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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

REZAR SE APRENDE EM CASA COM OS PAIS

Papa na Audiência Geral: "Rezar se aprende em casa com os pais"



Cidade do Vaticano (RV)


– Bento XVI presidiu na manhã desta quarta-feira, na Sala Paulo VI, no Vaticano, à última Audiência Geral de 2011.

Nesses doze meses, cerca de 400 mil pessoas participaram dos encontros semanais das quartas-feiras para ouvir as catequeses do Papa, marcadas por uma grande variedade de argumentos.

Este ano, as catequeses foram dedicadas aos Santos e Santas dos séculos 16 e 17, à relação entre o homem e a oração e a uma série de reflexões sobre alguns Salmos. Esta última catequese, a de número 45, foi dedicada ao período natalino, propício a avivar a fé e a oração.A oração, recordou Bento XVI, formava parte da vida cotidiana da Sagrada Família de Nazaré. Aquela casa, com efeito, é uma escola de oração, onde se aprende a escutar e a descobrir o significado profundo da manifestação do Filho de Deus, seguindo o exemplo de Jesus, Maria e José."

A Sagrada Família é ícone da Igreja doméstica e um convite a rezar juntos" – disse o Papa. É no interior do lar que os filhos são iniciados na oração, graças aos ensinamentos de seus pais. Consequentemente, uma educação autenticamente cristã não pode prescindir da experiência da oração. "Se não se aprende a oração em casa, afirmou o Pontífice, depois será difícil. preencher esse vazio." Eis o resumo de sua catequese em português, seguida da saudação aos peregrinos lusófonos: "Queridos irmãos e irmãs, no clima natalício que nos envolve, convido-vos a refletir sobre a oração na vida da Sagrada Família de Nazaré, tomando por modelo Jesus, Maria e José. Como toda a família judia, os pais de Jesus – tinha ele quarenta dias - sobem ao templo para consagrar a Deus o filho primogênito. Maria ouve lá, do velho Simeão, palavras que lhe anunciam glórias e tribulações. Ela «guardava todas estas coisas no seu coração». Esta capacidade de Maria era contagiosa, sendo o seu primeiro beneficiário José. De fato ele, com Maria e sobretudo depois com Jesus, aprende a relacionar-se de modo novo com Deus, colaborando no seu projeto de salvação. Como era tradição, José presidia à oração doméstica no dia a dia: de manhã, à noite e nas refeições. Assim Jesus aprendeu a alternar oração e trabalho, e a oferecer a Deus o suor e cansaço para ganhar o pão de cada dia. Se uma criança não aprende a rezar em família, este vazio será difícil de preencher depois. Possam todos descobrir, na escola de Nazaré, a beleza de rezarem juntos como família. Amados peregrinos de língua portuguesa, a minha saudação amiga, vendo a vossa presença como a ocasião propícia para confiar ao Pai do Céu as vossas famílias e os sonhos de bem que abrigam no coração. Recebei, como penhor de paz e consolação, a minha Bênção Apostólica".

domingo, 27 de março de 2011

TEMOS QUE ENCONTRAR TEMPO PARA REZAR

NO ANGELUS, PAPA PEDE QUE ENCONTREMOS TEMPO PARA REZAR


Cidade do Vaticano, 27 mar (RV)

- Neste terceiro domingo de Quaresma, em que a liturgia recorda o célebre diálogo de Jesus com a Samaritana, o Papa pediu aos fiéis que “encontrem um tempo para rezar, pois Jesus está nos esperando”.


“O cansaço de Jesus, encontrado pela Samaritana à beira do poço, é o verdadeiro sinal de sua humanidade, é um prelúdio da paixão”. Explicando o trecho do Evangelho de João, Bento XVI falou da “sede de Cristo” e do valor simbólico da água, que “alude claramente ao sacramento do batismo”.


“Cada um de nós – convidou – pode se sentir como a Samaritana”: “Quem renasce da água e do Espírito Santo, ou seja, no Batismo, começa um relacionamento real com Deus, uma relação filial, e pode adorá-lo em espírito e verdade, assim como o revela Jesus à Samaritana.


Com efeito, somente graças ao encontro com Jesus Cristo e ao dom do Espírito Santo, a fé do homem se realiza completamente, em resposta à plenitude da revelação de Deus”. A este ponto, o papa pediu a todos que entrem em contato com Jesus através da oração: “Jesus nos espera, especialmente neste tempo de Quaresma, para falar ao nosso coração.


Paremos um momento em silêncio – prosseguiu – em nosso quarto, ou em uma igreja, ou em um lugar afastado, e ouçamos a sua voz que nos diz: Se conhecesse o dom de Deus... Que Nossa Senhora nos ajude a não faltar a este encontro, do qual depende a nossa verdadeira felicidade”.


Após rezar a oração dominical do Angelus, o papa dirigiu saudações aos grupos presentes, em várias línguas. Em português, estas foram as palavras do Pontífice: “Saúdo os peregrinos de língua portuguesa, em particular a comunidade romana dos fiéis brasileiros, que está realizando a sua peregrinação quaresmal, e os alunos e professores do Colégio de São Tomás em Lisboa, que recordam a minha Visita a Portugal do ano passado.


Agradecido pela vossa presença e união na oração, desejo a todos a água viva que Jesus ofereceu à Samaritana, dizendo-lhe que a mesma se torna uma fonte que jorra para a vida eterna. Que Deus vos guarde e abençoe!”.


Fonte: RV

segunda-feira, 5 de julho de 2010

REZAR POR DESEMPREGADOS E ENCORAJAR TUTELA DA CRIAÇÃO

PAPA REZA POR DESEMPREGADOS E ENCORAJA TUTELA DA CRIAÇÃO

Sulmona,

- Na região de Abruzos, onde Bento XVI retornou ontem pela terceira vez após a visita a Maloppello em 2006, e a Acquila e Onna no ano passado, dificuldades, problemas e preocupações não faltam. O Papa sabe disso e o reafirmou na missa presidida esta manhã na praça central de Sulmona, cidade onde nasceu o Papa Celestino V, 800 anos atrás. Bento XVI se referiu às pessoas que vivem concretamente em condição de precariedade devido ao desemprego, à incerteza do futuro ou sofrimentos físicos e morais, em meio ao desalento causado pelo terremoto de 6 de abril de 2009. Na homilia, o papa exaltou o exemplo de vida de São Pedro Celestino V, que oito séculos depois, permanece na história pelas vicissitudes do seu tempo e pontificado, mas, sobretudo por sua santidade:“A santidade não perde nunca a sua força atrativa, não cai no esquecimento, não sai da moda; ao contrário, com o passar do tempo, resplandece com cada vez mais luminosidade, expressando a perene busca do homem a Deus”. Da vida de São Pedro Celestino, Bento XVI citou basicamente três ensinamentos válidos ainda em nossos tempos: antes de tudo, o silêncio deste eremita que desde a sua juventude se transformou em alguém que procurava Deus, um homem desejoso de encontrar resposta para as grandes interrogações da existência. O silêncio tornou-se para ele o elemento que caracterizava o seu viver quotidiano – sublinhou o Papa. E era precisamente no silêncio exterior, mas sobretudo no silêncio interior, que ele conseguia advertir a voz de Deus, capaz de orientar a sua vida.“Vivemos numa sociedade em que cada espaço, cada momento parece ter que ser preenchido com iniciativas, atividades, sons; muitas vezes não há tempo nem sequer para escutar e para dialogar. Consequentemente, se quisermos ouvir a voz de Deus e a das pessoas que estão ao nosso redor, não devemos ter medo de fazer silêncio fora e dentro de nós”. O segundo elemento exemplar da vida do Papa São Celestino destacado por Bento XVI é que “a descoberta do Senhor não é o resultado de um esforço pessoal, mas sim da própria graça de Deus, que o antecipa. “Mesmo que a nossa vida seja muito diferente, para nós também vale a mesma coisa: o essencial de nossa existência nos foi dado sem que pedíssemos. O fato de eu viver não depende de mim; o fato de haver pessoas que me tenham introduzido na vida, me tenham ensinado o que é amar e ser amado, que me transmitiram a fé e me abriram os olhos para Deus; tudo isso é graça”.Bento XVI lembrou que no silêncio interior, Pedro del Morrone amadureceu uma experiência viva da beleza da criação, obra das mãos de Deus: sabia acolher o sentido profundo, respeitava os sinais e ritmos, usava aquilo que era essencial para a vida. O Pontífice disse estar ciente de que a Igreja na região dos Abruzos está ativamente engajada numa campanha de sensibilização para a promoção do bem comum e da salvaguarda da criação. Enfim, o último elemento: mesmo conduzindo uma vida eremita, São Pedro Celestino não “se fechou em si mesmo”, mas foi tomado pela paixão de levar a boa nova do Evangelho aos irmãos, compromisso essencial do discípulo, assim como descrito pelo Papa:“O anúncio sereno, claro e corajoso da mensagem do Evangelho – inclusive nos momentos de perseguição – sem ceder ao fascínio da moda, da violência ou da imposição; o despojamento de coisas materiais, como o dinheiro e roupas; a atenção e o cuidado particular pelos doentes no corpo e no espírito”. Estas foram algumas características do breve e sofrido pontificado (de 6 meses) de Celestino V, e “devem ser as características da atividade missionária da Igreja em todas as épocas”. Terminando sua homilia, Bento XVI assegurou aos fiéis que foi até lá para confirmá-los na fé e exortá-los, carinhosamente, a permanecer firme fé que receberam, fé que dá sentido à vida e que doa a força de amar.Após a missa, o Papa rezou com todos os fiéis a oração do Angelus, antes da qual, os convidou a conduzirem um estilo vida sóbrio e a manter livres suas mentes e corações para compartilhar seus bens com os irmãos. Evocando mais uma vez Celestino V, Bento XVI destacou que “ele encontrou o modelo perfeito de obediência à vontade divina numa vida simples e humilde, dedicada à busca daquilo que é realmente essencial, sabendo agradecer sempre ao Senhor e reconhecer em todas as coisas um dom de sua bondade".(CM)

Fonte: RV

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

VIETNÃ: VIGÍLIA DE ORAÇÃO POR JUSTIÇA


NO VIETNÃ, VIGÍLIA DE ORAÇÃO PARA PEDIR JUSTIÇA E REZAR PELOS QUE PERSEGUEM A IGREJA


Cidade de Ho Chi Minh


Hanói,
- Sete mil católicos de Ho Chi Minh City participaram na noite de ontem para hoje de uma vigília de oração.
Com a participação de muitos jovens, a vigília teve lugar na igreja dedicada à Mãe do Perpétuo Socorro.
A vigília teve início às 19h locais, mas uma hora antes o local já estava lotado.
O sacerdote que celebrou a missa, Pe. Dominique, convidou "os católicos vietnamitas a deixarem a casa da violação para viver na casa da paz".
Os católicos deveriam "remover pressões, ira e hostilidade para amar e rezar por aqueles que nos perseguem, porque também eles são nossos irmãos e irmãs. Nós vivemos em Jesus" _ ressaltou Pe. Dominique.
Nesse contexto, sacerdotes, religiosos e leigos rezaram pelo arcebispo de Hanói, Dom Joseph Ngô Quang Kiêt, pelo pároco de Thai Ha, Pe. Vu Khoi Phung, pelos Redentoristas e por todos os sacerdotes e leigos da paróquia.
Rezou-se também pela justiça, a paz e a verdade no Vietnã.
Durante a vigília foi ouvido na íntegra o texto com as palavras do arcebispo de Hanói, que havia sido publicado de modo manipulado pelos jornais.
Efetivamente, dias atrás jornais e televisão estatais desinformaram sobre as "orações pela paz e a justiça, feitas pelos fiéis da paróquia de Thai Ha".
O arcebispo de Ho Chi Minh City, Cardeal Jean-Baptiste Pham Minh Mân, arcebispo daquela que no passado se chamava Saigon e que permanece sendo a maior cidade do Vietnã, dispôs que o texto seja lido na íntegra durante todas as missas dominicais.Segundo a Igreja local, o povo quer que o governo ponha fim à campanha de imprensa contra os sacerdotes católicos e seus fiéis, e que as leis sejam respeitadas, permitindo o retorno dos bens a seus legítimos proprietários. (RL)
Fonte: RV

domingo, 24 de agosto de 2008

REUNIR-SE EM CASA PARA REZAR É CRIME


NO UZBEQUISTÃO É CRIME ENCONTRAR-SE EM CASA PARA REZAR

Tashkent,
- No Uzbequistão, é crime praticar uma fé religiosa sem autorização. É o que ressalta a agência “Fórum 18”, que traça um quadro da difícil situação no Uzbequistão, para quem pratica uma fé.O governo uzbeque controla toda atividade religiosa, mesmo islâmica, professada pela quase totalidade dos 28 milhões de habitantes. Com efeito, os imames são nomeados e controlados pelo Estado.Milhares de fiéis islâmicos denunciaram a “Fórum 18”, que no cárcere são proibidos o jejum durante o mês de jejum muçulmano, e a oração. Os presos cristãos não podem ler a Bíblia. Só as comunidades registradas podem imprimir ou importar textos religiosos. A polícia, muitas vezes, confisca textos “não autorizados”, entre os quais a Bíblia e o Alcorão. Aqueles que se encontram em casa para rezar – refere, por fim, a agência AsiaNews – são punidos com multas que vão 50 a 10 vezes o salário mínimo mensal e, em alguns casos, está previsto também o cárcere. (PL)
Fonte: RV

domingo, 3 de agosto de 2008

BENTO XVI: APOSTOLADO DA ORAÇÃO PARA O MÊS DE AGOSTO


NA INTENÇÃO GERAL DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO PARA O MÊS DE AGOSTO, O PAPA CONVIDA A REZAR PARA QUE A FAMÍLIA HUMANA SAIBA RESPEITAR O DESÍGNIO DE DEUS PARA O MUNDO E SE TORNE CADA VEZ MAIS CONSCIENTE DO GRANDE DOM DE DEUS QUE REPRESENTA PARA NÓS A CRIAÇÃO.



Cidade do Vaticano,
- Na intenção geral do apostolado da oração para o mês de agosto, Bento XVI convida a rezar “para que a família humana saiba respeitar o desígnio de Deus para o mundo e se torne, assim, cada vez mais consciente do grande dom de Deus que representa para nós a criação”.O papa explica que no plano divino do Criador, nós fomos programados para amar. Num dos encontros mais emocionantes do DMJ em Sydney, o encontro com os jovens em recuperação da droga, Bento XVI fala sobre o sentido da vida que rejeita o amor possessivo e se guarda de um poder que explora o ambiente natural para os seus interesses egoístas."O culto dos bens materiais, o culto do amor possessivo, o culto do poder - destacava então o papa – muitas vezes leva as pessoas a se comportarem como se fossem Deus, tentando assumir o controle total, sem prestar nenhuma atenção à sabedoria ou aos mandamentos que Deus nos fez conhecer”. É este o caminho que leva à morte, adverte o papa. Ao contrário, obedecer aos seus mandamentos é a via para escolher a vida".O papa já havia expresso este pensamento na missa de abertura da Assembléia do Sínodo dos Bispos sobre a Eucaristia, em outubro de 2005:“Nós homens, a quem a criação, por assim dizer, é confiada para ser administrada, usurpamo-la. Queremos ser os seus senhores, pessoalmente e sozinhos. Desejamos possuir o mundo e a nossa própria vida de modo ilimitado. Deus é um obstáculo para nós (...) Lá onde o homem se torna o único senhor do mundo e proprietário de si mesmo, não pode existir a justiça. Lá só pode predominar o arbítrio do poder e dos interesses”. A Criação é ordenada pelo amor divino. O papa observa que desta ordem deriva a sacralidade de valores, como a vida e a família; ele não se cansa de convidar-nos a procurar a bondade da Criação:“A beleza da criação é uma das fontes onde realmente podemos tocar a beleza de Deus, podemos ver que o Criador existe e é bom, que é verdadeiro o que a Sagrada Escritura narra no conto da Criação, isto é, que Deus pensou e fez com o seu coração, com a sua vontade, com a sua razão este mundo e achou-o bom. Também nós devemos ser bons, a fim de manter o coração aberto para perceber a verdadeira presença de Deus”. O amor, portanto, é o sinal tangível do desígnio de Deus sobre o mundo e sobre o homem. A beleza da criação e a misericórdia de Deus são indissociáveis. É o que o papa lembra, quando afirma que “existe uma mensagem divina, secretamente gravada na criação e sinal da fidelidade amorosa de Deus que doa às suas criaturas o ser e a vida, a água e o alimento, a luz e o tempo. É preciso ter olhos límpidos para contemplar esta revelação divina, recordando a admoestação do Livro da Sabedoria, que nos convida a "contemplar na grandeza e na beleza das criaturas, por analogia, o seu Criador". Com a Sagrada Escritura, constata o papa, o Senhor “desperta a razão que dorme e diz-nos: no início está a Palavra criadora. No início, a Palavra criadora, esta Palavra que tudo criou, que criou este projeto inteligente que é o cosmos, também é amor”. (PL)
Fonte: RV

domingo, 1 de junho de 2008

BENTO XVI PRESIDE À ORAÇÃO DO ANGELUS

SANTO PADRE PRESIDE À ORAÇÃO DO ANGELUS, NA PRAÇA SÃO PEDRO, E REZA PELOS POVOS DA CHINA E DE MIANMAR

Cidade do Vaticano, 01 jun (RV) - Bento XVI assomou, esta manhã, à janela de seu gabinete de trabalho, no último andar da sua Residência Apostólica, para rezar a oração do Ângelus, com os milhares de peregrinos, fiéis e turistas, reunidos na Praça São Pedro.Na sua alocução dominical, que precedeu a oração mariana, o Papa recordou que o mês de junho, que iniciamos hoje, é dedicado, tradicionalmente, ao Coração de Jesus, símbolo da fé cristã, muito querido pelo povo como também pelos místicos e teólogos.O Coração de Jesus exprime, de modo simples e autêntico, a “boa nova” do amor e resume o mistério da Encarnação e da Redenção.De fato, recordou o Pontífice, na última sexta-feira celebramos a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, terceira e última das festas do Tempo Pascal, depois da Santíssima Trindade e de Corpus Christi. Esta sucessão de acontecimentos destaca um movimento rumo ao centro: um movimento do Espírito, que é o próprio Deus, que nos guia. “Do horizonte infinito do seu amor, de fato, - disse o Papa - Deus quis entrar no âmbito nas limitações da história e da condição humana, através de um corpo e de um coração. Assim, podemos contemplar e encontrar o infinito no finito, o Mistério invisível e inefável no Coração humano de Jesus Nazareno”. Toda pessoa precisa de um centro da própria vida, de uma fonte de verdade e de bondade, na qual beber nas diversas situações e no cansaço do dia-a-dia. Cada um de nós, quando pára e silencia, precisa ouvir a pulsação do coração e, ainda mais, a pulsação de uma presença confiável, perceptível pelos sentidos da fé, e bem mais real: a presença de Cristo, coração do mundo. O Santo Padre concluiu a sua alocução dominical com o seguinte convite:“Portanto, convido cada um a renovar, no mês de junho, a própria devoção ao Coração de Cristo, valorizando a tradicional oração de “oferecimento do dia” e acolhendo as intenções propostas por mim a toda a Igreja”.Antes de se despedir dos fiéis, presentes na Praça São Pedro, Bento XVI exortou, junto com a Liturgia, a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, mas também a veneração ao Imaculado Coração de Maria, que deve ser invocado com grande confiança. Aqui, o Pontífice fez uma premente exortação aos fiéis presentes na oração do Ângelus:“Gostaria de invocar, mais uma vez, a materna intercessão da Virgem pelas populações da China e de Mianmar, atingidas pelas calamidades naturais, e pelos que passam por tantas situações de dor, de doença e de misericórdia material e espiritual, que marcam o caminho da humanidade”.Ao término da oração mariana, o Bispo de Roma cumprimentou os numerosos presentes, em seis línguas, e a todos concedeu a sua Bênção Apostólica. (MT)


Fonte: RV