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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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domingo, 13 de março de 2011

DIGNIDADE E CORAGEM DO POVO JAPONÊS


PAPA: DIGNIDADE E CORAGEM DO POVO JAPONÊS

Cidade do Vaticano, 13 mar (RV)

- Após a oração mariana do Angelus, o Papa recordou as vítimas do terremoto de 8,9 graus na escala Richter e do tsnunami que assolaram o Japão, na última sexta-feira.
Bento XVI fez o seguinte apelo: "Queridos irmãos e irmãs, as imagens do trágico terremoto e do conseqüente tsunami no Japão nos deixaram todos fortemente impressionados. Desejo renovar minha proximidade espiritual às queridas populações desse país, que com dignidade e coragem enfrentam as conseqüências de tais calamidades.
Rezo pelas vítimas e seus familiares, e por todos aqueles que sofrem por causa desses terríveis eventos. Encorajo todos aqueles que com prontidão, estão trabalhando para levar ajuda. Permaneçamos unidos na oração. O Senhor está conosco!"
Segundo as autoridades japonesas o número de mortos poderá ultrapassar dez mil.
O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, frisou neste domingo que o país vive sua pior crise desde o fim da II Guerra Mundial.
Kan sublinhou que a situação na usina nuclear de Fukushima, a 250 quilômetros de Tóquio, ainda é muito grave.
Neste sábado, a instalação que abrigava um dos reatores da usina explodiu após uma falha no sistema de resfriamento e agora, outro reator corre o mesmo risco. (MJ)

Fonte: RV

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

INTERNET E A DIGNIDADE HUMANA


Internet deve promover dignidade humana
Afirma o presidente do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais

ROMA, quarta-feira, 12 de agosto de 2009

- O presidente do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, Dom Claudio María Celli, afirma que as novas tecnologias digitais com suas aplicações na internet, que configuram a sociedade atual, devem promover e defender, acima de tudo, a natureza e dignidade do ser humano, assegurando seu adequado desenvolvimento através da comunicação real, da verdadeira amizade e do diálogo honesto; informa Rádio Vaticano.
Em artigo publicado no jornal vaticano L'Osservatore Romano, o arcebispo ressalta como o mundo digital muda cada vez mais e incide na forma com a qual se configuram as relações humanas.
Diante dessa realidade, que levou o Papa a chamar os jovens, “geração digital” –diz o prelado–, é preciso reconhecer que “essas tecnologias são um dom para a humanidade, mas essas vantagens devem estar ao mesmo tempo ao serviço de todos os seres humanos e de toda a comunidade”.
Depois de comentar que essas realidades possuem “grandes possibilidades e grandes limites”, Dom Celli afirma que quando o Santo Padre “expressa sua avaliação positiva pelas novas tecnologias não é ingênuo, pois não se esquece das dificuldades e problemas que as mesmas podem criar”.
Depois de relatar uma experiência recente na Islândia onde durante uma reunião de leigos do Conselho da Europa os participantes se perguntavam o que se deve fazer para proteger as crianças dos perigos da internet, Dom Celli explica três aspectos fundamentais que devem ser levados em consideração para viver uma adequada “cultura da comunicação”, a partir da mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais.
A primeira referência “é o valor da pessoa humana. O Papa não é ingênuo sobre essa questão e sabe perfeitamente que muitas coisas circulam nas grandes redes da comunicação. Por isso diz que se deve tomar cuidado com palavras e imagens degradantes para o ser humano. Deve-se bloquear a entrada a tudo aquilo que alimenta o ódio e a intolerância, e que agride a beleza e a intimidade da sexualidade humana”.
A segunda dimensão é o diálogo. “O diálogo entre pessoas de países, culturas e religiões diferentes. Um diálogo que não é certamente um esconder quem sou, porque não seria isso algo respeitoso para com a pessoa com quem dialogamos. Mas é um diálogo atento e respeitoso que busca sinceramente a verdade”, destacou o prelado.
Ao falar da terceira dimensão da mensagem, a amizade, o arcebispo Celli, explica que “no novo vocabulário das redes digitais é um termo que se usa facilmente”. O arcebispo se referiu então à presença de Bento XVI no Youtube e indicou que “o Papa deseja estar presente em um diálogo respeitoso com todos”. “Nossas amizades crescem em nosso caminhar como seres humanos. Não podemos banalizar o conceito de amizade porque é uma das maiores riquezas que o ser humano pode dispor”, concluiu.

Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

PALAVRAS DO PAPA NO ANGELUS REPERCUTEM NA ITÁLIA

PALAVRAS DO PAPA NO ANGELUS REPERCUTEM NA ITÁLIA
Cidade do Vaticano, 18 ago (RV)
- As palavras do papa na oração do Angelus tiveram repercussão imediata na Itália. Em relação ao respeito e à dignidade das pessoas estrangeiras, o cardeal Dionigi Tettamanzi, arcebispo de Milão, concorda e interpreta o pedido do pontífice. Segundo ele, no apelo, o papa ‘fala antes de tudo, à comunidade cristã, chamando-a a ser atenta, ativa e protagonista na acolhida’. Numa entrevista ao jornal milanês Corriere della Sera, dom Tettamanzi afirma que, sobre a acolhida aos estrangeiros, o apelo de Bento XVI deve ser colocado na prática agora. Segundo ele, na Diocese de Milão existe há tempos um consistente fenômeno de imigração, e as paróquias se acionam para acolher os recém-chegados, ajudá-los na inserção na comunidade e na sociedade, para que não sejam alvo de preconceitos, principalmente por parte dos católicos. (CM)
Fonte: RV

quinta-feira, 26 de junho de 2008

A CALÚNIA

..................... A Calúnia de Apeles

C.3 CALÚNIA
Catecismo da Igreja Católica

C.3.1 Calúnia inaceitável moralmente
§2477 O respeito à reputação das pessoas proíbe qualquer atitude e palavra capazes de causar um prejuízo injusto. Torna-se culpado:
* de juízo temerário aquele que, mesmo tacitamente, admite como verdadeiro, sem fundamento suficiente, um defeito moral no próximo.
* de maledicência aquele que, sem razão objetivamente válida, revela a pessoas que não sabem os defeitos e faltas de outros.
* de calúnia aquele que, por palavras contrárias à verdade, prejudica a reputação dos outros e dá ocasião a falsos juízos a respeito deles.

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C.3.2 Conseqüências da calúnia
§2479 Maledicência e calúnia destroem a reputação e a honra do próximo. Ora, a honra é o testemunho social prestado à dignidade humana. Todos gozam de um direito natural à honra do próprio nome, à sua reputação e ao seu respeito. Dessa forma, a maledicência e a calúnia ferem as virtudes da justiça e da caridade.
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I.40.2 Conseqüências da injustiça
§2317 As injustiças, as desigualdades excessivas de ordem econômica ou social, a inveja, a desconfiança e o orgulho que grassam entre os homens e as nações ameaçam sem cessar paz e causam as guerras.

Fonte: Catecismo da Igreja Católica

segunda-feira, 16 de junho de 2008

RESPEITO DA DIGNIDADE É BASE PARA DIÁLOGO

RESPEITO DA DIGNIDADE É BASE PARA DIÁLOGO ENTRE CRISTÃOS E MUÇULMANOS

Cidade do Vaticano, 16 jun (RV)

- O respeito à dignidade da pessoa humana, base do diálogo entre muçulmanos e católicos, requer a o engajamento na defesa dos direitos fundamentais, pela justiça e pela paz. Esta é a conclusão dos participantes no 14° encontro do Comitê Islâmico-Católico, celebrado no Vaticano de 11 a 13 de junho. O tema da reunião, que incluiu uma audiência com Bento XVI, foi “Cristãos e muçulmanos, testemunhas do Deus da justiça, da paz e da compaixão em um mundo que sofre violência”.Na conclusão do encontro, foram divulgados os cinco pontos de acordo entre muçulmanos, liderados pelo professor Hamid bin Ahmad Al-Rifaie, presidente do Fórum Islâmico Internacional para o Diálogo (Yeda, Arábia Saudita), e católicos, representados pelo cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso. “Da dignidade intrínseca de cada ser humano, derivam direitos e deveres fundamentais”, diz o comunicado final, que acrescenta: “a justiça é uma prioridade de nosso mundo”. Exige o respeito das necessidades fundamentais dos indivíduos e povos através de uma atitude de amor, fraternidade e solidariedade. Não pode existir paz autêntica e duradoura sem justiça. Católicos e muçulmanos também concordaram em afirmar que a paz é um dom de Deus que exige também o compromisso de todos os seres humanos, particularmente, dos fiéis chamados a ser testemunhas vigilantes da paz, em um mundo atormentado por tantas formas de violência. “Cristãos e muçulmanos crêem que Deus é compassivo e, portanto, consideram que é seu dever ser compassivos para com toda pessoa humana, em particular, com os necessitados e fracos”, explica ainda o Comitê, nas conclusões.Enfim, os participantes da reunião confirmaram que as religiões, se praticadas de maneira autêntica, contribuem eficazmente para a promoção da fraternidade e da harmonia na família humana. Na audiência aos participantes, o papa os encorajou a continuar com os esforços em favor da promoção da justiça e da paz, segundo informa o comunicado final. (CM)