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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

PAPA FRANCISCO SE DESPEDE DA AFRICA

Papa encerra viagem à África com grande missa em Bangui

Francisco pediu à República Centro-Africana que trabalhe pela paz.
Papa visitou também nos seis últimos dias Quênia e Uganda.

Da EFE

 
Papa Francisco já dentro de avião que o levará de volta a Roma (Foto: Daniel Dal Zennaro / Reuters)Papa Francisco já dentro de avião que o levará de volta a Roma (Foto: Daniel Dal Zennaro / Reuters)
 
O papa Francisco celebrou nesta segunda-feira (30) uma grande missa no estádio de Bangui, capital da República Centro-Africana, para encerrar sua primeira visita à África, uma cerimônia na qual pediu que os cidadãos do país se perdoem mutuamente e trabalhem juntos pela paz.
O pontífice, que nos seis últimos dias também visitou Quênia e Uganda, voltou a se encontrar com uma grande multidão de fiéis na cerimônia realizada no complexo de Barthélémy Boganda.

Papa Francisco chega a estádio em Bangui em papamóvel cercado por seguranças (Foto: Stefano Rellandini / Reuters)Papa Francisco chega a estádio em Bangui em papamóvel cercado por seguranças (Foto: Stefano Rellandini / Reuters)
 
A última missa celebrada pelo papa antes de partir de volta ao Vaticano foi recheada, como nas outras realizadas na viagem africana, de danças e cânticos dos fiéis. O papa reiterou a mensagem central de sua visita à África: "dialogar com quem é diferente".
"É preciso perdoar quem nos prejudicou, nos comprometer a construir uma sociedade mais justa e fraterna, na qual ninguém se sinta abandonado", afirmou o papa Francisco.
"Vocês, queridos centro-africanos, devem olhar, sobretudo, ao futuro e, apoiando-se no caminho já percorrido, decidir com determinação a inaugurar uma nova etapa na história cristã do seu país, rumo a novos horizontes", acrescentou o pontífice.

Papa Francisco durante missa em Bangui (Foto: Stefano Rellandini / Reuters)Papa Francisco durante missa em Bangui (Foto: Stefano Rellandini / Reuters)
 
Francisco chegou por volta das 9h15 locais (6h15 em Brasília) a um estádio lotado com 30 mil pessoas, usando um papamóvel aberto e mais rudimentar do que em outras ocasiões, mas protegido por um grande número de guarda-costas e seguranças.
Curiosamente, o último grande ato realizado no local foi um comício do ex-presidente François Bozizé dias antes do golpe de Estado dos rebeldes Séléka, do norte muçulmano, em março de 2013.
A ascensão dos insurgentes provocou uma espiral de violência contra as comunidades e milícias civis cristãs, religião majoritária no país.
O papa foi recebido pela presidente do governo de transição, Catherine Samba-Panza, na tribuna de autoridades. Ao contrário do que ocorreu no Quênia e em Uganda, não houve "selfies". Os centro-africanos, que estão entre os mais pobres do continente, se conformaram em agitar bandeiras e aplaudir Francisco.
A primeira viagem do papa à África teve seis dias de fervor católico e mensagens focadas na paz e no respeito ao meio ambiente.

Fonte: G1

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

PAPA FRANCISCO NA AFRICA

No bairro de lata de Kangemi o Papa pede água, casa e trabalho


Habitantes do bairro de Kangemi, em Nairobi, no Quénia, saudam o Papa - REUTERS         
 


Nairobi, 27 de Novembro – um início de manhã especial para o bairro de Kangemi, um dos 7 bairros de lata de Nairobi: grande entusiasmo entre os habitantes; presentes também muitas pessoas vindas de outros bairros da capital. O Papa Francisco foi à Igreja Paroquial de S. José Operário, animada por uma comunidade de jesuítas.
O Santo Padre ouviu os testemunhos de alguns dos habitantes do bairro e de uma religiosa que vive naquele lugar. Destaque para um filme que foi apresentado ao Papa onde se podem ver esgotos a céu aberto, barracas e estradas na lama, os pequenos negócios com que as pessoas vivem, e também as comunidades em oração e as crianças que jogam à bola.
Nas palavras que proferiu o Papa não poderia ter sido mais direto: “sinto-me em casa” – disse:
“Sinto-me em casa, partilhando este momento com irmãos e irmãs que têm um lugar preferencial na minha vida e nas minhas opções, não me envergonho de o dizer. Estou aqui porque quero que saibais que as vossas alegrias e esperanças, as vossas angústias e as vossas dores não me são indiferentes. Conheço as dificuldades que encontrais dia-a-dia! Como podemos não denunciar as injustiças?”
O Papa denunciou as injustiças e a marginalização promovida por “minorias que concentram o poder e a riqueza” e declarou ainda “que todas as famílias tenham um teto digno, acesso à água potável, instalações sanitárias, energia segura para iluminar, cozinhar, que possam melhorar as suas casas, que todos os bairros tenham estradas, praças, escolas, hospitais”.
O Papa Francisco denunciou ainda a “apropriação de terras por parte de investidores privados sem rosto, que pretendem mesmo apoderar-se do pátio das escolas”. Ao mesmo tempo denunciou a criminalidade organizada que usa os mais jovens nas suas atividades ilícitas.
O Santo Padre recordou também que o mundo tem uma “grave dívida social” para com os pobres que não têm acesso à água potável, criticando quem acaba por lucrar com a exploração daquele que é um direito universal.
Mas o Papa quis colocar em realce um aspecto nem sempre reconhecido e que é a sabedoria dos bairros populares: uma sabedoria que provêm de uma “obstinada resistência daquilo que é autêntico”, e que uma frenética sociedade de consumo parece ter esquecido:
“Reconhecer estas manifestações de vida boa que crescem cada dia entre vós, não significa, de modo algum, ignorar a terrível injustiça da marginalização urbana. São as feridas provocadas pelas minorias que concentram o poder, a riqueza e perduram egoisticamente, enquanto a crescente maioria tem que refugiar-se em periferias abandonadas, poluídas e descartadas.”
O Papa Francisco fez um apelo especial a todos os cristãos, em particular aos pastores, a renovarem o  ímpeto missionário e a tomarem iniciativas contra as tantas injustiças e a envolverem-se nos problemas dos cidadãos e a acompanhá-los nas suas lutas, a apoiarem os frutos do seu trabalho coletivo e a celebrarem com eles cada pequena ou grande vitória.

Fonte: R. Vativcano

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

IRMÃS CLARISSAS - RELÓGIO DE LOUVORES

Relógio de Louvores

Que coisa é o TEMPO?

Para os comerciantes o tempo é dinheiro; para os aborrecidos, o tempo é um fardo. Mas para a monja Clarissa, o tempo é um precioso Dom de Deus, que Lhe devemos devolver com os juros de amor, oração e louvor. Ainda que os relógios do Mosteiro batam as horas em uníssono com os outros relógios do mundo, na realidade eles marcam muito mais do que minutos e horas. Pois apontam um caminho de louvor que se eleva até o Trono de Deus, assinalados desde já com o selo da eternidade. O que, porém, é essa realidade terrena do “aqui e agora” que denominamos DIAS, para uma filha de Santa Clara? Ou, como já muitos parentes e amigos têm perguntado: “que fazem vocês aí o dia todo?” A resposta está contida nos Salmos que nós rezamos!
“Em alta noite eu me levanto e Vos dou graças!” (Sl 118)
Durante o silêncio da noite, fazemos vigília de adoração. Como sentinelas nos revezamos em espírito de oração e desagravo.
“Considero-te auxiliar do próprio Deus e sustentáculo dos membros vacilantes de seu corpo inefável.” (Sta. Clara)
O sino soa às 04:40 hs, chamando-nos ao coro para o OFÍCIO DE LEITURAS e de LAUDES, quando, mais uma vez, ouvimos o grito do salmista: “Vou louvar-Vos Senhor..., eu irei acordar a aurora!” (Sl 56)
Uma hora de meditação precede a Santa Missa das 07:00 hs, auge espiritual do dia monástico.
“Feliz decerto és tu que podes participar deste banquete sagrado para unir-te com todas as fibras do coração Áquele que é o esplendor da glória.” (Sta Clara)
“Que poderei retribuir ao Senhor Deus por tudo aquilo que Ele fez em meu favor? Oferto um sacrifício de louvor, invocando o Nome Santo do Senhor!” (Sl 115)
Às 08:00 hs, invocamos a bênção do Espírito Santo sobre a Igreja inteira, durante o Ofício de TERÇA.
“Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado!” (Sl 103)“Que tua vida seja um louvor ao Senhor.” (Sta Clara)
Começamos então, as variadas atividades da manhã, que se referem aos cuidados com a casa de Deus e da Comunidade, dos jardins e da horta, do preparo da alimentação, da confecção de hóstias, artesanato e lavagem de roupa, tudo entrelaçado com o tempo de adoração Eucarística. Cada Irmã, individualmente tem seu tempo para a adoração ao Santíssimo. Todas as Irmãs, sempre com o coração voltado para o Senhor, pedem em oração: “ Tornai fecundo, ó Senhor, nosso trabalho. Fazei dar frutos o labor de nossas mãos!” (Sl 89)
“As Irmãs que têm a graça de trabalhar, trabalhem com espírito de devoção.” (Sta.Clara)“Senhor, é a Vossa Face que eu procuro!” (Sl 27)
A voz do sino chama-nos para as orações do meio-dia e o Ofício de SEXTA. Depois, dirigimo-nos em procissão para o Refeitório, onde tomamos nossa refeição principal, acompanhada de leitura espiritual.
“Dai graças ao Senhor porque Ele é bom: o Seu amor se estende pelos séculos!” (Sl 118)“Entrega fielmente a Deus o que prometeste e Ele retribuirá.” (Sta. Clara)
Após o almoço, os serviços domésticos e o tempo livre para um pequeno descanso e estudos. Em seguida canta-se a Hora NONA.
“Em alta voz, suplico ao Senhor!” (Sl 142)
Os trabalhos da tarde de nosso coração (oração e adoração) e de nossas mãos (costura, jardinagem, datilografia, artesanato, hóstias, velas, para mencionar só alguns), são colocados nas mãos do Senhor, até tocar o sino para se rezar, às 16:30 horas, o Rosário, seguido do Ofício de VÉSPERAS e da Oração pessoal.
“Ora e vigia sempre, completa apaixonadamente a obra que começaste”(Sta Clara)
“Minha oração suba a Vós como incenso e minhas mãos como oferta da tarde!” (Sl 141)
Ao toque do Angelus, às 18 hs, a Oração das Ave-Marias, e a refeição simples é seguida, após o serviço doméstico, pelo tempo de Recreação, quando no Mosteiro ecoam as risadas da partilha fraterna, a alegria de sermos “um só coração e uma só alma.”
“Vinde e vede como é bom, como é suave, os irmãos viverem juntos, bem unidos!” (Sl 131) “Oremos mutuamente a Deus, pois assim uma carregará o peso da outra e vamos cumprir com facilidade a lei de Cristo.” (Sta. Clara)
As conversas silenciam quando às 20:30 hs, o sino anuncia as últimas orações da noite e a recitação do Ofício de COMPLETAS.
Após o canto da antífona de Nossa Senhora, iniciamos o tempo de grande silêncio, que envolve o Mosteiro todo. Devolvemos, assim, a Deus, o dia que Ele nos concedeu e repousamos conscientes de que: “a seus amados, Deus concede até enquanto dormem!” (Sl 126)
Mas, a oração continua, pela adoração individual, quando o Santíssimo permanece exposto na Capelinha interna e as Irmãs se revezam a cada hora, para perpetuar a adoração a Deus.Porém, não tardará a ressoar o sino... Voz de Deus... ecoando pelos corredores do Mosteiro:
“Eis o Esposo! Ide ao seu encontro! E as virgens levantaram-se todas e prepararam suas lâmpadas!” (Mt 25,6)
E com isso começa mais um dia para a Irmã Clarissa!
“Eu me alegro de verdade, e ninguém vai poder roubar-me esta alegria, porque já alcancei o que desejava abaixo do céu!” (Sta Clara)
Acesse o site das IRMÃS CLARISSAS e conheça muito mais de suas vidas, seus trabalhos, dedicação à evangelização e a dedicação a terceiros.
A FAMÍLIA CATÓLICA

sexta-feira, 30 de maio de 2008

MIANMAR : PROSSEGUIR OBRAS EM COLABORAÇÃO COM BUDISTAS

PAPA EXORTA BISPOS DE MIANMAR A PROSSEGUIR SUAS OBRAS EM COLABORAÇÃO COM BUDISTAS

Cidade do Vaticano, 30 mai (RV) - O papa recebeu esta manhã um grupo de 20 bispos de Mianmar (ex-Birmânia), que estão realizando a visita qüinqüenal ad Limina Apostolorum, para venerar os túmulos dos apóstolos e reforçar sua comunhão com o Sucessor de Pedro. A Igreja em Mianmar é conhecida e admirada por sua solidariedade com os mais pobres e necessitados, o que pôde ser comprovado após a passagem do ciclone Nargis. O papa disse estar a par dos esforços da Igreja em providenciar cobertas, alimentos, água e medicamentos para os atingidos, nestes dias tão difíceis. Bento XVI espera que os acordos recentemente alcançados para a distribuição das ajudas possibilitem a assistência necessária e o acesso às áreas carentes; garantiu que a Igreja universal está espiritualmente próxima daqueles que perderam seus entes queridos e seus únicos pertences, cujo sofrimento deve ser aliviado.Bento XVI notou com prazer o crescente número de homens e mulheres que respondem ao chamado da vida consagrada, naquela região, fazendo votos de que sua aceitação livre e radical dos princípios evangélicos possa inspirar outros a optar pela vida de castidade, pobreza e obediência. Os cursos de formação oferecidos pela Conferência dos Religiosos Católicos são uma prova de que a cooperação entre diferentes comunidades religiosas é possível, no devido respeito de seus carismas. Neste sentido, o papa estimulou a colaboração com os Budistas.Outros sinais de esperança - acrescentou o Santo Padre - são o grande número de vocações ao sacerdócio. E no dia em que se celebra a Santificação dos Sacerdotes, pede que eles possam desempenhar seus deveres com humildade, simplicidade e obediência. “Como sabem, isto requer uma formação consonante com a dignidade do ofício presbiterial. Encorajo vocês a continuar fazendo sacrifícios para garantir que os seminaristas recebam formação integral, que os prepare para ser autênticos arautos da Nova Evangelização” – disse.O papa também convidou os bispos de Mianmar a recordarem seus sacerdotes a nutrirem-se continuamente da Eucaristia, através da participação na liturgia e na contemplação silenciosa. E enalteceu seu trabalho, sempre rico de iniciativas espirituais e catequéticas, principalmente junto aos jovens. Estes programas de evangelização requerem planejamento e organização, e devem recorrer ao uso de opúsculos e material audiovisual. “Estou certo – disse o papa – que Igrejas locais de outras partes do mundo fornecerão os instrumentos necessários, quando possível”. Enfim, o Santo Padre recordou o ano jubilar dedicado a São Paulo, que a Igreja católica promove a partir do final do mês de junho: “Iluminados pelo Espírito Santo, convido-os a unirem-se a São Paulo, na certeza de que nada – nem a angústia, a perseguição e a carestia – pode nos separar do amor de Deus em Cristo Jesus, nosso Senhor” – concluiu.