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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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domingo, 30 de maio de 2010

SANTÍSSIMA TRINDADE

A Santíssima Trindade

O PAI

I "Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo"

232 Os cristãos são batizados "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28,19). Antes disso eles respondem "Creio" à tríplice pergunta que os manda confessar sua fé no Pai, no Filho e no Espírito: "Fides omnium christianorum in Trinitate consistit" ("A fé de todos os cristãos consiste na Trindade") (S. Cesáreo de Arlés, symb.).

233 Os cristãos são batizados "em nome" do Pai e do Filho e do Espírito Santo e não "nos nomes" destes três (cf. Profissão de fé do Papa Vigilio em 552: DS 415), pois só existe um Deus, o Pai todo-poderoso, seu Filho único e o Espírito Santo: a Santíssima Trindade.

234 O misterio da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. É o mistério de Deus em si mesmo, é, portanto, a fonte de todos os outros mistérios da fé, é a luz que os ilumina. É o ensinamento mais fundamental e essencial na "hierarquia das verdade de fé" (DCG 43). "Toda a história da salvação não é senão a história da via e dos meios pelos quais Deus verdadeiro e único, Pai, Filho e Espírito Santo, se revela, reconcilia, consigo e une a si os homens que se afastam do pecado" (DCG 47).

235 Neste parágrafo se exporá brevemente de que modo é revelado o mistério da Santíssima Trindade (I), de que maneira a Igreja formulou a doutrina da fé sobre este mistério (II), e, finalmente, de que modo, através das missões divinas do Filho e do Espírito Santo, Deus Pai realiza seu "desígnio benevolente” de criação, de redenção, e de santificação (III).

236 Os Padres da Igreja distinguem entre a "Theologia" e a "Oikonomia", designando com o primeiro termo o mistériod a vida íntima do Deus-Trindade, com o segundo todas as obras de Deus através das quais ele se revela e comunica sua vida. É através da "Oikonomia" que nos é revelada a "Theologia"; mas, inversamente, é a "Theologia", que ilumina toda a "Oikonomia". As obras de Deus revelam quem ele é em si mesmo; e inversamente, o mistério do seu Ser íntimom ilumina a compreensão de todas as suas obras. Acontece o mesmo, analogicamente, entre as pessoas humanas. A pessoa mostra-se no seu agir, e quanto melhor conhecemos uma pessoa, tanto melhor compreendemos o seu agir.

237 A Trindade é um mistério de fé no sentido estrito, um dos “mistérios escondidos em Deus, que não podem ser conhecidos se não forem revelados do alto" (Cc. Vaticano I: DS 3015. Deus, certamente, deixou marcas de seu ser trinitário em sua obra de Criação e em sua Revelação ao long do Antigo Testamento. Mas a intimidade de seu Ser como Trindade Santa constitui um mistério inacessível à pura a razão e até mesmo à fé de Israel antes da Encarnação do Filho de Deus e da missão do Espírito Santo.

II A revelação de Deus como Trindade

O Pai revelado pelo Filho

238 A invocação de Deus como "Pai" é conhecida em muitas religiões. A divindade é muitas vezes considerada como "pai dos deuses e dos homens". Em Israel, Deus é chamado de Pai enquanto Criador do mundo (Cf. Dt 32,6; Ml 2,10). Deu é Pai, mais ainda, em razão da Aliança e do dom da Lei a Israel, seu "filho primogênito" (Ex 4,22). É também chamado de Pai do rei de Israel (cf. 2 S 7,14). Muito particularmente ele é "o Pai dos pobres", do órfão e da viúva, que estão sob sua proteção de amor (cf. Sal 68,6).

239 o designar a Deus com o nome de “Pai", a linguagem da fé indica principalmente dois aspectos: que Deus é origem primeira de tudo e autoridade transcendente, e que ao mesmo tempo é bondade e solicitude de amor para todos os seus filhos. Esta ternura paterna de Deus pode também ser expressa pela imagem da maternidade (cf. Is 66,13; Sl 131,2) que indica mais a imanência de Deus, a intimidade entre Deus e a sua criatura. A linguagem da fé inspira-se assim na experiência humana dos pais (genitores), que são de certo modoos primeiros representantes de Deus para o homem. Mas esta experiência humana ensina também que os pais humanos são falíveis e que podem desfigurar o rosto da paternidade e da maternidade. Convém então lembrar que Deus transcende a distinção humana dos sexos. Ele não é nem homem nem mulher, é Deus. Transcende tampém à paternidade e à maternidade humanas (cf. Sl 27,10), embora seja a sua origem e a medida (cf. Ef 3,14; Is 49,15): Ninguém é pai como Deus o é.

240 Jesus revelou que Deus é "Pai" num sentido inaudito: não o é somente enquanto Criador, mas é eternamente Pai em relação a seu Filho único, que reciprocamente só é Filho em relação a seu pai “Ninguém conhece o Filho senão o Pai, e ninguém conhece o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar" (Mt 11,27).

241 É por isso que os apóstolos confessam Jesus como "o Verbo” que “ no início estava junto de Deus” e que “é Deus" (Jo 1,1), como "a imagem do Deus invisível" (Cl 1,15), como "o resplendor de sua glória e a expressão do seu ser" Hb 1,3).

242 Na esteira deles, seguindo a Tradição apostólica, a Igreja, no ano de 325, no primeiro Concílio Ecumênico de Nicéia, confessou que o Filho é "consubstancial" ao Pai, isto é, um só Deus com Ele. O segundo Concílio Ecumênico, reunido em Constantinopla em 381, conservou esta expressão na sua formulação do Credo de Nicéia e confessou "o Filho Único de Deus, gerado do Pai antes de todos os séculos, luz luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado não criado, consubstancial ao Pai" (DS 150).

O Pai e o Filho revelados pelo Espírito

243 Antes da sua Páscoa, Jesus anuncia o envio de "outro Paráclito" (Defensor), o Espírito Santo. Em ação desde a criação (cf. Gn 1,2), depois de ter outroral "falado pelos profetas" (Credo de Nicéia-Constantinopla), ele estará agora junto dos discípulos e neles (cf. Jo 14,17), a fim de ensiná-los (cf. Jo 14,16) e conduzi-los “à verdade inteira” (Jo 16,13). O Espírito Santo é revelado assim como uma outra pessoa divina em relação a Jesus e ao Pai.

244 A origem eterna do Espirito revela-se na sua missão temporal. O Espírito Santo é enviado aos Apóstolos e à Igreja tanto pelo Pai em nome do Filho, como pelo Filho em pessoa, depois que este tiver voltado para junto do Pai (cf. Jo 14,26; 15,26; 16,14). O envio da pessoa do Espírito após a gloficação de Jesus (cf. Jo 7,39), revela em plenitude o mistério da Santíssima Trindade.

245 A fé apostólica no tocante ao Espírito foi confessada pelo segundo concílio ecumênico em 381 em Constantinopla: "Cremos no Espírito Santo, que é Senhor e que dá a vida, que procede do Pai" (DS 150). Com isto a Igreja reconhece o Pai como "a fonte e a origem de toda a divindade" (Cc. de Toledo VI, ano 638: DS 490). Ma a origem eterna do Espírito Santo não deixa de estar vinculada à do Filho: "O Espírito Santo, que é a Terceira Pessoa da Trindade, é Deus, uno e igual ao Pai e ao Filho, da mesma substância e também da mesma natureza... Contudo, não se diz que Ele é somente o Espírito do Pai, mas ao mesmo tempo o espírito do Pai e do Filho" (Cc. de Toledo XI, ano 675: DS 527). O Credo da Igreja, do Concílio de Constantinopla (ano 381) confessa: "Com o Pai e o Filho ele recebe a mesma adoração e a mesma glória" (DS 150).

246 A tradição latina do Credo confessa que o Espírito "procede do Pai e do Filho (Filioque)". O Concílio de Florença, em 1438, explicita: "O Espírito Santo tem sua essência e seu ser subsistente ao mesmo tempo do Pai e do Filho e procede eternamente de Ambos como de um só Pincípio e por uma única expiração...E uma vez que tudo o que é do Pai, o Pai mesmo o deu ao seu Filho Único ao gerá-lo, excetuando o seu ser de Pai, esta própria processão do Espírito Santo a partir do Filho, ele a tem eternamente de Seu Pai que o gerou eternamente" (DS 1300-1301).

247 A afirmação do filioque não figurava no símbolo professado em 381 em Constantinopla. Mas com base em uma antiga tradição latina e alexandrina, o Papa S. Leão o havia já confessado dogmaticamente em 447 (cf. DS 284) antes que Roma conhecesse e recebesse, em 451, no concílio de Calcedônia, o símbolo de 381. O uso desta fórmula no Credo foi admitido pouco a pouco na liturgia latina (entre os séculos VIII e XI). Todavia, a introdução do Filioque no Símbolo de niceno-constantinopolitano pela liturgia latina constitui, ainda hoje, um ponto de discórdia em relação às igrejas ortodoxas.

248 A tradição oriental põe primeiramente em relevo o caráter de origem primeira do Pai em relação ao Espírito. Ao confessar o Espírito como "procedente do Pai" (Jo 15,26), ela afirma que o Espírito procede do Pai pelo Filho (cf. AG 2). A tradição ocidental põe primeiramente em relevo a comunhão consubstancial entre o Pai e o Filho afirmando que o Espírito Procede do Pai e do Filho (Filioque). Ela o afirma "de forma legítima e racional" (Cc. de Florença, 1439: DS 1302), pois a a ordem eterna das pessoas divinas na sua comunhão consubstancial implica não só que o Pai seja a origem primeira do Espírito enquanto "princípio sem princípio" (DS 1331), mas também, enquanto Pai do Filho Único, que seja com ele "o único princípio do qual procede o Espírito Santo" (Cc. de Lyon II, 1274: DS 850). Esta legítima complementaridade, se não fo radicalizada, não afeta a identidade da fé na realidade do mesmo mistério confessado.

III A Santíssima Trindade na doutrina da fé

A formação do dogma trinitário

249 A verdade revelada da Santíssima Trindade esteve desde as origens na raiz da fé vida da Igreja, principalmente através do Batismo. Ela encontra a sua expressão na regra da fé batismal, formulada na pregação, na catequese e na oração da Igreja. Tais formulações encontram-se já nos escritos apostólicos, como na seguinte saudação, retomada na liturgia eucarística: "A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós" (2 Co 13,13; cf. 1 Cor 12,4-6; Ef 4,4-6).

250 No decurso dos primeiros séculos, a Igreja procurou formular mais explicitamente a sua fé trinitária, tanto para aprofundar a sua própria compreensão da fé, quanto para defendê-la contra erros que a estavam deformando. Isso foi obra dos Concílios antigos, ajudados pelo trabalho teológico dos Padres da Igreja e apoiados pelo senso da fé do povo cristão.

251 Para a formulação do dogma da Trindade, a Igreja teve de desenvolver uma terminologia própria recorrendo a noções de origem filosófica: "substância", "pessoa" ou "hipóstase", "relação", etc. Ao fazer isto, não submeteu a fé a uma sabedoria humana senão que imprimiu um sentido novo, inaudito, a esses termos, chamados a significar a partir daí também um Mistério inefável, que "supera infinitamente tudo o que nós podemos compreender dentro do limite humano" (Paulo VI, SPF 2).

252 A Igreja utiliza o termo "substância" (traduzido também, às vezes, por "essência" ou por "natureza") para designar o ser divino em sua unidade; o termo "pessoa" ou "hipóstase" para designar o Padre, o Filho e o Espírito Santo na sua distinção real entre si, e o termo "relação" para designar o fato de a distinção entre eles residir na referência de uns aos outros.

O dogma da Santíssima Trindade

253 A Trindade é Una. Não confessamos três deuses, mas um só Deus em três pessoas: "a Trindade consubstancial" (Cc. Constantinopla II, ano 553: DS 421). As pessoas divinas não se dividem entre si a única divindade, mas cada uma delas é Deus por inteiro: "O Pai é aquilo que é o Filho, o Filho é aquilo que é o Pai, o Espírito Santo é aquilo que são o Pai e o Filho, isto é, um só Deus quanto à natureza” (Cc. de Toledo XI, ano 675: DS 530). "Cada uma das três pessoas é esta realidade, isto é, a substância, a essência ou a natureza divina" (Cc. de Latrão IV, ano 1215: DS 804).

254 As pessoas divinas são realmente distintas entre si. "Deus é único, mas não solitário" (Fides Damasi: DS 71). "Pai", "Filho”, Espírito Santo" não são simplesmente nomes que designam modalidades do ser divino, pois são realmente distintos entre si: "Aquele que é o Pai não é o Filho, e aquele que é o Filho não é o Pai, nem o Espírito Santo é aquele que é o Pai ou o Filho" (Cc. de Toledo XI, ano 675: DS 530). São distintos entre si pelas suas relações de origem: "É o Pai que gera, o Filho que é gerado, o Espírito Santo que procede" (Cc. Latrão IV, ano 1215: DS 804). A Unidade divina é Trina.

255 As pessoas divinas são relativas umas às outras. Por não dividir a unidade divina, a distinção real das pessoas entre si reside unicamente nas relações que as referem umas às outras; "Nos nomes relativos das pessoas, o Pai é referido ao Filho, o Filho ao Pai, o Espírito Santo aos dois; quando se fala destas três pessoas considerando as relações, crê-se todavia em uma só natureza ou substância" (Cc. de Toledo XI, ano 675: DS 528). Pois "todo é uno (neles) lá onde não se encontra a opsição de relação" (Cc. de Florença, ano 1442: DS 1330). "Por causa desta unidade, o Pai está todo inteiro no Filho, todo inteiro no Espírito Santo; o Filho está todo inteiro no Pai, todo inteiro no Espírito Santo; o Espírito Santo está todo inteiro no Pai, todo inteiro no Filho" (Cc. de Florença 1442: DS 1331).

256 Aos Catecúmenos de Constantinopla, S. Gregório Nazianzeno, denominado também "o Teólogo", confia o seguinte resumo da fé trinitária:
Antes de todas as coisas, conservai-me este bom depósito, pelo qual vivo e combato, com o qual quero morrer, que me faz suportar todo os males e desprezar todos os prazeres; refiro-me à profissão de fé no Pai e no Filho e no Espírito Santo. Eu vo-la confio hoje. É por ela que daqui a pouco vou mergulhar-vos na água e vos tirar dela.
Eu vo-la dou como companheira e dona de toda a vossa vida. Dou-vos uma só Divindade e Poder, que existe Una nos Três, e que contém os Três de uma maneira distinta. Divindade sem diferença de substância ou de natureza, sem grau superior que eleve ou grau inferior que rebaixe... A infinita conaturalidade é de três infinitos. Cada um considerado em si mesmo é Deus todo inteiro... Deus os Três considerados juntos. Nem comecei a pensar na Unidade, e a Trindade me banha em seu esplendor. Nem comecei a pensar na Trindade, e a unidade toma conta de mim (0r. 40,41: PG 36,417).

IV As obras divinas e as missões trinitárias

257 "O lux beata Trinitas et principalis Unitas!" ("Ó luz, Trindade bendita. Ó primordial Unidade!") (LH, hino de vésperas) Deus é beatitude eterna, vida imortal, luz sem ocaso. Deus é amor: Pai, Filho e Espírito Santo. Livremente Deus quer comunicar a glória da sua vida bem-aventurada. Este é o "desígnio” de benevolência (Ef 1,9) que ele concebeu desde antes da criação do mundo no seu Filho bem-amado, "predestinando-nos à adoção filial neste" (Ef 1,4-5), isto é, "a reproduzir a imagem de seu Filho" (Rm 8,29) graças ao "Espírito de adoção filial" (Rm 8,15). Esta decisão prévia é uma "graça concedida antes de todos os séculos" (2 Tm 1,9-10), proveniente diretamente do amor trinitário. Ele se desdobra na obra da criação, em toda a história da salvação após a queda, nas missões do Filho e do Espírito, prolongadas pela missão da Igreja (cf. AG 2-9).

258 Toda a economia divina é a obra comum das três pessoas divinas. Pois da mesma forma que a Trindade não tem senão uma única e mesma natureza, assim também não tem senão uma única e mesma operação (cf. Cc. de Constantinopla, ano 553: DS 421). "O Pai, o Filho e o Espírito Santo não são três princípios das criaturas, mas um só princípio" (Cc. de Florença, ano 1442: DS 1331). Contudo, cada pessoa divina opera a obra comum segundo a sua propriedade pessoal. Assim a Igreja confessa, na linha do Novo Testamento (cf. 1 Co 8,6): "Um Deus e Pai do qual são todas as coisas, um Senhor Jesus Cristo para quem são todas as coisas, um Espírito Santo em quem são todas as coisas (Cc. de Constantinopla II: DS 421). São, sobretudo as missões divinas da Encarnação do Filho e do dom do Espírito Santo que manifestam as propriedades das pessoas divinas.

259 Obra ao mesmo tempo comum e pessoal, toda a Economia divina dá a conhecer tanto a propriedade das pessoas divinas como a sua única natureza. Outrossim, toda a vida cristã é comunhão com cada uma das pessoas divinas, sem de modo algum separá-las. Quem rende glória ao Pai o faz pelo Filho no Espírito Santo; quem segue a Cristo, o faz porque o Pai o atrai (cf. Jo 6,44) e o Espírito o impulsiona (cf. Rm 8,14).

260 O fim último de toda a Economia divina é a entrada das criaturas na unidade perfeita da Santíssima Trindade (cf. Jo 17,21-23). Mas desde já somos chamados a ser habitados pela Santíssima Trindade: "Se alguém me ama –diz o Senhor- guardará a minha Palavra, e meu Pai o amará e viremos a ele, e faremos nele a nossa morada" (Jo 14,23).
Ó meu Deus, Trindade que adoro, ajudai-me a esquecer-me inteiramente para firmar-me em Vós, imóvel e pacífico, como se a minha alma já estivesse na eternidade: que nada consiga perturbar a minha paz nem fazer-me sair de Vós, ó meu Imutável, mas que cada minuto me leve mais longe na profundidade do vosso Mistério. Pacificai a minha alma. Fazei dela o vosso céu, vossa amada morada e o lugar do vosso repouso. Que nela eu nunca vos deixe só, mas que eu esteja aí, toda inteira, completamente vigilante na minha fé, toda adorante, toda entregue à vossa ação criadora (Oração da Beata Isabel da Trindade).

Resumo

261 O mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. Só Deus no-lo pode dar a conhecer, revelando-se como Pai, Filho e Espírito Santo.

262 A Encarnação do Filho de Deus revela que Deus é o Pai eterno, e que o Filho é consubstancial ao Pai, isto é, que ele é o no Pai e com o Pai o mesmo Deus único.

263 A missão do Espírito Santo, enviado pelo Pai em nome do Filho (cf. Jo 14,26) e pelo Filho "de junto do Pai" (Jo 15,26), revela que o Espírito é com ele o mesmo Deus único. "Com o Pai e o Filho é adorado e glorificado".

264 "O Espírito Santo procede do Pai enquanto fonte primeira e, pela doação e pela doação eterna deste último ao filho, do Pai e do Filho em comunhão" (S. Agostinho, Trin. 15,26,47).

265 Pela graça do Batismo "em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" somos chamados a compartilhar da vida da Santíssima Trindade, aquí na terra na obscuridade da fé, e para além da morte, na luz eterna (cf. Pablo VI, SPF 9).

266 "A fé católica é esta: que veneremos o único Deus na Trindade e a Trinidade na unidade, não confundindo as pessoas, nem separando a substância; pois uma é a pessoa do Pai, outra a do Filho, outra a do Espírito Santo; mas uma só é a divindade do Pai e do Filho e do Espírito Santo, igual a glória, co-eterna la majestade" (Symbolum "Quicumque").

267 Inseparáveis naquilo que são, as pessoas divinas sãoa também inseparáveis naquilo que fazem. Mas na única operação divina cada uma delas manifesta o que lhe é próprio na Trindade, sobretudo nas missões divinas da Encarnação do Filho e do dom do Espírito Santo.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

A ATIVIDADE DA IGREJA NÃO PODE SER CONFUNDIDA COM UMA AÇÃO POLITICA

PAPA RECEBE BISPOS DOS EQUADOR E REAFIRMA QUE A ATIVIDADE DA IGREJA NÃO PODE SER CONFUNDIDA COM UMA AÇÃO POLITICA
Cidade do Vaticano, 16 out (RV)
- No discurso que fez aos bispos do Equador nesta manhã no Vaticano, na conclusão de sua visita “ad Limina”, o Papa iniciou manifestando aos presentes o profundo pesar pela morte, segunda-feira, do Cardeal Antonio José González Zumárraga, Arcebispo emérito de Quito, que com tanta abnegação e fidelidade serviu a Igreja até o final de seus dias.
Depois de agradecer às palavras pronunciadas em nome de todos os bispos presentes por Dom Antonio Arregui Yarza, arcebispo de Guayaquil e Presidente da Conferência Episcopal, o Papa disse que pôde constatar com satisfação que uma das iniciativas pastorais consideradas mais urgentes para a Igreja no Equador é a realização da “grande missão” convocada pelo Episcopado Latino-americano em Aparecida, e que foi confirmada no Terceiro Congresso Americano Missionário, celebrado em Quito no último mês de agosto.
O chamado que Jesus fez a seus discípulos – disse o Papa – enviando-os a pregar sua mensagem de salvação e tornar discípulos seus todos os povos, deve ser para toda a comunidade eclesial um motivo constante de meditação e a razão de ser de toda ação pastoral.
« Também hoje, como em todas as épocas e lugares, - disse o Papa - os homens têm necessidade de um encontro pessoal com Cristo, no qual podem experimentar a beleza de sua vida e a verdade de sua mensagem ».
Para enfrentar os numerosos desafios da sua missão e no meio de um ambiente cultural e social que parece esquecer as raízes espirituais mais profundas de sua identidade, o Santo padre convidou os prelados equatorianos a se abrirem com docilidade à ação do Espírito Santo, para que, impulsionados por sua força divina, renovem o ardor missionário dos inícios da pregação evangélica, assim como o primeiro anúncio do Evangelho nas suas terras.
Para isso é necessário realizar um generoso esforço de difusão da Palavra de Deus – disse o Papa – de tal maneira que ninguém fique sem o imprescendível alimento espiritual, fonte de vida e de luz.
O papa continuou dizendo que os bispos do Equador estão conscientes de que o esforço missionário se apoia de maneira especial nos sacerdotes, aos quais eles devem acompanhar com oração, afeto e proximidade.
Ao mesmo tempo, e diante da escacez de clero em muitas áreas do país, os bispos equatorianos estão emepenhados em inserir todos os grupos, movimentos e pessoas de suas dioceses numa ampla e generosa pastoral vocacional, semeando entre os jovens a paixão pela figura de Jesus e os grandes ideais do Evangelho.
« Nesta importante etapa da história, a Igreja no Equador necessita de um laicato maduro e comprometido que, com uma sólida formação doutrinal e uma profunda vida interior, viva sua vocação específica : iluminar com a luz de Cristo toda a realidade humana, social, cultural e política », afirmou Bento XVI.
O Papa agradeceu então o esforço dos bispos em chamar a atenção da sociedade sobre aqueles valores que tornam a vida humana mais justa e solidária.
A atividade da Igreja não pode ser confundida com uma ação política, - acrescentou Bento XVI -, mas ela deve oferecer ao conjunto da comunidade humana sua contribuição através da reflexão e de pareceres morais, inclusive sobre questões políticas que afetam de modo especial a dignidade da pessoa.
« Entre elas cabe destacar, também por sua importância para o futuro do seu país, a promoção e estabilidade da família, fundada sobre o vínculo de amor entre um homem e uma mulher, a defesa da vida humana desde o seu primeiro momento de sua concepção até a morte natural, assim como a responsabilidade dos pais na educação moral de seus filhos, na qual se transmite às novas gerações os grandes valores humanos e cristãos que forjaram a identidade do povo equatoriano ».
O Papa terminou o seu discurso exortando os bispos do Equador a prestarem atenção especial à ação caritativa da Igreja na qual se faça presente o amor misericordioso de Cristo, sobretudo às pessoas que passam necessidade, os anciãos, as crianças, os imigrantes, assim como às mulheres abandonadas ou maltratadas.
O Papa recordou ainda a recente canonização de Santa Narcisa de Jesús Martillo Morán fazendo votos de que o seu exemplo e intercessão concedam uma renovada vitalidade e maior zêlo apostólico a todas as Igrejas particulares do Equador. (SP)

Fonte: RV

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

PARAGUAI: IGREJA DEVE SER COMPROMETIDA COM POVO

PARAGUAI QUER UMA IGREJA COMPROMETIDA COM POVO
Asunción - Paraguay
Cidade do Vaticano,
- Bento XVI recebeu em sua audiência de ontem, na residência pontifícia de verão de Castel Gandolfo, um grupo de bispos do Paraguai em visita 'ad Limina', que se concluirá no próximo sábado, dia 13.O país tem cerca de 6 milhões de habitantes, dos quais 91% católicos. A Igreja paraguaia é estruturada numa arquidiocese metropolitana, 11 dioceses sufragâneas, dois vicariatos apostólicos, mais um Ordinariato militar. No dia 15 de agosto passado tomou posse o novo presidente do Paraguai, Fernando Lugo, ex-bispo emérito de São Pedro.Sobre os problemas e os desafios da Igreja no Paraguai nos fala o bispo de Encarnación e presidente da Conferência Episcopal do Paraguai, Dom Ignazio Gogorza Izaguirre, entrevistado pela Rádio Vaticano:Dom Ignazio Gogorza Izaguirre:- "A Igreja está comprometida neste momento a aplicar o Documento de Aparecida junto a um documento específico preparado por nós como Igreja no Paraguai: 'As Linhas de ação pastoral comum para a Igreja paraguaia'. Estamos estudando esses documentos para lançar-nos na missão de modo que possamos promover, sobretudo, o sentido do compromisso cristão: o discipulado. Em segundo lugar, queremos promover a coerência de vida para educar as consciências e construir assim um país mais honesto e mais justo em todos os sentidos. Em terceiro lugar, estamos comprometidos na formação do laicado para se chegar à realização de uma Igreja-comunhão na qual todos se sintam responsáveis na construção da Igreja e do país, partindo dos princípios e dos valores que nos ensinam o Evangelho e a Doutrina Social da Igreja." (RL)
Fonte: RV

terça-feira, 9 de setembro de 2008

ANGOLA: "MOMENTO HISTÓRICO"


Igreja destaca «momento histórico» em Angola

Parlamento angolano

A Igreja Católica em Angola considerou este Domingo, em Luanda, que o povo angolano exprimiu aquilo que acha “melhor de momento para si” ao votar no partido no poder, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA).
Em declarações à Agência Lusa, o director de comunicação da Comissão Episcopal de Angola e São Tomé (Ceast), padre José Imbamba, disse que o povo está escolhendo o partido que, “neste momento histórico” pelo qual passa o país, melhor corresponde a seus anseios.
“Este é um momento histórico na vida dos angolanos e, ao votar no partido no poder, o povo está legitimando sua confiança para que dê continuidade ao caminho iniciado rumo ao desenvolvimento”, afirmou.
No entanto, o sacerdote alertou que, depois das eleições, os problemas e aspirações do povo devem ser ouvidos, contribuindo para seu bem-estar social.

EQUADOR: COVERNO ESTÁ EM DESACORDO COM A IGREJA CATÓLICA

BISPOS EQUATORIANOS REBATEM ACUSAÇÕES DO PRESIDENTE RAFAEL CORRÊA

Presidente Rafael Corrêa, ladeado por Chave e Morales
Quito,
- O porta-voz da Conferência Episcopal do Equador disse que os ensinamentos da Igreja permanecem inalterados e não foram inventados para contestar o presidente Rafael Corrêa. Conforme o padre Nicolas Dousdebés, a oposição à iniciativas favoráveis ao aborto, casamento entre homossexuais e concentração de poder é uma posição histórica da Igreja. Na semana passada, a conferência equatoriana rejeitou o projeto da nova Constituição que irá à referendo neste mês. A decisão foi tomada porque alguns tópicos da proposta não estão de acordo com o pensamento cristão. Os bispos alegam que o projeto foi rejeitado, também, porque sua redação não estava clara, deixando espaço para ambigüidades. O padre Dousdebés ressaltou que a Igreja manterá sua posição ainda que o referendo seja aprovado no dia 28. No mês passado, o presidente Rafael Correa denunciou como traição a atitude da Igreja, insinuando que os bispos estão em sintonia com a direita equatoriana de oposição. Apesar de ser um estado laico, 90 por cento dos 13 milhões de habitantes do Equador são católicos. (MO)
Fonte: RV

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

HOJE - FESTA DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA


A festa da Assunção de Nossa Senhora é uma das mais antigas da Igreja.

No ano de 600 já a Igreja Católica festejava este dia de glória de Maria Santíssima. A festividade de hoje lembra como a Mãe de Jesus Cristo recebeu a recompensa de suas obras, dos seus sofrimentos, penitências e virtudes.
Não só a alma, também o corpo da Virgem Santíssima fez entrada solene no céu. Ela, que durante a vida terrestre desempenhou um papel todo singular, entre as criaturas humanas, com o dia da gloriosa Assunção começou a ocupar um lugar no céu que a distingue de todos os habitantes da celeste Sião.
Só Deus pode dar uma recompensa justa; só Ele pode remunerar com glória eterna serviços prestados aqui na terra; só Ele pode tirar toda a dor, enxugar todas as lágrimas e encher nossa alma de alegria indizível e dar-nos uma felicidade completa.

Que recompensa o Pai Eterno não terIa dado àquela que por ele mesmo tinha sido eleita, para ser a Mãe do Senhor humanado? Se é impossível descrever as magnificências do céu, impossível é fazermos idéia adequada da glória que Maria Santíssima possui, desde o dia da Assunção.

Se dos bem-aventurados do céu o último goza de uma felicidade infinitamente maior que a do homem mais feliz no mundo, quanta não deve ser a ventura daquela que, entre todos os eleitos, ocupa o primeiro lugar; aquela que pela Igreja Católica é saudada: Rainha dos Anjos, Rainha dos Patriarcas, Rainha dos Profetas, Rainha dos Apóstolos, dos Mártires, dos Confessores, das Virgens, Rainha de todos os Santos!
Que honra, que distinção, que glória não recebeu Maria Santíssima pela sua gloriosa Assunção! Esta distinção honra também a nós e é o motivo de nos alegrarmos.

Maria, que agora é Rainha do Céu, foi o que nós somos, uma criatura humana e como tal, nasceu e morreu, como nós nascemos e devemos morrer; mais que qualquer outra, foi provada pelo sofrimento, pela dor. Pela glória com que Deus a distinguiu, é honrado o gênero humano inteiro e por isso a elevação de Maria à maior das dignidades no céu é o motivo para nos regozijarmos.

Outro motivo ainda de alegria temos no fato de Maria Santíssima ser a Medianeira junto ao trono divino.
O protestantismo não se cansa de repetir que a Igreja Católica adora os Santos. Doutrina da Igreja Católica é que os Santos podem interceder por nós, e que suas orações tem grande valor aos olhos de Deus; por isto, devemos invocá-los e pedir-lhes a intercessão. Esta doutrina, baseada na Sagrada Escritura, é além disto mui racional.

Os Santos não são iguais em santidade e por isto seu valor de intermediários não é o mesmo. Entre todos os habitantes da Jerusalém, a mais santa, a mais próxima de Deus é Maria Santíssima. A intercessão de Maria deve, portanto, ser mais agradável a Deus e mais valiosa para nós. São Bernardino de Siena chama Maria Santíssima a “tesoureira da graça divina”; Santo Afonso vê em Maria o “ refúgio e a esperança dos pecadores”, e a Igreja Católica invoca-a sob os títulos de “ Mãe da divina graça, Porta do céu.

Advogada nossa”. Maria Santíssima é a nossa Mãe, nossa grande medianeira, pelo fato de ser a Mãe de Jesus Cristo, nosso grande mediador.
O dia de sua gloriosa Assunção é para nós um grande “Sursum corda”. Levantemos os nossos corações ao céu, onde está nossa Mãe. Invoquemo-la em nossas necessidades, imitemo-la nas virtudes.

Desta sorte, tornando-nos cada vez mais semelhantes ao nosso grande modelo, mais dignos seremos da sua intercessão e mais garantidos da nossa salvação eterna.
A Assunção de Nossa Senhora é uma verdade, que foi acreditada desde os primeiros anos do cristianismo, e declarada Dogma em 1950 pelo Papa Pio XII.

Eis um trecho de um sermão de São João Damasceno, sobre o mistério da ressurreição e Assunção de Nossa Senhora:

“Quando a alma da Santíssima Virgem se lhe separou do puríssimo corpo, os Apóstolos presentes em Jerusalém, deram-lhe sepultura em uma gruta do Getsêmani. Tradição antiqüíssima conta que, durante três dias, se ouviu doce cantar dos Anjos. Passados três dias não mais se ouviu o canto. Tento entretanto chegado também Tomé e desejando ver e venerar o corpo, que tinha concebido o Filho de Deus, os Apóstolos abriram o túmulo mas não acharam mais vestígio do corpo imaculado de Maria, Nossa Senhora. Encontraram apenas as mortalhas, que tinham envolvido o santo corpo, e perfumes deliciosos enchiam o ambiente. Admirados de tão grande milagre, tornaram a fechar o sepulcro, convencidos de que Aquele que quisera encarnar-se no seio puríssimo da Santíssima Virgem, preservara também da corrupção este corpo virginal e o honrara pela gloriosa assunção ao céu, antes da ressurreição geral”.

REFLEXÕES

Como deve ser suave a morte como termo de uma vida santa! Se queres ter uma morte santa, imita a Maria Santíssima na prática das virtudes, principalmente na fé, na confiança em Deus, no amor a Deus e ao próximo, na humildade, paciência e mansidão, na incomparável pureza, na conformidade absoluta à vontade de Deus.

Não há nenhuma destas virtudes, cuja prática esteja acima das tuas forças. Não te importa que os homens te desprezem, se Deus te dá tua estima. Que importa se os homens te abandonarem, sendo Deus teu amigo e protetor?

É indiferente que sejas rico ou pobre, se possuíres a Deus. Que são os sofrimentos, tribulações, pobreza, fome, sede e doença em comparação com uma boa morte, que te transportará para uma glória e felicidade sem fim?

Quem mais participou da Paixão de Jesus Cristo do que sua Santa Mãe? Há, entre os Santos todos, um só, que tenha sofrido como Maria Santíssima? Não é Ela a Rainha dos Mártires? Não obstante é a bendita entre as mulheres, a Esposa do Espírito Santo, a eleita da Santíssima Trindade.

Também nós havemos de seguir o caminho da cruz, para nos tornarmos dignos da eterna glória. À Vista de Maria Santíssima ao pé da cruz e seu divino Filho pregado no lenho da ignomínia, devem emudecer nossas queixas, nossos desânimos.

Lembremo-nos ainda que hoje o dia das Mil Ave-Marias. Esta prática salutaríssima, vêm dos nossos avós, por antiga tradição católica. É preciso difundir cada vez mais, principalmente no seio da família este dia tão especial, para que nossos pósteros levem adiante esta chama tão preciosa de graça e de bênção de valor inimaginável.

É muito salutar passar o dia rezando, intensa e continuamente as Ave-Marias em honra a Maria Santíssima. É como que fazer um retiro espiritual em meio às nossas atividades cotidianas. Delas podemos alcançar por intercessão de Maria, copiosas bênçãos e graças espirituais ou mesmo as temporais que nos afligem nesta peregrinação terrestre.

Coloquemos hoje, nas mãos amorosas de Nossa Senhora, todas as nossas dificuldades, aflições e intenções mais íntimas. Façamos o possível para, pelo menos, lembrar-nos de repetir continuamente a oração da Ave-Maria, ainda que mentalmente, desde o alvorecer até o anoitecer.

Ainda que o ideal fosse não só contar as Ave-Marias, mas meditar todos os respectivos mistérios do Rosário, as nossas atividades diárias, no automóvel, no trabalho, na escola, no lar, podem impedir meditação adequada. Não importa, o que vale é passarmos o dia rezando, sempre que pudermos, essa oração poderosa tanto para os ataques do mal, quanto para obtermos as graças daí advindas.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

IGREJA CATÓLICA, A MAIS ATUANTE NA ASSISTÊNCIA AOS DOENTES DE AIDS


IGREJA CATÓLICA CONFIRMA-SE NA LINHA DE FRENTE NA ASSISTÊNCIA AOS DOENTES DE AIDS

Cidade do México,
- Teve início ontem, domingo, na capital mexicana, a XVII Conferência Internacional sobre a AIDS.
Para o diretor do Instituto estadunidense para a pesquisa sobre doenças infecciosas, Anthony Fauci, os próximos desafios são três: assegurar medicamentos a todos, tornar os sistemas sanitários dos países em via de desenvolvimento capazes de promover programas eficazes de prevenção, e preparar a vacina.
Entre os que se encontram comprometidos na assistência aos doentes de AIDS, a Igreja católica se confirma na linha de frente.
Na luta contra a AIDS a Igreja é uma fonte de esperança à qual podem recorrer doentes do mundo inteiro. A rede ativada com o apoio de episcopados e fiéis é capilar: 27% das instituições empenhadas em contrastar esse flagelo são católicas.
A missão da Igreja é de informar e fornecer assistência promovendo valores com os quais contar para conter a difusão da AIDS.
Entre os vários caminhos indicados, a Igreja exorta à fidelidade recíproca e convida a não descriminar quem foi atingido pelo vírus HIV.
A organização e a predisposição da assistência sanitária são instrumentos de contraste: são fornecidos serviços sociais, apoio psicológico e assegurados cuidados aos órfãos.
A Conferência Internacional sobre a AIDS, que se abrirá amanhã em Cidade do México, se apresenta como uma ulterior ocasião para análises e propostas: serão cinco dias dedicados às estratégias a serem adotadas para assegurar o acesso aos tratamentos e auxiliar as pessoas infectadas pelo HIV.
O auspício é que se possa alcançar a Meta do milênio, estabelecida pelas Nações Unidas, de estender a todos os serviços de saúde e de frear a difusão da AIDS. (RL)
Fonte: RV

quinta-feira, 31 de julho de 2008

IGREJA NOS EUA MUITO PREOCUPADA COM O PRIMEIRO PRODUTO AGRÍCOLA DO PAÍS

IGREJA NOS EUA PREOCUPADA:

MACONHA É PRIMEIRO PRODUTO AGRÍCOLA DO PAÍS
Washington,
- A Igreja católica nos EUA está preocupada com a vertiginosa produção de maconha no país. É isso mesmo: nem o milho, nem o trigo e muito menos o algodão; o principal produto agrícola dos EUA é a maconha, cuja quantidade cultivada em 25 anos decuplicou. Das mil toneladas em 1981 a dez mil em 2006.

O giro de negócios em torno desta planta da qual se extrai uma substância entorpecente, entre as cultivadas ao ar livre e as cultivadas em espaços fechados, é, ao todo, equivalente a 35 bilhões e 800 milhões de dólares.

A Igreja católica estadunidense, alarmada pela difusão da droga e pelas vítimas que faz _ dos acidentes automobilísticos às doenças mentais_, tem se preocupado grandemente pelo crescimento desse fenômeno.

Bento XVI, durante sua viagem ao Brasil, em maio do ano passado, visitando a Fazenda da Esperança, em São Paulo, lançou um apelo aos traficantes a fim de que refletissem sobre o mal que faziam: “Deus lhes pedirá conta daquilo que fizeram”, foi a advertência do papa na ocasião.

O Estado da Califórnia, confinante com o México, é o principal produtor e exportador, com 36,68% do total produzido nos EUA.

Na região, os ‘cultivadores’ protegem a colheita com guardas armados, armadilhas explosivas e cães adestrados. (RL)
Fonte: RV

quarta-feira, 30 de julho de 2008

TRÊS EXCOMUNGADOS RECONSILIAM-SE COM A IGREJA


Suspensa excomunhão de três pessoas em St. Louis


ST. LOUIS,
- Três responsáveis por uma antiga paróquia de St. Louis (Missouri, Estados Unidos) que incorreram na excomunhão por contratar um sacerdote suspenso reconciliaram-se com a Igreja.
A arquidiocese de St. Louis informou na semana passada que Bernice Krauze, Stanley Rozanski e Robert Zabielski, membros da equipe diretora da St. Stanislaus Parish Corporation, tiveram uma audiência em junho com o arcebispo Raymond Burke, para se reconciliarem plenamente com a Igreja.
«Estão outra vez em plena comunhão com a Igreja Católica e já não estão sob nenhuma censura», informou a arquidiocese.
A St. Stanislaus Parish Corporation está associada à que se chama paróquia de St. Stanislaus Kostka. A equipe diretora incorreu em excomunhão em dezembro de 2005, uma pena que foi logo confirmada pelo Vaticano.
«Os membros da equipe tinham cometido o mais grave delito de cisma contratando um sacerdote suspenso, isto é, um sacerdote que não estava em boa situação na Igreja, com o propósito de tentar celebrar os sacramentos na igreja de St. Stanislaus Kostka, fora da comunhão da Igreja Católica», explicou o arcebispo Burke em sua coluna semanal no jornal da arquidiocese.
O sacerdote implicado, o padre Marek Bozek, da diocese de Springfield-Cape Girardeau, deixou seu posto sacerdotal contra a expressa vontade de seu bispo, Dom John Leibrecht, com o objetivo de ser contratado pela St. Stanislaus Kostka Corporation.
O sacerdote foi suspenso tanto do exercício das ordens sagradas como de todo ato de governo.
Os três diretores que voltaram à comunhão com a Igreja uniram-se a outros fiéis da antiga paróquia de St. Stanislaus Kostka para processar a St. Stanislaus Parish Corporation por ter traído sua missão, informou a arquidiocese.
Se o processo tiver êxito, a arquidiocese de St. Louis está disposta a nomear um sacerdote católico, o jesuíta padre Michael Marchlewski, como administrador de St. Stanislaus.
Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 14 de julho de 2008

JMJ - JUVENTUDE É RECONHECIDA NA IGREJA

JMJ proclama que juventude é reconhecida na Igreja
Afirma um bispo brasileiro ‘catequista’ em Sydney

BRASÍLIA,
- Um dos bispos brasileiros que orientará as catequeses em língua portuguesa na Jornada Mundial da Juventude de Sydney considera que o evento é um sinal de reconhecimento dos jovens no seio da Igreja.
Dom Eduardo Pinheiro, bispo auxiliar de Campo Grande (Mato Grosso do Sul), é o assessor nacional do Setor de Juventude da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Ele representará o episcopado brasileiro nas catequeses da Jornada, ao lado do arcebispo de Curitiba, Dom Moacir Vitti.
Em entrevista ao Site JMJ Brasil, Dom Eduardo, que participa pela primeira vez de uma Jornada, afirma que pretende «aproveitar bem deste rico momento que Deus estará me proporcionando para o meu crescimento espiritual e pastoral».
«Espero poder saborear cada instante e, aberto à ação do Espírito Santo, conhecer mais os jovens de nosso tempo, presentes em todas as partes do mundo.»
O bispo disse esperar também «fortalecer, com minha oração, fala e presença, esta nossa Igreja que tem estado atenta ao universo juvenil, tão desafiado por esta 'mudança de época'».
«Desde o investimento num evento grandioso como a Jornada, quanto a preocupação em organizar pequenas atividades em nossas comunidades 'com' e 'para' os jovens, a Igreja proclama bem alto que a juventude é querida e reconhecida na dinâmica eclesial», afirmou Dom Eduardo.
Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 30 de junho de 2008

E ASSIM O MESSIAS, O FILHO DE DEUS, CRIOU SUA IGREJA


Ontem, o domingo, 29 de junho foi marcado por grandes recordações para a Igreja Católica.
Além de estarmos comemorando a abertura do “ANO PAULINO” em homenagem ao segundo milênio do nascimento do Apóstolo dos Gentios, no Evangelho de ontem recordamos o início da Igreja Católica Apostólica Romana, quando Jesus Cristo, o Filho de Deus, proclama “18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la.”
Assim Jesus criou a Sua Igreja, que é nossa.
É por ela que nos dedicamos.

Evangelho de Jesus Cristo segundo S. Mateus 16,13-19

Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesaréia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: "Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?"14Eles responderam: "Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas".15Então Jesus lhes perguntou: "E vós, quem dizeis que eu sou?" 16Simão Pedro respondeu: "Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo".17Respondendo, Jesus lhe disse: "Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus".

A FAMÍLIA CATÓLICA

sábado, 28 de junho de 2008

ANGLICANOS SOLICITAM “EM MASSA” ENTRA NA IGREJA CATÓLICA










Fiéis anglicanos á saída da missa

Dublin (Irlanda), 27 de junho de 2008
Três paróquias completas da chamada “Igreja da Irlanda”, ramo irlandês da Igreja Anglicana, pediram para ser recebidos no seio da Igreja Católica, juntamente com anglicanos de outras partes do mundo, informou o semanário católico “The Irish Catholic”.

As paróquias anglicanas, localizadas nos condados irlandeses de Down, Tyrone e Laois, pertencem ao chamado “rito tradicional” dentro da “Igreja da Irlanda”. Segundo a nota, anglicanos de outros 12 países dirigiram uma carta ao Vaticano pedindo ‘união plena, corporativa e sacramental” com a Igreja Católica, sob a autoridade do Papa.

Também segundo o periódico, embora a decisão diga respeito a “algumas centenas de anglicanos na Irlanda, se o pedido for aceito pelo Vaticano, cerca de 400.000 anglicanos no mundo poderiam ser admitidos na Igreja Católica.

O rito tradicional da Igreja da Irlanda surgiu em 1991, depois que o concílio dos bispos desta denominação decidiu pela ordenação de mulheres, decisão esta que os partidários do rito tradicional consideraram como “um desafio aos ensinamentos das Escrituras e à Tradição”.

Um porta-voz deste ramo confirmou a “The Irish Catholic” que esperam ser recebidos “em plena comunhão com a Sé de Roma”, após a decisão tomada durante a reunião plenária da Comunhão Anglicana Tradicional, conhecida pela sigla em inglês TAC.

Segundo um comunicado da TAC “os bispos e vigários-gerais concordaram unanimemente com o texto da carta enviada à Sé de Roma para pedir a plena unidade”.

“A carta foi solenemente assinada por todo o colégio de bispos e confiada ao Primaz e a dois bispos eleitos pelo colégio para ser apresentada à Santa Sé”, acrescenta o comunicado.

O mesmo porta-voz da TAC assinalou que “a carta foi cordialmente recebida pela Congregação para a Doutrina da Fé”.

“O Primaz da TAC afirmou que nenhum membro do colégio de bispos deverá conceder entrevistas até que a Santa Sé considere a carta e a responda”, acrescentou.

Fonte: aica On Line ( Tradução: A FAMÍLIA CATÓLICA - sem verificação e aprovação do autor)

sexta-feira, 27 de junho de 2008

NOVO PÁLIO NO DOMINGO SOLENIDADE DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO

BENTO XVI USARÁ NOVO PÁLIO NO DOMINGO SOLENIDADE DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO

Cidade do Vaticano, 27 jun (RV)
- O pálio que o Papa Bento XVI usará a partir do próximo domingo, solenidade de São Pedro e São Paulo, será diferente do atual: terá uma forma circular fechada, com os dois extremos pendendo em meio ao peito e nas costas. As cruzes que o adornam continuarão sendo vermelhas mas a forma será maior e mais larga. Segundo explicou Mons. Guido Marini, mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias, ao jornal “L’Osservatore Romano”, com estas mudanças se recupera um pouco da forma anterior ao pontificado de João Paulo II, ainda que mais largo e com as cruzes vermelhas (anteriormente eram de cor negra). O pálio pontifício, vestimenta litúrgica que é utilizada desde a antiguidade, é um pano de lã branca que utilizam somente o Papa e os arcebispos metropolitanos (o do Papa é diferente ao dos arcebispos), adornado com seis cruzes e três cravos, símbolo da Paixão.É confeccionado com a lã de dois cordeirinhos que o Papa abençoa no dia de Santa Inês (21 de janeiro), tecido posteriormente pelas monjas beneditinas de Santa Cecília. Os novos pálios são colocados em uma urna diante do Túmulo de São Pedro, e em 29 de junho o Papa os entrega somente aos novos arcebispos nomeados durante o ano. A forma do pálio papal mudou com o passar do tempo: desde a forma de faixa antiga à de fita, a partir do século VI, até a forma atual que se originou no século X, e com seis cruzes negras incorporadas no século XV. O Papa Bento XVI utilizava até agora um pálio parecido aos que se usavam antes do século X, cruzado sobre o homem e com cinco cruzes vermelhas, símbolo das chagas de Cristo. Como explica Mons. Marini, o pálio cruzado sobre o ombro que Bento XVI utilizou até agora “trazia vários problemas e inconvenientes”, pelo que se decidiu voltar à forma circular.Mas esta não é a única mudança realizada na vestimenta litúrgica papal, já que há alguns meses – explicou Mons. Marini – o Papa decidiu utilizar um báculo dourado e com forma de cruz grega, que havia utilizado Pio IX, no lugar do prateado com a figura do Crucificado que Paulo VI introduziu. “Esta escolha não significa simplesmente uma volta ao antigo – explicou Mons. Marini – mas mostra um desenvolvimento na continuidade, um enraizamento na tradição que permite seguir adiante ordenadamente na mudança da história. Este báculo pastoral, chamado ‘férula’, responde mais fielmente à forma do báculo papal típico da tradição romana, que sempre havia sido em forma de cruz e sem crucificado”. (SP)
Fonte: RV

quinta-feira, 26 de junho de 2008

A CALÚNIA

..................... A Calúnia de Apeles

C.3 CALÚNIA
Catecismo da Igreja Católica

C.3.1 Calúnia inaceitável moralmente
§2477 O respeito à reputação das pessoas proíbe qualquer atitude e palavra capazes de causar um prejuízo injusto. Torna-se culpado:
* de juízo temerário aquele que, mesmo tacitamente, admite como verdadeiro, sem fundamento suficiente, um defeito moral no próximo.
* de maledicência aquele que, sem razão objetivamente válida, revela a pessoas que não sabem os defeitos e faltas de outros.
* de calúnia aquele que, por palavras contrárias à verdade, prejudica a reputação dos outros e dá ocasião a falsos juízos a respeito deles.

.......................................................................................
C.3.2 Conseqüências da calúnia
§2479 Maledicência e calúnia destroem a reputação e a honra do próximo. Ora, a honra é o testemunho social prestado à dignidade humana. Todos gozam de um direito natural à honra do próprio nome, à sua reputação e ao seu respeito. Dessa forma, a maledicência e a calúnia ferem as virtudes da justiça e da caridade.
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I.40.2 Conseqüências da injustiça
§2317 As injustiças, as desigualdades excessivas de ordem econômica ou social, a inveja, a desconfiança e o orgulho que grassam entre os homens e as nações ameaçam sem cessar paz e causam as guerras.

Fonte: Catecismo da Igreja Católica

terça-feira, 24 de junho de 2008

A INVEJA

A inveja, conforme Sebastián de Covarrubias, gravura século 16

I.54 INVEJA
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

I.54.1 Inveja pecado capital
§2538 O décimo mandamento exige banir a inveja do coração humano. Quando o profeta Natã quis estimular o arrependimento do rei Davi, contou-lhe a história do pobre que possuía uma única ovelha, tratada como sua própria filha, e do rico que, apesar da multidão de seus rebanhos, invejava o primeiro e acabou roubando-lhe a ovelha. A inveja pode levar às piores ações. E pela inveja do demônio que a morte entrou no mundo:
Nós nos combatemos mutuamente, e é a inveja que nos arma uns contra os outros... Se todos procuram por todos os meios abalar o Corpo onde acabaremos? Nós estamos enfraquecendo o Corpo de Cristo... Declaramo-nos membros de um mesmo organismo e nos devoramos como feras.
§2539 A inveja é um vício capital. Designa a tristeza sentida diante do bem do outro e do desejo imoderado de sua apropriação, mesmo indevida. Quando deseja um grave mal ao próximo, é um pecado mortal:
Sto. Agostinho via na inveja "o pecado diabólico por excelência". "Da inveja nascem o ódio, a maledicência, a calúnia, a alegria causada pela desgraça do próximo e o desprazer causado por sua prosperidade."
§2540 A inveja representa uma das formas de tristeza e, portanto, uma recusa da caridade; o batizado lutará contra ela mediante a benevolência. A inveja provém muitas vezes do orgulho o batizado se exercitará no caminho da humildade:Quereríeis ver Deus glorificado por vós?
Pois bem, alegrai-vos com os progressos de vosso irmão e imediatamente Deus será glorificado por vós. Deus será louvado dirão, porque seu servo soube vencer a inveja, colocando alegria nos méritos dos outros.
§2553 A inveja é a tristeza sentida diante do bem de outrem e o desejo imoderado de dele se apropriar. E um vício capital.
§2554 O batizado combate a inveja pela benevolência, pela humildade e pelo abandono nas mãos da Providência divina.
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I.40.2 Conseqüências da injustiça
§2317 As injustiças, as desigualdades excessivas de ordem econômica ou social, a inveja, a desconfiança e o orgulho que grassam entre os homens e as nações ameaçam sem cessar paz e causam as guerras.
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C.3.2 Conseqüências da calúnia
§2479 Maledicência e calúnia destroem a reputação e a honra do próximo. Ora, a honra é o testemunho social prestado à dignidade humana. Todos gozam de um direito natural à honra do próprio nome, à sua reputação e ao seu respeito. Dessa forma, a maledicência e a calúnia ferem as virtudes da justiça e da caridade.

Fonte: Catecismo da Igreja Católica