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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Francisco, a riqueza e a beleza da Igreja latino-americana

Francisco, a riqueza e a beleza da Igreja latino-americana



 Cidade do Vaticano 

– Papa Francisco completa nesta quarta-feira 20 dias de pontificado, e continua ‘se apresentando’ ao mundo. A cada discurso, homilia ou presença pública, aprendemos a conhecê-lo. Em suas primeiras aparições, falou várias vezes do ‘porquê’ da escolha do nome Francisco. O Pontífice também usa termos como ‘cuidar’ no sentido de zelar, custodiar, conservar, para abordar temas como a natureza, a família e as nossas relações cotidianas.

Primeiro Papa latino-americano da história da Igreja, Francisco tem algo de novo a trazer, que não se limita ao modo de falar. A espiritualidade e da religiosidade latino-americanas são componentes marcantes, que certamente enriquecem toda a Igreja. É o que pensa o bispo de Camaçari, na Bahia, e Presidente da Comissão Episcopal para a Família, Dom Giancarlo Petrini.

“O Papa Francisco tem uma carga humana muito forte, muito elevada, que aparece com o sorriso, com a simpatia e a descontração. Ele tem um modo de falar que embora não seja tão erudito, muitas vezes acaba chegando diretamente ao coração das pessoas.

Quando se fala de ‘cuidar’, esta é uma palavra muito utilizada, especialmente na sociologia, no serviço social, na psicologia, para falar das relações familiares. Isto quer dizer que ele certamente acompanha o que se pensa no mundo laico a respeito da família, e pega o melhor. Escolheu esta palavra ‘cuidar’, que é certamente significativa de uma atitude de acolhimento, de cuidado, ou seja, de caridade fraterna, porque nas relações humanas, inclusive na família, tende a prevalecer a correria, a pressa, pela qual parece que ninguém interessa a ninguém. Cada um deve se virar, e fundamentalmente a vida se torna muito solitária, uma tremenda solidão. O Papa Bento falava de deserto.

O que vejo é que o Papa Francisco está chegando ao coração das pessoas de uma maneira simples, mas eficaz. Certamente a figura do Papa Francisco é uma figura que alcança as pessoas, porque é como se fosse um Pai que dá um conselho, ou uma pessoa com grande sabedoria, um irmão mais velho, que diz: ‘veja, é assim que se faz’.

A característica dele é não intimidar, não colocar distância, não exaltar ou não fazer sentir a distância que às vezes, diante de uma figura institucional grandiosa como o sucessor de Pedro, as pessoas sentiam. Isto é uma grande riqueza e nós entendemos que um latino-americano no lugar de Pedro certamente poderá valorizar a riqueza e a beleza da Igreja na América Latina: uma participação popular mais intensa e apaixonada, uma maneira de viver, por exemplo, a Eucaristia e os diversos momentos da Igreja com muito canto, com muita alegria e participação.

Ao mesmo tempo, nós vemos esta postura mais pastoral, mais paternal, mais de homem que se dirige ao homem comum, ao trabalhador, àquele que se sacrifica para cuidar dos filhos. Parece que este é o interlocutor que ele escolheu: não os grandes, que orientam o pensamento, aqueles que decidem as palavras de ordem que discorrem em todas as páginas dos jornais e das revistas. Francisco escolheu como seu interlocutor o homem e a mulher que em sua simplicidade procuram acertar o passo de um equilíbrio para fazer escolhas com sabedoria e que podem encontrar em Jesus Cristo a verdadeira luz que ilumina o próprio caminho; aquela sabedoria que facilita as escolhas e as decisões que uma pessoa normalmente faz”.

Fonte: RV

domingo, 2 de novembro de 2008

PAPA REZA O ANGELUS E FALA DA BELEZA DA SANTIDADE

BENTO XVI REZA O ANGELUS E FALA DA BELEZA DA SANTIDADE


Cidade do Vaticano,
- “O mundo se parece com um jardim, onde o Espírito de Deus suscitou com admirável fantasia uma multidão de santos e santas, de todas as idades e condições sociais, de todas as línguas, povos e culturas”. É uma mensagem de esperança, as palavras que Bento XVI quis dirigir ontem aos fiéis reunidos na Praça São Pedro para a oração mariana do Angelus, no dia em que se celebrou a Festa de Todos os Santos.
“Visitando um horto botânico – disse o Papa - ficamos impressionados diante da variedade de plantas e de flores, e vem espontaneamente pensar na fantasia do Criador que fez da terra um maravilhoso jardim. Análogo sentimento experimentamos quando consideramos o espetáculo da santidade”.
Os Santos recordou o Papa, são diversos um do outro, “com a singularidade da própria personalidade humana e do próprio carisma espiritual”.
“Todos, porém, trazem impresso o sigilo de Jesus, isto é a marca do seu amor, testemunhado através da Cruz. Todos estão alegres, em uma festa sem fim, mas, como Jesus, esta meta eles conquistaram passando através da fadiga e da prova, cada um enfrentando a sua parte de sacrifício para poder participar na glória da ressurreição”, afirmou Bento XVI.
A solenidade de Todos os Santos veio se afirmando durante o primeiro milênio cristão como celebração coletiva dos mártires. Já no ano 609, em Roma, o Papa Bonifácio IV havia consagrado o Panteão, dedicando-o a Nossa Senhora e a todos os mártires. O martírio – disse o Santo Padre - podemos entendê-lo em lato senso, como amor por Cristo sem reservas, amor que se exprime no dom total de si a Deus e aos irmãos.
“Na sua existência terrena, santos e santas – explicou ainda o Papa fazendo referência às bem-aventuranças evangélicas – foram pobres em espírito, sofredores por causa do pecado, mansuetos, famintos e sedentos de justiça, misericordiosos, puros de coração, agentes de paz, perseguidos pela justiça. E Deus partilhou com eles a sua mesma felicidade: provaram esta felicidade já neste mundo e, agora no além, a desfrutam em plenitude. Eles são agora, consolados, herdeiros da terra, saciados, perdoados, podem ver Deus do qual são filhos”. Em seguida, observou o Papa, “sentimos reavivar-se em nós a atração pelo céu, que nos leva a apressar o passo da nossa peregrinação terrena”: “Sentimos acender nos nossos corações o desejo de unir-nos para sempre à família dos santos, da qual temos já a graça de fazer parte. Possa essa bonita aspiração arder em todos os cristãos, e ajudá-los a superar toda dificuldade, medo e tribulação”. O Papa concluiu a sua alocução antes de rezar a oração do Angelus, convidando todos a colocarem a sua mão nas mãos maternas de Maria, Rainha de todos os Santos, e a se deixarem levar por Ela em direção à pátria celeste, em companhia dos espíritos bem-aventurados de todas as nações, povos e línguas. Em seguida Bento XVI recordou que neste domingo comemoramos os nossos caros defuntos, rezou a oração do Angelus e concedeu a todos a sua Benção Apostólica.
Após a oração do Angelus o Papa saudou os fiéis presentes na Praça São Pedro em várias línguas. Falando em italiano Bento XVI fez uma saudação particular às milhares de pessoas, provenientes de toda a Itália, que participaram neste sábado da primeira edição da “Corrida dos Santos”, promovida pela Congregação Salesiana.“Caros amigos – disse o Papa – vocês partiram de São Pedro e chegaram aqui em São Pedro, passando por São João de Latrão, São Paulo fora dos Muros e Santa Maria Maior. Fico feliz por esta iniciativa que exprime a alegria e também a fadiga de correr juntos no caminho da santidade. Possa toda a nossa vida ser uma “corrida” na fé e no amor, animada pelo exemplo das grandes testemunhas do Evangelho”. (SP)

Fonte: RV