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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Papa: desmascarar tentação da riqueza, vaidade e orgulho


Papa Francisco durante a Missa em Ecatepec, México - REUTERS

14/02/2016 17:45   
 
 
Neste I domingo da Quaresma (14/02) o Papa Francisco presidiu à Santa Missa em Ecatepec, arredores da Cidade do México. Na homilia Francisco começou por recordar a Quaresma, tempo litúrgico – disse – em que a Igreja nos convida a preparar-nos para a Páscoa e tempo especial para lembrar o dom do nosso Baptismo, e acrescentou:
“Este tempo de Quaresma é uma boa ocasião para recuperar a alegria e a esperança que nos vem do facto de nos sentirmos filhos amados do Pai. Este Pai que nos espera para livrar-nos das vestes do cansaço, da apatia, da desconfiança e revestir-nos com a dignidade que só um verdadeiro pai e uma verdadeira mãe sabem dar aos seus filhos, as vestes que nascem da ternura e do amor”.
O nosso Pai é, na verdade, pai duma grande família – prosseguiu o Papa - é Pai nosso, é um Deus que Se entende de família, de fraternidade, de pão partido e partilhado - é o Deus do «Pai Nosso», não do «pai meu e padrinho vosso» frisou Francisco, acrescentando que em cada um de nós está inscrito e vive o sonho de sermos filhos de Deus.
Deste modo, destacou o Santo Padre, a Quaresma é antes de tudo tempo de conversão, porque experimentamos na vida de cada dia que tal sonho é continuamente ameaçado pelo diabo, que nos quer separar, gerando uma sociedade dividida e conflituosa, uma sociedade de poucos e para poucos. E observou:
“Quantas vezes experimentamos na nossa própria carne ou na carne da nossa família, na dos nossos amigos ou vizinhos a amargura que nasce de não sentir reconhecida esta dignidade que todos trazemos dentro. Quantas vezes tivemos de chorar e arrepender-nos, porque nos demos conta de não ter reconhecido tal dignidade nos outros. Quantas vezes – digo-o com tristeza – permanecemos cegos e insensíveis perante a falta de reconhecimento da dignidade própria e alheia”.
Mas a Quaresma é também tempo para abrir os olhos para as injustiças que atentam directamente contra o sonho e o projecto de Deus, disse ainda o Papa, tempo para desmascarar aquelas três grandes formas de tentação que procuram arruinar a verdade a que fomos chamados: a riqueza, a vaidade e o orgulho.
Sobre a tentação da riqueza disse Francisco:
“A riqueza, apropriando-nos de bens que foram dados para todos, usando-os só para mim ou para «os meus». É conseguir o pão com o suor alheio ou até com a vida alheia. Tal riqueza é pão que sabe a tristeza, amargura e sofrimento. Numa família ou numa sociedade corrupta, é o pão que se dá a comer aos próprios filhos”.
Três tentações de Cristo, observou Francisco, mas também três tentações que o cristão enfrenta diariamente, três tentações que procuram degradar, destruir e tirar a alegria e o frescor do Evangelho; que nos fecham num círculo de destruição e pecado.
E o Papa convidou a perguntar-nos se estamos conscientes destas tentações na nossa vida e se não nos acostumamos a um estilo de vida que considera a riqueza, a vaidade e o orgulho como a fonte e a força de vida.
Mas temos de escolher Jesus, e não o diabo, diz o Papa, e a Igreja oferece-nos o tempo da Quaresma convidando-nos à conversão, na certeza de que Deus está à nossa espera e quer curar o nosso coração de tudo aquilo que o degrada - é o Deus cujo nome é misericórdia, nome no qual repomos a nossa confiança.
E concluiu rezando para que o Espírito Santo renove nos fiéis a certeza de que o seu nome é misericórdia e nos faça experimentar, em cada dia, que o Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. (BS)

Fonte RV

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Francisco, a riqueza e a beleza da Igreja latino-americana

Francisco, a riqueza e a beleza da Igreja latino-americana



 Cidade do Vaticano 

– Papa Francisco completa nesta quarta-feira 20 dias de pontificado, e continua ‘se apresentando’ ao mundo. A cada discurso, homilia ou presença pública, aprendemos a conhecê-lo. Em suas primeiras aparições, falou várias vezes do ‘porquê’ da escolha do nome Francisco. O Pontífice também usa termos como ‘cuidar’ no sentido de zelar, custodiar, conservar, para abordar temas como a natureza, a família e as nossas relações cotidianas.

Primeiro Papa latino-americano da história da Igreja, Francisco tem algo de novo a trazer, que não se limita ao modo de falar. A espiritualidade e da religiosidade latino-americanas são componentes marcantes, que certamente enriquecem toda a Igreja. É o que pensa o bispo de Camaçari, na Bahia, e Presidente da Comissão Episcopal para a Família, Dom Giancarlo Petrini.

“O Papa Francisco tem uma carga humana muito forte, muito elevada, que aparece com o sorriso, com a simpatia e a descontração. Ele tem um modo de falar que embora não seja tão erudito, muitas vezes acaba chegando diretamente ao coração das pessoas.

Quando se fala de ‘cuidar’, esta é uma palavra muito utilizada, especialmente na sociologia, no serviço social, na psicologia, para falar das relações familiares. Isto quer dizer que ele certamente acompanha o que se pensa no mundo laico a respeito da família, e pega o melhor. Escolheu esta palavra ‘cuidar’, que é certamente significativa de uma atitude de acolhimento, de cuidado, ou seja, de caridade fraterna, porque nas relações humanas, inclusive na família, tende a prevalecer a correria, a pressa, pela qual parece que ninguém interessa a ninguém. Cada um deve se virar, e fundamentalmente a vida se torna muito solitária, uma tremenda solidão. O Papa Bento falava de deserto.

O que vejo é que o Papa Francisco está chegando ao coração das pessoas de uma maneira simples, mas eficaz. Certamente a figura do Papa Francisco é uma figura que alcança as pessoas, porque é como se fosse um Pai que dá um conselho, ou uma pessoa com grande sabedoria, um irmão mais velho, que diz: ‘veja, é assim que se faz’.

A característica dele é não intimidar, não colocar distância, não exaltar ou não fazer sentir a distância que às vezes, diante de uma figura institucional grandiosa como o sucessor de Pedro, as pessoas sentiam. Isto é uma grande riqueza e nós entendemos que um latino-americano no lugar de Pedro certamente poderá valorizar a riqueza e a beleza da Igreja na América Latina: uma participação popular mais intensa e apaixonada, uma maneira de viver, por exemplo, a Eucaristia e os diversos momentos da Igreja com muito canto, com muita alegria e participação.

Ao mesmo tempo, nós vemos esta postura mais pastoral, mais paternal, mais de homem que se dirige ao homem comum, ao trabalhador, àquele que se sacrifica para cuidar dos filhos. Parece que este é o interlocutor que ele escolheu: não os grandes, que orientam o pensamento, aqueles que decidem as palavras de ordem que discorrem em todas as páginas dos jornais e das revistas. Francisco escolheu como seu interlocutor o homem e a mulher que em sua simplicidade procuram acertar o passo de um equilíbrio para fazer escolhas com sabedoria e que podem encontrar em Jesus Cristo a verdadeira luz que ilumina o próprio caminho; aquela sabedoria que facilita as escolhas e as decisões que uma pessoa normalmente faz”.

Fonte: RV

domingo, 6 de junho de 2010

A RIQUEZA DA IGREJA

LITURGIAS E LÍNGUAS: A RIQUEZA DA IGREJA
Nicósia, 06 jun (RV)

– O penúltimo compromisso de Bento XVI em terras cipriotas foi a visita à Catedral maronita de Nossa Senhora das Graças, na capital Nicósia, consagrada em 1960.Na presença dos fiéis maronitas, o Papa recordou a presença desta comunidade em Chipre, marcada por uma longa e rica história, mas também por episódios turbulentos. Todavia, apesar das provações, eles permaneceram perseverantes na fé: "Eu os exorto a fazerem tesouro desta grande herança, deste precioso dom".A seguir, Bento XVI falou do grande templo que é o Corpo Místico de Cristo, que se expressa na variedade de liturgias, de línguas e de lugares onde os cristãos se encontram. Manifestação da única voz do Povo de Deus, essa comunhão nos impulsiona a levar a Boa Nova a toda a humanidade."Este é o empenho que eu compartilho com vocês hoje: rezo para que a Igreja maronita, em união com todos os pastores e com o Bispo de Roma, possa crescer em santidade, na fidelidade ao Evangelho e no amor pelo Senhor e pelo próximo" – disse Bento XVI em grego. Depois da saudação do pontífice, seguiu a "Oração do Perdão" (segundo a liturgia síria), pronunciada pelo Patriarca maronita, Card. Nasrallah Sfeir, o hino de invocação a Nossa Senhora e a entrega de um dom ao Papa.Concluída a visita, Bento XVI se dirigiu ao Aeroporto Internacional de Larnaca, para a cerimônia de despedida. (BF)


Fonte: RV