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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sábado, 13 de fevereiro de 2016

A IMPORTANCIADO ENCONTRO, FRANCISCO E KIRILL 

O abraço entre Francisco e Kirill: unidade faz-se caminhando



Abraço entre o Papa Francisco e o Patriarca Kirill - AP

13/02/2016 09:50

  

Histórico acontecimento nesta sexta-feira, dia 12 de fevereiro: o Papa Francisco encontrou o Patriarca de Moscovo Kirill em Cuba no Aeroporto José Marti em Havana.
“Somos irmãos é muito claro que esta é a vontade de Deus” – disse o Papa Francisco num caloroso abraço ao Patriarca Kirill que afirmou: “Mesmo que as nossas dificuldades não estão resolvidas há a possibilidade de encontrarmo-nos e isto é belo”.
No encontro em privado foram trocadas lembranças significativas: o Papa ofereceu um relicário com uma relíquia de S. Cirilo e um cálice; o Patriarca fez a oferta de uma imagem da Nossa Senhora de Kazan.
Depois foi assinada uma declaração conjunta que aborda âmbitos de colaboração e de diálogo com um particular enfoque para a situação dos cristãos no Médio Oriente.
“O nosso olhar dirige-se, em primeiro lugar, para as regiões do mundo onde os cristãos são vítimas de perseguição. Em muitos países do Médio Oriente e do Norte de África, os nossos irmãos e irmãs em Cristo veem exterminadas as suas famílias, aldeias e cidades inteiras”, pode ler-se no texto da declaração conjunta.
Francisco e Kirill no texto da declaração exortam a comunidade internacional à união para porem termo “à violência e ao terrorismo”. Apelam para a paz, para a “ajuda humanitária” aos refugiados e referem o martírio dos cristãos.
Após a assinatura da declaração conjunta o Papa Francisco e o Patriarca Kirill proferiram breves declarações:
“Temos o mesmo Batismo, somos bispos. Falamos das nossas Igrejas e concordamos que a unidade se faz a caminhar” – afirmou o Papa Francisco que sublinhou ter sentido a “consolação do Espírito” no diálogo com o Patriarca Kirill.
Francisco agradeceu a “humildade fraterna” do patriarca russo e os seus “bons desejos de unidade”.
O Patriarca Kirill, por sua vez, ressaltou nas suas declarações a abertura do encontro com o Papa e as preocupações com o “futuro do Cristianismo”.
Kirill sublinhou ainda que as duas Igrejas podem “cooperar” trabalhando para o respeito da vida humana.
Recordemos que ortodoxos e católicos encontram-se divididos desde o Cisma de 1054 e procuram agora com este encontro dar um histórico passo, preparado há muito tempo, que possa abrir caminhos de unidade.
Após as saudações entre as duas comitivas o Papa Francisco partiu em direção ao México em Viagem Apostólica.

Fonte RV

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Papa chega a Havana e encontra o Patriarca Kirill


Momento do encontro entre o Papa e Kirill - AP

12/02/2016 20:31

Cidade do Vaticano (RV)

– O avião papal aterrissou em Havana às 13h56 locais. Em terras cubanas o Papa mantém um encontro histórico com o líder da Igreja Ortodoxa Russa, o Patriarca Kirill.
O líder russo chegou a Cuba nesta quinta-feira (11/02), onde deu início à visita às comunidades ortodoxas latino-americanas - que prevê também uma etapa no Brasil.
Em seguida, Francisco se dirige à Cidade do México, onde deverá aterrissar por volta das 19h30 (hora local).
O presidente Raúl Castro recebeu Francisco no aeroporto “José Martí” e acompanhou o Pontífice até o local do encontro com o Patriarca Kirill.


Após 962 anos, o primeiro encontro

Os dois líderes mantêm encontro por cerca de duas horas, acompanhados por seus tradutores e seus melhores entendedores para assuntos ecumênicos: o Cardeal Kurt Koch, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e o Metropolita Hilarion, Presidente do Departamento de Relações Eclesiais Exteriores do Patriarcado de Moscou.
O Papa e o Patriarca trocarão presentes e assinarão uma Declaração Comum, cujo foco deverá ser a odisseia dos cristãos no Oriente Médio e também em outros aspectos nos quais católicos e ortodoxos podem testemunhar juntos seus valores cristãos.
Ambos líderes concederão uma coletiva de imprensa ao final do encontro para compartilhar suas impressões e esperanças sobre o futuro das relações católico-ortodoxas. (RB)

Fonte: RV

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Papa no encontro com Grã-Rabinos

O atual relacionamento entre judeus e católicos - dom de Deus e fruto do empenho de muitos: Papa no encontro com Grã-Rabinos




Momento significativo, para as relações entre Judeus e Católicos, o encontro, no Centro do Grã-Rabinato de Israel, junto da Grande Sinagoga de Jerusalém, em que intervieram, antes do Papa, os dois Grandes Rabinos, das duas tradições judaicas – Azkenazi e Sefardita.
Na sua alocução, o Papa Francisco recordou a amizade, colaboração e partilha, mesmo no plano espiritual que, como arcebispo de Buenos Aires, teve com os judeus. “Este caminho de amizade – sublinhou o Papa – constitui um dos frutos do Concílio Vaticano II.
Na realidade, estou convencido de que o sucedido durante as últimas décadas nas relações entre judeus e católicos tenha sido um verdadeiro dom de Deus, uma das maravilhas por Ele realizadas, pela qual somos chamados a bendizer o seu Nome.
Em todo o caso este um dom de Deus “não poderia manifestar-se sem o empenho de muitíssimas pessoas corajosas e generosas, tanto judias como cristãs” – sublinhou o Papa, referindo a importância assumida pelo diálogo entre o Grã-Rabinato de Israel e a Comissão da Santa Sé para as Relações Religiosas com o Judaísmo. Não se trata apenas de estabelecer, num plano humano, relações de respeito mútuo:

Somos chamados, como somos chamados, como cristãos e como judeus, a interrogarmo-nos em profundidade sobre o significado espiritual do vínculo que nos une. É um vínculo que vem do Alto, ultrapassa a nossa vontade e permanece íntegro, não obstante todas as dificuldades de relacionamento vividas, infelizmente, na história.

“Do lado católico (assegurou o Papa), há seguramente a intenção de considerar plenamente o sentido das raízes judaicas da própria fé. Estou confiante, com a vossa ajuda, que também do lado judaico se mantenha e, se possível, aumente o interesse pelo conhecimento do cristianismo, mesmo nesta terra bendita onde o cristianismo reconhece as suas origens e, especialmente, entre as jovens gerações.”

Juntos, poderemos dar uma grande contribuição para a causa da paz; juntos, poderemos, num mundo em rápida mudança, testemunhar o significado perene do plano divino da criação; juntos, poderemos opor-nos, firmemente, a todas as formas de anti-semitismo e restantes formas de discriminação.


domingo, 25 de maio de 2014

Encontro e abraço entre o Papa Francisco e o Patriarca Bartolomeu

Encontro e abraço entre o Papa Francisco e o Patriarca Bartolomeu




Jerusalém (RV) – O último encontro e o mais importante deste segundo dia da Viagem Apostólica do Papa Francisco à Terra Santa foi a Celebração Ecumênica, no Santo Sepulcro, em Jerusalém.

Participaram da celebração, entre outros, os Ordinários Católicos da Terra Santa, os Arcebispos copta, siríaco, etiópico e os Bispos anglicano e luterano. O Papa Francisco e o Patriarca Bartolomeu foram acolhidos pelos três Superiores das Comunidades Greco-ortodoxa, Franciscana e Armênia Apostólica.

A seguir, o Santo Padre e o Patriarca Ecumênico veneraram a “Pedra da Unção”. Após o discurso do Patriarca Bartolomeu, o Papa Francisco tomou a palavra, dizendo inicialmente:

“Nesta Basílica, para a qual todo o cristão olha com profunda veneração, chega ao seu ápice a peregrinação que estou realizando, juntamente com o meu amado irmão em Cristo, Sua Santidade Bartolomeu. Nós a realizamos seguindo os passos dos nossos venerados predecessores, o Papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras, que, com coragem e docilidade ao Espírito Santo, permitiram, há 50 anos, na Cidade Santa de Jerusalém, o histórico encontro entre o Bispo de Roma e o Patriarca de Constantinopla”.

Após ter saudado os presentes, o Papa disse “ser uma graça extraordinária estar reunido com eles em oração. O Túmulo vazio é o lugar de onde partiu o anúncio da Ressurreição: “Não tenhais medo! O crucificado não está aqui, mas ressuscitou dos mortos”. Este anúncio, testemunhado por aqueles a quem o Ressuscitado apareceu, é o coração da mensagem cristã, transmitida fielmente de geração em geração, desde o início. Eis o fundamento da nossa fé, que nos unge, disse o Bispo de Roma, graças à qual professamos conjuntamente Jesus Cristo, Filho unigênito do Pai e nosso único Senhor.

Acolhamos a graça especial deste momento, exortou o Papa. Detenhamo-nos em devoto recolhimento junto do sepulcro vazio, para redescobrir a grandeza da nossa vocação cristã: somos homens e mulheres de ressurreição, não de morte. Aprendamos, a partir deste lugar, a viver a nossa vida, as angústias das nossas Igrejas e do mundo inteiro, à luz da manhã pascal. O Bom Pastor carregou sobre si toda ferida, todo sofrimento, toda tribulação.

As suas chagas abertas são sinais da sua misericórdia. Por isso, não nos deixemos roubar o fundamento da nossa esperança! Não privemos o mundo do feliz anúncio da Ressurreição! E não sejamos surdos ao forte apelo à unidade que ressoa, precisamente deste lugar, pelas palavras do Ressuscitado que nos chama a todos como «os meus irmãos». E o Pontífice ponderou:

“Claro, não podemos negar as divisões ainda existentes entre nós, discípulos de Jesus: este lugar sagrado nos faz sentir este drama com maior sofrimento. No entanto, à distância de 50 anos do abraço daqueles dois veneráveis Padres, reconhecemos, com gratidão e renovada admiração, que foi possível, por impulso do Espírito Santo, realizar passos verdadeiramente importantes rumo à unidade. Porém, estamos cientes de que ainda devemos percorrer muita estrada até alcançar a plenitude da Comunhão, expressa na partilha da mesma mesa Eucarística, que ardentemente desejamos”.

Porém, afirmou o Papa, as divergências não devem nos assustar e paralisar o nosso caminho. Devemos acreditar que, como a pedra do sepulcro foi removida, assim também poderão ser removidos os obstáculos que ainda impedem a nossa plena Comunhão. Esta será uma graça de ressurreição, que, desde já, podemos experimentar. Todas as vezes que temos a coragem de dar e receber o perdão, uns aos outros, fazemos experiência da ressurreição! Todas as vezes que superamos os antigos preconceitos e promovemos novas relações fraternas, recordou o Bispo de Roma, confessamos que Cristo ressuscitou verdadeiramente! Todas as vezes que desejamos a unidade da Igreja, brilha a luz da manhã da Páscoa! E o Papa exortou:

“Desejo renovar o desejo, expresso pelos meus Predecessores, de manter diálogo com todos os irmãos em Cristo, para encontrar uma forma de exercer o ministério próprio do Bispo de Roma, que, em conformidade com a sua missão, possa se abrir a uma nova situação e ser, no contexto atual, um serviço de amor e de comunhão reconhecido por todos”.

Enquanto, como peregrinos, fazemos uma pausa nestes Lugares Santos, disse ainda o Santo Padre, o nosso pensamento espiritual se dirige a toda a região do Oriente Médio, tantas vezes marcada por violências e conflitos. Não devemos esquecer, em nossas orações, os tantos homens e mulheres que sofrem, em várias partes do mundo, por causa da guerra, da pobreza, da fome; bem como os numerosos cristãos, perseguidos por causa da sua fé no Senhor Ressuscitado.

Quando cristãos de diferentes confissões, acrescentou o Pontífice, sofrem juntos, um ao lado do outro, prestando ajuda mútua com caridade fraterna. Isto é uma obra concreta do ecumenismo do sofrimento, do ecumenismo de sangue.

O Papa Francisco concluiu seu pronunciamento, admoestando o amado irmão Patriarca Ecumênico e todos os queridos irmãos, a colocar de lado as hesitações que herdamos do passado e abrir o nosso coração à ação do Espírito Santo, Espírito de Amor e de Verdade, para juntos caminhar rumo ao dia abençoado da tão desejada plena Comunhão. (MT)

Fonte:Rádio Vaticano

Encontro do Papa com as Autoridades palestinas

Encontro do Papa com as Autoridades palestinas: premente encorajamento à paz




Belém (RV) – O primeiro encontro do Papa, na manhã deste domingo, segundo dia da sua Viagem Apostólica à Terra Santa, foi com as Autoridades Palestinas.

Com efeito, às 7.30, hora local, o Santo Padre deixou a Nunciatura de Amã e se dirigiu ao aeroporto internacional da cidade, onde se despediu das autoridades civis e religiosas da Jordânia, entre as quais o Rei Abdallah II Bin Al Hussein, da dinastia Hashemita.

Após a breve cerimônia de despedida, o Bispo de Roma se transferiu, em helicóptero, à cidade de Belém, que dista 75 km. da capital jordaniana, Amã. Na cidade natal de Jesus, o Papa Francisco foi recebido, entre outros, por Dom Giuseppe Lazzarotto, Núncio em Israel e Delegado Apostólico em Jerusalém; o Patriarca de Jerusalém dos Latinos e Presidente da Assembléia dos Ordinários Católicos na Terra Santa, Sua Beatitude Fouad Twal, e o Custódio da Terra Santa, Padre Pierbattista Pizzaballa.

Depois de quase uma hora de viagem em helicóptero, o Santo Padre se transferiu, de carro, ao Palácio Presidencial de Belém, para a cerimônia de boas vindas. Estavam presentes representantes das comunidades palestinas, provenientes da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, que entregaram ao Papa algumas mensagens. Após a visita de cortesia ao Presidente do Estado da Palestina, Mahmoud Abbas Abbas, o Papa manteve um encontro com as Autoridades Palestinas e o Corpo Diplomático.

No discurso que pronunciou aos presentes, o Pontífice dirigiu suas cordiais saudações cordiais aos representantes do Governo e a todo o povo palestino, expressando a sua gratidão a Deus por estar, hoje, naquele lugar sagrado, onde nasceu Jesus, o Príncipe da Paz.

A seguir, o Papa recordou que, há decênios, o Oriente Médio vive as consequências dramáticas de um conflito que causou tantas feridas, difíceis de se cicatrizar; ressaltou o clima de violência e de incerteza da situação, e a falta de entendimento entre as partes, que produzem insegurança, negação de direitos, isolamento e fuga de inteiras comunidades, divisões, carências e sofrimentos de todo o tipo. E o Papa fez seu apelo:

“Ao manifestar a minha solidariedade aos sofrem, sobretudo por causa deste conflito, queria, do fundo do meu coração, dizer que chegou a hora de pôr um ponto final nesta situação, que se torna cada vez mais insustentável, para o bem de todos. Reforcem os esforços e as iniciativas para criar as devidas condições de uma paz estável, com base na justiça, no reconhecimento dos direitos de cada um e na segurança mútua. Chegou a hora de se demonstrar coragem, generosidade e criatividade, em prol do bem comum; a coragem de se construir a paz, alicerçada no reconhecimento, por parte de todos, do direito da coexistência de dois Estados, que gozem da paz e da segurança, entre os confins internacionalmente reconhecidos”.

Para que isto seja possível, continuou o Bispo de Roma, espero, vivamente, que sejam evitadas, por parte de todos, iniciativas e ações, que possam contradizer a clara vontade de se chegar a um verdadeiro acordo; jamais se cansem de buscar a paz, com determinação e coerência. A paz pode produzir inúmeros benefícios aos povos desta região e ao mundo inteiro. Mas, é preciso caminhar, com decisão, rumo a esta paz, custe o que custar. E o Papa exortou:

“Faço votos de que os povos, palestino e israelense, e as respectivas Autoridades emboquem esta estrada feliz rumo à paz, com aquela coragem e determinação necessárias. A paz na segurança e a confiança mútua se tornarão o ponto de referência estável para encarar e resolver outros problemas. Assim, ela poderá ser uma oportunidade de desenvolvimento equilibrado e modelo para outras áreas em crise”.

Neste sentido, o Santo Padre referiu-se, aqui, de modo particular, à comunidade cristã, que diligentemente presta uma significativa contribuição para o bem comum da sociedade, participando das alegrias e dos sofrimentos do povo. Os cristãos querem continuar a desempenhar seu papel, com pleno direito de cidadãos, junto com os demais, considerados irmãos.

Enfim, dirigindo-se ao Presidente do Estado da Palestina, Mahmoud Abbas, o Papa Francisco afirmou que “ele é conhecido como homem de paz e artesão da paz. O recente encontro no Vaticano e, hoje, a presença papal, em território palestino, atestam as boas relações existentes entre a Santa Sé e o Estado da Palestina. Por isso, o Santo Padre espera que tais relações bilaterais possam se incrementar ainda mais, para o bem de todos.

A este propósito, o Bispo de Roma expressou seu apreço pelos esforços feitos para a elaboração de um Acordo entre as Partes, concernente aos diversos aspectos da vida da comunidade católica no país, com especial atenção à liberdade religiosa. O respeito deste direito humano fundamental, frisou o Pontífice, é uma das condições indispensáveis para a paz, a fraternidade e a harmonia, e demonstra ao mundo que é possível se chegar a um acordo entre culturas e religiões diferentes.

O Papa Francisco concluiu seu encontro com as Autoridades Palestinas pedindo a intercessão divina para abençoar, proteger e conceder a sabedoria e a força necessárias para dar continuação ao corajoso caminho rumo à paz, de modo que as armas se transformem em arados e esta Terra Santa volte à prosperidade e à concórdia. Salam!”.

Depois do encontro com as Autoridades Palestinas, o Papa deixou o Palácio Presidencial de Belém e se deslocou, em papamóvel, para a Praça da Manjedoura, também conhecida como “Praça do Berço”, onde era aguardado por uma grande multidão alegre e festiva de fiéis e pela Prefeita católica da cidade, Vera Baboun. Ali, o Pontífice presidiu à Santa Missa. (MT)

Fonte: Rádio Vaticano

domingo, 24 de maio de 2009

SITE DO VATICANO CONVIDA OS JOVENS A UM ENCONTRO COM O PAPA


NOVO SITE DO VATICANO CONVIDA OS JOVENS A UM ENCONTRO MUITO PESSOAL COM O PAPA


Cidade do Vaticano,


- Um novo site do Vaticano, pope2you "o papa para você" - www.pope2you.net - será ativado, por ocasião da celebração, neste domingo, do 43º Dia Mundial das Comunicações Sociais, cujo tema é "Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo e de amizade". A mensagem do papa para este dia é dirigida, de modo particular, aos jovens, os maiores usuários das novas tecnologias da comunicação: a "geração digital", como diz o pontífice. O novo site - segundo o presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, na apresentação - coloca cada jovem ao lado do papa. "Um papa cordial, um papa gentil, um papa afável, um papa acolhedor, que deseja caminhar com os jovens, no mundo de hoje. Eis porque quisemos que este site tivesse este nome "pope2you", o papa para você.""No site, se pode receber, uma vez mais, o convite do papa aos jovens, em particular os jovens católicos, a serem instrumentos de paz. A serem instrumentos desta busca apaixonada pela verdade. A serem engajados na promoção de uma cultura articulada no diálogo e vivificada no respeito, e voltada à criação de uma grande sinergia de amizade", para anunciar e testemunhar o Evangelho no mundo de hoje - diz Dom Celli.Os usuários do novo site podem selecionar "cartões postais virtuais" de imagens do papa e mensagens dele sobre fé, amor e vida, dirigidas especificamente aos jovens, e enviá-las para outros usuários. E podem encontrar o papa no conhecido site de relações sociais Facebook.Também podem ouvir seus discursos e vê-lo no seu canal de YouTube http://www.youtube.com/vatican?gl=IT&hl=it, criado em janeiro passado. Ou ainda ler as mensagens do pontífice em seus iphones ou ipods, e através da aplicação chamada Wikicath, que nos permite uma leitura em formato interativo e hipertextual, mediante uma plataforma em estilo wiki, com o aprofundamento dos conceitos-chave contidos nos textos de Bento XVI.O novo site − em italiano, inglês, espanhol, francês e alemão e, esperamos, em breve também em português − tem como parceiros institucionais o setor de comunicações sociais da Conferência Episcopal Italiana (CEI), o Centro Televisivo Vaticano (CTV), a Rádio Vaticano (RV), a Livraria Editora Vaticano e o H20news.

Fonte: RV

quinta-feira, 14 de maio de 2009

A PAZ É DOM DE DEUS, MAS NÃO PODE SE REALIZAR SEM ESFORÇO DO HOMEM

PAPA NO ENCONTRO COM CHEFES RELIGIOSOS DA GALILÉIA: A PAZ É DOM DE DEUS, MAS NÃO PODE SE REALIZAR SEM ESFORÇO DO HOMEM

Nazaré, 14 mai (RV)

- Bento XVI manteve esta tarde, às 16h30 locais, no auditório do Santuário da Anunciação, de Nazaré, um encontro com os chefes religiosos da Galiléia.O vigário patriarcal latino de Jerusalém, Dom Giacinto-Boulos Marcuzzo, saudou o Santo Padre, ressaltando a importância de sua peregrinação na Terra Santa, e a alegria deste cordial encontro com os chefes religiosos da Galiléia.Agradecendo pelas palavras de boas-vindas a ele dirigidas e pelo caloroso acolhimento, o Santo Padre saudou os líderes das diversas comunidades presentes: cristãos, muçulmanos, judeus, drusos e outros.Após ressaltar perceber como uma bênção particular poder visitar a cidade venerada pelos cristãos como o lugar onde o anjo anunciou à Virgem Maria que conceberia por obra do Espírito Santo, e que ali o Menino Jesus "crescia em sabedoria e graça diante de Deus" (Lc 2, 40), o papa frisou que o mundo, longe de ser um fato cego, foi querido por Deus e revela o seu esplendor glorioso.Dito isso, o pontífice acrescentou:"No coração de toda tradição religiosa encontra-se a convicção de que a própria paz é um dom de Deus, embora esta não possa ser alcançada sem o esforço humano. Uma paz duradoura provém do reconhecimento que o mundo não é nossa propriedade, mas, sobretudo, o horizonte no qual somos convidados a participar do amor de Deus e a cooperar na condução do mundo e da história sob a sua inspiração."Bento XVI advertiu ainda que não podemos fazer com o mundo tudo aquilo que nos apraz; aliás, somos chamados a conformar as nossas escolhas segundo as complexas e, todavia, perceptíveis leis escritas no universo pelo Criador, e a modelar as nossas ações segundo a bondade divina presente no reino da criação – ressaltou.O pontífice prosseguiu recordando que a Galiléia, uma terra conhecida pela sua heterogeneidade étnica e religiosa, é a pátria de um povo que conhece bem os esforços exigidos para viver em harmoniosa coexistência."As nossas diversas tradições religiosas – destacou – têm em si notáveis potencialidades em relação à promoção de uma cultura da paz, especialmente mediante o ensino e a pregação dos valores espirituais mais profundos da nossa comum humanidade".Em seguida, o Santo Padre fez questão de observar que plasmando o coração dos jovens, plasmamos o futuro da própria humanidade, acrescentando que os cristãos se unem a judeus, muçulmanos, drusos e pessoas de outras religiões no desejo de salvaguardar as crianças do fanatismo e da violência, ao tempo em que os preparam para que sejam construtores de um mundo melhor.Por fim, o pontífice fez uma exortação aos chefes religiosos da Galiléia:"Meus caros amigos, sei que vocês acolhem com alegria e com a saudação da paz os muitos peregrinos que chegam à Galiléia. Encorajo-os a continuarem exercendo o respeito recíproco, ao tempo em que trabalham para aliviar as tensões concernentes aos lugares de culto, garantindo assim um ambiente sereno para a oração e a meditação, aqui e em toda a Galiléia. Representando diversas tradições religiosas, vocês partilham o desejo comum de contribuir para o melhoramento da sociedade e testemunham assim os valores religiosos e espirituais que ajudam a fortalecer a vida pública."Bento XVI concluiu assegurando o compromisso da Igreja Católica de participar dessa nobre tarefa.Após o encontro com os chefes religiosos da Galiléia, o Santo Padre deixou o auditório do Santuário da Anunciação, transferindo-se para a Basílica Inferior do Santuário de Nazaré, onde, acolhido pelo Ministro Geral dos Franciscanos, foi acompanhado até a Gruta da Anunciação, momento marcado de grande comoção. Ali, o papa se deteve por alguns instantes em oração e recolhimento. (RL)

Fonte: RV

ENCONTRO DO PAPA COM PREMIER ISRAELENSE NORTEIA PROCESSO DE PAZ NO ORIENTE MÉDIO

PROCESSO DE PAZ NO ORIENTE MÉDIO NORTEIA ENCONTRO DO PAPA COM PREMIER ISRAELENSE

Nazaré, 14 mai (RV)

- Bento XVI prosseguiu seus compromissos desta quinta-feira em Nazaré − penúltimo dia de sua peregrinação na Terra Santa − mantendo um importante encontro privado, esta tarde, às 15h50 locais (9h50 de Brasília), no Convento dos Franciscanos, com o primeiro-ministro israelense, Benjamim Netanyahu, 32º premier desde o nascimento do Estado de Israel, à frente do Governo desde 1º de abril passado.
Estiveram no centro do colóquio privado, que durou quinze minutos, sobretudo, "o tema do processo de paz no Oriente Médio e os modos como fazê-lo progredir" – disse o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi.
Logo em seguida, se reuniram as duas delegações: a delegação israelense, composta por seis pessoas; e a delegação vaticana, conduzida pelo cardeal secretário de Estado, Tarcisico Bertone, e composta pelo substituto da Secretaria de Estado, Dom Fernando Filone, e pelo núncio apostólico em Israel e delegado apostólico em Jerusalém e Palestina, Dom Antonio Franco, acompanhado de um secretário.
Nos vinte minutos de colóquio entre as delegações, falou-se dos temas relacionados à aplicação do acordo econômico e financeiro entre Israel e Santa Sé, com destaque para alguns temas concretos, entre os quais a questão dos vistos de entrada e permanência no país, para religiosos católicos em Israel. (RL)

Fonte: RV

quinta-feira, 2 de abril de 2009

O PONTIFÍCIO CONSELHO PARA OS LEIGOS (PFL) ORGANIZA ENCONTRO DOS DMJ EM ROMA

PCL ORGANIZA ENCONTRO DOS DMJ EM ROMA


Roma,

– O Pontifício Conselho para os Leigos organizará, de 3 a 5 de abril próximo, em Roma, o primeiro encontro internacional dos responsáveis do Dia Mundial da Juventude, que se realizará, em 2011, em Madri, com a presença do Santo Padre.Este encontro romano, importante momento de reflexão para os agentes da Pastoral da Juventude, prevê a participação ao completo dos Comitês organizadores de Sydney 2008 e de Madri 2011. Estarão presentes também delegados de cerca de 70 países e representantes de 35 comunidades, associações e movimentos de jovens católicos, num total de 150 pessoas encarregadas da Pastoral da Juventude no mundo.Os trabalhos terão início, sexta-feira, 3 de abril, com um pronunciamento do Presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, Cardeal Stanisław Ryłko. Todo o dia será dedicado ao DMJ de Sydney, com pronunciamento do Cardeal-arcebispo de Sydney, George Pell, e por Dom Anthony Fisher, que analisarão os frutos do evento juvenil em toda a Austrália. O Cardeal Pell encerrará o dia com a celebração Eucarística.O dia seguinte, sábado 4, será todo dedicado ao DMJ em Madri. O arcebispo da capital, Cardeal Rouco Varela presidirá à Santa Missa e falará sobre a Igreja na Espanha. O Comitê organizador, guiado por Dom César Augusto Franco Martinez, apresentará as razões, os desafios e as expectativas da nova etapa do DMJna Capital espanhola.Por sua vez, o Secretário do Pontifício Conselho para os Leigos, Dom Josef Clemens, aprofundará a mensagem do papa para o XXIV DMJ.Enfim, no domingo dia 5, os delegados participarão da Santa Missa de Ramos, na Praça São Pedro, no Vaticano, presidida por Bento XVI por ocasião do Dia Mundial da Juventude, que este ano é celebrado em âmbito diocesano.Ao término da celebração Eucarística haverá a tradicional passagem da Cruz dos DMJ e do ícone mariano, que este ano será feita pelos jovens australianos aos jovens espanhóis. (MT)

Fonte: RV

terça-feira, 7 de outubro de 2008

IMPORTÂNCIA DO ENCONTRO NO SÍNODO


RABINO COHEN FRISA IMPORTÂNCIA DO ENCONTRO NO SÍNODO

Cidade do Vaticano,
- Em uma entrevista publicada pelo jornal “La Repubblica”, o rabino Shear Yshuv Cohen (que intervém no Sínodo hoje à tarde), analisa que “o encontro no Sínodo, por si só, é importante, se recordarmos quanto ódio e perseguição houve ao longo da história, sobretudo entre o catolicismo e o judaísmo”.

Cohen, que é também um dos presidentes da Comissão de diálogo entre o Vaticano e Israel, reconhece a importância do trabalho feito por este organismo nos últimos sete anos. “Examinamos temas como a santidade da vida, a luta ao laicismo e o valor da família” – afirma ao cotidiano italiano, esclarecendo que “os debates foram bastante frutíferos”.

Segundo o rabino de Haifa, “ainda persistem limites ao diálogo, porque – recorda – ‘dialogar não significa mudar o próximo’, e ‘pressionar ou tentar influenciar o outro’ são coisas da Idade Média”.

O rabino Cohen conclui a entrevista falando da relação entre Estado e religião: “deve haver uma divisão de pertinências, mas o governo e a religião devem agir juntos, alcançando um equilíbrio”. (CM)

Fonte: RV

sábado, 4 de outubro de 2008

A FOTO DE SUA FAMÍLIA NO ENCONTRO MUNDIAL DAS FAMÍLIAS


ENVIE A FOTO DE SUA FAMÍLIA AO ENCONTRO MUNDIAL DAS FAMÍLIAS


Madri,
- No contexto da preparação para o VI Encontro Mundial das Famílias, programado de 13 a 18 de janeiro de 2009, em Cidade do México, os organizadores estão convidando as famílias a enviar fotos digitais para compor um grande ‘Mosaico das Famílias’.
A iniciativa tem como tema “O papa quer conhecer a sua família” , e o objetivo é recolher mais de 7 mil fotos em formato digital para formar um grande painel com a imagem de Bento XVI.
O comitê organizador explica que todas as fotografias recebidas serão usadas na composição.
O ‘Mosaico das Famílias’ será entregue ao papa como demonstração de que “em todas as famílias o Santo Padre está presente, e que no Santo Padre estão representadas todas as famílias”.
Quem quiser ter sua fotografia no painel deve enviar a foto da família em formato jpg ou gif, de dimensão máxima de 4 megabytes ao email: fotoemf2009@gmail.com.
Aconselha-se evitar fotografias feitas com telefones celulares.
As fotos podem ser enviadas até o dia 12 de dezembro, e o comitê recorda que ao enviar a fotografia, a família cede todos os direitos do uso da imagem à Comissão Central Coordenadora do VI Encontro Mundial das Famílias México 2009.
É aceita uma única fotografia por endereço eletrônico, e o e-mail deverá conter os seguintes dados:
* o nome do responsável da família, ou de quem envia a fotografia;
* o sobrenome da família;
* seu país e cidade de origem.
Até hoje, mais de 300 fotos já foram enviadas, de 25 países do mundo. (CM)
Fonte: RV

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

BENTO XVI MANTEM ENCONTRO COM BISPOS DA FRANÇA

ENCONTRO DO PAPA COM OS BISPOS DA FRANÇA

Lourdes, 14 set (RV)
- Na parte da tarde de hoje, o Pontífice deixou, novamente, a Casa de Retiros São José, por volta das 17 horas locais, e se dirigiu ao Anfiteatro Santa Bernadete, para o encontro com os Bispos da França.Depois da saudação do cardeal-arcebispo de Paris, Dom André Vingt-Trois, Presidente da Conferência Episcopal da França, Bento XVI pronunciou seu longo e denso discurso, expressando sua alegria de poder se encontrar, pela primeira vez, com todos os Bispos franceses reunidos.

Demonstrando profundo conhecimento da realidade eclesial local, fruto também da visita “ad limina apostolorum”, que os bispos fazem, a cada cinco anos, ao Sucessor de Pedro e à Igreja de Roma, o Papa passou em resenha alguns dos aspectos pastorais da vida da Igreja na França.

Após recordar a missão própria do bispo e a importância da comunhão nas suas respectivas Igrejas locais, sobretudo com a Sé de Pedro, o Santo Padre passou a fazer uma espécie de resenha de diversos aspectos da vida da Igreja na França, dando destaque à catequese, à promoção das vocações, sobretudo religiosas e sacerdotais, ao papel insubstituível do sacerdote na vida paroquial e no apostolado, com atenção particular aos mais necessitados, idosos e enfermos.

O Papa referiu-se ainda a outros aspectos pastorais, como a Liturgia e a família, célula vida da sociedade; a indissolubilidade do matrimônio, o bem comum e a defesa da vida, desde o início até seu fim natural; a juventude, futuro da humanidade; o divórcio e o aborto, que representa uma chaga na sociedade moderna; o engajamento dos leigos, na vida social e eclesial; enfim, o diálogo ecumênico e inter-religioso com outras Confissões religiosas.

Enfim, ao dar seus sábios conselhos e orientações aos Pastores da Igreja na França, na condução das suas respectivas Igrejas locais, Bento XVI concluiu, dizendo textualmente: “O homem precisa sempre livrar-se dos seus medos e pecados; ele precisa aprender a amar a Deus como amigo e a dar sentido à própria existência. Neste sentido, os Pastores têm um papel importante, ao conduzir seu rebanho à meta estabelecida”.

O Pontífice se despediu, confiando os Pastores e toda a Igreja na França à materna proteção de Nossa Senhora de Lourdes.

Ao término do encontro com os Bispos franceses, o Santo Padre dirigiu-se, de papa-móvel, ao Prado do Santuário mariano de Lourdes, onde participou do final da Procissão Eucarística, concluindo, assim, seu penúltimo dia de permanência em Lourdes.

Amanhã, antes de deixar as terras francesas, Bento XVI vai percorrer a IV etapa das celebrações jubilares das Aparições, visitando o lugar onde Santa Bernadete fez sua Primeira Comunhão.

Hoje, o lugar se encontra no Oratório do Hospital de Lourdes.

Depois, o Papa vai celebrar uma Santa Missa, para os enfermos presentes em Lourdes, no patamar da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Lourdes.

Assim, Bento XVI concluirá a X Viagem Apostólica de seu Pontificado, que, durante cinco dias, o levou a Paris e a Lourdes, para as celebrações jubilares marianas.

A chegada do Santo Padre ao aeroporto romano de Ciampino, está prevista em torno das 15 horas locais.

O Papa se dirigirá, a seguir, à Residência Apostólica de Castel Gandolfo. (MT)
Fonte: RV

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

ENCONTRO ECUMÊNICO DISCUTE MÍDIA E IGREJA

ENCONTRO ECUMÊNICO DISCUTE MÍDIA E IGREJA
Genebra,
- Diretores de veículos de comunicação e assessores de imprensa participam de uma conferência sobre ecumenismo e mídia, promovido pela Conferência das Igrejas Européias -KEK, que ocorre de hoje até domingo na cidade suíça de Genebra.
O encontro debaterá, entre outros temas, o interesse da mídia pelo trabalho eclesial e a visibilidade das instituições, no contexto da imprensa européia. Além de representantes dos veículos católicos, participarão da reunião anglicanos, ortodoxos e protestantes. Conforme o porta-voz do evento, Luca Negro, o objetivo é refletir sobre como as igrejas poderão ser mais incisivas na comunicação, especialmente em nível europeu. Negro ressalta que a intenção é despertar uma maior atenção da mídia sobre as ações eclesiais, bem como reforçar o ecumenismo. Segundo o porta-voz, a convivência entre as confissões cristãs parece estar em crise, mas é, na verdade, uma realidade cotidiana bastante viva e rica. (MO)
Fonte: RV