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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

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Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.

CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador Lourdes. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 16 de agosto de 2011

LOURDES RECEBE 30 MIL NO DIA DA ASSUNÇÃO DE MARIA

LOURDES RECEBE 30 MIL NO DIA DA ASSUNÇÃO DE MARIA


Lourdes,



- Cerca de 30 mil peregrinos participaram ontem em Lourdes (sudoeste da França) da missa de Assunção de Nossa Senhora, neste local de grande peregrinação católica, conhecido também pelas curas milagrosas.

A cerimônia foi presidida por Dom Emmanuel Lafont, bispo de Caiena (Guiana francesa) e concelebrada por 200 sacerdotes numa grande campina.

Na homilia, Dom Lafont defendeu a necessidade de abrir caminho para "um mundo melhor", insistindo no papel da família sobre a miséria, lembrando que a metade dos jovens na Guiana vivem o drama do desemprego.

Entre os presentes estava o diretor e ator francês Robert Hossein, que apresentou no sábado, em Lourdes, para 25 mil pessoas, seu novo espetáculo “Uma mulher chamada Maria”, (Une femme nommée Marie), com a presença de jovens sul-americanos a caminho da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Madri – declarou o reitor dos Santuários, Padre Horatio Brito, à agência francesa France Press.

A Peregrinação nacional (organizada no dia 15 de agosto) teve a participação de mil doentes ou portadores de deficiências e 4 mil membros de ordens religiosas.

A 138ª Peregrinação nacional também foi marcada, na noite de domingo, pela tradicional procissão mariana com velas.

Lourdes recebe anualmente cerca de seis milhões de visitantes. A cidade mariana bateu os recordes de frequência, com oito milhões de peregrinos, em 2008, ano do 150º aniversário do aparecimento da Virgem Maria à francesinha Bernadette Soubirous e da visita do Papa Bento XVI. (CM)

Fonte: RV

domingo, 15 de agosto de 2010

SANTUARIO DE LOURDES - 30 MIL PESSOAS EVACUADAS

Santuário de Lourdes reabriu após falso alerta de bomba


O santuário mariano, no Noroeste de França, reabriu ao culto, após as operações de segurança accionadas pelo alerta de bomba por telefone, refere a France Press.
A brigada de explosivos da polícia vistoriou diversos locais do recinto sem ter descoberto qualquer explosivo.
"A chamada pelas 12h provinha de uma cabine telefónica e de um homem com um forte sotaque ‘mediterrâneo' que parecia muito determinado", declarava o autarca dos Altos Pirinéus, René Bidal. "Tínhamos de encarar a hipótese com seriedade", justificou.
O homem referia que iriam explodir quatro bombas às 15 horas locais (14h em Lisboa, {9h Brasilia} ) junto à gruta de Lourdes, local indicado como o da aparição da Virgem Maria a Bernadette Soubirous há 152 anos.
Na sequência da chamada telefónica e 15 minutos depois, foi transmitida uma mensagem em seis idiomas a ordenar a saída ordeira do local. O santuário estava deserto quando eram 14h30 locais. Não há mais informações sobre a origem da ameaça. Cerca de 900 peregrinos gravemente doentes, muitos acamados, foram retirados para local seguro. Os outros ficaram à espera, durante cinco horas, fora dos portões fechados.
Os portões reabriram a meio da tarde e as cerimónias foram calmamente retomadas, conforme estava previsto.
O porta-voz do santuário estima que participassem cerca de 30 mil pessoas nas celebrações do Dia de Nossa Senhora da Assunção, a data mais concorrida pelos peregrinos e dia feriado em França, tal como em Portugal. O santuário de Lourdes é o segundo local católico mais visitado a seguir a Roma.

Fonte: RTP.tp

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Á PROCURAR GRAVETOS, ENCONTROU NOSSA SENHORA

À procura de gravetos para suportar o frio

Naquele 11 de fevereiro a luta pela vida continuou implacável.
O pai, Francisco, deitou-se entre esgotado e deprimido.
O frio em Lourdes corta a pele como uma navalha e não havia lenha na lareira.
Bernadette prontificou-se a colher gravetos num bosque vizinho.
Iria junto com umas amigas que também tinham necessidade.
Louise, a mãe, não queria pois a saúde de Bernadette, que padecia de asma, andava fraca.
Porém, a necessidade e a insistência da filha levaram-na a aceitar. Aliás, Louise, ainda venderia uma parte daqueles gravetos e conseguiria fazer mais uma pobre sopa quente para o marido e os filhos naquela noite.
Bernadette foi, como sempre, levando seu terço no bolso. A mãe fez questão que voltasse para assistir às vésperas na igreja.
As meninas partiram com a ingênua alegria das almas sofridas, despretensiosas, generosas e sacrificadas.
Elas discutiram um pouco onde achar os melhores gravetos sem contrariar os proprietários dos bosques. Disputaram um pouquinho sobre o caminho a percorrer. Afinal puseram-se de acordo. Bernadette saiu na frente indicando a estrada.
Ouçamo-la contar ela própria o que então sucedeu.
“A primeira vez que fui à gruta, era quinta-feira, 11 de fevereiro.
Fui para recolher galhos secos com outras duas jovens.
Quando estávamos no moinho, eu lhes perguntei se queriam ver onde a água do canal se encontrava com o Gave.
Elas me responderam que sim. De lá, seguimos o canal e nos encontramos diante de uma gruta, não podendo mais prosseguir.
“Minhas duas companheiras se colocaram em condição de atravessar a água que estava diante da gruta. Elas a atravessaram e começaram a chorar.
Perguntei-lhes por que choravam, e disseram-me que a água estava gelada.
Pedi que me ajudassem a jogar pedras na água, para ver se podia passar sem tirar meus sapatos, mas disseram-me que devia fazer como elas, se quisesse.
Fui um pouco mais longe, para ver se podia passar sem tirar meus sapatos, mas não poderia”.
Esta preocupação se explica porque Bernadette sofria de asma, e a mãe não queria que tomasse friagem.
Prossegue o relato: “Então, regressei diante da gruta e comecei a tirar os sapatos.
Tinha acabado de tirar a primeira meia, quando ouvi um barulho como se fosse uma ventania. Então girei a cabeça para o lado do gramado, do lado oposto da gruta.
Vi que as árvores não se moviam, então continuei a tirar meus sapatos.“Ouvi mais uma vez o mesmo barulho.
Assim que levantei a cabeça, olhando a gruta, vi uma Dama vestida de branco.
Tinha um vestido branco, um véu branco, um cinto azul e uma rosa em cada pé, da cor da corda do seu terço.
“Eu pensava ser vítima de uma ilusão. Esfreguei os olhos, porém olhei de novo e vi sempre a mesma Dama. Coloquei a mão no bolso, para pegar o meu terço.
Queria fazer o sinal da cruz, mas em vão. Não pude levar a mão até a testa, a mão caía. Então o medo tomou conta de mim, era mais forte que eu.
Todavia, não fugi. A Dama tomou o terço que segurava entre as mãos e fez o sinal da cruz. Minha mão tremia, porém tentei uma segunda vez, e consegui. Assim que fiz o sinal da cruz, desapareceu o grande medo que sentia, e fiquei tranqüila.
“Coloquei-me de joelhos. Rezei o terço, tendo sempre ante meus olhos aquela bela Dama. A visão fazia escorrer o terço, mas não movia os lábios.
Quando acabei o meu terço, com o dedo Ela fez-me sinal para me aproximar, mas não ousei. Fiquei sempre no mesmo lugar.
Então desapareceu imprevistamente.
“Comecei a tirar a outra meia para atravessar aquele pouco de água que se encontrava diante da gruta, para alcançar as minhas companheiras e regressarmos.
No caminho de volta, perguntei às minhas companheiras se não haviam visto algo.“— Não.
“Perguntei-lhes mais uma vez, e disseram-me que não tinham visto nada.
Eu lhes roguei que não falassem nada a ninguém. Então elas me interrogaram:“— E tu viste algo?
“Eu lhes disse que não.“— Se não viste nada, eu também não.“Pensava que tinha me enganado. Mas retornando a casa, na estrada me perguntavam o que tinha visto.
Voltavam sempre àquele assunto. Eu não queria lhes dizer, mas insistiram tanto, que decidi dizê-lo, mas na condição de que não contassem para ninguém.
Prometeram-me que manteriam o segredo. Mas assim que chegaram às suas casas, a primeira coisa que contaram foi que eu tinha visto uma Dama vestida de branco.

Esta foi a primeira vez”.

Fonte: Lourdes e suas aparições

terça-feira, 16 de setembro de 2008

LOURDES: DISCURSO DE DESPEDIDA: RETROSPECTIVA DA VIAGEM


DISCURSO DE DESPEDIDA: RETROSPECTIVA DA VIAGEM DO PAPA À FRANÇA

Lourdes, 16 set (RV)
– Enquanto o Papa descansa, em Castel Gandolfo, depois da maratona de quatro dias à França, recordamos a cerimônia de despedida, que se realizou, ontem, no aeroporto de Tarbes-Lourdes-Pirineus, na presença do primeiro-ministro, François Fillon.

Ali Bento XVI fez uma retrospectiva destes quatro dias de visita à França:No momento de deixar a terra francesa, fico muito agradecido por terem vindo despedir-se de mim. Assim, vocês me dão a oportunidade de afirmar, mais uma vez, que esta viagem a este país alegrou meu coração.
Por seu intermédio, senhor Primeiro-Ministro, envio minhas saudações ao Presidente da República e aos membros do governo, assim como às autoridades civis e militares que não pouparam esforços para contribuir para o bom andamento destes dias de graça.
Depois, o Santo Padre expressou sincera gratidão aos irmãos no episcopado, ao cardeal Vingt-Trois e a Dom Jacques Perrier, bispo de Lourdes, assim como à Conferência Episcopal da França. O Papa recordou ainda, com reconhecimento, as autoridades de Paris e Lourdes, como também as Forças da Ordem, os voluntários e todos os trabalharam, com dedicação e esmero, pelo êxito de seus quatro dias de visita à França. E acrescentou:Minha viagem foi como um díptico: a primeira parte foi Paris, cidade que conheço muito bem e lugar de muitas reuniões importantes. Tive a oportunidade de celebrar a Eucaristia no marco prestigioso da Esplanada dos Inválidos e de encontrar um povo vivo, orgulhoso e ciente da sua fé. Vim encorajá-los a perseverar em sua fé, vivendo os ensinamentos de Cristo e de sua Igreja.

A seguir, Bento XVI lembrou as Vésperas com os sacerdotes, religiosos, religiosas, diáconos e seminaristas, alentando-os em sua vocação de servir a Deus e ao próximo. Recordou também momento, embora breve, mas intenso, com os jovens na Praça de Notre-Dame, cujo entusiasmo e carinho o reconfortaram. Enfim, o Papa dirigiu seu pensamento aos significativos encontros com o mundo da cultura, no Instituto de França e no Colégio dos Bernardinos, ocasião em que pôde reafirmar que “a cultura e seus intérpretes são os vetores privilegiados do diálogo entre a fé e a razão, entre Deus e o homem”.Depois, o Santo Padre passou à segunda parte do que chamou de díptico: Lourdes, a cidadezinha nos Pirineus, principal etapa da sua viagem pastoral à França:Lourdes, lugar emblemático, que atrai e encanta os fiéis, é como uma luz na escuridão da nossa busca de Deus. Ali, Maria abriu uma porta para o além, que nos questiona e nos seduz: Maria, Porta caeli (Porta do Céu). Freqüentei a sua escola, durante estes dias.

Visitei Lourdes para celebrar os 150 anos das aparições marianas. O Papa continuou explicando que “na gruta de Massabielle”, onde Maria apareceu a Bernadete, rezou por todos: pela Igreja, pela França e pelo mundo. As duas Eucaristias celebradas em Lourdes lhe permitiram unir-se aos peregrinos.
De fato, como peregrino entre os peregrinos, o Pontífice acompanhou as quatro etapas do Caminho do Jubileu das Aparições, visitando a igreja paroquial, onde Bernadete foi batizada; a casa, onde viveu a sua família; a Gruta de Massabielle, onde a Virgem apareceu à pequena vidente; e, finalmente, a Capela onde a menina recebeu a Primeira Comunhão.

Depois, Bento XVI referiu-se à Santa Missa que celebrou, em Lourdes, para os enfermos, que coroou a sua visita à cidade e à França. Durante a celebração, rezou pelos doentes em busca de restabelecimento físico e esperança espiritual. Deus não os esquece, tampouco a Igreja. Por fim, o Papa recordou a procissão de velas e a procissão Eucarística, no gramado do Santuário de Lourdes; o encontro com os bispos da França, que se reúnem, periodicamente, aos pés de Nossa Senhora de Lourdes para rezar, celebrar a Eucaristia, refletir e dialogar sobre sua missão de pastores.
Ao término do seu discurso de despedida de Lourdes e da França, ontem de manhã, no aeroporto local, o Pontífice manifestou seu desejo:Que em solo francês possa reinar a harmonia e o progresso humano; que a Igreja seja fermento na massa para indicar, com sabedoria e sem temor, de acordo com a sua missão, quem é Deus. Chegou o momento de deixá-los. Será que vou voltar a este maravilhoso país? Confio este meu desejo a Deus. Em Roma, estarei próximo de vocês, quando me detiver diante da réplica secular da Gruta de Lourdes, que se encontra no Jardim do Vaticano.
Que Deus os abençoe e obrigado. (MT)
Fonte: RV

L'OSSERVATORE: EDITORIAL SOBRE VIAGEM APOSTÓLICA DE BENTO XVI À FRANÇA

L'OSSERVATORE PUBLICA EDITORIAL SOBRE VIAGEM APOSTÓLICA DO PAPA
Cidade do Vaticano, 16 set (RV)
- “Um tempo propício para retornar a Deus” é o título do editorial publicado nesta terça-feira pelo jornal vaticano L’Osservatore Romano. O texto, assinado pelo editor do diário, Giovanni Maria Vian, faz um balanço da viagem do papa à França, encerrada nessa segunda-feira. “Bento XVI está convicto de que este é um tempo propício para retornar a Deus, e sua visita à França foi uma nova ocasião para repetir essa convicção”, destaca o L’Osservatore.O texto prossegue lembrando que a mensagem do Pontífice não foi dirigida apenas à comunidade católica, mas a todos os cristãos e aos fiéis de outras religiões. “Há uma urgência de Deus no mundo contemporâneo”, sustenta o artigo do editor do jornal. Giovanni Maria Vian avalia como um dos gestos mais significativos da visita do papa a Paris a disponibilidade corajosa e cordial demonstrada pelo presidente francês Nicolas Sarcozy diante da insistência de temas como a laicidade positiva e o diálogo entre as religiões. O texto também ressalta como pontos altos da viagem o encontro com representantes da comunidade hebraica, durante os quais o papa Bento XVI rechaçou o anti-semitismo; e o discurso ao mundo da cultura, com a presença de autoridades muçulmanas. (MO)

Fonte: RV

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

O SANTO PADRE ADMINISTROU O SACRAMENTO DA UNÇÂO DOS ENFERMOS DURANTE A CELEBRAÇÃO DA SANTA MISSA

MISSA E UNÇÃO PARA OS ENFERMOS EM LOURDES
"Com Cristo as nossas tribulações e sofrimentos se tornam instrumento de salvação!"

Lourdes, 15 set (RV)
- Último dia da X Viagem Apostólica de Bento XVI, que o levou a Paris e em peregrinação a Lourdes, na França, as celebrações jubilares das Aparições de Nossa Senhora a Santa Bernadete.
O Santo Padre deixou, esta manhã, a Casa de Retiros São José e se dirigiu, de automóvel, ao vizinho Oratório de Lourdes, atual Capela de um Hospital, onde a pequena vidente, Bernadete de Soubirous, recebeu a Primeira Comunhão.
Trata-se da IV e última etapa do “Caminho Jubilar” das celebrações por ocasião das Aparições marianas em Lourdes.
As três etapas que o Papa já visitou são: a fonte, onde Bernadete foi batizada; a casa onde a sua família morou, que era uma antiga prisão; e a Gruta, onde Maria apareceu a Bernadete.Durante a IV etapa do Caminho Jubilar, onde a menina vidente recebeu a Primeira Comunhão, o Pontífice rezou a oração própria, diante do Santíssimo Sacramento.
A seguir, o Papa dirigiu-se de automóvel à Basílica de Nossa Senhora do Rosário, onde, no adro, celebrou uma Santa Missa para os numerosos enfermos, presentes em Lourdes.
Durante a celebração, cuja Liturgia foi a da festa de Nossa Senhora das Dores, o Santo Padre administrou o sacramento da Unção dos Enfermos.
Na homilia que pronunciou aos presentes, sobretudo idosos e doentes, o Pontífice recordou que Maria, celebrada hoje como Nossa Senhora das Dores, partilhou da compaixão de seu Filho pelos pecadores.
De fato, aos pés da Cruz, realiza-se a profecia do velho Simeão: “seu coração será transpassado", ao ver o suplício imposto a seu Filho inocente. E o Papa explicou:Maria, hoje, participa da alegria e da glória da Ressurreição.
As lágrimas que derramou aos pés da Cruz se transformaram em sorriso, que nada o apagará, embora mantenha intacta a sua compaixão materna por nós. Os cristãos de todos os tempos sempre foram à busca deste seu sorriso.
Com efeito, ela dispensa seu sorriso a todos, mas de modo particular aos que sofrem e aos que precisam de conforto e alívio.
O sorriso de Maria, continuou o Papa, é reflexo da ternura de Deus e fonte de esperança, não obstante o mundo do sofrimento tende a levar ao desespero e desviar do sentido e do valor da vida.
Quando isso acontecer, disse o Pontífice, devemos olhar para Maria, aos pés da Cruz; devemos reconhecer a nossa fraqueza e pobreza diante de Deus e demonstrar maturidade espiritual.
Desta forma, o sorriso de Maria torna-se fonte de amor e de misericórdia.
Seu Filho Jesus veio entre os homens como médico. Sem a sua ajuda, o julgo do sofrimento e da enfermidade torna-se árduo e pesado.
Com Cristo as nossas tribulações e sofrimentos se tornam instrumento de salvação! (MT)
Fonte: RV

BENTO XVI MANTEM ENCONTRO COM BISPOS DA FRANÇA

ENCONTRO DO PAPA COM OS BISPOS DA FRANÇA

Lourdes, 14 set (RV)
- Na parte da tarde de hoje, o Pontífice deixou, novamente, a Casa de Retiros São José, por volta das 17 horas locais, e se dirigiu ao Anfiteatro Santa Bernadete, para o encontro com os Bispos da França.Depois da saudação do cardeal-arcebispo de Paris, Dom André Vingt-Trois, Presidente da Conferência Episcopal da França, Bento XVI pronunciou seu longo e denso discurso, expressando sua alegria de poder se encontrar, pela primeira vez, com todos os Bispos franceses reunidos.

Demonstrando profundo conhecimento da realidade eclesial local, fruto também da visita “ad limina apostolorum”, que os bispos fazem, a cada cinco anos, ao Sucessor de Pedro e à Igreja de Roma, o Papa passou em resenha alguns dos aspectos pastorais da vida da Igreja na França.

Após recordar a missão própria do bispo e a importância da comunhão nas suas respectivas Igrejas locais, sobretudo com a Sé de Pedro, o Santo Padre passou a fazer uma espécie de resenha de diversos aspectos da vida da Igreja na França, dando destaque à catequese, à promoção das vocações, sobretudo religiosas e sacerdotais, ao papel insubstituível do sacerdote na vida paroquial e no apostolado, com atenção particular aos mais necessitados, idosos e enfermos.

O Papa referiu-se ainda a outros aspectos pastorais, como a Liturgia e a família, célula vida da sociedade; a indissolubilidade do matrimônio, o bem comum e a defesa da vida, desde o início até seu fim natural; a juventude, futuro da humanidade; o divórcio e o aborto, que representa uma chaga na sociedade moderna; o engajamento dos leigos, na vida social e eclesial; enfim, o diálogo ecumênico e inter-religioso com outras Confissões religiosas.

Enfim, ao dar seus sábios conselhos e orientações aos Pastores da Igreja na França, na condução das suas respectivas Igrejas locais, Bento XVI concluiu, dizendo textualmente: “O homem precisa sempre livrar-se dos seus medos e pecados; ele precisa aprender a amar a Deus como amigo e a dar sentido à própria existência. Neste sentido, os Pastores têm um papel importante, ao conduzir seu rebanho à meta estabelecida”.

O Pontífice se despediu, confiando os Pastores e toda a Igreja na França à materna proteção de Nossa Senhora de Lourdes.

Ao término do encontro com os Bispos franceses, o Santo Padre dirigiu-se, de papa-móvel, ao Prado do Santuário mariano de Lourdes, onde participou do final da Procissão Eucarística, concluindo, assim, seu penúltimo dia de permanência em Lourdes.

Amanhã, antes de deixar as terras francesas, Bento XVI vai percorrer a IV etapa das celebrações jubilares das Aparições, visitando o lugar onde Santa Bernadete fez sua Primeira Comunhão.

Hoje, o lugar se encontra no Oratório do Hospital de Lourdes.

Depois, o Papa vai celebrar uma Santa Missa, para os enfermos presentes em Lourdes, no patamar da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Lourdes.

Assim, Bento XVI concluirá a X Viagem Apostólica de seu Pontificado, que, durante cinco dias, o levou a Paris e a Lourdes, para as celebrações jubilares marianas.

A chegada do Santo Padre ao aeroporto romano de Ciampino, está prevista em torno das 15 horas locais.

O Papa se dirigirá, a seguir, à Residência Apostólica de Castel Gandolfo. (MT)
Fonte: RV

domingo, 3 de agosto de 2008

LOURDES - FESTIVAL DA JUVENTUDE EM SETEMBRO

Festival da Juventude com o Papa em Lourdes
A Conferência Episcopal da França, anunciou a realização de um “Festival de Juventude”, que se levará a cabo durante a visita papal, anunciada de 12 a 15 de Setembro próximo.

Bento XVI estará em Paris e Lourdes, por ocasião dos 150 anos das aparições marianas. O Festival Juvenil incluirá três vigílias em Lourdes com o Papa. Na Sexta-feira, 12 de Setembro, às 21h00 terá lugar uma Vigília-Concerto organizada pela juventude do movimento “Emmanuel”. Um dia depois, às 23h00 realizar-se-á a grande Vigília de Adoração para os jovens, que contará com uma catequese especialmente preparada para o evento pelo Cardeal Philippe Barbarin, Arcebispo de Lyon.

Finalmente, a 14 de Setembro, pelas 21h00 decorre outra Vigília-Concerto organizada pela Comunidade de Saint-Jean. A Missa de encerramento, que será presidida pelo Papa e concelebrada por quase um milhar de bispos e sacerdotes, contará, segundo expectativas do Episcopado francês, com a participação de 250 mil pessoas, a maioria delas jovens.
Fonte: RV