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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O MOMENTO BRASILEIRO

CNBB divulga nota sobre o momento nacional


Logo CNBB - RV

Brasília (RV) -
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota sobre o momento nacional. O texto é assinado pela Presidência da entidade constituída pelo arcebispo de Brasília e presidente, dom Sergio da Rocha; pelo arcebispo de Salvador e vice-presidente, dom Murilo Krieger; e pelo bispo auxiliar de Brasília e secretário geral, dom Leonardo Steiner. “Neste momento grave da vida do país, a CNBB levanta sua voz para colaborar, fazendo chegar aos responsáveis o grito de dor desta nação atribulada, a fim de cessarem as hostilidades e não se permitir qualquer risco de desrespeito à ordem constitucional”, diz um trecho da nota. No texto, a CNBB apela para o diálogo e para a serenidade e expressa repúdio ao recurso da violência e da agressividade nas diferentes manifestações sobre a vida política do país. Confira, abaixo, a íntegra da nota.

NOTA SOBRE O MOMENTO NACIONAL

E nós somos todos irmãos e irmãs (cf. Mt 23,8)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, fiel à missão evangelizadora e profética da Igreja, acompanha, com apreensão e senso de corresponsabilidade, a grave crise política e econômica que atinge o país e, mais uma vez, se manifesta sobre o atual momento nacional. 

Ao se pronunciar sobre questões políticas, a CNBB não adota postura político-partidária. Não sugere, não apoia ou reprova nomes, mas exerce o seu serviço à sociedade, à luz dos valores e princípios fundamentais da Doutrina Social da Igreja. Desse modo, procura respeitar a opção política de cada cidadão e a justa autonomia das instituições democráticas, incentivando a participação responsável e pacífica dos cristãos leigos e leigas na política.
Neste momento grave da vida do país, a CNBB levanta sua voz para colaborar, fazendo chegar aos responsáveis o grito de dor desta nação atribulada, a fim de cessarem as hostilidades e não se permitir qualquer risco de desrespeito à ordem constitucional. Nenhuma decisão seja tomada sob o impulso da paixão política ou ideológica. Os direitos democráticos e, sobretudo, a defesa do bem comum do povo brasileiro devem estar acima de interesses particulares de partidos ou de quaisquer outras corporações. É urgente resgatar a ética na política e a paz social, através do combate à corrupção, com rigor e imparcialidade, de acordo com os ditames da lei e as exigências da justiça.
Para preservar e promover a democracia, apelamos para o diálogo e para a serenidade. Repudiamos o recurso à violência e à agressividade nas diferentes manifestações sobre a vida política do país, e a todos exortamos com as palavras do Papa Francisco: “naquele que, hoje, considerais apenas um inimigo a abater, redescobri o vosso irmão e detende a vossa mão! (...) Ide ao encontro do outro com o diálogo, o perdão e a reconciliação, para construir a justiça, a confiança e a esperança ao vosso redor” (Mensagem para a Celebração do XLVII Dia Mundial da Paz, 1º de janeiro de 2014, 7).
Confiamos o Brasil ao Senhor da vida e da história, pedindo sabedoria para os governantes e paz para nosso povo.
        Imaculada Conceição, vosso olhar a nós volvei, vossos filhos protegei!

Brasília-DF, 08 de dezembro de 2015

Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília-DF
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia- BA
Vice-presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário Geral da CNBB

Fonte: R. Vaticana

terça-feira, 10 de maio de 2011

DOM RAYMUNDO DAMASCENO ASSIS, NOVO PRESIDENTE DA CNBB


CONHEÇA DOM RAYMUNDO DAMASCENO ASSIS


Aparecida, 10 mai (RV)


- O Cardeal Arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, foi eleito nesta segunda-feira (9) com 196 votos, o novo presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).


Em segundo lugar ficou o Arcebispo de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Pedro Cardeal Scherer com 75 votos.Os bispos reunidos na 49ª Assembleia Geral da CNBB, no Santuário Nacional, já haviam se reunido durante sessão da manhã de ontem para um levantamento de nomes para as várias funções.


No primeiro escrutínio, realizado na parte da tarde, Dom Damasceno recebeu o maior número de votos, mas não o suficiente para ser eleito.


O que aconteceu no escrutínio ocorrido na sequência.


O processo eletivo da CNBB estava entre os temas centrais da Assembleia.


Nos último quatro anos (2007-2011), o cargo de presidente da CNBB foi ocupado pelo Cardeal Dom Geraldo Lyrio Rocha.


Dom Raymundo foi eleito presidente para o quadriênio (2011-2015).


Sobre a eleição, Dom Damasceno disse o seguinte: "Eu sempre digo que nunca me candidatei a nenhum cargo na CNBB.


Evidentemente, nós estamos à disposição para servir a Igreja quando os desígnios de Deus se manifestam através de mediações humanas, como é o caso de uma eleição".


O arcebispo de Aparecida nasceu em 1937 na cidade mineira de Capela Nova (MG). Teve sua ordenação presbiteral em 1968, em Conselheiro Lafaiete (MG) e ordenação episcopal em 1986, em Brasília (DF).


Dom Raymundo estudou Filosofia no Seminário Maior de Mariana (MG) e Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (Itália).


Antes do episcopado, Dom Raymundo Damasceno foi professor no Seminário Maior e na Universidade de Brasília (UnB) de 1976 a 1986.


Foi bispo auxiliar de Brasília, vigário geral e vigário episcopal na arquidiocese de Brasília, professor do departamento de Filosofia da UnB, Secretário Geral do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), secretário geral da IV Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, em Santo Domingo, Secretário Geral da CNBB por dois mandatos, Delegado ao Sínodo Especial para a África, Sínodo sobre a vida religiosa, como convidado, Delegado à Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a América por eleição da Assembleia da CNBB e confirmado pelo Papa João Paulo II, membro do Pontifício Conselho para as Comunicações, membro do Departamento de Comunicação do CELAM, membro da Comissão para a Comunicação, Educação e Cultura da CNBB, Delegado do CELAM, Presidente do CELAM, membro da Pontifícia Comissão para a América Latina – CAL e sínodo para a África (2009).


Seu lema episcopal é: “In Gaudium domini” (Na Alegria do Senhor).



Fonte: RV

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A COMUNICAÇÃO NA VIDA E NA MISSÃO DA IGREJA NO BRASIL


Foi lançado, nesta segunda-feira, 24, [Dia de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas], na reunião dos coordenadores da Pastoral da Comunicação (Pascom), que acontece na sede CNBB, em Brasília, o documento de estudos número 101 da CNBB, “A Comunicação na vida e missão da Igreja no Brasil”. Publicado pelas Edições CNBB e pela Paulus, o documento é uma resposta à necessidade da Igreja em trabalhar com o apoio de um subsídio sobre comunicação para a Igreja no Brasil.
Segundo o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Educação, Cultura e Comunicação Social da CNBB, dom Orani João Tempesta, o documento tem por objetivo ser um animador e orientador para o “Progresso da comunicação no Brasil”. Ele adianta ainda, na apresentação do documento, que o texto deverá se tornar brevemente o Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil.
“A nossa intenção, depois de muitas consultas, é que fosse um diretório de animação e orientação para o progresso da comunicação e uma melhor presença da Igreja na mídia, contemplando também, evidentemente, as questões espinhosas das transmissões litúrgicas televisivas e a grande discussão entre o virtual e o real [...]”, diz dom Orani, num dos trechos da apresentação do documento.
Em entrevista à assessoria de imprensa da CNBB, dom Orani destacou que a preocupação do texto é ser colocado à disposição da Igreja para que seja lido e aprofundado para futuramente ser transformado no Diretório de Comunicação. “Depois de lido e estudado, aguardaremos as sugestões das pessoas, para que façamos as adaptações necessárias para que o texto chegue a ser o diretório. A etapa agora é de sugestões”, disse dom Orani.
Para o arcebispo, o texto é uma forma de fomentar o entusiasmo dos comunicadores da Igreja no Brasil. “A comunicação é essencial na vida do ser humano e a Igreja é feita de comunicação, da boa notícia, da Palavra de Deus, da Catequese, da Liturgia. Com as mídias sociais e com a comunicação eletrônica, é importante que aja orientação, que não corte o entusiasmo, mas que entende bem a comunicação no Brasil e, pelo tamanho do país e pelo dinamismo que tem a comunicação no Brasil, é muito importante e necessário que tenhamos um diretório de comunicação no Brasil para fomentar o entusiasmo e orientar”, pontuou.
O encontro da Pascom teve início nesta segunda-feira, 24, e segue até sexta-feira, 28. Os participantes, coordenadores regionais da Pascom e pesquisadores da área, discutem as necessidades de publicações, ideias para melhorar os trabalhos de orientação em comunicação, como também pensar na publicação da segunda edição do livro “As novas fronteiras da Pastoral da Comunicação”. De acordo com a assessora da Comunicação Episcopal para as Comunicações Sociais da CNBB, irmã Elide Fogolari, a semana será importante para discussões sobre o desenvolvimento da Pascom e sua atuação na Igreja no Brasil. “As pessoas que trabalham nas bases da Pastoral da Comunicação estão pedindo que a Pascom seja sistematizada e aprofundada na Igreja para aqueles que já atuam na área para que tenham a Pascom desenvolvida nos seus regionais, dioceses e paróquias. Durante esses dias, vamos fazer um aprofundamento de como a Pascom é concebida no sentido filosófico, religioso, pastoral; e a comunicação enquanto geradora de sentidos para a Igreja e a sociedade”, antecipou irmã Elide.

Adquira o documento 101 da CNBB através das Edições - CNBB pelo telefone (61) 2193-3019 ou pelo site http://www.edicoescnbb.com.br/site/product_info.php?products_id=319&osCsid=ch6s7oue18bo8b02bie5um2c77

Mensagem do papa Bento XVI para o 45º Dia Mundial das Comunicações SociaisDom Orani também comentou a mensagem do papa Bento XVI para o 45º Dia Mundial das Comunicações Sociais. A preocupação com a verdade e a autenticidade na hora de comunicar é o principal foco da mensagem do pontífice, segundo o presidente da Comissão para as Comunicações Sociais da CNBB. “A mensagem do papa vem falar de modo especial aos jovens que são os absorvedores da comunicação do momento, das novas tecnologias, e vem lembrar o que é importantíssimo: precisamos ser autênticos e verdadeiros em tudo o que fazemos enquanto Igreja. Quem está por traz da comunicação ou à frente do computador, atrás de um microfone, ou fazendo um programa de televisão ou rádio deve observar isso muito bem. A mensagem vem alertar para a autenticidade da pessoa humana, daquele que faz a comunicação. O papa fala um pouco da vida da pessoa que conta com aquele que faz comunicação, ou seja, a importância da autenticidade para que se possa chegar a uma verdade objetiva.
Fonte: CNBB

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

ELEIÇÕES NO BRASIL

ELEIÇÕES: CNBB PREPARA ÚLTIMOS DETALHES DO DEBATE COM OS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

Brasília, 16 set (RV)

- A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se prepara para o debate que está promovendo – junto a outras instituições – com os candidatos à presidência da República. Nesta terça-feira, houve a última reunião para acertar os detalhes finais.
O evento é promovido pela Universidade Católica de Brasília (UCB), pela Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), pela Associação Nacional de Educação Católica (ANEC) e pela Associação Brasileira de Universidades Comunitárias (ABRUC), com o apoio da CNBB.Participaram dessa última reunião os representantes das candidaturas de Marina Silva (PV), José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Plínio Sampaio (PSol), candidatos à presidência cujos partidos têm representação na Câmara dos Deputados.De acordo com o secretário-executivo da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), Daniel Seidel, o debate irá priorizar os problemas sociais que afetam diretamente a população brasileira.
Seidel explicou que a intenção é “proporcionar aos cristãos e à sociedade em geral um debate que reflita sobre a situação do país e sobre quais são as propostas dos candidatos para enfrentar os grandes problemas, que incluem desenvolvimento urbano, moradia, reforma agrária, família e desenvolvimento humano.
Os temas ligados à defesa da vida estarão inseridos nesse debate também”.

Fonte: RV

quinta-feira, 13 de maio de 2010

BRASILIA - INICIA-SE CONGRESSO EUCARÍSTICO NACIONAL

CONCLUÍDA ASSEMBLEIA DOS BISPOS, INICIA-SE CONGRESSO EUCARÍSTICO NACIONAL


Brasília, 13 mai (RV)

– Concluiu-se nesta manhã no Centro de Treinamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio (CNTC) de Brasília, na festa de Nossa Senhora de Fátima, os trabalhos da 48ª Assembleia Geral da CNBB, em Brasília. Durante 10 dias mais de 300 bispos trataram de diversos temas que giraram em torno do tema central ‘Discípulos e servidores da Palavra de Deus e a Missão da Igreja no mundo’. Os últimos trabalhos de hoje tiveram início com a celebração das Laudes. Antes do meio dia o encerramento dos trabalhos com uma celebração de conclusão conduzida pela presidência da CNBB.Muitos os documentos aprovados nestes dias e para nos fazer uma avaliação do trabalhos, conversamos com o Secretário-Geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa. (Dom Dimas)Concluiu-se a Assembléia dos Bispos e na noite de hoje tem início o XVI Congresso Eucarístico Nacional como o tema “Eucaristia, pão da Unidade dos Discípulos Missionários”.De fato logo mais às 19 horas o anúncio do Jubileu e a Santa Missa de Abertura do Congresso para todos os participantes na Esplanada dos Ministérios. A celebração será presidida pelo enviado especial do Santo Padre, Cardeal Dom Cláudio Hummes, com quem conversamos ontem na sua chegada a Brasília. (Dom Cláudio)Amanhã primeiro dia do Congresso, teremos um dia de dedicado aos sacerdotes, a partir das 8h da manhã até as 14h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, com a presença do Cardeal-Prefeito da Congregação para o Clero, Dom Cláudio. A iniciativa contará com a participação de bispos, padres e seminaristas de todo o Brasil, por ocasião do Ano Sacerdotal, que se encerrará no próximo dia 11 de junho em Roma.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

ESTE SIM "È O CARA", ELE É HERODES

CNBB chama Lula de novo Herodes que na Bíblia “ordenou a matança de criancinhas”

Herodes, aquele que, segundo a Bíblia, ordenou a "matança dos inocentes", é como a Igreja Católica agora denomina o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em panfleto distribuído em São Paulo contra pontos dos quais discorda no 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, lançado em dezembro pelo governo.
No livro de São Mateus, Herodes ordena o extermínio de todas as crianças menores de dois anos em Belém, na Judeia, para não perder seu trono àquele anunciado como o recém-nascido rei dos judeus, Jesus Cristo.
Para a igreja, o "novo Herodes" autorizará o mesmo extermínio anunciando-se a favor da descriminalização do aborto.
No panfleto, intitulado "Presente de Natal do presidente Lula", a Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), contesta este e outros pontos do já polêmico plano.
"Herodes mandou matar algumas dezenas de recém-nascidos (Mt 2,16). Com esse decreto, Lula permitirá o massacre de centenas de milhares ou até de milhões de crianças no seio da mãe!", incita o documento.Segundo Dom José Benedito Simão, presidente da comissão e bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo, a igreja não é contra o plano em sua totalidade, mas considera que quatro deles "agridem" os direitos humanos.
Além da questão do aborto, são eles: união civil entre pessoas do mesmo sexo, direito de adoção por casais homoafetivos e a proibição da ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.
"Não é uma campanha contra o projeto, mas alguns pontos em que acreditamos que ele agride e extrapola os direitos humanos e o direito à vida", critica Dom Simão.
"O que nós contestamos é a falta de sensibilidade desse decreto, que funciona como um projeto, e não ajuda em nada ao Estado Democrático de Direito em que queremos viver. Não queremos cair em outra ditadura.
Esse decreto é arbitrário e antidemocrático", completa. Segundo Dom Simão, que também é bispo da Diocese de Assis, no interior de São Paulo, a intenção é ampliar a distribuição e divulgação do panfleto em todas as cidades do Estado e também pela internet.
"Ele [o plano] não está a favor do Brasil. Agora vem o presidente dizer que não sabia, que assinou sem ler? Como vai assinar se não leu?" Sobre a questão da retirada dos crucifixos, o bispo defende que não somente os símbolos da Igreja Católica estejam presentes, como também o de outras religiões.
"Nós não queremos que retire, queremos é que se coloquem mais símbolos ainda. A igreja sempre defendeu os direitos humanos e vai apoiar o governo em tudo o que for a favor da vida. Mas esse plano tem que ser revisto sim. O governo só reviu a questão dos militares, mas nesses quesitos não está querendo rever.
Que princípios o governo quer defender com esse projeto?" A CNBB nacional também criticou os mesmos pontos no programa, por meio de nota oficial. Mas sua assessoria de imprensa disse desconhecer a distribuição do panfleto, alegando que o regional tem autonomia para determinadas ações, que não precisam passar pelo seu crivo. A assessoria informou ainda que a CNBB nacional não irá se manifestar sobre o panfleto.
O Regional Sul 1 também informou que a comissão tem autonomia e que o panfleto não precisaria ser aprovado pelo presidente da sede para ser distribuído.
O regional coordena oito subregionais: Aparecida, Botucatu, Campinas, Ribeirão Preto 1, Ribeirão Preto 2, São Paulo 1, São Paulo 2 e Sorocaba, cada uma delas englobando pelo menos quatro cidades do Estado. O UOL Notícias entrou em contato com a Presidência da República.
A assessoria de imprensa informou que o governo não irá se pronunciar. Em busca de direitos A ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), que congrega 220 organizações congêneres, apoia o programa de direitos humanos. Em nota oficial, o presidente da entidade, Toni Reis, afirma que a associação participou da elaboração e defende que "os direitos sexuais de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais são direitos humanos e, por isso, direitos fundamentais a serem respeitados em uma sociedade democrática". Atualmente, o aborto é considerado crime no Brasil, exceto em duas situações: gravidez decorrente de estupro e quando há risco de morte à mãe.
No Código Penal, o aborto é enquadrado como crime contra a vida, com penas que variam de um a 10 anos de prisão.O casamento homossexual também não é permitido, mas a união civil entre pessoas do mesmo sexo está em vias de ser julgada pelo Supremo Tribunal Federal. A adoção por casais homoafetivos ocorre, mas é rara.
Faz parte de uma jurisprudência ainda minoritária, formada por decisões favoráveis em primeira instância com base no direito constitucional à família.
O polêmico plano Aprovado em dezembro, o PNDH-3 traça recomendações ao Legislativo para a futura elaboração de leis orientadas a casos que envolvam os direitos humanos no país. Um dos pontos mais controversos prevê a criação de uma Comissão da Verdade, para investigar casos de violação de direitos humanos durante a ditadura militar.
A medida gerou desentendimentos entre militares e a pasta de direitos humanos, e culminou em uma alteração no plano, assinada por Lula no último dia 14, suprimindo a expressão "repressão política", para englobar qualquer conflito no período.
A mudança não encerrou a discussão, já que outras polêmicas foram mantidas, como a tentativa de controle da imprensa e a não repreensão às invasões de terra, alvos de críticas de entidades como a Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
Em nota, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, que elaborou o programa, diz que ele incorpora propostas aprovadas em cerca de 50 conferências nacionais, realizadas desde 2003, e que sua versão preliminar esteve disponível durante 2009 para sugestões e críticas.

Fonte: Clickpb

domingo, 6 de dezembro de 2009

PAPA RECEBE BISPOS DOS REGIONAIS SUL 3 E 4 DA CNBB


PAPA RECEBE BISPOS DOS REGIONAIS SUL 3 E 4 DA CNBB


Cidade do Vaticano,

- Bento XVI recebeu em audiência, ontem, sábado, os bispos dos Regionais Sul 3 e 4 (Rio Grande do Sul e Santa Catarina) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em visita ad Limina. O papa agradeceu ao arcebispo de Florianópolis, Dom Murilo Krieger, pelas palavras de estima dirigidas a ele em nome de todos os bispos e do povo catarinense e gaúcho a eles confiado. O Santo Padre falou sobre a cultura, ressaltando "que o pensamento se dirige para dois lugares clássicos onde a mesma se forma e comunica – a universidade e a escola –, fixando a atenção principalmente nas comunidades acadêmicas que nasceram à sombra do humanismo cristão e nele se inspiram, honrando-se do nome católicas".Bento XVI fez um apelo para que a escola possa, "numa convicta sinergia com as famílias e com a comunidade eclesial, promover aquela unidade entre fé, cultura e vida que constitui a finalidade fundamental da educação cristã".Além disso, o pontífice sublinhou que a escola católica não pode ser pensada nem vivida separadamente das outras instituições educacionais. Ela "está a serviço da sociedade: desempenha uma função pública e um serviço de pública utilidade, não reservado apenas aos católicos, mas aberto a todos os que queiram usufruir de uma proposta educacional qualificada" – firou o papa. O Santo Padre citou o artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos que afirma: "os pais têm direito de prioridade na escolha do gênero de educação a ser ministrada aos próprios filhos". "O empenho plurissecular da escola católica situa-se nesta direção, impelido por uma força ainda mais radical, ou seja, a força que faz de Cristo o centro do processo educacional" – frisou ainda Bento XVI.Ainda em seu discurso, o papa agradeceu às congregações religiosas que fundaram no Brasil renomeadas universidades, "lembrando que elas não são uma propriedade de quem as fundou ou de quem as freqüenta, mas expressão da Igreja e do seu patrimônio de fé".Bento XVI recordou também que em agosto passado a Instrução "Libertatis nuntius" da Congregação para a Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, completou 25 anos.Enfim, o papa concluiu pedindo ao Senhor que derrame a abundância da sua Luz sobre todas as escolas brasileiras, confiando seus protagonistas à proteção da Virgem Maria. O Santo Padre concedeu aos sacerdotes, aos religiosos e religiosas, aos leigos engajados e a todos os fiéis brasileiros das dioceses catarinenses e gaúchas a sua bênção apostólica. (MJ)

DISCURSOS NA ÍNTEGRA

Leia a seguir, na íntegra, o discurso de Bento XVI aos bispos dos Regionais Sul 3 e 4 e a saudação do presidente do Regional Sul 4, Dom Murilo Krieger, ao Santo Padre:

DISCURSO DO PAPA

Venerados Irmãos no Episcopado,Dou as boas-vindas e saúdo a todos e cada um de vós, ao receber-vos colegialmente no quadro da vossa visita ad limina. Agradeço a Dom Murilo Krieger as expressões de devotada estima que me dirigiu em nome de todos vós e do povo confiado aos vossos cuidados pastorais nos Regionais Sul 3 e 4, expondo também os seus desafios e esperanças. Ouvindo estas coisas, sinto elevarem-se do meu coração ações de graças ao Senhor pelo dom da fé misericordiosamente concedido às vossas comunidades eclesiais e por elas zelosamente conservado e arduamente transmitido, em obediência ao mandato que Jesus nos deixou de levar a sua Boa Nova a toda a criatura, procurando impregnar de humanismo cristão a cultura atual.Referindo-me à cultura, o pensamento dirige-se para dois lugares clássicos onde a mesma se forma e comunica – a universidade e a escola –, fixando a atenção principalmente nas comunidades acadêmicas que nasceram à sombra do humanismo cristão e nele se inspiram, honrando-se do nome «católicas». Ora «é precisamente na referência explícita e compartilhada de todos os membros da comunidade escolar – embora em graus diversos – à visão cristã que a escola é “católica”, já que nela os princípios evangélicos tornam-se normas educativas, motivações interiores e metas finais» (Congr. para a Educação Católica, Doc. A escola católica, n. 34). Possa ela, numa convicta sinergia com as famílias e com a comunidade eclesial, promover aquela unidade entre fé, cultura e vida que constitui a finalidade fundamental da educação cristã.Entretanto também as escolas estatais, segundo diversas formas e modos, podem ser ajudadas na sua tarefa educativa pela presença de professores crentes – em primeiro lugar, mas não exclusivamente, os professores de religião católica – e de alunos formados cristãmente, assim como pela colaboração das famílias e pela própria comunidade cristã. Com efeito, uma sadia laicidade da escola não implica a negação da transcendência, nem uma mera neutralidade face àqueles requisitos e valores morais que se encontram na base de uma autêntica formação da pessoa, incluindo a educação religiosa.A escola católica não pode ser pensada nem vive separada das outras instituições educativas. Está ao serviço da sociedade: desempenha uma função pública e um serviço de pública utilidade, não reservado apenas aos católicos, mas aberto a todos os que queiram usufruir de uma proposta educativa qualificada. O problema da sua paridade jurídica e econômica com a escola estatal só poderá ser corretamente impostado se partirmos do reconhecimento do papel primário das famílias e subsidiário das outras instituições educativas. Lê-se no artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos do Homem: «Os pais têm direito de prioridade na escolha do gênero de educação a ser ministrada aos próprios filhos». O empenho plurissecular da escola católica situa-se nesta direção, impelido por uma força ainda mais radical, ou seja, a força que faz de Cristo o centro do processo educativo.Este processo, que tem início nas escolas primária e secundária, realiza-se de modo mais alto e especializado nas universidades. A Igreja foi sempre solidária com a universidade e com a sua vocação de conduzir o homem aos mais altos níveis do conhecimento da verdade e do domínio do mundo em todos os seus aspectos. Apraz-me tributar aqui a mais viva gratidão eclesial às diversas congregações religiosas que entre vós fundaram e suportam renomadas universidades, lembrando-lhes, porém, que estas não são uma propriedade de quem as fundou ou de quem as freqüenta, mas expressão da Igreja e do seu patrimônio de fé.Neste sentido, amados Irmãos, vale a pena lembrar que em agosto passado, completou 25 anos a Instrução Libertatis nuntius da Congregação da Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, nela sublinhando o perigo que comportava a assunção acrítica, feita por alguns teólogos de teses e metodologias provenientes do marxismo. As suas seqüelas mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas. Suplico a quantos de algum modo se sentiram atraídos, envolvidos e atingidos no seu íntimo por certos princípios enganadores da teologia da libertação, que se confrontem novamente com a referida Instrução, acolhendo a luz benigna que a mesma oferece de mão estendida; a todos recordo que «a regra suprema da fé [da Igreja] provém efetivamente da unidade que o Espírito estabeleceu entre a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, numa reciprocidade tal que os três não podem subsistir de maneira independente» (João Paulo II, Enc. Fides et ratio, 55). Que, no âmbito dos entes e comunidades eclesiais, o perdão oferecido e acolhido em nome e por amor da Santíssima Trindade, que adoramos em nossos corações, ponha fim à tribulação da querida Igreja que peregrina nas Terras de Santa Cruz.Venerados Irmãos no episcopado, na união a Cristo precede-nos e guia-nos a Virgem Maria, tão amada e venerada nas vossas dioceses e por todo o Brasil. Nela encontramos, pura e não deformada, a verdadeira essência da Igreja e assim, através dela, aprendemos a conhecer e a amar o mistério da Igreja que vive na história, sentimo-nos profundamente uma parte dela, tornamo-nos por nossa vez «almas eclesiais», aprendendo a resistir àquela «secularização interna» que ameaça a Igreja e os seus ensinamentos.Enquanto peço ao Senhor que derrame a abundância da sua luz sobre todo o mundo brasileiro da escola, confio os seus protagonistas à proteção da Virgem Santíssima e concedo a vós, aos vossos sacerdotes, aos religiosos e religiosas, aos leigos empenhados, e a todos os fiéis das vossas dioceses paterna Bênção Apostólica.

SAUDAÇÃO DE DOM MURILO KRIEGER, ARCEBISPO DE FLORIANÓPOLIS

Santo Padre,

Deixamos nossas Igrejas Particulares e viemos a Roma para ser confirmados pelo sucessor de Pedro em nossa missão (cf. Lc 22,32). Procuraremos responder a três perguntas que, segundo pensamos, estão em seu coração.Quem somos? Somos os Bispos de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Nesses dois Estados há 28 Dioceses. Nossa região tem uma natureza privilegiada e ali mora um povo de ricas tradições culturais e religiosas. Dos portugueses açorianos, que para lá foram no século dezoito, e dos alemães, italianos, poloneses, ucranianos e austríacos, que imigraram nos séculos dezenove e vinte, herdamos, sobretudo, a fé. Nossas terras foram regadas com o sangue de mártires – alguns deles, elevados às honras dos altares: Pe. Roque Gonzales de Santa Cruz, Pe. Afonso Rodrigues e Pe. João de Castilho, canonizados em 1988; Pe. Manuel Gómez Gonzáles e o Coroinha Adílio Daronch, beatificados em 2007; e Albertina Berkenbrock, beatificada também em 2007. Uma santa, canonizada em 2002, hoje muito conhecida no Brasil, Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus, andou por nossas estradas, atendeu a nossos doentes e foi catequista de muitas crianças. Nossas comunidades deram à Igreja um considerável número de bispos, sacerdotes, diáconos permanentes, religiosos e religiosas. Nossos leigos – uma multidão! – nos edificam com sua disponibilidade e generosidade. Pastores das ovelhinhas que o Bom Pastor nos confia, não conseguimos realizar todos os nossos sonhos. Anima-nos, contudo, a certeza de que o Senhor vem ao encontro de nossas limitações. Sabemos, também, que sua graça é poderosa, capaz de transformar e enriquecer o coração de nosso povo.O que trazemos? Trazemos, Santo Padre, o desejo de expressar-lhe nossa unidade, nossa obediência e disponibilidade. Em nosso dia a dia, nos trabalhos no Reino de Deus, suportamos com amor o peso do dia e do calor ardente (cf. Mt 20,12). Num mundo marcado pelo relativismo e individualismo, nossos desafios se multiplicam. Por isso, trazemos o desejo de, com o sucessor de Pedro, rezar por nossas famílias, comunidades de vida e de amor; por nossos jovens que, como Vossa Santidade nos lembrou em sua Visita ao Brasil, são "o presente jovem da Igreja e da humanidade" (Encontro com os Jovens no Pacaembu, 10.05.2007); por nossas crianças, que são o maior patrimônio de nossas dioceses; e por nossos doentes, sobre os quais pousa o olhar carinhoso de Cristo.O que esperamos levar? Nossas Igrejas Particulares nos acompanham nesta visita, com suas orações, e esperam receber vossa bênção de pai. Esperamos levar-lhes vossa palavra amiga e orientadora, sabendo, de antemão, que, nesses encontros com os regionais do Brasil, cada mensagem que Vossa Santidade transmite é dirigida a todos os brasileiros. Esperamos levar um coração renovado, para realizar com alegria, cada dia, a grande tarefa da Igreja, "de custodiar e alimentar a fé do Povo de Deus" (Bento XVI, Abertura da Conferência de Aparecida, 13.05.09). Esperamos, sobretudo, levar a presença de Cristo, que se torna realidade neste nosso encontro. Para isso, contamos com a intercessão da Mãe de Jesus, invocada em nosso país com o título de Nossa Senhora Aparecida.

Fonte: RV

sábado, 16 de maio de 2009

É DE GRANDES PROPORÇÕES AS ENCHENTES NO NORTE E NORDESTE BRASILEIROS

ENCHENTES NO NORTE E NORDESTE: CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE DA CNBB E DA CARITAS

Brasília, 15 mai (RV)

- A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Caritas brasileira lançam uma campanha nacional de solidariedade para com as pessoas atingidas pelas enchentes nas regiões Norte e Nordeste. Segundo informações do site da CNBB, os recursos serão aplicados no atendimento imediato às vítimas, na reconstrução das casas e na recuperação dos meios produtivos. A campanha vai até o dia 10 de setembro. Em 2008, quando as chuvas de abril atingiram fortemente o Nordeste, foi arrecadada a soma de R$ 1.026.780,00.Desde o começo das enchentes, em abril, as Caritas arquidiocesanas e diocesanas das regiões afetadas, em parceria com as igrejas locais, promovem campanhas de arrecadação de donativos para as vítimas. Roupas, colchões, cobertores, água potável (filtros) e alimentos não-perecíveis são os itens de maior necessidade neste momento, segundo informações das Caritas envolvidas. Contas bancárias locais também foram abertas no Maranhão, Piauí e Sobral (CE). As doações em dinheiro podem ser feitas nas contas bancárias: Banco do Brasil: Agência 3475-4, c/c 23091-XBradesco: Agência 606, c/c 68000-1Caixa Econômica Federal: Agência 1041, operação 003, c/c 935-1(BF)

Fonte: RV

sábado, 17 de janeiro de 2009

1- CNBB ESCOLHE 2009 COMO O ANO CATEQUÉTICO NO BRASIL

1- parte:

O que é o Ano Catequético

Há cinqüenta anos acontecia o primeiro Ano Catequético, hoje, dando continuidade ao dinamismo do movimento catequético, queremos fazer com que todas as nossas Dioceses, Paróquias e comunidades, sejam de fato comunidades catequizadoras, cuja eixo norteador é a formação para o discipulado e missão. Neste sentido, a 44ª Assembléia Geral dos Bispos (2006) aprovou por unanimidade a realização de um Ano Catequético, celebrando 50 anos do primeiro Ano Catequético, ocorrido em 1959. A iniciativa é resultado da importância e valorização que a Igreja vem dando a CATEQUESE, como ficou expresso no processo de elaboração do Diretório Nacional de Catequese (DNC – 2002 a 2005); e também na V Conferência de Aparecida, sem o impulso da catequese não há como formar discípulos missionários.
O Ano Catequético tem como tema: "Catequese , caminho para o discipulado" e lema: "Nosso coração arde quando Ele fala, explica as Escrituras e parte o pão" (Lc 24,13-35). Terá sua culminância com a 3ª Semana Brasileira de Catequese que se realizará de 7 a 11 de outubro de 2009 em Itaici (Indaiatuba - SP).

Cartaz do Ano Catequético 2009
COMO A IGREJA ESTÁ SE PREPARANDO PARA O ANO CATEQUÉTICO
O objetivo do ano catequético se expressa da seguinte forma: Dar novo impulso à catequese como serviço eclesial e como caminho para o discipulado. A busca de um novo impulso à catequese, levando à consciência de que a catequese é uma dimensão de toda ação evangelizadora. Uma ação eclesial só é evangelizadora se também catequiza. Catequese não é portanto, uma ação restrita aos ministros da catequese, mas é de todo cristão. Com isso há necessidade de recuperar a concepção de catequese como processo permanente de educação da fé e não somente em vista à preparação aos sacramentos. Catequese como caminho para o discipulado, traz presente a necessidade do encontro pessoal com Jesus Cristo e conseqüentemente o seguimento e missão, todo discípulo é missionário, são as duas faces de uma mesma realidade, conforme afirma o Documento de Aparecida . A CNBB, através da Comissão Episcopal Pastoral para Animação Bíblico-Catequética, convoca a Igreja do Brasil para o Ano Catequético
Nacional de 2009 e apresenta como instrumento de trabalho o TEXTO-BASE. Este subsídio para o grande mutirão catequético está centrado na iniciação à vida cristã, no discipulado missionário, à luz do itinerário dos discípulos de Emaús (Lc 24,13-35). Está organizado em três partes, seguindo o método ver-julgar-agir, resgatado e valorizado no Documento de Aparecida (DA 19) e presente também no Diretório Nacional de Catequese (DNC 157).

ANO CATEQUÉTICO É PARA TODA IGREJA
Não quer ser um evento isolado, se insere no processo de recepção do Documento de Aparecida, nas novas Diretrizes aprovadas na 46ª Assembléia Geral da CNBB, nos demais eventos eclesiais, enfim, quer impulsionar e dinamizar toda a caminhada pastoral da Igreja, Dioceses, Prelazias, Paróquias, comunidades, Pastorais e Movimentos. Diante disso, os Bispos, os Párocos, primeiros responsáveis pela catequese, juntamente com os agentes de pastoral leigos/as, de modo especial os/as catequistas são conclamados a dinamizar as atividades propostas para este evento que tem a seguinte programação:

ABERTURA OFICIAL
2º Domingo de Páscoa nas Dioceses, Prelazias, Paróquias, Comunidades, com criatividade e de forma celebrativa.
Um destaque na 47ª Assembléia Geral dos Bispos (2009): Celebração Eucarística ou outro evento.
Encerramento: Domingo de Cristo-Rei.

sábado, 23 de agosto de 2008

CNBB: PREOCUPAÇÂO COM OS MIGRANTES

CNBB preocupada com restrições às migrações
Organismo divulga nota de solidariedade aos migrantes
Por Alexandre Ribeiro


BRASÍLIA,

- A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) divulgou essa quinta-feira uma nota em que repudia as medidas que criminalizam os migrantes nos países mais desenvolvidos.
Ao final da reunião do Conselho Episcopal Pastoral da CNBB, órgão executivo formado pela presidência e mais 10 bispos, o episcopado expressou sua «apreensão e preocupação» com a adoção, por países para onde afluem numerosos grupos de migrantes, de medidas que ferem princípios básicos dos direitos humanos dos migrantes e suas famílias».
«Sem desconsiderar a complexidade das questões que envolvem o tema, constata-se que há medidas que dão margem a sentimentos xenófobos e fortalecem a criminilização do ato de migrar», afirmam os bispos.
«Tais medidas podem representar retrocesso no caminho de integração dos povos e da construção de uma cultura de paz. A acolhida à diversidade cultural, religiosa e social é condição fundamental para o estabelecimento da justiça e da paz.»
Ao recordar que os movimentos migratórios «são fatores de desenvolvimento humano e social», a CNBB enfatiza que «países que atualmente restringem a entrada de migrantes são os mesmos que outrora assistiram a emigração em massa de seus cidadãos».
«Aqueles que no Brasil aportaram, foram acolhidos e, gradativamente, integraram-se à sociedade local, contribuindo na construção da identidade e cultura nacionais», recorda.
A CNBB afirma repudiar «medidas que criminalizam os migrantes». «Muitas vezes, o tratamento dado aos migrantes é injusto e humilhante, envolvendo detenção e prisão, perda da moradia, do emprego e dos bens, separação dos cônjuges e dos filhos. A vergonha da expulsão pode impedir até mesmo a volta à família de origem».
«Manifestamos nossa solidariedade a todos os migrantes, aos brasileiros e brasileiras no exterior, e, de modo especial, aos que se encontram em situação de maior vulnerabilidade, com dificuldade de obter a documentação de permanência, vivendo e trabalhando em clima de insegurança e medo.»
O episcopado brasileiro apela «aos países e à comunidade internacional que implementem medidas para cessar as guerras, superar a fome e a miséria, eliminar as desigualdades sociais».
Pede também que se adote «uma política migratória que leve em consideração os direitos das pessoas em mobilidade».
«Rogamos que prevaleça a solidariedade, baseada nos princípios da dignidade da pessoa, da proteção dos direitos humanos e da fraternidade universal», encerra o texto.

Fonte: ZENIT.org

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

CNBB ESTÁ COM NOVO SITE

CNBB lança novo site

«Fonte de informação e formação», afirma secretário-geral
BRASÍLIA,
- A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) lançou esta quarta-feira seu novo site.

No endereço eletrônico http://www.cnbb.org.br, o internauta terá informações sobre a Conferência episcopal, os bispos, as dioceses, além de notícias diárias sobre a vida da Igreja no Brasil e suas diferentes ações pastorais.

Em um formato leve e objetivo, o novo site quer ser «fonte de informação e de formação», afirma o secretário-geral do organismo, Dom Dimas Lara Barbosa, em mensagem de boas-vindas aos internautas.

O bispo afirma que a nova configuração também tem o objetivo de proporcionar um melhor conhecimento da estrutura e organização da CNBB.

A primeira página do site apresenta a CNBB em sua estruturação organizacional. Na parte superior, há uma imagem em movimento mostrando o interior da capela e a fachada externa da sede da CNBB.

Uma barra horizontal abaixo da imagem traz um menu com a organização institucional da CNBB, incluindo, especialmente, os Regionais e as Comissões Episcopais. Há ainda os links para a Santa Sé e para o Celam, «significando a comunhão da Igreja do Brasil com a Igreja de Roma e Latino-americana», explica o bispo.

Outros links situados na parte central da página inicial, em formato circular, remetem a outros organismos e aos vários serviços que constituem a CNBB em sua dimensão pastoral.

«Tendo a informação como uma de suas metas, na perspectiva de tornar públicas as ações e o pensamento da Igreja do Brasil, já nesta página uma foto-legenda chama nossa atenção para notícias que são destaque, dando desta forma, dinamicidade e atualidade ao site», destaca Dom Dimas.

O secretário-geral enfatiza que a CNBB está consciente «da imprescindibilidade dos meios de comunicação na evangelização, especialmente da rede mundial de computadores».

«A Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, rogamos abençoar os internautas e todos os que se servem dos meios de comunicação para fazer chegar ao coração da humanidade o bem, a verdade e a paz», afirma o bispo.
Fonte : ZENIT.org

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

3º ENCONTRO PARA OS QUE TRABALHAM COM A JUVENTUDE

ENCONTRO PARA CONGREGAÇÕES QUE TRABALHAM COM JUVENTUDE

Belo Horizonte, 11 ago (RV)

- A Comissão Episcopal de Pastoral para o Laicato, por meio do Setor da Juventude da CNBB, organiza, a partir do próximo dia 11 de setembro, em Belo Horizonte (MG), o 13º Encontro Nacional de Congregações que trabalham com a Juventude.
O encontro de três dias abordará o tema “Vida e missão da vida religiosa no chão das juventudes” e terá como objetivos:
1- definir projetos para o trabalho das Congregações com a juventude, a partir dos pré-projetos elaborados no encontro anterior;
2- partilhar as experiências juvenis garantidas pelas congregações;
3- oferecer pistas para a assessoria das juventudes;
4- estudar as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja e, enfim,
5- aprofundar o Documento sobre Evangelização da Juventude e o Documento de Aparecida.
As assessorias serão do Secretário executivo do Mutirão de Combate à Miséria e à Fome, Padre Nelito Dornelas; da coordenadora de publicações da Rede Brasileira de Institutos de Juventude, Carmem Lúcia Teixeira; do assessor dos setores da Juventude da Conferência dos Religiosos do Brasil, Frei Rubens Mota.
Poderão participar do encontro dois representantes por província religiosa ou Congregação, Instituto de Juventude, Pastoral Específica de Juventude, Conferência dos Religiosos do Brasil. (MT)

Fonte: RV

domingo, 10 de agosto de 2008

JOINVILLE: SEMANA DA FAMÍLIA

Diocese de Joinville celebra Semana da Família

Bispo diocesano, Dom Irineu Scherer

A Pastoral Familiar da diocese de Joinville (SC) já começou a se organizar para a Semana Nacional da Família, que acontecerá entre os dias 10 e 17.

As 44 paróquias que formam a diocese realizarão missas, atividades, reuniões e encontros voltados para a família.
Este ano, a Semana Nacional da Família reflete o mesmo lema da Campanha da Fraternidade 2008, Escolhe, pois, a vida.

O tema da Semana na diocese será: A Vida em suas mãos.

No domingo, 17, às 15h, acontecerá o encerramento da Semana, com a missa que será presidida pelo bispo diocesano, Dom Irineu Scherer, e concelebrada pelos padres da diocese e os fiéis.
Fonte: CNBB

quinta-feira, 24 de julho de 2008

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA


Semana Nacional da Família dá continuidade a tema da Campanha da Fraternidadequarta:


24 de julho de 2008
O tema da Campanha da Fraternidade, “Escolhe, pois, a vida”, será retomado pela 12ª Semana Nacional da Família, que começa dia 9 de agosto. A Semana é animada pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB.
“Com a Semana Nacional, a Igreja quer, uma vez mais, salientar a importância da família”, explica o assessor da Comissão, padre Luiz Antônio Bento. “a Igreja sabe que é fundamental um olhar atento dirigido à família, patrimônio da humanidade”, esclarece. “A família é a primeira escola das virtudes sociais de que as sociedades têm necessidade. Ela participa decisivamente no desenvolvimento da sociedade. É o lugar privilegiado para forjar no coração do homem os valores perenes, sejam eles espirituais ou civis”.
Para a Semana Nacional, a Comissão Episcopal para a Vida e a FAmília e a Comissão Nacional da Pastoral Familiar publicaram o livreto Hora da Família, com roteiros para serem usados nas celebrações, grupos e escolas. Mais informações no site da Pastoral Familiar: http://www.pastoralfamiliarcnbb.org.br/.
Fonte:CNBB

segunda-feira, 14 de julho de 2008

JMJ - UMA JOVEM BRASILEIRA FARÁ PARTE DO GRUPO DE JOVENS QUE ALMOÇARÁ COM BENTO XVI

JOVEM BRASILEIRA ALMOÇARÁ COM PAPA EM SYDNEY

Cidade do vaticano,
- Dentre os diversos eventos programados no âmbito do Dia Mundial da Juventude, em Sydney, consta um almoço, no próximo dia 18, em que o Santo Padre vai receber 12 jovens: um rapaz e uma moça de cada continente, mais um casal de nacionalidade australiana.
Representando as Américas, está confirmada a presença de uma brasileira. Seu nome e proveniência ainda não foram divulgados, por questão de segurança, mas a notícia foi revelada ontem à Rádio Vaticano por Pe. Gisley Azevedo, assessor do Setor Juventude da CNBB e acompanha a animação da evangelização juvenil.
Fonte: RV

JMJ - JUVENTUDE É RECONHECIDA NA IGREJA

JMJ proclama que juventude é reconhecida na Igreja
Afirma um bispo brasileiro ‘catequista’ em Sydney

BRASÍLIA,
- Um dos bispos brasileiros que orientará as catequeses em língua portuguesa na Jornada Mundial da Juventude de Sydney considera que o evento é um sinal de reconhecimento dos jovens no seio da Igreja.
Dom Eduardo Pinheiro, bispo auxiliar de Campo Grande (Mato Grosso do Sul), é o assessor nacional do Setor de Juventude da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Ele representará o episcopado brasileiro nas catequeses da Jornada, ao lado do arcebispo de Curitiba, Dom Moacir Vitti.
Em entrevista ao Site JMJ Brasil, Dom Eduardo, que participa pela primeira vez de uma Jornada, afirma que pretende «aproveitar bem deste rico momento que Deus estará me proporcionando para o meu crescimento espiritual e pastoral».
«Espero poder saborear cada instante e, aberto à ação do Espírito Santo, conhecer mais os jovens de nosso tempo, presentes em todas as partes do mundo.»
O bispo disse esperar também «fortalecer, com minha oração, fala e presença, esta nossa Igreja que tem estado atenta ao universo juvenil, tão desafiado por esta 'mudança de época'».
«Desde o investimento num evento grandioso como a Jornada, quanto a preocupação em organizar pequenas atividades em nossas comunidades 'com' e 'para' os jovens, a Igreja proclama bem alto que a juventude é querida e reconhecida na dinâmica eclesial», afirmou Dom Eduardo.
Fonte: ZENIT.org

terça-feira, 8 de julho de 2008

CONGRESSO INTERNACIONAL DE TURISMO RELIGIOSO

CURITIBA ABRIGA CONGRESSO INTERNACIONAL DE TURISMO RELIGIOSO

Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Curitiba, 08 jul (RV) - "Despertar para a sustentabilidade religiosa, social e cultural." Este é o tema do III Congresso Internacional de Turismo Religioso e Sustentável, que teve início ontem em Curitiba (PR).
Promovido pelo Regional Sul 2 da CNBB, pela Pastoral do Turismo e pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, entre outros, o Congresso tem como objetivos: conscientizar sobre a importância do Turismo Religioso para uma vivência religiosa da fé; conscientizar sobre a importância do Turismo Religioso para o desenvolvimento sustentável da sociedade; integrar ao Turismo Religioso os atrativos culturais, sociais e gastronômicos; apresentar o Turismo Religioso; demonstrar a integração como base para atrair fluxo de turistas e despertar valores humanos como ferramenta para combater a fome, a violência, a pobreza.
O evento, que se encerra amanhã, reúne cerca de seiscentos congressistas, entre representantes de diversos países e diferentes setores da economia paranaense, autoridades civis, religiosas e militares. (BF)
Fonte: RV

segunda-feira, 30 de junho de 2008

APROVADA A PASTORAL FAMILIAR NO BRASIL PARA OS PRÓXIMOS DEZ ANOS


DIRETRTIZES DA PASTORAL FAMILIAR NO BRASIL PARA OS PRÓXIMOS DEZ ANOS


São Paulo, 30 jun (RV) - Realizou-se, semana passada, em São Paulo, o VI Encontro Nacional da Pastoral Familiar, que contou com a presença de bispos, assessores eclesiásticos e agentes de Formação Familiar.
O objetivo foi refletir sobre as ações estratégicas dos próximos três anos de articulação e de trabalho da Pastoral Familiar.
O presidente da Comissão Episcopal de Pastoral para a Vida e a Família, Dom Orlando Brandes, expôs, na abertura dos trabalhos, o planejamento das ações e da persistência da implantação da Pastoral Familiar em todas as paróquias do Brasil.
O assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, Padre Luiz Antônio Bento, e o casal Célia e Wanderley coordenaram o encontro.
Para falar sobre as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e dos trabalhos da Pastoral Familiar, estiveram presentes os bispos conselheiros da Pastoral Familiar, Dom Antônio Augusto Dias Duarte e Dom João Carlos Petrini.
Dom Duarte alertou para a o planejamento familiar, que atualmente, segundo ele, é tratada com parcialidade e sem preocupação por parte da Igreja e dos agentes de Pastoral Familiar. Ele expressou o desejo de que a Pastoral Familiar “seja mais orientativa” e incorporada ao sentido verdadeiro da dimensão matrimonial da fertilidade, para que as famílias encontrem o sentido sadio da sexualidade “que leve a um consciente planejamento familiar aberto aos desígnios de Deus”.
O encontro traçou e aprovou a linha de ação da Pastoral Familiar no Brasil até 2010 e definiu as diversas ações a serem realizadas no setor de formação de agentes e na estruturação do trabalho pastoral.
Fonte: RV

sábado, 28 de junho de 2008

SANTOS MAIS VENERADOS NO BRASIL

SANTOS MAIS VENERADOS NO BRASIL: ABERTURA DO ANO PAULINO

ABERTURA DO ANO PAULINO

Brasil, 28 jun (RV) - Neste mês de junho, período de festas juninas, foram celebrados, no Brasil, os três santos mais populares: dia 13, Santo Antônio de Pádua; dia 24, festa de São João; e, amanhã, dia 29, São Pedro e São Paulo.

Santo Antônio é o homem da palavra e do pão: ele encantava as multidões com a Palavra de Deus e dava pão aos pobres e necessitados. Foi contemporâneo de Francisco de Assis, outro santo muito venerado no Brasil.

São João é a "voz daquele que clama no deserto". Ponte de ligação entre o Antigo e Novo Testamento, entre a antiga e a nova Aliança. Profeta que preparou os caminhos para a vinda do Senhor.

São Pedro, figura rude e espontânea, impetuosa e sincera, foi um dos mais íntimos companheiros de Jesus e o primeiro a ser chamado e escolhido por Ele; homem do amor e da negação, do reencontro e da reconciliação.; um dos pilares da Igreja, como São Paulo.

Paulo ou Saulo, um dos maiores convertidos de todos os tempos, foi um fiel intrépido e incansável evangelizador. São Pedro e São Paulo são irmanados pelo martírio.

Por ocasião do bimilenário deste “Apóstolo dos Gentios”, inicia-se, oficialmente, hoje, o Ano Paulino. Por isso, as principais catedrais e igrejas do Brasil farão celebrações especiais pelo Ano Paulino.

A Família Paulina, composta por cinco Congregações religiosas - Paulinos, Paulinas, Discípulas, Irmãs de Jesus Bom Pastor e Apostolinas - divulgou, ontem, algumas iniciativas que marcarão o Jubileu do Apóstolo dos Gentios.

Na Catedral da Sé, em São Paulo, o cardeal Odilo Pedro Scherer presidirá à missa de domingo, dia 29, momento em que se reunirão as diversas regiões episcopais e pastorais da arquidiocese.

No Rio de Janeiro, a Família Paulina celebrará a abertura do Ano Paulino na tarde do dia 3 de julho. A Santa Missa será celebrada, na igreja do Bom Parto, Dom Edson de Castro Homem, bispo auxiliar do Rio de Janeiro.

Em Belo Horizonte, a celebração Eucarística será dia 29, na paróquia Santa Mônica, transmitida pela TV Horizonte.

Em Brasília, a abertura do Ano Paulino será domingo, com a celebração da Missa, na Catedral Metropolitana, presidida por Dom João Braz Aviz.

Na arquidiocese de Fortaleza, a abertura também será domingo, com Celebração Eucarística presidida por Dom José Aparecido Tosi Marques, transmitida pela TV Ceará.

Em Belém do Pará, haverá um grande encontro, na tarde de hoje, na Igreja Matriz de São Francisco de Assis (Capuchinhos), de onde partirá a procissão para a Igreja Matriz da Paróquia de São Pedro e São Paulo.

Uma imagem de São Paulo percorrerá durante o ano todas as paróquias da arquidiocese.

Os Padres e Irmãos Paulinos e Família Paulina vão se reunir no Santuário de Aparecida, em 12 de julho, para celebrar a abertura do Ano Paulino, com solene Eucaristia presidida pelo cardeal-arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer. Esta celebração será transmitida: Rede Vida, Aparecida, Nazaré e Horizonte.

Na Igreja da América Latina, o Ano Paulo será celebrado, com particular devoção, na busca de aprofundar sua missão, nas pegadas da Conferência de Aparecida. (MT)
Fonte: RV

quarta-feira, 18 de junho de 2008

CEM ANOS DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL

Mensagem da CNBB pelos cem anos da imigração japonesa no Brasil



Brasília, 18/06/2008 -
Lembrando os cem anos da imigração japonesa, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou uma Menção de Congratulação à Pastoral Nipo-Brasileira (Panib), por ocasião de sua assembléia, em abril. Nela, ressalta a fé cristã e os valores dos japoneses que vieram para o Brasil.”Ao atravessar oceanos e mares, essa gente não trouxe na bagagem somente seus sonhos e expectativas, sua cultura milenar, tradições longevas, costumes profundamente arraigados e valores próprios. Entre os imigrantes, muitos já vinham assinalados pela fé cristã-católica que, quinze séculos depois de Jesus dizer Ide e evangelizai... (Mt. 28,19), chegou também ao Japão”, diz o texto. A CNBB agradece também à Panib ”todo o trabalho prestado à evangelização dos japoneses e se congratula com sua diretoria e todos os seus membros pelo centenário”. Leia abaixo a íntegra da mensagem da CNBB à Panib:Menção de CongratulaçãoA Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) congratula-se com a Panib (Pastoral Nipo-brasileira) pela passagem do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, que ocorrerá dia 18 de junho próximo.Nesta data, há cem anos, a primeira leva de japoneses, - 168 famílias e 779 pessoas -, aportou em Santos (SP), no Kasato-Maru, navio de guerra adaptado para o transporte de passageiros. Do porto de Santos, foram levados para o centro de triagem na capital paulista e, daí, encaminhados, sobretudo, para fazendas de café, no interior do Estado. Hoje, os vindos do Japão, ditos primeira geração ou ‘issei’, os de segunda geração, ‘nissei’, e os de terceira geração, ‘sansei’, somam aproximadamente 1,3 milhão de pessoas. O maior contingente, desde há três anos, passou a ser o dos ‘sansei’. Muito cedo, em nosso país, os japoneses galgaram notáveis postos na agricultura e economia em geral, na ciência, na política, no esporte, na arte e outros campos. Mas, ao atravessar os oceanos e mares, essa gente não trouxe na bagagem somente seus sonhos e expectativas, sua cultura milenar, tradições longevas, costumes profundamente arraigados e valores próprios. Entre os imigrantes, muitos já vinham assinalados pela fé cristã-católica que, quinze séculos depois de Jesus dizer “Ide e evangelizai...” (Mt. 28,19) chegou também ao Japão. O primeiro operário dessa messe foi ninguém menos que São Francisco Xavier, seguido, depois, por outros missionários. Aqui, então, começa a história da Panib com quem hoje nos congratulamos. Pessoas bondosas se compadeceram das famílias japonesas que, marcadas pela fé católica, como dito, encontravam enormes dificuldades para se integrar na Igreja do Brasil devido, sobretudo, à diferença de língua. Os primeiros cuidados da Igreja para com os japoneses se deram já em 1916 com o missionário redentorista Padre Lourenço Hubfoner e, na década de 20, com o Pe. Guido Del Toro, SJ. Em 1923, chegou do Japão, o Pe. Domingos Chohati Nakamura, apóstolo dos japoneses em nossa terra, do qual, na Diocese de Presidente Prudente, instalou-se e tramita processo de beatificação. Em 1967 foi criada a Panib – Pastoral Nipo-brasileira, com sua sede nacional na cidade de São Paulo, sua diretoria, estatuto e programação anual. Aí um significativo número de missionários franciscanos, Jesuitas, verbitas, diocesanos e outras congregações masculinas e femininas chegaram para somar com a Panib no trabalho de evangelização dos japoneses. Papel importante nesta história teve o Colégio São Francisco Xavier, fundado no bairro do Ipiranga, na capital de São Paulo, para atender a juventude japonesa. Muito significativa foi também a criação e atuação do movimento de jovens “Círculo Católico Estrela da Manhã”, que se espalhou por todos os lugares do país onde os japoneses se instalaram. Todos os missionários muito se dedicaram para atender as necessidades dos imigrantes. Para tanto, fundaram institutos de formação de catequistas e construiram escolas, creches, hospitais, asilos e igrejas.A CNBB, agradece à Panib todo o trabalho prestado à Evangelização dos japoneses e se congratula com sua diretoria e todos os seus membros pela passagem do Centenário. Que o Deus das luzes ilumine os passos e anime a Panib a caminhar para maiores realizações ainda no serviço ao Reino de Deus, no segundo centenário que em breve se iniciará.Pedimos também, ao bom Pai de toda a humanidade, que permita ao povo japonês, lá do Japão, acelerar a experiência do encontro com seu Filho Jesus especialmente através da presença irradiante dos dekasseguis, já tão numerosos, em várias cidades daquele país. A Mãe da Igreja e Auxílio dos Cristãos os inspire e proteja hoje e sempre!

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário-Geral da CNBB(CM)

Fonte: R V