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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

SÍNODO: "DEUS ROMPEU O SILÊNCIO DO UNIVERSO"

Papa na primeira sessão do Sínodo: "Deus rompeu o silêncio do Universo"


Cidade do Vaticano (RV)

– Os trabalhos da 13a Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização foram abertos na manhã desta segunda, 08, com a oração das Laudes, presidida pelo Papa, na Sala Paulo VI. Bento XVI se dirigiu aos 262 padres sinodais de todo o mundo com as seguintes palavras: “O cristão não deve ser morno; este é o mais grave perigo para o cristianismo de hoje: a tepidez desacredita o cristianismo” – refletiu o Papa, .

“O fogo é luz, é calor, força de transformação: a cultura humana começou quando o homem descobriu que podia criar o fogo, que destrói, mas, sobretudo transforma, renova e cria uma novidade, a do homem que se torna luz em Deus”.

Para o Papa teólogo, é importante que no latim cristão, a palavra 'professio' tenha sido substituída pela 'confessio', palavra usada nos tribunais, em processos, e que traz consigo um elemento martiriológico: o testemunho, o risco da morte, a disponibilidade de sofrer. Bento XVI se dirigiu aos padres sinodais:

“Isto é muito importante, pois garante credibilidade. A fé não é uma coisa qualquer, que posso até deixar cair. Sabemos que para nós, a confissão não é uma palavra vazia, é mais do que a morte. Quem a faz demonstra que a verdade vale mais do que a vida: é uma pérola preciosa”.

A este propósito o Pontífice recordou que “o lugar da confissão é o coração e a boca, ou seja, a fé não é apenas uma realidade do coração, mas deve ser comunicada, confessada; tende a ser pública, como o fogo que se acende e se alastra, gerando novas chamas. É necessária a coragem da palavra. A confissão é o primeiro alicerce da Evangelização, e não é uma coisa abstrata. Tornando-se visível, é a força do presente e do futuro”.

Fonte: RV

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

BENTO XVI: VENHO AO LÍBANO COMO PEREGRINO DE PAZ



Bento XVI: Venho ao Líbano como peregrino de paz





Beirute (RV)



– “Venho ao Líbano como peregrino de paz.” A longa espera acabou, pois Bento XVI já se encontra em Beirute, para a sua 24ª viagem apostólica internacional. Depois de pouco mais de três horas de viagem de Roma à capital libanesa, o Pontífice e sua delegação foram recebidos no Aeroporto internacional “Rafiq Hariri” pelo Presidente da República, Michel Sleiman, pelo Patriarca Maronita Béchara Boutros Rai, e outras autoridades civis e eclesiásticas.Após o cerimonial de boas-vindas, tomaram a palavra primeiro do Presidente da República e, a seguir, Bento XVI.O Papa agradeceu a recepção calorosa, “o magnífico acolhimento” – que se reserva a um irmão amado e respeitado. Falou das “excelentes relações” que sempre existiram entre a Santa Sé e o Líbano e do motivo de sua viagem, ou seja, a publicação da Exortação apostólica Pós-Sinodal “Ecclesia in Medio Oriente”. Dirigindo-se a todos os libaneses, Bento XVI afirma que não esquece os acontecimentos “tristes e dolorosos” que, durante longos anos, atormentaram este lindo país. “A convivência feliz de todos os libaneses deve demonstrar a todo o Médio Oriente e ao resto do mundo que, dentro duma nação, pode haver colaboração entre as diversas Igrejas – todas elas membros da única Igreja Católica – num espírito de comunhão fraterna com os outros cristãos e, ao mesmo tempo, a convivência e o diálogo respeitoso entre os cristãos e os seus irmãos de outras religiões.”Este equilíbrio, que é apresentado em toda a parte como um exemplo, é extremamente delicado, disse o Papa. Por vezes, ameaça romper-se. Então, é preciso dar provas de real moderação e grande sabedoria; a razão deve prevalecer sobre a paixão unilateral para favorecer o bem comum de todos.A convivência que o Líbano quer testemunhar, acrescentou, só será profunda se estiver fundada sobre uma atitude de benevolência para com o outro, se estiver enraizada em Deus. Só então será um modelo para os habitantes de toda a região e para o mundo inteiro. Não se trata duma obra meramente humana, mas dum dom de Deus que é preciso pedir com insistência, preservar a todo custo e consolidar resolutamente.“Venho ao Líbano como peregrino de paz, como amigo de Deus e como amigo dos homens”, disse ainda o Papa, citando o lema da sua viagem apostótica: «Salami ō-tīkum – dou-vos a minha paz». E hoje, além deste país, dirijo-me em espírito também a todos os países do Médio Oriente como peregrino de paz, como amigo de Deus e como amigo de todos os habitantes de todos os países da região, independentemente da sua filiação e da sua crença.”Bento XVI garantiu que as alegrias e as tribulações dos povos do Oriente Médio estão continuamente presentes em sua oração, pedindo a Deus que os acompanhe e console. « Posso assegurar que rezo de maneira particular por todos os que sofrem nesta região, e são tantos! Estou feliz por estar com todos vocês. Que Deus os abençoe a todos.No final da cerimônia, o Papa deixou o Aeroporto de Beirute em direção à Nunciatura Apostólica de Harissa, a 37 km da capital, onde ficará hospedado nesses três dias de visita.À tarde, o evento que aguarda Bento XVI se realizará na Basílica Greco-melquita de São Paulo, para a assinatura da Exortação Apostólica “Ecclesia in Medio Oriente”, na presença de todos os patriarcas e bispos da região.A Rádio Vaticano transmitirá este evento a partir do meio-dia, horário de Brasília, com comentários em português.

Fonte: RV


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

ORAÇÕES PARA VIAGEM AO LIBANO

Papa pede orações para que a viagem ao Líbano produza frutos de comunhão e de paz















A dois dias da sua viagem apostólica ao Líbano, de sexta a domingo próximos, no final da audiência geral desta quarta-feira, Bento XVI pediu orações por essa intenção, para que possa “encorajar os cristãos e favorecer a paz e a fraternidade em toda aquela Região” do Médio Oriente”.
Uma referência mais extensa pronunciou-a o Papa, em francês, começando por se congratular com a oportunidade que terá de encontrar “numerosas componentes da sociedade libanesa, responsáveis civis e eclesiais, fiéis católicos de diversos ritos e outros cristãos, assim como muçulmanos e drusos”.
“Dou graças ao Senhor, por esta riqueza que só se poderá manter se a sociedade libanesa viver em paz e reconciliação permanente.Exorto portanto todos os cristãos do Médio Oriente – sejam eles de antiga extração ou recém-chegados, a serem construtores de paz e fatores de reconciliação. Peçamos a Deus que fortifique a fé dos cristãos do Líbano e do Médio Oriente, enchendo-os de esperança”.
RealAudioMP3 Dando graças a Deus pela presença dos cristãos nestas terras, Bento XVI encorajou “o conjunto da Igreja” (com todas as suas componentes) à “solidariedade, para que possam continuar a testemunhar Cristo nestas terras abençoadas, procurando a comunhão na unidade”. O Papa deu também graças a Deus por todas as pessoas e instituições que dão uma ajuda nesse sentido. “A história do Médio Oriente ensina-nos o papel muitas vezes importante e mesmo primordial desempenhado pelas diferentes comunidades cristãs no diálogo inter-religioso e intercultural. Peçamos a Deus que conceda a esta região do mundo a desejada paz, no respeito das legítimas diferenças. Que Deus abençoe o Líbano e o Médio Oriente! Que Deus vos abençoe!”

Na catequese desta audiência geral, Bento XVI prosseguiu na linha da “Escola de Oração” que vem desenvolvendo neste encontro semanal, retomando hoje o Livro do Apocalipse. Ouçamos o resumo que ele próprio apresentou na nossa língua:
“Queridos irmãos e irmãs,
A oração é como uma janela aberta que nos permite ter os olhos voltados para Deus, não só para nos lembrar a meta para a qual tendemos, mas também para deixar que a vontade de Deus ilumine o nosso caminho terreno e nos ajude a vivê-lo com intensidade e empenho. Neste sentido, a segunda parte do Apocalipse nos mostra, através dos símbolos do trono de Deus, do livro e do Cordeiro imolado, como a oração pessoal e comunitária nos leva a ver a realidade de um modo novo, captando o seu pleno sentido. O Trono representa o senhorio de Deus sobre a história; o Livro com os sete selos, o plano de Deus sobre os homens e os acontecimentos; e o Cordeiro imolado se refere a Cristo morto e ressuscitado, o grande vencedor do maligno. De fato, o Apocalipse nos ensina a ler a realidade, muitas vezes marcada por sofrimentos e aparentes derrotas, com um olhar de esperança: como cristãos, jamais podemos ser pessimistas! Devemos olhar para Cristo Crucificado e Ressuscitado que nos associa à sua vitória!”

E o Papa concluiu a sua alocução em português com uma saudação aos diferentes grupos presentes, nomeadamente de duas paróquias da diocese do Porto:

Saúdo os peregrinos de língua portuguesa, especialmente os portugueses de Avintes e Alpendurada, bem como os fiéis de Curitiba, acompanhados de seu Bispo, Dom Moacyr Vitti e todos os demais grupos de brasileiros. Lembrai-vos de que a vida de oração do cristão deve ter por centro a Missa dominical. É na Eucaristia que experimentareis como o Senhor Jesus vem e faz morada em quem n’Ele crê e acolhe. E que Deus vos abençoe em todas as vossas necessidades! Ide em paz!”

Fonte: RV

segunda-feira, 28 de junho de 2010

BUSCAR PLENA UNIDADE ENTRE CRISTÃOS

PAPA NA BASÍLICA DE SÃO PAULO: BUSCAR PLENA UNIDADE ENTRE CRISTÃOS

Cidade do Vaticano, 28 jun (RV)

- Bento XVI presidiu esta tarde, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, a celebração das vésperas da Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo.O Santo Padre acolheu com alegria e reconhecimento a delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, enviada pelo Patriarca Bartolomeu I, e guiada pelo Metropolita Ortodoxo de Sassina, Gennadios.Em sua homilia, o Papa enfatizou a vocação missionária da Igreja, citando como exemplo o Apóstolo dos Gentios. Bento XVI recordou o compromisso missionário da Igreja com Paulo VI, no Concílio Vaticano II, sobre a evangelização do mundo contemporâneo."O empenho de anunciar o Evangelho aos homens de nosso tempo, animados pela esperança e muitas vezes atribulados pelo medo e angústia, é sem dúvidas um serviço feito não somente à comunidade cristã, mas também a toda a humanidade" – frisou o pontífice.Bento XVI recordou também o Papa João Paulo II que representou em pessoa a natureza missionária da Igreja, com suas viagens apostólicas e com a insistência em seu Magistério sobre a urgência de uma "nova evangelização". "Hoje, repito diante do sepulcro de São Paulo: a Igreja é no mundo uma imensa força renovadora, não certamente por suas forças, mas pela força do Evangelho, no qual sopra o Espírito Santo de Deus, o Deus criador e redentor do mundo. Os desafios da época atual são certamente superiores às capacidades humanas: o são os desafios históricos e sociais, e com maior razão os espirituais" – frisou o Santo Padre.Nesta perspectiva, Bento XVI anunciou a criação de um novo organismo, na forma de Pontifício Conselho, com a tarefa de promover uma renovada evangelização nos países onde já ressoou o primeiro anúncio da fé e buscar meios adequados para propor novamente a perene verdade do Evangelho de Cristo.O Papa concluiu a homilia, recordando que o desafio da nova evangelização interpela a Igreja universal, e nos pede para que "sigamos com empenho a busca da plena unidade entre cristãos". (MJ/RD)
Fonte: RV

quarta-feira, 12 de maio de 2010

A MAIOR PERSEGUIÇÃO À IGREJA NASCE DO PECADO EM SEU INTERIOR

A maior perseguição à Igreja nasce do pecado em seu interior
Declarações do Papa no voo rumo a Lisboa


LISBOA, terça-feira, 11 de maio de 2010

- Respondendo a um jornalista no voo que nesta manhã de terça-feira feira o levou a Portugal, Bento XVI explicou que a maior perseguição sofrida pela Igreja nasce do pecado que ocorre em seu interior.
A bordo do Airbus 320 da Alitalia, no início de sua 15ª viagem apostólica internacional - a primeira para Portugal -, Bento XVI respondeu a uma pergunta que muitas pessoas gostariam de ter-lhe feito.
O jornalista perguntou-lhe se seria possível ver na mensagem de Fátima uma alusão ao atentado sofrido por João Paulo II e também aos sofrimentos que a Igreja vive hoje, por conta dos casos de abusos sexuais contra menores cometidos por membros do clero.
Bento XVI respondeu que o que poderia ser descoberto de novo ainda hoje na Mensagem de Fátima é nela se ver a "paixão" que acomete a Igreja, que "se reflete na pessoa do Papa".
"Não vêm apenas de fora os ataques contra o Papa e a Igreja, mas os sofrimentos da Igreja têm origem do interior da própria Igreja, do pecado que existe no seio da Igreja", acrescentou.
"Sempre se soube disso, mas hoje podemos constatar de maneira realmente aterradora: a maior das perseguições contra a Igreja não advém de inimigos externos, mas nasce do pecado no seio da Igreja, e a Igreja, portanto, tem uma profunda necessidade de reaprender a penitência, de aceitar a purificação, de aprender, por um lado, o perdão, mas também a justiça. O perdão não substitui a justiça."
O Papa sustentou que "o Senhor é sempre mais forte que o mal e Nossa Senhora é, para nós, a garantia visível, maternal, da bondade de Deus, que é sempre a última palavra na história".
Anteriormente, o Pontífice havia respondido a uma pergunta sobre a realidade da secularização de Portugal - um país profundamente católico.
Bento XVI reconheceu, em primeiro lugar, a presença ao longo dos séculos de uma "fé corajosa, inteligente e criativa", testemunhada pela nação lusitana também em várias partes do mundo, como no Brasil. Mesmo notando "a dialética entre fé e secularização em Portugal", não faltam pessoas dispostas a "criar pontes" e "criar diálogo" entre as duas posições.
"Penso que é precisamente esta a tarefa, a missão da Europa neste contexto: encontrar este diálogo, integrar fé e racionalidade moderna numa única visão antropológica que complete o ser o humano e torne comunicáveis as culturas humanas", constatou.
"A presença do secularismo é algo normal, mas a separação, a contraposição entre secularismo e a cultura de fé é anômala e deve ser superada - disse o Papa. O grande desafio neste momento é favorecer o encontro dos dois, para que assim se descubra sua verdadeira identidade. Esta é uma missão da Europa e uma necessidade humana em nossa história."
Bento XVI também respondeu a uma pergunta referente à crise econômica, que segundo alguns, coloca em risco a estabilidade da própria União Europeia.
Partindo da doutrina social da Igreja, que convida o positivismo econômico a dialogar com uma visão ética da economia, o Papa confessou que a fé católica tem deixado, com frequência, as questões econômicas de lado para dedicar-se primordialmente "à salvação individual".
"Toda a tradição da doutrina social da Igreja busca ampliar o sentido ético e o da fé, para, além do indivíduo, abordar a responsabilidade do mundo, e uma racionalidade ‘moldada' pela ética. Os últimos eventos ocorridos no mercado, ao longo dos últimos dois ou três anos, têm demonstrado que a dimensão ética está circunscrita e deve estar inserida no agir econômico".
"Apenas dessa forma a Europa cumprirá sua missão", concluiu.

Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 10 de maio de 2010

A EUCARISTIA É O CORAÇÃO DO BRASIL - BENTO XVI

BENTO XVI: O CORAÇÃO DO BRASIL É A EUCARISTIA


Cidade do Vaticano, 09 mai (RV)

– O Brasil esteve presente na oração do Regina Caeli, no domingo de ontem, na Praça S. Pedro.
Após a oração mariana, Bento XVI dirigiu uma saudação especial ao povo brasileiro, em vista da realização do XVI Congresso Eucarístico Nacional.Eis as palavras do pontífice: "Dirijo uma saudação especial ao povo brasileiro que vai se reunir na sua capital, Brasília, para celebrar o XVI Congresso Eucarístico Nacional, de quinta-feira a domingo próximos, com a presença do meu Enviado especial, o Cardeal Dom Cláudio Hummes.
No lema do Congresso, aparecem as palavras dos discípulos de Emaús “Fica conosco, Senhor”, expressão do desejo que palpita no coração de todo ser humano.
Possais todos vós, pastores e povo fiel, redescobrir que o coração do Brasil é a Eucaristia.
É justamente no Santíssimo Sacramento do Altar que Jesus mostra a sua vontade de estar conosco, de viver em nós, de doar-se a nós.
A sua adoração leva-nos a reconhecer o primado de Deus, pois só Ele pode transformar o coração dos homens, levando-os à união com Cristo num só Corpo. De fato, ao receber o Corpo do Senhor ressuscitado, experimentamos a comunhão com um Amor que não podemos guardar para nós mesmos: este exige ser comunicado aos demais para assim poder construir uma sociedade mais justa.
Por fim, estando próximo o encerramento do Ano sacerdotal, convido todos os sacerdotes a cultivarem uma espiritualidade profundamente eucarística a exemplo do Santo Cura D’Ars que, buscando unir o seu sacrifício pessoal àquele de Cristo atualizado no Altar, exclamava:
«Como faz bem um padre oferecer-se em sacrifício a Deus todas as manhãs!».
E enquanto invoco, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, as maiores graças do céu para que alimentados pela Eucaristia, pão da Unidade, se tornem verdadeiros Discípulos Missionários, a todos concedo benevolente Bênção Apostólica".
Fonte: RV

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

PAPA BENTO XVI VISITA A COMUNIDADE JUDAICA DE ROMA

VISITA DO PAPA À SINAGOGA: BOAS INTENÇÕES E EMOÇÃO

Cidade do Vaticano, 19 jan (RV)

- Bento XVI definiu sua visita à comunidade judaica de Roma como um ‘momento de graça’, e hoje, o L’Osservatore Romano concorda: “realmente o foi”. Notamos a emoção do papa ao homenagear os deportados no Holocausto e as vítimas do terrorismo anti-semita, vimos as lágrimas dos que sofreram suas conseqüências, constatamos o orgulho e a alegria dos velhos judeus romanos ao apertar a mão do bispo de sua cidade; ouvimos os cantos entoados no Templo Maior, diante de representantes judeus de Israel e de todo o mundo, e os aplausos, que por 9 vezes interromperam o discurso de Bento XVI.“O encontro de Bento XVI com a comunidade judaica demonstrou a intenção comum de enfrentar e resolver os problemas que existem, reforçando o caminho do diálogo”. Segundo o Cardeal Walter Kasper, presidente da Comissão vaticana para as relações religiosas com o judaísmo, as duas partes confirmaram sua determinação de prosseguir o diálogo, não apenas no sentido acadêmico, mas também como intercâmbio de valores. Para o cardeal alemão, foi muito importante o que o papa disse sobre a ‘herança comum’ dos Dez Mandamentos: que eles são um ‘código ético’ para toda a humanidade. Admitindo que existem ainda diferenças e problemas concretos a superar, Dom Kasper ressalva que eles podem ser resolvidos hoje num contexto de amizade, sem hostilidades. “A visita construiu confiança e amizade, e podemos prosseguir assim, pois este diálogo é um sinal importante de que mesmo depois de um longo período de contrastes, pode-se recomeçar”. Para o diretor do L’Osservatore Romano, Giovanni Maria Vian, apesar de ter sido precedida por polêmicas, a visita ‘demonstrou que a vontade de enfrentar as questões abertas é comum e firme’. Em um editorial, Vian descreve os contrastes como a beatificação de Pio XII como ‘fruto de enfatizações da imprensa’, de ‘operações irresponsáveis’ e ‘sem alguma consistência real’. Em relação ao ‘nó’ sobre Pio XII, segundo Vian, ‘nem a abertura de todos os arquivos levará a um acordo sobre seu comportamento diante do Holocausto, porque interpretações históricas serão sempre possíveis e legítimas. Para o jornalista, o encontro de domingo foi importante por ter sido mais um passo no caminho comum de judeus e católicos, mas mais ainda, porque foram ‘corajosos e francos’ ao admitirem suas dificuldades. Grandes especialistas de hebraísmo, como o prior do mosteiro de São Gregório, em Roma, propuseram ‘institucionalizar’ a visita dos pontífices à Sinagoga de Roma logo após sua eleição, como um ‘sinal de resguardo’ com os ‘irmãos mais velhos’. Ontem enquanto abriam-se os trabalhos da Comissão mista para o diálogo católico-judaico, o papa recebia, no Vaticano, Jacob Neusner, rabino norte-americano com o qual é muito ligado por laços de amizade, tanto que o citou em seu livro ‘Jesus de Nazaré’, no capítulo dedicado ao Sermão da Montanha. (CM)

Fonte: RV

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

A HISTÓRIA DA IGREJA INICIA SEU CAMINHO NA POBRE GRUTA DE BELÉM

BENTO XVI: A HISTÓRIA DA IGREJA INICIA SEU CAMINHO NA POBRE GRUTA DE BELÉM

Cidade do Vaticano, 25 dez (RV)

- O Santo Padre concedeu hoje ao meio-dia do balcão central da Basílica de São Pedro, a tradicional bênção "Urbi et Orbi" (à cidade de Roma e ao mundo inteiro).Em sua mensagem natalina proferida aos fiéis provenientes de várias partes do mundo, o papa ressaltou que a liturgia do Natal não nos fala de uma luz natural, mas de uma luz diferente, especial, de alguma forma apontada e orientada para um nós, "o mesmo nós para quem o Menino de Belém nasceu. Este nós é a Igreja, a grande família universal dos que acreditam em Cristo, que aguardaram com esperança o novo nascimento do Salvador e hoje celebram no mistério a perene atualidade deste acontecimento" – frisou Bento XVI.O Santo Padre disse ainda que a princípio aquele nós, ao redor da manjedoura de Belém, era quase invisível aos olhos dos homens, como nos diz o Evangelho de São Lucas, englobava, além de Maria e José, poucos e humildes pastores que correram à gruta, avisados pelos anjos. "A luz do primeiro Natal foi como um fogo aceso à noite. Ao redor tudo estava escuro, enquanto na gruta resplandecia a luz verdadeira que ilumina todo homem" – disse o papa – acrescentando: "é a história da Igreja que inicia o seu caminho na pobre gruta de Belém e, através dos séculos, se torna povo e fonte de luz para a humanidade. Também hoje, por meio daqueles que vão ao encontro do Menino, Deus ainda acende fogueiras na noite do mundo para convidar os homens a reconhecerem em Jesus o sinal da sua presença salvífica e libertadora e estender o nós dos fiéis em Cristo a toda humanidade."O Santo Padre frisou ainda "que onde estiver um nós que acolhe o amor de Deus, aí resplandece a luz de Cristo, mesmo nas situações mais difíceis"."A Igreja, como a Virgem Maria, oferece ao mundo Jesus, o Filho, que Ela recebeu como dom e que veio para libertar o homem da escravidão do pecado. Como Maria, a Igreja não tem medo, porque aquele Menino é a sua força e o oferece às pessoas que o procuram com coração sincero, aos humildes da terra e aos aflitos, às vítimas da violência, aos desejam o bem da paz. Também hoje, à família humana profundamente marcada por uma grave crise, certamente econômica, mas também moral, e por dolorosas feridas de guerras e conflitos, a Igreja, com o estilo da partilha e da fidelidade ao homem, repete com os pastores: Vamos a Belém (Lc 2, 15), lá encontraremos a nossa esperança" – ressaltou o pontífice.Bento XVI sublinhou que o nós da Igreja vive no território onde Jesus nasceu, na Terra Santa, para convidar seus habitantes a abandonarem toda a lógica de violência e vingança. O nós da Igreja está presente em outros países do Oriente Médio, como o Iraque, no pequenino rebanho de cristãos que vive naquela região, que passa por várias tribulações. O Santo Padre disse ainda que nós da Igreja, está em Sri Lanka, na Coreia, nas Filipinas, e outras terras asiáticas, como fermento de reconciliação e de paz. "No continente africano, não cessa de erguer a voz a Deus para implorar o fim de toda a prepotência na República Democrática do Congo; convida os cidadãos da Guiné e do Níger ao respeito pelos direitos de cada pessoa e ao diálogo; aos de Madagascar pede para superarem as divisões internas e acolherem-se reciprocamente; a todos lembra que são chamados à esperança, não obstante os dramas, provações e dificuldades que continuam a afligi-los" – frisou Bento XVI."Na Europa e na América do Norte - disse ainda o papa - o nós da Igreja convida a superar a mentalidade egoísta e tecnicista, a promover o bem comum e a respeitar os mais vulneráveis, começando pelos nascituros. Em Honduras, ajuda a retomar o caminho institucional; em toda a América Latina, o nós da Igreja é fator de identidade, plenitude de verdade e caridade que nenhuma ideologia pode substituir, apelo em favor do respeito dos direitos inalienáveis de cada pessoa e ao seu desenvolvimento integral, anúncio de justiça e fraternidade, fonte de unidade".O Santo Padre concluiu sua mensagem, dizendo "que a Igreja é solidária com aqueles que são atingidos pelas calamidades naturais e pela pobreza, mesmo nas sociedades opulentas" e que diante do êxodo das pessoas que emigram por causa da fome, da intolerância ou da degradação ambiental, "a Igreja é uma presença que chama ao acolhimento".O papa desejou um Feliz Natal aos fiéis e peregrinos em várias línguas. Ouçamos suas felicitações natalinas em língua portuguesa. Bento XVI concluiu a cerimônia concedendo a todos a sua bênção apostólica. (MJ)

Fonte: RV

sábado, 21 de novembro de 2009

CONVITE DO S.S. PAPA BENTO XVI


Todos estão convidados para a clausura do Ano Sacerdotal com o Papa
Inclusive os leigos e as religiosas



CIDADE DO VATICANO,


-Bento XVI não convidou somente os sacerdotes para a clausura do Ano Sacerdotal, que acontecerá em Roma de 9 a 11 de junho de 2010: seu convite se estende também aos leigos, seminaristas e religiosas.
Segundo explica a Obra Romana para as Peregrinações (ORP), encarregada da organização logística do evento, em um comunicado enviado à Zenit, a clausura do 150º aniversário de falecimento de São João Maria Vianney será uma festa da Igreja universal em torno dos seus sacerdotes.
“A participação no encontro não pode excluir ninguém; mais ainda, pretende ser uma oportunidade para todos”, explica a ORP.
Para confirmar esta abertura, a Obra cita a vídeomensagem do Papa, dirigida aos participantes no retiro internacional de sacerdotes, realizado em setembro em Ars, a terra natal de João Maria Vianney, no qual ele dizia que neste Ano Sacerdotal “todos nós estamos chamados a explorar e redescobrir a grandeza do sacramento que nos configurou para sempre com Cristo”.
“Neste sentido, cada um é convidado a viver esta importante experiência segundo o caráter específico da própria vocação”, indica a ORP.
Mais informação e reservas para participar da clausura do Ano Sacerdotal em http://www.josp.com/ ou a.sacerdotalis@orpnet.org


Fonte: ZENIT.org