Seguidores

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

Visite a Capela das Aparições, ON LINE.
Participe das orações, do terço e das missas diárias.

Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.

CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
Mostrando postagens com marcador China. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador China. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de junho de 2009

CHINA VIOLA DIREITO À LIBERDADE RELIGIOSA

AJUDA À IGREJA QUE SOFRE: "CHINA VIOLA DIREITO À LIBERDADE RELIGIOSA"



Pequim, 08 jun (RV)

– "Na China, o direito à liberdade religiosa − também dos católicos − é constantemente e gravemente violado", e "20 anos depois dos fatos da Praça da Paz Celestial (Tianamen), a China continua na lista negra, por não respeitar os direitos humanos, inclusive o da liberdade religiosa". A denúncia foi feita pela fundação "Ajuda à Igreja que Sofre", numa nota divulgada por ocasião do 20º aniversário do massacre da Praça Tianamen, ocorrido entre os dias 3 e 4 de junho de 1989."
Também por ocasião das Olimpíadas realizadas no ano passado – lê-se na nota – as autoridades, temendo infiltrações religiosas, divulgaram precisas normas a serem observadas, entre as quais se destacava a que proibia a introdução de material religioso de propaganda."
A "Ajuda à Igreja que Sofre" denuncia também, que "bispos, sacerdotes e leigos muitas vezes desaparecem, são presos, mantidos em isolamento, impedidos de receber visitas e, se necessário, enviados aos campos de reeducação". "Muitas vezes, não se têm notícias dos mesmos por anos" – conclui a fundação. (SP)

Fonte: RV

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

RELIGIOSAS VISITAM DIOCESES DE SI CHUAN ATINGIDA PELO TERREMOTO

SOLIDARIEDADE CATÓLICA NA CHINA

Igreja de Bai Lu, construida em 1908 pelos Missionários das Missões Exteriores de Paris

Pequim,
- Mais de 40 religiosas, de 5 dioceses de Si Chuan – região atingida pelo terremoto de 12 de maio passado – visitaram a região mais danificada pelo sismo, ao lado de sacerdotes, seminaristas e leigos.
Igreja de Bai Lu, após terremoto de 12 de maio passado

O grupo esteve no local onde se erguia a famosa igreja de Bai Lu, construída pelos missionários das Missões Exteriores de Paris em 1908, cem anos atrás, e que desabou, com o terremoto, em apenas 8 segundos. Na área encontrava-se também o mais antigo seminário católico, dedicado à Anunciação, considerado o berço católico do sudoeste da China. O Estado Chinês se colocou à disposição para reconstruí-lo.Hoje, graças à doação da associação de caridade Jinde Charities, existe uma capela no local, onde o grupo participou de uma missa. Depois de 8 dias de retiro espiritual, as religiosas participaram da experiência de fé vivida pelos católicos locais com o desastre natural, reforçada com a solidariedade expressa pelo papa Bento XVI. Si Chuan é uma província que concentra uma variedade de etnias, que, segundo um sacerdote local, ‘acolhem muito bem o trabalho de evangelização católica’. Os voluntários da Jinde Charities, entidade católica que coordenou as ajudas e transmitiu as ofertas do papa às vítimas, estão engajados na ajuda aos desalojados, em pleno ritmo. (CM)

Fonte: RV

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

CHINA DEDICA À DEVOÇÂO MARIANA, O CALENDÁRIO LITURGICO CATÓLICO


CALENDÁRIO LITÚRGICO CHINÊS DEDICADO À DEVOÇÃO MARIANA

Pequim,
- O calendário litúrgico chinês para o próximo ano será dedicado inteiramente à devoção mariana no mundo. O anúncio foi feito pelo diretor da "Faith", a maior publicação e casa editora da China continental.
"Na iminência da visita de Bento XVI a Lourdes, para celebrar os 150 anos das aparições de Nossa Senhora, a revista constatou a importância da devoção mariana entre os católicos chineses" - disse o diretor da revista.
"Obviamente - acrescentou - os católicos chineses sempre foram muito devotos à Virgem, mas este ano, graças também à oração escrita pessoalmente pelo Papa a Nossa Senhora de Sheshan, o calor dessa devoção tornou-se mais intenso.
"A recente celebração da Assunção de Maria, no dia 15 de agosto passado, foi um caso emblemático.
Em pleno agosto, com um calor asfixiante, os fiéis encheram completamente as igrejas e centros de oração.
"Nossa decisão é um modo de partilhar a devoção dos católicos chineses, sempre em sintonia com a Igreja universal, respondendo assim ao magistério pontifício" - ressaltou o diretor da "Faith". (AF)
Fonte: RV

Dedicamos esta postagem a todos nossos leitores da China e suas famílias, tendo a plena certeza que Nossa Senhora de Sheshan irá proteger e iluminar seus caminhos, no dia a dia, na direção da Igreja Católica Apostólica Romana.
Sejam abençoados por Jesus e Maria,
A FAMÍLIA CATÓLICA

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

CHINA: É PREMATURA A VIAGEM DE BENTO XVI


«Viagem do Papa à China é prematura»,
responde Vaticano

A hipótese de uma viagem de Bento XVI à China, desejada pelo bispo de Pequim, Joseph Li Shan, "é totalmente prematura", segundo o porta-voz do Vaticano, o Pe Federico Lombardi. O convite endereçado ao Papa pode, no entanto, "ser um sinal de disponibilidade", acrescentou.
"As palavras do bispo Li Shan afirmam que todos os católicos chineses amam e respeitam o Papa, reconhecem sua autoridade e ficariam felizes de encontra-lo, e isto é certamente um aspecto muito positivo", afirmou o Pe. Lombardi à Rádio Vaticano.
O bispo Li Shan disse ontem à emissora de televisão italiana RAI que as relações entre o Vaticano e Pequim "estão cada vez melhores".
A entrevista do Bispo Li Shan, segundo Lombardi, "pode ser considerada um dos sinais através dos quais a China responde à disponibilidade e ao desejo manifestados pelo Papa, na carta que endereçou há um ano ao chineses, de procurar uma normalização das relações entre China e Vaticano".
Entretanto, "muitos problemas importantes não foram resolvidos", afirmou o porta-voz, "mas a Santa Sé tem a intenção e a vontade de continuar a levar adiante um diálogo leal e construtivo".
O bispo de Pequim lembrou que na China existem entre oito e dez milhões de fiéis católicos e existem em Pequim, cerca de 20 igrejas, onde nos dias festivos são celebradas três ou quatro missas, com cerca de três mil fiéis para cada rito.

Fonte: Ag. ECCLESIA

DOM GIUSEPPE LI-SHAN, BISPO DE PEQUIM CONVIDA BENTO XVI PARA VISITAR A CHINA

PAPA CONVIDADO À CHINA
Pequim,
- Dom Giuseppe Li-Shan, bispo de Pequim nomeado pelo governo chinês e também reconhecido pelo Vaticano, convidou o papa Bento XVI para visitar a China.
O convite foi feito através dos microfones da Rede de TV estatal italiana, RAI, à margem dos Jogos Olímpicos.
“Esperamos muito que Bento XVI venha à China. É um grande desejo que temos, e há muito esperamos por isso - disse dom Li -Shan, que acrescentou que as relações com o Vaticano estão cada vez melhores, e pode-se dizer que registramos evoluções importantes”.
O bispo de Pequim lembrou que na China existem entre oito e dez milhões de fiéis católicos; e em Pequim, por volta de 20 igrejas, onde nos dias festivos são celebradas três ou quatro missas, com cerca de três mil fiéis para cada rito.
Na República Popular da China existe uma Igreja Católica ‘oficial’, reunida na “Associação Patriótica”, que conta com cerca de quatro milhões de fiéis, mas estima-se que o número real de católicos seja mais que o dobro.
Ontem, o jornal da Santa Sé “L’Osservatore Romano” ressaltou em um artigo que as Olimpíadas disputadas atualmente na China “podem se tornar, para Europa e para todo o mundo, uma oportunidade de passar, de uma atitude ambivalente e ambígua, provocada pelo medo, a uma outra marcada pelo diálogo com a China”.
Fonte: RV

sábado, 9 de agosto de 2008

TESTEMUNHO SOBRE A CHINA

Missão na China

Um testemunho em português sobre o país que está nas bocas do mundo, por estes dias.

O Padre Henrique Rios, jesuíta com larga experiência de missão na China, diz que a atenção gerada pelos Jogos Olímpicos deve levar a “envolver” toda a Igreja na Missão neste país, lamentando que durante muito tempo se “tenha estado à distância”.
Falando nos chineses como uma potência que está a “emergir com influência” em todo o mundo, o missionário jesuíta diz que no último século e meio há uma presença cada vez maior da Igreja na China, na cultura chinesa. Apesar de tudo, “há gente que tem medo”.
Em declarações ao «70x7», o Pe. Rios – que passou 11 anos em Macau – diz que a edição dos Jogos que se iniciou esta Sexta-feira em Pequim é vista pela China para “fazer crescer” a nação, diante do mundo, apesar de alertar para a “muita pobreza que não vai ser mostrada e nunca o irá ser, porque é do mundo rural”.
“São mais de 1,3 mil milhões de pessoas, devemos pensar que as imagens que nos vão mostrar não descreverão o país total, mas isso aconteceria em qualquer outro lugar”, indica.
O jesuíta português fala ainda na “exploração das horas de trabalho”, mesmo reconhecendo que essa opção faz parte da maneira de pensar do próprio trabalhador.
Sobre o impacto que poderá ter a realização dos Jogos Olímpicos na questão do respeito pelos direitos humanos na China, o Pe. Rios admite que o regime de Pequim “sabe que este é o seu ponto fraco, mas fará tudo para que não se saiba disso no país”.
“A China há-de saber contornar politicamente essa situação”, assegura.
Mais de 80 chefes de Estado, de Governo e membros de famílias reais assistiramm à cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, que se realizou esta Sexta-feira, no Estádio Nacional da China, também conhecido como “Ninho de Pássaro”.
O representante português foi o ministro da presidência, Pedro Silva Pereira, que deixou votos de que os Jogos sejam “um evento que possa contribuir para a evolução e a abertura da China”.
O espectáculo, protagonizado por mais de 50 mil pessoas, marcou o arranque de 16 dias de provas, para mais de 11100 atletas de 205 países.

Igreja e China
Para o Pe. Rios, “não há povo mais bem preparado para as coisas de Deus do que o povo chinês”. O jesuíta destaca a importância da antiga colónia portuguesa como “local de passagem” e uma espécie de mãe espiritual para os católicos, porque “as pessoas sentem que em Macau respiram de outra maneira”.
O Pe. Rios acredita que o regime chinês sabe que a Igreja Católica “será sempre diferente”.
O sacerdote é autor da obra "Rosário com a Igreja da China". No ano em que se realizam os Jogos Olímpicos em Pequim, a pena de Henrique Rios dos Santos deu-nos reflexões que nos ajudam a compreender a Igreja Católica naquele país asiático.
"Ao rezar o Rosário com os cristãos da China, pensamos neles, lemos os seus testemunhos, escutamos com afecto espiritual os seus ensinamentos e apelos. Pedimos que todos, no contexto da Ásia, acolham o Evangelho", sublinha o autor.
Com cerca de 100 páginas, esta obra transporta-nos para paralelos diferentes da realidade europeia. "Ao recordar estes irmãos que aceitam as contrariedades, a perseguição, o sofrimento e a morte por fidelidade ao seu baptismo, agradecemos a nossa liberdade religiosa e preparamo-nos para as dificuldades, que surgem”, escreve.
Ao longo do livro surgem também pensamentos de Confúcio que ajudam a perceber a realidade daquele país asiático (com um tamanho enorme e especial em quase tudo) e poderão fazer as pontes entre o cristianismo e a tradicional cultura chinesa.
No dia 24 de Agosto será transmitido no programa 70x7, na RTP 2, pelas 09h30, a entrevista ao Padre Henrique Rios, SJ, sobre a Igreja Católica na China a propósito do livro “O Rosário com a Igreja da China”.
Fonte: Ag. ACCLESIA

A CHINA E O CATOLICISMO

China e o catolicismo: um encontro anunciado
A presença do catolicismo na China, em especial depois da epopeia das Descobertas, cruza histórias de coragem e determinação com perseguição, desapontamento e muita incompreensão, de parte a parte.
A situação agudizou-se em particular depois da última metade do século XX, com a Revolução Cultural, que ainda hoje é uma sombra para a vida de milhões de católicos neste grande país. Apesar das dificuldades, a Igreja cresce e ganha força, contrariando todos os prognósticos.
Em ano de Jogos Olímpicos, é impossível ficar indiferente à situação dos que, por professarem a sua fé, correm o risco de serem presos ou torturados, perdendo tudo o que conquistaram ao longo da vida.
Um relato pessoal da vivência da fé católica no gigante asiático chegou através de John Pontifex, da secção inglesa da AIS, que se deslocou à China para testemunhar o notável crescimento da Igreja, apesar da perseguição sofrida, ao longo de décadas, às mãos das autoridades comunistas.
Hoje, de facto, as novas gerações de católicos chineses dificilmente podem imaginar o que as gerações anteriores sofreram por causa da fé que professavam. No ponto mais alto da Revolução Cultural, muitos foram mandados para campos de trabalho ou assassinados, às vezes de forma brutal. A memória deste tempo doloroso continua, contudo, muito vivo em quem presenciou estes factos e a divisão da Igreja Católica constitui um entrave ao seu desenvolvimento.
A AIS pôde testemunhar, contudo, que o caminho de reconciliação entre a Igreja “oficial” e a dita clandestina é um desejo comum a muitos fiéis. Viajando de noite, foi possível chegar a um santuário, onde se liam as palavras “Unidade e comunhão”, destinado às duas comunidades.
“Esta igreja é maravilhosa”, diz um dos seus paroquianos, sublinhando que “é um caso único nesta área”, por congregar os católicos num único espaço.
Na viagem da AIS foi possível perceber que, muitas vezes, as comunidades oficiais e clandestinas trabalham em projectos conjuntos, dando um grande sinal de esperança para o futuro, a que se podem somar, sem exagero, o trabalho da própria Ajuda à Igreja que Sofre junto das duas comunidades e os sinais dados por Bento XVI na sua carta de 2007. O encontro está anunciado, resta esperar.
Departamento de Informação da Ajuda à Igreja que Sofre
Fonte: Ag. ECCLESIA

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

IGREJA CATÓLICA E ESTADO CHINÊS

RELAÇÕES DIFÍCEIS ENTRE IGREJA CATÓLICA E ESTADO CHINÊS

Pequim, 08 ago (RV)
– A China, com seus mais de 1,3 mil milhões de habitantes, representa uma prioridade e uma forte esperança para o futuro da Igreja Católica, que conta com mais de 12 milhões de fiéis no país, menos de 1% da população total. Apesar das relações históricas difíceis com o mundo chinês e da tentativa de aniquilamento da Igreja durante a Revolução Cultural (1966-1976), a comunidade católica continua a crescer. De fato, conta, hoje, 6 mil igrejas e capelas, mais de 100 Bispos (90% dos quais reconhecidos pela Santa Sé), 1500 seminaristas e 550 religiosas em formação: estas são as informações divulgadas pelo Centro de Estudos Espírito Santo, de Hong Kong. Na China, o poder político integrou a liberdade religiosa na constituição do país, mas não eliminou completamente a perseguição e o controlo a que costumava sujeitar as religiões no passado recente. Assim, não obstante as declarações de princípio sobre a liberdade religiosa e o desejo de boas relações com as religiões, e a Igreja Católica em particular, continuam a se registrar inúmeros casos de perseguição e abusos contra líderes cristãos, tanto sacerdotes como leigos. Neste sentido, recordamos que o ano de 2007 ficou na história das relações entre o Vaticano e a China, quando Bento XVI enviou uma "Carta aos Bispos, aos presbíteros, às pessoas consagradas e aos fiéis leigos da Igreja Católica na República Popular da China". Na missiva, o Papa criticava as políticas restritivas da China, que "sufocam" a Igreja e dividirem os fiéis entre o ateísmo oficial e um catolicismo "clandestino". Ele aproveitou também para apontar os sinais de abertura na Igreja da China, nos últimos anos, de uma maior liberdade religiosa". Enfim, ele deixou seu apelo à unidade e à reconciliação no país.Embora o Partido Comunista Chinês se declare oficialmente ateu, a Constituição chinesa permite a existência de Igrejas oficiais (Associações Patrióticas), entre elas a Católica, que tem 5,2 milhões de fiéis. Fora do controlo da Associação Patriótica da China, contudo, milhões de fé vivem a fé católica de forma clandestina. A sobrevivência da Igreja na China pode ser considerada como um “milagre”, mas é ultrapassado pelo seu crescimento quase irreparável, nos nossos dias. Segundo alguns sacerdotes chineses, o número de conversões anuais ao Cristianismo poderia chegar aos 100 mil, apesar das grandes dificuldades sentidas pelos fiéis que não se sujeitam ao regime de Pequim. O Vaticano tem manifestado, diversas vezes, o desejo de que a China respeite a liberdade de culto e de religião no país, cuja ausência afeta, de modo especial, mais de 8 milhões de católicos, que vivem a sua fé na clandestinidade. No início de 2007 decorreu uma reunião de alto nível, convocada por Bento XVI, para abordar "os problemas eclesiais mais graves e urgentes, que esperam uma adequada solução em relação aos princípios fundamentais da constituição divina da Igreja e da liberdade religiosa". Segundo comunicado oficial da Sala de imprensa da Santa Sé, os responsáveis da Cúria Romana e da Igreja asiática, presentes no Vaticano, asseguraram a sua vontade de trabalhar para uma "normalização das relações" com a China, em vários níveis. O encontro sobre a situação da Igreja Católica na China, presidido pelo Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano, contou com a participação, entre outros, dos prelados de Hong Kong, Taiwan e Macau. (MT)
Fonte: RV

IGREJA CATÓLICA E AS OLIMPIADAS DE BEIJING


IGREJA CATÓLICA E OS JOGOS OLÍMPICOS DE PEQUIM

Pequim, 08 ago (RV)
– Estão para serem inaugurados os Jogos Olímpicos em Pequim, na China.

Em vista deste grande evento esportivo mundial, a Igreja local se mobilizou para dar assistência espiritual, formação, acolhimento e segurança aos atletas e turistas.

As 20 igrejas católicas de Pequim, o maior Seminário e a diocese local abrem suas portas aos visitantes: foi o que declarou o Padre Matthew Zhen Xuebin, responsável diocesano, para a assistência durante os Jogos Olímpicos.

Os voluntários leigos foram treinados para o acolhimento dos fiéis católicos no país. “Tudo está pronto, disse o Padre Matthew Zhen.

Um dos principais objetivos é a segurança também para as igrejas: elas têm que ser vigiadas para prevenir eventuais incêndios, roubos e atividades terroristas.

Neste sentido, a Igreja Católica terá uma "significativa presença" nos Jogos Olímpicos de Pequim, graças à "abertura que a China está demonstrando”, disse, por sua vez, o Padre Kevin Lixey, Diretor do Setor Igreja e Esporte do Pontifício Conselho para os Leigos.

Em declarações à imprensa, o Padre Lixey assinalou que "embora não tenha havido convite formal aos representantes do Vaticano, por parte do Comitê Olímpico Internacional, os Bispos locais marcarão presença no evento esportivo.

Em relação à participação da Igreja Católica de outros países, estarão presentes nos Jogos de Pequim capelães de várias nações, como Itália, Polônia, Alemanha, acrescentou Padre Kevin Lixey, que revelou ainda que o Arcebispo de Colônia (Alemanha), Cardeal Joachim Meisner, acompanha a equipe olímpica alemã até a capital chinesa.

"Esta presença é possível porque, com os Jogos Olímpicos, a China abre as portas ao mundo e o mundo vai para a China", declarou o representante do Pontifício Conselho para os Leigos, que assinalou, por fim, que o Vaticano viu com agrado "a decisão de que se celebrem Missas, em algumas Igrejas e em diversos idiomas, em Pequim, para os fiéis presentes nos Jogos".

No último domingo, foi celebrada a primeira Missa em espanhol na capital chinesa, para a delegação de atletas e diretores que participavam dos jogos paraolímpicos.

Contrariamente ao que os meios de comunicação afirmavam, os estrangeiros puderam levar consigo objetos ou material religioso para uso pessoal durante os Jogos de Pequim.

Isso significa que nada mudou em relação às regras habituais relativas às atividades religiosas, que, por exemplo, não permitia a distribuição de Bíblias ou livros religiosos em território chinês.

Desde que foi eleito Papa a 19 de Abril de 2005, Bento XVI tem expressado a sua esperança no reatamento das relações entre o Vaticano e a China, interrompidas desde a Revolução Cultural e a subida ao poder de Mao Tsé-Tung. Desde o início deste pontificado registaram-se vários sinais de aproximação e de expressão de mútua boa vontade.

Por outro lado, a realização dos Jogos Olímpicos de Pequim, a partir de hoje até o próximo dia 28, tem sido ocasião para Bento XVI enviar suas mensagens para o bom êxito do acontecimento esportivo, na paz e na fraternidade.

Domingo passado, recordamos, o Papa aproveitou a oração do Angelus, em Bressanone, onde se encontra de férias, para enviar a sua saudação à China, aos organizadores dos Jogos e a todos os participantes, “em primeiro lugar aos atletas, com os votos de que cada um possa dar o melhor de si, no genuíno espírito olímpico”: Sigo com profunda simpatia este grande encontro esportivo – o mais importante e aguardado em nível mundial – e exprimo os mais vivos votos de que ele ofereça à comunidade internacional um válido exemplo de convivência entre pessoas das mais diversas proveniências, no respeito pela dignidade comum.

Que o esporte possa, mais uma vez, ser penhor de fraternidade e de paz entre os povos. Tal interesse do Santo Padre pela China foi expresso também, na última quarta-feira, ao visitar a casa natal de São José Freinademetz (1852-1908), missionário que dedicou toda a sua vida à evangelização da China.

Na ocasião, o Bispo de Roma declarou que “a China mostra ter um papel importante na vida política, econômica e também ideológico no contexto mundial”. Aqui, Bento XVI fez votos de que “este grande país se abra ao Evangelho”.

Os Jogos Olímpicos de Pequim coincidem com a celebração do centenário de morte de São José Freinademetz, da Congregação dos Missionários do Verbo Divino, que dedicou sua existência à evangelização da China.

Com efeito, parte dos jogos olímpicos, isto é, as regatas marítimas, será em Qingdao, um lugar na história dos Missionários Verbitas, graças à ação apostólica de São José Freinademetz.

Qingdao era um território ocupado pelos alemães em 1897. Ali o santo missionário Verbita trabalhou por 30 anos.

Enfim, no mês de maio passado, dia 7, quando a Orquestra Filarmônica da China ofereceu um concerto ao Papa, no Vaticano, o Pontífice se dirigiu a “todos os habitantes da China", recordando a importância dos Jogos de Pequim 2008, uma manifestação que vai além do esporte.

Os chineses, disse, “se preparam para viver um momento de grande valor para toda a humanidade". (MT)
Fonte: RV

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

CHINA: IGREJA PREPARADA PARA AS OLÍMPIADAS

China Igrejas reforçam segurança para Jogos Olímpicos

Igreja Católica de Beijing
Trabalhadores e voluntários das igrejas de Beijing receberam formação em acolhimento e segurança, com vista à recepção dos atletas e turistas durante os Jogos Olímpicos, que começam na próxima Sexta-feira, dia 8.
As 20 igrejas católicas da capital, o maior seminário e a diocese de Beijing estarão abertas como é habitual durante o dia, para todos os visitantes. Esta garantia foi dada pelo Pe. Matthew Zhen Xuebin, responsável diocesano.
Os voluntários receberam formação para o acolhimento dos turistas e para garantirem a segurança das igrejas durante a realização do evento desportivo, que se vai prolongar até ao dia 24 de Agosto.
“Tudo está preparado, e a questão final é mesmo a segurança”. As igrejas têm de ser vigiadas para prevenir incêndios, roubos e actividades terroristas, pois o Governo está consciente que separatistas do Tibete e Xinjiang, podem causar perturbações.
Fonte: Agência Ecclesias

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

"É IMPORTANTE QUE A CHINA SE ABRA AO EVANGELHO"

"É IMPORTANTE QUE A CHINA SE ABRA AO EVANGELHO": A HOMENAGEM DO PAPA A SÃO JOSÉ FREINADEMETZ, UM FILHO DO ALTO ADIGE, MISSIONÁRIO NA CHINA: O COMENTÁRIO DO DIRETOR DA SALA DE IMPRENSA DA SANTA SÉ
Bressanone, - Bento XVI foi ontem, por volta das 17 horas, à localidade de Oies, em Val Baldia, para render homenagem a um filho ilustre da terra: São José Freinademetz, missionário na China no século XIX. Foi a primeira visita oficial em terras do Alto Adige, desde que o papa chegou no dia 28 de julho para um período de repouso de duas semanas.
“É importante que a China, este grande continente, se abra ao Evangelho”, disse o papa, durante a visita aos lugares natais de São José Freinademetz. “São José – prosseguiu o pontífice – nos ensina que o Evangelho, a fé não é alienação, para nenhuma cultura e para nenhum povo porque todas as culturas esperam Cristo e não devem ser destruídas. No Senhor atingem a sua maturidade.

Bento XVI agradeceu a Deus por nos ter dado este grande santo, o qual nos mostra a estrada da vida e é também um sinal para o futuro da Igreja.

Sabemos que a China – prosseguiu o Santo Padre – se torna cada vez mais importante na vida política, econômica e também na vida das idéias”.

São José Freinademetz - disse ainda o papa – queria não só viver e morrer como um chinês, mas também no céu permanecer chinês, de tal modo ele se identificou com esse povo e com a certeza que este povo se abrirá à fé de Cristo”, concluiu Bento XVI, diante de cerca de quatro mil pessoas que o acolheram em Oies.

O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, nos explica telefonicamente, de Bressanone, a importância desta visita e da figura de São José Freinademetz:Pe. Lombardi – Freinademetz é o grande santo dos tempos modernos desta terra. Os católicos sentem orgulho por esta figura que, partindo daqui, das montanhas das Dolomitas, de uma pequenina aldeia, conseguiu ir longe levar a palavra de Deus até mesmo ao grande país, que é a China.

Fez um caminho espiritual profundo, quer do ponto de vista da virtude, quer do ponto de vista cultural, superando a distância infinita que existe entre a cultura do Tirol do Sul e a da China. Tendo sido anunciada, esta visita se tornou um evento não só para a devoção privada do papa, mas também para a população do lugar.

O helicóptero que conduziu o Santo Padre aterrissou nas proximidades da casa natal de Freinademetz, que se encontra na pequena aldeia de Oies, no município de Badia. Ao sair desta pequena casa típica da terra, o papa entrou numa igreja bastante ampla, perto da casa natal do Santo.

Foi aí, neste cenário de fábula, que o Santo Padre se encontrou com os fiéis.

Um evento que durou pouco, foi simples, mas foi certamente uma grande festa para Val Badia.P.– Depois do augúrio no Angelus de domingo, para as Olimpíadas de Pequim, hoje a homenagem a um missionário muito ligado à terra chinesa.

A China está muito presente no pensamento do Santo Padre, mesmo num período de repouso como este...Pe. Lombardi – A China está presente à Igreja.

O povo chinês é tão importante para a humanidade inteira e tão importante também para o anúncio da Palavra do Senhor, que a Igreja e o Santo Padre têm continuamente o coração voltado para a China.

E a figura de Freinademetz é muito importante também sob este aspecto: ele enveredou por um processo de conhecimento e de apreço à cultura chinesa, a ponto de ser extremamente amado pelos chineses; é, portanto, uma figura muito significativa exatamente porque permite um conhecimento recíproco mais aprofundado, dá possibilidade de diálogo e de levar a mensagem espiritual à China, no pleno respeito à cultura extraordinária deste grande país. (PL)
Fonte: RV

quarta-feira, 30 de julho de 2008

ANISTIA INTERNACIONAL: CHINA É REPRESSIVA

Pequim 2008: para Anistia internacional mostra China repressiva

(30/7/2008) O legado dos Jogos Olímpicos de Pequim não será positivo para os direitos humanos na China, conclui um relatório da Anistia Internacional (AI) ontem divulgado, em que se traça um quadro pessimista sobre a repressão política no país que acolhe as XXIX Olimpíadas de hoje a oito dias.
O documento conclui não se terem verificado mudanças qualitativas em aspectos centrais como a pena de morte, perseguições a activistas e opositores políticos, prisões sem julgamento.
O relatório nota ainda o aumento das medidas restritivas nos media e na internet, acentuando uma tendência constatada em outros trabalhos da AI sobre a situação dos direitos humanos na China.
As conclusões da AI coincidem com um anúncio do Comité Olímpico Internacional em que avisa os jornalistas na China a acompanharem os Jogos de que a internet estará sob vigilância das autoridades e que estas vão bloquear muitos sites de conteúdo negativo para o regime.
O anúncio do Comité Olímpico Internacional vem confirmar os receios daqueles que consideravam vazias as promessas chinesas em matéria de direitos humanos e liberdade de imprensa, quando o país foi escolhido em 2001.
O balanço da AI, intitulado Contagem Decrescente para as Olimpíadas: As Promessas Falhadas, analisa a actuação das autoridades de Pequim em áreas em que se podem invocar valores olímpicos - como a dignidade humana - e conclui que ao contrário do defendido por alguns, de que os Jogos seriam um instrumento de liberalização do regime, este manteve a actuação repressiva e intensificou-a.
Fonte: RV

domingo, 27 de julho de 2008

RELIGIÃO NAS OLIMPÍADAS DA CHINA

OLIMPÍADAS: AULA DE RELIGIÃO PARA POLICIAIS CHINESES
Shenyang,
- A cidade de Shenyang, no nordeste da China, está se preparando para receber os turistas do mundo inteiro por ocasião das Olimpíadas.

A cidade é sede da seleção brasileira de futebol. Para melhor compreender os turistas estrangeiros, os policiais estão freqüentando um curso de religião para aperfeiçoar seus conhecimentos.

De acordo com a agência "Nova China", mais de 50 mil policiais seguiram cursos sobre as origens, os costumes, as tradições e as sagradas escrituras do cristianismo, do islamismo e do budismo.

"Instruímos os agentes a enfrentar inclusive situações de emergência, mostrando respeito pelos costumes religiosos dos visitantes", explicou Yang Tao, professor da Faculdade de Criminalística da China, cuja sede se encontra em Shenyang.

"Essa formação pode ajudá-los a compreender melhor os estrangeiros e a respeitar suas tradições religiosas", acrescentou.Além de lições dedicadas à religião, a polícia de Shenyang teve aulas sobre 19 matérias, entre as quais inglês, psicologia, medidas de segurança e luta ao terrorismo.

Desde o início de janeiro, mais de sete mil agentes participaram de 120 cursos intensivos. (BF)
Fonte:RV

terça-feira, 15 de julho de 2008

A ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA "RELEASE INTERNATIONAL" LANÇA VIGÌLIA DE ORAÇÃO DE 7 ANOS

RELEASE INTERNATIONAL LANÇA VIGÍLIA DE ORAÇÃO “7x7” SOBRE PERSEGUIÇÕES CONTRA CRISTÃOS NO MUNDO

Roma, 14 jul (RV) - A associação humanitária Release International, que se ocupa dos cristãos perseguidos, instituiu uma vigília de oração de 7 anos, dedicada às sete nações nas quais as perseguições contra os cristãos são mais freqüentes.
A iniciativa denomina “7x7”, exorta os cristãos a se unirem na oração e a acreditarem “que Deus pode intervir nos modos que vão para além da nossa compreensão e imaginação”, na certeza de que a oração não só terá efeito para os fiéis e as igrejas que todos os dias devem enfrentar a repressão, mas também para governos e extremistas que diariamente são os maestros das perseguições.
As pessoas que aderirem à iniciativa receberão uma newsletter quinzenal com as atualizações sobre os sete países: China, Indonésia, Nigéria, Coréia do Norte, Paquistão, Sudão e Vietnã.
Release International ocupa-se dos cristãos perseguidos de muitas maneiras: indo ao encontro das necessidades das famílias dos prisioneiros, servindo as igrejas, fazendo obra de evangelização e dando voz aos oprimidos. (PL)
Fonte: RV

segunda-feira, 14 de julho de 2008

OLIMPIADAS PEQUIM 2008 - MAIS UMA VEZ O DEMÔNIO SE FAZ PRESENTE



PEQUIM-2008: PADRES CATÓLICOS PRESOS DEVIDO À "SEGURANÇA RIGOROSA"


Pequim, 14 jul (RV) - Dois padres da Igreja Católica fiel ao Vaticano foram detidos na província de Hebei, perto da capital chinesa, Pequim.
As detenções foram anunciadas hoje pela Fundação Cardeal Kung, segundo a qual elas se inserem no âmbito do reforço das medidas de segurança em vista das Olimpíadas. Todavia, denuncia a associação, essas medidas se traduzem em uma onda de detenções de dissidentes.
A Fundação afirma que os dois sacerdotes, Pe. Zhang Jianlin e Pe. Zhang Li, foram detidos em maio enquanto se preparavam para participar da peregrinação anual ao santuário de Nossa Senhora de Sheshan, perto de Xangai.
Desde então, acrescenta a fundação, não se há notícias sobre o paradeiro dos sacerdotes. (BF)
Fonte: RV

segunda-feira, 7 de julho de 2008

BÍBLIAS GRÁTIS PARA ATLETAS E TURISTAS

PEQUIM 2008: BÍBLIAS GRÁTIS PARA ATLETAS E TURISTAS

Pequim, 07 jul (RV)
- Atletas e turistas terão a possibilidade de obter a Bíblia livre e gratuitamente durante as Olimpíadas.
Esta é a resposta oficial da China à notícia veiculada pela imprensa internacional de que o país teria incluído o Livro Sagrado entre os objetos "perigosos", portanto, proibidos, durante as Olimpíadas. Até agora, segundo reportagem publicada ontem pelo jornal China Daily, milhares de cópias da Bíblia foram impressas precisamente para a ocasião.
Xu Xiaohong, funcionário do Conselho Cristão de Xangai, revelou inclusive que, pela primeira vez, Evangelhos e opúsculos religiosos foram impressos com o símbolo olímpico.
Cinqüenta mil edições bilíngües da Bíblia estão prontas para serem distribuídas nas seis cidades que abrigarão os Jogos. Autoridades locais garantem que igrejas e outros locais de culto da capital chinesa, Pequim, ficarão à disposição dos fiéis. (BF)
Fonte: RV

domingo, 6 de julho de 2008

"OLIMPÍADAS SÃO OCASIÃO DE FRATERNIDADE UNIVERSAL"


CARD. ZEN ZE-KIUN: "OLIMPÍADAS SÃO OCASIÃO DE FRATERNIDADE UNIVERSAL".

Cardeal chinês Joseph Zen Ze-kiun

Hong Kong, 05 jul (RV) - A pouco mais de um mês do início das Olimpíadas de Pequim, o Cardeal chinês Joseph Zen Ze-kiun, arcebispo de Hong Kong, aprovou a decisão do presidente dos EUA, George W. Bush, de presenciar a cerimônia de abertura dos Jogos.Em entrevista ao jornal italiano "Liberal", o cardeal afirma: "Creio que as Olimpíadas sejam uma grande ocasião de fraternidade universal. Seu significado vai além do esporte. Além disso, a China sabe muito bem que está no centro dos refletores internacionais e que assumiu o compromisso preciso de prestar mais atenção ao respeito dos direitos humanos".
O Cardeal Joseph Zen Ze-kiun não foi convidado pelas autoridades chinesas a participar da abertura dos Jogos. O motivo são suas duras críticas ao governo.
Representando a arquidiocese, estará presente o coadjutor, Dom John Tong Hon. (BF)
Fonte: RV

terça-feira, 10 de junho de 2008

BISPO DE HONG KONG CONVIDADO À ABERTURA DAS OLIMPÍADAS


CHINA CONVIDA BISPO DE HONG KONG A ASSISTIR À ABERTURA DAS OLIMPÍADAS

Pequim, 10 jun (RV) - As autoridades chinesas convidaram o bispo auxiliar de Hong Kong, Dom John Tong Hon, para participar da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim. A informação foi publicada ontem pelo jornal South China Morning Post."Pouco tempo atrás, o papa enviou a Pequim sua bênção para o êxito das Olimpíadas", comentou o bispo, referindo-se às recentes declarações de Bento XVI sobre um clima mais distenso entre Santa Sé e China. "Darei continuação às saudações, participando como testemunha deste alegre evento nacional", complementou. Os dois Estados não mantêm relações diplomáticas desde 1951, dois anos depois que o Partido Comunista tomou o poder. O melhoramento das relações com Pequim é uma das prioridades do pontificado de Bento XVI. Em maio do ano passado, o Papa Ratzinger enviou aos católicos chineses uma carta de 55 páginas, expressando seu desejo de restabelecer relações diplomáticas. A aproximação se acelerou em abril, quando a Orquestra Filarmônica da China executou o "Réquiem" de Mozart e músicas do folclore chinês ao lado do Coro da Ópera de Xangai, na Sala Paulo VI, no Vaticano. Naquela ocasião, o papa Bento XVI disse que "a música e a arte podem funcionar como um instrumento privilegiado para a aproximação, o conhecimento e a estima recíprocos entre diferentes populações e culturas". O porta-voz da chancelaria respondeu que "a China está pronta para melhorar as relações com a Santa Sé e a conduzir um diálogo construtivo que, no respeito dos princípios fundamentais, possa levar à normalização das relações". Os católicos na China, cerca de 10 milhões no total, dividem-se entre aqueles que aderem à Igreja patriótica, apoiada pelo Estado, e os que permaneceram fiéis ao Vaticano e professam sua fé em semiclandestinidade. (CM/BF)

domingo, 1 de junho de 2008

BENTO XVI PRESIDE À ORAÇÃO DO ANGELUS

SANTO PADRE PRESIDE À ORAÇÃO DO ANGELUS, NA PRAÇA SÃO PEDRO, E REZA PELOS POVOS DA CHINA E DE MIANMAR

Cidade do Vaticano, 01 jun (RV) - Bento XVI assomou, esta manhã, à janela de seu gabinete de trabalho, no último andar da sua Residência Apostólica, para rezar a oração do Ângelus, com os milhares de peregrinos, fiéis e turistas, reunidos na Praça São Pedro.Na sua alocução dominical, que precedeu a oração mariana, o Papa recordou que o mês de junho, que iniciamos hoje, é dedicado, tradicionalmente, ao Coração de Jesus, símbolo da fé cristã, muito querido pelo povo como também pelos místicos e teólogos.O Coração de Jesus exprime, de modo simples e autêntico, a “boa nova” do amor e resume o mistério da Encarnação e da Redenção.De fato, recordou o Pontífice, na última sexta-feira celebramos a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, terceira e última das festas do Tempo Pascal, depois da Santíssima Trindade e de Corpus Christi. Esta sucessão de acontecimentos destaca um movimento rumo ao centro: um movimento do Espírito, que é o próprio Deus, que nos guia. “Do horizonte infinito do seu amor, de fato, - disse o Papa - Deus quis entrar no âmbito nas limitações da história e da condição humana, através de um corpo e de um coração. Assim, podemos contemplar e encontrar o infinito no finito, o Mistério invisível e inefável no Coração humano de Jesus Nazareno”. Toda pessoa precisa de um centro da própria vida, de uma fonte de verdade e de bondade, na qual beber nas diversas situações e no cansaço do dia-a-dia. Cada um de nós, quando pára e silencia, precisa ouvir a pulsação do coração e, ainda mais, a pulsação de uma presença confiável, perceptível pelos sentidos da fé, e bem mais real: a presença de Cristo, coração do mundo. O Santo Padre concluiu a sua alocução dominical com o seguinte convite:“Portanto, convido cada um a renovar, no mês de junho, a própria devoção ao Coração de Cristo, valorizando a tradicional oração de “oferecimento do dia” e acolhendo as intenções propostas por mim a toda a Igreja”.Antes de se despedir dos fiéis, presentes na Praça São Pedro, Bento XVI exortou, junto com a Liturgia, a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, mas também a veneração ao Imaculado Coração de Maria, que deve ser invocado com grande confiança. Aqui, o Pontífice fez uma premente exortação aos fiéis presentes na oração do Ângelus:“Gostaria de invocar, mais uma vez, a materna intercessão da Virgem pelas populações da China e de Mianmar, atingidas pelas calamidades naturais, e pelos que passam por tantas situações de dor, de doença e de misericórdia material e espiritual, que marcam o caminho da humanidade”.Ao término da oração mariana, o Bispo de Roma cumprimentou os numerosos presentes, em seis línguas, e a todos concedeu a sua Bênção Apostólica. (MT)


Fonte: RV

segunda-feira, 26 de maio de 2008

CATÓLICOS CHINESES REZAM JUNTOS EM ROMA


CATÓLICOS CHINESES DA IGREJA CLANDESTINA LIGADA A ROMA, REZAM JUNTOS EM ROMA.



Roma, 25 mai (RV) - Pela primeira vez os católicos da China, da igreja clandestina - ligada a Roma - e da igreja oficial - reconhecida e controlada pelo governo comunista - se reuniram, publicamente para responder ao apelo lançado por Bento XVI, de um dia de Oração pela Igreja da China. O primeiro encontro dos católicos chineses, na Itália, recebeu a benção do Papa, através do Cardeal Ivan Dias, prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, que celebrou neste sábado uma Eucaristia na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, acompanhado por muitos sacerdotes chineses. O Cardeal Ivan Dias afirmou que a expressão da unidade hoje manifestada pelos chineses é um importante fruto do trabalho de Bento XVI. O Cardeal afirmou que “no céu não haverá católicos reconhecidos e não reconhecidos porque todos somos filhos de Deus. E para o Papa esta unidade deveria ser igualmente vivida aqui na Terra”. O Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos lembrou o “sofrimento do passado”, apelando a todos para esquecerem os erros passados. O Cardeal preferiu evidenciar sinais recentes da construção da relação entre a China e o Vaticano, lembrando o concerto que a 7 de Maio, a Orquestra Filarmônica de Beijing ofereceu “sob aprovação das autoridades governamentais” ao Papa, assim como o apelo pontifício para as orações pelas vítimas e pelos sobreviventes do terramoto de Sichuan. A cerimônia eucarística incluiu cânticos chineses e orações em italiano e em chinês. A presença de centenas de católicos amigos da China imigrantes chineses, onde se encontravam alguns de Hong Kong, Singapura e Taiwan, marcou a celebração de natureza religiosa e não política. No final da celebração eucarística a assembléia recitou a oração que Bento XVI escreveu para a Senhora de Sheshan. O Cardeal Dias recordou que, ontem, em todas as igrejas do mundo, as mesmas palavras eram recitadas, convocando à unidade e ao desenvolvimento da evangelização da China e dos imigrantes chineses nas comunidades. (SP)

Fonte: Rádio Vaticano