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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

PAPA FRANCISCO NA AFRICA

No bairro de lata de Kangemi o Papa pede água, casa e trabalho


Habitantes do bairro de Kangemi, em Nairobi, no Quénia, saudam o Papa - REUTERS         
 


Nairobi, 27 de Novembro – um início de manhã especial para o bairro de Kangemi, um dos 7 bairros de lata de Nairobi: grande entusiasmo entre os habitantes; presentes também muitas pessoas vindas de outros bairros da capital. O Papa Francisco foi à Igreja Paroquial de S. José Operário, animada por uma comunidade de jesuítas.
O Santo Padre ouviu os testemunhos de alguns dos habitantes do bairro e de uma religiosa que vive naquele lugar. Destaque para um filme que foi apresentado ao Papa onde se podem ver esgotos a céu aberto, barracas e estradas na lama, os pequenos negócios com que as pessoas vivem, e também as comunidades em oração e as crianças que jogam à bola.
Nas palavras que proferiu o Papa não poderia ter sido mais direto: “sinto-me em casa” – disse:
“Sinto-me em casa, partilhando este momento com irmãos e irmãs que têm um lugar preferencial na minha vida e nas minhas opções, não me envergonho de o dizer. Estou aqui porque quero que saibais que as vossas alegrias e esperanças, as vossas angústias e as vossas dores não me são indiferentes. Conheço as dificuldades que encontrais dia-a-dia! Como podemos não denunciar as injustiças?”
O Papa denunciou as injustiças e a marginalização promovida por “minorias que concentram o poder e a riqueza” e declarou ainda “que todas as famílias tenham um teto digno, acesso à água potável, instalações sanitárias, energia segura para iluminar, cozinhar, que possam melhorar as suas casas, que todos os bairros tenham estradas, praças, escolas, hospitais”.
O Papa Francisco denunciou ainda a “apropriação de terras por parte de investidores privados sem rosto, que pretendem mesmo apoderar-se do pátio das escolas”. Ao mesmo tempo denunciou a criminalidade organizada que usa os mais jovens nas suas atividades ilícitas.
O Santo Padre recordou também que o mundo tem uma “grave dívida social” para com os pobres que não têm acesso à água potável, criticando quem acaba por lucrar com a exploração daquele que é um direito universal.
Mas o Papa quis colocar em realce um aspecto nem sempre reconhecido e que é a sabedoria dos bairros populares: uma sabedoria que provêm de uma “obstinada resistência daquilo que é autêntico”, e que uma frenética sociedade de consumo parece ter esquecido:
“Reconhecer estas manifestações de vida boa que crescem cada dia entre vós, não significa, de modo algum, ignorar a terrível injustiça da marginalização urbana. São as feridas provocadas pelas minorias que concentram o poder, a riqueza e perduram egoisticamente, enquanto a crescente maioria tem que refugiar-se em periferias abandonadas, poluídas e descartadas.”
O Papa Francisco fez um apelo especial a todos os cristãos, em particular aos pastores, a renovarem o  ímpeto missionário e a tomarem iniciativas contra as tantas injustiças e a envolverem-se nos problemas dos cidadãos e a acompanhá-los nas suas lutas, a apoiarem os frutos do seu trabalho coletivo e a celebrarem com eles cada pequena ou grande vitória.

Fonte: R. Vativcano

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

REZAR SE APRENDE EM CASA COM OS PAIS

Papa na Audiência Geral: "Rezar se aprende em casa com os pais"



Cidade do Vaticano (RV)


– Bento XVI presidiu na manhã desta quarta-feira, na Sala Paulo VI, no Vaticano, à última Audiência Geral de 2011.

Nesses doze meses, cerca de 400 mil pessoas participaram dos encontros semanais das quartas-feiras para ouvir as catequeses do Papa, marcadas por uma grande variedade de argumentos.

Este ano, as catequeses foram dedicadas aos Santos e Santas dos séculos 16 e 17, à relação entre o homem e a oração e a uma série de reflexões sobre alguns Salmos. Esta última catequese, a de número 45, foi dedicada ao período natalino, propício a avivar a fé e a oração.A oração, recordou Bento XVI, formava parte da vida cotidiana da Sagrada Família de Nazaré. Aquela casa, com efeito, é uma escola de oração, onde se aprende a escutar e a descobrir o significado profundo da manifestação do Filho de Deus, seguindo o exemplo de Jesus, Maria e José."

A Sagrada Família é ícone da Igreja doméstica e um convite a rezar juntos" – disse o Papa. É no interior do lar que os filhos são iniciados na oração, graças aos ensinamentos de seus pais. Consequentemente, uma educação autenticamente cristã não pode prescindir da experiência da oração. "Se não se aprende a oração em casa, afirmou o Pontífice, depois será difícil. preencher esse vazio." Eis o resumo de sua catequese em português, seguida da saudação aos peregrinos lusófonos: "Queridos irmãos e irmãs, no clima natalício que nos envolve, convido-vos a refletir sobre a oração na vida da Sagrada Família de Nazaré, tomando por modelo Jesus, Maria e José. Como toda a família judia, os pais de Jesus – tinha ele quarenta dias - sobem ao templo para consagrar a Deus o filho primogênito. Maria ouve lá, do velho Simeão, palavras que lhe anunciam glórias e tribulações. Ela «guardava todas estas coisas no seu coração». Esta capacidade de Maria era contagiosa, sendo o seu primeiro beneficiário José. De fato ele, com Maria e sobretudo depois com Jesus, aprende a relacionar-se de modo novo com Deus, colaborando no seu projeto de salvação. Como era tradição, José presidia à oração doméstica no dia a dia: de manhã, à noite e nas refeições. Assim Jesus aprendeu a alternar oração e trabalho, e a oferecer a Deus o suor e cansaço para ganhar o pão de cada dia. Se uma criança não aprende a rezar em família, este vazio será difícil de preencher depois. Possam todos descobrir, na escola de Nazaré, a beleza de rezarem juntos como família. Amados peregrinos de língua portuguesa, a minha saudação amiga, vendo a vossa presença como a ocasião propícia para confiar ao Pai do Céu as vossas famílias e os sonhos de bem que abrigam no coração. Recebei, como penhor de paz e consolação, a minha Bênção Apostólica".

sexta-feira, 2 de julho de 2010

ZELAR POR QUEM TEM O MAR COMO CASA

VATICANO: ZELAR POR QUEM TEM O MAR COMO CASA

Cidade do Vaticano,

- No ano declarado pela Organização Marítima Mundial como o “Ano do Marítimo”, o Vaticano anuncia a intenção de incrementar a atividade pastoral junto aos pescadores.A mensagem do Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e Itinerantes para o “Domingo do Mar” - 11 de julho - esclarece que o dia deve ser uma oportunidade para reconhecer a fadiga dos marinheiros, que “com um trabalho duro e inúmeros sacrifícios, contribuem para que a nossa vida seja mais cômoda”.O Arcebispo António Maria Vegliò, Presidente do Conselho, assina a mensagem e frisa a importância das comunidades católicas espalhadas pelo mundo ao acompanhar e ajudar àqueles que fazem do mar a sua casa.O Apostolado do Mar, que este ano celebra 90 anos de existência, deve ser a face mais visível de um trabalho que a Igreja quer ver reforçado. O serviço oferece assistência pastoral a marinheiros e pescadores através de visitas às embarcações; e quando necessário, fornece abrigo nos centros de acolhimento “Stella Maris”, projeto que se apóia quase exclusivamente no trabalho voluntário.A mensagem traz o agradecimento da Santa Sé ao esforço de capelães e leigos nos portos; pede a todos que “continuem a apoiar esta obra”, e às Igrejas que “se envolvam cada vez mais neste ministério pastoral”.Recorda-se ainda que o progresso tecnológico tem trazido muitas mudanças na indústria marítima, melhorado a segurança e a confiança das embarcações e reduzido o tempo de carga e descarga nos portos, mas no entanto, “pouco tem mudado no que diz respeito às necessidades humanas de marinheiros e pescadores”.Uma das metas do Apostolado do Mar é obter o reconhecimento e a ratificação da Convenção sobre o Trabalho Marítimo de 2006, instrumento que garante o direito de todos os marítimos a um emprego digno. (CM)

Fonte: RV

domingo, 28 de setembro de 2008

NA ÍNDIA, ENÉSIMO ATO, COM EXTREMA VIOLÊNCIA, CONTRA CRISTÃOS

EXTREMISTAS HINDUÍSTAS INCENDEIAM CASA DAS IRMÃS DE MADRE TERESA DE CALCUTÁ

Nova Délhi,
- Enésima violência contra os cristãos na Índia. Fundamentalistas hinduístas assaltaram e deram às chamas a casa das Missionárias da Caridade _ Congregação fundada por Madre Teresa de Calcutá. O fato ocorreu nesta quinta-feira no vilarejo de Sukananda, distrito de Kandhamal, mas a notícia foi dada somente hoje.Por volta das 23h locais, uma multidão de 700 pessoas tomou as ruas _ violando o toque de recolher imposto pelas autoridades _ armada com foices, espadas e barras de ferro, e assediou o prédio e adjacências. Também destruiu a igreja local, desencadeando a sua fúria devastadora até às 2h da manhã."Na casa não havia ninguém _ declarou a superiora regional da congregação, Ir. Suma _ porque desde quando foram desencadeadas as violências contra os cristãos nos transferimos para a residência de Bhubaneshwar, junto às jovens dalit (sem casta) e tribais às quais havíamos dado abrigo."Ontem, sexta-feira, Irmã Suma encontrou o governador do Estado de Orissa, Muralidhar Chandrakant Bhandare, a quem disse que o ataque é obra de "forças demoníacas" que atuam na região. O governador disse concordar com a religiosa.Também o arcebispo de Cuttack Bhubaneswar, Dom Raphael Cheenath, que define as religiosas de Madre Teresa como "missionárias de fronteira" e, por isso, sempre mais expostas aos riscos, manifestou a sua solidariedade às religiosas.Também ontem a Conferência Episcopal Indiana difundiu uma declaração assinada por seu presidente e também arcebispo-mor de Ernakulam-Angamaly dos Siro-Malabarenses, Cardeal Varkey Vithayathil, sobre as violências contra os cristãos.Pela primeira vez, os bispos acusam oficialmente grupos do ativismo radical Hindutva e exigem justiça do governo central e dos outros Estados. Pedem que a civilização indiana da tolerância seja salvaguardada e garantida a obra dos cristãos em favor dos pobres e dos sem castas, em prol da reconciliação social. (RL)
Fonte: RV