo que parece ser a tarefa mais urgente e imediata: melhorar o mundo onde vivemos.
O diálogo ecumênico progride, não só mediante um intercâmbio de idéias, mas também partilhando dons que nos enriquecem mutuamente: o dom e o amor são essenciais para o diálogo.
A pedra angular de todo o nosso esforço, disse o Papa, é Cristo. Eis porque os cristãos devem trabalhar juntos para que o edifício seja firme.
O Santo Padre concluiu expressando sua ardente esperança de se prosseguir juntos no caminho rumo à plena unidade, mediante o testemunho comum.
Encontro Ecumênico e com líderes de outras Religiões Depois do encontro Ecumênico, na cripta da Catedral de Santa Maria, o Bispo de Roma se transferiu à vizinha Sala Capitular, onde manteve um encontro com representantes de outras Religiões e Confissões Religiosas.Depois dos discursos do cardeal George Pell, arcebispo de Sydney, e de um representante da comunidade judaica e de um da religião muçulmana, o Pontífice dirigiu uma cordial saudação de paz e de amizade a todos os representantes das várias tradições religiosas presentes na Austrália. Ao agradecer o Rabino Jeremy Lawrence e o Xeque Femhi Naji El-Imam pelas cordiais saudações o Santo Padre destacou que a Austrália reconhece e respeita o direito fundamental da liberdade de religião e acrescentou: A harmoniosa relação entre religião e vida pública é importante numa época como a nossa, em que alguns chegam a considerar a religião como causa de divisão ao invés de força de unidade.
Num mundo ameaçado por indiscriminadas formas de violência, a voz concorde dos que possuem espírito religioso incita as nações e as comunidades a resolverem os conflitos, através de instrumentos pacíficos e no pleno respeito da dignidade humana”.
A religião deve colocar-se a serviço da humanidade, no respeito da pessoa, tecendo laços de amizade, indo ao encontro das necessidades dos outros e buscando caminhos concretos para contribuir para o bem comum.
Todos estes valores são importantes para uma adequada formação dos jovens. Enfim, referindo-se à sua viagem à Austrália, no âmbito do DMJ, Bento XVI concluiu:Queridos amigos, vim à Austrália como embaixador de paz! Por isso, sinto-me feliz de encontrar-me com os senhores, que também partilham do anseio e do desejo de ajudar o mundo a alcançar a paz. A nossa busca da paz deve ser de mãos dadas.
O nosso esforço de chegar à reconciliação entre os povos brota da verdade que dá sentido à vida. A religião oferece a paz, mas gera no espírito humano a sede da verdade e a fome da virtude. Com estes sentimentos de respeito e encorajamento, o Papa se despediu prometendo suas orações por pelos membros das comunidades religiosas e por todos os habitantes da Austrália. Almoço com 12 jovens, Via-Sacra e encontro com jovens em recuperação Depois do encontro com os representantes de outras Religiões, Bento XVI deixou a Catedral de Santa Maria e regressou à sede episcopal de Sydney, onde almoçou com o cardeal-arcebispo de Sydney, Dom George Pell, e com um grupo de 12 jovens, representantes dos cinco continentes, entre os quais uma brasileira da Bahia.
Os jovens deram ao Papa presentes típicos de seus países.
A brasileira deu-lhe uma camiseta do seu estado.
Na parte da tarde, o Pontífice se deslocou à praça diante da Catedral de Santa Maria de Sydney, para uma sugestiva e espetacular Via-Sacra, cujas estações foram representadas e animadas por jovens atores do DMJ.
O Papa deu início à Via-Sacra e, depois, seguiu as demais estações, através de uma televisão, na cripta da Catedral.Ao término do rito sagrado, Bento XVI transferiu-se à Capela do Sagrado Coração da Universidade de “Notre Dame”, onde manteve um encontro com um grupo de jovens dependentes de droga e álcool da Comunidade de Recuperação “Alive”, acompanhados de seus familiares.
No discurso que pronunciou, o Santo Padre expressou seu apreço pelo programa que seguem e perguntou: “O que quer dizer viver plenamente a vida”? Quantas vezes a nossa sociedade materialista nos apresenta a felicidade com falsos ídolos, bens e objetos de luxo, levando-nos à morte antes que à vida.Recordando a passagem evangélica do Filho Pródigo, o Papa disse que, muitos jovens passam por tal experiência e depois se arrependem. O abuso de drogas ou de álcool ou então a participação de atividades criminosas é o resultado de um passo falso.
Aos arrependidos, que tiveram a coragem de voltar aos seus passos e de retomarem a vida com confiança, o Pontífice afirmou: Queridos amigos, vejo vocês como embaixadores da esperança para os se encontram em idênticas situações.
Podeis convencê-los da necessidade de optar pelo caminho da vida e fugir do caminho da morte, com base na própria experiência. Vocês podem voltar a seguir as pegadas de Jesus, pois Ele os acolhe de braços abertos, oferecendo-lhes o seu amor incondicional e a sua profunda amizade, proporcionando a plenitude da vida.Bento XVI concluiu sua mensagem aos jovens do Centro de Recuperação de Sydney, com a citação bíblica: «Escolham a vida, para que possam viver amando o Senhor». O Papa se despediu dos jovens presentes invocando o Espírito Santo, para que os guie no caminho da vida, a fim de que deixem de lado as opções erradas, que só levam à morte, e se apeguem a Jesus, verdadeira Vida.
Por fim, o Bispo de Roma deixou aos jovens presentes e a todos os que participam do DMJ a seguinte exortação: “Com a força do Espírito Santo, escolham a vida e o amor e sejam testemunhas da alegria no mundo”!Ao término do encontro, foram apresentados ao Papa 20 jovens da comunidade de Recuperação, com seus acompanhadores.
Deixando a Capela da Universidade de “Notre Dame”, o Bispo de Roma regressou à sede episcopal da Catedral de Sydney, onde jantou e pernoitou. (MT)
Fonte: RV

sexta-feira, 18 de julho de 2008

JMJ - A INESQUECIVEL AVENTURA DE GRUPO DE JOVENS CHILENOS NA JMJ

Aventura inesquecível de jovens chilenos no barco do Papa
Eles venceram um sorteio
SYDNEY, sexta-feira, 18 de julho de 2008.
- Crendo que eram objeto de uma brincadeira, receberam em seus correios eletrônicos a confirmação de que seriam parte da escolta do barco que levaria o Papa Bento XVI a presidir sua primeira atividade oficial na JMJ de Sydney.
Jorge Juárez e Ane Marie Kampp inscreverem-se em um sorteio no site oficial da JMJ, sem saber que esse click os levaria a uma aventura inesquecível, informa a Conferência Episcopal do Chile.
Jorge vive em La Serena e assegura que prestava serviços à Igreja desde pequeno. Ele considera que a experiência de participar de uma JMJ o fará aprofundar em sua fé e no compromisso. “Sinto a responsabilidade de comunicar uma mensagem de esperança, isso é o que Bento XVI transmite”.
Ane Marie é uma das mães que acompanha a delegação chilena e está convencida de que a família é o lugar privilegiado para compartilhar a fé em Cristo.
“Eu sempre vivi minha fé. Fui ao encontro em Colônia e agora venho a este, para estar próxima do Papa”, disse.
Uma outra integrante do grupo, Vanessa Soto, considera que a experiência de seguir no barco de escolta do Papa e ver tantos jovens na orla faz “sentir que Cristo está em todo o mundo, me compromete, impulsiona a buscar novos espaços e dizer que sou cristã”.
A delegação chilena sentiu-se “absolutamente representada por estes compatriotas, já que eles, na proa da embarcação, fizeram balançar nossa bandeira, que em muitas ocasiões foi aplaudida quando apareceu nos telões”, disse a jovem Isabel Zubicueta.
“É uma felicidade muito grande que eles tenham tido esta oportunidade. Nós os acompanhamos e oramos muito para que esta experiência tenha muitos frutos”, afirmou.
Outro jovem, Juan Carlos Astudillo, afirmou: “Estamos muito felizes por eles e também por todos nós, que tivemos a oportunidade de estar de alguma forma tão próximos do Papa”.
Fonte:ZENIT.org

quinta-feira, 17 de julho de 2008

JMJ - LÍDERES ABORÍGENES SERÃO OS PRIMEIROS A SAUDAR BENTO XVI

DMJ: LÍDERES ABORÍGENES SERÃO OS PRIMEIROS A SAUDAR BENTO XVI NA FESTA DE ACOLHIMENTO.
Sydney, 16 jul (RV)
- A mídia australiana tem falado muito, nestes dias, do encontro dos representantes dos aborígenes com o papa. E justamente os chefes anciãos da população indígena local acolherão Bento XVI amanhã, no cais de Rose Bay, com cantos e danças tradicionais de sua cultura.
Ali o pontífice subirá a bordo do navio “Sydney 2000” para depois chegar até os jovens do Dia Mundial da Juventude, no cais de Barangaroo.
A Rádio Vaticano ouviu o Pe. Eugenio Zurias, que há um ano é parco da paróquia dos aborígenes em Kutjungka, no deserto da Austrália ocidental.
Eis o que disse: Pe. Eugenio Zurias:- “É uma cultura totalmente diferente. No início decidimos aprender a vida aborígene, procuramos aprender a língua e estar com eles nos momentos difíceis. É uma sociedade, muitas vezes, sem esperança.
Pouco tempo atrás tivemos o suicídio de um garoto de 13 anos. Nós estamos ali, procurando estar perto deles, embora ainda com meios muito limitados. Estamos ali com eles para evangelizar. E eles viram que a Igreja é a única que os ama como são.
”P. Quais dificuldades existem concretamente no anúncio do Evangelho aos aborígenes? Pe. Eugenio Zurias:- “Por ora os aborígenes não falam o inglês muito bem e mesmo se são católicos permanece um grande abismo que devemos buscar preencher. Há um grande trabalho a ser feito.”
P. A seu ver os aborígenes estão integrados na realidade australiana?
Pe. Eugenio Zurias:- “A meu ver não. Foi dado um primeiro passo: o primeiro-ministro pediu perdão pelos erros do passado. Mas a meu ver ainda é longo o caminho para buscar que os aborígenes se integrem na vida australiana.” (RL)
Fonte: RV

quarta-feira, 16 de julho de 2008

JMJ - BENTO XVI TRANSFERE-SE À RESIDÊNCIA EPISCOPAL DE SYDNEY

O PAPA SE TRANSFERE À RESIDÊNCIA EPISCOPAL DE SYDNEY, QUE O HOSPEDARÁ NESTES DIAS DO DMJ

Sydney, 16 jul (RV)
- Bento XVI deixou, hoje, às 18hs, horário local, o Centro de Estudos do Opus Dei, em Kenthurst, e se dirigiu, de automóvel, para a Residência Episcopal da Catedral de Sydney, a 54 km. de distância. Sobre esta manhã do Papa, eis o que disse o nosso correspondente em Sydney, Roberto Piermarini: “Esta manhã, Bento XVI celebrou Missa na Capela da residência, que o hospedou nos primeiros dias da sua Viagem Apostólica. Depois, abençoou a primeira pedra do novo edifício do Centro de Kenthurst para a formação da juventude... Ao se despedir dos presentes, um grupo de dez jovens que trabalham no zoológico de Sydney, mostraram pequenos animais típicos daquele país, como um canguru, um coala, uma serpente, um papagaio, crocodilo. Como lembrança, deram ao Papa um coala de pelúcia. Estavam presentes os Cardeais Tarcisio Bertone e George Pell, além do seu secretário pessoal, George Gaenswein, e o organizador das viagens papais, Alberto Gasbarri”.Enfim, após ter-se despedido e agradecido os funcionários e membros do Opus, o Papa se transferiu à residência episcopal de Sydney, onde permanecerá até o final da sua Viagem Apostólica à Austrália. O Santo Padre jantou com a sua comitiva e ali pernoitará.Amanhã, quinta-feira, o Santo Padre iniciará cedo suas atividades públicas. Depois de três dias de adaptação, descanso, meditação, oração e passeios, o Papa se dirigirá à Residência Governamental de Sydney, onde haverá a cerimônia de boas-vindas.A seguir, o Pontífice irá visitar o monumento memorial da bem-aventurada Mary MacKillop, conhecida como Madre Maria da Cruz, a primeira australiana elevada à glória dos altares pelo Papa JPII em 1995. Depois, vai fazer uma visita de cortesia ao Governador Geral da Austrália, Michel Jeffery, onde se encontrará também com o Primeiro Ministro Kevin Rudd.No final da tarde, Bento XVI vai se encontrar, brevemente, com a comunidade aborígene, que lhe apresentará suas danças típicas e cantos tradicionais, no porto da Baía de Sydney.Na Missa conclusiva do evento, no próximo domingo, um grupo de aborígenes representará os povos nativos da Austrália. No entanto, nestes dias, o Cardeal Secretário de Estado, Tarcisio Bertone, visitou uma aldeia de aborígenes, acompanhado por alguns outros membros da comitiva papal. Segundo o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, em seus pronunciamentos Bento XVI vai abordar a questão do respeito pelos aborígenes. Em 2006, numa Carta enviada por ocasião dos 20 anos da visita de João Paulo II à Austrália, Bento XVI referiu-se a espinhosa questão, afirmando que “só através da aceitação da sua verdade história, é possível chegar a uma sã compreensão da realidade contemporânea e aderir à visão de um futuro harmonioso”. Recordamos que, ao chegar ao território australiano, domingo de manhã, durante a escala técnica do vôo papal, no aeroporto de Darwin, Bento XVI recebeu de presente dos aborígenes uma réplica da imagem de “Nossa Senhora dos Aborígenes”, venerada pelos povos nativos da Austrália. O presente foi entregue pelo bispo local, Dom Eugênio Hurley, que se declarou feliz pela oportunidade de acolher o Papa “em nome de todos os australianos”, mas, de modo particular, “da população autóctone”. (MT)
Fonte: RV

JMJ - EVANGELIZAÇÃO ATRAVÉS DA MÚSICA


Música, linguagem universal da evangelização.
Falam os músicos do Festival da Jornada Mundial da Juventude


Orquestra e Coro dos Arautos do Evangelho
Por Catherine Smibert
SYDNEY, terça-feira, 15 de julho de 2008 (ZENIT.org).- Após a Missa de inauguração da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), 150 mil peregrinos foram convidados a um festival de música e oração com uma série de artistas populares.
As atuações incluíram artistas de primeira linha, tal como Tap Dogs, Fire Dancers, The Australian Girls Choir, os nacionalmente aclamados cantores do tema da JMJ, Guy Sebastian, Gary Pinto e Paulini Curuenavuli.
Os organizadores da JMJ insistem em que a música contemporânea com sabor católico desempenha um papel chave para transmitir as mensagens.
O cantor Paulini, que atuou com sua banda, explica à Zenit por que é assim: «A música é algo que todos amam e que nos faz estar juntos».
Os compositores da canção do tema oficial da JMJ estão de acordo. Guy Sebastian e Gary Pinto disseram à Zenit que é uma honra ser testemunhas da força do Evangelho quando é apresentado em forma de canção.
Sebastian, vencedor do Australian Idol (popular concurso musical) espera que a canção «ajude a fundamentar a mensagem deste maravilhoso evento nos corações das pessoas» e que «mediante o canto de ‘Aleluia, recebe a força’, os jovens saibam que não fazemos isso só por nossos talentos, mas pela força de Deus... Nada é impossível para o Espírito Santo».
Gary anima todos os jovens músicos católicos e artistas para assegurar-lhes que, como músicos, «estão ao serviço vocacional da beleza. Que maior beleza podemos oferecer às pessoas que a de Deus? É tão humilde e espiritualmente gratificante ser capaz de devolver os dons que recebemos d’Ele...».
E outros grupos responderam ao chamado, não só os grandes nomes.
A banda Emmanuel Worship é um grupo de músicos de Brisbane, Queensland, que interpretou sua música em um encontro especial e em reuniões juvenis, sejam litúrgicas ou punk rock.
O grupo se comprometeu na difusão da mensagem da JMJ em toda a Austrália, através da animação de uma série de eventos com a peregrinação da Cruz dos jovens e o ícone de Nossa Senhora.
Patrick Keady, tecladista e compositor do grupo Emmanuel Worship, explica à Zenit: «Com a música, o que estamos tentando fazer é comunicar uma mensagem antiga, que parecia morta, mas que não está; é fresca, viva e vibrante».
«A música é uma linguagem universal que todos captam. Quando se fala esta linguagem se está prestando um serviço à transição da antiga à nova geração, que precisa ter acesso e ocupar seu lugar na história. E o faz de uma forma que eles compreendem.»
Como bandas de música cristã que produzem sons similares ao da cultura pop, buscam aproveitar estilos particulares de música que ajudem os jovens a fazerem uma experiência de Jesus.
«O ponto inicial definitivamente tem de ser uma relação pessoal com Jesus», reconhece Bernard Drumm, de 23 anos, guitarrista de outro dos grupos presentes em Sydney, Mass Revival.
Estas duas bandas cristãs, como católicas, também procuram que seu público descubra outro rosto do catolicismo.
«Muitos jovens católicos cresceram com muitos mal-entendidos sobre a Igreja e seus ensinamentos – disse Drumm, seminarista. Pensam que algo de ontem não tem nada a ver com o hoje.»
«Como católicos – acrescenta –, parece que gastamos um monte de tempo defendendo nossas crenças e tentando explicá-las, ao invés de permitir que a alegria que encontramos nisso inspire o coração dos demais, de maneira que possam começar sua própria busca dessa Verdade que é a fonte de nossa alegria.»
Michael Campbell, do grupo Mass Revival, pensa que «a experiência de compartilhar que a música proporciona é representativa do que existe aqui, na Jornada Mundial da Juventude, onde há tantos jovens de diferentes culturas e línguas que vêm juntos, cantando e dançando no Senhor».
O vocalista de Mass Revival, Daniel Foster, acrescenta: «A Jornada Mundial da Juventude destaca que todos são parte de uma grande Igreja. Este evento mostra que somos uma Igreja que se preocupa com os jovens na Austrália, e inclusive os não-católicos verão que isso vale a pena».
«Assim, cada um de nossos músicos e artistas utiliza seus dons em união com o Espírito Santo. Em nome de Deus e por sua ação lhe pedimos que se sirva de nós para ajudar a revitalizar a nossa Igreja, aqui, nesta grande terra sulista, e no mundo inteiro.»
Fonte: ZENIT.org

JMJ - CONTAGEM REGRESSIVA - NA HORA ZERO TOCAM OS SINOS


Sinos tocam na hora zero da JMJ
A contagem regressiva havia começado 500 dias antes

Por Catherine Smibert
SYDNEY, terça-feira, 15 de julho de 2008 (ZENIT.org).
- Como se fosse véspera de Ano Novo, milhares de jovens peregrinos se reuniram na frente da catedral St. Mary, em Sydney, para assistir ao final da contagem regressiva da JMJ.
Este encontro juvenil mundial começou na terça-feira pela manhã, hora local australiana, e culminará no domingo, com uma missa presidida por Bento XVI no hipódromo de Randwick.
Há 500 dias, o relógio anunciava os dias que faltavam para o grande evento.
Os milhares de rapazes e moças gritaram em uníssono os dez últimos segundos que faltavam para a meia-noite e depois estouraram um «Happy World Youth Day!» (Feliz Dia Mundial da Juventude).
Os jovens peregrinos deram início a seis dias de intensa atividade na tarde desta terça-feira com uma missa de inauguração no porto de Baranaroo, presidida pelo cardeal George Pell, arcebispo de Sydney, com a participação de mais de 140 mil pessoas.
Dom Phillip Wilson, arcebispo de Adelaide (Austrália) comentou com Zenit que está certo dos efeitos positivos que a peregrinação já está tendo entre os jovens do país.
«Pude realmente ver Cristo nas atividades dos últimos dias em minha própria diocese de Adelaide e estou certo de que ele vai se ocupar destes peregrinos durante esta semana em Sydney», diz.
Para Matthew Whan, encarregado do Serviço Católico Juvenil de Sydney, estes 500 dias de preparação se tornaram longos e curtos ao mesmo tempo.
«Foi uma corrida fantástica e às vezes frenética e agora nossos grupos estão procurando desfrutar da semana e dos frutos que ela deixará», disse.
Whan e sua equipe se encarregaram do registro e coordenação dos 17 mil peregrinos que participam da Jornada procedentes da diocese de Sydney.
Fonte: ZENIT.org

terça-feira, 15 de julho de 2008

JMJ - CARDEAL-ARCEBISPO DE SYDNEY DA INÍCIO AO JMJ


CARDEAL-ARCEBISPO DE SYDNEY DÁ INÍCIO OFICIAL AO DMJ COM UMA CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
Sydney, 15 jul (RV)
- Enquanto o Santo Padre descansa na residência do Opus Dei, a 25 km. de Sydney, pelo segundo dia consecutivo, os jovens do mundo inteiro entram em cheio em suas atividades preparatórias para o encontro com o Papa.Assim, hoje, teve início, oficialmente, o XXIII DMJ com a celebração da Missa, presidida pelo cardeal-arcebispo de Sydney, George Pell, no porto de Barangaroo, baía e coração da cidade. Neste mesmo lugar, depois de amanhã, os jovens darão as boas-vindas ao Papa Bento XVI.Participaram da Santa Missa inaugural 26 Cardeais, 400 bispos, cerca de 4 mil sacerdotes, e os milhares de jovens provenientes de 170 países dos cinco continentes.
Em sua homilia, na Missa inaugural do DMJ, o Cardeal George Pell disse aos de modo especial aos jovens presentes: “Não passem a vida sem tomar posição, pensando que é melhor não fazer escolhas, porque é cumprindo os compromissos que vocês poderão viver em plenitude.
A felicidade, disse ainda, consiste em cumprir sempre os próprios deveres e obrigações, mesmo nas pequenas coisas, de modo que podemos preparar-nos para enfrentar compromissos cada vez maiores”.
“Ser discípulos de Cristo, afirmou o Cardeal Pell, exige disciplina, sobretudo, autodisciplina e domínio de si, necessário para fazer desabrochar o amor encerrado em seus corações” e concluiu: “Espero que, com a força do Espírito Santo, vocês possam fazer parte do grande exército dos santos, que enriqueceu a história da humanidade, por gerações e gerações".
Estes dias passarão rapidamente e, depois, deveremos voltar a enfrentar a nossa realidade quotidiana. Por certo período, alguns de vocês se confrontarão com uma vida amorfa e decepcionante. Porém, não se separem de Deus amoroso e do seu Filho Jesus”.

No entanto, durante estes dias, os jovens estão se preparando espiritualmente para o momento culminante do DMJ: o encontro com o Papa na vigília de Oração, no sábado, e na celebração da Santa Missa conclusiva do evento, no domingo.
Entre as várias atividades, nestes dias, os jovens estão participando, em grupos lingüísticos, de uma série de catequeses, que foram confiadas aos bispos das Igrejas locais.
A propósito, eis o que um dos bispos brasileiros, participantes no DMJ, Dom Eduardo Pinheiro da Silva, auxiliar de Campo Grande (MS) e representante da CNBB, nos disse sobre tais catequeses: Dom Eduardo nos fala também como está sendo a expectativa dos jovens para o encontro com o Papa e, em geral, deste DMJ: Neste início oficial do XXIII DMJ, recordamos que Bento XVI é o terceiro Papa que visita a Austrália. O primeiro foi Paulo VI, em 1970; o segundo foi João Paulo II, em 1986 e 1995, ano em que beatificou a primeira australiana, a religiosa Mary Mackillop. E, agora, Bento XVI, para este grande evento eclesial do DMJ.
Recordamos ainda que os Dias Mundiais da Juventude foram instituídos por João Paulo II, em 1985, no Ano Internacional da Juventude; são celebrados a cada dois ou três anos, em cidades de continentes diferentes; contam com a presença do Papa e com a participação de jovens do mundo inteiro.
Nos anos intermediários, os DMJ são celebrados em nível diocesano, no Domingo de Ramos, nas Igrejas particulares do mundo. Para cada evento, o Papa propõe um tema. Em vista do DMJ, propriamente dito, na presença do Papa, os jovens se preparam com “Jornadas” de catequeses, orações, Missas, momentos de festa, encontros e cantos, em suas respectivas línguas.
O DMJ foi celebrado, pela primeira vez, em Roma, no Domingo de Ramos de 1986. A seguir, em 1987, os jovens foram convocados por JPII a Buenos Aires, na Argentina. Dois anos depois, em 1989, na cidade espanhola de Santiago de Compostela; em 1991, na cidade polonesa de Czestochowa; em 1993, na cidade norte-americana de Denver; em 1995, em Manila, nas Filipinas; em 1997, em Paris, na França; Em 2000, por ocasião do Grande Jubileu o DMJ realizou-se novamente em Roma; em 2002, em Toronto, no Canadá, o último evento juvenil presidido por JPII; em agosto de 2005, em Colônia, na Alemanha, Bento XVI presidiu ao XX DMJ, em memória do falecido Papa JPII.
Agora, em 2008, Bento XVI preside ao segundo DMJ de seu Pontificado, no distante país da Austrália.
Enquanto os jovens aguardam o primeiro encontro com o Papa, em terras australianas, depois de amanhã, dia 17, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, nos fala da permanência de Bento XVI na residência do Opus Dei, a 25 quilômetros da cidade de Sydney, onde está descansando e se adaptando ao grande fuso horário:
“O Papa iniciou com a celebração da Missa, da qual participaram, naturalmente, os funcionários da residência e seus dois secretários; depois do café da manhã, o Santo Padre fez um pequeno passeio a pé e, durante o resto da manhã, se dedicou à leitura, à oração e à revisão dos textos dos discursos que deverá pronunciar nestes dias”. (MT)
Fonte: RV

JMJ - A IMPRENSA NEGATIVA QUE COBRE A JMJ PROCURA "PELO EM OVO"

Imagens do Papa desmentem rumores de imprensa
O pontífice, em seu primeiro dia na Austrália, reza, trabalha, passeia... e ouve música

SYDNEY, segunda-feira, 14 de julho de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI encontra-se «absolutamente tranqüilo e descansado», explicou o porta-voz vaticano, ao apresentar imagens do primeiro dia do Papa na Austrália, respondendo a artigos de imprensa que o haviam apresentado como «esgotado» depois do vôo de mais de 20 horas.
O Pe. Federico Lombardi S.J., em uma coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira, apresentou um vídeo distribuído pela Sala de Informação da Santa Sé, no qual se pode ver o Santo Padre rezando, passeando e em conversas, em um centro do Opus Dei de Kenthurst, perto de Richmond.
«As imagens são serenas. O Papa está totalmente tranqüilo e descansado. Aos quem preocupavam com seu estado de saúde, tenho de dizer que não há problemas», afirmou o porta-voz.
O Pe. Lombardi recordou que o Papa, após chegar à residência neste domingo, depois da viagem, «celebrou a missa em particular às 18h, depois jantou e descansou», revelou.
«Nesta manhã, teve a missa com a equipe do séqüito, 12 pessoas, celebrando com o secretário e dois sacerdotes do Opus Dei. Depois do café da manhã, deu um primeiro passeio e se retirou para trabalhar, como faz todas as manhãs. Pouco antes das 13h, vieram o cardeal (George) Pell e o bispo (Anthony) Fisher para ver o Papa. Almoçaram juntos e falaram dos preparativos.» Trata-se dos principais responsáveis pela organização da Jornada Mundial da Juventude.
«Após o almoço, aconteceu o típico passeio de todos os dias com seus secretários. Depois, um período de trabalho. Às 16h passou um período um pouco mais longo com o cardeal Pell.»
«Há um reservatório, um pequeno lago, e uma capela, onde o Papa se deteve para rezar o terço.» «Às 17h, aconteceu um concerto com a presença do arcebispo de Sydney, D. Pell, e do bispo Fisher. Foram interpretadas peças de Schumann, Mozart e Schubert. O concerto terminou às 18h. Às 19h, houve o jantar», explicou o Pe. Lombardi.
O Papa permanecerá na tranqüila residência de Kenthurst até a manhã da próxima quinta-feira, quando começará oficialmente a visita à Austrália, com a cerimônia de boas-vindas das autoridades do país.
O momento culminante da viagem apostólica acontecerá com a vigília de oração e a missa presidida pelo Papa no Hipódromo de Randwick, no sábado 19 e domingo 20, nas quais se esperam a participação de meio milhão de peregrinos.
Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 14 de julho de 2008

JMJ - NEM COMEÇOU E JÁ EXISTEM AS PRIMEIRAS CONVERSÕES PARA A IGREJA CATÓLICA


SE ESTAMOS COM DEUS QUEM PODERÁ ESTAR CONTRA NÓS
Começam conversões da JMJ
A Cruz e o Ícone em sua passagem final rumo à Jornada

Por Anthony Barich
SYDNEY, segunda-feira, 14 de julho de 2008. - A JMJ já está trazendo conversões para a Igreja Católica, e ainda nem começou.
A coordenadora da comunidade católica polonesa da JMJ em Sydney, de 24 anos, explicou à Zenit que seu namorado não-católico está participando do Rito de Iniciação Cristã para Adultos. Sua conversão surgiu da experiência de rezar com ela pelos frutos da JMJ.
«Ele está participando da JMJ comigo e espero que a semana de eventos e a solidariedade com muitos católicos de todo o mundo o façam se sentir orgulhoso de fazer parte da família católica», disse Basia.
Ela estava com um grupo de jovens poloneses-australianos vestidos de uniformes tradicionais de dança polonesa na veneração da cruz da JMJ e do ícone no Belmore Park.
Com peregrinos internacionais já trazendo movimento à vida de Sydney, Basia crê que o evento trará nova vida à Igreja na Austrália e uma nova energia.
«Temos igrejas pequenas e vibrantes na Austrália, mas precisamos que estejam vivas para as futuras gerações», disse.
Basia afirmou que os jovens buscam Bento XVI assim como buscavam o Papa João Paulo II, que começou a JMJ.
Ela disse que o interesse do último pontífice pela vida da juventude continua guiando a fé dos jovens, especialmente na Polônia.
«[Karol Wojtyla] estava na verdade triste quando lhe foi pedido que se tornasse o próximo arcebispo de Cracóvia, porque isso significaria deixar seu trabalho diário com a juventude em sua paróquia, disse. Mas quando ele se tornou Papa, manteve seu amor à juventude, mesmo durante sua doença. Havia algo em seus olhos e em sua voz que atraía os jovens a ele.»
Basia lidera um forte grupo de 200 jovens registrados para a JMJ em Sydney, e disse que os peregrinos da Irlanda, Canadá, Polônia e mesmo do Oeste da Austrália se uniram a eles.
«Somos grandes admiradores de João Paulo II e compreendemos o grande impacto que ele representou para cada um de nós e para o mundo», disse Agnieszka (Agnes) Jaszczyszyn, 34 anos, a outra líder de peregrinação do grupo.
Mas o Papa atual não está jamais longe de seus pensamentos, e continuam orando pelo sucesso de sua missão na Austrália. «É por causa do Papa Bento XVI que temos a JMJ 2008 em Sydney – ele manteve a tradição», disse ela. «Os jovens do mundo estão aqui por causa dele.»
Chegada
As ruas de Sydney ficaram lotadas com os peregrinos, esperando para testemunhar a Cruz da JMJ e o ícone.
A cruz da JMJ foi dada aos jovens do mundo por João Paulo II, em 1984, para ser carregada como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade; o ícone de Nossa Senhora foi seu segundo presente para os jovens, em 2003, para acompanhar a cruz.
A última passagem dos símbolos pelas ruas de Sydney foi o cume da viagem global. Depois de atravessar os continentes, os símbolos foram entregues aos australianos no Palm Sunday 2006, em Roma.
Centenas de peregrinos seguiram a cruz e o ícone do Manly ao Circular Quay, depois seguiram ao centro comercial de Sydney pela Pitt Street, passaram pela Sydney Tower, até chegar ao Belmore Parl. Lá, todo peregrino teve a chance de venerar a cruz e o ícone.
Foi a última passagem da cruz e do ícone antes das imagens fazerem parte do cenário na Missa de abertura na Quinta-Feira, às 16h (horário local). A Missa será presidida pelo cardeal George Pell, de Sydney, no Barangaroo, um porto no East Darling Harb0r.
Fonte: ZENIT.org

JMJ - JUVENTUDE É RECONHECIDA NA IGREJA

JMJ proclama que juventude é reconhecida na Igreja
Afirma um bispo brasileiro ‘catequista’ em Sydney

BRASÍLIA,
- Um dos bispos brasileiros que orientará as catequeses em língua portuguesa na Jornada Mundial da Juventude de Sydney considera que o evento é um sinal de reconhecimento dos jovens no seio da Igreja.
Dom Eduardo Pinheiro, bispo auxiliar de Campo Grande (Mato Grosso do Sul), é o assessor nacional do Setor de Juventude da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Ele representará o episcopado brasileiro nas catequeses da Jornada, ao lado do arcebispo de Curitiba, Dom Moacir Vitti.
Em entrevista ao Site JMJ Brasil, Dom Eduardo, que participa pela primeira vez de uma Jornada, afirma que pretende «aproveitar bem deste rico momento que Deus estará me proporcionando para o meu crescimento espiritual e pastoral».
«Espero poder saborear cada instante e, aberto à ação do Espírito Santo, conhecer mais os jovens de nosso tempo, presentes em todas as partes do mundo.»
O bispo disse esperar também «fortalecer, com minha oração, fala e presença, esta nossa Igreja que tem estado atenta ao universo juvenil, tão desafiado por esta 'mudança de época'».
«Desde o investimento num evento grandioso como a Jornada, quanto a preocupação em organizar pequenas atividades em nossas comunidades 'com' e 'para' os jovens, a Igreja proclama bem alto que a juventude é querida e reconhecida na dinâmica eclesial», afirmou Dom Eduardo.
Fonte: ZENIT.org

domingo, 13 de julho de 2008

JMJ - EM SYDNEY, BENTO XVI TRANSMITE MENSAGEM AOS JOVENS AUSTRALIANOS


MENSAGEM DO PAPA AOS JOVENS AUSTRALIANOS, EM SUA CHEGADA A SYDNEY.


Sydney, 13 jul (RV) - Em concomitância com sua chegada à Austrália, foi difundida a vídeo-mensagem gravada pelo papa aos jovens peregrinos que participarão do DMJ.
Nela, Bento XVI afirma que muitos jovens vêem a pobreza e a injustiça, a avidez humana e os desastres ecológicos, e desejam encontrar as soluções.
“A verdade cristã, a boa nova, pode dar respostas às expectativas mais profundas de seus corações. É deles que pode vir a renovação cristã do mundo”.
Muitos jovens não têm esperança. Permanecem perplexos diante das questões que lhes são apresentadas de modo cada vez mais urgente neste mundo que os confunde. Muitas vezes, ficam na dúvida, não sabem a quem se dirigir para encontrar respostas. São desafiados pelos argumentos daqueles que negam a existência de Deus e se desnorteiam, não sabem como responder.
Vêem os grandes estragos causados pela avidez humana ao meio ambiente, e lutam para encontrar um modo de viver em harmonia com a natureza e com os outros.
Aonde podem procurar as respostas?
È o Espírito que os orienta para o caminho que conduz à vida, ao amor e à verdade”. Eles são chamados a ser instrumentos de renovação, comunicando a seus coetâneos a alegria que sentem em conhecer e seguir Cristo, e compartir com os outros o amor que o Espírito derrama em seus corações, de forma que eles também se inundem de esperança e gratidão por todo o bem que se recebe de Deus, nosso Pai”. (CM)
Fonte: RV

JMJ - BENTO XVI CHEGA EM SYDNEY

BENTO XVI TOCA O SOLO AUSTRALIANO PELA PRIMEIRA VEZ

Sydney, 13 jul (RV)
- Bento XVI está em Sydney. Depois de mais de 15 horas de vôo, o Boeing 777 do papa fez uma escala técnica no aeroporto militar de Darwin, no norte da Austrália.
Durante esta parada, o papa fez um passeio a pé de 25 minutos. Em seguida, o avião retomou seu vôo, em direção de Sydney, onde aterrissou no aeroporto militar de Richmond hoje às 15hs locais, 2h de Brasília.
Apesar das longas horas de vôo, o Pontífice chegou em boa forma e desceu as escadas do avião com passo firme.
Foi recebido pelo premiê australiano Rudd, pelo arcebispo de Sydney, George Pell, e o cardeal Stanislaw Rylko, presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, o dicastério que promove o DMJ.
De Richmond, o papa partiu em carro, com uma pequena comitiva, saudada pelo povo que estava nas ruas, para a casa de campo do Opus Dei em Kenthurst. Nesta localidade, próxima das ‘Montanhas Azuis’, Bento XVI está hospedado, descansando e se recuperando do fuso horário de 8 horas em relação à Itália, e de sua viagem mais longa.
Nesta residência, que pode alojar até 30 pessoas, o papa se dedicará “à oração e a longos passeios” – disse o cardeal Pell. A casa dispõe também de quadras de tênis, bosques e um piano para os momentos de lazer do pontífice.
Neste domingo, após sua chegada, ele celebrou a missa na capela e jantou antes de ir descansar. Bento XVI permanecerá ali até 4ª feira à noite, quando se transferirá para a canônica da catedral de Sydney, que o hospedará até o dia do retorno a Roma, 21 de julho.
De Sydney, nosso correspondente Roberto Piermarini descreve a expectativa para o Encontro com o papa:"De hora em hora, Sydney se anima com a chegada de jovens de todas as partes do mundo para o DMJ.
No aeroporto internacional da cidade, são acolhidos por grupos de coetâneos que com cantos e danças os recebem, entusiastas. Esta é uma surpresa prazerosa para quem chega cansado de uma viagem tão longa, para o evento que está atraindo a atenção da mídia de todo o mundo. Estão chegando a Sydney também alguns jovens iraquianos que encontraram dificuldades em deixar seu país. Ainda há duvidas em relação aos birmaneses.
O DMJ conquistou as primeiras páginas dos jornais australianos.
Não obstante as ‘boas-vindas’, há também referências ao problema dos abusos sexuais do clero. Hoje, em uma coletiva à imprensa, o coordenador do DMJ e bispo auxiliar de Sydney, dom Anthony Fisher, disse concordar com as palavras do Papa de respeito e compreensão pelas vítimas dos abusos, e que a Igreja australiana fará o possível para ajudar aqueles que sofreram violências.
Mas a atenção agora é toda para o Papa e os jovens, que antes do encontro com ele, no DMJ, participarão de celebrações, vigílias, momentos de oração, catequeses: um sopro do Espírito – como cita a manchete de um jornal local – que está dando uma alma a esta metrópole”.(CM)
Fonte: RV

sábado, 12 de julho de 2008

JMJ - S.S. PAPA BENTO XVI A CAMINHO DE SYDNEY

BENTO XVI A CAMINHO DE SYDNEY PARA O XXIII DMJ

Castel Gandolfo, 12 jul (RV) - Bento XVI iniciou, na manhã de sábado, a sua IX Viagem Apostólica que o leva a Sydney, na Austrália, para o XXIII Dia Mundial da Juventude (DMJ), que se realizará, naquela cidade, de 15 a 20 próximos.
O Santo Padre deixou a Residência Apostólica de Castel Gandolfo, de helicóptero, às 9.45, hora local, e se dirigiu ao aeroporto internacional romano de Fiumicino.

Antes de tomar o avião, que o leva à Austrália, o Papa se deteve, por alguns instantes, com as autoridades civis e religiosas.

Entre os presentes encontrava-se o representante do governo italiano, Gianni Letta, o embaixador da Itália, junto à Santa Sé, Antonio Zanardi Landi, o representante do Prefeito Roma, Carlo Mosca, o prefeito de Fiumicino, Mario Canapini e o Bispo da diocese de Porto e Santa Rufina, onde se encontra o aeroporto de Fiumicino, Gino Reali.

Após despedir-se das autoridades presentes, Bento XVI tomou o avião da Alitalia, um Boeing 777, acompanhado de uma delegação Vaticana, e partiu às 10.30 locais ao aeroporto de Darwin, na Austrália, onde fará uma etapa técnica, antes de se dirigir a Sydney.

O avião papal percorrerá mais de 16 mil quilômetros até Sydney.

Enquanto isso, como de costume, o Santo Padre envia telegramas aos líderes dos países que sobrevoa. No telegrama que enviou ao Presidente da República italiana, Giorgio Napolitano, lê-se: “No momento da minha partida para Sydney, por ocasião do DMJ, dirijo ao Sr. e a todos os italianos uma cordial saudação, com o meu desejo de paz e bem a todos, acompanhada de minhas orações e de minha Bênção Apostólica”.

Por sua vez, o Presidente Napolitano respondeu ao Papa, nos seguintes termos: “Para além do seu altíssimo significado espiritual, o DMJ constitui para a juventude de todas as partes do mundo uma ocasião de confronto e de enriquecimento, mediante o diálogo entre culturas e tradições diferentes, reconhecendo a matriz comum da família humana.

Tenho certeza – conclui o Presidente italiano – de que a sua palavra sensibilizará os jovens no sentido de uma maior compreensão, respeito recíproco, de paz e colaboração entre as nações”. No entanto, é grande a expectativa dos jovens do mundo inteiro para o encontro como o Papa nos próximos dias. Mas, antes do encontro com a juventude, Bento XVI vai ficar hospedado, por cerca de três dias, em uma residência rural do Opus Dei, no Kenthurst Study Centre, no noroeste de Sidney, a 25 km. da cidade. Trata-se de período de adaptação devido ao fuso-horário de 8 horas e levando em conta a idade do Pontífice, que tem 81 anos.

Ali o Papa vai permanecer até dia 17, quinta-feira, quando terão início suas atividades públicas, com a cerimônia de boas-vindas da Residência Governamental de Sydney. (MT)
Fonte:RV

JMJ - S.S.PAPA BENTO XVI SERÁ ACOLHIDO PELA OPUS DEI


Opus Dei acolhe o Papa

SYDNEY, sexta-feira, 11 de julho de 2008 (ZENIT.org). - Bento XVI desfrutará de seus dias de descanso antes da Jornada Mundial da Juventude em um centro educativo do Opus Dei.
O cardeal de Sydney, D. George Pell, confirmou na semana passada que o Papa se hospedará no Kenthurst Study Center, após sua chegada à Austrália neste domingo.
O centro, localizado a noroeste de Sydney, é cercado por vegetação nativa. Para atividades normais, o local pode acomodar 30 pessoas.
A acomodação do Papa e preparação às visitas dos líderes da Igreja está estruturada, a se ver pela forte segurança que cerca o local.
O Santo Padre terá apenas três dias para se recuperar da longa viagem e estar pronto para vivenciar os intensos dias ao lado dos jovens.
Mas os responsáveis pelo Kenthrust Center acreditam que o pontífice saberá desfrutar das caminhadas e do silêncio que o local permite, além do piano especialmente disponibilizado para ele.
Após seu pequeno descanso, o Papa seguirá para a residência da Catedral de Sydney.
Fonte: ZENIT.org
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A FAMÍLIA CATÓLICA
Veja nossa postagem do dia 08 de julho: EM SYDNEY, PAPA SERÁ HÓSPEDE 3 DIAS DE UMA RESIDÊNCIA RURAL DO OPUS DEI

terça-feira, 8 de julho de 2008

EM SYDNEY, PAPA SERÁ HÓSPEDE 3 DIAS DE UMA RESIDÊNCIA RURAL DO OPUS DEI

ARCEBISPO DE SYDNEY, CARDEAL GEORGE PELL, INFORMA QUE PAPA SERÁ HÓSPEDE 3 DIAS DE UMA RESIDÊNCIA RURAL DO OPUS DEI
Sydney, 07 jul (RV)
- O arcebispo de Sydney, cardeal George Pell, em entrevista ao jornal australiano "The Daily Telegraph", revelou que a casa onde Bento XVI irá descansar durante três dias após a sua chegada à Austrália é uma residência rural do Opus Dei.
Até agora, se desconhecia onde o papa ia passar esses três dias.
Bento XVI chegará à Austrália domingo próximo, dia 13, e seguirá para o Kenthurst Study Centre, a noroeste de Sydney, onde permanecerá até dia 17, quinta-feira.
O breve descanso antes do Dia Mundial da Juventude 2008 é essencial para Bento XVI, de 81 anos, que realiza a viagem mais longa do seu pontificado. (PL)
Fonte: RV