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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sábado, 16 de janeiro de 2016

Papa: fé é dom que muda a vida, não se pode comprar


- OSS_ROM             



Sexta-feira, 15 de janeiro:
Fé é dom que muda a vida, não se pode comprar – esta a mensagem do Papa Francisco na Missa em Santa Marta.
Como é a minha fé em Jesus Cristo? – esta a interrogação do Papa na sua homilia na qual afirmou que para compreender Jesus não devemos ter o “coração fechado”.
Francisco, inspirou-se no Evangelho de S. Marcos que narra a cura do paralítico em Cafarnaum. Havia tanta gente na frente da casa aonde estava Jesus que tiveram que tirar o teto e fazer passar por ali a maca aonde se encontrava o doente.
“Tinham fé – comentou o Papa – a mesma fé daquela senhora que, no meio da multidão, quando Jesus foi à casa de Jairo, conseguiu tocar um pedaço do manto de Jesus, para ser curada”. A mesma fé do centurião para a cura do seu servo. “A fé forte, corajosa, que vai em frente – disse Francisco – o coração aberto na fé”. No episódio do paralítico “Jesus faz um passo mais à frente”: não só cura os doentes, mas perdoa os seus pecados:
“Estavam ali aqueles que tinham o coração fechado, mas aceitavam – até um certo ponto – que Jesus fosse um curandeiro. Mas perdoar os pecados é ‘forte’!”
Segundo o Santo Padre, a linguagem de Jesus acaba mesmo por desencorajar alguns discípulos porque é uma linguagem “dura, quando fala de comer o seu Corpo como caminho de salvação”.
Mas Jesus foi enviado para isto, para nos dar a vida para a nossa salvação – afirmou o Papa Francisco que, a este propósito, colocou uma questão: Como é a minha fé em Jesus Cristo?
“A fé em Jesus Cristo. Como é a minha fé em Jesus Cristo? Creio que Jesus Cristo seja Deus, o Filho de Deus? E esta fé transforma a minha vida? Faz com que no meu coração se abra este ano de graça, este ano de perdão, este ano de aproximação ao Senhor? A fé é um dom. Ninguém ‘merece’ a fé. Ninguém a pode comprar. É um dom. A ‘minha’ fé em Jesus Cristo, leva-me à humilhação? Não digo à humildade: à humilhação, ao arrependimento, à oração que pede: ‘Perdoa-me, Senhor. Tu és Deus. Podes perdoar os meus pecados”.
Na conclusão da sua homilia o Santo Padre disse como prece para o futuro “que o Senhor nos faça crescer nesta fé em Jesus Cristo, Deus, que nos perdoa, que nos oferece o ano da graça, e que esta fé nos leve a louvar”.

R Vaticana

domingo, 27 de dezembro de 2015

A SAGRADA FAMÍLIA

Papa: Em família, aprendemos a peregrinação da vida


Papa Francisco na celebração do Jubileu da Família - REUTERS

Cidade do Vaticano (RV) –

Na festa da Sagrada Família e Jubileu da Família, o Papa Francisco presidiu à celebração eucarística na Basílica de S. Pedro.



Em sua homilia, o Pontífice comentou as leituras do dia para ressaltar a importância do elo familiar na “peregrinação da vida”. Seja na primeira, seja na segunda leitura, os pais peregrinam rumo ao templo junto a seus filhos.

Educar à oração
“Podemos dizer que a vida familiar é um conjunto de pequenas e grandes peregrinações”, disse o Papa. Ensinar as orações, explicou, também é uma peregrinação: a peregrinaçao de educar à oração.
Para Francisco, não há nada de mais belo para um pai e uma mãe do que abençoar os seus filhos no início do dia e na sua conclusão, fazendo na sua testa o sinal da cruz. “Não será esta, porventura, a oração mais simples que os pais fazem pelos seus filhos?” Ou ainda, rezando juntos antes das refeições, para aprender a partilhar com quem se encontra em dificuldade: “Trata-se sempre de pequenos gestos, mas que expressam o grande papel formativo que a família possui”.
“Como é importante para as nossas famílias peregrinar juntos, caminhar juntos e ter a mesma meta em vista! Sabemos que temos um percurso comum a realizar; uma estrada, onde encontramos dificuldades, mas também momentos de alegria e consolação.”
A peregrinação não termina quando se alcança a meta do santuário, disse o Papa, mas quando se volta para casa e se retoma a vida de todos os dias, fazendo valer os frutos espirituais da experiência vivida.

Alegria do perdão
No Ano da Misericórdia, exortou Francisco, possa cada família cristã tornar-se um lugar privilegiado onde se experimenta a alegria do perdão. O perdão é a essência do amor, que sabe compreender o erro e remediá-lo. “Pobre de nós, se o Senhor não nos perdoasse.” É no seio da família, acrescentou, que as pessoas são educadas para o perdão, porque se tem a certeza de ser compreendidas e amparadas, não obstante os erros que se possam cometer.
“Não percamos a confiança na família! É bom abrir sempre o coração uns aos outros, sem nada esconder. Onde há amor, também há compreensão e perdão. A todas vocês, queridas famílias, confio esta peregrinação doméstica, de todos os dias, esta missão tão importante de que hoje o mundo e a Igreja têm mais necessidade do que nunca.”
Fonte: R Vaticana

terça-feira, 22 de outubro de 2013

AGRADEÇO A DEUS..., MUITO OBRIGADO SENHOR



Agradeço a Deus...
Agradeço a Deus por ter me escolhido como filho de casal tão maravilhoso, fino de educação, simples, educado, culto, prestativo, amado e respeitado por todos que o rodeavam.

Por meus pais terem oportunidade de dar-me educação e estudos que são meu norte até os dias de hoje
Por ter podido ser batizado, alfabetizado e crismado por pessoas dignas.

Por ter tido a oportunidade de passar uma infância inesquecível onde os valores familiares de pais, avós, tios e primos  ainda eram cultivados de forma simples, mas forte. Respeito em primeiro lugar!
Por Deus ter me dado a oportunidade de viver, participar e conviver em família durante toda a minha infância e minha juventude. 

Agradeço a Deus por me ter agraciado com uma mãe extraordinária, amada e respeitada por todos e que soube ser minha mãe e meu pai nas ocasiões mais delicadas de minha vida, especialmente aos 17 anos, logo em seguida a minha formatura de ginásio, quando perdi meu pai, meu amigo, meu protetor.
Por ter dado a mim a oportunidade de continuar meus estudos e me preparar para o futuro.

Por ter encontrado ótimos pessoas, orientadores e familiares, que me conduziram e orientaram para meu futuro.
Por ter encontrado, nesta ocasião, uma pessoa maravilhosa, carinhosa, dedicada, compreensiva, estudiosa e muito inteligente a qual namorei e namoro até hoje, minha esposa, minha eterna namorada.

Agradeço a Deus por ter conseguido me formar e conseguir, de imediato, ser empregado e seis meses após, trocar por um ótimo emprego que soube respeitar e a ele me dedicar durante longos 43 anos de minha vida profissional, obtendo muitas vitórias e conquistas profissionais e ótimos colegas.
Agradeço a Deus por ter encontrado em minha vida amigos leais, amigos verdadeiros, amigos para qualquer hora, poucos, no entanto Amigos.

Por ter encontrado em meu trabalho colegas e amigos que sabiam se respeitar mutuamente e a quem continuamos respeitando até os dias de hoje.
Por ter tido a oportunidade de realizar o nosso sonho e com as bênçãos de Deus construirmos uma família que hoje é o nosso orgulho.

Por termos tido a oportunidade, desde jovens, viver, participar e colaborar coma Igreja Católica Apostólica Romana.
Por termos recebido, de Deus, filhos maravilhosos. Nossa verdadeira motivação de vida!

Por termos tido a oportunidade de criar nossos filhos em harmonia e ter dado a cada um deles a educação e os estudos necessários para que hoje sejam pessoas respeitadas e participativas de uma sociedade que sabe dar importância aos verdadeiros valores da vida.
Agradecemos a Deus por ter nos dado a oportunidade de ver e sentir a construção da família de cada um de nossos filhos com bases sólidas e religiosas.

Agradecemos a Deus pelo neto que nos foi dado, ao qual dedicamos amor incondicional.
Por nos ter dado a oportunidade de viver, até hoje, entre verdadeiros e antigos amigos, aos quais agradecemos pela amizade e pelos quais oramos diariamente em agradecimento pela pureza das amizades!

Por Deus nos ter ensinado a rezar por aqueles que nos fizeram mal, egoístas que vivem para ter e não para ser. Por aqueles que não souberam respeitar e honrar ao próximo, a verdadeira amizade e não souberam ser dignos da família e dos parentes!
Agradeço a Deus por ter dado a mim e minha querida esposa a oportunidade inestimável de iniciar uma nova vida plena de amor, de muita esperança e fé, na qual hoje vivemos.

Por termos tido a oportunidade de conhecer novos lugares e fazer novas amizades.
Por estar dando a mim, a oportunidade de agradecer a meus filhos por tudo o que eles tem feito e dado para nós, criando a oportunidade de vivermos momentos maravilhosos de uma nova vida ainda mais cristã.

Por ter dado a mim a oportunidade de completar meus 73 anos de vida em com saúde, com contagiante alegria,  saudável e vivendo dias maravilhosos.
Senhor...muito obrigado pelos meus 73 anos de vida, pelos momentos bons e também pelos ruins, que nos aproximaram e nos aproximam de Ti.

Muito obrigado por nos dar a oportunidade de vivermos sempre a Teu lado
Muito obrigado por nos ensinar a orar e a confiar em Tua Bondade infinita, em Tua providência que nunca nos abandona.

Muito obrigado por nos ter dado Tua Mãe Santíssima como nossa protetora e Ela nos estar dirigindo em nossa estrada da vida.
Muito obrigado Senhor, pelo amanhecer de cada dia e pelos santos dias que temos ainda para viver.

Senhor... muito obrigado pelos meus 73 anos de vida
Obrigado Senhor...
F.A.Vassellucci                     outubro 2013
A FAMÍLIA CATÓLICA

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A COMUNICAÇÃO NA VIDA E NA MISSÃO DA IGREJA NO BRASIL


Foi lançado, nesta segunda-feira, 24, [Dia de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas], na reunião dos coordenadores da Pastoral da Comunicação (Pascom), que acontece na sede CNBB, em Brasília, o documento de estudos número 101 da CNBB, “A Comunicação na vida e missão da Igreja no Brasil”. Publicado pelas Edições CNBB e pela Paulus, o documento é uma resposta à necessidade da Igreja em trabalhar com o apoio de um subsídio sobre comunicação para a Igreja no Brasil.
Segundo o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Educação, Cultura e Comunicação Social da CNBB, dom Orani João Tempesta, o documento tem por objetivo ser um animador e orientador para o “Progresso da comunicação no Brasil”. Ele adianta ainda, na apresentação do documento, que o texto deverá se tornar brevemente o Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil.
“A nossa intenção, depois de muitas consultas, é que fosse um diretório de animação e orientação para o progresso da comunicação e uma melhor presença da Igreja na mídia, contemplando também, evidentemente, as questões espinhosas das transmissões litúrgicas televisivas e a grande discussão entre o virtual e o real [...]”, diz dom Orani, num dos trechos da apresentação do documento.
Em entrevista à assessoria de imprensa da CNBB, dom Orani destacou que a preocupação do texto é ser colocado à disposição da Igreja para que seja lido e aprofundado para futuramente ser transformado no Diretório de Comunicação. “Depois de lido e estudado, aguardaremos as sugestões das pessoas, para que façamos as adaptações necessárias para que o texto chegue a ser o diretório. A etapa agora é de sugestões”, disse dom Orani.
Para o arcebispo, o texto é uma forma de fomentar o entusiasmo dos comunicadores da Igreja no Brasil. “A comunicação é essencial na vida do ser humano e a Igreja é feita de comunicação, da boa notícia, da Palavra de Deus, da Catequese, da Liturgia. Com as mídias sociais e com a comunicação eletrônica, é importante que aja orientação, que não corte o entusiasmo, mas que entende bem a comunicação no Brasil e, pelo tamanho do país e pelo dinamismo que tem a comunicação no Brasil, é muito importante e necessário que tenhamos um diretório de comunicação no Brasil para fomentar o entusiasmo e orientar”, pontuou.
O encontro da Pascom teve início nesta segunda-feira, 24, e segue até sexta-feira, 28. Os participantes, coordenadores regionais da Pascom e pesquisadores da área, discutem as necessidades de publicações, ideias para melhorar os trabalhos de orientação em comunicação, como também pensar na publicação da segunda edição do livro “As novas fronteiras da Pastoral da Comunicação”. De acordo com a assessora da Comunicação Episcopal para as Comunicações Sociais da CNBB, irmã Elide Fogolari, a semana será importante para discussões sobre o desenvolvimento da Pascom e sua atuação na Igreja no Brasil. “As pessoas que trabalham nas bases da Pastoral da Comunicação estão pedindo que a Pascom seja sistematizada e aprofundada na Igreja para aqueles que já atuam na área para que tenham a Pascom desenvolvida nos seus regionais, dioceses e paróquias. Durante esses dias, vamos fazer um aprofundamento de como a Pascom é concebida no sentido filosófico, religioso, pastoral; e a comunicação enquanto geradora de sentidos para a Igreja e a sociedade”, antecipou irmã Elide.

Adquira o documento 101 da CNBB através das Edições - CNBB pelo telefone (61) 2193-3019 ou pelo site http://www.edicoescnbb.com.br/site/product_info.php?products_id=319&osCsid=ch6s7oue18bo8b02bie5um2c77

Mensagem do papa Bento XVI para o 45º Dia Mundial das Comunicações SociaisDom Orani também comentou a mensagem do papa Bento XVI para o 45º Dia Mundial das Comunicações Sociais. A preocupação com a verdade e a autenticidade na hora de comunicar é o principal foco da mensagem do pontífice, segundo o presidente da Comissão para as Comunicações Sociais da CNBB. “A mensagem do papa vem falar de modo especial aos jovens que são os absorvedores da comunicação do momento, das novas tecnologias, e vem lembrar o que é importantíssimo: precisamos ser autênticos e verdadeiros em tudo o que fazemos enquanto Igreja. Quem está por traz da comunicação ou à frente do computador, atrás de um microfone, ou fazendo um programa de televisão ou rádio deve observar isso muito bem. A mensagem vem alertar para a autenticidade da pessoa humana, daquele que faz a comunicação. O papa fala um pouco da vida da pessoa que conta com aquele que faz comunicação, ou seja, a importância da autenticidade para que se possa chegar a uma verdade objetiva.
Fonte: CNBB

terça-feira, 11 de maio de 2010

FÉ E AMOR A CRISTO JESUS: NÓS SOMOS A IGREJA

Você sabe quantos Padres temos no Brasil?

DOM EDUARDO PINHEIRO DA SILVA
Bispo Auxiliar de Campo Grande - MS





Até o dia 1º de maio de 2010, a Igreja contava com 18 mil padres no Brasil.
E mais de 100 milhões de fiéis.
Isso significa que cada padre tem que atender a mais de 5555 fiéis.


Agora faça essa conta comigo:

10% de 18 mil padres = 1.800 padres
1% de 18 mil padres = 180 padres
0,1% de 18 mil padres = 18 padres
0,01% de 18 mil padres = 1,8 padres


Quantos padres brasileiros estão envolvidos em escândalos pela mídia?
2 ou 3?


Isso significa menos de 0,02% de todos os padres do Brasil!


E os outros 99,98%?


Nós vamos condenar todos os padres por causa de 2 ou 3?


Nós vamos deixar de acreditar em 11 Discípulos porque Judas traiu Jesus?


Nós vamos deixar de acreditar no Senhor por causa disso?


Deixaremos de ir à Igreja e de comungar por causa da mídia escandalosa?


Pense bem: mesmo você sendo pecador e imperfeito, mesmo com dúvidas, mesmo que você se afaste da Igreja de Cristo, mesmo assim Jesus morreu por você!



JESUS NÃO ESTÁ SÓ NESTA LUTA.
ESTA BATALHA É NOSSA.
É DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA.
E, NÓS SOMOS A IGREJA


A FAMÍLIA CATÓLICA

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A POBREZA CRIA DESIGUALDADES E OFENDE A VIDA

PAPA NO ANGELUS: POBREZA CRIA DESIGUALDADES E OFENDE A VIDA
Cidade do Vaticano, 07 fev (RV)
- O Santo Padre presidiu a oração mariana do Angelus deste domingo, na Praça São Pedro, onde o aguardavam vários fiéis e peregrinos provenientes de várias partes do mundo.Na alocução que precedeu a oração, o papa falou que a liturgia deste domingo encaminha os nossos pensamentos em direção ao mistério da vocação à santidade. Cristo nos convida para com Ele conhecermos e fazermos a vontade do Pai. Jesus nos convida a confiar em sua palavra e a segui-lo com coragem, como fizeram o Profeta Isaías e os Apóstolos Pedro e Paulo."Não tenhas medo, serás pescador de homens" – disse Jesus a Pedro. O Apóstolo Paulo, recordando que foi um perseguidor da Igreja, se considera indigno de ser chamado apóstolo, mas reconhece que a graça de Deus realizou nele maravilhas e não obstante seus limites, Deus lhe confiou o anúncio do Evangelho."Nestas três experiências podemos ver como o encontro autêntico com Deus leva o homem a reconhecer a sua pobreza e inadequação, seu próprio limite e seu pecado. Mas, não obstante esta fragilidade, o Senhor, rico de misericórdia e de perdão transforma a vida do ser humano e o convida a segui-lo" – sublinhou o pontífice."A humildade testemunhada por Isaías, Pedro e Paulo convida os que receberam o dom da vocação divina a manter o olhar fixo no Senhor e em sua surpreendente misericórdia, a fim de converter o coração e continuar, com alegria a deixar tudo por causa Dele" – disse ainda o papa."Deus não olha o que é importante para o homem. O homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração e torna homens pobres e fracos, mas que Nele têm fé, em destemidos apóstolos e anunciadores da salvação" – frisou Bento XVI.O Santo Padre exortou "para que neste Ano Sacerdotal, peçamos ao Senhor da Messe que mande operários para a sua vinha e aqueles que se sentem convidados a segui-lo depois de um necessário discernimento, saibam responder com generosidade, não confiando em suas próprias forças, mas se abrindo à ação de sua graça".O papa confiou à materna intercessão da Virgem Maria a vida religiosa e sacerdotal a fim de que possa nascer em cada um o desejo de dizer sim a Deus com alegria e plena dedicação. A seguir concedeu a todos a sua bênção apostólica.Após a oração mariana, o Santo Padre saudou em várias línguas os diversos grupos de fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro e recordou que hoje na Itália se celebra o Dia pela Vida. O papa se uniu aos bispos italianos que escreveram a mensagem "A força da vida, um desafio na pobreza".Bento XVI ressaltou que "no atual contexto de dificuldade econômica, se tornam ainda mais dramáticos aqueles mecanismos que, produzindo pobreza e criando fortes desigualdades sociais, ferem e ofendem a vida, atingindo, sobretudo, os mais fracos e indefesos. Tal situação convida a promover um desenvolvimento humano integral a fim de exterminar a indigência e a necessidade, mas recorda, sobretudo, que o fim do ser humano não é o bem-estar, mas o próprio Deus e que a existência humana deve ser defendida e promovida em todas as suas fases. Ninguém é proprietário de sua vida. Somos chamados a protegê-la e respeitá-la, desde a concepção até a morte natural".A Diocese de Roma dedica especial atenção ao Dia pela Vida que se prolongará na "Semana da vida e da família". O papa fez votos de bom êxito desta iniciativa e encorajou as pessoas que trabalham em favor da vida e da família.Enfim, o Santo Padre recordou que no próximo dia 11, memória de Nossa Senhora de Lourdes e Dia Mundial do Enfermo, presidirá a Santa Missa com os doentes na Basílica de São Pedro. (MJ)

Fonte: RV

domingo, 27 de dezembro de 2009

SAGRADA FAMÍLIA

A vida da Sagrada Família em Nazaré


A realidade dominante do que terá sido a vida de Jesus, Maria e José em sua pequena cidade de Nazaré, onde José exerceu a profissão de carpinteiro, foi a simplicidade.

Se bem que de descendência ilustre, por parte de seus antepassados - pois descendia do rei David – a Sagrada Família levava uma vida modesta, em meio a uma numerosa parentela, constituindo um lar nem pobre, nem rico, ganhando o pão de cada dia com o suor de seu rosto, respeitando as leis administrativas e sociais de seu povo.

No ritmo da oração comunitária na sinagoga, os ritos e as numerosas festas religiosas do judaísmo (onde, entre outros, o rito da circuncisão, a festa das Tendas, a peregrinação ao templo de Jerusalém), a vida de oração da Sagrada Família era, exteriormente, a de todo bom israelita praticante daquela época.

Portanto, por trás da modéstia deste comportamento respeitoso dos usos e costumes de sua cultura, a Sagrada Família vivia uma realidade tão grandiosa que apenas o silêncio e a discrição poderiam assegurar, ao Lar de Nazaré, a serenidade necessária ao desenvolvimento do plano de Deus, o nascimento do Messias, tão esperado pelo povo hebreu, depois de tantos séculos. Serenidade também para zelar pela infância e adolescência de Jesus, o Cristo Salvador do mundo, até que ele alcançasse sua plena maturidade de homem e pudesse iniciar sua vida pública e a pregação de seu Evangelho.

Foi efetivamente na humilde morada de Nazaré que começaram a se desenrolar, entre os membros da Sagrada Família, as primeiras páginas do Novo Testamento que o Céu, em seu Verbo, se fez carne e veio se doar aos homens, por amor e pela salvação de todos.

O testemunho do Cristo e de seus pais demonstra, também, o imenso resplendor que pode atingir uma vida familiar comum, vivenciada em Deus, na simplicidade e num grande amor compartilhado.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

EM DEFESA DA VIDA E DA FAMÍLIA

Petição em defesa da vida e da família é apresentada ao Parlamento Europeu
Presidente Jerzy Buzek recebe representantes de 17 países da Europa

Jerzy Buzek, presidente do Parlamento Europeu

ESTRASBURGO,

- O presidente do Parlamento Europeu, o polonês Jerzy Buzek, agradeceu e congratulou os representantes dos Movimentos pela Vida e pela Família, recebidos na última terça-feira no Gabinete da Presidência, em Estrasburgo.
Os representantes da Áustria, Espanha, Irlanda, Itália, Polônia, Alemanha, Portugal, Lituânia, França, República Tcheca, Hungria, Romênia, Bélgica, Croácia, Grécia, Reino Unido e Eslováquia, apresentaram uma petição contendo 500.000 assinaturas de cidadãos europeus.
O documento pede o reconhecimento da pessoa humana desde a concepção até sua morte natural, a defesa da família natural fundamentada no matrimônio entre homem e mulher, além de pedir a suspensão do financiamento estatal de programas de pesquisa que empreguem embriões humanos.
Segundo o presidente Buzek, “É um resultado extraordinário conseguir que meio milhão de cidadãos da União Européia assinem um documento destinado ao Parlamento Europeu”, acrescentando que “é a primeira vez que uma petição envolvendo tantas assinaturas e tantos países é encaminhada ao Parlamento”.
“Isso mostra que a sociedade civil não encara o Parlamento como uma instituição distante das pessoas”, agradecendo ainda pela iniciativa que, segundo ele, “é a demonstração de uma cidadania européia”.
“Asseguro” – concluiu Buzek – “que sua petição será levada muito a sério, e que seus pedidos serão objeto de discussão no Parlamento Europeu o mais rapidamente possível”.
Para Carlo Casini, presidente da Comissão Constitucional do Parlamento Europeu e também do Movimento na Itália, a apresentação da petição coincide com a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, num momento em que “a nova legislação começa a dar novo impulso à construção daquela unidade dos povos, e que constitui um dos maiores projetos políticos de todos os tempos”.
“Na base de tal construção”, acrescentou Casini – “está o valor da dignidade de cada ser humano, como diz o próprio tratado de Lisboa. A igualdade e a dignidade humana são os fundamentos da liberdade, da democracia e da solidariedade. São os elementos caracterizam a alma da Europa”.
Casini destacou que o documento apresentado chama atenção para questões dramáticas: ”Quem é o titular dos direitos humanos? O que é o homem? Não o é também o bebê em fase pré-natal? O princípio da igualdade se estende a todas as fases da existência humana, ou somente a algumas?”
“Sabemos bem as dificuldades levantadas quando estas questões são colocadas. Todavia, a política não as pode evitar”, “se pretende ser verdadeiramente guiada pela cultura dos direitos humanos”, concluiu.Antonio Gaspari, responsável pela iniciativa da petição e presente no evento, disse ao presidente do Parlamento: “não pedimos a revogação de nenhuma lei, mas apenas o pleno reconhecimento de igualdade e uma reflexão profunda sobre a dignidade humana”, e concluiu: “São temas de unificação, não de divisão. De esperança, não de desespero”.



Fonte: ZENIT.org

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

SINOS TOCAM PELA JUSTIÇA CLIMATICA


Sinos do mundo inteiro tocarão para pedir justiça climática
Cáritas Internacional convida a unir-se à iniciativa no dia 13 de dezembro
Por Nieves San Martín

ROMA,

-Por ocasião da cúpula de Copenhague (Dinamarca) sobre a mudança climática, a Cáritas Internacional e o Conselho Mundial das Igrejas fizeram um convite a tocar os sinos do mundo inteiro no próximo dia 13 de dezembro, quando as negociações chegarem ao seu ponto crucial.
Às 15hs desse mesmo dia, após uma celebração ecumênica na catedral luterana de Copenhague, em todas as igrejas da Dinamarca os sinos serão tocados, com o fim de enviar uma mensagem única a todos os líderes do mundo, exortando-os para que adotem medidas urgentes diante da mudança climática.
Convidam-se os cristãos do mundo inteiro a participarem, tocando os seus próprios sinos, tambores, gongos, berrantes etc., 350 vezes.
Por que 350 vezes? Porque este número se refere a 350 partes por milhão (ppm): este é o limite máximo seguro de CO2 na atmosfera, segundo muitos cientistas, especialistas no clima e governos.
Durante toda a história da humanidade, até 200 anos atrás, a atmosfera continha 275ppm de CO2, mas agora a concentração se eleva a 390ppm. A menos que reduzamos de novo rapidamente os níveis de CO2, corre-se o perigo de alcançar pontos de inflexão e de provocar efeitos irreversíveis, como o derretimento da capa de gelo da Groenlândia e a existência de importantes emanações de metano, devido ao desgelo do permafrost, afirmam os organizadores.
A secretária-geral da Cáritas Internacional, Lesley-Anne Knight, fará os sinos de Copenhague ressoar, com os membros da delegação da Cáritas-CIDSE que assistem à cúpula e com destacados líderes da Igreja Católica.
Os sinos das igrejas ressoarão às 15h (horário local), em todos os fusos horários do mundo, começando pelas Fiyi, no Pacífico Sul, onde sai o sol, e continuarão ressoando ao redor do globo, até as 15h de Copenhague e de toda a Europa.
Diversas dioceses do mundo se unirão ao ato para pedir justiça climática.
Os bispos do Uruguai se uniram à iniciativa com uma mensagem na qual exortam a tocar os sinos das igrejas do país e pedem a todas as dioceses que adiram a esta manifestação universal.
“A Cáritas Internacional, por intermédio da Cáritas Uruguaia – afirmam os bispos uruguaios –, convida a que todas as paróquias do nosso país unam seus corações e vozes tocando seus sinos para ajudar a salvar o planeta da mudança climática.”
Para mais informações : http://www.oikoumene.org/es/novedades/eventos/ev/se/article/1634/toque-de-campanas-por-la.html.

Fonte: ZENIT.org

domingo, 5 de julho de 2009

A LEITURA DA BIBLIA E MUITA ALEGRIA NOS LEVA AOS 104 ANOS DE VIDA

Agricultora catarinense de 104 anos ainda tem disposição para cortar cana
'Sou capaz de cortar moita em um instante', diz Irondina Serafim.Ela afirma que alegria é receita para viver bastante e com energia.
Do G1, em São Paulo, com informações do ClicRBS*

Irondina Vaz costuma fazer todos os serviços de casa: corta cana, lenha, e ordenha vacas
(Foto: Raquel Heidrich/Diário Catarinense/Ag. RBS)

Quem vê a disposição da agricultora Irondina Serafim Vaz, de Caxambu do Sul (SC), dificilmente é capaz de acertar sua idade. Ela tem 104 anos, nasceu em 10 de fevereiro de 1905. A agricultora é mais velha do que o município onde vive, que até 1962 se chamava Caxambu e era um distrito de Chapecó (RS). Irondina mantém praticamente todas as atividades rotineiras da época em que era mais nova. Ela mora sozinha ao lado da casa de um sobrinho e faz questão de tirar leite das vacas, cortar madeira para lenha, carpir a horta, cortar cana, moer milho, limpar a casa e fazer comida.

“Eu estou bem, faço todos os serviços”, afirma a agricultora. Um dos segredos de tanta vitalidade é, segundo ela, manter o corpo em movimento. “Não sou preguiçosa”, afirma. Ela também se alimenta bem. A maior parte do que consome é de produtos naturais, cultivados por ela mesma. “Planto feijão, mandioca, cebolinha e manjerona”, diz Irondina. O resultado dos pequenos cuidados pode ser conferido quando a agricultora corta a cana. “Sou capaz de cortar essa moita num instante”, afirma Irondina, que derruba um pé de cana com apenas um golpe. Irondina dificilmente vai para o médico. Ela procura atendimento apenas quando sente alguma dor.

A visão continua boa - aos 104 anos, ela ainda consegue ler a Bíblia sem o uso de óculos. A única atividade que ela deixou de fazer, não por causa da idade, foi dançar. “Isso eu não faço desde os tempos de antiguidade, quando era solteira”. Depois de criar seis filhos, ela ajuda a cuidar agora dos netos e bisnetos. Sempre com um sorriso no rosto, a centenária diz que a alegria é mais uma das receitas para quem quer viver bastante, com lucidez e energia.

(*Com informações do Diário Catarinense)
Fonte: G1.globo.com

sexta-feira, 29 de maio de 2009

PENTECOSTÉS V

Pentecostés

"O Espírito é o único que pode ajudar às pessoas e as comunidades a libertarem-se dos velhos e novos determinismos, guiando-os com a lei do espírito que dá a vida em Cristo Jesus"João Paulo II

O Espírito Santo na vida do cristão

João Paulo II, Audiência geral, 13 setembro 2000

1. No Cenáculo, na última noite de sua vida terrena, Jesus promete cinco vezes o Dom do Espírito Santo (cf. Jo 14, 16-17; 14, 26; 15, 26-27; 16, 7-11; 16, 12-15). no mesmo lugar, na tarde de Páscoa, o Ressuscitado se apresenta aos apóstolos e infunde o Espírito prometido, com o gesto simbólico do hálito e com as palavras: "¡Recebei o Espírito Santo!" (Jo 20, 22). Cinqüenta dias depois, outra vez no Cenáculo, o Espírito Santo irrompe com sua potência transformando os corações e a vida dos primeiros testemunhas do Evangelho.

Desde então, toda a história da Igreja, em suas dinâmicas mais profundas, está impregnada pela presença da ação do Espírito, "entregue sem medida" aos que crêem em Cristo (cf. Jo 3, 34). O encontro com Cristo comporta o dom do Espírito Santo que, como dizia o grande padre da igreja, Basílio, "se difunde em todos sem que experimente diminuição alguma, está presente em cada um dos que são capazes de recebê-lo como se fossem os únicos, e em todos difunde a graça suficiente e completa" ("De Spiritu Sancto", IX, 22). Desde os primeiros instantes de vida cristã.

2. O apóstolo Paulo, na passagem da Carta aos Gálatas que acabamos de escutar (cf. 5, 16-18. 22-25), delineia "o fruto do Espírito" (5, 22) fazendo a lista de una gama de virtudes que faz florescer na existência do fiel. O Espírito Santo se encontra na raiz da experiência de fé. De fato, no Batismo, nos convertemos em filhos de Deus graças precisamente ao Espírito: "A proba de que sois filhos é que Deus enviou a nossos corações o Espírito de seu Filho que clama: ¡Abbá, Pai!" (Gl 4, 6).

No próprio manancial da existência cristã, quando nascemos como criaturas novas, encontra-se o sopro do Espírito, que nos faz filhos no Filho e nos faz "caminhar" pelos caminhos de justiça e salvação (cf. Gl 5, 16). O Espírito na prova

3. Toda a aventura do cristão terá que desenvolver-se, portanto, sob a influência do Espírito. Quando Ele nos volta a apresentar a Palavra de Cristo, resplandece em nosso interior a luz da verdade, como tinha prometido Jesus: "o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará tudo e vos recordará tudo o que eu vos disse" (João 14, 26; cf. 16,12-15).

O Espírito está junto de nós no momento da prova, convertendo-se em nosso defensor e apoio: "Quando vos entregares, não vos preocupeis de como ou o que deveis falar. O que tendes que falar vos será comunicado naquele momento. Porque não sereis vós que falareis, mas o Espírito de vosso Pai que falará em vós" (Mt 10, 19-20).

O Espírito se encontra nas raízes da liberdade cristã, que liberta do jugo do pecado. O diz claramente o apóstolo Paulo: "A lei do espírito que dá a vida em Cristo Jesus te libertou a lei do pecado e da morte" (Romanos 8, 2). A vida moral --como nos lembra São Paulo-pelo fato de ser irradiada pelo Espírito produz frutos de "amor, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio de si" (Gálatas 5, 22).

O Espírito e a comunidade

4.
O Espírito anima a toda a comunidade dos fiéis em Cristo. Esse mesmo apóstolo celebra através da imagem do corpo a multiplicidade e a riqueza, assim como a unidade da Igreja, como obra do Espírito Santo. Por um lado, Paulo faz uma lista da variedade de carismas, quer dizer, dos dons particulares oferecidos aos membros da Igreja (cf. 1Cor 12, 1-10); por outro, confirma que "todas estas coisas são obra de um mesmo e único Espírito, distribuindo-as a cada um em particular segundo sua vontade" (1Cor 12, 11). De fato, "em um só Espírito fomos todos batizados, para não formar mais que um corpo, judeus e gregos, escravos e livres. E todos bebemos de um só Espírito" (1Cor 12, 13).

O Espírito e nosso destino Por último, devemos ao Espírito o poder alcançar nosso destino de glória. São Paulo utiliza neste sentido a imagem do "selo" e o "penhor": "fostes selados com o Espírito Santo da Promessa, que é penhor de nossa herança, para redenção do Povo de sua possessão, para louvor de sua glória" (Ef 1, 13-14; cf. 2Cor 1, 22; 5,5). Em síntese: toda a vida do cristão, desde as origens até sua última meta, está sob a bandeira e a obra do Espírito Santo. Mensagem do Jubileu

5. Gosto de lembrar, no transcurso deste ano jubilar, o que afirmava na encíclica dedicada ao Espírito Santo: "O grande Jubileu do ano dos mil contém, portanto, uma mensagem de libertação por obra do Espírito, que é o único que pode ajudar as pessoas e as comunidades a libertar-se dos velhos e novos determinismos, guiando-os com a "lei do espírito que dá a vida em Cristo Jesus", descobrindo e realizando a plena dimensão da verdadeira liberdade do homem. Com efeito --como escreve São Paulo- "onde está o Espírito do Senhor, ali está a liberdade"" (Dominum et vivificantem, n. 60).

Ponhamo-nos, portanto, nas mãos da ação libertadora do Espírito, fazendo nossa a surpresa de Simeão o Novo Teólogo, que se dirige à terceira pessoa divina nestes termos": "Vejo a beleza de tua graça, contemplo seu fulgor e o reflexo de sua luz; me arrebata seu esplendor indescritível; sou empurrado fora de mim enquanto penso em mim mesmo; vejo como era e o que sou agora. Ó prodígio! Estou atento, cheio de respeito para mim mesmo, de reverência e de temor, como se estivesse diante de ti; não sei o que fazer porque a timidez me domina; não sei onde sentar-me, aonde aproximar-me, onde reclinar estes membros que são teus; em que obras ocupar estas surpreendentes maravilhas divinas" (Hinos II, 19-27; cf. Exortação apostólica pos-sinodal "Vita consecrata", n. 20).

Fonte acidigital

segunda-feira, 25 de maio de 2009

ASCENSÃO NOS CONVIDA A UMA COMUNHÃO COM JESUS, PRESENTE NA VIDA DE CADA UM DE NÓS


PAPA: "ASCENSÃO NOS CONVIDA A UMA COMUNHÃO COM JESUS, PRESENTE NA VIDA DE CADA UM DE NÓS"

Cassino,

- Na solenidade, de ontem, da Ascensão do Senhor, Bento XVI realizou uma visita pastoral à cidade de Cassino e à abadia de Montecassino, na região italiana do Lácio, onde São Bento de Núrcia fundou o monaquismo ocidental. No programa da visita pastoral, o papa celebrou a Santa Missa na "Praça Miranda", no coração da cidade de Cassino, diante de 20 mil pessoas. Em sua homilia, o pontífice falou do significado da Ascensão de Cristo, que não está presente em um único texto, proposto pela leitura do dia, mas em toda a Sagrada Escritura. "No Cristo que ascendeu ao céu, o ser humano entrou de modo incrível e novo na intimidade de Deus; o homem encontrou para sempre espaço em Deus. "O céu – explicou o papa – não indica um lugar acima das estrelas, mas algo muito mais sublime: indica o próprio Cristo, a Pessoa divina que acolhe plenamente e para sempre a humanidade, Aquele no qual Deus e o homem estão para sempre inseparavelmente unidos. "E nós nos aproximamos do céu, ou melhor, entramos no céu na medida em que nos aproximamos de Jesus e entramos em comunhão com Ele. Portanto, a solenidade da Ascensão nos convida a uma comunhão profunda com Jesus morto e ressuscitado, invisivelmente presente na vida de cada um de nós."O evangelista Lucas relata que, depois da Ascensão, os discípulos voltaram a Jerusalém "com grande alegria". "Como eles, também nós não devemos ficar parados, fixando o céu, mas, sob a guia do Espírito Santo, devemos ir a todos os lugares e proclamar o anúncio salvífico da morte e da ressurreição de Cristo. "O mistério da ressurreição e da ascensão de Cristo – continuou o pontífice – nos ajuda a reconhecer e a compreender a condição transcendente e escatológica da Igreja, que não nasceu e não vive para suprir a ausência do seu Senhor "desaparecido", mas encontra a razão do seu ser e da sua missão na invisível presença de Jesus. Em outras palavras, a Igreja não desempenha a função de preparar o retorno de um Jesus "ausente", mas, pelo contrário, vive e atua para proclamar a sua "presença gloriosa" de maneira histórica e existencial.Comentando sua visita a Montecassino, o papa falou da herança de S. Bento e do seu ensinamento de nada antepor a Cristo, Christo nihil omnino praeponere. Isso nos impulsiona a construir uma sociedade onde a solidariedade seja expressa por sinais concretos. Mas como? – questionou o papa.A espiritualidade beneditina propõe um programa evangélico sintetizado na expressão "ora et labora et lege": a oração, o trabalho e a cultura. A oração – explicou o papa – é a vereda silenciosa que nos conduz diretamente ao coração de Deus; é o respiro da alma que nos doa novamente paz nas tempestades da vida. O trabalho é outro pilar da espiritualidade beneditina, em especial a humanização do mundo do trabalho. O papa então falou da situação crítica de muitos operários da região. "Expresso a minha solidariedade às pessoas que vivem em uma precariedade preocupante, aos trabalhadores que tiveram seus contratos profissionais suspensos e àqueles que foram até mesmo demitidos. " O papa pediu então que sejam encontradas soluções para a crise, criando novos postos de trabalho para que as famílias sejam salvaguardadas.Por fim, a cultura e a educação, que o monaquismo promove hoje através da transmissão aos jovens dos valores irrenunciáveis do patrimônio humano e cristão. E neste esforço voltado a criar um novo humanismo, Bento XVI destacou a atenção dispensada ao homem frágil, débil, às pessoas com necessidades especiais e aos imigrantes. "A comunidade que vive em volta de Montecassino – concluiu o papa – é herdeira e depositária da missão de proclamar que, na nossa vida, ninguém e nada deve tirar o primeiro lugar de Jesus; da missão de construir, em nome de Cristo, uma nova humanidade marcada pelo acolhimento e pela ajuda aos mais fracos." (BF)

Fonte: RV

quarta-feira, 20 de maio de 2009

PEREGRINAÇÃO NACIONAL EM FAVOR DA FAMÍLIA

Brasil: famílias peregrinam ao Santuário de Aparecida
Evento quer reforçar os valores da família, diz arcebispo

“Família Discípula e Missionária a Serviço da Vida”


APARECIDA, quarta-feira, 20 de maio de 2009 (ZENIT.org).


- O Santuário de Aparecida acolhe no próximo final de semana a Peregrinação Nacional em Favor da Família, organizada pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). O evento tem como tema: “Família Discípula e Missionária a Serviço da Vida”.
De acordo com os organizadores, a cidade de Aparecida foi escolhida por ter Maria como padroeira e pela sua importância religiosa para o Brasil.
O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, Dom Orlando Brandes, considera que a peregrinação será um despertar para importância da família.
“Queremos despertar o brasileiro para o valor e a centralidade da família diante de tantas crises que passamos na atualidade”, diz em um comunicado enviado a Zenit.
Dom Orlando também afirma que o evento responde às orientações do Papa Bento XVI sobre incrementar e fortalecer os valores familiares, indicações estas presentes também nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e no Documento de Aparecida.
“A família é um dos eixos transversais da ação evangelizadora”, afirma o arcebispo, que considera o encontro como uma oportunidade de conscientização sobre as necessidades mais urgentes para a família.
“Esse evento só vem confirmar a necessidade de defender a família, fortalecer, ajudar e apoiar os congressistas para observarem o seu valor primordial, para que assim eles possam ter base para aprovar urgentemente as causas de tão importante parcela da população brasileira”, destaca.
Entre as atividades do evento, no dia 23 de maio, haverá procissão até a Tribuna Bento XVI, para oração do terço meditado e, às 19h, acontecerá a missa na Basílica Nacional, com procissão luminosa.
No domingo, 24, os participantes se reunirão para a “Grande Concentração em Favor da Família”. Às 8h terá lugar a celebração eucarística na Basílica Nacional. Na Tribuna Aloísio Lorscheider acontecerá o show da família em favor da vida, com testemunhos familiares e apresentações musicais animadas pelo padre Reginaldo Mangotti. As TVs católicas transmitirão o evento.

Fonte: ZENIT.org

terça-feira, 24 de março de 2009

A SEMANA PELA VIDA E PELA FAMÍLIA

BOLÍVIA - A Semana pela Vida e a Família será concluída com uma grande procissão pela vida no dia 25 de março

«A família é o tesouro mais importante de todos os povos e nações»

La Paz

– No dia 16 de março, com a inauguração da mostra “Maria Grávida” e uma conferência sobre o tema “O bem do Matrimônio”, realizada pelo Núncio Apostólico na Bolívia, Dom Giambattista Diquattro, teve início a Semana pela Vida e a Família. A iniciativa é promovida pelo Apostolado da Nova Evangelização (ANE) que tem por objetivo a promoção do respeito pela vida, da concepção até a sua morte natural, assim como a defesa do valor da família. “Maria Grávida” é uma exposição de imagens que faz alusão ao estado de gravidez de Maria. Elisa Lanza, membro da ANE, explicou que a mostra foi inspirada pelo livro do Pe. José Pontes, que contém diversas pinturas reproduzidas pelo Apostolado da Nova Evangelização para realizar a exposição. Ela estará aberta ao público todos os dias desta semana até o dia 25 de março.


Na sua conferência sobre “O bem do Matrimônio”, Dom Diaquattro referiu-se à importância da relação de amor no matrimônio, que é como um tesouro depositado num vaso de cerâmica. A verdade do amor e o valor do matrimônio são indicados no documento conciliar “Gaudium et Spes” como dois aspectos fundamentais: o valor intrínseco do matrimônio instituído por Deus é elevado ao valor de sacramento, explicou, recordando mais adiante que “o matrimônio é um tesouro fundamental, é um bem que foi doado porque dá a possibilidade ao homem e à mulher de realizar plenamente a riqueza da pessoa. Cada homem e cada mulher que se casa em Cristo recebe o sacramento e celebra-o a partir do momento em que compartilham entre eles o mesmo amor de Cristo”.


O Apostolado da Nova Evangelização (ANE) promove nesses dias diversas atividades, muitas das delas na Basílica Menor Maria Auxiliadora na Cidade de La Paz. Entre as iniciativas previstas há também a projeção de filmes e outras duas conferências que serão realizadas pelo Pe. Thelian Incorona, Diretor da Universidade Salesiana e por Guillermo Cortéz do Centro para a Vida.


A Semana pela Vida e a Família terminará amanhã dia 25 de março, Festa da Anunciação, com uma grande procissão pela vida que será concluída com a Santa Missa na Igreja de Maria Auxiliadora, onde, entre outras coisas, será concedida uma benção especial às mães grávidas e às famílias. (RG)




sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

REFLEXÃO : A HUMANIDADE ESTÁ ENLOUQUECENDO

A humanidade está enlouquecendo

O sonho de tornar uma grande empresária a fez tirar a vida do próprio filho.
Comove a opinião pública a morte de Isabella. A concentração dos noticiários televisivos na apuração dos fatos estimula e alimenta a indignação das pessoas. Faço duas observações sobre o que está acontecendo. A primeira se refere à brutalidade do assassinato de Isabella. É muito difícil crer que os próprios pais sejam os autores de tal crime. A segunda se refere ao poder da mídia de mobilizar emoções ao dar cobertura minuciosa ao acontecido. Mas passo agora a narrar o que ouvi de um médico ginecologista. Procurado por uma jovem senhora decidida a abortar, ele fez ver a ela a gravidade da decisão que ela estava a tomar. Mas ela tinha uma razão definitiva: com seu esposo acabara de criar uma empresa e precisava dedicar-se à consolidação desse projeto. Não estava, pois, em condições de levar a gravidez até o final e a arcar com os cuidados que um bebê exige. Diante da negativa do médico de atender sua solicitação, ela lhe pediu indicar outro que aceitasse fazer o aborto. Ao que recebeu a resposta: “não conheço e não tenho relações com pessoas envolvidas nessa tarefa”. Com muito custo foi convencida a fazer o ultra-som para verificar as condições do bebê. A esperança do médico é de que, vendo a imagem do bebê durante a realização do ultra-som e ouvindo as batidas de seu coração, lhe fosse mobilizado o instinto materno, tão forte na espécie animal, e, assim, ela viesse a assumir o ser humano que crescia em seu ventre.A jovem senhora, entretanto, recusou-se terminantemente a olhar para o vídeo onde as imagens da vida em desenvolvimento mostravam sua força bem como recusou-se a ouvir as batidas do pequeno coração do bebê que respondia, com suas batidas apressadas, às batidas do próprio coração da mãe. A mãe não voltou mais ao médico a quem havia procurado. Deve ter encontrado um outro qualquer que lhe atendeu o desejo. Lembro-me que o primeiro lhe havia dito que o projeto de ter e criar um filho é muito mais importante do que consolidar uma empresa. Ela, entretanto, estava inebriada pelo sonho de se tornar uma grande empresária e, firmada no direito de decidir sobre a vida do filho em gestação, permitiu sua execução. O bebê foi morto por esquartejamento, sugado aos pedaços do seio de sua própria mãe. Pergunto ao leitor: é possível falar em direito ao aborto? Faz poucos dias vi em projeção de data-show a imagem de um bebê recém-nascido a mamar. Estava como que pregado pelos lábios no peito da mãe. Pensei: seria um crime arrancá-lo da fonte que o alimenta. Só muito lentamente ele vai dispensar aquela fonte. Na mesma projeção, ao lado, aparecia um embrião nidado, agarrado à parede do útero da gestante. Há quem julgue ser lícito arrancá-lo de sua fonte, como se um carrapato fosse. Curiosa e escandalosamente a lei do aborto interrompe uma lógica divina que estabelece ser tanto mais necessário proteger a vida humana quanto mais frágil ela se apresente. Matar uma criança ou dela não cuidar é crime, tanto mais grave quanto mais a criança necessita de proteção. Quanto mais no início tanto mais a sociedade deve cuidar da vida do ser humano. A lógica é interrompida assim: não se pode destruir a vida começada há 12 (11, 10, 9) meses, mas, recuando mais dois, seis, ou 08 meses, quando a vida mais necessita de proteção, aí a lógica é a do egoísmo, prevalece o pretenso “direito” da gestante sobre o real direito do feto ou do embrião. Se todos os canais de TV colocassem no ar, de vez em quando, o DVD “o grito silencioso”, onde está filmada a cena de um abortamento, com certeza haveria de se verificar a mesma comoção produzida pelo assassinato de Isabella. Em outro artigo assim descrevi a cena que vi: “A mulher se colocara na posição de dar à luz. Depois era necessário perfurar a bolsa amniótica. Quando o instrumento - amniótomo - tocava a bolsa, a criança se movia, em manifestações de aflição. Ela não tinha como expressar seu desespero. Confesso que foi com relutância que continuei a presenciar a cena: uma mulher em posição de dar à luz e, colado a seu corpo, em posição de quem faz um parto, um médico, ou coisa parecida, a agir como quem vai extirpar um tumor maligno. E dentro um bebê sem ter onde se esconder. Ah! se ele pudesse fugir para dentro do coração da própria mãe! Ali com certeza não tocariam nele. Perfurada a bolsa, a presa estava à disposição. Foi então introduzido no útero da mãe o aspirador que ligado a uma pequena bomba pneumática tinha a tarefa de sugar, aos pedaços, o pequeno ser. Ele morreu dando um forte grito. Aqueles que crucificaram Jesus escutaram esse grito quando Jesus morreu (Lc 23,46). Do lado de fora foram caindo os pedaços sugados. Sobrou a cabeça, que logo depois foi arrancada por uma espécie de tenaz. E assim veio para fora a parte mais nobre daquela pobre humanidade. Por fim fez-se a limpeza do abrigo onde cresceu por 12 semanas aquela frágil vida. Que horror!
Dom Eduardo Benes é arcebispo de Sorocaba (SP).

Fonte: Revista Vida e Missão – junho/julho de 2008 – pág. 12 – Diocese de Campo Limpo (SP)

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

JOVENS PEDEM DEFESA DA VIDA E DAS RAIZES CRISTÃS

Jovens pedem a Conselho da Europa que defenda vida e raízes cristãs
Por Antonio Gaspari



Estrasburgo

ESTRASBURGO,

-Trezentos ganhadores do concurso europeu organizado pelo Movimento pela Vida (MpV) italiano, em colaboração com o Foro das famílias, sobre o tema "Europa e direitos humanos.

Nós, jovens protagonistas", reuniram-se nesta quarta-feira no hemiciclo do Conselho da Europa para debater e votar sobre um documento que será enviado a todos os parlamentares europeus e a todas as escolas italianas.

Os reunidos debateram e votaram emendas a um documento que, em nome da grandeza cultural e civil da Europa, rejeita o aborto, a destruição de embriões, a eutanásia, e pede o reconhecimento das raízes cristãs para defender a liberdade religiosa e impedir a perseguição dos crentes.

O documento final sublinha que "cada vida é digna de existir e tem sempre o valor máximo" e "tem direito a ela cada ser vivo da espécie humana, qualquer que seja sua idade, sua saúde, riqueza, condição social, nacionalidade".

No documento se sublinha a importância do respeito e da promoção dos direitos humanos e se denuncia a contradição de uma Europa que, ainda tendo idealizado e promovido os direitos humanos, permite "o aborto amplo, o uso destrutivo de embriões humanos com fins experimentais, a eutanásia admitida em alguns países".

Os jovens pedem, portanto, "o reconhecimento do direito à vida desde a concepção até a morte natural", como conseqüência racional da doutrina dos direitos humanos.
Após agradecer a Europa pela promoção da paz e da democracia em todo o mundo, o documento sublinha a necessidade de pedir à ONU uma moratória universal na execução das condenações à morte.

Neste sentido, os jovens denunciaram o aborto como condenação à morte de crianças concebidas e ainda não nascidas, e rejeitaram a ideologia que queria inclusive contemplar "o aborto como direito humano fundamental".

Sobre o enorme desenvolvimento científico, os jovens propõem incentivar a pesquisa com bolsas e postos de trabalho, mas definem como contraditória e contrária aos direitos humanos a opção européia de destinar fundos comunitários à destruição de embriões humanos para obter células-tronco. Também porque – diz o documento – "podem obter resultados terapêuticos mais rápidos e eficazes utilizando células-tronco de tecidos adultos".

No documento se pede também o apoio ao gênio feminino e políticas de ajuda e assistência especial para mães e crianças.
Com relação à família e ao casamento, o documento aprovado pede medidas de caráter cultural, econômico e social para consolidar, sustentar e promover o laço familiar e natural entre homem e mulher.

Concluindo, o documento defende a liberdade religiosa e pede à União Européia que faça sentir sua voz de maneira mais forte em defender "a liberdade de todas as religiões" e em especial preservar as próprias raízes, a cultura e a civilização cristãs.


Fonte: ZENIT.org

domingo, 7 de setembro de 2008

"A PALAVRA DE DEUS NA VIDA E NA MISSÃO DA IGREJA"

Santo Padre nomeou 32 membros da XII Assembleia do Sínodo dos Bispos, de 5 a 26 do próximo mês de Outubro sobre o tema “A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja”.
Trata-se de 18 cardeais, 12 bispos e dois padres. De entre os purpurados, de referir nomeadamente: - o Cardeal Sodano, antigo Secretário de Estado e Decano do Colégio Cardinalício; - o cardeal Turkson, arcebispo de Cape Coast (no Gana), presidente da Associação das Conferências Episcopais da África Ocidental (ACEAO); - o cardeal Erdo, arcebispo de Budapeste (Hungria), presidente do Conselho das Conferências Episcopais Europeias; e- o cardeal Zen Ze-Kiun, arcebispo de Hong-Kong.Entre os bispos nomeados pelo Santo Padre contam-se - D. Orlando Quevedo, arcebispo de Cotabato (Filipinas), Secretário Geral da Federação das Conferências Episcopais da Ásia;- D. Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida (Brasil), presidente do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM);- D. Peter Ingham, bispo australiano presidente da Federação das Conferências Episcopais da Oceânia; e ainda- D. José Hung-Seng, bispo de Macau, e- D. Javier Echevarria, da Prelatura pessoal do Opus Dei. Os dois padres nomeados por Bento XVI são o Prepósito Geral da Companhia de Jesus, Adolfo NIcolás; e o presidente de Comunhão e Libertação, Julian Carron. Sempre em vista da assembleia do Sínodo dos Bispos, de Outubro, o Secretário Geral do Sínodo, com a aprovação do Santo Padre, nomeou 40 peritos (“adiutores Secretarii specialis”, que incluem padres, religiosas e leigos, homens e mulheres, de múltiplos países do mundo, geralmente biblistas de renome.Finalmente, o mesmo Secretário Geral do Sínodo dos Bispos, com a aprovação do Santo Padre, nomeou também 37 “Auditores” – um certo número dos quais leigos, homens e mulheres. Entre estes, o professor André Riccardi, Fundador da Comunidade de Santo Egídio e Maria Voce, a nova presidente do Movimento dos Focolares.
Fonte: RV

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

USA: "NOVENA PARA OS CIDADÃOS FIÉIS"

ESTADOS UNIDOS: NOVENA PELA VIDA

Bispos dos Estados Unidos pedem oração pelas eleições presidenciais
Publicada uma novena dos Cidadãos Fiéis


WASHINGTON,
Os bispos dos Estados Unidos convidaram os católicos a fazerem uma novena pela vida, pela justiça e pela paz, frente às próximas eleições presidenciais de novembro.
A oração, intitulada Novena para os Cidadãos Fiéis (Novena for Faithful Citizenship), poderá encontrar-se no site da Conferência Episcopal americana até as eleições do dia 4 de novembro.
Joan Rosenhauer, diretora do departamento de Justiça, Paz e Desenvolvimento Humano, da Conferência Episcopal, explicou que esta novena especial «faz parte da campanha episcopal para ajudar os católicos a formarem suas consciências diante de questões de tipo político e social».
Os bispos publicaram sua declaração sobre a formação das consciências dos cidadãos católicos em novembro de 2007.
Helen Osman, secretária de comunicação da Conferência, expressou sua esperança de que a novena «ajude os católicos a entrarem num clima de oração e de reflexão quando estiverem se preparando para votar».
Osman acrescentou que a Conferência Episcopal quer ajudar os católicos a pensarem nas questões pré-eleitorais «provendo um recurso de oração na web que nos ajude a aprofundar em nossos valores compartilhados e na nossa identidade como católicos».
Os bispos oferecem várias opções para rezar esta Novena dos Cidadãos Fiéis. A primeira é começar no dia 2 de setembro e rezar durante nove terças-feiras consecutivas, até as eleições gerais.
Uma segunda opção é começar a novena qualquer outro dia da semana, quando se possa, e rezar o mesmo dia todas as semanas.
A Novena pode ser rezada também nos nove dias consecutivos antes das eleições, começando em 26 de outubro, ou outros nove dias consecutivos.
«Pode-se criar qualquer combinação adequada para uso pessoal ou comunitário, e se pode rezar a Novena mais de uma vez», acrescentam os bispos.

Mais informação: www.faithfulcitizenship.org/resources/podcasts

Fonte: ZENIT.org

sábado, 16 de agosto de 2008

LOURDES: "CIDADELA MUNDIAL DA VIDA E DA ESPERANÇA"

Lourdes - "cidadela mundial da vida e da esperança":
Bento XVI ao Angelus, em Castelgandolfo, recorda a sua peregrinação, em Setembro, ao santuário francês.

Ao meio-dia, no pátio interior da residência de Castelgandolfo, perante grande número de peregrinos ali congregados, Bento XVI referiu de novo, por outras palavras, ao mistério contido nesta solenidade da Assunção de Maria: “A Assunção de Maria ao céu indica-nos a meta última da nossa peregrinação terrena,. Recorda-nos que todo o nosso ser – espírito, alma e corpo – está destinado à plenitude da vida. Que quem vive e morre no amor de Deus e do próximo será transfigurado à imagem do corpo glorioso de Cristo ressuscitado. Que o Senhor abate os soberbos e exalta os humildes. É isto que nossa Senhor proclama para sempre com o mistério da sua assunção. Sejas sempre louvada, ó Virgem Maria! Reza ao Senhor por nós!Na sua alocução antes da recitação do Angelus, o Papa recordou ainda que, “como ensina o Concílio Vaticano II, Maria santíssima há-de ser sempre colocada no mistério de Cristo e da Igreja”. “Do Paraíso, Maria continua a velar – sempre, mas especialmente nas horas difíceis - sobre os seus filhos, que o próprio Jesus lhe confiou antes de morrer na cruz”. Esta “solicitude materna” está bem patente nos tantos santuários marianos existentes… E aqui Bento XVI quis recordar um de modo especial:“Penso neste momento de modo especial na singular cidadela mundial da vida e da esperança que é Lurdes, onde, se Deus quiser, me deslocarei daqui a um mês, para celebrar os 150 anos das aparições marianas ali ocorridas”.
Fonte: RV

domingo, 20 de julho de 2008

JMJ - Viver e testemunhar o Espírito da verdade, da vida e do amor


Viver e testemunhar o Espírito da verdade, da vida e do amor: a catequese do Papa na vigília de sábado à noite, na JMJ de Sidney.

A saudação de Bento XVI aos jovens de lingua portuguesa
(19/7/2008) Uma longa e articulada catequese sobre o Espírito Santo, mais precisamente sobre uma vida cristã vivida sob a moção do Espírito de Jesus, testemunhando-o: esta a alocução de Bento XVI aos jovens congregados no Hipódromo de Randwick, nos arredores de Sidney, neste sábado à noite (era a segunda parte da manhã na Europa e na África).
O Papa fez notar que o testemunho cristão é oferecido a um mundo que, sob muitos aspectos, é frágil: feridas que afectam a unidade da criação… relações humanas em crise… uma sociedade afectada por um processo de fragmentação relativista… ignorando aqueles princípios que nos tornam capazes de viver e crescer na unidade, na ordem e na harmonia”.
Como sermos testemunhas num mundo tão complexo e fragmentado? – interrogou-se Bento XVI, logo observando: “A unidade e a reconciliação não se podem alcançar apenas através dos nossos esforços.
Deus fez-nos uns para os outros e só em Deus e na sua Igreja podemos encontrar aquela unidade que procuramos”. É grande – e diversificada - a tentação de avançar sozinhos. “Perante as imperfeições e desilusões individuais e institucionais, somos por vezes tentados a construir – artificialmente - uma comunidade perfeita, uma unidade perfeita, uma utopia espiritual. É uma velha tentação, na história da Igreja… “As tentativas de construir desse modo a unidade, na realidade minam-na!
Separar o Espírito Santo de Cristo presente na estrutura institucional da Igreja comprometeria a unidade da comunidade cristã, que é precisamente dom do Espírito(…). A unidade faz parte da essência da Igreja: é um dom que há que reconhecer e apreciar.
Esta noite, rezemos pelo nosso propósito de cultivar a unidade: contribuir para ela e resistir a todas as tentações de desertarmos. O que podemos oferecer ao mundo é precisamente a amplitude, a perspectiva larga da nossa fé – firme e ao mesmo tempo aberta, consistente mas dinâmica , verdadeira mas sempre em vias de ulterior aprofundamento!
”Bento XVI exortou os jovens a colocar-se à escuta da “voz concorde da humanidade”, para além de todas as dissonâncias e rumores.
De todos os sofrimentos e acontecimentos, de todas as partes se eleva um “mesmo grito humano que aspira a um reconhecimento, a uma pertença, à unidade”. Será precisamente o Espírito Santo a ajudar a escutar em profundidade, indo para além das visões parciais, da utopia vã, da precariedade fugaz… Poder-se-á assim “oferecer a coerência e a certeza do testemunho cristão”. Passando depois a referir outro aspecto da realidade do Espírito Santo – Espírito Criador… que dá a vida, o Papa observou que é o Espírito Santo “que nos conduz mesmo até ao coração de Deus”.
“Quanto mais consentirmos ao Espírito Santo que nos guie, tanto maior será a nossa configuração a Cristo e mais profunda a nossa imersão na vida de Deus uno e trino”. “Deus está connosco, não na fantasia, mas na realidade da vida.
O que temos de procurar é enfrentar a realidade, não fugir dela. Por isso, o Espírito Santo atrai-nos delicada mas resolutamente para aquilo que é real, duradouro, verdadeiro. É o Espírito que nos reconduz à comunhão com a Trindade Santíssima”.
Referindo depois, de modo simples e muito sugestivo, a sua própria descoberta progressiva da importância e do lugar do Espírito Santo na fé e na vida cristã, Bento XVI foi levado a mencionar a evolução realizada por Santo Agostinho, observando que foi a sua experiência do amor de Deus presente na Igreja que o levou a procurar a sua fonte na vida de Deus uno e trino”.
“Isto fê-lo chegar a três intuições particulares relativas ao Espírito Santo enquanto vínculo de unidade no seio da Santíssima Trindade: unidade como comunhão, unidade como amor duradouro, unidade como dador e dom. Estas três intuições não são meramente teóricas; ajudam a explicar como age o Espírito.
Num mundo em que tanto os indivíduos como as comunidades sofrem muitas vezes por falta de unidade e coesão, tais intuições ajudam-nos a permanecer sintonizados com o Espírito e a alargar e esclarecer o âmbito do nosso testemunho.”
“ Inspirados pelas intuições de Santo Agostinho, fazei com que o amor unificante seja a vossa medida; o amor duradouro seja o vosso desafio; o amor que se dá a vossa missão.”Quase a concluir, o Papa recordou os jovens que na Missa de domingo receberão o Sacramento da Confirmação.
Recebendo o dom do Espírito Santo, serão chamados a testemunhá-lo, como todos nós, na vida de cada dia. E deixou esta exortação: “Como a Igreja realiza a sua viagem juntamente com a humanidade inteira, assim também vós sois chamados a exercitar os dons do Espírito nos altos e baixos da vida diária.
Fazei com que a vossa fé amadureça através dos vossos estudos, trabalho, desporto, música, arte. Procurai que seja sustentada por meio da oração e alimentada através dos sacramentos, para deste modo se tornar fonte de inspiração e de ajuda para quantos vivem ao vosso redor… …Estar verdadeiramente vivos é ser transformados a partir de dentro, permanecer abertos à força do amor de Deus.
Acolhendo a força do Espírito Santo, podereis também vós transformar as vossas famílias, as comunidades, as nações. Libertai estes dons. Fazei com que a sabedoria, o entendimento, a fortaleza, a ciência e a piedade sejam os sinais da vossa grandeza.
”Depois deste discurso foram apresentados os 24 candidatos ao Sacramento da Confirmação que terá lugar neste Domingo durante a Missa conclusiva da jornada mundial da juventude.Esta vigília de oração do Papa com os jovens neste sábado, no hipódromo de Randwick concluiu-se com a adoração Eucarística, e as saudações de Bento XVI em varias línguas.
Está a sua saudação aos jovens de língua portuguesa: Meus queridos amigos, recebei o Espírito Santo, para serdes Igreja! Igreja quer dizer todos nós unidos como um corpo que recebe o seu influxo vital de Jesus ressuscitado. Este dom é maior que os nossos corações, porque brota das entranhas da Santíssima Trindade. Fruto e condição: sentir-se parte uns dos outros, viver em comunhão. Para isso, jovens caríssimos, acolhei dentro de vós a força de vida que há em Jesus. Deixai-O entrar no vosso coração. Deixai-vos plasmar pelo Espírito Santo
Fonte: RV