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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

A DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DE SÃO JOÃO DE LATRÃO

ANGELUS: PAPA FALA DA DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DE SÃO JOÃO DE LATRÃO

Cidade do Vaticano, 09 nov (RV)
– Bento XVI rezou, esta manhã, ao meio-dia, a oração do Ângelus, com os numerosos fiéis e peregrinos presentes na Praça São Pedro, no Vaticano.Na alocução que pronunciou, antes da oração mariana, o Papa recordou que a Liturgia de hoje celebra a Dedicação da Basílica de São João de Latrão, chamada “mãe e cabeça de todas as igrejas da Cidade e do Mundo”. De fato, esta Basílica foi a primeira a ser construída depois do edito do imperador Constantino, que, em 313, concedeu aos cristãos a liberdade de praticar livremente a sua religião.O mesmo imperador deu de presente ao então Papa Melquíades, a antiga propriedade da família Latrão e ali mandou edificar a Basílica, o Batistério e a Residência do Bispo de Roma, onde os Papas moraram até o período de Avinhão.A dedicação ou consagração da Basílica realizou-se pelo Papa Silvestre, pelo ano de 324, que, inicialmente recebeu o nome de Santíssimo Salvador. Somente depois do século VI foram acrescentados os títulos de São João Batista e São João Evangelista, dos quais deriva o atual nome de “São João de Latrão”.Com a dedicação deste edifício sagrado, disse o Papa, os fiéis do mundo expressam seu amor e veneração à Igreja de Roma:A Palavra de Deus nesta solenidade chama a atenção para uma verdade essencial: o templo de alvenaria é símbolo da Igreja viva, a comunidade cristã, que os apóstolos Pedro e Paulo entendiam, em suas cartas, como “edifício espiritual”, construído por Deus com “pedras vivas”, que são os cristãos, sobre o único fundamento que é Jesus Cristo, comparado como “pedra angular”. Logo, acrescentou o Santo Padre, a beleza e a harmonia das igrejas, destinadas a louvarem a Deus, são um convite aos seres humanos, limitados e pecadores, a converter-se para formar um “cosmos”, uma construção bem organizada, em íntima comunhão com Jesus, o verdadeiro Santo dos Santos:A festa de hoje celebra um mistério sempre atual: Deus quer edificar no mundo um templo espiritual, uma comunidade que o adore em espírito e verdade. Mas, esta celebração nos recorda também a importância dos edifícios materiais, nos quais as comunidades se reúnem para celebrar os louvores de Deus. Portanto, disse por fim Bento XVI, toda comunidade tem o dever de custodiar com cuidado seus edifícios sagrados, que constituem um precioso patrimônio religioso e histórico. (MT)

Fonte: RV

domingo, 12 de outubro de 2008

NOSSA SENHORA APRECIDA - 2ª PARTE

NOSSA SENHORA APARECIDA
PADROEIRA DO BRASIL


• Dedicação da Basílica de Nossa Senhora •

* DA HOMILIA NA DEDICAÇÃO DA BASÍLICA NACIONAL DE APARECIDA
Papa João Paulo II


A devoção a Maria é fonte de vida cristã profunda
"Viva a Mãe de Deus e nossa, sem pecado concebida! Viva a Virgem Imaculada, a Senhora Aparecida!"
Desde que pus os pés em terra brasileira, nos vários pontos por onde passei, ouvi este cântico. Ele é, na ingenuidade e singeleza de suas palavras, um grito da alma, uma saudação, uma invocação cheia de filial devoção e confiança para com aquela que, sendo verdadeira Mãe de Deus, nos foi dada por seu Filho Jesus no momento extremo da sua vida para ser nossa Mãe.
Sim, amados irmãos e filhos, Maria, a Mãe de Deus, é modelo para a Igreja, é Mãe para os remidos. Por sua adesão pronta e incondicional à vontade divina que lhe foi revelada, torna-se Mãe do Redentor, com uma participação íntima e toda especial na história da salvação. Pelos méritos de seu Filho, é Imaculada em sua Conceição, concebida sem a mancha original, preservada do pecado e cheia de graça.
Ao confessar-se serva do Senhor (Lc 1,38) e ao pronunciar o seu sim, acolhendo "em seu coração e em seu seio" o mistério de Cristo Redentor, Maria não foi instrumento meramente passivo nas mãos de Deus, mas cooperou na salvação dos homens com fé livre e inteira obediência. Sem nada tirar ou diminuir e nada acrescentar à ação daquele que é o único Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, Maria nos aponta as vias da salvação, vias que convergem todas para Cristo, seu Filho, e para a sua obra redentora.
Maria nos leva a Cristo, como afirma com precisão o Concílio Vaticano II: "A função maternal de Maria, em relação aos homens, de modo algum ofusca ou diminui esta única mediação de Cristo; antes, manifesta a sua eficácia. E de nenhum modo impede o contato imediato dos fiéis com Cristo, antes o favorece".
Mãe da Igreja, a Virgem Santíssima tem uma presença singular na vida e na ação desta mesma Igreja. Por isso mesmo, a Igreja tem os olhos sempre voltados para aquela que, permanecendo virgem, gerou, por obra do Espírito Santo, o Verbo feito carne. Qual é a missão da Igreja senão a de fazer nascer o Cristo no coração dos fiéis, pela ação do mesmo Espírito Santo, através da evangelização? Assim, a "Estrela da Evangelização", como a chamou o meu Predecessor Paulo VI, aponta e ilumina os caminhos do anúncio do Evangelho. Este anúncio de Cristo Redentor, de sua mensagem de salvação, não pode ser reduzido a um mero projeto humano de bem-estar e felicidade temporal. Tem certamente incidências na história humana coletiva e individual, mas é fundamentalmente um anúncio de libertação do pecado para a comunhão com Deus, em Jesus Cristo. De resto, esta comunhão com Deus não prescinde de uma comunhão dos homens uns com os outros, pois os que se convertem a Cristo, autor da salvação e princípio de unidade, são chamados a congregar-se em Igreja, sacramento visível desta unidade humana salvífica.
Por tudo isto, nós todos, os que formamos a geração hodierna dos discípulos de Cristo, com total aderência à tradição antiga e com pleno respeito e amor pelos membros de todas as comunidades cristãs, desejamos unir-nos a Maria, impelidos por uma profunda necessidade da fé, da esperança e da caridade. Discípulos de Jesus Cristo neste momento crucial da história humana, em plena adesão à ininterrupta Tradição e ao sentimento constante da Igreja, impelidos por um íntimo imperativo de fé, esperança e caridade, nós desejamos unir-nos a Maria. E queremos fazê-lo através das expressões da piedade mariana da Igreja de todos os tempos.
A devoção a Maria é fonte de vida cristã profunda, é fonte de compromisso com Deus e com os irmãos. Permanecei na escola de Maria, escutai a sua voz, segui os seus exemplos. Como ouvimos no Evangelho, ela nos orienta para Jesus: Fazei o que ele vos disser (Jo 2,5). E, como outrora em Caná da Galiléia, encaminha ao Filho as dificuldades dos homens, obtendo dele as graças desejadas. Rezemos com Maria e por Maria: ela é sempre a "Mãe de Deus e nossa".
Responsório Cf. Lc 1,48.49
R. És feliz, Virgem Maria; e mereces toda honra; * Pois de ti se levantou o Sol brilhante da justiça, que é o Cristo, nosso Deus, pelo qual nós fomos salvos.
V. O Poderoso contemplou a humildade de sua serva, e em meu favor fez grandes coisas. * Pois de ti.
Fonte: Franciscanos

terça-feira, 5 de agosto de 2008

FESTEJOS PELA DEDICAÇÃO DA BASÍLICA ROMANA DE SANTA MARIA MAIOR

PRIMEIRAS VÉSPERAS PONTIFICAIS ABREM FESTEJOS PELA DEDICAÇÃO DA BASÍLICA ROMANA DE SANTA MARIA MAIOR

Roma, 05 ago (RV) - Teve início esta noite em Roma, com as Solenes Primeiras Vésperas Pontificais, os festejos pela Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior. Amanhã, terça-feira, dia principal, se continuará com a santa missa pontifical e se reviverá o milagre da queda da neve. Para um comentário sobre estes dois dias de celebrações, a Rádio Vaticano ouviu o Bispo de Albano, próximo a Roma, Dom Marcello Semeraro. Eis o que disse:Dom Marcello Semeraro:- "Esta, não somente para Roma, mas para todo o Ocidente, é uma grande festa, porque a igreja de Santa Maria Maior é a mais antiga entre as igrejas dedicadas no Ocidente a Nossa Senhora. Portanto, com o canto das Vésperas, nas quais tem também o canto do Magnificat, se inicia a grande festa que terá o seu ápice justamente amanhã, 5 de agosto, dia da dedicação dessa Basílica em honra a Nossa Senhora.”P. A Basílica foi querida pelo papa Sixto III, em recordação ao Concílio de Éfeso, celebrado no ano 431... Dom Marcello Semeraro:- “Um concílio no qual Nossa Senhora foi aclamada como Mãe de Deus, o título mais alto, a vocação mais alta da Virgem: ser a Mãe do Filho de Deus. Por isso o papa quis erigir na colina do Esquilino una Basílica em honra a Nossa Senhora, chamada justamente por essa prioridade, por essa singularidade, Santa Maria Maior.”P. Também está ligado à Basílica o milagre da neve... Dom Marcello Semeraro:- “De fato, existe a bela tradição que delimita os confins do templo mariano, mediante um prodígio repleto de candura: no tórrido mês de agosto uma nevada teria de certo modo indicado o lugar escolhido. Maria é honrada pelo povo cristão como Aquela que é bela, a toda bela, mais branca do que a neve.”P. Na celebração festiva milhares de pétalas brancas serão jogadas do teto da Basílica, evocando a queda da neve. O símbolo é forte: Dom Marcello Semeraro:- “Na Igreja e, sobretudo, na vida da liturgia os símbolos têm um grande significado. O símbolo da neve é significativo por muitas razões. Sobretudo porque a neve cai do céu, vem do alto, e indica o dom de Deus. Ademais, a neve é cândida e, portanto, é sinal de candura e evoca então também a pureza de Maria.” (RL)
Fonte: RV

sexta-feira, 27 de junho de 2008

LEIGOS: SER IGREJA "CONSTRUINDO" O MUNDO

Leigos: ser Igreja «construindo» o mundo

Entrevista com o professor Ramiro Pellitero
Por Miriam Díez i Bosch

PAMPLONA, quinta-feira, 26 de junho de 2008.
- Aos leigos corresponde a evangelização através dos valores humanos e sociais, da competência profissional e da amizade, da vida familiar e da colaboração na busca do bem comum e da justiça.
Quem o afirma nesta entrevista é o teólogo Ramiro Pellitero, que escreveu um livro sobre o laicato, «Ser Igreja fazendo o mundo. Os leigos na nova evangelização» (Editora Promessa, São José de Costa Rica, 2008).
Ramiro Pellitero (Leon, 1956) é doutor em Teologia pela Universidade de Navarra, onde é professor de Eclesiologia e Teologia Pastoral.
– «Ser Igreja fazendo o mundo»: que quis oferecer com este livro?
–Pellitero: Quis apresentar as questões fundamentais que afetam a teologia e a pastoral, referentes aos fiéis leigos. Como todos os demais fiéis, estão incorporados a Cristo desde o batismo. Em seu caso, participam das funções de Cristo de acordo com a índole secular, característica teológica da condição leiga. Ou seja, buscam a santidade e participam no apostolado da Igreja precisamente através de seu trabalho profissional, da vida familiar e da intervenção na vida social, cultural e política. Também para tudo isso, o Espírito Santo os enriquece com multidão de carismas ao serviço da missão da Igreja.
–Qual é em concreto a contribuição específica dos leigos à evangelização?
–Pellitero: Como digo, a participação dos leigos na evangelização deve compreender-se a partir do batismo e dos carismas que recebem e acolhem livremente, para a edificação da Igreja e o serviço do mundo.
Eles estão como naturalmente inseridos no mundo, na sociedade civil. Esse é o «lugar» próprio onde desenvolvem sua vocação batismal e o objetivo principal, se quer chamar específico, de sua missão.
O Concílio Vaticano II resume essa missão dizendo que lhes corresponde a ordenação das realidades temporais ao Reino de Deus. Ou seja, a evangelização através dos valores humanos e sociais, da competência profissional e da amizade, da vida familiar e da colaboração na busca do bem comum e da justiça. Tudo isso de acordo com os dons e carismas, muito variados, que recebem.
Como todos os fiéis cristãos, é lógico que também os leigos participem mais ou menos intensamente, de acordo com suas possibilidades e preferências, em tarefas como a catequese e a educação dos jovens, nas celebrações paroquiais, a atenção aos pobres e aos enfermos, a orientação familiar e outras colaborações pastorais muito diversas.
–Que laço há entre o Espírito Santo e a missão dos cristãos?
–Pellitero: O Espírito Santo é o princípio da unidade e da vida da Igreja. Atua nos sacramentos e nos carismas, em ordem a que todos os cristãos realizem a missão que Cristo lhes encomendou, sob a guia da Hierarquia.
Agora, a vida e a missão da Igreja não devem ser entendidas como uma atividade rígida e uniforme, mas como uma sinfonia, onde cabem e devem escutar-se melodias e instrumentos diversos, sob a autoridade do Colégio Episcopal. Deste modo, os carismas garantem a comunhão, ou seja, a unidade na diversidade.
–Qual é o compromisso dos fiéis leigos para uma civilização do amor?
–Pellitero: Poderia resumir dizendo que seu compromisso é a transformação da cultura contemporânea, por meio de sua coerência e sua presença na sociedade, com a santificação da vida ordinária: o trabalho, as relações famílias e de amizade... o serviço especialmente aos mais necessitados e sua participação na vida cultural e política.
Fonte: ZENIT.org

sexta-feira, 30 de maio de 2008

MIANMAR : PROSSEGUIR OBRAS EM COLABORAÇÃO COM BUDISTAS

PAPA EXORTA BISPOS DE MIANMAR A PROSSEGUIR SUAS OBRAS EM COLABORAÇÃO COM BUDISTAS

Cidade do Vaticano, 30 mai (RV) - O papa recebeu esta manhã um grupo de 20 bispos de Mianmar (ex-Birmânia), que estão realizando a visita qüinqüenal ad Limina Apostolorum, para venerar os túmulos dos apóstolos e reforçar sua comunhão com o Sucessor de Pedro. A Igreja em Mianmar é conhecida e admirada por sua solidariedade com os mais pobres e necessitados, o que pôde ser comprovado após a passagem do ciclone Nargis. O papa disse estar a par dos esforços da Igreja em providenciar cobertas, alimentos, água e medicamentos para os atingidos, nestes dias tão difíceis. Bento XVI espera que os acordos recentemente alcançados para a distribuição das ajudas possibilitem a assistência necessária e o acesso às áreas carentes; garantiu que a Igreja universal está espiritualmente próxima daqueles que perderam seus entes queridos e seus únicos pertences, cujo sofrimento deve ser aliviado.Bento XVI notou com prazer o crescente número de homens e mulheres que respondem ao chamado da vida consagrada, naquela região, fazendo votos de que sua aceitação livre e radical dos princípios evangélicos possa inspirar outros a optar pela vida de castidade, pobreza e obediência. Os cursos de formação oferecidos pela Conferência dos Religiosos Católicos são uma prova de que a cooperação entre diferentes comunidades religiosas é possível, no devido respeito de seus carismas. Neste sentido, o papa estimulou a colaboração com os Budistas.Outros sinais de esperança - acrescentou o Santo Padre - são o grande número de vocações ao sacerdócio. E no dia em que se celebra a Santificação dos Sacerdotes, pede que eles possam desempenhar seus deveres com humildade, simplicidade e obediência. “Como sabem, isto requer uma formação consonante com a dignidade do ofício presbiterial. Encorajo vocês a continuar fazendo sacrifícios para garantir que os seminaristas recebam formação integral, que os prepare para ser autênticos arautos da Nova Evangelização” – disse.O papa também convidou os bispos de Mianmar a recordarem seus sacerdotes a nutrirem-se continuamente da Eucaristia, através da participação na liturgia e na contemplação silenciosa. E enalteceu seu trabalho, sempre rico de iniciativas espirituais e catequéticas, principalmente junto aos jovens. Estes programas de evangelização requerem planejamento e organização, e devem recorrer ao uso de opúsculos e material audiovisual. “Estou certo – disse o papa – que Igrejas locais de outras partes do mundo fornecerão os instrumentos necessários, quando possível”. Enfim, o Santo Padre recordou o ano jubilar dedicado a São Paulo, que a Igreja católica promove a partir do final do mês de junho: “Iluminados pelo Espírito Santo, convido-os a unirem-se a São Paulo, na certeza de que nada – nem a angústia, a perseguição e a carestia – pode nos separar do amor de Deus em Cristo Jesus, nosso Senhor” – concluiu.