Seguidores

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

Visite a Capela das Aparições, ON LINE.
Participe das orações, do terço e das missas diárias.

Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.

CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
Mostrando postagens com marcador PRAÇA SÃO PEDRO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PRAÇA SÃO PEDRO. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de outubro de 2013

Fé de Maria

"A Fé de Maria", a meditação do Papa na Praça São Pedro



Cidade do Vaticano (RV) - Celebração mariana neste sábado, 12, no Vaticano. Desde as 15h (10h em Brasília), milhares de peregrinos já estavam na Praça São Pedro em reflexão, prontos para saudar a Imagem de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, que chegou por volta das 14h ao heliporto do Vaticano.

Às 16h locais, escoltada pela Guarda Suíça e por gendarmes do Vaticano, a Imagem foi levada em peregrinação por todos os setores da Praça e depois ao adro da Basílica. Ali, Papa Francisco a recebeu e pronunciou uma meditação mariana intitulada “A Fé de Maria”.

Neste encontro do Ano da Fé dedicado a Maria, Francisco começou afirmando que sua Imagem, vinda de Fátima, nos ajuda a sentir a sua presença no meio de nós, e questionou: “Como foi a fé de Maria?”, oferecendo três elementos para a reflexão:

O primeiro elemento se inspira na Constituição Dogmática Lumen Gentium, do Concílio Vaticano II; que afirma que a fé de Maria desata o nó do pecado e da desobediência, o nó da incredulidade de Eva.

Fazendo uma comparação com o nosso relacionamento com Deus, o Papa disse que quando não O escutamos, não seguimos a Sua vontade e agimos demonstrando falta de confiança Nele, forma-se uma espécie de nó dentro de nós. “Estes nós são perigosos, porque de vários nós pode resultar um emaranhado que se vai tornando cada vez mais difícil de desatar”, advertiu.

“Mas, para a misericórdia de Deus, nada é impossível!”, ressalvou, lembrando que Maria, com o seu “sim”, abriu a porta a Deus para desatar o nó da desobediência antiga: É a mãe que nos leva a Deus para que Ele desate os nós da nossa alma com a sua misericórdia de Pai. “Podemos nos interrogar: Quais são os nós que existem na minha vida? Para mudar, peço a Maria que me ajude a ter confiança na misericórdia de Deus?

O segundo elemento é “A fé de Maria dá carne humana a Jesus”. O que significa isto? Significa que Deus não quis fazer-Se homem, ignorando a nossa liberdade, quis passar através do livre consentimento de Maria, do seu “sim”.

“Em nível espiritual isto acontece também em nós, quando acolhemos a Palavra de Deus com um coração bom e sincero, e a pomos em prática. Deus vem habitar em nós, porque faz morada naqueles que O amam e observam a sua Palavra”, explicou, questionando novamente: “Estamos conscientes disto?”.

O último elemento sugerido pelo Papa foi “A fé de Maria como caminho”: “Progredir na fé – disse Francisco – é seguir Jesus; ouvi-Lo e deixar-se guiar por suas palavras; ver como Ele se comporta e pôr os pés nas suas pegadas, ter os próprios sentimentos e atitudes Dele: humildade, misericórdia, solidariedade, mas também firme repulsa da hipocrisia, do fingimento, da idolatria”.

Terminando, o Papa lembrou que “o caminho de Jesus é o do amor fiel até ao fim, até aosacrifício da vida: é o caminho da cruz” e repassou a noite de Sábado Santo, quando Maria esteve de vigia: “Quando lhe chegou a notícia de que o sepulcro estava vazio, em seu coração alastrou-se a alegria da fé, a fé cristã na morte e ressurreição de Jesus Cristo. Este é o ponto culminante do caminho da fé de Maria e de toda a Igreja”. Francisco fez a todos a última pergunta: “Como está a nossa fé? Nós, como Maria, a mantemos acesa mesmo nos momentos difíceis, de escuridão? Tenho a alegria da fé?”. "Esta noite, ó Maria, nós Te agradecemos pela tua fé e renovamos a nossa entrega a Ti, Mãe da nossa fé". (CM)
Fonte: RV

domingo, 31 de março de 2013

Papa Francisco celebra Missa da Páscoa

Papa Francisco celebra Missa da Páscoa na Praça São Pedro




Cidade do Vaticano

 – O Papa Francisco presidiu na manhã deste Domingo, na Praça São Pedro, a Missa da Páscoa do Senhor. Milhares de fiéis e peregrinos de todas as partes do mundo acorreram ao coração do catolicismo para celebrar com toda a Igreja a ressurreição do Senhor.

Após uma noite chuvosa, Roma teve uma manhã de céu azul entremeado por nuvens, num clima pré-primaveril. Praça São Pedro, Praça Pio XII e Via da Conciliação tomadas por uma multidão de diversas proveniências, facilmente identificados pelas tantas cores de bandeiras. A cor azul celeste da bandeira Argentina era predominante, mas também chamava a atenção o verde das bandeiras do Brasil, o amarelo e branco do Vaticano. Também muitas bandeiras da Espanha, Alemanha, Venezuela, Colômbia, Líbano e tantos outros países. Inúmeras faixas saudavam o novo Pontífice.

A cerimônia iniciou às 10h15min com o rito do “Ressurexit”, ou seja, o anúncio da Ressurreição do Senhor, acompanhado pela colocação de um ícone junto ao altar e terminou às 11h37min horário italiano.

Ao início da Missa da Páscoa, o rito penintencial foi substituído, de certo modo, pela aspersão. O Santo Padre aspergiu o povo com água da fonte batismal, que estava próxima ao altar. A Missa de Páscoa não foi concelebrada e não foi feita homilia, pois ao final, o Papa concede a Bênção Urbi et Orbi. Neste ano houve uma simplificação da cerimônia, com o Evangelho sendo lido somente em latim, e não em grego e latim, como comumente é realizado.

A Guarda Suíça e as três armas italianas, com suas respectivas bandas e uniformes coloridos, fizeram-se presentes para a solene cerimônia. A praça estava decorada com vegetação e flores doadas por produtores holandeses. As cores predominantes eram o branco e amarelo, cores do Vaticano.

Ao final da cerimônia, após cantado o Regina Coeli e entoado o Aleluia de Handel, o Santo Padre saudou alguns presentes e percorreu a Praça São Pedro no Jeep Papal, para alegria da multidão que o aguardava e o saudava efusivamente. Como tem feito nas suas passagens entre a multidão, parou diversas vezes para saudar alguns nenês e abraçou longamente um menino deficiente, numa cena comovente.

Após, se dirigiu ao balcão central da Basílica de São Pedro para conceder a Bênção Urbi et Orbi e a Indulgência Plenária aos presentes e a quantos acompanhavam pelos meios de comunicação, com a felicitação de Páscoa.
Fonte: RV

segunda-feira, 2 de maio de 2011

MISSA DE AÇÃO DE GRAÇAS REÚNE MILHARES DE PESSOAS NA PRAÇA SÃO PEDRO

MISSA DE AÇÃO DE GRAÇAS REÚNE MILHARES NA PRAÇA SÃO PEDRO




Cidade do Vaticano, 02 mai (RV)

- A Praça São Pedro encheu-se novamente esta manhã com 150 mil fiéis para a missa de agradecimento pela beatificação de João Paulo II, presidida pelo Cardeal-secretário de Estado, Tarcisio Bertone.

Na procissão de entrada, foi levada a ampola com o sangue do Beato João Paulo II, no mesmo relicário utilizado ontem por ocasião da beatificação.

Na homilia, o cardeal lembrou o dia dos funerais e de modo especial, o momento em que o vento fechou docemente as páginas do Evangelho colocado sobre o caixão. Para ele, aquela sugestiva imagem recorda que o diálogo entre Cristo e o homem marcou toda a vida de Karol Wojtyła, conduzindo-o ao serviço total à Igreja e à sua entrega pessoal a Deus e aos homens.

“João Paulo II era um autêntico defensor da dignidade de todo ser humano e não um simples combatente por ideologias político-sociais. Para ele, cada homem e cada mulher era um filho e uma filha de Deus, independentemente da raça, da cor da pele, da origem geográfica e cultural e da fé religiosa”.

O Cardeal Bertone pediu que agradeçamos ao Senhor por nos ter dado um Pastor como ele, que sabia ler os sinais da presença de Deus na história e que os anunciava em todo o mundo, em todas as línguas.

Devemos agradecer seu testemunho crível, transparente, que soube nos ensinar a viver a fé e defender os valores cristãos, começando pela vida, sem complexos e sem temores.

Damos graças a Deus por ter nos dado um papa que propiciou à Igreja católica não apenas projeção universal e autoridade moral jamais vistas antes, mas especialmente, depois da celebração do Grande Jubileu do Ano 2000, uma visão mais espiritual, mais bíblica, mas centrada na Palavra de Deus.


Ele nos deixou uma Igreja renovada, pronta para a ‘nova evangelização’, uma Igreja que intensificou as relações ecumênicas e inter-religiosas e que encontrou um frutífero diálogo com os jovens.

Enfim, temos que agradecer ao Senhor porque nos deu um Santo como Ele: “Era um homem verdadeiro, ligado inseparavelmente a Aquele que é a Verdade. A sua santidade foi vivida, especialmente nos últimos meses, nas últimas semanas, em total fidelidade à missão que lhe foi atribuída, até a morte”.

Concluindo, o Cardeal Bertone disse que João Paulo II foi um homem de fé e de oração, e que isso deve iluminar nossas vidas a fim de que sigamos seu exemplo e ensinamentos.

“Voltam à nossa memória suas incessantes exortações a cooperarmos generosamente na realização de uma humanidade mais justa e solidária, a sermos agentes de paz e construtores de esperança”.
(CM)

Fonte: RV

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

EUROPA CONSERVA SUA ALMA CRISTÃ

PAPA: VISITA AO REINO UNIDO CONFIRMA QUE A EUROPA CONSERVA SUA ALMA CRISTÃ

Cidade do Vaticano, 22 set (RV)

- Bento XVI encontrou-se nesta quarta-feira, dia de Audiência Geral, na Praça São Pedro, no Vaticano, com os fiéis e peregrinos provenientes de várias partes do mundo.O Papa falou hoje em sua catequese sobre sua viagem apostólica ao Reino Unido, concluída no último domingo.
"Tratou-se de uma visita oficial e ao mesmo tempo, uma verdadeira peregrinação a uma terra rica de fé e cultura. Encontrei-me com as mais altas autoridades políticas do país, com os parlamentares, representantes de várias religiões, cristãos de outras confissões, e com os bispos e fiéis católicos.
Agradeço a todos pelo caloroso acolhimento" – frisou Bento XVI. O Papa sublinhou que com a sua visita apostólica ao Reino Unido ele "quis apoiar os católicos britânicos, encorajá-los, a fim de que continuem sendo testemunhas do Evangelho e da verdade moral que nasce a partir dele, que está na base de uma sociedade realmente humana, justa e livre".
O Santo Padre disse que "quis falar a todos os membros da sociedade para estabelecer um diálogo aberto, comunicando-lhes a novidade do Evangelho, do qual a cultura ocidental está impregnada" – ressaltou o Papa. "Esta viagem apostólica confirmou-me uma profunda convicção: as antigas nações europeias conservam sua alma cristã.
E, embora o secularismo agressivo a ameace, a Igreja, convencida do bem que supõe, se esforça para manter esta rica tradição" – disse ainda Bento XVI.O pontífice ressaltou que o ponto central de sua viagem ao Reino Unido foi a beatificação do Cardeal John Henry Newman, uma figura excepcional na história recente deste país.
"Peço a Deus, por intercessão do novo beato, para que sustenha os propósitos e os esforços da comunidade católica presente na Grã-Bretanha" – sublinhou o Santo Padre.A seguir, o Papa fez um resumo de sua catequese em português, saudou os fiéis de língua portuguesa e concedeu a todos a sua bênção apostólica.
Queridos irmãos e irmãs,Na semana passada, Deus concedeu-me a graça de visitar a Inglaterra e lá proclamar Beato o Cardeal Henry Newman, brilhante figura de intelectual e crente, cuja mensagem espiritual mostra como o caminho da consciência não é fecharmo-nos em nós mesmos, mas abertura, conversão e obediência a Cristo que é Caminho, Verdade e Vida.
Nas palavras que dirigi aos cidadãos daquela Nação, tive presente todo o Ocidente, procurando dialogar com as razões desta civilização e comunicar a novidade perene do Evangelho de que a mesma está ainda impregnada. Esta visita apostólica confirmou em mim uma profunda convicção: as antigas nações da Europa conservam uma alma cristã, que forma um todo com o génio e a história dos respectivos povos.
E se há um secularismo agressivo que ameaça os valores fundamentais, a Igreja não se cansa de trabalhar para manter desperta esta tradição espiritual e cultural. Amados peregrinos de língua portuguesa, cordiais saudações para todos vós, de modo especial para os fiéis de Campinas, da paróquia Beato José de Anchieta de Cambuí. Continuai a defender aquelas verdades morais imutáveis que, iluminadas e confirmadas pelo Evangelho, estão na base de uma sociedade verdadeiramente humana, justa e livre.
Sobre vós e vossas famílias desça a minha Bênção. No final da audiência o Papa fez um apelo pela paz e a concórdia entre os batizados. "Nesta semana se realiza, em Viena, a plenária da Comissão Mista Internacional para o Diálogo Teológico entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa. O tema da fase atual de estudo é a função do Bispo de Roma na comunhão da Igreja Universal, com particular ênfase ao primeiro milênio da história cristã" – ressaltou o pontífice.
"A obediência à vontade do Senhor Jesus, e a consideração dos grandes desafios que hoje se apresentam ao cristianismo, nos obrigam a nos empenhar seriamente na causa do restabelecimento da plena comunhão entre as Igrejas.
Peço a todos para que rezem intensamente pelos trabalhos da comissão e por um contínuo desenvolvimento e consolidação da paz e da concórdia entre os batizados, a fim de que possamos dar ao mundo um testemunho do Evangelho sempre mais autêntico" – concluiu o Papa. (MJ)

Fonte: RV

domingo, 29 de junho de 2008

HOJE - SÃO PEDRO


Comemoramos hoje o dia dedicado ao príncipe dos Apóstolos e primeiro Papa da Igreja, São Pedro. Esta festa foi instituída por volta do século IV, antes mesmo de ser definida a data actual da festa do Natal.
Ele era um pescador e o seu nome originalmente era Simão, filho de Jonas e irmão de André. Mas Jesus mudou-lhe o nome para Pedro que significa pedra, pois ele seria a rocha forte sobre a qual Jesus edificaria a sua Igreja. Por isso comprovadamente ele foi o primeiro Papa da Igreja Católica Apostólica Romana.
Uma parte importante da sua vida está documentada nos Evangelhos e nos Actos do Apóstolos; sobre a sua vida em Roma existem muitas e belas narrativas passadas de geração em geração, algumas delas contadas em diferentes romances inspirados nos primeiros tempos da Igreja.
Morreu crucificado como Jesus, mas de cabeça para baixo, pois não se achava digno de morrer de maneira igual ao mestre.

domingo, 1 de junho de 2008

BENTO XVI PRESIDE À ORAÇÃO DO ANGELUS

SANTO PADRE PRESIDE À ORAÇÃO DO ANGELUS, NA PRAÇA SÃO PEDRO, E REZA PELOS POVOS DA CHINA E DE MIANMAR

Cidade do Vaticano, 01 jun (RV) - Bento XVI assomou, esta manhã, à janela de seu gabinete de trabalho, no último andar da sua Residência Apostólica, para rezar a oração do Ângelus, com os milhares de peregrinos, fiéis e turistas, reunidos na Praça São Pedro.Na sua alocução dominical, que precedeu a oração mariana, o Papa recordou que o mês de junho, que iniciamos hoje, é dedicado, tradicionalmente, ao Coração de Jesus, símbolo da fé cristã, muito querido pelo povo como também pelos místicos e teólogos.O Coração de Jesus exprime, de modo simples e autêntico, a “boa nova” do amor e resume o mistério da Encarnação e da Redenção.De fato, recordou o Pontífice, na última sexta-feira celebramos a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, terceira e última das festas do Tempo Pascal, depois da Santíssima Trindade e de Corpus Christi. Esta sucessão de acontecimentos destaca um movimento rumo ao centro: um movimento do Espírito, que é o próprio Deus, que nos guia. “Do horizonte infinito do seu amor, de fato, - disse o Papa - Deus quis entrar no âmbito nas limitações da história e da condição humana, através de um corpo e de um coração. Assim, podemos contemplar e encontrar o infinito no finito, o Mistério invisível e inefável no Coração humano de Jesus Nazareno”. Toda pessoa precisa de um centro da própria vida, de uma fonte de verdade e de bondade, na qual beber nas diversas situações e no cansaço do dia-a-dia. Cada um de nós, quando pára e silencia, precisa ouvir a pulsação do coração e, ainda mais, a pulsação de uma presença confiável, perceptível pelos sentidos da fé, e bem mais real: a presença de Cristo, coração do mundo. O Santo Padre concluiu a sua alocução dominical com o seguinte convite:“Portanto, convido cada um a renovar, no mês de junho, a própria devoção ao Coração de Cristo, valorizando a tradicional oração de “oferecimento do dia” e acolhendo as intenções propostas por mim a toda a Igreja”.Antes de se despedir dos fiéis, presentes na Praça São Pedro, Bento XVI exortou, junto com a Liturgia, a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, mas também a veneração ao Imaculado Coração de Maria, que deve ser invocado com grande confiança. Aqui, o Pontífice fez uma premente exortação aos fiéis presentes na oração do Ângelus:“Gostaria de invocar, mais uma vez, a materna intercessão da Virgem pelas populações da China e de Mianmar, atingidas pelas calamidades naturais, e pelos que passam por tantas situações de dor, de doença e de misericórdia material e espiritual, que marcam o caminho da humanidade”.Ao término da oração mariana, o Bispo de Roma cumprimentou os numerosos presentes, em seis línguas, e a todos concedeu a sua Bênção Apostólica. (MT)


Fonte: RV