
Pequim, 08 jun (RV)
A denúncia foi feita pela fundação "Ajuda à Igreja que Sofre", numa nota divulgada por ocasião do 20º aniversário do massacre da Praça Tianamen, ocorrido entre os dias 3 e 4 de junho de 1989."............ - Eucaristia, Devoção a Maria e Fidelidade ao Papa – ............

Pequim, 08 jun (RV)
A denúncia foi feita pela fundação "Ajuda à Igreja que Sofre", numa nota divulgada por ocasião do 20º aniversário do massacre da Praça Tianamen, ocorrido entre os dias 3 e 4 de junho de 1989."
Igreja de Bai Lu, após terremoto de 12 de maio passadoO grupo esteve no local onde se erguia a famosa igreja de Bai Lu, construída pelos missionários das Missões Exteriores de Paris em 1908, cem anos atrás, e que desabou, com o terremoto, em apenas 8 segundos. Na área encontrava-se também o mais antigo seminário católico, dedicado à Anunciação, considerado o berço católico do sudoeste da China. O Estado Chinês se colocou à disposição para reconstruí-lo.Hoje, graças à doação da associação de caridade Jinde Charities, existe uma capela no local, onde o grupo participou de uma missa. Depois de 8 dias de retiro espiritual, as religiosas participaram da experiência de fé vivida pelos católicos locais com o desastre natural, reforçada com a solidariedade expressa pelo papa Bento XVI. Si Chuan é uma província que concentra uma variedade de etnias, que, segundo um sacerdote local, ‘acolhem muito bem o trabalho de evangelização católica’. Os voluntários da Jinde Charities, entidade católica que coordenou as ajudas e transmitiu as ofertas do papa às vítimas, estão engajados na ajuda aos desalojados, em pleno ritmo. (CM)
Fonte: RV
de Pequim, Joseph Li Shan, "é totalmente prematura", segundo o porta-voz do Vaticano, o Pe Federico Lombardi. O convite endereçado ao Papa pode, no entanto, "ser um sinal de disponibilidade", acrescentou.
Um testemunho em português sobre o país que está nas bocas do mundo, por estes dias.
A presença do catolicismo na China, em especial depois da epopeia das Descobertas, cruza histórias de coragem e determinação com perseguição, desapontamento e muita incompreensão, de parte a parte.
Pequim, 08 ago (RV)
Pequim, 08 ago (RV)
visitantes: foi o que declarou o Padre Matthew Zhen Xuebin, responsável diocesano, para a assistência durante os Jogos Olímpicos.
Pequim capelães de várias nações, como Itália, Polônia, Alemanha, acrescentou Padre Kevin Lixey, que revelou ainda que o Arcebispo de Colônia (Alemanha), Cardeal Joachim Meisner, acompanha a equipe olímpica alemã até a capital chinesa.
reatamento das relações entre o Vaticano e a China, interrompidas desde a Revolução Cultural e a subida ao poder de Mao Tsé-Tung. Desde o início deste pontificado registaram-se vários sinais de aproximação e de expressão de mútua boa vontade.
Igreja Católica de Beijing
Bressanone, - Bento XVI foi ontem, por volta das 17 horas, à localidade de Oies, em Val Baldia, para render homenagem a um filho ilustre da terra: São José Freinademetz, missionário na China no século XIX. Foi a primeira visita oficial em terras do Alto Adige, desde que o papa chegou no dia 28 de julho para um período de repouso de duas semanas.

de Hebei, perto da capital chinesa, Pequim.
- Atletas e turistas terão a possibilidade de obter a Bíblia livre e gratuitamente durante as Olimpíadas.
Cardeal chinês Joseph Zen Ze-kiun
auxiliar de Hong Kong, Dom John Tong Hon, para participar da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. A informação foi publicada ontem pelo jornal South China Morning Post."Pouco tempo atrás, o papa enviou a Pequim sua bênção para o êxito das Olimpíadas", comentou o bispo, referindo-se às recentes declarações de Bento XVI sobre um clima mais distenso entre Santa Sé e China. "Darei continuação às saudações, participando como testemunha deste alegre evento nacional", complementou. Os dois Estados não mantêm relações diplomáticas desde 1951, dois anos depois que o Partido Comunista tomou o poder. O melhoramento das relações com Pequim é uma das prioridades do pontificado de Bento XVI. Em maio do ano passado, o Papa Ratzinger enviou aos católicos chineses uma carta de 55 páginas, expressando seu desejo de restabelecer relações diplomáticas. A aproximação se acelerou em abril, quando a Orquestra Filarmônica da China executou o "Réquiem" de Mozart e músicas do folclore chinês ao lado do Coro da Ópera de Xangai, na Sala Paulo VI, no Vaticano. Naquela ocasião, o papa Bento XVI disse que "a música e a arte podem funcionar como um instrumento privilegiado para a aproximação, o conhecimento e a estima recíprocos entre diferentes populações e culturas". O porta-voz da chancelaria respondeu que "a China está pronta para melhorar as relações com a Santa Sé e a conduzir um diálogo construtivo que, no respeito dos princípios fundamentais, possa levar à normalização das relações". Os católicos na China, cerca de 10 milhões no total, dividem-se entre aqueles que aderem à Igreja patriótica, apoiada pelo Estado, e os que permaneceram fiéis ao Vaticano e professam sua fé em semiclandestinidade. (CM/BF)

trabalho, no último andar da sua Residência Apostólica, para rezar a oração do Ângelus, com os milhares de peregrinos, fiéis e turistas, reunidos na Praça São Pedro.Na sua alocução dominical, que precedeu a oração mariana, o Papa recordou que o mês de junho, que iniciamos hoje, é dedicado, tradicionalmente, ao Coração de Jesus, símbolo da fé cristã, muito querido pelo povo como também pelos místicos e teólogos.O Coração de Jesus exprime, de modo simples e autêntico, a “boa nova” do amor e resume o mistério da Encarnação e da Redenção.De fato, recordou o Pontífice, na última sexta-feira celebramos a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, terceira e última das festas do Tempo Pascal, depois da Santíssima Trindade e de Corpus Christi. Esta sucessão de acontecimentos destaca um movimento rumo ao centro: um movimento do Espírito, que é o próprio Deus, que nos guia. “Do horizonte infinito do seu amor, de fato, - disse o Papa - Deus quis entrar no âmbito nas limitações da história e da condição humana, através de um corpo e de um coração. Assim, podemos contemplar e encontrar o infinito no finito, o Mistério invisível e inefável no Coração humano de Jesus Nazareno”. Toda pessoa precisa de um centro da própria vida, de uma fonte de verdade e de bondade, na qual beber nas diversas situações e no cansaço do dia-a-dia. Cada um de nós, quando pára e silencia, precisa ouvir a pulsação do coração e, ainda mais, a pulsação de uma presença confiável, perceptível pelos sentidos da fé, e bem mais real: a presença de Cristo, coração do mundo. O Santo Padre concluiu a sua alocução dominical com o seguinte convite:“Portanto, convido cada um a renovar, no mês de junho, a própria devoção ao Coração de Cristo, valorizando a tradicional oração de “oferecimento do dia” e acolhendo as intenções propostas por mim a toda a Igreja”.Antes de se despedir dos fiéis, presentes na Praça São Pedro, Bento XVI exortou, junto com a Liturgia, a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, mas também a veneração ao Imaculado Coração de Maria, que deve ser invocado com grande confiança. Aqui, o Pontífice fez uma premente exortação aos fiéis presentes na oração do Ângelus:“Gostaria de invocar, mais uma vez, a materna intercessão da Virgem pelas populações da China e de Mianmar, atingidas pelas calamidades naturais, e pelos que passam por tantas situações de dor, de doença e de misericórdia material e espiritual, que marcam o caminho da humanidade”.Ao término da oração mariana, o Bispo de Roma cumprimentou os numerosos presentes, em seis línguas, e a todos concedeu a sua Bênção Apostólica. (MT)
da China. O primeiro encontro dos católicos chineses, na Itália, recebeu a benção do Papa, através do Cardeal Ivan Dias, prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, que celebrou neste sábado uma Eucaristia na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, acompanhado por muitos sacerdotes chineses. O Cardeal Ivan Dias afirmou que a expressão da unidade hoje manifestada pelos chineses é um importante fruto do trabalho de Bento XVI. O Cardeal afirmou que “no céu não haverá católicos reconhecidos e não reconhecidos porque todos somos filhos de Deus. E para o Papa esta unidade deveria ser igualmente vivida aqui na Terra”. O Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos lembrou o “sofrimento do passado”, apelando a todos para esquecerem os erros passados. O Cardeal preferiu evidenciar sinais recentes da construção da relação entre a China e o Vaticano, lembrando o concerto que a 7 de Maio, a Orquestra Filarmônica de Beijing ofereceu “sob aprovação das autoridades governamentais” ao Papa, assim como o apelo pontifício para as orações pelas vítimas e pelos sobreviventes do terramoto de Sichuan. A cerimônia eucarística incluiu cânticos chineses e orações em italiano e em chinês. A presença de centenas de católicos amigos da China imigrantes chineses, onde se encontravam alguns de Hong Kong, Singapura e Taiwan, marcou a celebração de natureza religiosa e não política. No final da celebração eucarística a assembléia recitou a oração que Bento XVI escreveu para a Senhora de Sheshan. O Cardeal Dias recordou que, ontem, em todas as igrejas do mundo, as mesmas palavras eram recitadas, convocando à unidade e ao desenvolvimento da evangelização da China e dos imigrantes chineses nas comunidades. (SP)