Seguidores

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

Visite a Capela das Aparições, ON LINE.
Participe das orações, do terço e das missas diárias.

Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.

CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
Mostrando postagens com marcador Angelus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Angelus. Mostrar todas as postagens

domingo, 28 de julho de 2013

JMJ - No Angelus Papa Francisco anuncia o local da próxima JMJ 2016

Cracóvia será a sede da próxima Jornada Mundial da Juventude em 2016, anunciou no Angelus Papa Francisco



Rio de Janeiro (RV) – A próxima Jornada Mundial da Juventude será realizada em Cracóvia, na Polônia. O anúncio foi feito pelo Papa Francisco, ao final da reflexão que precede a Oração marina do Angelus, recitada ao término da Missa de encerramento da JMJ Rio2013.
O Papa iniciou sua reflexão agradecendo a Deus as graças recebidas durante a Jornada Mundial da Juventude, e também ao Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta e ao Cardeal Rilko, pelas palavras a ele dirigidas. Por fim, agradeceu a todos os jovens pela alegria vivida nestes dias, “levo a cada um de vocês no meu coração”.
Francisco convidou todos a voltarem seu olhar à Mãe do Céu, a Virgem Maria, lembrando também a todos que nestas dias Jesus “repetiu com insistência o convite para serem seus discípulos-missionários. Vocês escutaram a voz do Bom Pastor que lhes chamou pelo nome e vocês reconheceram a voz que lhes chamava”. E perguntou:
“Não é verdade que, nesta voz que ressoou nos seus corações, vocês sentiram a ternura do amor de Deus? Não é verdade que vocês experimentaram a beleza de seguir a Cristo, juntos, na Igreja? Não é verdade que vocês compreenderam melhor que o Evangelho é a resposta ao desejo de uma vida ainda mais plena?”
Referindo-se a Virgem Imaculada - que sempre intercede por nós no Céu como uma boa mãe que cuida dos seus filhos – Francisco recordou que “cada vez que rezamos o Angelus, recordamos o acontecimento que mudou para sempre a história dos homens”. E falando das atitudes de Maria diante do anúncio do anjo e de sua visita à prima Isabel para realizar “um gesto de amor, de caridade, de serviço concreto, levando Jesus que trazia no ventre”, o Papa afirmou:
“Eis aqui, queridos amigos o nosso modelo. Aquela que recebeu o dom mais precioso de Deus, como primeiro gesto de resposta, põe-se a caminho para servir e levar Jesus. Peçamos a Nossa Senhora que também nos ajude a transmitir a alegria de Cristo aos nossos familiares, aos nossos companheiros, aos nossos amigos, a todas as pessoas. Nunca tenham medo de ser generosos com Cristo! Vale a pena! Sair e ir com coragem e generosidade, para que cada homem e cada mulher possa encontrar o Senhor”.
E ao final o tão esperado anúncio:
“Queridos jovens, temos encontro marcado na próxima Jornada Mundial da Juventude, no ano de 2016 em Cracóvia, na Polônia. Pela intercessão materna de Maria, peçamos a luz do Espírito Santo sobre o caminho que nos levará a esta nova etapa da jubilosa celebração da fé e do amor de Cristo”.
Após a Oração do Angelus, Papa Francisco incensou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, confiando a ela a próxima Jornada Mundial da Juventude. (JE)

Fonte: Rádio Vaticano

domingo, 24 de março de 2013

Papa confia à Virgem Maria os jovens

No Angelus, Papa confia à Virgem Maria os jovens e o itinerário deles "rumo ao Rio de Janeiro"
Cidade do Vaticano


- Ao término da missa deste Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, início da Semana Santa, presidida pelo Santo Padre na Praça São Pedro, Francisco, antes da bênção final, fez a oração do Angelus. Na alocução que precedeu a oração mariana, o Pontífice confiou os jovens à Virgem Maria, e o itinerário deles rumo à Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro. A seguir, na íntegra, a alocução do Papa:

"Amados irmãos e irmãs,
No final desta celebração, invoquemos a intercessão da Virgem Maria para que nos acompanhe na Semana Santa. Ela, que seguiu com fé o seu Filho até ao Calvário, nos ajude a caminhar atrás d’Ele, levando com serenidade e amor a sua Cruz a fim de chegarmos à alegria da Páscoa. A Virgem Nossa Senhora das Dores ampare especialmente quem está vivendo situações mais difíceis; lembro de modo particular as pessoas vítimas de tuberculose, sendo hoje o Dia Mundial de luta contra esta doença. E de modo especial entrego a Maria vós próprios, caríssimos jovens, e o vosso itinerário rumo ao Rio de Janeiro.
Um bom caminho a todos!"

Fonte: RV

domingo, 17 de março de 2013

O Papa comove a multidão

"Jesus não despreza nem condena; só perdoa, sempre". O Papa comove a multidão em seu primeiro Angelus

Cidade do Vaticano

– Uma multidão de pessoas, mais de 150 mil, lotaram a Praça São Pedro e todas as ruas vizinhas, para assistir e rezar junto com o Papa a sua primeira oração do Angelus. Às 12h deste domingo (8h de Brasília), Francisco apareceu na janela de seu apartamento para rezar e abençoar os fiéis, turistas e romanos.

Desde as primeiras horas do dia, o movimento já era grande. Toda a área foi interditada ao tráfico e ao estacionamento. Francisco fez um discurso informal, falando de improviso e apenas em italiano.

Ele saudou com as mãos e com um grande sorriso, recebendo em troca aplausos e muito entusiasmo. A popularidade de Francisco tem aumentado a cada dia desde que se tornou, quarta-feira passada, o primeiro Papa latino-americano da história. Chegou ao balcão com o seu modo simples, os braços ao longo do corpo e a mão direita ao alto, saudando o povo. “Bom dia!” – foram as suas primeiras palavras.

Lembrando o episódio da mulher adúltera que Jesus salva da condenação, Francisco ressaltou o valor e a importância da misericórdia e do perdão nos dias de hoje: “Deus jamais se cansa de nos perdoar. Nós é que nos cansamos de pedir perdão. Temos de aprender a ser misericordiosos com todos”, afirmou.

Antes disso, Francisco disse que estava contente de estar com os fiéis domingo, “dia do Senhor, dia de se cumprimentar, de se encontrar e conversar, como aqui, agora, nesta Praça, uma praça que graças à mídia, é do tamanho do mundo!”.

A propósito da leitura evangélica, Francisco encorajou os fiéis citou a atitude de Jesus, que não desprezou nem condenou a adúltera, mas disse apenas palavras de amor e misericórdia, que convidavam à conversão.

“Vocês já pensaram na paciência que Deus tem com cada um de nós? É a sua misericórdia: Ele nos compreende, nos recebe, não se cansa de nos perdoar se soubermos voltar a Ele com o coração arrependido. É grande a misericórdia do Senhor!”.

Dando andamento ao discurso, o Papa citou um livro lido nestes dias sobre a misericórdia, de autoria do Cardeal Walter Kasper, “um ótimo teólogo”. “O livro faz entender que a palavra ‘misericórdia’ muda tudo; torna o mundo menos frio e mais justo” – disse, ressalvando que com isso “não quer fazer publicidade ao livro do cardeal”. Depois, completou lembrando o Profeta Isaias, que afirma que “se nossos pecados fossem vermelho escarlate, o amor de Deus os tornaria brancos, como a neve”.

Sem ler um texto preparado, Francisco contou à multidão um fato de quando era bispo, em 1992, e uma senhora de mais de 80 anos, muito simples (uma ‘vovó’, ele disse, ndr) quis se confessar com ele. Diante de sua surpresa, a idosa lhe disse “Nós todos temos pecados! Se Deus não perdoasse tudo, o mundo não existiria...!”. De seu balcão, Francisco brincou com os fiéis arriscando que a senhora “havia estudado na Universidade Gregoriana de Roma”.

Telões foram montados em toda a área para transmitir as imagens do Papa, enquanto helicópteros sobrevoavam o centro de Roma, e o Papa continuava seu discurso:

“É, o problema é que nós nos cansamos de pedir perdão a Deus. Invoquemos a intercessão de Nossa Senhora, que teve em seus braços a misericórdia de Deus em pessoa, no menino Jesus”.

O bispo de Roma, que é argentino, lembrou ainda que as origens da sua família são italianas, sublinhando, no entanto, que “nós fazemos parte de uma família maior, a família da Igreja, que caminha unida no Evangelho”.

Despedindo-se dos fiéis, Francisco disse palavras ainda mais simples: “Bom domingo e bom almoço!”.


Fonte: RV

domingo, 16 de setembro de 2012

DEUS CONSEDA A PAZ À SÍRIA E A TODO O ORIENTE MÉDIO



Bento XVI no Angelus: Deus conceda paz à Síria e a todo o Oriente Médio


Beirute


- Na oração do Angelus, deste domingo, o Papa fez novamente um apelo pela paz no Oriente Médio."Peçamos a Maria, Nossa Senhora do Líbano, ao redor da qual se encontram cristãos e muçulmanos, para que interceda junto de seu divino Filho por vós, pelos habitantes da Síria e dos países vizinhos, implorando o dom da paz – disse Bento XVI a todos os presentes no City Center Waterfront de Beirute."Vós conheceis bem a tragédia dos conflitos e da violência, que gera tantos sofrimentos. Infelizmente, o fragor das armas continua a fazer-se ouvir, assim como o grito das viúvas e dos órfãos. A violência e o ódio invadem as estradas, e as mulheres e as crianças são as suas primeiras vítimas. Porquê tantos horrores? Porquê tantos mortos? Faço apelo à comunidade internacional; faço apelo aos países árabes para que, como irmãos, proponham soluções viáveis que respeitem a dignidade de cada pessoa humana, os seus direitos e a sua religião. Quem quer construir a paz, deve deixar de ver no outro um mal a ser eliminado; não é fácil ver no outro uma pessoa para respeitar e amar, e todavia é preciso consegui-lo, se se deseja construir a paz, se se quer a fraternidade. Que Deus conceda ao vosso país, à Síria e a todo o Oriente Médio o dom da paz dos corações, o silêncio das armas e o fim de toda a violência" - frisou o Papa."Queira Deus que os homens compreendam que são todos irmãos! Possamos com a ajuda de Deus nos converter para trabalhar com ardor na construção da paz, necessária para uma vida harmoniosa entre irmãos, independentemente da origem e da convicção religiosa" – concluiu o Santo Padre. (MJ)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

QUEM PERSEVERAR ATÉ O FIM SERÁ SALVO

Papa no Angelus: “Quem perseverar até o fim será salvo”



Cidade do Vaticano (RV)



– No Angelus desta segunda-feira, no dia de Santo Estêvão, o primeiro mártir da Igreja, Bento XVI lembrou a trajetória do Santo, tido como o “mártir perfeito”, porque está escrito no Ato dos Apóstolos.“Estêvão, cheio de graça e poder, fazia grandes prodígios e sinais entre o povo”.Homem de oração e evangelizador, Estêvão, cujo nome significa “coroa”, recebeu de Deus o dom do martírio. De fato, ele “cheio de Espírito Santo…viu a glória de Deus”.O Santo Padre explicou quem são os mártires para a Igreja. “Depois da geração dos Apóstolos, os mártires ganharam um lugar de destaque na consideração da Comunidade cristã. Nos tempos de maior perseguição, o seu louvor renova o difícil caminho dos fiéis e encoraja que está em busca da verdade para se converter ao Senhor. Por isso, a Igreja, por determinação divina, venera as relíquias dos mártires e os concede honras com nomes como ‘mestre da virtude’, ‘testemunhas vivas’, ‘colunas animadas’, ‘mensageiros silenciosos’”.Bento XVI seguiu dizendo que “a verdadeira imitação de Cristo é o amor, que alguns escritores definiram como ‘martírio secreto’”. Ao citar São Clemente de Alexandria disse: “Aqueles que colocam em prática os mandamentos do Senhor dão a Ele testemunho de cada ação, porque fazem aquilo que Ele quer e com fidelidade invocam o nome do Senhor”.

A mensagem do Papa finaliza com um chamado para superar as perseguições e provações da vida: “Quem perseverar até o fim será salvo”.



Fonte: RV

domingo, 3 de abril de 2011

ENCONTRAR FORÇA EM CRISTO

PAPA NO ANGELUS: ENCONTRAR FORÇA EM CRISTO PARA VENCER O MAL E FAZER O BEM Cidade do Vaticano, 03 abr (RV) - Bento XVI assomou ao meio-dia deste domingo à janela de seus aposentos que dá para a Praça São Pedro, para rezar – com os milhares de fiéis, peregrinos e turistas presentes – a oração mariana do Angelus.O Santo Padre homenageou João Paulo II, "grande Pontífice e Testemunha de Cristo". Convidou todos os presentes na Praça São Pedro a experimentarem o dom da benevolência de Deus, neste tempo quaresmal. De fato, no encontro com Cristo – recordou – encontramos "a força para vencer o mal e fazer o bem".O pensamento de Bento XVI dirigiu-se ao "amado predecessor", em vista de sua Beatificação no dia 1º de maio próximo. O Papa recordou que neste sábado, 2 de abril, celebramos o sexto ano de falecimento de João Paulo II. Considerando a Beatificação do Papa polonês, Bento XVI disse não ter celebrado a tradicional missa de sufrágio, mas tê-lo recordado com afeto na oração, como o faz habitualmente pensando em todos os fiéis."Ao tempo em que, mediante o caminho quaresmal, nos preparamos para a festa da Páscoa, nos aproximamos com alegria também do dia em que poderemos venerar como Beato esse grande Pontífice e Testemunha de Cristo, e confiar-nos ainda mais à sua intercessão."Bento XVI convidou todos a "experimentarem o dom da benevolência do Senhor para conosco", no particular tempo quaresmal "de graça". Evocando o tema da alegria no Evangelho deste IV Domingo do Tempo da Quaresma, no qual Jesus cura um homem cego de nascença, o Santo Padre evidenciou "como uma pessoa simples e sincera, de modo gradual, realiza um caminho de fé":Num primeiro momento encontra Jesus como um "homem" entre outros, depois o considera um "profeta"; por fim, os seus olhos se abrem e o proclama "Senhor".Ao contrário, os fariseus não querem aceitar o milagre, e a multidão permanece distante e indiferente, e os próprios pais do cego são vencidos pelo medo do julgamento dos outros."Também nós por causa do pecado de Adão nascemos "cegos", mas na fonte batismal fomos iluminados pela graça de Cristo."Se "o pecado havia ferido a humanidade destinando-a à escuridão da morte", "em Cristo resplendece a novidade da vida e a meta à qual somos chamados" – ressaltou, ainda, o Pontífice. Da fé "recebemos a força para vencer o mal e fazer o bem"."De fato, a vida cristã é uma contínua conformação a Cristo, imagem do homem novo, para alcançar a plena comunhão com Deus."Jesus "luz do mundo", "que continua revelando na complexa trama da história qual é o sentido da existência humana"."Quando a nossa vida se deixa iluminar pelo mistério de Cristo, experimenta a alegria de ser libertada de tudo aquilo que ameaça a sua plena realização."Por fim, uma exortação do Papa: "nestes dias em que nos preparamos para a Páscoa reavivemos em nós o dom recebido no Batismo":"Aquela chama que, por vezes, corre o risco de ser sufocada, a alimentemos com a oração e a caridade para com o próximo."A todos, o Santo Padre concedeu a sua Bênção Apostólica. (RL) Fonte: RV

domingo, 27 de março de 2011

TEMOS QUE ENCONTRAR TEMPO PARA REZAR

NO ANGELUS, PAPA PEDE QUE ENCONTREMOS TEMPO PARA REZAR


Cidade do Vaticano, 27 mar (RV)

- Neste terceiro domingo de Quaresma, em que a liturgia recorda o célebre diálogo de Jesus com a Samaritana, o Papa pediu aos fiéis que “encontrem um tempo para rezar, pois Jesus está nos esperando”.


“O cansaço de Jesus, encontrado pela Samaritana à beira do poço, é o verdadeiro sinal de sua humanidade, é um prelúdio da paixão”. Explicando o trecho do Evangelho de João, Bento XVI falou da “sede de Cristo” e do valor simbólico da água, que “alude claramente ao sacramento do batismo”.


“Cada um de nós – convidou – pode se sentir como a Samaritana”: “Quem renasce da água e do Espírito Santo, ou seja, no Batismo, começa um relacionamento real com Deus, uma relação filial, e pode adorá-lo em espírito e verdade, assim como o revela Jesus à Samaritana.


Com efeito, somente graças ao encontro com Jesus Cristo e ao dom do Espírito Santo, a fé do homem se realiza completamente, em resposta à plenitude da revelação de Deus”. A este ponto, o papa pediu a todos que entrem em contato com Jesus através da oração: “Jesus nos espera, especialmente neste tempo de Quaresma, para falar ao nosso coração.


Paremos um momento em silêncio – prosseguiu – em nosso quarto, ou em uma igreja, ou em um lugar afastado, e ouçamos a sua voz que nos diz: Se conhecesse o dom de Deus... Que Nossa Senhora nos ajude a não faltar a este encontro, do qual depende a nossa verdadeira felicidade”.


Após rezar a oração dominical do Angelus, o papa dirigiu saudações aos grupos presentes, em várias línguas. Em português, estas foram as palavras do Pontífice: “Saúdo os peregrinos de língua portuguesa, em particular a comunidade romana dos fiéis brasileiros, que está realizando a sua peregrinação quaresmal, e os alunos e professores do Colégio de São Tomás em Lisboa, que recordam a minha Visita a Portugal do ano passado.


Agradecido pela vossa presença e união na oração, desejo a todos a água viva que Jesus ofereceu à Samaritana, dizendo-lhe que a mesma se torna uma fonte que jorra para a vida eterna. Que Deus vos guarde e abençoe!”.


Fonte: RV

domingo, 22 de agosto de 2010

NO ANGELUS DESTE DOMINGO: NOSSA SENHORA RAINHA DO MUNDO


"A PEQUENA MENINA DE NAZARÉ TORNOU-SE A RAINHA DO MUNDO"

Castel Gandolfo, 22 ago (RV) –

“Deus depõe os orgulhosos e poderosos deste mundo e exalta os humildes”: foi o que recordou o Papa Bento XVI ao meio-dia deste domingo antes de rezar a oração mariana do Angelus, no pátio interno da residência de verão em Castel Gandolfo, comentando a festa liturgia de hoje da Realeza de Maria. Oito dias após a solenidade da sua Assunção ao Céu, a liturgia nos convida a venerar a Bem-aventurada Virgem Maria com o título de “Rainha”.“
A pequena e simples menina de Nazaré – disse Bento XVI - tornou-se a Rainha do mundo! Esta é uma das maravilhas que revelam o coração de Deus.“A Mãe de Cristo – explicou ainda o Papa – é contemplada coroada por seu Filho, isto é, associada à sua Realeza universal, como a representam muitos mosaicos e pinturas”.
Uma representação que “encontra eco significativo no Evangelho de hoje, onde Jesus diz: “Vejam, há últimos que serão primeiros, e há primeiros que serão últimos”.
“Nossa Senhora é o exemplo perfeito de tal verdade evangélica”, disse Bento XVI.“Na história das cidades e dos povos evangelizados pela mensagem cristã são inúmeros os testemunhos de veneração pública, em certos casos até mesmo institucionais à realeza da Virgem Maria”, continuou o Pontífice chamando a atenção para o fato de que “a realeza de Maria é totalmente relativa à de Cristo”, porque “a Mãe compartilhou com o Filho não só os aspectos humanos” mas “por obra do Espírito Santo” também a “intenção profunda, a vontade divina, de modo que toda a sua vida, pobre e humilde, foi elevada, transformada, glorificada passando através da porta estreita que conduz à salvação, que é o próprio Jesus”.
“Sim, Maria é a primeira a passar através do caminho aberto por Cristo para entrar no Reino de Deus, um caminho acessível aos humildes, àqueles que confiam na palavra de Deus e se comprometem a colocá-la em prática”.
Em seguida o Papa concedeu a todos a sua Benção Apostólica.Na conclusão do encontro com os fiéis e peregrinos em Castel Gandolfo o Papa saudou vários grupos em seus respectivos idiomas. Falando em francês, Bento XVI recordou que faz parte da mensagem cristã a acolhida às pessoas de todas as nações, de todas as culturas.
Os textos litúrgicos de hoje – disse ainda o Pontífice em francês – nos recordam que “todos os homens são chamados à salvação” e contém um convite a acolher as legítimas diversidades humanas seguindo Jesus, que “veio reunir os homens de todas as nações e de todas as línguas”.O Papa fez ainda uma saudação aos peregrinos de língua portuguesa.
“Saúdo também o grupo brasileiro da paróquia de São Joaquim, diocese de Franca, e demais peregrinos de língua portuguesa, desejando que esta peregrinação vos ajude a fortalecer a confiança em Jesus Cristo e a encarnar na vida a sua mensagem de salvação. De coração vos agradeço e abençôo. Ide com Deus!” (SP)
Fonte: RV

terça-feira, 24 de novembro de 2009

CRISTO É UM REI QUE DOMINA COM AMOR E ESPERANÇA


PAPA NO ANGELUS: "CRISTO É UM REI QUE DOMINA COM AMOR E ESPERANÇA"

Cidade do Vaticano,

- Bento XVI rezou a oração mariana do Angelus, deste domingo, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, na Praça São Pedro, onde o aguardavam vários fiéis e peregrinos.O Santo Padre ressaltou que o título de rei atribuído a Jesus é muito importante nos Evangelhos e dá uma leitura completa de sua pessoa e sua missão de salvação. Da expressão rei dos judeus, se chega ao título Cristo, Rei do Universo, Senhor do cosmo e da história.O papa frisou que "no centro deste percurso de revelação da realeza de Jesus Cristo está mais uma vez o mistério de sua morte e ressurreição. Enquanto Filho de Deus, Jesus se entregou livremente à paixão, que significa a vitória do amor de Deus Pai sobre a desobediência do pecado. É oferecendo-se no sacrifício de expiação que Jesus se torna o Rei do Universo, como ele mesmo declara aparecendo aos apóstolos depois da ressurreição."O papa explicou que o poder real de Jesus não é o poder dos reis e dos grandes deste mundo. É o poder divino que doa a vida eterna, que liberta do mal e vence o domínio da morte. "É o poder do amor, que sabe extrair o bem do mal, comover o coração endurecido, levar a paz onde existe conflito, acender a esperança onde não tem luz. Este Reino de Graça não se impõe, mas respeita sempre a nossa liberdade. Cristo veio para dar testemunho da verdade" – disse o pontífice.O Santo Padre ressaltou ainda a necessidade de que cada pessoa faça uma escolha. A quem devo seguir? Deus ou o maligno? A verdade ou a mentira? "Escolher Jesus Cristo não garante sucesso segundo os critérios do mundo, mas garante aquela paz e alegria que somente Ele pode dar" – frisou o papa.Bento XVI afirmou que esta paz doada por Jesus foi vivida por homens e mulheres que, em nome de Cristo, em nome da verdade e da justiça, se opuseram aos poderes do mundo, pagando com o martírio a sua fidelidade a Cristo.O papa sublinhou que Maria compreendeu o novo gênero da realeza de Cristo ouvindo suas palavras e participando do mistério de sua morte e ressurreição, e concluiu pedindo a Nossa Senhora para que nos ajude a seguir Cristo, Rei do Universo e testemunhá-lo em nossa vida. (MJ)

Fonte: RV

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

NÃO PERMANEÇAM INDIFERENTES DIANTE DOS QUE BUSCAM A VERDADE, O AMOR E A VERDADEIRA VIDA


PAPA NO ANGELUS: NÃO PERMANEÇAM INDIFERENTES DIANTE DOS QUE BUSCAM A VERDADE, O AMOR E A VERDADEIRA VIDA



Praga,

- Na alocução que antecedeu a oração mariana do Angelus deste domingo, que teve lugar pouco antes da bênção final da missa que presidiu em Brno, Bento XVI saudou os milhares de peregrinos provenientes dos países vizinhos. Muitos dos fiéis e peregrinos presentes haviam feito uma vigília de oração durante toda a noite à espera da missa desta manhã.O papa confiou todos eles à Virgem Maria, a fim de que reforce nos fiéis uma fé por vezes atingida pelos ritmos da vida moderna.Bento XVI fez um convite final a fim de que não permaneçam indiferentes diante daqueles que buscam a verdade, o amor e a vida verdadeira. Mostremos a eles – concluiu – o caminho rumo a Jesus, que "dá a vida em abundância".O Santo Padre encerrou a celebração concedendo a todos a sua bênção apostólica.Concluída a celebração, o pontífice retornou de avião de Brno – capital da região tcheca da Moravia - para Praga, onde, na nunciatura apostólica, almoçou com a sua comitiva.Os compromissos do Santo Padre, em seu segundo dia em terras tchecas, prosseguem esta tarde, com um encontro ecumênico no arcebispado de Praga. De fato, às 17h locais, Bento XVI se encontrará com expoentes do Conselho Ecumênico da República Tcheca.O último compromisso deste domingo para Bento XVI está programado para as 18h locais: trata-se do encontro com o mundo acadêmico, que terá lugar no Castelo de Praga, com a participação de reitores das universidades da República Tcheca, de uma representação de docentes e de estudantes, além de expoentes das instituições culturais do Estado e da Igreja Católica.Após o encontro, o pontífice se transferirá para a nunciatura apostólica, onde jantará de forma privada e pernoitará.Para amanhã, segunda-feira, último dia da visita pastoral do papa à República Tcheca, o ponto alto será a celebração da santa missa na esplanada de Via de Melnik, na antiga cidade de Starà Boleslav, particularmente ligada ao culto a São Venceslau, que ali sofreu o martírio.

De fato hoje, dia 28, é dia de festa para a nação tcheca, que, justamente, estará celebrando o seu padroeiro, São Venceslau. (RL)

Fonte: RV

domingo, 17 de maio de 2009

BENTO XVI FAZ APELO PELA PAZ NO SRI LANKA

ANGELUS: PAPA RECORDA VIAGEM À TERRA SANTA E FAZ APELO PELA PAZ NO SRI LANKA
Roma, 17 mai (RV)
- Papa Bento XVI rezou ao meio-dia deste domingo da janela de seus aposentos a oração do Regina Coeli com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro. O Santo Padre iniciou as suas palavras recordando que na última sexta-feira concluiu a sua viagem à Terra Santa e que sobre essa peregrinação falará com mais amplidão quarta-feira próxima, durante a audiência geral.O pontífice passou então a agradecer ao Senhor que lhe deu a possibilidade de concluir essa viagem apostólica tão importante. Agradeceu ainda todos aqueles que deram a sua contribuição para a realização da mesma e citou o Patriarca latino e os Pastores da Igreja na Jordânia, em Israel e nos Territórios Palestinos, os Franciscanos da Custódia da Terra Santa, as Autoridades civis da Jordânia, de Israel e dos Territórios Palestinos, e as forças de ordem. Um agradecimento especial o papa fez aos sacerdotes, religiosos e fiéis que o acolheram com tanto afeto e a todos aqueles que o acompanharam e a apoiaram com as suas orações.Esta peregrinação aos Lugares Santos – disse Bento XVI – foi também uma visita pastoral aos fiéis que ali vivem, um serviço à unidade dos cristãos, ao diálogo com judeus e muçulmanos, e à construção da paz. Tudo isso em nome de Deus, daquele Deus que chamou Abraão para fazer dele um grande povo.“Terra Santa, símbolo do amor de Deus pelo seu povo e por toda a humanidade, - disse o papa - é também símbolo da liberdade e da paz que Deus quer para todos os seus filhos. De fato, porém, a história de ontem e de hoje mostra que precisamente aquela Terra tornou-se símbolo do contrário, isto é de divisões e de conflitos intermináveis entre irmãos.”E o pontífice se pergunta, como é possível isso? É justo – disse ele – que tal interrogação interpele o nosso coração, apesar de sabermos que um misterioso designo de Deus diz respeito àquela Terra, para onde – como escreve São João – Ele “enviou o seu Filho como vítima de expiação de nossos pecados”.“A Terra Santa foi chamada um “quinto Evangelho”, porque ali podemos ver, ou melhor, tocar a realidade da história que Deus fez com os homens começando pelos lugares da vida de Abraão até os lugares da vida de Jesus, da encarnação, até o túmulo vazio sinal da Sua ressurreição.” A Terra Santa – destacou ainda o papa – pela sua mesma história pode ser considerada um microcosmo que ressume em si mesma o fadigoso caminho de Deus com a humanidade. Um caminho que compreende com o pecado também a cruz. A História da Salvação começa com a escolha de um homem, Abraão – continuou Bento XVI – de um povo, Israel, mas a intenção de Deus é a universalidade, a salvação de todos os povos. “Deus não faz preferência de pessoas, mas acolhe quem o teme e pratica a justiça – disse o papa, citando palavras de São Pedro.” Antes de rezar a oração do Regina Coeli o Papa dirigiu o seu pensamento ao Sri Lanka, para assegurar o seu afeto e proximidade espiritual aos civis que se encontram na área de combate, no norte do país.“Trata-se de milhares de crianças, mulheres, anciãos, a quem a guerra tirou anos de vida e de esperança. Desejo, mais uma vez dirigir um premente convite aos beligerantes, a fim de que facilitem a evacuação e por isso uno a minha voz à voz do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que alguns dias atrás pediu garantias à incolumidade dos civis.”O Papa pediu ainda às instituições humanitárias, inclusive às católicas, que façam todo o possível para ir ao encontro das urgentes necessidades alimentares e médicas dos deslocados. Bento XVI confiou o país à materna proteção de Nossa Senhora de Madhu, amada e venerada por todos os habitantes, e elevou o seu pedido ao Senhor a fim de que chegue logo o dia da reconciliação e da paz.Em seguida o Papa rezou a oração mariana do Regina Coeli e concedeu a todos a sua Benção Apostólica.Antes de concluiu o encontro com os fiéis reunidos na Praça São Pedro, o Santo Padre saudou os diversos grupos de peregrinos em suas respectivas línguas. Eis o que o papa disse em português. “Para além dos peregrinos de língua portuguesa aqui presentes, quero saudar os cristãos de Portugal que neste dia se reúnem com todo o Episcopado para celebrar – sob a presidência do meu Enviado Especial, o Cardeal Dom José Saraiva Martins – o cinquentenário da inauguração do Santuário de Cristo Rei em Almada, na diocese de Setúbal. Lá erguido bem alto, bem visível, o Redentor divino com o coração e os braços abertos é oferta de paz à humanidade. Bem o sabe o povo português que, há cinquenta anos, se uniu para levantar aquele memorial de paz, por graça recebida em atenção à sua consagração ao Imaculado Coração de Maria. Com uma súplica ardente a Cristo Rei por um Portugal melhor, fiel na fé católica, fértil na santidade, próspero na economia, justo na partilha da riqueza, fraterno no desenvolvimento, alegre no serviço público, a todos abençoo e exorto a perseverar na referida consagração à Virgem Mãe, que arrasta os corações, como ninguém mais sabe fazer, e lança-os nos braços da misericórdia do Senhor.”Enfim saudando os peregrinos de língua italiana o Papa mencionou os numerosos sócios da Federação Italiana Doadores de Sangue, que realizaram o seu congresso por ocasião dos 50 anos de fundação da associação. (SP)

Fonte: RV

domingo, 29 de março de 2009

O AGRADECIMENTO DE BENTO XVI À ÁFRICA

ANGELUS: O AGRADECIMENTO DE BENTO XVI À ÁFRICA

Cidade do Vaticano, 29 mar (RV)

- Bento XVI rezou ao meio-dia deste domingo a oração mariana do Angelus com os fiéis reunidos na Praça São Pedro. Numa manhã de pouco sol o papa, na alocução que precedeu a oração, agradeceu mais uma vez a Deus e a todos aqueles que colaboraram para a boa realização da sua viagem à África.Bento XVI quis ainda recordar a “profunda emoção” vivida na África na semana passada encontrando “as comunidades católicas e as populações de Camarões e Angola”.“A visita me permitiu ver e compreender melhor a realidade da Igreja na África na variedade das suas experiências e dos desafios que enfrenta neste momento”. Pensando precisamente nos desafios que marcam o caminho da Igreja no continente africano, e em todas as partes do mundo, sentimos o quanto sejam atuais as palavras do Evangelho: “Se o grão de trigo, caído na terra, não morre, fica sozinho; se ao invés morre, produz muito fruto”.“Hoje – disse o papa referindo-se à frase de Jesus, mas também à situação da África – não é mais a hora de palavras e de discursos; chegou a hora decisiva, para a qual o Filho de Deus veio ao mundo. Somente assim, de fato, poderá germinar e crescer uma nova humanidade, livre do domínio do pecado e capaz de viver em fraternidade, como filhos e filhas do único Pai que está nos céus”.Na África, dois aspectos impressionaram o Santo Padre, ambos importantes.“O primeiro é a alegria visível nos rostos das pessoas, a alegria de sentir-se parte da única família de Deus, e agradeço ao Senhor por me ter permitido compartilhar com as multidões desses nossos irmãos e irmãs momentos de festa simples, corais e cheios de fé. O segundo aspecto é precisamente o forte sentido do sagrado que se respirava nas celebrações litúrgicas, característica essa comum a todos os povos africanos e que emergiu, poderia dizer, em todos os momentos da minha permanência entre aquelas queridas populações”.“Na grande festa da fé vivida juntos na África, experimentamos – afirmou o pontífice – que essa nova humanidade é viva, mesmo com os seus limites humanos. Lá onde os missionários , como Jesus, deram e continuam a consumar a vida pelo Evangelho, se recolhem frutos abundantes. A eles – continuou – desejo dirigir um particular pensamento de gratidão pelo bem que fazem. Trata-se de religiosos e religiosas, leigos e leigas.”Foi muito bonito para mim – confidenciou Bento XVI – ver o fruto do seu amor por Cristo e constatar o profundo reconhecimento que os cristão têm para com eles. O Papa concluiu dando graças a Deus e rezando a Maria Santíssima a fim de que no mundo inteiro se difunda a mensagem da esperança e do amor de Cristo.Em seguida o Papa rezou a oração mariana do Angelus e concedeu a todos a sua Benção Apostólica.Antes de se despedir dos fiéis o Papa quis agradecer as numerosas pessoas de origem africana, entre as quais muitos estudantes, acompanhadas pelo Secretário da Congregação para a Evangelização por Dom Robert Sarah, pelo seu apoio. “Caríssimos, vocês quiseram vir manifestar a alegria e o reconhecimento pela minha viagem apostólica à África. Agradeço todos de coração, Rezo por vocês, pelas suas famílias e pelos seus países de origem. Obrigado!”O Santo Padre recordou ainda que na próxima quinta-feira, dia 2 de abril, presidirá a Santa Missa na Basílica de São Pedro por ocasião do 4º aniversário da morte de seu predecessor o Servo de Deus João Paulo II. O Papa convidou a participar da celebração, especialmente os jovens de Roma, para juntos se prepararem para o Dia Mundial da Juventude, que será realizado em âmbito diocesano no próximo Domingo de Ramos. (SP)
Fonte: RV

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

A DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DE SÃO JOÃO DE LATRÃO

ANGELUS: PAPA FALA DA DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DE SÃO JOÃO DE LATRÃO

Cidade do Vaticano, 09 nov (RV)
– Bento XVI rezou, esta manhã, ao meio-dia, a oração do Ângelus, com os numerosos fiéis e peregrinos presentes na Praça São Pedro, no Vaticano.Na alocução que pronunciou, antes da oração mariana, o Papa recordou que a Liturgia de hoje celebra a Dedicação da Basílica de São João de Latrão, chamada “mãe e cabeça de todas as igrejas da Cidade e do Mundo”. De fato, esta Basílica foi a primeira a ser construída depois do edito do imperador Constantino, que, em 313, concedeu aos cristãos a liberdade de praticar livremente a sua religião.O mesmo imperador deu de presente ao então Papa Melquíades, a antiga propriedade da família Latrão e ali mandou edificar a Basílica, o Batistério e a Residência do Bispo de Roma, onde os Papas moraram até o período de Avinhão.A dedicação ou consagração da Basílica realizou-se pelo Papa Silvestre, pelo ano de 324, que, inicialmente recebeu o nome de Santíssimo Salvador. Somente depois do século VI foram acrescentados os títulos de São João Batista e São João Evangelista, dos quais deriva o atual nome de “São João de Latrão”.Com a dedicação deste edifício sagrado, disse o Papa, os fiéis do mundo expressam seu amor e veneração à Igreja de Roma:A Palavra de Deus nesta solenidade chama a atenção para uma verdade essencial: o templo de alvenaria é símbolo da Igreja viva, a comunidade cristã, que os apóstolos Pedro e Paulo entendiam, em suas cartas, como “edifício espiritual”, construído por Deus com “pedras vivas”, que são os cristãos, sobre o único fundamento que é Jesus Cristo, comparado como “pedra angular”. Logo, acrescentou o Santo Padre, a beleza e a harmonia das igrejas, destinadas a louvarem a Deus, são um convite aos seres humanos, limitados e pecadores, a converter-se para formar um “cosmos”, uma construção bem organizada, em íntima comunhão com Jesus, o verdadeiro Santo dos Santos:A festa de hoje celebra um mistério sempre atual: Deus quer edificar no mundo um templo espiritual, uma comunidade que o adore em espírito e verdade. Mas, esta celebração nos recorda também a importância dos edifícios materiais, nos quais as comunidades se reúnem para celebrar os louvores de Deus. Portanto, disse por fim Bento XVI, toda comunidade tem o dever de custodiar com cuidado seus edifícios sagrados, que constituem um precioso patrimônio religioso e histórico. (MT)

Fonte: RV

domingo, 2 de novembro de 2008

PAPA REZA O ANGELUS E FALA DA BELEZA DA SANTIDADE

BENTO XVI REZA O ANGELUS E FALA DA BELEZA DA SANTIDADE


Cidade do Vaticano,
- “O mundo se parece com um jardim, onde o Espírito de Deus suscitou com admirável fantasia uma multidão de santos e santas, de todas as idades e condições sociais, de todas as línguas, povos e culturas”. É uma mensagem de esperança, as palavras que Bento XVI quis dirigir ontem aos fiéis reunidos na Praça São Pedro para a oração mariana do Angelus, no dia em que se celebrou a Festa de Todos os Santos.
“Visitando um horto botânico – disse o Papa - ficamos impressionados diante da variedade de plantas e de flores, e vem espontaneamente pensar na fantasia do Criador que fez da terra um maravilhoso jardim. Análogo sentimento experimentamos quando consideramos o espetáculo da santidade”.
Os Santos recordou o Papa, são diversos um do outro, “com a singularidade da própria personalidade humana e do próprio carisma espiritual”.
“Todos, porém, trazem impresso o sigilo de Jesus, isto é a marca do seu amor, testemunhado através da Cruz. Todos estão alegres, em uma festa sem fim, mas, como Jesus, esta meta eles conquistaram passando através da fadiga e da prova, cada um enfrentando a sua parte de sacrifício para poder participar na glória da ressurreição”, afirmou Bento XVI.
A solenidade de Todos os Santos veio se afirmando durante o primeiro milênio cristão como celebração coletiva dos mártires. Já no ano 609, em Roma, o Papa Bonifácio IV havia consagrado o Panteão, dedicando-o a Nossa Senhora e a todos os mártires. O martírio – disse o Santo Padre - podemos entendê-lo em lato senso, como amor por Cristo sem reservas, amor que se exprime no dom total de si a Deus e aos irmãos.
“Na sua existência terrena, santos e santas – explicou ainda o Papa fazendo referência às bem-aventuranças evangélicas – foram pobres em espírito, sofredores por causa do pecado, mansuetos, famintos e sedentos de justiça, misericordiosos, puros de coração, agentes de paz, perseguidos pela justiça. E Deus partilhou com eles a sua mesma felicidade: provaram esta felicidade já neste mundo e, agora no além, a desfrutam em plenitude. Eles são agora, consolados, herdeiros da terra, saciados, perdoados, podem ver Deus do qual são filhos”. Em seguida, observou o Papa, “sentimos reavivar-se em nós a atração pelo céu, que nos leva a apressar o passo da nossa peregrinação terrena”: “Sentimos acender nos nossos corações o desejo de unir-nos para sempre à família dos santos, da qual temos já a graça de fazer parte. Possa essa bonita aspiração arder em todos os cristãos, e ajudá-los a superar toda dificuldade, medo e tribulação”. O Papa concluiu a sua alocução antes de rezar a oração do Angelus, convidando todos a colocarem a sua mão nas mãos maternas de Maria, Rainha de todos os Santos, e a se deixarem levar por Ela em direção à pátria celeste, em companhia dos espíritos bem-aventurados de todas as nações, povos e línguas. Em seguida Bento XVI recordou que neste domingo comemoramos os nossos caros defuntos, rezou a oração do Angelus e concedeu a todos a sua Benção Apostólica.
Após a oração do Angelus o Papa saudou os fiéis presentes na Praça São Pedro em várias línguas. Falando em italiano Bento XVI fez uma saudação particular às milhares de pessoas, provenientes de toda a Itália, que participaram neste sábado da primeira edição da “Corrida dos Santos”, promovida pela Congregação Salesiana.“Caros amigos – disse o Papa – vocês partiram de São Pedro e chegaram aqui em São Pedro, passando por São João de Latrão, São Paulo fora dos Muros e Santa Maria Maior. Fico feliz por esta iniciativa que exprime a alegria e também a fadiga de correr juntos no caminho da santidade. Possa toda a nossa vida ser uma “corrida” na fé e no amor, animada pelo exemplo das grandes testemunhas do Evangelho”. (SP)

Fonte: RV

domingo, 12 de outubro de 2008

PAPA PEDE ORAÇÕES PELO SÍNODO E PELA PAZ NO MUNDO

ANGELUS: PAPA PEDE ORAÇÕES PELO SÍNODO E PELA PAZ NO MUNDO
Cidade do Vaticano,
- Ao término da solene Santa Missa de Canonização de quatro novos Santos da Igreja, na Praça São Pedro, Bento XVI rezou a oração mariana do Ângelus. Ao cumprimentar os fiéis presentes, em sete línguas, que vieram a Roma para prestar homenagem aos novos santos, o Papa recordou:Caros amigos, na vida dos Santos e nas suas realizações percebe-se sempre uma forte presença espiritual da Virgem Maria. Quero ressaltar, neste mês de outubro, o apego deles à oração do Terço, como meio diário de união com Jesus, como fonte de inspiração e de conforto, como instrumento de intercessão pelas necessidades da Igreja e nas intenções do Papa. Aqui, o Santo Padre aproveitou para convidar os fiéis e peregrinos a rezarem pela reconciliação e a paz em algumas regiões do mundo, que suscitam alarme e grande sofrimento:Penso às populações do Norte Kivu, na República Democrática do Congo; penso às violências contra os cristãos no Iraque e na Índia, que recomendo diariamente ao Senhor. Bento XVI concluiu sua alocução dominical, invocando a proteção de Maria, Rainha dos Santos, também pelos trabalhos do Sínodo dos Bispos, que se realizam, nestes dias, no Vaticano. Por fim, o Santo Padre concedeu a todos a sua Bênção Apostólica. (MT)

Fonte: Site A.E.

domingo, 5 de outubro de 2008

PAPA EXPLICA A FINALIDADE DO SÍNODO

NO ANGELUS, PAPA EXPLICA A FINALIDADE DO SÍNODO

Cidade do Vaticano, 05 out (RV)
- Depois da missa na Basílica de S. Paulo Fora dos Muros, Bento XVI voltou ao Vaticano para rezar o Angelus com fiéis e peregrinos na Praça S. Pedro.O papa dedicou a alocução que precede a oração mariana ao Sínodo dos Bispos, explicando sua criação e finalidade: "Trata-se de um organismo importante, instituído em 1965 pelo meu venerado predecessor o servo de Deus Paulo VI, durante a última fase do Concílio Vaticano II. O Sínodo tem as seguintes finalidades: fornecer informações diretas e exatas acerca da situação e dos problemas da Igreja; favorecer o consenso sobre a doutrina e a ação pastoral; e enfrentar temáticas de grande importância e atualidade".Essas tarefas são coordenadas por uma Secretaria permanente, que atua em direta e imediata dependência da autoridade do Bispo de Roma. Bento XVI acrescentou que a dimensão sinodal é constitutiva da Igreja: "Ela consiste no 'con-vir' de todos os povos e culturas para se tornar um em Cristo e caminhar juntos atrás d'Ele, que disse: 'Eu sou o caminho, a verdade e a vida'".De fato, continuou o pontífice, a palavra grega sýnodos, composta da preposição syn, ou seja, "com", e por odós, que significa "caminho, estrada", sugere a idéia do "caminhar juntos", e é justamente esta a experiência do Povo de Deus na história da salvação."Para a Assembléia sinodal ordinária que tem início hoje, escolhi, acolhendo pareceres de especialistas, o tema da Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja, para ser aprofundada em perspectiva pastoral."Bento XVI recordou que a participação na fase preparatória por parte das Igrejas particulares de todo o mundo foi muito ampla. Elas enviaram suas contribuições à Secretaria do Sínodo, a qual, por sua vez, elaborou o Instrumentum laboris, o documento sobre o qual os 253 Padres sinodais irão se confrontar: 51 da África, 62 da América, 41 da Ásia, 90 da Europa e 9 da Oceania. A eles, acrescentam-se inúmeros especialistas e auditores, homens e mulheres, como também os "delegados fraternos" de outras Igrejas e comunidades eclesiais e alguns enviados especiais.Por fim, o Santo Padre convidou todos a sustentar os trabalhos do Sínodo com a oração, invocando especialmente a materna intercessão de Nossa Senhora, perfeita Discípula da Palavra divina. Ouça sua bênção apostólica: Após a oração do Angelus, Bento XVI saudou os fiéis em várias línguas. Em italiano, ele recordou que tem início hoje a iniciativa "Bíblia dia e noite", promovida pela RAI (televisão pública italiana). O papa explicou que se trata da leitura contínua de toda a Bíblia, por sete dias e sete noites, até o próximo sábado, 11 de outubro. A sede será a Basílica romana da Santa Cruz em Jerusalém, e os leitores são quase 1.200, de 50 países. Dentre eles, o arcebispo de S. Paulo, Card. Odilo Pedro Scherer. (BF)
Fonte: RV

domingo, 28 de setembro de 2008

BENTO XVI RECORDA OS 30 ANOS DO FALECIMENTO DE JOÃO PAULO I


ANGELUS: BENTO XVI RECORDA OS 30 ANOS DO FALECIMENTO DE JOÃO PAULO I



Castel Gandolfo, 28 set (RV)
- Bento XVI rezou ao meio-dia de hoje a oração mariana do Ângelus com os fiéis reunidos no pátio da Residência Apostólica de Castel Gandolfo. Na sua alocução que precedeu a oração o Santo Padre recordou que a liturgia de hoje nos propõe a parábola evangélica dos dois filhos enviados pelo pai para trabalhar na sua vinha. Um diz imediatamente que sim, mas depois não vai; o outro ao invés, num primeiro momento rejeita, mas depois arrependido, responde ao desejo paterno. O papa destacou que com essa parábola “Jesus reafirma a sua predileção pelos pecadores que se convertem, e nos ensina que é necessário humildade para acolher o dom da salvação”. E Bento XVI recordou São Paulo que na carta aos Filipenses os exortava à humildade: “Não façais nada por espírito de competição, por vanglória, ao contrário, levados pela humildade, considerai uns aos outros superiores”. São esses os mesmos sentimentos de Cristo, que despojado da glória divina por amor a nós, se fez homem e se abaixou até a morte na cruz.O Papa refletindo sobre esses textos bíblicos disse que imediatamente pensou no Papa João Paulo I, do qual precisamente hoje se recordam os 30 anos de seu falecimento. “Ele escolheu como lema episcopal o mesmo de São Carlo Borromeo: Humilitas. Uma só palavra – disse Bento XVI - que sintetiza a essência da vida cristã e indica a indispensável virtude de quem, na Igreja, é chamado ao serviço da autoridade”. Recordando em seguida uma das quatro audiências gerais do brevíssimo pontificado de João Paulo I, o Pontífice citou o seu tom familiar e uma sua recomendação:“Limito-me a recomendar uma virtude, tanta cara ao Senhor: disse: aprendam de mim que sou manso e humilde de coração. Mesmo que tenham feito grandes coisas, digam: somos servos inúteis. E observou: ao invés, a tendência em todos nós, é ao contrário: colocar-se em evidência. A humildade pode ser considerada – disse Bento XVI - o seu testamento espiritual”. Graças precisamente a esta sua virtude, bastaram 33 dias para que Papa Luciani entrasse no coração do povo. Bento XVI disse ainda que JPI utilizava no seus discursos exemplos tirados da vida concreta, das suas recordações de família e da sabedoria popular. A sua simplicidade era o veículo de um ensinamento sólido e rico. Foi um incomparável catequista, seguindo as pegadas de Pio X, seu conterrâneo e predecessor antes na cátedra de São Marco, em Veneza, e depois na de São Pedro. “Façamos tesouro de seu exemplo, disse Bento XVI, empenhando-se a cultivar a sua mesma humildade, que o tornou capaz de falar a todos, especialmente aos pequenos e aos distantes”. Em seguida o Papa rezou a oração mariana do Ângelus e concedeu a todos a sua Benção Apostólica.Antes de concluir o encontro com os fiéis e peregrinos reuniods em Castel Gandolfo, Bento XVI disse que passado o período de verão, depois de amanhã, terça-feira, retorna ao Vaticano. Agradeceu a Deus por todos os dons concedidos neste período e fez uma breve síntese dos principais eventos nos quais ele participou:“Penso em particular no Dia Mundial da Juventude de Sydney, ao período transcorrido em Bressanone, na visita a Sardenha e na viagem apostólica a Paris e Lourdes; e penso na possibilidade de transcorrer um período de tempo nesta casa, onde posso melhor repousar e trabalhar durante os meses mais quentes”. O Papa saudou ainda a comunidade de Castel Gandolfo, com um muito obrigado ao bispo, ao prefeito e às Forças de Ordem.Na saudação em língua polonesa o Papa dirigiu o seu pensamento aos fiéis reunidos em Białystok, na Polônia, para a beatificação do servo de Deus Michał Sopoćko, confessor e guia espiritual de santa Faustina Kowalska. O Papa recordou que seguindo a sugestão de padre Michal, a Santa descreveu as suas experiências místicas e as aparições de Jesus Misericordioso no seu famoso “Diário”. Graça aos seus esforços foi pintada e transmitida ao mundo a imagem com a escrita “Jesus, confio em Ti”. Por essa beatificação – disse ainda Bento XVI - alegra-se, na casa do Pai, o meu amado predecessor, o Servo de Deus João Paulo II. Foi ele a confiar o mundo à Divina Misericórdia e por isso repito a todos o seu augúrio: “Deus rico de misericórdia abençoe todos vós!”.Bento XVI saudou ainda os voluntários do Movimento dos Focolares provenientes de vários países e grupos de peregrinos de língua italiana provenientes de Pádua, Anzio, Belluno. Antes de se despedir o Santo Padre dirigiu uma saudação especial a todos os estudantes, que aqui no hemisfério norte iniciaram nos dias passados o ano escolar. Expressou ainda seu apreço pela campanha da Sociedade de São Vicente de Paulo, “Façam-me estudar, convém a todos”. No espírito de São Vicente, que ontem a liturgia recordou, “esta iniciativa se propõe a prevenir a pobreza do analfabetismo”. (SP)
Fonte: RV

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

BENTO XVI SOLICITA MEDIDAS PARA ERRADICAR A FOME E A POBREZA NO MUNDO

ANGELUS: APELO DO PAPA PARA QUE SE ADOTEM E APLIQUEM MEDIDAS APTAS A ERRADICAR A FOME E A POBREZA NO MUNDO


Castel Gandolfo,
- "Na próxima quinta-feira, 25 de setembro, se realizará, em Nova York, no âmbito da 63ª sessão da Assembléia Geral da ONU, um encontro de alto nível, para verificar o cumprimento dos objetivos estabelecidos na Declaração do Milênio, de 8 de setembro de 2000. Por ocasião desta importante reunião, que contará com a presença de líderes de todos os países do mundo, gostaria de renovar o meu convite para que se adotem e se apliquem, com coragem, as medidas necessárias para erradicar a extrema pobreza, a fome, a ignorância e o flagelo das pandemias que atingem, sobretudo, as pessoas mais vulneráveis." Este foi o apelo do papa, logo após a oração mariana do Angelus deste domingo. "Tal empenho, ainda que exija particulares sacrifícios, neste momento de dificuldades econômicas mundiais _ ressaltou o pontífice _ não deixará de produzir importantes benefícios para o desenvolvimento das nações que necessitam da ajuda exterior, assim como para a paz e o bem-estar de todo o Planeta. "Falando diante dos milhares de fiéis e peregrinos reunidos no pátio interno da residência pontifícia de verão, Bento XVI fez ainda, outro apelo, desta feita em favor das populações atingidas por catástrofes naturais, no continente americano... "Nas semanas passadas, os países do Caribe _ em particular Haiti, Cuba e República Dominicana _ além do sul dos Estados Unidos, de modo particular o Texas, foram duramente atingidos por violentos furacões. Gostaria, uma vez mais, de assegurar àquelas populações, que eu as recordo de modo especial nas minhas orações. Além disso, faço votos de que cheguem prontamente os socorros às áreas mais atingidas. Queira Deus que, pelo menos em tais circunstâncias, a solidariedade e a fraternidade prevaleçam sobre quaisquer outras razões. "Na alocução que precedeu a oração mariana do Angelus, tomando como ponto de partida o fato que _ quando de sua eleição à cátedra de Pedro, apresentou-se aos fiéis, logo depois, do balcão da basílica vaticana, como "um operário da vinha do Senhor" _ Bento XVI comentou o Evangelho deste domingo, sublinhando que "aquela moeda representa a vida eterna, dom que Deus reserva a todos". E que justamente aqueles que são considerados os "últimos", passam a ser os "primeiros", se aceitam esse dom, enquanto os "primeiros" podem se tornar os "últimos".A parábola evidencia que o patrão não tolera ver ninguém desempregado, à toa, sem nada fazer. Portanto, o "ser chamados" é já a primeira recompensa: poder trabalhar na vinha do Senhor, colocar-se a Seu serviço, colaborar para a realização de Sua obra já consiste, por si só, um prêmio inestimável, que recompensa todo e qualquer cansaço. Todavia, essa mensagem é compreendida somente por quem ama o Senhor e Seu reino. Quem, ao contrário, trabalha somente em troca do pagamento, não se dará conta jamais desse inestimável tesouro."Que a Virgem Maria _ concluiu o papa _ nos ajude a responder "sempre" e "com alegria" o chamado do Senhor, e a encontrar a nossa felicidade no poder trabalhar pelo Reino dos céus. " Horas antes do Angelus, o papa deixara a residência pontifícia de verão, em Castel Gandolfo e, a pé, se dirigira à Catedral de Albano _ Diocese à qual pertence a localidade de Castel Gandolfo, nas proximidades de Roma _ para presidir à cerimônia de dedicação do novo altar-mor, que passou por obras de restauração. (AF)
Fonte: RV

domingo, 14 de setembro de 2008

PAPA APOS MISSA DO JUBILEU, REZA O ANGELUS


ORAÇÃO DO ANGELUS EM LOURDES



Paris, 14 set (RV) - Ao término da solene Santa Missa do Jubileu das Aparições de Nossa Senhora a Bernadete de Soubirous, o Pontífice passou a rezar a oração mariana do Angelus. Antes, porém, como de costume, pronunciou sua alocução salientando o privilégio divino da Imaculada Conceição, concedido a Maria, a sua pureza de coração, com a qual se distingue dos homens:A vida e a fé dos fiéis revelam que o privilégio da Imaculada Conceição, concedido a Maria, não é uma graça só para si, mas para todos: é uma graça para todo o Povo de Deus. Eis porque todos nós, peregrinos de diversas partes do mundo, viemos aqui, mais uma vez, para obter fé e conforto, alegrai e amor, segurança e paz, na fonte do seu Coração imaculado.Após a oração do Angelus, Bento XVI passou a cumprimentar os milhares de presentes, em sete línguas. Vamos ouvir a sua saudação em português, acompanhada de sua Bênção Apostólica:Queridos peregrinos de língua portuguesa, sob o olhar materno da Imaculada Conceição saúdo a todos vós que viestes, física ou espiritualmente, até Lourdes à procura de conforto e de esperança. Dando-nos Jesus, Maria é a verdadeira fonte da esperança. A Ela vos entrego e acompanho com a minha Bênção. Depois da celebração Eucarística do Jubileu das Aparições de Nossa Senhora em Lourdes, O Santo Padre regressou, de papa-móvel, à Casa de Retiros São José, onde está hospedado, para o almoço com os bispos da região dos Pirineus, com os cardeais e com os demais bispos de sua comitiva.Na parte da tarde, o Pontífice manterá um encontro com os Bispos da França, no Hemiciclo de Santa Bernadete e no final da tarde, participará da conclusão da Procissão Eucarística no Prado do Santuário de Lourdes. (MT)
Fonte: RV

PAPA : REFLEXÃO ANTES DA ORAÇÃO DO ANGELUS

REFLEXÃO DO PAPA ANTES DA ORAÇÃO DO ANGELUS.
LEIA O TEXTO INTEGRAL

Lourdes, 14 set (RV)
- “A cada dia, a oração do Ângelus nos oferece a possibilidade de refletir alguns instantes, em meio a nossas atividades, sobre o mistério da Encarnação do Filho de Deus. Ao meio-dia, quando as primeiras horas do dia começam a nos fazer sentir o peso do cansaço, nossa disponibilidade e nossa generosidade se renovam na contemplação do ‘sim’ de Maria. Este ‘sim’ límpido, sem reservas, se enraíza no mistério da liberdade de Maria, liberdade plena e integra diante de Deus, desvinculada de toda cumplicidade com o pecado, graças ao privilégio de sua Imaculada Conceição.
Este privilégio concedido a Maria, que a distingue de nossa condição comum, não afasta, mas ao contrário, aproxima-a de nós. Enquanto o pecado divide, nos afasta uns dos outros, a pureza de Maria a aproxima infinitamente de nossos corações, a torna atenta a cada um de nós e desejosa de nosso verdadeiro bem. Podem notar isso aqui em Lourdes, assim como em todos os Santuários marianos, imensas multidões vão aos pés de Maria para confiar-lhe aquilo que cada um possui de mais intimo, aquilo que temos dentro de nossos corações. O que muitas pessoas, por timidez ou pudor, não se atrevem em confiar nem mesmo às pessoas mais intimas, confiam a Ela, Toda pura, a seu Coração imaculado: com simplicidade, sem adornos, na verdade. Diante de Maria e de toda sua pureza, o homem não hesita em se demonstrar frágil, em entregar-lhe suas dúvidas, suas esperanças, seus desejos mais secretos. O amor materno da Virgem Maria desarma toda forma de orgulho, torna o homem capaz de olhar a si mesmo, como é, e lhe inspira o desejo de se converter para glorificar a Deus.
Maria nos mostra, desta forma, a justa maneira de avançar em direção do Senhor. Ensina-nos a aproximar-nos d’Ele na verdade e na simplicidade. Graças a ela, descobrimos que a fé cristã não é um peso, mas é uma asa, que nos permite voar mais alto, para nos refugiarmos nos braços do Senhor.
A vida e a fé do povo cristão revelam que o privilégio da Imaculada Conceição, feito a Maria não é apenas uma graça pessoal, mas, para todos, uma graça feita a todo o povo de Deus. Em Maria, a Igreja pode já contemplar aquilo que é chamada a ser. Nela, todo cristão pode, desde já, contemplar a realização perfeita de sua vocação pessoal. Que cada um de nós possa permanecer sempre em ação de graças por aquilo que o Senhor quis revelar de seu plano de salvação através do mistério de Maria. Mistério no qual somos implicados no modo mais tocante, porque do alto da Cruz, que nós recordamos e exaltamos justamente hoje, o próprio Jesus nos revela que Sua Mãe é nossa Mãe. Como filhos e filhas de Maria, podemos obter todas as graças que lhe foram feitas, e a dignidade incomparável que lhe concede o privilégio da Imaculada Conceição desce sobre nós, seus filhos.
Aqui, perto da gruta, e em comunhão especial com todos os peregrinos presentes nos santuários marianos e com todos os enfermos no corpo e na alma, que buscam conforto, bendigamos o Senhor pela presença de Maria em meio a seu povo e a ele dirigimos com fé a nossa oração:
“Santa Maria, tu que aqui te mostraste 150 anos atrás, à jovem Bernadete, tu és realmente ‘de esperança, fonte viva ‘” (citação do Paraíso de Dante).
Peregrinos confiantes, vindos aqui de todas as partes, nós viemos uma vez mais à fonte de teu Coração Imaculado, receber fé e conforto, alegria e amor, segurança e paz. Mostra-te como Mãe para todos, oh Maria! E doa-nos Cristo, esperança do mundo! Amén”.
Fonte: RV