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Mostrando postagens com marcador Papa João Paulo II. Mostrar todas as postagens
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domingo, 27 de abril de 2014

João Paulo II e João XXIII se tornam santos

João Paulo II e João XXIII se tornam santos

Canonização foi celebrada pelo Papa Francisco na Praça de São Pedro.
Papa Bento XVI também participou da cerimônia presenciada por milhares.

 
Uma cerimônia inédita realizada neste domingo (27) na Praça de São Pedro, no Vaticano, e acompanhada por milhares de fiéis católicos, canonizou dois Papas: o polonês João Paulo II e o italiano João XXIII.
"Declaramos e definimos como santos os beatos João XXIII e João Paulo II e os inscrevemos no Catálogo dos Santos, e estabelecemos que em toda a Igreja sejam devotamente honrados entre os Santos", foi a fórmula pronunciada em latim pelo Papa Francisco, após a qual a multidão na praça rompeu em aplausos.
A canonização dupla reuniu, em um único evento, o atual Papa Francisco e o Papa Emérito Bento XVI, que renunciou no ano passado em uma situação inédita na história moderna da Igreja Católica.
Francisco concelebrou missa solene com cinco prelados, entre eles o bispo de Bergamo (cidade natal do italiano João XXIII), Francesco Beschi, e o ex-secretário particular do Papa João Paulo II e arcebispo de Cracóvia, Stanislaw Dziwisz.
"Estes foram dois homens de coragem ... e deram testemunho diante da Igreja e do mundo da bondade e misericórdia de Deus", disse Francisco. "Eles viveram os trágicos acontecimentos do século XX, mas não foram oprimidos por eles. Para eles, Deus era mais poderoso, a fé era mais poderosa."
As relíquias dos dois novos santos, uma ampola de sangue de João Paulo II e um pedaço de pele de João XXIII extraída durante sua exumação no ano 2000, foram colocadas ao lado do altar.
A costarriquenha Floribeth Mora, cuja cura inexplicável permitiu elevar aos altares João Paulo II, levou a relíquia do Papa polonês, enquanto a de João XXIII foi entregue por seu sobrinho.
A cerimônia de canonização teve os mesmos moldes de uma missa e foi simples, sóbria e sem extravagâncias, segundo o Vaticano.
Bento XVI seguiu a cerimônia no setor esquerdo do altar, junto com os cardeais e os 1.000 bispos que concelebraram sucessivamente a missa.
Em 2011, a beatificação de João Paulo II, feita por Bento XVI, durou três dias e custou cerca de US$ 1,65 milhão, reunindo 1,5 milhão de fiéis na praça e nos seus arredores, segundo a polícia de Roma.
O Vaticano, citando fontes da polícia italiana, estimou que cerca de 800 mil pessoas participaram da celebração.
Segundo a Santa Sé, 500 mil pessoas lotaram a praça e sua via de acesso, a Via da Conciliação, e 300 mil seguiram o evento diante dos 17 telões instalados em diversos locais em Roma.
Os poloneses - conterrâneos de João Paulo II-, foram os estrangeiros mais numerosos presentes.
Trens especiais foram colocados em circulação para a viagem desde a Polônia.
A cerimônia do lado de fora da Basílica de São Pedro permitiu que mais pessoas participassem do evento.
Bandeiras de vários países, inclusive o Brasil, podiam ser vistas na multidão.
A praça foi enfeitada com 30 mil rosas vermelhas, amarelas e brancas doadas pelo Equador, cujo presidente, Rafael Correa, estava presente na cerimônia.
Telões foram espalhados na Praça e pela cidade de Roma, que  teve esquema especial de trânsito para a celebração, com bloqueio de ruas e reforço nos transportes públicos.
Após a cerimônia, Francisco percorreu a praça no Papamóvel, cumprimentando os fiéis. Antes, ele levou cerca de 40 minutos para cumprimentar os integrantes das 93 delegações internacionais que compareceram à festa.
Papa emérito Bento XVI também participou da cerimônia. (Foto: Filippo Monteforte / AFP Photo)Papa emérito Bento XVI também participou da cerimônia. (Foto: Filippo Monteforte / AFP Photo)
Bispos esperam pela missa de canonização dos papas João XXIII e João Paulo II, na Praça São Pedro, no Vaticano. (Foto: Andreas Solaro / AFP Photo)Bispos esperam pela missa de canonização dos papas João XXIII e João Paulo II, na Praça São Pedro, no Vaticano. (Foto: Andreas Solaro / AFP Photo)
Vigília
A celebração dos novos santos começou na noite de sábado (26), com a “noite branca de oração”. Diversas igrejas no centro de Roma foram abertas para aqueles que quiserem rezar e se confessar.
A Basílica de São Pedro ficará aberta em um esquema especial, até 1h desta segunda-feira (28). Os peregrinos podem visitar o túmulo dos dois Papas, no subsolo da igreja.
Caminhos que se entrelaçam
O fato de que dois homens que são amplamente vistos como faces contrastantes da Igreja estejam sendo canonizados contribui para a importância de um evento que o papa Francisco espera que irá aproximar os 1,2 bilhão de católicos no mundo, depois de uma série de escândalos financeiros e sexuais.
Apesar das diferenças, os dois Papas santos têm caminhos que se entrelaçam. João Paulo II, por exemplo, se encarregou de decretar as "virtudes heroicas" e a beatificação de João XXIII.
Juntos, os dois simbolizam a abertura para o mundo e a confiança de ser católico.
Ambos os pontífices, cuja bondade e carisma fizeram com que após a morte fossem solicitadas suas beatificações por aclamação, atravessaram nos últimos anos um complexo processo de canonização, requisito “sine qua non” para se tornar um santo católico.
João Paulo II foi canonizado apenas nove anos após sua morte, em 2005. O segundo milagre atribuído ao polonês Karol Wojtyla, que nasceu em 1920 e liderou a Igreja Católica entre 1978 e sua morte, foi reconhecido pelo Vaticanox em julho do ano passado.
Já João XXIII, que foi Papa entre 1958 e 1963, foi canonizado com apenas um milagre comprovado.
Críticas
Também houve críticas acerca da rápida canonização de João Paulo II, que morreu apenas nove anos atrás.
Grupos que representam vítimas de abuso sexual por padres católicos também disseram que ele não fez o suficiente para erradicar um escândalo de pedofilia que surgiu no final do seu pontificado e que tem pairado sobre a Igreja desde então.
João Paulo II continuou muitas das reformas de João XXIII, mas apertou o controle central, condenou teólogos renegados e pregou uma linha mais rigorosa sobre questões sociais, como a liberdade sexual.
Um Papa carismático, ele foi criticado por alguns como um rígido conservador, mas a adoração pública que despertou foi mostrada por multidões, cujos gritos de "santo subito!" (santo já) em seu funeral em 2005 foram respondidos com a mais rápida declaração de santidade da história moderna.

Processo
A primeira etapa da canonização é ser reconhecido Servo do Senhor. Para isso, os postuladores da causa apresentam um relatório à Santa Sé, que, após examiná-lo, tem que emitir o decreto “Nihil Obstat”.
Papa João Paulo II visita a cidade de Porto Alegre em 1980 (Foto: Alfredo Rizutti/Estadão Conteúdo)Papa João Paulo II visita a cidade de Porto Alegre em 1980 (Foto: Alfredo Rizutti/Estadão Conteúdo)
Com este decreto, é iniciado oficialmente o processo, e o postulante é nomeado Servo do Senhor.
O processo de João XXIII foi aberto em 1965, dois anos após sua morte, enquanto o do pontífice polonês começou no ano de seu falecimento, em 2005, por desejo expresso de seu sucessor, Bento XVI, que eliminou o requisito canônico de se esperar cinco anos após a morte para o início do trâmite da causa.
A etapa seguinte consiste em reconhecer suas “virtudes heroicas”, um título que os transforma em Veneráveis Servos do Senhor.
Para que isto ocorra, uma comissão jurídica do Vaticano se reúne para estudar a ortodoxia dos textos que publicaram em vida e para analisar os testemunhos de pessoas que os conheceram.
Em seguida, o relator do processo, nomeado pela Congregação para a Causa dos Santos, elabora um documento denominado “Positio”.
Um compêndio dos relatos e dos estudos realizados pela comissão, assim que aprovado pelo pontífice, concede o título de Venerável Servo do Senhor, o segundo passo em direção à santidade.
João XXIII tornou-se Venerável em 1999, mais de três décadas após sua morte, enquanto João Paulo II obteve o título em 2009, quatro anos depois de seu falecimento.
Milagres
Após serem considerados Veneráveis, o passo seguinte é o da beatificação. Ser beato, ou bem-aventurado, significa representar um modelo de vida para a comunidade e, além disso, que essa pessoa tem a capacidade de agir como intermediário entre os cristãos e Deus.
Por esta razão, para alcançar este grau, é imprescindível o testemunho de um milagre que tenha sido realizado graças à intercessão do Venerável.
Foto de 15 de abril de 1963 mostra o Papa João XXIII em sua mesa de trabalho no Vaticano (Foto: Luigi Felici/AP)Foto de 15 de abril de 1963 mostra o Papa João XXIII em sua mesa de trabalho no Vaticano (Foto: Luigi Felici/AP)
Ao Papa italiano foi atribuída em 2000 a cura da religiosa italiana Caterina Capitani, que esteve a ponto de morrer por uma perfuração gástrica hemorrágica com fístula externa e peritonite aguda. Ela conta que, após pedir um milagre a João XXIII, conseguiu sobreviver.
Já ao Papa polonês são atribuídas centenas de milagres, embora para sua beatificação, em 2011, tenha sido imprescindível o caso da freira francesa Marie Simon Pierre, que sofria de Parkinson (a mesma doença que João Paulo II tinha) e cuja cura, de acordo com os médicos externos convocados pelo Vaticano, “carece de explicação científica”.
Com estes milagres realizados por intercessão divina dos pontífices tendo sido aprovados, João XXIII e João Paulo II subiram oficialmente aos altares como beatos da Igreja Católica, o primeiro em 2000, e o segundo, em 2011.
Depois disso, ainda é preciso passar por mais uma fase para encerrar o complexo processo.
Trata-se da canonização, sua proclamação como santos, para a qual é requisito imprescindível um novo milagre, que deve ocorrer após sua nomeação como beatos. É aqui onde se dá outra particularidade que caracteriza a causa de João Paulo II e João XXIII.
No caso do italiano, o Papa Francisco, em 2013, decidiu canonizá-lo sem ter sido certificado o  segundo milagre. A decisão do Papa de canonizar João XXIII sem registro de milagre, algo não muito frequente nas últimas décadas, é uma prerrogativa do chefe da Igreja, segundo as normas do Vaticano.
Já João Paulo II, intercedeu, segundo a Igreja, na cura de uma mulher costarriquenha que sofria de um grave aneurisma cerebral e que, segundo os médicos, tinha apenas um mês de vida.
Esta mulher, Floribeth Mora Díaz, que participará da cerimônia deste domingo, garante ter ouvido a voz do papa polonês afirmando: “Levante-se, não tenha medo”, quando estava internada em um hospital. E após ouvir estas palavras, começou seu processo de cura, inexplicável para a ciência.
Mulher passa por posteres e cartões postais com a imagem do Papa João Paulo II em Roma (Foto: Stefano Rellandini/Reuters)Mulher passa por pôsteres e cartões postais com a imagem do Papa João Paulo II em Roma (Foto: Stefano Rellandini/Reuters)
 
Fonte: G1

segunda-feira, 11 de abril de 2011

COMO SERÃO OS TRÊS DIAS DA BEATIFICAÇÃO DO PAPA JOÃO PAULO II

OS TRÊS DIAS DA BEATIFICAÇÃO DE JPII


Cidade do Vaticano, 11 (RV)


- A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou o programa dos três dias da beatificação do Papa João Paulo II, que será no domingo 1º de maio, quando Karol Wojtyla será elevado aos altares.


Na apresentação, o Vigário do Papa para a diocese de Roma, Cardeal Agostino Vallini, detalhou o programa dos três dias de celebração que começarão no sábado 30 de abril com uma Vigília de Oração no Circo Massimo.A celebração estará dividida em duas partes.


A primeira dedicada à recordação das palavras e dos gestos do Papa João Paulo II. Logo em seguida haverá uma solene procissão na que se entronizará a imagem de Maria, “Salus Populi Romani”, acompanhada por representantes de todas as paróquias e capelanias diocesanas.


Durante o ato alguns colaboradores de Karol Wojtyla, como o Cardeal Stanislaw Dziwisz, que foi seu secretário particular, e Joaquín Navarro-Valls, ex-diretor da Sala de Imprensa da Santa Sede farão um breve discurso.


Também participará a Irmã Marie Simon-Pierre, cuja milagrosa cura abriu o caminho para a beatificação. Ao final desta primeira parte se cantará o hino "Totus tuus", composto para o 50º aniversário da ordenação sacerdotal de João Paulo II.A segunda parte do evento se centralizará na celebração dos Mistérios Luminosos do Santo Rosário introduzidos por João Paulo II.


Depois do canto “Abram as portas a Cristo”, do novo bem-aventurado, o Cardeal Vigário Agostino Vallini fará uma síntese da personalidade espiritual e pastoral do Papa.


Após esta intervenção, os participantes em conexão direta via satélite com cinco santuários marianos em todo o mundo, rezarão o terço.


Cada um dos Mistérios estará ligado a uma intenção de João Paulo II meditados nas vigílias simultâneas que serão celebradas em vários santuários ao redor do mundo.


No santuário de Lagniewniki, em Cracóvia (Polônia), a intenção será a juventude; no santuário Kawekamo-Bugando (Tanzânia), a família; no santuário de Nossa Senhora do Líbano - Harissa (Líbano), a evangelização; na basílica de Santa Maria de Guadalupe, Cidade do México, a esperança e a paz das nações e no Santuário de Fátima, a Igreja.


Na conclusão, Bento XVI, em conexão via satélite desde o Vaticano, rezará a oração final e concederá a bênção apostólica a todos os participantes.


Durante toda a noite permanecerão abertas na cidade de Roma para a oração as seguintes igrejas: Santa Inês em Agone, na Praça Navona; São Marcos no Campidoglio; Santa Anastásia; Santíssimo Nome de Jesus na Argentina; Santa Maria em Vallicella; São João dos Florentinos; Santo André della Valle; São Bartolomeu na Ilha Tiberina.No dia 1º de maio, domingo da Divina Misericórdia, na Praça São Pedro às 10 da manhã, hora de Roma, o Papa Bento XVI presidirá a Santa Missa de Beatificação de João Paulo II, que será precedida por uma hora de preparação na qual se rezará o Terço da Divina Misericórdia, devoção introduzida por Santa Faustina Kowalska, e muito apreciada pelo Papa João Paulo II e terminará com uma invocação à misericórdia no mundo, com o canto “Jezu ufamTobie”, que quer dizer “Jesus confio em vós”.


Seguirá a Santa Missa com os textos do domingo da Oitava de Páscoa. Depois da fórmula de beatificação, quando for descoberta a imagem do saudoso pontífice, será cantado em latim o Hino do Bem-aventurado.


Na segunda-feira, 2 de maio o Secretário de Estado Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, presidirá às 10 horas a Missa de Ação de Graças pela Beatificação na Praça São Pedro.


Esta Eucaristia será a primeira celebrada em honra do novo bem-aventurado. Os textos serão os da Missa do Beato João Paulo II. A celebração será animada pelo Coro da Diocese de Roma, com a participação do Coro de Varsóvia e da Orquestra Sinfônica de Wadowice (Polônia).


O Padre Federico Lombardi, Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sede, explicou que na sexta-feira, 29 de abril pela tarde se transladará o caixão do beato Papa Inocêncio XI - que se encontra na Capela São Sebastião da Basílica Vaticana-, ao altar da Transfiguração, para deixar seu lugar para o corpo de João Paulo II.


Na mesma manhã, o caixão do Pontífice - que não será aberto - será transladado para diante do túmulo de São Pedro, nas grutas vaticanas.


Na manhã do 1º de maio, será levado diante do altar da Confissão da basílica.


Terminada a cerimônia de beatificação, o Papa e os cardeais concelebrantes se dirigirão ao altar da Confissão da basílica e rezarão uns instantes diante do corpo do novo bem-aventurado.


Na parte da tarde do mesmo dia, as pessoas que o desejarem poderão venerar os restos de João Paulo II. (SP)


Fonte: RV

terça-feira, 5 de abril de 2011

PREPARATIVOS PARA BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II

APRESENTADOS PREPARATIVOS PARA BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II


Cidade do Vaticano, 05 abr (RV)


- Prosseguem a todo ritmo os preparativos para a cerimônia de Beatificação do Servo de Deus João Paulo II. Para uma apresentação sobre os eventos que terão lugar de 30 de abril a 2 de maio, a Sala de Imprensa da Santa Sé realizou, na manhã desta terça-feira, um encontro com profissionais da informação, acolhidos pelo Diretor da Sala de Imprensa vaticana, Pe. Federico Lombardi. O Vigário do Papa para a Diocese de Roma, Cardeal Agostino Vallini, ilustrou as expectativas espirituais dessa grande manifestação de fé."Os santos são o Evangelho encarnado" e João Paulo II mostrou uma "gigantesca personalidade", sobretudo no "ter centralizado toda a sua vida na fé em Deus" – ressaltou o Cardeal Vallini."Uma fé forte e coerente livre de medos e de vínculos, testemunhada sempre até o fim." "Uma fé traduzida em amor aos homens":"Com uma preferência pelos pobres, os pequenos, os doentes e os rejeitados pela sociedade." "Assumindo posições com coragem e elevando a voz em defesa deles" – ressaltou o purpurado.Falou muito "com o seu silêncio" – reiterou:"O seu rosto marcado pela doença e pela dor revelou a grandeza e o valor da pessoa humana também numa situação de extrema fraqueza, até o último dia. Ensinou-nos a morrer e a viver, num momento em que se iniciou um debate público, também em nosso país – disse o purpurado – sobre o "fim da vida". O testemunho de João Paulo II deve fazer-nos refletir. Por fim, foi o grande defensor da paz em contextos muito complexos, muito diferentes, na segunda metade do Séc. XX e na primeira década do Séc. XXI."Foram ressaltados, ainda, os três dias de celebração, ricos de ocasião de oração, recolhimento, encontros e troca de experiências de fé, como explicou o Diretor do Setor Litúrgico do Vicariato de Roma, Mons. Marco Frisina:A Vigília no Circo Máximo na noite de sábado, 30 de abril, com início marcado para as 21h, dividida em dois momentos de celebração da memória e dos mistérios do Terço, em conexão com cinco Santuários marianos espalhados no mundo com diversas intenções de oração: o da Divina Misericórdia em Cracóvia, na Polônia, tendo como intenção os jovens; o Santuário de Kawekamo, na Tanzânia, pelas famílias; o de Notre Dame do Líbano, pela evangelização; o da Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, no México, pela esperança e a paz; e do Santuário de Fátima, Portugal, pela Igreja.No dia seguinte, 1º de maio, domingo da Divina Misericórdia, terá lugar a solene Missa de Beatificação, às 10 locais, na Praça São Pedro, presidida por Bento XVI e concelebrada pelo Colégio cardinalício.Na parte da tarde do mesmo dia será possível venerar o corpo do então Beato João Paulo II, na Basílica Vaticana, no lugar onde o corpo do Pontífice já fora exposto – nos dias que seguiram sua morte – para o adeus dos fiéis ao Papa Wojtyla.Por fim, na segunda-feira, dia 2, terá lugar, às 10h30 locais, na Praça São Pedro, a missa de ação de graças, presidida pelo Secretário de Estado, Cardeal Tatcisio Bertone. (RL)


Fonte: RV

sábado, 2 de abril de 2011

ANIVERSÁRIO DA MORTE DE JOÃO PAULO II

SEIS ANOS DA MORTE DE JOÃO PAULO II Cidade do Vaticano, 02 abr (RV) - Em 2 de abril de 6 anos atrás, João Paulo II chegava à Casa do Pai. Um aniversário este ano iluminado pela expectativa alegre e emocionada, em todo o mundo, pela beatificação do Papa Wojtyla no próximo dia 1º de maio. Sobre esse extraordinário binômio entre a morte e a elevação aos altares de Karol Wojtyla, a Rádio Vaticano ouviou o Vigário do Papa para o Estado da Cidade do Vaticano, Cardeal Angelo Comastri,:R. - Devemos reconhecer que o povo de Deus, no momento mesmo da morte de João Paulo II tinha já a certeza de que um Santo tinha entrado no céu. Além disso, o então Cardeal Joseph Ratzinger, no dia 8 de abril de 2005, durante os funerais na Praça São Pedro, invocou a bênção de João Paulo II da janela do céu, num certo sentido considerando-o já Santo. Todos nós recordamos aquelas tocantes palavras: “Padre Santo nos abençoe da janela do céu”. Com a beatificação, a percepção do povo de Deus é confirmada com um ato solene e oficial do Santo Padre.P - Como é de conhecimento de todos, nos últimos momentos da sua vida terrena, João Paulo II disse: “Deixem-me ir”. Com este “ir”, neste “chegar” ao Pai, Karol Wojtyla, no entanto, ainda está vivo em nós, talvez em alguns aspectos, mais presente do que antes... R. – “Deixem-me ir” tem um preciso significado: João Paulo II sentia que estava já nos umbrais da Casa do Pai. Aquelas palavras, aquelas expressões eram a ânsia do coração, a alegria - quase - de acelerar o passo para ir ao encontro de Jesus, levado pela mão de Maria. Eu imaginei na minha fantasia de fé, naquele momento, estou certo de que na porta do céu se encontrava Maria. Maria, a quem João Paulo II sempre olhou e creio que Maria o abraçou como o abraçou no dia do atentado para salvá-lo.P – “Totus Tuus ego sum”: a vida, o Pontificado de João Paulo II foram - são! - em nome de Maria. Esta beatificação pode ser lida, em fundo, como um dom de Nossa Senhora à Igreja, a todos os fiéis? R. - Claro que sim! João Paulo II sentiu toda a sua vida ligada a Maria. O lema episcopal “Totus Tuus” - todo teu, ó Maria - é uma expressão da espiritualidade de toda a sua vida. Mas em particular, devemos dizer que seu pontificado se desenvolveu sob o olhar de Maria. Como podemos esquecer o dia 13 de maio de 1981? O dia em que Nossa Senhora aparece pela primeira vez em Fátima, uma bala atravessa o corpo de João Paulo II, mas não consegue matá-lo. Foi João Paulo mesmo que disse: “Uma mão assassina atirou para matar, mas uma mão materna me deteve nos umbrais da morte”. Não pode haver outra leitura. Mas como não recordar também o dia 25 de março de 1984? Naquele dia, na Praça São Pedro, diante da imagem de Nossa Senhora de Fátima trazida especialmente de Fátima, o Papa - eu o vejo ainda - de joelhos, consagra a Rússia ao Imaculado Coração de Maria; e no ano seguinte - 1985 – chega ao poder Gorbachev e tem início a “perestroika”, a mudança, a revolução no Leste da Europa. P - João Paulo II, será elevado à honra dos altares pelo Papa Bento XVI. Dois papas, dois servidores da Igreja, dois amigos, duas figuras tão relacionadas entre si: também este é um aspecto particularmente significativo, se poderia dizer, providencial...R. - Eu creio que é a primeira vez na história da Igreja que um Papa tem a alegria de declarar Beato o seu predecessor. Certamente, será uma emoção extraordinária para Bento XVI, mas será também uma segurança espiritual! João Paulo II, agora, do céu, protege os passos de seu sucessor, e o conforta nos desafios que hoje a Igreja deve enfrentar. O Papa, em seus primeiros discursos, disse: “Parece que eu ainda ouço sua voz me dizendo: “Não tenha medo”, aquele convite, aquele imperativo o Papa dirigiu ao mundo inteiro, aos cristãos ao redor do mundo. “Não tenham medo!": agora, certamente, do céu, ele também diz a Bento XVI, neste momento dramático da história, neste momento em que o mar da história, parece verdadeiramente uma tempestade. Agarrados em Jesus, sob o olhar de Maria, podemos atravessar toda as tempestades da história, com a certeza de chegar ao porto de Deus. (SP) Fonte: RV

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

PAPA JOÃO PAULO II SERÁ BEATIFICADO

PAPA JOÃO PAULO II SERÁ BEATIFICADO: APROVADO O DECRETO DO MILAGRE SOBRE A CURA DA IRMÃ MARIE

Cidade do Vaticano, 14 jan (RV) - O Papa Bento XVI aprovou hoje a publicação de alguns decretos concernentes a três milagres, um martírio e a heroicidade das virtudes de cinco servos de Deus. Entre eles, está o milagre atribuído à intercessão do Papa João Paulo II. Segundo o Cardeal Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Dom Angelo Amato, o decreto sobre a cura da Irmã Marie Simon Pierre Normand, atribuído à intercessão do Pontífice, é o que terá mais ressonância na Igreja Católica e no mundo. De acordo com o Cardeal, a santidade de João Paulo II é um sentimento comum a muitas pessoas.Esse decreto abre o caminho à beatificação do Papa Wojtyla, que será realizada no próximo dia primeiro de maio, primeiro domingo depois da Páscoa, o Domingo de Misericórdia. A cerimônia será presidida por Bento XVI, no Vaticano. (ED)


Fonte: RV

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

APROVADO MILAGRE DO PAPA JOÃO PAULO II

Comissão médica aprova milagre de João Paulo 2º; beatificação ganha força
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DA FRANCE PRESSE, NA CIDADE DO VATICANO

A Comissão Médica consultada pelo Vaticano aprovou um milagre atribuído a João Paulo 2º, e assim a causa de beatificação do pontífice polonês, morto em 2005, avança significativamente, informaram nesta terça-feira meios de comunicação italianos.

Segundo "Il Giornale" e a agência de notícias religiosas I.media, a comissão liderada pelo médico particular de Bento 16, Patrizio Polisca, aprovou o milagre apresentado.
O papa João Paulo 2º acena para fiéis na praça São Pedro, no Vaticano; comissão médica aprova milagre

Os médicos e teólogos consultados pela Congregação para as Causas dos Santos, reunidos no mais estrito sigilo, estimaram que a cura da freira francesa Marie Simon-Pierre, que sofria de mal de Parkinson, foi "imediata e inexplicável".

A freira francesa, que era enfermeira, curou-se inexplicavelmente após suas orações e pedidos a João Paulo 2º poucos meses depois de sua morte, em abril de 2005.
A aprovação dos especialistas deverá ser ratificada por uma comissão de cardeais e bispos da Congregação para a Causa dos Santos.

Tratam-se de dois passos importantes para a beatificação de João Paulo 2º, que, segundo as mesmas fontes, pode ocorrer em 2011.
Muitos milagres foram atribuídos a João Paulo 2º, vítima das consequências do mal de Parkinson.

A beatificação é o primeiro passo no caminho para a canonização, que exige a prova de intercessão em dois milagres.

No dia 19 de dezembro de 2009, o papa Bento 16 aprovou as "virtudes heroicas" do papa polonês Karol Wojtyla --João Paulo 2º-- venerado já em vida.

Com elas, iniciou-se a investigação do "milagre" atribuído, que deve ser examinado por várias comissões.

O processo de beatificação de João Paulo 2º foi iniciado por Bento 16 dois meses após a morte, no dia 2 de abril de 2005, de seu predecessor, um prazo excepcionalmente curto.

Durante o funeral de João Paulo 2º na praça de São Pedro, em Roma, milhares de fiéis gritavam em italiano "Santo Subito", pedindo que João Paulo 2º fosse proclamado santo imediatamente.
Fonte: Folha. com

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

CONGRESSO PELO X ANIVERSÁRIO DA "FIDES ET RATIO"

PAPA RECEBE PARTICIPANTES DO CONGRESSO PELO X ANIVERSÁRIO DA "FIDES ET RATIO"


Cidade do Vaticano,
– A encíclica Fides et Ratio, de João Paulo II, está comemorando 10 anos de publicação. Pela ocasião está tendo lugar em Roma, um congresso internacional cujos participantes foram recebidos em audiência por Bento XVI, na manhã desta quinta-feira.No discurso que proferiu aos cerca de 300 participantes do congresso, o papa recordou a atualidade e a profundidade da Fides et Ratio, que tem a marca indelével de João Paulo II, um pontífice aberto à razão. No texto do documento magisterial, Papa Wojtyla ressalta a importância de conjugar fé e razão, no atual contexto cultural.O Santo Padre fez referência aos trabalhos sinodais em andamento nestes dias, no Vaticano, sobre a "Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja", sublinhando a providencial coincidência de que o Sínodo se realize em concomitância com o congresso, e sublinhou que "a paixão pela verdade impele o homem a penetrar na sua interioridade, para colher o sentido profundo da vida".Uma verdadeira filosofia deverá, portanto _ frisou o pontífice _ guiar toda pessoa, levando-a a descobrir a necessidade fundamental de conhecer a Verdade da Revelação. Diante de tal exigência, a Palavra de Deus revela seu caráter de resposta definitiva: a Palavra de Revelação se torna vida e exige ser acolhida como fonte inesgotável da Verdade. O Santo Padre concluiu seu discurso, manifestando apreço e simpatia pelo trabalho desempenhado no campo da verdade, e exortou cada um dos participantes a descobrir em si a paixão pela verdade. (MT/AF)

Fonte: RV

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

30º ANIVERSÁRIO DA ELEIÇÃO DE JOÃO PULO II À CÁTEDRA DE SÃO PEDRO

A 30 ANOS DA ELEIÇÃO DE JOÃO PAULO II


Roma, 16 out (RV)
– Celebra-se, hoje, o 30º aniversário da eleição de João Paulo II à Cátedra de Pedro (16 de outubro de 1978). Em vista deste evento, a Pontifícia Faculdade Teológica “São Boaventura – Seraphicum” de Roma organizará um Congresso internacional, de 28 a 30 próximos, dedicado ao Papa Wojtyla, que terá como tema: “O Vaticano II e o pontificado de João Paulo II”. Participarão conferencistas eclesiásticos e leigos, muitos dos quais testemunhas oculares da obra e da mensagem do pontífice polonês. Entre eles destacam-se o ex-secretário pessoal de Karol Wojtyła, hoje cardeal-arcebispo de Cracóvia, Stanislaw Dziwisz, o Cardeal Secretário de Estado, Tarcisio Bertone, o biógrafo George Weigel e Padre Slawomir Oder, Postulador da Causa de beatificação de João Paulo II.No entanto, “prossegue a Causa de Beatificação de João Paulo II de forma rigorosa, segundo o tradicional procedimento canônico”. Foi o que declarou, na segunda-feira, o Postulador da Causa, Padre Slawomir Oder, que participou da apresentação do livro «João Paulo II, pároco de Roma», de Angelo Zema, junto à Pontifícia Universidade Lateranense de Roma.“Como se sabe – disse o Postulador – em 2 de abril de 2007 começou o Processo da Causa na Congregação das Causas dos Santos. Atualmente, estamos na fase da elaboração completa da ‘Positio super virtutibus’, que abre espaço a eventuais ulteriores aprofundamentos”.A «Positio» será submetida depois ao exame de oito consultores teólogos. O resultado passará à consideração, junto com a «Positio», dos cardeais e bispos da Congregação das Causas dos Santos. Uma vez superadas com voto favorável todas estas fases, o Papa poderá expressar seu juízo sobre a «Positio» e ordenar a promulgação do Decreto sobre as virtudes em grau heróico de João Paulo II, proclamando-o «venerável».Em março passado, Padre Oder entregou uma redação não definitiva da «Positio» de cerca de duas mil páginas. “Em meu trabalho – afirmou – tive sempre bem presentes as palavras que ouvi pessoalmente do Papa Bento XVI, que muitas vezes demonstrou publicamente seu vivo interesse pela causa do Papa polonês. De fato, ele disse: Trabalhem rápido, mas bem e de modo irrepreensível”.A Causa de Beatificação de João Paulo II teve contou com a dispensa de Bento XVI dos cinco anos de espera após a morte, prescritos pelo Código de Direito Canônico. (MT)

Fonte: RV

domingo, 12 de outubro de 2008

NOSSA SENHORA APRECIDA - 2ª PARTE

NOSSA SENHORA APARECIDA
PADROEIRA DO BRASIL


• Dedicação da Basílica de Nossa Senhora •

* DA HOMILIA NA DEDICAÇÃO DA BASÍLICA NACIONAL DE APARECIDA
Papa João Paulo II


A devoção a Maria é fonte de vida cristã profunda
"Viva a Mãe de Deus e nossa, sem pecado concebida! Viva a Virgem Imaculada, a Senhora Aparecida!"
Desde que pus os pés em terra brasileira, nos vários pontos por onde passei, ouvi este cântico. Ele é, na ingenuidade e singeleza de suas palavras, um grito da alma, uma saudação, uma invocação cheia de filial devoção e confiança para com aquela que, sendo verdadeira Mãe de Deus, nos foi dada por seu Filho Jesus no momento extremo da sua vida para ser nossa Mãe.
Sim, amados irmãos e filhos, Maria, a Mãe de Deus, é modelo para a Igreja, é Mãe para os remidos. Por sua adesão pronta e incondicional à vontade divina que lhe foi revelada, torna-se Mãe do Redentor, com uma participação íntima e toda especial na história da salvação. Pelos méritos de seu Filho, é Imaculada em sua Conceição, concebida sem a mancha original, preservada do pecado e cheia de graça.
Ao confessar-se serva do Senhor (Lc 1,38) e ao pronunciar o seu sim, acolhendo "em seu coração e em seu seio" o mistério de Cristo Redentor, Maria não foi instrumento meramente passivo nas mãos de Deus, mas cooperou na salvação dos homens com fé livre e inteira obediência. Sem nada tirar ou diminuir e nada acrescentar à ação daquele que é o único Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, Maria nos aponta as vias da salvação, vias que convergem todas para Cristo, seu Filho, e para a sua obra redentora.
Maria nos leva a Cristo, como afirma com precisão o Concílio Vaticano II: "A função maternal de Maria, em relação aos homens, de modo algum ofusca ou diminui esta única mediação de Cristo; antes, manifesta a sua eficácia. E de nenhum modo impede o contato imediato dos fiéis com Cristo, antes o favorece".
Mãe da Igreja, a Virgem Santíssima tem uma presença singular na vida e na ação desta mesma Igreja. Por isso mesmo, a Igreja tem os olhos sempre voltados para aquela que, permanecendo virgem, gerou, por obra do Espírito Santo, o Verbo feito carne. Qual é a missão da Igreja senão a de fazer nascer o Cristo no coração dos fiéis, pela ação do mesmo Espírito Santo, através da evangelização? Assim, a "Estrela da Evangelização", como a chamou o meu Predecessor Paulo VI, aponta e ilumina os caminhos do anúncio do Evangelho. Este anúncio de Cristo Redentor, de sua mensagem de salvação, não pode ser reduzido a um mero projeto humano de bem-estar e felicidade temporal. Tem certamente incidências na história humana coletiva e individual, mas é fundamentalmente um anúncio de libertação do pecado para a comunhão com Deus, em Jesus Cristo. De resto, esta comunhão com Deus não prescinde de uma comunhão dos homens uns com os outros, pois os que se convertem a Cristo, autor da salvação e princípio de unidade, são chamados a congregar-se em Igreja, sacramento visível desta unidade humana salvífica.
Por tudo isto, nós todos, os que formamos a geração hodierna dos discípulos de Cristo, com total aderência à tradição antiga e com pleno respeito e amor pelos membros de todas as comunidades cristãs, desejamos unir-nos a Maria, impelidos por uma profunda necessidade da fé, da esperança e da caridade. Discípulos de Jesus Cristo neste momento crucial da história humana, em plena adesão à ininterrupta Tradição e ao sentimento constante da Igreja, impelidos por um íntimo imperativo de fé, esperança e caridade, nós desejamos unir-nos a Maria. E queremos fazê-lo através das expressões da piedade mariana da Igreja de todos os tempos.
A devoção a Maria é fonte de vida cristã profunda, é fonte de compromisso com Deus e com os irmãos. Permanecei na escola de Maria, escutai a sua voz, segui os seus exemplos. Como ouvimos no Evangelho, ela nos orienta para Jesus: Fazei o que ele vos disser (Jo 2,5). E, como outrora em Caná da Galiléia, encaminha ao Filho as dificuldades dos homens, obtendo dele as graças desejadas. Rezemos com Maria e por Maria: ela é sempre a "Mãe de Deus e nossa".
Responsório Cf. Lc 1,48.49
R. És feliz, Virgem Maria; e mereces toda honra; * Pois de ti se levantou o Sol brilhante da justiça, que é o Cristo, nosso Deus, pelo qual nós fomos salvos.
V. O Poderoso contemplou a humildade de sua serva, e em meu favor fez grandes coisas. * Pois de ti.
Fonte: Franciscanos