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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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domingo, 13 de setembro de 2009

NECESSITAMOS DE FAMÍLIAS CRISTÃS PARA EVANGELIZAÇÃO

Igreja precisa de famílias cristãs para nova evangelização
Cardeal Antonelli reconhece que elas chegam onde outros não conseguem chegar
Por Carmen Elena Villa
.......................Cardeal Ennio Antonelli

ROMA,

- Fazer da família o “sujeito de evangelização” é o objetivo declarado que o Conselho Pontifício para a Família apresentou no seminário internacional inaugurado nesta quinta-feira em Roma.
Segundo o cardeal Ennio Antonelli, presidente deste dicastério vaticano, este encontro serve para colocar as bases para a preparação do 7º Encontro Mundial das Famílias, que se realizará na cidade de Milão, em 2012. A edição precedente foi celebrada na Cidade do México, no último mês de janeiro.
O cardeal apresentou dois projetos que estão sendo realizados neste contexto: o primeiro pretende promover em vários países uma pesquisa psicológica, tanto descritiva como de aplicação, sobre o bem que as famílias estáveis fazem aos seus filhos e à sociedade. O segundo projeto, assegurou o cardeal Antonelli, consiste em promover a família como “sujeito de evangelização”.
Famílias, “vamos evangelizar!”
O purpurado indicou que é importante que se reforce a missão pastoral da família porque, “como destinatária de evangelização, a família já está muito presente na atenção dos operadores pastorais”, enquanto que, “como sujeito de evangelização, deve ser muito mais valorizada, voltando a despertar sua responsabilidade missionária ao serviço de todos os homens e de todo o humano”.
O presidente do Conselho Pontifício para a Família assegurou que “os crentes evangelizam com sua espiritualidade, seu testemunho, sua atividade, seu anúncio, sua profissão de fé. Ou melhor, é o próprio Cristo quem evangeliza através deles”, esclareceu.
“Na medida em que vivem em comunhão com Cristo, os cristãos compartilham seu amor apaixonado por todos os homens, convertem-se em seus cooperadores para o desenvolvimento humano na história e para a salvação eterna, muito além da história.”
O purpurado italiano esclareceu que, por meio das famílias praticantes, “queremos chegar as demais famílias e ao maior número de pessoas”.
Destacou, assim, o amplo campo de evangelização que as famílias têm, onde os agentes pastorais nem sempre podem chegar: “a própria casa, o ambiente, a escola, a paróquia, as associações eclesiásticas e civis, entre outras”.

Fonte: ZENIT.org

domingo, 15 de março de 2009

"É PRECISO EDUCAR AS COMUNIDADES CRISTÃS À ADORAÇÃO EUCARÍSTICA"

BENTO XVI: "É PRECISO EDUCAR AS COMUNIDADES CRISTÃS À ADORAÇÃO EUCARÍSTICA"


Cidade do Vaticano,

- Bento XVI recebeu em audiência na manhã de hoje, no Vaticano, os participantes da plenária da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos após três dias de encontro sobre a adoração eucarística. O Santo Padre ressaltou que "as comunidades cristãs precisam fundamentar sempre mais a sua fé na Eucaristia e a prática da adoração eucarística é a estrada litúrgica por excelência para atingir tal objetivo".O papa sublinhou que a eucaristia existe desde as origens da Igreja e graças a ela "a Igreja vive e cresce continuamente". A Eucaristia é uma infinita fonte de graça e uma "incomparável ocasião tanto para a santificação da humanidade em Cristo quanto para a glória de Deus", disse o Santo Padre. Para explicar a importância deste mistério da fé, Bento XVI recorreu a uma seqüência de citações extraídas do Magistério do Concílio Vaticano II e de seus predecessores. "Nós devemos reconhecer que a eucaristia é um precioso tesouro, tanto na celebração da missa quanto no culto das sagradas espécies", disse o papa. Culto que desde sempre a Igreja realizou por meio da adoração eucarística. "Na Eucaristia a adoração deve se tornar união: união com o Senhor vivo e com o seu Corpo Místico. Como eu disse aos jovens na Esplanada de Marienfeld, em Colônia, durante a Santa Missa por ocasião do XX Dia Mundial da Juventude, em 21 de agosto de 2005: "Deus não está somente diante de nós como o Totalmente Outro. Ele está dentro de nós, e nós estamos Nele", frisou o pontífice.O Santo Padre apreciou a reflexão realizada durante a plenária em relação aos meios litúrgicos e pastorais que a Igreja de nosso tempo deve utilizar para promover a fé na presença real do Senhor na Eucaristia. "Na Eucaristia se vive a transformação fundamental da violência em amor, da morte em vida; ela arrasta consigo as outras transformações. O pão e vinho se tornam o Corpo e o Sangue de Cristo que são dados a nós a fim de que sejamos transformados", ressaltou o papa.A prática da adoração eucarística necessita renovar-se e "isto pode acontecer somente por meio de um maior conhecimento do mistério e da fidelidade à tradição, a fim de incrementar a vida litúrgica de nossas comunidades", disse o Santo Padre. É importante também dar particular atenção à formação dos seminaristas e aproveitar o Tempo da Quaresma, período privilegiado de estágio espiritual:"Recordando três práticas penitenciais muito queridas da tradição bíblica e cristã, a oração, a caridade e o jejum, nos encorajamos reciprocamente a redescobrir e a viver com renovado fervor o jejum não somente como prática ascética, mas também como preparação à eucaristia e como arma espiritual para lutar contra todo o pecado. Este período intenso de vida litúrgica nos ajuda a afastar tudo aquilo que distrai o espírito e a intensificar aquilo que nutre a alma, abrindo-a ao amor a Deus e ao próximo", concluiu o pontífice. (MJ)

Fonte: RV

segunda-feira, 9 de março de 2009

VALIDEZ DAS PRÁTICAS CRISTÃS "DE SEMPRE"

Papa sublinha validez das práticas cristãs «de sempre»
Propõe Nossa Senhora como «modelo de escuta da Palavra»
Por Inma Álvarez
ROMA,

- O Papa afirmou que as práticas de devoção cristã «de sempre» não foram abolidas pelo Concílio Vaticano II, mas continuam «sendo válidas», durante o encontro com os párocos da diocese de Roma no dia 26 de fevereiro.
Diante da pergunta do sacerdote Pietro Riggi, do Bairro dos Meninos Dom Bosco, sobre a vigência ou não de práticas devocionais cristãs como os sufrágios pelos falecidos ou as sextas-feiras dedicadas ao Sagrado Coração, o Papa explicou que «são realidades das quais o Concílio não falou, mas que supõe como realidade na Igreja».
Estas práticas «não são coisas necessárias, mas surgidas na riqueza da meditação do mistério» da redenção de Cristo, e advertiu que ainda que «cada um pode entender mais ou menos o que é mais importante e o que não é», contudo «ninguém deverá desprezar esta riqueza, crescida durante os séculos como oferenda e como multiplicação das luzes na Igreja».
Sobre a questão das indulgências, o Papa explicou que «trata-se simplesmente de uma troca de dons, ou seja, o que na Igreja existe de bem, existe para todos. Com esta chave da indulgência podemos entrar na comunhão dos bens da Igreja».
«Os protestantes se opõem, afirmando que o único tesouro é Cristo», acrescentou, e explicou que, para os católicos, «o maravilhoso é que Cristo – que é realmente mais que suficiente em seu amor infinito, em sua divindade e humanidade – queria acrescentar a tudo o que fez, também nossa pobreza».
«Não nos considera só como objetos de sua misericórdia, mas nos torna sujeitos de sua misericórdia e do amor junto com Ele, de modo que – ainda que não quantitativamente, ao menos em sentido de mistério – quer nos unir ao grande tesouro do Corpo de Cristo.»
Queria ser a Cabeça com seu corpo, no qual se realiza toda a riqueza do que fez. Deste mistério resulta precisamente que existe um tesaurus ecclesiae, que o corpo, como a cabeça, entrega e que nós podemos ter um do outro e entregar um ao outro.
«A única luz é a de Cristo. Aparece em todas as suas cores e oferece o conhecimento da riqueza de seu dom, a interação entre cabeça e corpo, a interação entre os membros, de maneira que podemos, juntos, ser verdadeiramente um organismo vivo», declarou.
Maria da escuta
À pergunta do sacerdote Guillermo M. Cassone, vigário paroquial de São Francisco e Santa Catarina, no Trastevere, sobre a necessidade de conjugar a piedade mariana com a Palavra de Deus, o Papa destacou que Maria «é a mulher da escuta».
Maria «é o símbolo da abertura, da Igreja que espera a vinda do Espírito Santo», de «uma escuta verdadeira, uma escuta que deve ser interiorizada, que não diz simplesmente ‘sim’, mas que assimila a Palavra».
Por exemplo, o canto mariano por excelência, o Magnificat, «é um tecido feito de palavras do Antigo Testamento – explicou o Papa. Maria conhecia em seu coração a Escritura. Não conhecia só alguns textos, mas estava tão identificada com a Palavra, que as palavras do Antigo Testamento se convertem, sintetizadas, em um canto em seu coração e em seus lábios».
Recordando que Maria é a que «conservou a Palavra no coração», Bento XVI explica que ela é, para a Igreja, modelo de interpretação da Escritura.
Maria, sublinhou, é «modelo do crente que conserva a Palavra, leva em si a Palavra; não só a lê ou a interpreta com a inteligência para saber o que aconteceu naquele tempo, quais são os problemas filológicos. Tudo isso é interessante, importante, mas é mais importante escutar a Palavra que se conserva e que se converte em Palavra em mim, vida em mim e presença do Senhor».

Fonte: ZENIT.org

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

JOVENS PEDEM DEFESA DA VIDA E DAS RAIZES CRISTÃS

Jovens pedem a Conselho da Europa que defenda vida e raízes cristãs
Por Antonio Gaspari



Estrasburgo

ESTRASBURGO,

-Trezentos ganhadores do concurso europeu organizado pelo Movimento pela Vida (MpV) italiano, em colaboração com o Foro das famílias, sobre o tema "Europa e direitos humanos.

Nós, jovens protagonistas", reuniram-se nesta quarta-feira no hemiciclo do Conselho da Europa para debater e votar sobre um documento que será enviado a todos os parlamentares europeus e a todas as escolas italianas.

Os reunidos debateram e votaram emendas a um documento que, em nome da grandeza cultural e civil da Europa, rejeita o aborto, a destruição de embriões, a eutanásia, e pede o reconhecimento das raízes cristãs para defender a liberdade religiosa e impedir a perseguição dos crentes.

O documento final sublinha que "cada vida é digna de existir e tem sempre o valor máximo" e "tem direito a ela cada ser vivo da espécie humana, qualquer que seja sua idade, sua saúde, riqueza, condição social, nacionalidade".

No documento se sublinha a importância do respeito e da promoção dos direitos humanos e se denuncia a contradição de uma Europa que, ainda tendo idealizado e promovido os direitos humanos, permite "o aborto amplo, o uso destrutivo de embriões humanos com fins experimentais, a eutanásia admitida em alguns países".

Os jovens pedem, portanto, "o reconhecimento do direito à vida desde a concepção até a morte natural", como conseqüência racional da doutrina dos direitos humanos.
Após agradecer a Europa pela promoção da paz e da democracia em todo o mundo, o documento sublinha a necessidade de pedir à ONU uma moratória universal na execução das condenações à morte.

Neste sentido, os jovens denunciaram o aborto como condenação à morte de crianças concebidas e ainda não nascidas, e rejeitaram a ideologia que queria inclusive contemplar "o aborto como direito humano fundamental".

Sobre o enorme desenvolvimento científico, os jovens propõem incentivar a pesquisa com bolsas e postos de trabalho, mas definem como contraditória e contrária aos direitos humanos a opção européia de destinar fundos comunitários à destruição de embriões humanos para obter células-tronco. Também porque – diz o documento – "podem obter resultados terapêuticos mais rápidos e eficazes utilizando células-tronco de tecidos adultos".

No documento se pede também o apoio ao gênio feminino e políticas de ajuda e assistência especial para mães e crianças.
Com relação à família e ao casamento, o documento aprovado pede medidas de caráter cultural, econômico e social para consolidar, sustentar e promover o laço familiar e natural entre homem e mulher.

Concluindo, o documento defende a liberdade religiosa e pede à União Européia que faça sentir sua voz de maneira mais forte em defender "a liberdade de todas as religiões" e em especial preservar as próprias raízes, a cultura e a civilização cristãs.


Fonte: ZENIT.org