Seguidores

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

Visite a Capela das Aparições, ON LINE.
Participe das orações, do terço e das missas diárias.

Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.

CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
Mostrando postagens com marcador ORIENTE MÉDIO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ORIENTE MÉDIO. Mostrar todas as postagens

domingo, 16 de setembro de 2012

DEUS CONSEDA A PAZ À SÍRIA E A TODO O ORIENTE MÉDIO



Bento XVI no Angelus: Deus conceda paz à Síria e a todo o Oriente Médio


Beirute


- Na oração do Angelus, deste domingo, o Papa fez novamente um apelo pela paz no Oriente Médio."Peçamos a Maria, Nossa Senhora do Líbano, ao redor da qual se encontram cristãos e muçulmanos, para que interceda junto de seu divino Filho por vós, pelos habitantes da Síria e dos países vizinhos, implorando o dom da paz – disse Bento XVI a todos os presentes no City Center Waterfront de Beirute."Vós conheceis bem a tragédia dos conflitos e da violência, que gera tantos sofrimentos. Infelizmente, o fragor das armas continua a fazer-se ouvir, assim como o grito das viúvas e dos órfãos. A violência e o ódio invadem as estradas, e as mulheres e as crianças são as suas primeiras vítimas. Porquê tantos horrores? Porquê tantos mortos? Faço apelo à comunidade internacional; faço apelo aos países árabes para que, como irmãos, proponham soluções viáveis que respeitem a dignidade de cada pessoa humana, os seus direitos e a sua religião. Quem quer construir a paz, deve deixar de ver no outro um mal a ser eliminado; não é fácil ver no outro uma pessoa para respeitar e amar, e todavia é preciso consegui-lo, se se deseja construir a paz, se se quer a fraternidade. Que Deus conceda ao vosso país, à Síria e a todo o Oriente Médio o dom da paz dos corações, o silêncio das armas e o fim de toda a violência" - frisou o Papa."Queira Deus que os homens compreendam que são todos irmãos! Possamos com a ajuda de Deus nos converter para trabalhar com ardor na construção da paz, necessária para uma vida harmoniosa entre irmãos, independentemente da origem e da convicção religiosa" – concluiu o Santo Padre. (MJ)

sábado, 15 de setembro de 2012

AOS JOVENS: FAÇAM A REVOLUÇÃO DO AMOR



Papa aos jovens do Oriente Médio: "Façam a revolução do amor".


A saudação à Síria





Bkerké






– Uma multidão em festa acolheu Bento XVI para seu último compromisso este sábado em terras libanesas: o encontro com os jovens do Líbano e do Oriente Médio no Patriarcado Maronita de Bkerké.Tratou-se de um encontro como “de pai para filho”, aberto e franco, em que os jovens libaneses falaram sem máscaras dos problemas e dos desafios que os angustiam; Bento XVI os ouviu e os aconselhou, dirigindo-lhes uma palavra de esperança.O encontro se realizou em forma de Celebração da Palavra. Teve início com a saudação do Patriarca de Antioquia dos Maronitas, Béchara Boutros Rai, e do Arcebispo de Saida dos Greco-melquitas, Dom Elie Haddad, que garantiu a presença de um grupo de jovens do Oriente Médio na Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, em 2013, evento para o qual já estão se preparando. A seguir, foi a vez do testemunho dos jovens: “Nós, jovens do Oriente Médio, estamos hoje mergulhados em um mar de dificuldades, de apreensões e de temores”, disseram a Bento XVI. Eles falaram de conflitos, de ódio, de sofrimento, de desemprego, de falta de perspectivas, de emigração. Diante da realidade, o anseio: “Aspiramos à paz e sonhamos com um futuro sem guerras; um futuro onde desempenharemos um papel ativo, onde trabalharemos com nossos irmãos, jovens de diferentes religiões, construindo a civilização do amor, edificando pátrias onde os direitos do homem e sua liberdade são respeitados, onde sua dignidade é protegida.”Nós, jovens da Igreja de hoje, queremos ser um sinal de esperança para toda a região, e testemunhar o amor de Deus, que é mais forte que a morte.Ao Papa, eles garantiram sua fé e sua confiança na Igreja, que são grandes apesar dos desafios e das crises.“Nós lhe pedimos que vele sempre sobre a Juventude do Líbano e do Oriente Médio, que seja uma fonte constante de apoio e de encorajamento para que nós continuemos nossa missão nesta região.”A presença de Bento XVI no Líbano, a despeito das nossas circunstâncias, é um desafio à lógica da guerra e do desespero; ela é um sinal de paz e de esperança.O Pontífice, por sua vez, não deixou os jovens desiludidos. Declarou-se consciente das dificuldades que devem enfrentar devido à falta de estabilidade e segurança. Todavia, este contexto não deve impelir a juventude a provar o «mel amargo» da emigração, com o desenraizamento e a separação em troca dum futuro incerto. Bento XVI garantiu que os jovens ocupam um lugar privilegiado no seu coração e na Igreja inteira, porque a Igreja é sempre jovem. "Sede jovens na Igreja. Sede jovens com a Igreja."Citou as palavras de seu predecessor: "Não tenhais medo! Abri as portas de vossas almas e de vossos corações a Cristo". Nele, encontrarão a força e a coragem para avançar nos caminhos da sua vida, superando as dificuldades e o sofrimento.As frustrações presentes não devem levar a buscar refúgio em mundos paralelos, como por exemplo o mundo das drogas de todo o tipo ou o mundo triste da pornografia. Quanto às redes sociais, são interessantes, disse o Papa, mas podem, com facilidade, levar à dependência e à confusão entre o real e o virtual. Outra tentação é representada pelo dinheiro. Ponham de lado o que é ilusório, aparência e mentira.Sede os portadores do amor de Cristo. Fazei a revolução do amor. É bom comprometer-se com os outros e pelos outros. A fraternidade é uma antecipação do Céu. Sede os mensageiros do Evangelho da vida e dos valores da vida; resisti corajosamente a tudo o que a nega: o aborto, a violência, a rejeição e o desprezo do outro, a injustiça, a guerra. O perdão e a reconciliação são caminhos de paz, e abrem um futuro.Sobre a Exortação apostólica Ecclesia in Medio Oriente, assinada esta sexta-feira, o Pontèifice recordou que esta carta destina-se "também a vós, queridos jovens. Procurai lê-la com atenção e meditá-la, para a pôr em prática".Nas saudações finais, o Papa recordou os milhões de pessoas que formam a diáspora libanesa e mantêm laços sólidos com o seu país de origem. Saudou ainda os jovens muçulmanos que também estavam presentes esta tarde. “Com os jovens cristãos, sois são o futuro deste país maravilhoso e de todo o Médio Oriente. Procurai construi-lo juntos! É preciso que o Oriente Médio inteiro, pondo os olhos em vós, compreenda que os muçulmanos e os cristãos, o Islã e o Cristianismo, podem viver juntos, sem ódio e no respeito das crenças de cada um, para construírem juntos uma sociedade livre e humana”.Antes da oração dos féis e do Pai-Nosso, Bento XVI saudou outro grupo presente neste encontro: jovens vindos da Síria. “Quero dizer-vos o quanto admiro a vossa coragem. Dizei em vossa casa, aos vossos familiares e aos vossos amigos que o Papa não vos esquece. Dizei ao vosso redor que o Papa está triste por causa dos vossos sofrimentos e lutos. Não esquece a Síria nas suas orações e preocupações. Nem esquece as populações do Médio Oriente que sofrem. É tempo que muçulmanos e cristãos se unam para pôr termo à violência e às guerras”.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

PAPA BENTO XVI ASSINA EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL PARA O IGREJA DO ORIENTE MÉDIO



Papa assina Exortação apostólica pós-sinodal para a Igreja no Oriente Médio



Harissa (RV)



- Bento XVI encontra-se, no Líbano, em sua 24ª viagem apostólica internacional. Nesta tarde, o Papa foi acolhido pelo Patriarca greco-melquita, Gregorios III Laham, na Basílica de São Paulo, em Harissa, e ali assinou a Exortação apostólica pós-sinodal Ecclesia in Medio Oriente.Antes da assinatura, o Santo Padre proferiu seu discurso ao presidente do país, aos patriarcas e bispos do Líbano, aos membros do Conselho Especial para o Oriente Médio do Sínodo dos Bispos, aos representantes do mundo da cultura e da sociedade civil, aos membros das delegações ortodoxa, muçulmana e drusa, e a toda a comunidade greco-melquita. O Papa frisou que a data de hoje, Festa da Exaltação da Santa Cruz, cuja celebração nasceu no Oriente em 335, coincide com a assinatura do documento."Para um cristão, exaltar a Cruz quer dizer entrar em comunhão com a totalidade do amor incondicional de Deus pelo homem; é fazer um ato de fé. Exaltar a Cruz, na perspectiva da Ressurreição, é desejar viver e manifestar a totalidade deste amor; é fazer um ato de amor. Exaltar a Cruz leva ao compromisso de ser arauto da comunhão fraterna e eclesial, fonte do verdadeiro testemunho cristão; é fazer um ato de esperança" – destacou Bento XVI.O Papa recordou que os Padres sinodais, analisando a situação das Igrejas no Oriente Médio, refletiram sobre as alegrias, temores e esperanças dos discípulos de Cristo nessa terra. "A Exortação Ecclesia in Medio Oriente permite repensar o presente para considerar o futuro com o próprio olhar de Cristo. Com as suas orientações bíblicas e pastorais, com o seu convite a um aprofundamento espiritual e eclesiológico, com a renovação litúrgica e catequética preconizada, com os seus apelos ao diálogo, pretende traçar um caminho para chegar ao essencial: o seguimento de Cristo, num contexto difícil, e por vezes doloroso, que poderia fazer surgir a tentação de ignorar ou esquecer a Cruz gloriosa. Mas é precisamente então que é necessário celebrar a vitória do amor sobre o ódio, do perdão sobre a vingança, do serviço sobre a prepotência, da humildade sobre o orgulho, da unidade sobre a divisão" - sublinhou o pontífice.O Santo Padre ressaltou que "a Exortação abre ao verdadeiro diálogo inter-religioso fundado na fé em Deus Uno e Criador" e "quer contribuir a um ecumenismo repleto de ardor humano, espiritual e caritativo". O Papa recordou que a Exortação quer ajudar os discípulos de Cristo a serem protagonistas ativos da fé através da comunhão e do testemunho.Com esses sentimentos de esperança e encorajamento, Bento XVI entregará a Exortação apostólica, no próximo domingo, à Igreja no Oriente Médio. (MJ)
Papa assina Exortação apostólica pós-sinodal para a Igreja no Oriente MédioHarissa (RV) - Bento XVI encontra-se, no Líbano, em sua 24ª viagem apostólica internacional. Nesta tarde, o Papa foi acolhido pelo Patriarca greco-melquita, Gregorios III Laham, na Basílica de São Paulo, em Harissa, e ali assinou a Exortação apostólica pós-sinodal Ecclesia in Medio Oriente.Antes da assinatura, o Santo Padre proferiu seu discurso ao presidente do país, aos patriarcas e bispos do Líbano, aos membros do Conselho Especial para o Oriente Médio do Sínodo dos Bispos, aos representantes do mundo da cultura e da sociedade civil, aos membros das delegações ortodoxa, muçulmana e drusa, e a toda a comunidade greco-melquita. O Papa frisou que a data de hoje, Festa da Exaltação da Santa Cruz, cuja celebração nasceu no Oriente em 335, coincide com a assinatura do documento."Para um cristão, exaltar a Cruz quer dizer entrar em comunhão com a totalidade do amor incondicional de Deus pelo homem; é fazer um ato de fé. Exaltar a Cruz, na perspectiva da Ressurreição, é desejar viver e manifestar a totalidade deste amor; é fazer um ato de amor. Exaltar a Cruz leva ao compromisso de ser arauto da comunhão fraterna e eclesial, fonte do verdadeiro testemunho cristão; é fazer um ato de esperança" – destacou Bento XVI.O Papa recordou que os Padres sinodais, analisando a situação das Igrejas no Oriente Médio, refletiram sobre as alegrias, temores e esperanças dos discípulos de Cristo nessa terra. "A Exortação Ecclesia in Medio Oriente permite repensar o presente para considerar o futuro com o próprio olhar de Cristo. Com as suas orientações bíblicas e pastorais, com o seu convite a um aprofundamento espiritual e eclesiológico, com a renovação litúrgica e catequética preconizada, com os seus apelos ao diálogo, pretende traçar um caminho para chegar ao essencial: o seguimento de Cristo, num contexto difícil, e por vezes doloroso, que poderia fazer surgir a tentação de ignorar ou esquecer a Cruz gloriosa. Mas é precisamente então que é necessário celebrar a vitória do amor sobre o ódio, do perdão sobre a vingança, do serviço sobre a prepotência, da humildade sobre o orgulho, da unidade sobre a divisão" - sublinhou o pontífice.O Santo Padre ressaltou que "a Exortação abre ao verdadeiro diálogo inter-religioso fundado na fé em Deus Uno e Criador" e "quer contribuir a um ecumenismo repleto de ardor humano, espiritual e caritativo". O Papa recordou que a Exortação quer ajudar os discípulos de Cristo a serem protagonistas ativos da fé através da comunhão e do testemunho.Com esses sentimentos de esperança e encorajamento, Bento XVI entregará a Exortação apostólica, no próximo domingo, à Igreja no Oriente Médio. (MJ)


Fonte: RV

Papa BENTO XVI CHEGA A BEIRUT COM MENSAGEM DE PAZ

Bento XVI chega hoje a Beirut com mensagem de paz e comunhão para as populações do Médio Oriente



Bento XVI parte às 9.30 de Roma para Beirute, aonde deverá chegar pouco antes das 14 horas locais, para a sua 24ª viagem apostólica internacional. A visita tem lugar por ocasião da publicação da Exortação apostólica Pós-Sinodal “Ecclesia in Medio Oriente”. A chegada de Bento XVI é aguardada com esperança não só pelos cristãos, mas também pelos muçulmanos do País dos Cedros que vêem no Papa uma mensagem de paz e convivência para o Médio Oriente, num momento de grande tensão, por causa da guerra civil na Síria, como nos informa, a partir de Beirute, Alessandro Gisotti.

“Em Beirute respira-se um clima de esperança e trepidação pela chegada do Papa. É difícil encontrar uma rua da cidade que não esteja enfeitada com bandeiras do Vaticano e do Líbano ou com cartazes de Bento XVI com o lema da viagem “A paz esteja convosco”, expressa em várias línguas, do árabe ao francês; do inglês ao latim “Pax Vobis”.

E esta região tem efectivamente grande necessidade de paz. Recordam-no também os prédios de Beirute crivados de balas, durante a guerra civil no país e que permaneceram lado a lado com novos arranha-céus que vão continuamente transformando o perfil da cidade.

À espera do Papa estão os fiéis do Líbano e os pastores do Médio Oriente a quem entregará a Exortação apostólica Pós-Sinodal. Esperam-no com emoção os jovens libaneses que sábado à tarde viverão com o Papa uma pequena JMJ do Médio Oriente. Esperam-no também os líderes muçulmanos que durante a visita terão um encontro com o Pontífice.

O diálogo islâmico - cristão é uma das dimensões fortes desta viagem. E, precisamente para sublinhar que o Líbano é um modelo possível de convivência, nesta quarta à tarde cristãos e muçulmanos juntaram-se no centro da cidade para dar as boas-vindas ao Papa com uma vigília de oração.
“O Líbano, mais do que um País, é uma mensagem”, tinha-o afirmado João Paulo II na sua visita ao país, em 1997. Quinze anos depois, os libaneses esperam de Bento XVI um renovado apoio a essa mensagem de paz e esperança para todos os povos do Médio Oriente.”

Fonte: RV

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

ORAÇÕES PARA VIAGEM AO LIBANO

Papa pede orações para que a viagem ao Líbano produza frutos de comunhão e de paz















A dois dias da sua viagem apostólica ao Líbano, de sexta a domingo próximos, no final da audiência geral desta quarta-feira, Bento XVI pediu orações por essa intenção, para que possa “encorajar os cristãos e favorecer a paz e a fraternidade em toda aquela Região” do Médio Oriente”.
Uma referência mais extensa pronunciou-a o Papa, em francês, começando por se congratular com a oportunidade que terá de encontrar “numerosas componentes da sociedade libanesa, responsáveis civis e eclesiais, fiéis católicos de diversos ritos e outros cristãos, assim como muçulmanos e drusos”.
“Dou graças ao Senhor, por esta riqueza que só se poderá manter se a sociedade libanesa viver em paz e reconciliação permanente.Exorto portanto todos os cristãos do Médio Oriente – sejam eles de antiga extração ou recém-chegados, a serem construtores de paz e fatores de reconciliação. Peçamos a Deus que fortifique a fé dos cristãos do Líbano e do Médio Oriente, enchendo-os de esperança”.
RealAudioMP3 Dando graças a Deus pela presença dos cristãos nestas terras, Bento XVI encorajou “o conjunto da Igreja” (com todas as suas componentes) à “solidariedade, para que possam continuar a testemunhar Cristo nestas terras abençoadas, procurando a comunhão na unidade”. O Papa deu também graças a Deus por todas as pessoas e instituições que dão uma ajuda nesse sentido. “A história do Médio Oriente ensina-nos o papel muitas vezes importante e mesmo primordial desempenhado pelas diferentes comunidades cristãs no diálogo inter-religioso e intercultural. Peçamos a Deus que conceda a esta região do mundo a desejada paz, no respeito das legítimas diferenças. Que Deus abençoe o Líbano e o Médio Oriente! Que Deus vos abençoe!”

Na catequese desta audiência geral, Bento XVI prosseguiu na linha da “Escola de Oração” que vem desenvolvendo neste encontro semanal, retomando hoje o Livro do Apocalipse. Ouçamos o resumo que ele próprio apresentou na nossa língua:
“Queridos irmãos e irmãs,
A oração é como uma janela aberta que nos permite ter os olhos voltados para Deus, não só para nos lembrar a meta para a qual tendemos, mas também para deixar que a vontade de Deus ilumine o nosso caminho terreno e nos ajude a vivê-lo com intensidade e empenho. Neste sentido, a segunda parte do Apocalipse nos mostra, através dos símbolos do trono de Deus, do livro e do Cordeiro imolado, como a oração pessoal e comunitária nos leva a ver a realidade de um modo novo, captando o seu pleno sentido. O Trono representa o senhorio de Deus sobre a história; o Livro com os sete selos, o plano de Deus sobre os homens e os acontecimentos; e o Cordeiro imolado se refere a Cristo morto e ressuscitado, o grande vencedor do maligno. De fato, o Apocalipse nos ensina a ler a realidade, muitas vezes marcada por sofrimentos e aparentes derrotas, com um olhar de esperança: como cristãos, jamais podemos ser pessimistas! Devemos olhar para Cristo Crucificado e Ressuscitado que nos associa à sua vitória!”

E o Papa concluiu a sua alocução em português com uma saudação aos diferentes grupos presentes, nomeadamente de duas paróquias da diocese do Porto:

Saúdo os peregrinos de língua portuguesa, especialmente os portugueses de Avintes e Alpendurada, bem como os fiéis de Curitiba, acompanhados de seu Bispo, Dom Moacyr Vitti e todos os demais grupos de brasileiros. Lembrai-vos de que a vida de oração do cristão deve ter por centro a Missa dominical. É na Eucaristia que experimentareis como o Senhor Jesus vem e faz morada em quem n’Ele crê e acolhe. E que Deus vos abençoe em todas as vossas necessidades! Ide em paz!”

Fonte: RV

sábado, 26 de fevereiro de 2011

PRIMAVERA ÁRABE

EDITORIAL: "PRIMAVERA ÁRABE"
Cidade do Vaticano, 26 fev (RV)

- Conhecemos pouco sobre a realidade do mundo árabe, muitas vezes tão distante da nossa. Mas nestes dias esse mundo desconhecido entrou e continua entrando nas nossas casas através das imagens da televisão que evidenciam povos que ganham ruas pedindo democracia e fim de regimes que duram décadas. Democracia, palavra tão usada e consumada que talvez para nós tenha pouco efeito quando pronunciamos, pois vivemos em uma democracia.
Desde a invenção da democracia pelos gregos no século V a.C, essa expressão vem sendo utilizada com o intuito de dar unidade a um povo, formar comunidades, desenvolver, controlar, sistematizar e organizar a sociedade, diminuir distâncias e contribuir para a resolução pacífica de conflitos. Em meio a várias cenas chocantes de protestos populares reprimidos com violência em diversos países do Oriente Médio - tal como na Líbia, onde fala-se de milhares de pessoas mortas nas ruas durante manifestações por reformas políticas – fica evidente que a região segue em um caminho sem volta em busca da democracia e de crescimento, depois da mudança de rumos políticos no Egito. Para especialistas no mundo árabe, não houve surpresa com a avalanche de protestos simultâneos. Eles afirmam que os sistemas de governo que predominam nestas nações vivem um processo de esgotamento de seus modelos centralizadores e antidemocráticos, seria o esvaziamento dos próprios governos, que não têm mais o que oferecer à sociedade. Foram anos em que nada do que foi prometido foi feito. Depois o fim da esperança e da paciência da população árabe.O mundo árabe está vivendo a sua “primavera árabe”, disse à Rádio Vaticano o padre jesuíta egípcio Samir Khalil Samir, professor de História da Cultura Árabe e Islamologia na Universidade São José de Beirute, Líbano: existe um denominador comum por toda parte. As pessoas estão cansadas de reinos ou repúblicas que duraram décadas, que não dão lugar à democracia, à liberdade, à igualdade, à partilha de decisões, especialmente com uma situação econômica e social em que muitas pessoas se encontram em dificuldade. Este é um movimento que já não se pode parar. Outro elemento interessante dessa crise é a utilização das novas tecnologias de comunicação como Internet, Youtube, Facebook, Twitter, uma comunicação instantânea que chega em um minuto em todo o mundo, em todas as agências de notícias, e são os jovens, que mais utilizam esses instrumentos, os protagonistas dessa avalanche de manifestações.É realmente extraordinário que os jovens desses países tenham conseguido reproduzir e ampliar o movimento de revolta originalmente tunisiana desafiando, sem uma organização política nem armas nas mãos – exceto pedras e suas próprias vozes –, as forças habituadas a não serem contestadas e que nunca precisaram prestar contas de seus atos à população. A democracia, nos modelos admissíveis pelo mundo árabe, pode não ser imposta em seguida, mas é indiscutível que as portas foram abertas e de ora em diante tudo é possível. “A pior democracia é preferível à melhor das Ditaduras”, já dizia Rui Barbosa. (SP)

domingo, 17 de maio de 2009

PAPA PÔDE INCIDIR NA REALIDADE DO ORIENTE MÉDIO

PE. KHALIL SAMIR: COM SUA PRESENÇA E MENSAGEM DE PAZ, PAPA PÔDE INCIDIR NA REALIDADE DO ORIENTE MÉDIO

Beirute,

- Os jornais do mundo inteiro retomaram e comentaram muitos discursos pronunciados pelo papa nos dias de sua peregrinação na Terra Santa. O sacerdote jesuíta docente de Islamismo, na Universidade São José de Beirute, Pe. Samir Khalil Samir, de origem egípcia, considera que com a sua presença e as suas palavras voltadas para a paz, Bento XVI conseguiu incidir profundamente na realidade do Oriente Médio. Eis as suas impressões, na entrevista concedida à Rádio Vaticano:Pe. Samir Khalil Samir:- "Essa é a impressão que tenho, porque o papa conseguiu dizer a palavra da verdade e do bom senso, promover um projeto baseado na justiça, nas necessidades de todo ser humano; um projeto que inclui o desejo tanto de israelenses quanto de palestinos, apresentando-o em termos de paz, de diálogo, de justiça e de segurança. Ninguém pôde levar para seu lado a opinião do papa, porque ele buscou propor um projeto de paz baseado na justiça e no direito."P. Outro aspecto muito importante, sobretudo num percurso de paz para o futuro da Terra Santa, é o papel das religiões. O papa disse claramente "não" ao uso violento da religião: não foi a primeira vez que o fez; mas ele o repetiu com veemência na Terra Santa...Pe. Samir Khalil Samir:- "É o fundamento de todo o seu pontificado: de todos os modos, ele o repetiu na Jordânia, sobretudo em Madaba e na Grande Mesquita; mas o reiterou em Israel, na Palestina. Em todos os lugares disse: os três monoteísmos – afirmou no Monte Nebo, já no início de sua peregrinação – têm muitas coisas em comum, porém – observou – existe o risco de que a religião seja corrompida por outros desejos, pela política, pelas ideologias novas e antigas, usando-a para a política, usando-a para a violência. Na realidade, o papa retomou o discurso que sem a razão jamais haverá paz e que a religião serve para essa finalidade: unida à razão, busca oferecer um caminho a todos os povos, um caminho de paz na justiça." (RL)

Fonte: RV

quinta-feira, 14 de maio de 2009

ENCONTRO DO PAPA COM PREMIER ISRAELENSE NORTEIA PROCESSO DE PAZ NO ORIENTE MÉDIO

PROCESSO DE PAZ NO ORIENTE MÉDIO NORTEIA ENCONTRO DO PAPA COM PREMIER ISRAELENSE

Nazaré, 14 mai (RV)

- Bento XVI prosseguiu seus compromissos desta quinta-feira em Nazaré − penúltimo dia de sua peregrinação na Terra Santa − mantendo um importante encontro privado, esta tarde, às 15h50 locais (9h50 de Brasília), no Convento dos Franciscanos, com o primeiro-ministro israelense, Benjamim Netanyahu, 32º premier desde o nascimento do Estado de Israel, à frente do Governo desde 1º de abril passado.
Estiveram no centro do colóquio privado, que durou quinze minutos, sobretudo, "o tema do processo de paz no Oriente Médio e os modos como fazê-lo progredir" – disse o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi.
Logo em seguida, se reuniram as duas delegações: a delegação israelense, composta por seis pessoas; e a delegação vaticana, conduzida pelo cardeal secretário de Estado, Tarcisico Bertone, e composta pelo substituto da Secretaria de Estado, Dom Fernando Filone, e pelo núncio apostólico em Israel e delegado apostólico em Jerusalém e Palestina, Dom Antonio Franco, acompanhado de um secretário.
Nos vinte minutos de colóquio entre as delegações, falou-se dos temas relacionados à aplicação do acordo econômico e financeiro entre Israel e Santa Sé, com destaque para alguns temas concretos, entre os quais a questão dos vistos de entrada e permanência no país, para religiosos católicos em Israel. (RL)

Fonte: RV

terça-feira, 12 de maio de 2009

ORAÇÃO DO SANTO PADRE NO MURO DAS LAMENTAÇÕES

ORAÇÃO DO SANTO PADRE NO MURO DAS LAMENTAÇÕES


Jerusalém, 12 mai (RV)

– No quinto dia desta sua XII Peregrinação Apostólica Internacional, que o leva ao Oriente Médio, o Santo Padre esteve, no decorrer desta manhã, no Muro Ocidental de Jerusalém, conhecido como Muro das Lamentações.

O Muro das Lamentações é o coração do Judaísmo, considerado uma sinagoga a céu aberto.

O Rabino-chefe, Yona Metzger, acolheu o papa e o acompanhou até junto do Muro. O rabino leu um Salmo em hebraico e o papa, um Salmo em latim.
A seguir, como é tradição, Bento XVI colocou entre os blocos de pedra do Muro das Lamentações, uma folha onde estão escritas suas intenções, e orou silenciosamente. Eis o conteúdo do bilhete depositado pelo Santo Padre:

"Deus de todos os tempos, na minha visita a Jerusalém, a "Cidade da Paz", morada espiritual de judeus, cristãos e muçulmanos, trago diante de Ti as alegrias, as esperanças e as aspirações, as angústias, os sofrimentos e as dores de todo o Teu povo espalhado pelo mundo.
Deus de Abraão, Isaac e Jacó, escuta o clamor dos aflitos, dos amedrontados, dos desesperados, manda a Tua paz sobre esta Terra Santa, sobre o Oriente Médio, sobre toda a família humana; desperta o coração de todos aqueles que chamam o Teu nomepara que queiram caminhar humildemente no caminho da justiça e da piedade.
"O Senhor é bom para quem n'Ele confia,para aquele que O busca." (Lm 3, 25) (BF)

Fonte: RV

domingo, 10 de maio de 2009

S.S. PAPA BENTO XVI AOS CRISTÃOS: TESTEMUNHAR O EVANGELHO NO ORIENTE MÉDIO MARCADO PELO SOFRIMENTO

PAPA AOS CRISTÃOS: TESTEMUNHAR O EVANGELHO NO ORIENTE MÉDIO MARCADO PELO SOFRIMENTO

Amã, 10 mai (RV)

– Na parte da tarde deste domingo, Bento XVI visitou Betânia, do outro lado do Rio Jordão (Bethany beyond the Jordan).
A região foi o centro da atividade de João Batista e o cenário da vida pública de Jesus. Ainda hoje, Betânia permanece sepultada e sua precisa posição é desconhecida.
O local é conhecido com o nome de "Wadi Al-Kharrar" (vale melodiosa), em referência ao murmúrio das águas do Jordão.
O papa foi acolhido pelo diretor do Centro Al-Maghtas e visitou o itinerário arqueológico do local do Batismo. O percurso se concluiu onde estão sendo erigidas a igreja dos latinos e a dos greco-melquitas, para o rito de bênção das primeiras pedras. Em seu discurso, Bento XVI recordou que a primeira pedra de uma igreja é símbolo de Cristo: "A igreja se apóia em Cristo, é amparada por Ele e não pode ser separada d'Ele. (...) Esta é a realidade da Igreja; ela é Cristo e nós, Cristo conosco".
Por meio da Igreja, explicou o papa, Cristo purifica os nossos corações, ilumina as nossas mentes, nos une ao Pai e, no único Espírito, nos conduz a um exercício cotidiano de amor cristão. "Confessamos esta jubilosa realidade como a Una, Santa, Católica e Apostólica Igreja."A seguir, o pontífice recordou que entramos na Igreja mediante o Batismo e a memória do Batismo de Cristo está vivamente presente neste lugar: "Possa o Jordão recordar que vocês foram lavados nas águas do Batismo e se tornaram membros da família de Jesus".
Que a contemplação deste mistério, disse, os enriqueça de coragem moral para promover o diálogo e a compressão na sociedade civil, especialmente quando reivindicarem seus legítimos direitos: "No Oriente Médio, marcado por trágico sofrimento, por anos de violência e por questões irresolutas, os cristãos são chamados a oferecer sua contribuição inspirada no exemplo de Jesus, de reconciliação e paz com o perdão e a generosidade".
Após o rito da bênção das primeiras pedras, Bento XVI voltou à Nunciatura Apostólica, onde se encontra hospedado.
Amanhã, depois da cerimônia de despedida da Jordânia no aeroporto Queen Alia de Amã, Bento XVI prosseguirá de avião para Telaviv, onde permanecerá 45 minutos para a cerimônia de boas-vindas no aeroporto Bem Gurion. De Telaviv, o pontífice se transferirá de helicóptero para Jerusalém. À tarde, estão previstos três eventos: a visita de cortesia ao presidente do Estado de Israel, Shimon Peres; a visita ao Memorial de "Yad Vashem"; e o encontro com as organizações para o diálogo inter-religioso no Centro Notre Dame de Jerusalém. (BF)

Fonte: RV