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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador Gruta de Massabielle. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Á PROCURAR GRAVETOS, ENCONTROU NOSSA SENHORA

À procura de gravetos para suportar o frio

Naquele 11 de fevereiro a luta pela vida continuou implacável.
O pai, Francisco, deitou-se entre esgotado e deprimido.
O frio em Lourdes corta a pele como uma navalha e não havia lenha na lareira.
Bernadette prontificou-se a colher gravetos num bosque vizinho.
Iria junto com umas amigas que também tinham necessidade.
Louise, a mãe, não queria pois a saúde de Bernadette, que padecia de asma, andava fraca.
Porém, a necessidade e a insistência da filha levaram-na a aceitar. Aliás, Louise, ainda venderia uma parte daqueles gravetos e conseguiria fazer mais uma pobre sopa quente para o marido e os filhos naquela noite.
Bernadette foi, como sempre, levando seu terço no bolso. A mãe fez questão que voltasse para assistir às vésperas na igreja.
As meninas partiram com a ingênua alegria das almas sofridas, despretensiosas, generosas e sacrificadas.
Elas discutiram um pouco onde achar os melhores gravetos sem contrariar os proprietários dos bosques. Disputaram um pouquinho sobre o caminho a percorrer. Afinal puseram-se de acordo. Bernadette saiu na frente indicando a estrada.
Ouçamo-la contar ela própria o que então sucedeu.
“A primeira vez que fui à gruta, era quinta-feira, 11 de fevereiro.
Fui para recolher galhos secos com outras duas jovens.
Quando estávamos no moinho, eu lhes perguntei se queriam ver onde a água do canal se encontrava com o Gave.
Elas me responderam que sim. De lá, seguimos o canal e nos encontramos diante de uma gruta, não podendo mais prosseguir.
“Minhas duas companheiras se colocaram em condição de atravessar a água que estava diante da gruta. Elas a atravessaram e começaram a chorar.
Perguntei-lhes por que choravam, e disseram-me que a água estava gelada.
Pedi que me ajudassem a jogar pedras na água, para ver se podia passar sem tirar meus sapatos, mas disseram-me que devia fazer como elas, se quisesse.
Fui um pouco mais longe, para ver se podia passar sem tirar meus sapatos, mas não poderia”.
Esta preocupação se explica porque Bernadette sofria de asma, e a mãe não queria que tomasse friagem.
Prossegue o relato: “Então, regressei diante da gruta e comecei a tirar os sapatos.
Tinha acabado de tirar a primeira meia, quando ouvi um barulho como se fosse uma ventania. Então girei a cabeça para o lado do gramado, do lado oposto da gruta.
Vi que as árvores não se moviam, então continuei a tirar meus sapatos.“Ouvi mais uma vez o mesmo barulho.
Assim que levantei a cabeça, olhando a gruta, vi uma Dama vestida de branco.
Tinha um vestido branco, um véu branco, um cinto azul e uma rosa em cada pé, da cor da corda do seu terço.
“Eu pensava ser vítima de uma ilusão. Esfreguei os olhos, porém olhei de novo e vi sempre a mesma Dama. Coloquei a mão no bolso, para pegar o meu terço.
Queria fazer o sinal da cruz, mas em vão. Não pude levar a mão até a testa, a mão caía. Então o medo tomou conta de mim, era mais forte que eu.
Todavia, não fugi. A Dama tomou o terço que segurava entre as mãos e fez o sinal da cruz. Minha mão tremia, porém tentei uma segunda vez, e consegui. Assim que fiz o sinal da cruz, desapareceu o grande medo que sentia, e fiquei tranqüila.
“Coloquei-me de joelhos. Rezei o terço, tendo sempre ante meus olhos aquela bela Dama. A visão fazia escorrer o terço, mas não movia os lábios.
Quando acabei o meu terço, com o dedo Ela fez-me sinal para me aproximar, mas não ousei. Fiquei sempre no mesmo lugar.
Então desapareceu imprevistamente.
“Comecei a tirar a outra meia para atravessar aquele pouco de água que se encontrava diante da gruta, para alcançar as minhas companheiras e regressarmos.
No caminho de volta, perguntei às minhas companheiras se não haviam visto algo.“— Não.
“Perguntei-lhes mais uma vez, e disseram-me que não tinham visto nada.
Eu lhes roguei que não falassem nada a ninguém. Então elas me interrogaram:“— E tu viste algo?
“Eu lhes disse que não.“— Se não viste nada, eu também não.“Pensava que tinha me enganado. Mas retornando a casa, na estrada me perguntavam o que tinha visto.
Voltavam sempre àquele assunto. Eu não queria lhes dizer, mas insistiram tanto, que decidi dizê-lo, mas na condição de que não contassem para ninguém.
Prometeram-me que manteriam o segredo. Mas assim que chegaram às suas casas, a primeira coisa que contaram foi que eu tinha visto uma Dama vestida de branco.

Esta foi a primeira vez”.

Fonte: Lourdes e suas aparições

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

A HISTÓRIA DA IGREJA INICIA SEU CAMINHO NA POBRE GRUTA DE BELÉM

BENTO XVI: A HISTÓRIA DA IGREJA INICIA SEU CAMINHO NA POBRE GRUTA DE BELÉM

Cidade do Vaticano, 25 dez (RV)

- O Santo Padre concedeu hoje ao meio-dia do balcão central da Basílica de São Pedro, a tradicional bênção "Urbi et Orbi" (à cidade de Roma e ao mundo inteiro).Em sua mensagem natalina proferida aos fiéis provenientes de várias partes do mundo, o papa ressaltou que a liturgia do Natal não nos fala de uma luz natural, mas de uma luz diferente, especial, de alguma forma apontada e orientada para um nós, "o mesmo nós para quem o Menino de Belém nasceu. Este nós é a Igreja, a grande família universal dos que acreditam em Cristo, que aguardaram com esperança o novo nascimento do Salvador e hoje celebram no mistério a perene atualidade deste acontecimento" – frisou Bento XVI.O Santo Padre disse ainda que a princípio aquele nós, ao redor da manjedoura de Belém, era quase invisível aos olhos dos homens, como nos diz o Evangelho de São Lucas, englobava, além de Maria e José, poucos e humildes pastores que correram à gruta, avisados pelos anjos. "A luz do primeiro Natal foi como um fogo aceso à noite. Ao redor tudo estava escuro, enquanto na gruta resplandecia a luz verdadeira que ilumina todo homem" – disse o papa – acrescentando: "é a história da Igreja que inicia o seu caminho na pobre gruta de Belém e, através dos séculos, se torna povo e fonte de luz para a humanidade. Também hoje, por meio daqueles que vão ao encontro do Menino, Deus ainda acende fogueiras na noite do mundo para convidar os homens a reconhecerem em Jesus o sinal da sua presença salvífica e libertadora e estender o nós dos fiéis em Cristo a toda humanidade."O Santo Padre frisou ainda "que onde estiver um nós que acolhe o amor de Deus, aí resplandece a luz de Cristo, mesmo nas situações mais difíceis"."A Igreja, como a Virgem Maria, oferece ao mundo Jesus, o Filho, que Ela recebeu como dom e que veio para libertar o homem da escravidão do pecado. Como Maria, a Igreja não tem medo, porque aquele Menino é a sua força e o oferece às pessoas que o procuram com coração sincero, aos humildes da terra e aos aflitos, às vítimas da violência, aos desejam o bem da paz. Também hoje, à família humana profundamente marcada por uma grave crise, certamente econômica, mas também moral, e por dolorosas feridas de guerras e conflitos, a Igreja, com o estilo da partilha e da fidelidade ao homem, repete com os pastores: Vamos a Belém (Lc 2, 15), lá encontraremos a nossa esperança" – ressaltou o pontífice.Bento XVI sublinhou que o nós da Igreja vive no território onde Jesus nasceu, na Terra Santa, para convidar seus habitantes a abandonarem toda a lógica de violência e vingança. O nós da Igreja está presente em outros países do Oriente Médio, como o Iraque, no pequenino rebanho de cristãos que vive naquela região, que passa por várias tribulações. O Santo Padre disse ainda que nós da Igreja, está em Sri Lanka, na Coreia, nas Filipinas, e outras terras asiáticas, como fermento de reconciliação e de paz. "No continente africano, não cessa de erguer a voz a Deus para implorar o fim de toda a prepotência na República Democrática do Congo; convida os cidadãos da Guiné e do Níger ao respeito pelos direitos de cada pessoa e ao diálogo; aos de Madagascar pede para superarem as divisões internas e acolherem-se reciprocamente; a todos lembra que são chamados à esperança, não obstante os dramas, provações e dificuldades que continuam a afligi-los" – frisou Bento XVI."Na Europa e na América do Norte - disse ainda o papa - o nós da Igreja convida a superar a mentalidade egoísta e tecnicista, a promover o bem comum e a respeitar os mais vulneráveis, começando pelos nascituros. Em Honduras, ajuda a retomar o caminho institucional; em toda a América Latina, o nós da Igreja é fator de identidade, plenitude de verdade e caridade que nenhuma ideologia pode substituir, apelo em favor do respeito dos direitos inalienáveis de cada pessoa e ao seu desenvolvimento integral, anúncio de justiça e fraternidade, fonte de unidade".O Santo Padre concluiu sua mensagem, dizendo "que a Igreja é solidária com aqueles que são atingidos pelas calamidades naturais e pela pobreza, mesmo nas sociedades opulentas" e que diante do êxodo das pessoas que emigram por causa da fome, da intolerância ou da degradação ambiental, "a Igreja é uma presença que chama ao acolhimento".O papa desejou um Feliz Natal aos fiéis e peregrinos em várias línguas. Ouçamos suas felicitações natalinas em língua portuguesa. Bento XVI concluiu a cerimônia concedendo a todos a sua bênção apostólica. (MJ)

Fonte: RV

sábado, 13 de setembro de 2008

LOURDES: BENTO XVI DEU INÍCIO AO "CAMINHO DO JUBILEU"

Bento XVI chegou ao fim da tarde deste sábado ao santuário mariano de Lourdes, meta fundamental da sua viagem pastoral.


Do aeroporto de Tarbes, nos Pirinéus, aonde deveria chegou pouco antes das 18 horas, o Papa seguiu de helicóptero para Lourdes, dando imediatamente início ao “Caminho do Jubileu” – o percurso que todos os peregrinos são convidados a realizar neste Jubileu dos 150 anos das aparições: a fonte baptismal da Igreja onde foi baptizada Bernardete, a pobre casa da família e a gruta de Massabielle.

Papa Bento XVI em visita ao "Cachot"


Bento XVI em oração na gruta de Massabielle.

(Noutro momento Bento XVI realizará a última etapa deste breve percurso: a capela onde a vidente de Lourdes recebeu a primeira comunhão.)

Às nove e meia da noite o Papa participará na parte final da procissão de velas , dirigindo a palavra aos peregrinos. Amanhã domingo, às 10 horas da manhã, Bento XVI preside à Santa Missa, na festa da Exaltação da Santa Cruz. A celebração tem lugar no amplo prado situado na margem oposta, do outro lado da corrente, em frente da gruta das Aparições.
Fonte: RV