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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

OS SACERDOTES SÃO UMA REFERÊNCIA

"Em Mianmar, os sacerdotes são uma referência para todos "



Bispo fala dos problemas da Igreja em seu país

ROMA,



– “As pessoas têm confiança em nós porque sabem o quanto a Igreja é importante para o desenvolvimento do país”. Em visita à sede internacional da Ajuda à Igreja que Sofre, Dom Alexander Pyone Cho, bispo de Pyay, ilustra o aumento das responsabilidades da Igreja Católica em Mianmar, antiga Birmânia.
"Nosso compromisso não é estritamente reservado aos fiéis. Os representantes do clero são um ponto de referência para todos os cidadãos". Os católicos birmaneses são apenas 25 mil, ou 3% da população, e, portanto, é especialmente a maioria budista que se beneficia do apoio dos sacerdotes.
Em outubro de 2010, um ciclone tropical devastou as regiões costeiras do oeste do país, na fronteira com Bangladesh, matando 160 pessoas e deixando mais de 70 mil sem casa. Nos meses seguintes, a contribuição da Igreja foi decisiva. A partir desse momento, os birmaneses depositaram confiança crescente na comunidade católica.
"Nossa ajuda após o ciclone abriu as portas de cada aldeia". Dom Pyone recorda o relato do diretor da Caritas diocesana, que tem ajudado as famílias das vítimas e as pessoas desabrigadas, fornecendo alimentos e itens de primeira necessidade.
"A ajuda foi oferecida a todos os residentes das áreas afetadas, de qualquer credo".Em Mianmar, no entanto, os cristãos ainda são marginalizados por causa da identificação generalizada do cristianismo com o Ocidente, "cuja influência é tão temida". "Nossa religião é considerada estrangeira, mas a Igreja é uma parte integrante da história do país. Isso é mostrado pelos 34 sacerdotes birmaneses que trabalham só em nossa diocese".
O próprio Pyone é da região de Yangon, onde fica Pyay. A diocese, que se estende a oeste até o Golfo de Bengala, é a segunda mais pobre do país, mas tem uma crescente comunidade católica. Em fevereiro passado, quando assumiu o cargo, Dom Pyone identificou dois principais objetivos da pastoral: a educação dos fiéis e a formação dos padres. "Evangelização exige fé forte e conhecimento aprofundado".
Em 2010, a Ajuda à Igreja que Sofre doou à Igreja na Birmânia mais de um milhão de euros. Após o ciclone, a associação contribuiu significativamente para a reconstrução de igrejas e edifícios destruídos e tem financiado vários projetos pastorais.
São muitas as construções e reconstruções, incluindo a da Capela do Sagrado Coração de Jesus, em Yihku Manhkam, na diocese de Banmaw, e a construção de uma estrutura para o novo seminário menor dos missionários Little Way, de Santa Teresa, em Chaungkhua, além de uma nova paróquia em Cowbuk, na diocese de Hakha.
Quanto à formação, são oferecidos cursos de planejamento familiar, seminários sobre a pastoral bíblica e formação para as Irmãs da Reparação. Também foram comprados carros para facilitar a pastoral, bem como máquinas agrícolas.


Fonte: ZENIT.org

domingo, 1 de junho de 2008

BENTO XVI PRESIDE À ORAÇÃO DO ANGELUS

SANTO PADRE PRESIDE À ORAÇÃO DO ANGELUS, NA PRAÇA SÃO PEDRO, E REZA PELOS POVOS DA CHINA E DE MIANMAR

Cidade do Vaticano, 01 jun (RV) - Bento XVI assomou, esta manhã, à janela de seu gabinete de trabalho, no último andar da sua Residência Apostólica, para rezar a oração do Ângelus, com os milhares de peregrinos, fiéis e turistas, reunidos na Praça São Pedro.Na sua alocução dominical, que precedeu a oração mariana, o Papa recordou que o mês de junho, que iniciamos hoje, é dedicado, tradicionalmente, ao Coração de Jesus, símbolo da fé cristã, muito querido pelo povo como também pelos místicos e teólogos.O Coração de Jesus exprime, de modo simples e autêntico, a “boa nova” do amor e resume o mistério da Encarnação e da Redenção.De fato, recordou o Pontífice, na última sexta-feira celebramos a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, terceira e última das festas do Tempo Pascal, depois da Santíssima Trindade e de Corpus Christi. Esta sucessão de acontecimentos destaca um movimento rumo ao centro: um movimento do Espírito, que é o próprio Deus, que nos guia. “Do horizonte infinito do seu amor, de fato, - disse o Papa - Deus quis entrar no âmbito nas limitações da história e da condição humana, através de um corpo e de um coração. Assim, podemos contemplar e encontrar o infinito no finito, o Mistério invisível e inefável no Coração humano de Jesus Nazareno”. Toda pessoa precisa de um centro da própria vida, de uma fonte de verdade e de bondade, na qual beber nas diversas situações e no cansaço do dia-a-dia. Cada um de nós, quando pára e silencia, precisa ouvir a pulsação do coração e, ainda mais, a pulsação de uma presença confiável, perceptível pelos sentidos da fé, e bem mais real: a presença de Cristo, coração do mundo. O Santo Padre concluiu a sua alocução dominical com o seguinte convite:“Portanto, convido cada um a renovar, no mês de junho, a própria devoção ao Coração de Cristo, valorizando a tradicional oração de “oferecimento do dia” e acolhendo as intenções propostas por mim a toda a Igreja”.Antes de se despedir dos fiéis, presentes na Praça São Pedro, Bento XVI exortou, junto com a Liturgia, a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, mas também a veneração ao Imaculado Coração de Maria, que deve ser invocado com grande confiança. Aqui, o Pontífice fez uma premente exortação aos fiéis presentes na oração do Ângelus:“Gostaria de invocar, mais uma vez, a materna intercessão da Virgem pelas populações da China e de Mianmar, atingidas pelas calamidades naturais, e pelos que passam por tantas situações de dor, de doença e de misericórdia material e espiritual, que marcam o caminho da humanidade”.Ao término da oração mariana, o Bispo de Roma cumprimentou os numerosos presentes, em seis línguas, e a todos concedeu a sua Bênção Apostólica. (MT)


Fonte: RV

sexta-feira, 30 de maio de 2008

MIANMAR : PROSSEGUIR OBRAS EM COLABORAÇÃO COM BUDISTAS

PAPA EXORTA BISPOS DE MIANMAR A PROSSEGUIR SUAS OBRAS EM COLABORAÇÃO COM BUDISTAS

Cidade do Vaticano, 30 mai (RV) - O papa recebeu esta manhã um grupo de 20 bispos de Mianmar (ex-Birmânia), que estão realizando a visita qüinqüenal ad Limina Apostolorum, para venerar os túmulos dos apóstolos e reforçar sua comunhão com o Sucessor de Pedro. A Igreja em Mianmar é conhecida e admirada por sua solidariedade com os mais pobres e necessitados, o que pôde ser comprovado após a passagem do ciclone Nargis. O papa disse estar a par dos esforços da Igreja em providenciar cobertas, alimentos, água e medicamentos para os atingidos, nestes dias tão difíceis. Bento XVI espera que os acordos recentemente alcançados para a distribuição das ajudas possibilitem a assistência necessária e o acesso às áreas carentes; garantiu que a Igreja universal está espiritualmente próxima daqueles que perderam seus entes queridos e seus únicos pertences, cujo sofrimento deve ser aliviado.Bento XVI notou com prazer o crescente número de homens e mulheres que respondem ao chamado da vida consagrada, naquela região, fazendo votos de que sua aceitação livre e radical dos princípios evangélicos possa inspirar outros a optar pela vida de castidade, pobreza e obediência. Os cursos de formação oferecidos pela Conferência dos Religiosos Católicos são uma prova de que a cooperação entre diferentes comunidades religiosas é possível, no devido respeito de seus carismas. Neste sentido, o papa estimulou a colaboração com os Budistas.Outros sinais de esperança - acrescentou o Santo Padre - são o grande número de vocações ao sacerdócio. E no dia em que se celebra a Santificação dos Sacerdotes, pede que eles possam desempenhar seus deveres com humildade, simplicidade e obediência. “Como sabem, isto requer uma formação consonante com a dignidade do ofício presbiterial. Encorajo vocês a continuar fazendo sacrifícios para garantir que os seminaristas recebam formação integral, que os prepare para ser autênticos arautos da Nova Evangelização” – disse.O papa também convidou os bispos de Mianmar a recordarem seus sacerdotes a nutrirem-se continuamente da Eucaristia, através da participação na liturgia e na contemplação silenciosa. E enalteceu seu trabalho, sempre rico de iniciativas espirituais e catequéticas, principalmente junto aos jovens. Estes programas de evangelização requerem planejamento e organização, e devem recorrer ao uso de opúsculos e material audiovisual. “Estou certo – disse o papa – que Igrejas locais de outras partes do mundo fornecerão os instrumentos necessários, quando possível”. Enfim, o Santo Padre recordou o ano jubilar dedicado a São Paulo, que a Igreja católica promove a partir do final do mês de junho: “Iluminados pelo Espírito Santo, convido-os a unirem-se a São Paulo, na certeza de que nada – nem a angústia, a perseguição e a carestia – pode nos separar do amor de Deus em Cristo Jesus, nosso Senhor” – concluiu.