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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A DELICADA SITUAÇÃO DOS NORTE AMERICANOS

Mais norte-americanos correm risco de passar fome
Cavaleiros de Colombo doam 1 milhão de dólares para alimentar os pobres

NEW HAVEN,

-Os Cavaleiros de Colombo decidiram destinar 1 milhão de dólares e muitas horas de voluntariado com o objetivo de alimentar os famintos nos Estados Unidos.
A organização assinala em nota que esta iniciativa propõe responder ao “muito maior que o normal” número de norte-americanos e canadenses “em risco de passar fome”.
A nota informa que cerca de 50 milhões de norte-americanos sofreram situações de “insegurança alimentar” no último ano e cerca de 18% mais de canadenses foram a bancos alimentares pedir ajuda.
O dinheiro e as horas de voluntariado serão canalizados através do programa “Alimentos para as Famílias”, dos Cavaleiros de Colombo, que presta apoio material a bancos de alimentos.
A organização trabalhará em colaboração com paróquias e outros serviços comunitários para coletar alimentos para estes bancos.
O cavaleiro supremo, Carl Anderson, expressou a esperança da organização de que “este programa ajude tanto a aliviar o problema como a animar outras religiões e organizações caritativas, assim como negócios e empresas, a que realizem programas similares”.
“É possível que as pessoas não possam dar muito dinheiro para a caridade neste Natal –disse–, mas muitos podem dar uma lata de sopa para ajudar o próximo”, disse Anderson.

Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 22 de junho de 2009

O MUNDO ESTÁ CADA VEZ MAIS FAMINTO

FAO: MAIS DE UM BILHÃO OS FAMINTOS NO MUNDO
Roma, 20 jun (RV)

– Mais de um bilhão de pessoas vivem em constante estado de desnutrição no mundo: cerca de 100 milhões a mais do que no ano passado. Foi o que anunciou nesta sexta-feira, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), num relatório sobre segurança nutricional mundial. A entidade define como subnutrida a pessoa que ingere menos de 1.800 calorias por dia."Essa silenciosa crise alimentar que atinge 1/6 de toda a população mundial constitui um sério risco para a paz e a segurança no mundo" – destacou o diretor-geral da FAO, Jacques Diouf.O diretor da Divisão de Desenvolvimento Econômico e Agrícola da FAO, Kostas G. Stamoulis, destacou que, este ano, houve um recorde da colheita de grãos: "Então, não há falta de comida, mas sim falta de acesso à comida." Para a FAO, o objetivo fixado na Cúpula Mundial sobre a Alimentação, de reduzir à metade o número de pessoas com fome, não será alcançado até 2015.Na América Latina e Caribe, a única região que registrou sinais de melhora nos últimos anos, também foi comprovado um aumento (12,8%) do número de desnutridos e, segundo o relatório, quase 53 milhões de pessoas sofrerão fome em 2009,no subcontinente. (BF)

Fonte: RV

quarta-feira, 1 de abril de 2009

QUE OS RICOS SEJAM SENSÍVEIS AO DRAMA DA FOME NO MUNDO

BENTO XVI: QUE OS RICOS SEJAM SENSÍVEIS AO DRAMA DA FOME NO MUNDO
Cidade do Vaticano,

- O Santo Padre dedica ao Apostolado da Oração, uma intenção geral e uma intenção particular para cada mês. Para o mês de abril, o papa convida, na intenção geral, a rezar "a fim de que o Senhor abençoe o trabalho dos agricultores com uma colheita abundante, e torne os povos mais ricos sensíveis ao drama da fome no mundo."O pontífice faz uma triste constatação: a fome no mundo, ao invés de diminuir, aumenta. As pessoas atingidas pela desnutrição já são quase um bilhão.Para Bento XVI não se trata de "uma mera fatalidade, provocada por situações ambientais adversas ou de calamidades naturais desastrosas" – de fato, existem no planeta recursos suficientes para erradicar a fome. Trata-se de um verdadeiro escândalo, que se deve, sobretudo, a uma lógica que faz o lucro prevalecer sobre a dignidade humana.Segundo o pontífice, são necessárias "providências corajosas" que respeitem o princípio da "destinação universal dos bens da terra", contrastando uma globalização que se faz segundo a lei do mais forte e com políticas protecionistas que impedem aos mais pobres o acesso aos mercados.Quem paga com isso são as populações rurais dos países em via de desenvolvimento: o trabalho delas "é avidamente explorado e a sua produção é desviada para mercados distantes, com pouco ou nenhum benefício para a comunidade local", com a conseqüente emigração e desagregação das famílias.Bento XVI indica o trágico paradoxo de um mundo "que experimenta uma riqueza sem precedentes, tanto econômica quanto científica e tecnológica", junto a uma crescente e dramática pobreza.Diante dessa realidade, o papa ressalta que se faz "necessário reconhecer que o progresso técnico, embora necessário, não é tudo. O verdadeiro progresso é somente aquele que salvaguarda a dignidade do ser humano na sua inteireza e permite a todo povo partilhar os seus recursos espirituais e materiais, em benefício de todos".Bento XVI destaca a necessidade de uma colaboração entre países ricos e pobres, entre instituições internacionais e organizações não-governamentais: a necessidade de uma ação conjunta que ajude "as comunidades indígenas a prosperar em seus próprios territórios e a viver em harmonia com as suas culturas tradicionais".Nesse sentido, o Santo Padre afirma que cada um de nós deve se sentir comprometido em primeira pessoa – até mesmo mudando estilo de vida – a combater a desnutrição.Uma antiga sentença dos padres da Igreja afirma: 'Dê de comer àquele que se encontra moribundo por causa da fome, porque, se não você não tiver dado de comer, o terá assassinado'.O pontífice convidou ao jejum para esta Quaresma, o que significa "privar-nos de algo para ajudar os outros", e recordou que no fim da vida seremos julgados sobre o amor: "tive fome e me destes de comer" (Mt 25, 35). (RL)

Fonte: RV

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

BENTO XVI SOLICITA GENEROSIDADE E JUSTIÇA PARA COMBATER A FOME

PAPA PEDE GENEROSIDADE E JUSTIÇA PARA COMBATER A FOME

Cidade do Vaticano,
- O papa enviou sua mensagem ao diretor geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, Jacques Diouf, por ocasião do Dia Mundial da Alimentação, que nesta edição tem como tema “A segurança mundial: os desafios das mudanças climáticas e das bio-energias”.
O Dia Mundial da Alimentação se celebra este ano em um momento particularmente difícil para a situação nutricional mundial.
A disponibilidade de alimentos é insuficiente em relação ao consumo e as condições climáticas contribuem para colocar em perigo a sobrevivência de milhões de homens, mulheres e crianças, obrigados a abandonar suas terras para procurar nutrição.
“Este é o momento – diz Bento XVI – de todos, ao lado da FAO, responderem em termos de solidariedade.
O papa indica uma medida, que ele define ‘corajosa’, para combater a fome e a desnutrição: eliminar as razões que impedem o respeito autêntico da dignidade das pessoas. Os meios e os recursos disponíveis hoje no mundo podem satisfazer as necessidades, sempre crescentes, de todos.
Assim sendo, por que não podemos evitar que tantas pessoas sofram a fome até as conseqüências mais extremas?
São muitos os motivos da coexistência de abundância e penúria de alimentos. “Podemos citar – explicou o papa – a corrida ao consumo; a falta de vontade de Estados e grupos de países em concluir negociações ou frear o egoísmo dos que atuam na especulação desenfreada, que influi no mecanismo de preços e consumos.
Governos que não administram bem seus recursos; que têm a coisa pública corrompida; que investem progressivamente em armas e tecnologias militares em detrimento das necessidades primárias das pessoas, desempenham um papel relevante.
Uma campanha eficaz contra a fome requer bem mais do que o simples estudo científico sobre o combate às mudanças climáticas ou o destino da produção agrícola.
"Antes de tudo – ressalta o pontífice – é necessário redescobrir o significado da pessoa humana em sua dimensão individual e comunitária; o fundamento da vida familiar; fonte de amor e afeto, e o sentido da solidariedade e da partilha".
É urgente o compromisso na promoção de uma justiça social efetiva na relação entre os povos, que nos conscientize que os bens da criação se destinam a todos, e que na comunidade mundial, a economia deve ser orientada para a divisão dos bens, para a sua durabilidade e a repartição dos benefícios decorrentes.
Uma condição essencial para incrementar os níveis de produção, garantir a identidade das comunidades indígenas e simultaneamente, a paz e a segurança no mundo, é garantir o acesso à terra, favorecendo os trabalhadores agrícolas e promovendo seus direitos.
Bento XVI garantiu ao diretor-geral da FAO que neste esforço, a Igreja católica está ao lado de sua Organização, assim como, desde 1948, a Santa Sé tem seguido suas atividades, apoiando seus esforços ao perseguir o compromisso com a causa do homem.
Isto significa, concretamente, a abertura à vida, o respeito da ordem da Criação e a adesão aos princípios éticos que constituem sempre a base do viver social.
Bento XVI encerra a mensagem invocando a benção do Senhor a todos os representantes das nações para que trabalhem com generosidade e senso de justiça em favor das pessoas desamparadas. (CM)

Fonte:RV

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

BENTO XVI SOLICITA MEDIDAS PARA ERRADICAR A FOME E A POBREZA NO MUNDO

ANGELUS: APELO DO PAPA PARA QUE SE ADOTEM E APLIQUEM MEDIDAS APTAS A ERRADICAR A FOME E A POBREZA NO MUNDO


Castel Gandolfo,
- "Na próxima quinta-feira, 25 de setembro, se realizará, em Nova York, no âmbito da 63ª sessão da Assembléia Geral da ONU, um encontro de alto nível, para verificar o cumprimento dos objetivos estabelecidos na Declaração do Milênio, de 8 de setembro de 2000. Por ocasião desta importante reunião, que contará com a presença de líderes de todos os países do mundo, gostaria de renovar o meu convite para que se adotem e se apliquem, com coragem, as medidas necessárias para erradicar a extrema pobreza, a fome, a ignorância e o flagelo das pandemias que atingem, sobretudo, as pessoas mais vulneráveis." Este foi o apelo do papa, logo após a oração mariana do Angelus deste domingo. "Tal empenho, ainda que exija particulares sacrifícios, neste momento de dificuldades econômicas mundiais _ ressaltou o pontífice _ não deixará de produzir importantes benefícios para o desenvolvimento das nações que necessitam da ajuda exterior, assim como para a paz e o bem-estar de todo o Planeta. "Falando diante dos milhares de fiéis e peregrinos reunidos no pátio interno da residência pontifícia de verão, Bento XVI fez ainda, outro apelo, desta feita em favor das populações atingidas por catástrofes naturais, no continente americano... "Nas semanas passadas, os países do Caribe _ em particular Haiti, Cuba e República Dominicana _ além do sul dos Estados Unidos, de modo particular o Texas, foram duramente atingidos por violentos furacões. Gostaria, uma vez mais, de assegurar àquelas populações, que eu as recordo de modo especial nas minhas orações. Além disso, faço votos de que cheguem prontamente os socorros às áreas mais atingidas. Queira Deus que, pelo menos em tais circunstâncias, a solidariedade e a fraternidade prevaleçam sobre quaisquer outras razões. "Na alocução que precedeu a oração mariana do Angelus, tomando como ponto de partida o fato que _ quando de sua eleição à cátedra de Pedro, apresentou-se aos fiéis, logo depois, do balcão da basílica vaticana, como "um operário da vinha do Senhor" _ Bento XVI comentou o Evangelho deste domingo, sublinhando que "aquela moeda representa a vida eterna, dom que Deus reserva a todos". E que justamente aqueles que são considerados os "últimos", passam a ser os "primeiros", se aceitam esse dom, enquanto os "primeiros" podem se tornar os "últimos".A parábola evidencia que o patrão não tolera ver ninguém desempregado, à toa, sem nada fazer. Portanto, o "ser chamados" é já a primeira recompensa: poder trabalhar na vinha do Senhor, colocar-se a Seu serviço, colaborar para a realização de Sua obra já consiste, por si só, um prêmio inestimável, que recompensa todo e qualquer cansaço. Todavia, essa mensagem é compreendida somente por quem ama o Senhor e Seu reino. Quem, ao contrário, trabalha somente em troca do pagamento, não se dará conta jamais desse inestimável tesouro."Que a Virgem Maria _ concluiu o papa _ nos ajude a responder "sempre" e "com alegria" o chamado do Senhor, e a encontrar a nossa felicidade no poder trabalhar pelo Reino dos céus. " Horas antes do Angelus, o papa deixara a residência pontifícia de verão, em Castel Gandolfo e, a pé, se dirigira à Catedral de Albano _ Diocese à qual pertence a localidade de Castel Gandolfo, nas proximidades de Roma _ para presidir à cerimônia de dedicação do novo altar-mor, que passou por obras de restauração. (AF)
Fonte: RV

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

MULHER CONDENADA A MORRER DE FOME E SEDE

Neurologistas ao lado da mulher condenada a morrer de fome e sede
Eluana Englaro se encontra em estado vegetativo

Por Jesús Colina
ROMA,
- Uma equipe composta por 25 neurologistas publicou uma carta na qual pede à justiça italiana que evite a condenação à morte de fome e sede – consentida por um tribunal – de uma mulher em estado vegetativo.
Eluana Englaro, de 35 anos, encontra-se nesse estado há 16 anos, desde um acidente automobilístico. Em 1999, seu pai começou uma batalha legal para que a lei lhe permitisse suprimir a vida de sua filha, privando-a de alimentação e hidratação.
No começo de julho, o Tribunal de Apelação de Milão respondeu afirmativamente a esta petição. A Procuradoria Geral de Milão pediu tempo para analisar um possível recurso contra a decisão judicial precedente.
Várias associações e movimentos, alguns deles católicos, ofereceram-se para atender Eluana.
Enquanto isso, grande parte do mundo científico se mobilizou, explicando que na verdade a sentença não está privando Eluana de tratamentos particulares, mas simplesmente do direito fundamental de todo ser humano de comer e beber.
Alguns dos neurologistas de maior prestígio da Itália enviaram uma carta ao procurador geral do Tribunal de Apelação de Milão para pedir que se salve a vida da mulher.
A carta, que foi publicada na Espanha hoje pelo jornal «Alfa y Omega», foi assinada por médicos como Gian Luigi Gigli, professor de Neurologia da Universidade de Udine; Sergio Barbieri, diretor de Neurofisiopatologia do Hospital Maior de Milão e professor na Universidade de Milão; Dario Caldiroli, diretor de Neuroanestesia no Instituto Neurológico de Milão.
Segundo explicam os neurologistas, «o paciente em estado vegetativo não precisa de maquinas para continuar vivendo. Não está conectado a nenhuma tomada».
«Não é um doente em coma, nem um enfermo terminal, mas um deficiente grave que só precisa de uma assistência básica atenta, como acontece em muitas outras situações de lesões graves de algumas partes do cérebro, que limitam a capacidade de se comunicar e de se sustentar.»
«A nutrição e a hidratação do paciente, ainda que sejam assistidas, não podem ser confundidas com um tratamento médico, mas constituem desde sempre os elementos fundamentais da assistência, precisamente porque são indispensáveis para toda pessoa humana, saudável ou doente. O tubo pelo qual lhe é oferecida a alimentação não altera essa verdade elementar; ele pode ser comparado com uma prótese ou outro tipo de ajuda.»
«A nutrição e a hidratação assistidas, de fato, podem ser aplicadas a pessoas que precisam disso sem causar sofrimento ou violência, e sem interferir nem sequer em uma possível atividade laboral. Existem milhares de pessoas nessa situação (100 vezes mais que os pacientes em um estado parecido ao da Srta. Englano, que na Itália são aproximadamente 1.500) e em alguns casos, sua incapacidade para alimentar-se se deve em parte a um problema cerebral agudo que não os diferencia muito do estado de Eluana. Nós nos perguntamos o que faremos com todos eles e em virtude de que critério se pode escolher. Devemos – o Estado, a comunidade, os médicos – eliminar todos?»
Do ponto de vista antropológico, os neurologistas confirmam «que o paciente em estado vegetativo não é um vegetal, mas uma pessoa humana».
«Do ponto de vista neurológico, o paciente em estado vegetativo não está em morte cerebral, pois seu cérebro, de maneira mais ou menos imperfeita, nunca deixou de funcionar; respira espontaneamente, continua produzindo hormônios que regulam muitas de suas funções, digere, assimila os nutrientes.»
«Apesar de que as possibilidades de recuperação são cada vez menores com o passar do tempo desde o acidente cerebral, hoje o conceito de estado vegetativo permanente deve ser considerado superado e se documentaram casos, ainda que sejam raros, de recuperação parcial do contato com o mundo exterior, inclusive depois de uma longa distância de tempo. Portanto, é absurdo falar de certeza de irreversibilidade», afirmam.
A partir dessas considerações, os neurologistas consideram que «a sentença sobre o caso Englaro não representa uma intervenção para acabar com uma obstinação terapêutica ou com tratamentos inadequados, mas a tentativa de introduzir em nossa legislação, por via judicial, o poder absoluto de autodeterminação por parte do paciente – ou neste caso, por parte de quem o representa ou pensa representá-lo – até optar pela morte, quando se considera que a vida é indigna de ser vivida».
Por último, os neurologistas consideram «desumana a maneira proposta de acabar com a vida da paciente, através do jejum e da sede, com uma lenta agonia que levará à morte através de uma lenta devastação de todo o organismo».

Fonte:ZENIT.org

domingo, 27 de julho de 2008

"MORRER DE FOME É INACEITÁVEL"


BISPOS ITALIANOS: "MORRER DE FOME É INACEITÁVEL"

Roma,
- A Conferência Episcopal Italiana afirmou ontem que o crescimento descontrolado dos preços dos alimentos deve ser combatido a partir de suas causas, especialmente das "especulações financeiras sobre o petróleo e as reservas de alimentos".

A advertência dos bispos está contida numa mensagem intitulada "Tive fome e me destes de comer", publicada ontem para o Dia de Ação de Graças, que será celebrado em 9 de novembro.

Os bispos italianos pedem ainda o fortalecimento dos pequenos agricultores nos países em desenvolvimento, voltando-se para mercados locais e regionais.

Os prelados denunciam as políticas de monopólio das grandes indústrias agro-alimentares e, por último, pedem a promoção do bem-estar da família rural, em particular das mulheres.

A crise dos alimentos, denunciam os bispos, "é dramática, pois morrer de fome é inaceitável". (BF)
Fonte: RV